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Zulu
Se voc� erra e insiste.
Voc� � um teimoso, claro.
Voc� ainda pode se salvar.
Ponha toda a sua for�a...
em seus fr�geis nervos.
Quando voc� acorda e se sente destru�do...
esforce-se e enfrente o novo dia.
N�o volte em seus passos, um instante seria suficiente.
Enquanto continue sendo absurdo,
e pare�a um velho e decadente,
contando para todas as pessoas,
seu falso incidente.
O que voc� est� fazendo aqui?
- Estou com Vanessa. - Vanessa?
- Por que ela me olha assim? - A abandonou, Anna. - Papai...
- Vamos? - J� vou.
N�o a deixe sozinha, nossa filha precisa de voc�.
Como "nossa filha"?
Eu n�o a abandonei...
Vanessa...
Vanessa...
N�o!
LA PORTA ROSSA - S02E09 legendas @drcaio
Posso?
- Pode me emprestar algo limpo? - Por qu�? O que quer fazer?
Estou colocando voc� e as garotas
- em perigo, tenho que ir. - Para onde?
Precisa de um lugar seguro para ficar.
Tenho de ir com a minha filha.
Vou lhe trazer algumas roupas...
O Promotor Alessi n�o vai abrir
um processo baseado em sua hip�tese...
- sobre Lucia Bugatti. - Cheque,
- a hip�tese est� correta. - Chequei.
Mas tamb�m acho dif�cil acreditar
que essa hip�tese esteja correta.
Eu confiei em voc�s, mas n�o posso
fazer Alessi confiar tamb�m.
N�o t�m nenhuma evid�ncia de que
a Irmandade da Fenice realmente existe.
Mas que merda... me explique, doutor!
Alessi n�o acredita em n�s e voc� o escuta para se livrar?
- Diego. - O que foi?
- Terminou a com�dia? - Estou fazendo
- meu trabalho! - Fa�a-o direito!
Sei que est� afetado pela morte de sua amiga...
Mas s� me traz hip�teses irreais!
V� para o escrit�rio.
Nos vemos daqui a dez minutos.
Quanto tempo demora?
O dano � grande, pelo menos dois dias.
Quanto me vai custar?
O or�amento � pequeno, alguns milhares de euros.
Que pena!
Significa que vamos para a praia.
Olha quem est� aqui.
- Oi. - Oi. Te vi com ele na outra noite.
- Bonita intimidade! - O que faz? Me segue?
- Ent�o? - Ent�o o qu�?
N�o estamos juntos, estamos nos vendo.
- Al�m disso, mesmo que fosse... - Se somente est�o se vendo...
Me deixou porque n�o conseguia me entender.
- Ele te entende? - Sim.
Porque ele � 15 anos mais velho que voc�.
- Me deixou porque gostou dele. - Voc� n�o entende nada, Filip!
Podemos conversar em outro lugar?
Tem um capacete?
Corrija se eu estiver errado.
As comprova��es do homic�dio
de Brezigar permanecem inacabadas.
- Estou errado? - N�o...
Depois o homic�dio de Lucia Bugatti, certo?
- Para tranquiliz�-lo, passei o caso para Albertini. - Certo.
Quando encontrar algo, ir� lhe comunicar.
- Anna? - Cuidarei dela.
Devem me trazer coisas concretas, fatos, provas...
Como costumava ser, lembra?
Pol�cia e ladr�o, pol�cia e ladr�o.
� f�cil.
Voltemos aos nomes do caderno de Brezigar que n�o t�m �libi.
Est�o perdendo tempo. J� t�m a prova certa!
Dentro de tr�s dias, durante os fogos
- v�o raptar minha filha! - Trampus...
J� entendi. Farei sozinho.
Esta � a noite da Fenice.
N�o sei por que fa�o, j� que n�o � da sua conta.
- Quer saber por que me aproximei de Federico? - Sim.
- Pela mesma raz�o que me afastei de voc�. - Como assim?
Ele � como eu.
- O qu�? - Ele tamb�m v� mortos.
Te faz rir? � verdade!
Est� zoando?
- Filip, sei que est� magoado. - N�o, n�o, n�o estou magoado.
Estou furioso, � muito diferente!
Bem, pela primeira vez voc� diz publicamente que v� morto.
Todos os loucos de Trieste te atormentam...
e agora o gar�om do bar da sua m�e diz que � m�dium.
E voc� se joga nos bra�os dele.
- N�o � assim. - Devo ter visto mal.
Mas pense! Tr�s m�diuns no mesmo lugar,
voc�, sua m�e e Federico.
- � uma grande coincid�ncia. - Por que me diria uma bobagem?
Por que voc� gosta dele... e talvez s� queira transar.
- Voc� � um est�pido! - Sou um est�pido? - Sim.
Se queria tentar,
poderia ter procurado algo mais f�cil.
N�o h� nada entre n�s!
Ele poderia ser meu pai.
Est� me ajudando neste momento dif�cil.
Tem certeza que ele v� os mortos?
Tem provas?
N�o temos mais nada a dizer um ao outro.
Mas o que havia entre n�s era muito mais importante!
Sinto muito que n�o se lembre.
Disfar�a, n�o olhe para mim.
Voc� est� louca, sabe?
Piras n�o se suicidou.
Fizeram uma armadilha com um relat�rio
falso sobre a arma que matou Leo.
Assinado por Calligaris...
um homem que h� anos cometeu um erro
e nunca pagou as consequ�ncias.
Talvez eu a tenha encontrado. Estamos no cais.
Algu�m generoso tenta salv�-lo.
- Generoso? - Sim, papai!
Tem que descobrir quem est� protegendo Calligaris.
Pergunte a Alessi, talvez saiba de algo.
- Por que est� chorando assim? - Espera, espera...
Essa hist�ria me faz lembrar de algo.
Pergunte a Alessi, papai.
Olha. N�o, n�o... Olha, olha...
� ela, venham agora mesmo.
Oi!
- Oi... viu? � a mam�e. - Oi.
- � a mam�e... - Oi, amor.
Anna!
- Onde est� indo? - Pol�cia! - N�o pode, estamos zarpando!
Merda, aqui perdendo tempo e Silvestrin
e os outros seguem tranquilos!
Desculpe, n�o vamos ouvir Jamonte.
Vamos come�ar de novo com Nikolic,
o meio-irm�o de Lucia.
Talvez o suic�dio est� relacionado com
o final das atividades da Fenice.
Quando ele se suicidou?
Em 1985.
- Vamos rever as queixas desse ano. - Venha, vamos.
Temos um tempo.
Hoje � noite Silvestrini vai estreitar
todas as m�os da Trieste "boa".
Por qu�?
- Onde vai? - Nosso amigo vai a uma festa.
- O que � que ela disse? - Nada, ela queria ver a filha.
Por que a ajudou a fugir?
Sabe que est�o procurando sua filha.
Voc� n�o faria isso por sua filha?
Doutor Jamonte, nem mesmo os postos de bloqueio a viram.
Eu j� esperava isso.
- Amir, v�! - Sim, senhor. - Voc� me ajude.
- Quer os �culos? - Claro que n�o! Sei de cor.
- Acha que viram o obitu�rio? - Certamente sabem, eles vir�o.
Menos Nikolic e Gerbez que est�o sumidos por um tempo.
Mas � a �ltima coisa que fa�o por voc�s!
N�o quero ouvir falar de novo nem da Irmandade nem da Fenice.
Tudo o que voc� teve... Foi gra�as � Fenice.
Sempre estar� ligado � Fenice. Como todos n�s.
Que fique bem claro. Agora me leve para l�!
Trapaceou, hein? Agora � a minha vez.
Erika, ponha isto.
- Tem que vir comigo, for�a. - N�o vou a lugar nenhum.
- N�o vou por essa porcaria. - N�o gosta? - N�o. Me d� nojo.
N�o quero ir vestida como um lixo.
Perdi a manh� toda por sua causa.
- Dane-se. - Ainda continua em minha casa!
Somente porque ficar em N�poles � pior
e para te lembrar que voc� me d� nojo!
Tenho que ir � porra desse teatro, desculpe.
V� sozinho ao teatro!
O palet� de pinguim te cai como um lixo!
Fa�a o que voc� quiser.
- Oi. - Oi, bem-vinda.
- Mora em um trailer? - N�o gosta?
Quando se encher, n�o precisa mudar.
- Se enche de vez em quando? - Bastante.
Vamos, venha. Te levo para um passeio.
Veja s�, b�sico mas pr�tico.
- Voc� n�o o personalizou. - Quando mora
num trailer, est� sempre viajando.
- Suas leituras s�o monotem�ticas. - Adoro isso!
Brincadeira... h� muito que estudar sobre nossa condi��o.
"O Conde de Cagliostro."
- Voc� o conhece? - Pouco.
Estou procurando um livro sobre ele.
- "Os mist�rios do Conde de Cagliostro". - N�o lembro deste.
- H� muitos livros sobre ele. - Ent�o voc� o conhece.
Era um ma�om, um alquimista... Um curandeiro
Para alguns era a reencarna��o do fil�sofo Francis Bacon.
- Por que sabe estas coisas? - Estudei sobre isto.
- Como acha que ele era? - Carism�tico.
- Quer uma cerveja? - Sim, vamos l� fora. - Certo.
Cagliostro...
Cagliostro... Cagliostro...
Vanessa?
- O que aconteceu? Est� bem? - Sim.
O que faz aqui?
Me chamou para nada?
O que tem na cabe�a?
Seguia Silvestrin para chegar � Fenice.
- O que fa�o se o perco? - Desculpe. - Uma merda!
Os fogos de artif�cio s�o daqui a pouco
e esta � uma oportunidade para compreender.
Tenho que salvar a minha filhinha.
Todos com trajes elegantes...
Em Trieste e � noite, onde v�o vestidos assim?
Para a �pera! O velho disse que sabia de cor.
Talvez estivesse falando de um libreto.
Eles v�o para a �pera.
- Primeiro me ajude. - A fazer o qu�?
Entende o que est� para acontecer?
Por que chamou a sua sombra?
Ent�o � verdade que voc� o v�!
O que � isso?
- V�o se foder! - Espera... espera!
- O que faz, me segurar? - N�o, quero ir com voc�.
Fique com ele. Posso fazer sem voc�.
Cagliostro... onde voc� est�?
Obrigado pela confian�a...
Eu preciso de voc�.
- Aconteceu alguma coisa com Vanessa? - N�o, relaxe.
T�nhamos que nos encontrar mas ela n�o veio.
- Mas est� bem? - Sim. Pode me ajudar?
- Para fazer o qu�? - Te digo depois, vamos logo.
- � perigoso? - Pode ser. Mas s� voc� pode me ajudar.
Depois do que fez por mim, n�o posso fazer menos.
- O que devo fazer? - Tem um vestido elegante?
Pare! Podemos conversar?
Eu queria ter certeza que voc� estava me dizendo a verdade!
Quer que acreditem em voc� sem provas!
N�o sei como funciona com crian�as.
- Mas os adultos n�o fazem isto. - � verdade, te pus � prova.
O que eu poderia fazer?
Todos mentiram para mim,
principalmente as pessoas que eu pensava que me amavam.
Minha m�e, minha tia, Filip...
E agora? Precisa de mais provas?
Acha que sou est�pido? Est� apaixonada por ele.
� imposs�vel...
N�o tem que se justificar para mim.
Estamos diante do Teatro Verdi
projetado por Giannantonio Selva...
J� que n�o veio me buscar, cuide da entrega.
N�o quero problemas, voc� se exp�s muito.
N�o se preocupe, senhora.
- Boa noite. - Oi. - Boa noite.
Obrigado, cavalheiros, e boa noite.
- Jamonte est� chegando! - � o sub-delegado Jamonte.
Boa noite. Voc� est� no centro da pol�mica estes dias...
mas n�o podia faltar � estreia.
Como vai a procura de Anna Mayer?
N�o acho que seja o momento.
- N�o dev�amos ter vindo. - N�o, n�o, n�o.
N�o temos nada para nos envergonhar ou esconder.
Ali os pais de Anna Mayer! Posso fazer algumas perguntas?
- Claro. - N�o! - Tenho algo a dizer.
� um prazer que tenha vindo!
Pena que sua filha n�o veio, queria apresent�-la a Noemi.
Os adolescentes!
- Conhece minha mulher. - Sempre bela.
A Dra. Dell'Elce, diretora do Credito Triestino.
� incr�vel o que est� acontecendo.
- Sim. - Patrizia, que elegante!
Patrizia Durante... da Funda��o Gherardi.
Eu a conhe�o, de renome.
- Senhores. - Vai come�ar.
Por falou � rep�rter sobre Anna?
Espero que ela esteja ouvindo.
Hoje ser�o substitu�dos imediatamente,
tamb�m pelo grave da voz.
Boa noite!
O espet�culo j� come�ou.
H� lugares "last second" a este pre�o.
Quanto? Bem, claro...
Ent�o vai me devolver o dinheiro.
- Perd�o? - � por uma boa causa,
um pouco de bom cora��o. Que lugar?
- Segunda fileira, balc�o 25. - Certo.
Por aqui.
N�o tem carteira?
22, 23...
Aqui.
O que est� fazendo? Est� chorando?
� tudo t�o lindo!
- Tente se concentrar. - Est� bem.
Escuta, n�o estamos aqui para curtir o espet�culo.
Tem raz�o.
- Vamos jogar outra partida. - Me deixam jogar? - Sim.
Disseram que sou muito m�.
Quer�amos ter perguntado ao sub-delegado Jamonte...
novidades do caso da magistrada fugitiva Anna Mayer.
O Dr. Jamonte preferiu n�o falar conosco.
O pai Elvio Mayer quis fazer esta declara��o.
Passamos ent�o ao nosso enviado.
Naturalmente continuo incr�dulo...
pela fuga da nossa filha,
mas tenho certeza que ela � inocente.
Confio no julgamento do promotor Alessi que decidiu prend�-la.
- Que imbecil! - Confio totalmente nele.
� uma pessoa correta, inteligente... e generosa.
- Obrigado. - O que tem a ver "generosa"?
Algu�m generoso est� tentando salv�-lo.
- Generoso? - Sim, papai!
Estas s�o as �ltimas not�cias da fugitiva Anna Mayer.
Agora falaremos da previs�o do tempo.
A onda de frio prevista chegou.
Ah, forse sia lui...
che l'anima...
solinga ne' tumulti...
solinga ne' tumulti...
godea sovente...
O padre! Don Giulio, claro!
De' suoi colori occulti...
De' suoi colori occulti.
Silvestrin.
Lui che modesto e vigile...
all'egre soglie ascese...
A Durante.
E nuova febbre accese.
Falta o chefe...
Que merda � essa?
- Vou segui-los, fique aqui. - Sim.
- Ele ficar� bem? - Ficar�, ele vir� agora.
Onde voc� est�? Apare�a.
Eu lhes disse que viria.
N�o posso acreditar...
- Pode voltar para l�. - O qu�? Depois de tudo que eu fiz!
Volte para l�!
- Parem com essa palha�ada. - Eu concordo.
Estas coisas acabaram h� muito tempo.
Lembro que, embora sem os ritos, estamos todos unidos.
Depois de muitos anos reapareceu o livro do Conde de Cagliostro.
Algu�m o tem e quer arruinar nossas vidas.
Renato e eu recebemos cartas de chantagem.
Meu filho queria fazer esta reuni�o
porque estamos entre a chantagem...
e a pol�cia que est� fazendo perguntas.
Voc� tamb�m foi chantageado?
Eu n�o... por que eles iriam querer um padre como eu?
Desembolsei muito dinheiro e continuo desembolsando.
O t�tulo do livro estava entre as anota��es de um criminoso...
um tal Mauro Brezigar.
Provavelmente estava envolvido e foi assassinado.
Se algu�m souber algo sobre o homic�dio,
que fale imediatamente.
- � rid�culo. N�o vou ficar aqui para ser acusada. - Patrizia!
Sente-se.
Ningu�m gosta que este assunto tenha ressurgido,
mas para resolv�-lo todos t�m que fazer a sua parte.
O filho de Renato e eu j� eliminamos um problema.
Sim, uma pessoa. Estava come�ando a saber muito.
Tamb�m pagar�o por ela.
A jornalista? Mas est�o loucos...
N�o vou fazer parte desta hist�ria!
Desculpe, tarde demais.
Por uma estranha coincid�ncia, desapareceu na Grotta Gigante.
Gerenciada por sua Funda��o.
N�o quero que nada seja conhecido.
Temos que descobrir quem tem o livro e nos chantageia...
ou estaremos todos em perigo.
Voc� � um lixo!
Que lindo, n�o?
� s� um jogo.
Eleonora? Venha.
Est�o no "reduto".
Tire os sapatos! Tem que correr.
Vamos! Vamos! Corra!
Por aqui.
Est�o todos dentro.
Se tivesse me avisado,
eu teria colocado os meus t�nis de gin�stica.
� como sua filha, voc� nunca atende.
- Sim, claro. - Vamos!
Daqui pode ficar de olho neles.
Cuidado, s�o perigosos. Vamos logo.
N�o quero estar ligada a chantagem ou homic�dio...
sobretudo a poucos dias da inaugura��o da Funda��o.
Enquadre Alessi... assim.
� por isso que estamos aqui para recordar a confian�a m�tua.
- O padre. - Devemos nos cobrir uns aos outros. De acordo?
N�o sei o que posso fazer por voc�s
- mas farei o poss�vel. - Patrizia?
Durante est� de costas.
Vamos esperar que eles se levantem e sa�mos.
Cavalheiros, boa continuidade da noite.
V�, agora.
�timo. Os tr�s.
- Os tem? - Sim. - �timo. - Ligue para o meu filho.
Parece que ningu�m sabe nada do livro.
Certo.
- E agora? - Agora vamos descer. Corra!
- Eu te daria uma m�o, mas... - Claro.
- Nos vemos l� em cima. - Sim.
- Queria te agradecer. - Por nada.
- Que coisa? - Esta hist�ria de Lucia est� virando uma obsess�o.
At� que n�o peguem quem a matou, n�o consigo pensar em mais nada.
N�o havia entendido, sabe?
Que coisa?
N�o havia entendido que voc� estava t�o apaixonado.
No fundo, eu n�o estava.
Nossa rela��o era de outro tipo.
- Mas outro dia... - Outro dia! Outro dia...
Nem entendo o que aconteceu comigo.
Foi estranho.
Tudo caiu sobre mim.
A morte de Daria, de Lucia, de minha m�e...
- Sua m�e? - Sim, morreu de um dia para outro, enquanto dormia.
- Nunca me disse nada. - Voc� nunca perguntou.
Sempre tive mulheres fortes ao meu lado e perdi todas.
Tamb�m voc�.
Bem, n�o est� muito n�tido, mas d� para reconhecer todos.
Abra um endere�o de e-mail an�nimo
e envie tudo para Paoletto.
Est�o voltando todos.
Silvestrin...
Durante.
Olha.
Viu? O padre est� indo embora.
Talvez n�o goste de Verdi.
Ou esconde algo dos outros da Fenice.
Vamos fazer o combinado.
Voc� assiste o espet�culo. Eu o sigo.
- J� vou. - Tchau. - Boa noite. - Nos vemos amanh�. Tchau.
- Tchau. - N�o est� t�o tarde.
Erika!
Addio...
del passato bei sogni...
Dr. Jamonte, tem que vir,
sua filha est� te procurando com urg�ncia.
Perd�o...
Le rose del volto...
- Aconteceu algo? - Nada. - Como voc� est�? - Bem.
- Uma pessoa quer te ver. - Quem? - Vai entender, vamos.
Onde voc� vai?
Que outros pecados voc� esconde?
Espera! Como dizia sua can��o, papai?
Este � o seu dia para ser um grande homem.
N�o se fa�a de bobo. Est� ali.
Desculpa ter usado a sua filha como embaixadora.
- Espero que n�o tenha assustado. - Ela n�o.
Mas voc� traiu minha confian�a.
Pelo menos agora somos francos.
Marco.
N�o acho que seja hora de brincar.
N�o tive escolha.
Por tr�s da simula��o do suic�dio de Piras
- est� o Alessi. - O que voc� disse?
Ele comprometeu o processo.
Por que eu deveria acreditar em voc�?
Depois de todos os seus joguinhos...
suas armadilhas.
N�o enviou seus homens aqui.
Ent�o voc� se preocupa comigo.
Desculpe, n�o sei o que aconteceu comigo.
Vamos recome�ar.
O que Alessi tem a ver com isso?
Onde t�nhamos ficado?
As den�ncias do �ltimo trimestre de 1985.
Aten��o!
- O que foi? - Um roubo no Credito Triestino.
"J�ias, documentos, valiosos..."
Aqui est�o os documentos do banco.
V� peg�-los.
Alessi ajuda Calligaris e, em troca,
ele escreve o relat�rio pericial retroativo.
O relat�rio pericial verdadeiro � o
que n�o tem as digitais de Piras.
Sem provas, isto � apenas suposi��o.
Por que Alessi teria feito isso?
- Confia em mim? - Diga-me voc�.
Cheguei at� aqui sozinha.
Com Alessi n�o posso fazer nada.
O que faria se todas as pessoas que voc� ama desapareceram...
e n�o haveria culpados?
Eu te digo. Faria qualquer coisa para descobrir a verdade.
Quero acreditar em voc�.
Mas esta noite voc� se entrega.
Est� bem.
Mas primeiro venha comigo por um momento.
Com licen�a.
Eleonora!
O que est� fazendo aqui? Gosta de teatro?
Eu te convidei v�rias vezes e voc� nunca quis vir.
As pessoas mudam.
Posso te apresentar... uma pessoa?
- Vittorio! - Com licen�a.
Apresento-lhe a minha irm� Eleonora.
Stefania sempre fala de voc�.
Sei quem voc� �... estava no julgamento de Rambelli.
- Sou a m�e da Vanessa. - Eu sei.
- O motorista est� aqui. Quando quiser vamos. - Sim. - Te levo?
- Obrigada, vou dar uma volta. - Claro...
- Despe�o do promotor e volto. - Est� bem. - Com licen�a.
Por isso era misteriosa.
Eu o conheci... H� muito tempo, aqui no teatro.
Depois houve o julgamento...
gosto muito.
Temos que passar um tempo juntas.
Certo, por qu�?
- Porque somos irm�s. - Claro...
Meu amor...
Anna.
Fa�a-a ouvir m�sica, ela gosta muito.
1985, roubo ao Cr�dito Triestino.
A pergunta que devemos fazer...
H� uma rela��o com a Fenice? Acho que dev�amos seguir por a�.
- Aqui h� algo interessante. - Fale. - S�o not�cias da �poca.
- Falam de 12 caixas esvaziadas e temos... - Onze queixas.
Talvez naquela caixa tinha algo que n�o se podia denunciar.
Isto � mais interessante, Stella.
Vamos dar uma olhada.
As caixas relatadas v�o de 2216 a 2227, certo?
Aqui falta a 2226.
Desculpe, pessoal.
Venham ver quem est� chegando. Venham, venham!
Anna... Anna!
- Est� tudo bem. - A doutora se entregou.
Vamos dormir, amanh� esclarecemos tudo. Zagaria.
Venha conosco at� a cela.
- Por ali. - O que voc� fez, querida?
- Ponha chifre em voc�? Talvez eu conhecia! - Doutora...
Desculpe.
Estas coisas s�o suas. S�o importantes para voc�, n�o?
Zagaria.
Droga! Mayer se entregou, que golpe de teatro.
Jamonte n�o parecia contente em t�-la pego.
V�o coloc�-la na cela esperando o julgamento, evitou a pris�o.
Voc� � um insens�vel, depois do que aconteceu.
Sabe o que quero dizer, vamos.
Quem incomoda e envia um e-mail...
� uma meia da madrugada?
- Confidencial. - Confidencial, n�o deve abrir. - J� abri.
- H� fotos. - O que �?
- Esta n�o � Durante? - Sim, � Durante.
Este � Silvestrin?
- Don Giulio. - Droga! � a Fenice completa.
- Alessi! N�o posso acreditar. - Que vagabundo...
- Estamos fodidos. - N�o. - Sim, estamos. - N�o!
Isto paralisa a investiga��o.
Mas encontraremos a solu��o. Calma.
Sabe que � um presente de Cagliostro, n�o?
Sim, eu sei.
Quer dizer, n�o... Stella, n�o sei de nada.
Se eu disser que sim, duvidaria do que acredito.
E eu n�o acredito.
Doutora Durante... Se quiser, o carro est� pronto.
O teatro nos emociona porque faz parte de n�s.
Quantas vezes em nosso dia a dia interpretamos um papel?
Negamos nossos sentimentos.
Fingimos n�o ter rancor.
N�o dizemos �s pessoas o que as faria sofrer.
Fazemos tudo isto para que nos queiram.
Para parecer perfeitos.
Mas a qualquer momento a cortina cai.
E come�a o verdadeiro perigo.
Dorme...
Fecha os olhinhos, vamos.
Fecha os olhinhos.
Os pensamentos que incubamos por tanto tempo...
explodem de forma violenta.
E nos deixam muitas perguntas.
E medo.
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