All language subtitles for 3x09 - Sound of Thunder (Ljudet av +Ñska)

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Original subtitles

O EX�RCITO SECRETO

S�rie 3 - Cap�tulo 09 - SOM DO TROV�O ( Sound of Thunder )

A partir de hoje haver� toque de recolher geral.

Todos os caf�s e restaurantes

estar�o fechados das cinco horas da tarde at� �s seis horas da manh�.

Todos, exceto militares e membros das for�as de seguran�a,

que estiverem na rua, ser�o considerados sabotadores e mortos.

A �ltima tentativa do tigre ferido antes de fugir.

Tenho pelo menos mais cinco caminh�es para os arquivos.

Os arquivos do servi�o secreto t�m prioridade.

Eu tenho as minhas ordens.

A se��o de transporte n�o vai cooperar com a gente.

Eles precisam dos caminh�es para evacuar o pessoal.

Vou cuidar disso.

Posso perguntar quanto tempo nos resta?

- Amanh� � tarde, o pr�dio estar� vazio. - Isso, n�s n�o conseguiremos.

Temos de sair.

Amanh� vamos colocar explosivos em seu escrit�rio.

Na frente, o 5� Ex�rcito Panzer do General Dietrich,

uma coluna de tanques desativados.

As for�as aliadas recuam.

H� refor�o de Ghent e Mechelen.

Terr�vel not�cia, hein? Uma bebida.

Os aliados avan�am em dire��o a Berlim. E bem rapidamente.

Na rua, falam que os brit�nicos entraram em Mons esta noite.

Minha filha chegou esta manh� na minha cama. Ela tinha medo da tempestade.

Eu disse: "Isso n�o � trov�o, s�o as armas que v�o afugentar os fantasmas negros."

Assim ela chama os alem�es: "Fantasmas negros".

Abracei-a com for�a. N�s choramos de felicidade.

Sim, a minha ordem deve ser executada.

Os soldados podem marchar. Documentos relativos � seguran�a devem ser levados.

Estamos aqui h� quatro anos.

N�o est� f�cil para ningu�m. Temos que fazer o nosso melhor.

Agora eu tenho que justificar as minhas pr�prias ordens.

- A cada dez minutos eu preciso explicar uma ordem. - Nunca tinha acontecido antes.

Isso acontece quando um ex�rcito � derrotado.

- Derrotado? - Bem, se voc� se retirar.

Ou fuga. Voc� j� viu a not�cia da manh�?

Eu n�o sei em que acreditar.

Acredite em seus olhos e seus ouvidos.

A estrada para Ghent esta manh� foi completamente bloqueada.

- O 5 � Ex�rcito Panzer. - Isso est� na Fran�a.

- N�o mais. - Mas o General Dietrich...

Ele jogou as for�as blindadas na brecha.

Sepp Dietrich � o menino dos olhos do F�hrer, que n�o pode fazer nada errado.

Mas ele sabe onde seus tanques est�o localizados?

O F�hrer tinha que saber que a�ougueiros n�o s�o bons generais.

Esta pilha deve ser embalada.

Eu tamb�m tenho alguns documentos secretos que precisam ser levados.

- Ainda temos caixas sobrando? - N�o, n�s temos muito poucos.

Mande algu�m procurar. Armaz�ns, lojas, caf�s.

Apenas Von Runstedt pode ainda salvar a nossa reputa��o.

- Mas o F�hrer n�o lhe d� nenhuma chance. - Ele sabe o que est� fazendo.

Ele s� ouve o que os astros prev�em - a cat�strofe.

Se voc� acha isso, ent�o tire esse uniforme.

- Eu ainda fa�o um trabalho. - Voc� tem menos de 24 horas.

� suficiente.

A liberta��o.

- Porque n�o brindou? - Eles n�o est�o aqui ainda.

- Voc� n�o pode querer isso. - Por que?

Assim voc� perde todos os seus clientes alem�es

Quem comeu carne de porco e chucrute enquanto com�amos nabos.

De agora em diante, peixe e batatas fritas para os brit�nicos.

Encha o copo.

N�o, conhaque.

N�o dessa garrafa.

Da garrafa que voc� servia a Gestapo.

- Este � o �nico que temos. - Voc� est� mentindo, sua puta.

Por que voc� est� t�o preocupada, baby?

Com medo de que os brit�nicos d�m menos gorjeta?

Ou que eles n�o s�o bons na cama.

- Como se atreve? - Esque�a isso, Natalie.

- Devo pegar meu pr�prio conhaque? - Ele est� no balc�o.

- Amanh� � dia de cortar o cabelo. - Ou hoje?

Espere, camarada.

Contamos com colaboradores perguntando se os alem�es se foram.

Vamos beber entre os belgas.

Escolha seu poste de luz. Se quiser ver bem quando os aliados chegarem.

Sem legumes frescos hoje. Tudo acabou imediatamente.

- Algu�m poderia pensar que � o cerco. - O que vamos fazer agora?

Eu fa�o o meu melhor. H� um monte de saqueados.

- Os alem�es levaram tudo. - Voc� n�o precisava vir.

Eu tenho uma boa not�cia. Os brit�nicos j� est�o no pa�s.

- Eles v�m a Bruxelas. - N�s sabemos disso.

Por que est� t�o zangada? Voc� deveria estar dan�ando.

- O que h� de errado com ela? - Hostilidade no bar esta manh�.

- Eles nos chamaram de colaboradores. - E eu uma puta nazi.

- N�o se acostumou a isso? - Ainda d�i.

Eu queria tanto dizer a verdade.

- Voc� conhecia esses caras? - N�o s�o clientes regulares.

Um deles era comunista. O �nico que estava s�brio.

E o resto? Patriotas por um dia ou assim.

- Vai ficar tudo bem quando chegarem. - Os alem�es n�o v�o entregar as chaves.

A m�fia assume. Vai virar um inferno.

Amea�aram enforcar-nos. Nosso pr�prio povo.

N�s dependemos dos alem�es para a nossa seguran�a.

Eu vou para o meu primo nas Ardenas.

- Vamos para l�. - Eu vou ficar com Monique.

Vamos ambos. O trem sai �s cinco e meia.

- Estamos longe do toque de recolher. - N�o tenho raz�o para fugir.

Amanh� � perigoso para voc�.

Monique tamb�m deveria. Espero uma mensagem de Londres.

- Este pode ser o meu �ltimo. - Alain. Obrigada.

Eu mando not�cias. Tenha cuidado.

Voc� deve ficar de guarda at� o fim.

- O que eles est�o fazendo? - Colocando explosivos. Armadilhas.

Eles v�o nos explodir.

Se for real. Talvez sejam falsos.

- Qual � o sentido disso? - Decep��o.

Os Libertadores n�o sabem o que � real e falsos.

- T�ticas de atraso. - Kessler quer confus�o.

Soldado. O que se deve aquela bandeira l�?

- Eu s� guardo o esquadr�o. - Queime essa bandeira.

N�s ainda somos o chefe. E prenda o respons�vel. Continue.

- Kessler. Perseveran�a at� o fim. - V� para tr�s.

Alain pergunta se vamos para o campo.

- V� em frente. Eu vou ficar. - N�o vou deix�-la sozinha.

Eu n�o preciso de voc�. Depois do almo�o fecho e amanh�...

V�o as duas. Feche o Candide at� que acabem os fogos de artif�cio.

Ent�o, todo mundo achar� que n�s somos culpados.

- Em poucos dias, todo mundo saber� disso. - Voc� vai, Natalie.

Se voc� ficar, eu vou ficar.

- Isso � sensato? - Vou passar a noite com ela.

Eu estou aqui. Eu posso proteg�-la melhor do que voc�.

- Voc� tem outras coisas para fazer. - Voc� normalmente � uma garota esperta.

Voc� est� em uma situa��o dif�cil.

As pessoas v�em voc� como colaboradora dos alem�es e tamb�m suspeita.

Eles se sentam em seus calcanhares. Saia daqui.

N�o. Eu n�o fiz nada de errado. Eu vou ficar aqui.

Eu quero ver os Alem�es irem e os brit�nicos chegarem.

Esperei tanto tempo por este dia.

Conluindo o seu trabalho, voc� volta para casa.

- Mestre, voc� tem not�cias? - Os alem�es evacuam a cidade.

- Eu j� ouvi falar. - Eles ir�o oferecer pouca resist�ncia.

As tropas brit�nicas podem estar aqui amanh�.

Amanh�? Ent�o eu tenho que sair daqui. Tem novidades para mim?

Eu fiz o meu melhor. Eu sei que � urgente.

Eu n�o consegui pregar o olho.

Atualmente h� poucas atividades nos tribunais.

E os condenados esperam que os brit�nicos os libertem de qualquer maneira.

Guissard, quanto a mim?

Eu j� discuti com o Presidente.

A evid�ncia de que eu tenho a partir do arquivo dos alem�es,

d�-nos o direito a uma audi�ncia especial.

- Finalmente ele concordou. - Quando?

As declara��es incriminat�rias de Vercors e Lekeu

eles v�o ter que depor.

Quando?

O Presidente quer passar alguns dias com sua fam�lia,

- ent�o ele vai fechar a corte. - E eu estou aqui.

Estou convencido de que a audi�ncia desta tarde ser� mantida, �s tr�s.

Esta tarde. Ent�o eu poderei ir para casa esta noite.

� imposs�vel. Primeiro precisa emitir o mandado.

H� telefones!

Talvez. A menos que os alem�es sabotem a central.

Ap�s o toque de recolher n�o deixam ningu�m mais livre. Amanh� ou depois.

Tanto tempo, n�o posso esperar.

Na rua vai ser um inferno.

No Candide t�m duas mulheres que eu deveria proteger.

Ainda n�o � certo que ganhamos.

Ou talvez a audi�ncia seja adiada.

- Voc� n�o entende. - Eu entendo.

Eu estou tentando. Devo tamb�m proteger a minha esposa e as filhas.

Muitos advogados s�o acusados de colaboradores.

Pe�o desculpas.

Bom dia, Herr Major. Sua mesa est� reservada.

De repente ficou t�o quieto, senhorita.

- Est�o de luto seus clientes, talvez? - Eu n�o quero saber.

Eles est�o tristes porque n�s os deixamos?

- Mademoiselle, Major. - Boa tarde.

Ol�. Hoje n�o h� legumes.

� isso. Eles est�o tristes porque n�o existem verduras.

- Eu vou querer frango. - Eu tamb�m.

- Ainda tem Montrachet? - Sim, quatro garrafas.

Traga uma. Guarde o resto at� que voltemos.

� claro.

N�o pensei que voc� viesse.

Precisamos mostrar que est� tudo normal.

- Agir como o planejado. - Claro.

O que voc� acha que os comerciantes grossos discutem?

Como ganhar dinheiro atraindo os brit�nicos?

Pelo contr�rio, onde a abrigar a resist�ncia.

Alguns aspectos da retirada que acho bastante divertido.

Ei voc�.

- Voc� trabalha aqui? - N�o.

- Quem � voc�? - Meu nome Muny. Entrego legumes.

- Onde est�o os legumes? - Eu n�o tenho hoje.

Tem caixas? Pergunte ao propriet�rio se ele tem sem caixas.

Eu vou fazer isso.

- Alem�o a� fora pede caixas. - Caixas?

- Na porta lateral. - Eu vou buscar.

Cuidado. Eles poderiam entrar.

Se procuram caixas, eles n�o procuram brit�nico.

N�o desafie a sorte. Eles est�o nervosos.

Eu tenho uma mensagem de Londres para voc�.

Eles querem mais detalhes sobre a localiza��o dos explosivos na cidade.

Est� bem.

- Alain. - Monique.

Seu trabalho est� terminado. Todas as opera��es s�o fechadas.

Uma unidade especial entrar� em contato com a gente.

Esperemos que eles cheguem na hora certa. Parta. Boa sorte.

- Voc� realmente n�o vem? - Leve a Natalie.

Ela n�o vir�.

Eu voltarei. Ent�o continuamos com a grande festa.

Eu verei esta tarde alguns l�deres da resist�ncia.

Devo dizer-lhe sobre a Lifeline?

- Muito arriscado. - S� para quem eu confio.

Esta � a nossa "Noite das Facas Longas".

Senhorita. O servi�o est� lento hoje. Eu me pergunto por qu�.

- Sinto muito. - Dois caf�?

- N�o para mim. - Um caf�.

E um conhaque. Mas depois da boa garrafa.

Outra coisa, senhorita.

O excelente servi�o que voc� nos deu,

pode ser mal interpretado por alguns elementos.

- � poss�vel. - � quase certo.

- Isso acontece quando h� a guerra. - Voc� � muito corajosa.

N�s n�o podemos fazer nada, Herr Standartenf�hrer?

- Como? - Se voc� quisesse abrir de novo

por tr�s das nossas novas linhas,

eu tenho certeza que podemos ajudar e dar-lhe um passe.

Isso seria bom, mas o propriet�rio � o Sr. Foiret

- e que est� temporariamente indispon�vel. - Tem certeza?

Achei que voc� poderia querer come�ar seu pr�prio neg�cio.

- Vou pensar sobre isso. - N�o demore muito.

H� pouco tempo.

Por que as promessas vazias?

Eu queria ver a rea��o dela.

Voc� acha isso divertido?

Eu tenho minhas raz�es.

- O que � isso agora? - Tem alguma mensagem para mim?

Guissard entraria em contato comigo. D� uma olhada.

Albert, eu n�o sou seu servo.

Jacques, eu esperava ser libertado hoje.

De repente, parece que os nossos prisioneiros

e combatentes da resist�ncia esperam a liberta��o brit�nica deles.

Ladr�es, assassinos...

Eu tenho esta tarde uma audi�ncia. Por favor, Jacques.

Eu ficaria aqui por um tempo, se eu fosse voc�.

Agora, se voc� sair daqui,

voc� n�o iria longe.

Feliz que eu fique de olho em voc�.

Existem sete no meu setor, tr�s dos quais s�o aut�nticos.

Uma debaixo da ponte, no lado sul, pode ser de...

pelo menos 15 e 20 kg de gelatina explosiva.

A energia el�trica na cabine e ponto de combate a inc�ndios.

- L�gico. - As quatro restantes provavelmente falsas.

Podemos apagar este debaixo da ponte?

N�s temos algu�m. Um engenheiro. Enviaremos ele.

Ele pode lidar com isso?

Ele explodiu o trem em maio.

Desarmar explosivos � outra coisa.

Eu vou ajud�-lo.

Ferrador, pendure bandeiras em seu setor. � muito cedo.

- Amadores ou crian�as. - Deve haver disciplina.

- Eles est�o felizes. N�o � compreens�vel? - Quem � esse?

Major Bradley, Opera��es Especiais Brit�nicas.

- Como � que sabemos isso? - Eu posso confirmar.

- Este � Jean Lamotte. - Ol�. Qual � o seu setor?

De Brouck�re � Pra�a do mercado principal.

Sei de quatro bombas. Museu, telefone, piscinas.

Como se os brit�nicos fossem nadar.

Esse � falso. Tamb�m h� um na prefeitura.

- Eu sei disso. - Ah, �?

- Eu os vi. - Onde est�o?

- Eu estava no bairro. - Isso � uma farsa para mim.

Algumas bombas reais v�o parecer falsas. Kessler pensa assim.

Muito obrigada senhores.

- Finalmente, eles se foram. - Fecha agora?

Cerca de uma hora, para o toque de recolher. Obrigada que voc� ficou.

Voc� acha que eu iria deix�-la?

Vai ser uma noite longa. Toque de recolher de 13 horas.

Monique, voc� realmente precisa de aulas de piano.

- Uau. Pelo que beber? - A liberta��o.

- N�o acredito. - Que em breve vai acabar?

Agora come�a o mais dif�cil n�o podemos contar nada.

- Quanto Reinhardt sabe? - N�o fa�o ideia.

Parecia que ele realmente queria dizer,

mas acho que ele queria era me testar.

At� agora ele estava adivinhando. Agora ele quer provar.

N�s sempre conseguimos iludir os nossos perseguidores.

� por isso que ele � t�o desconfiado e parece culpado.

- Hoje n�o notei nada. - Muito poucos oficiais.

Se eles fazem o seu trabalho melhor.

Devemos ficar alertas.

- Em qualquer momento. - Eu sei.

- Mais podem ser colocados durante a noite. - Mas, em princ�pio, n�s terminamos.

- N�o sabemos nada dos sub�rbios. - Eu vou descobrir.

Obrigado a todos. Voc�s salvaram muitas vidas.

- Eu tamb�m tenho que ir. - Um por um, amigos.

Deixe-o ir primeiro. Tem um monte de trabalho.

- Eu teria gostado de ter trabalhado com voc� antes. - Ainda h� muito a ser feito.

Espero que ele n�o seja um homem de Kessler.

Ele foi verificado. � brit�nico.

O que eles fizeram naquele bairro? Eu entendo.

Isole a �rea.

Ent�o encontre-os! Todos os homens de uniforme indo para as ruas agora.

Entendido?

A terceira patrulha motorizada caindo em uma emboscada.

- � organizado? - N�o fa�o ideia.

Os saques e roubos s�o espont�neos. Criminosos.

N�o s� belgas. Soldados alem�es tamb�m assaltaram uma joalheria.

Eles foram presos. De agora em diante ser�o abatidos.

- Tamb�m os da Wehrmacht. - � a press�o.

Albert Foiret do Candide. Quero o dossier dele.

Se ele ainda estiver l�. E os arquivos?

Para a letra S tudo foi levado embora.

- Voc� est� muito atrasado. - N�o se preocupe.

- O que voc� sabe sobre Foiret? - A pe�a final do quebra-cabe�a.

Foiret?

N�o acredito.

Poderia esperar um momento?

Monique. Meester Guissard.

Sim, Meester.

Isso � fant�stico. Gra�as a Deus.

Ele sabe?

N�o, ainda n�o. Obrigado, Meester. Adeus.

- Est� livre? - Eles deixaram sair.

- Estou muito feliz. - Ele precisa de dinheiro.

- Voc� vai v�-lo? - Claro.

- O toque de recolher. - Eu tenho o meu cart�o.

- Voc� fica sozinha? - Bradley j� volta tamb�m.

- Mlle Duclos para voc�. - Eu ligo de volta.

Ela est� muito chateada. Ela foi atacada.

Madeleine, o que aconteceu?

Quando?

Quantos eram?

Ser� que voc� reconhece algu�m? Que pena.

Voc� est� seriamente ferida? Gra�as a Deus.

Apenas um segundo.

Madeleine agora imposs�vel ir at� voc�.

Mando uma patrulha logo que poss�vel.

Entretanto... Ou�a...

Ou�a com aten��o.

Tranque-se, barricadas nas janelas e porta e n�o abra a porta para ningu�m.

Voc� entendeu? Eu vou assim que puder.

Voc� verificou seus pap�is?

Se forem falsos, mate-os!

A partir de agora voc� n�o precisa mais da minha permiss�o.

- Como foi que voc� entrou? - Foi f�cil.

- Onde est� Bradley? - N�o sei.

- Sou amigo. - Voc� nos insultou esta manh�.

Sinto muito. Como poderia saber? Eu pe�o desculpas por isso.

Voc� tem feito um trabalho fant�stico.

- Ningu�m suspeitou de nada, nem n�s. Parab�ns. - Quem � n�s?

A resist�ncia. Trabalhadores de transporte. Jean Lamotte.

Eu estava em uma reuni�o com Bradley. Satisfeita agora?

Ouvi tiros na rua. Ele est� bem?

- Por que voc� est� aqui? - Eu quero saber.

Ele conhece algumas pessoas do nosso grupo.

Quando ele for preso e interrogado pela Gestapo...

Ele parece ser um delator? Voc� veio para o endere�o errado.

- Voc� n�o tem neg�cios aqui. - Ele est� aqui?

Ou voc� j� ouviu falar dele? Eu quero uma resposta.

Voc� est� enganado. Agora v� embora.

N�o vou embora at� que eu tenha seguran�a.

Ent�o eu chamo a pol�cia.

O que vai dizer? Aqui tem algu�m da resist�ncia?

- Em seguida, eles alertam os alem�es. - Isso � problema seu.

Tudo bem, ent�o, senhorita.

Meu destino est� nas suas m�os. Tome uma decis�o.

Entregue-me ou d�-me a sua confian�a.

Que horas s�o?

Ele disse que o mandado estava a caminho.

- Ele mesmo queria trazer? - Acho que sim.

Eu n�o perguntei.

- Voc� tem que ir para casa. - N�o, eu vou esperar por voc�.

- Tem algu�m no Candide? - Natalie.

- Sozinha? - Bradley volta para casa.

Falei com o vice-presidente. Ele n�o sabe nada.

- E o diretor? - Est� em casa.

- Vou lev�-lo de volta para sua cela. - N�o, vamos esperar um pouco mais.

- Tenho de fazer meu trabalho. - Falta meia hora ainda.

Tudo bem. Quinze minutos.

- Onde ele est�? - No escrit�rio de Albert.

- Como � que ele sabe sobre n�s? - Ele deve t�-lo adivinhado.

N�o se preocupe, eu vou lidar com isso. D�-me uma bebida.

Tire suas m�os fora de seus bolsos.

- Voc� ainda vive. - E que permane�a assim.

Suas m�os tamb�m.

O que voc� est� fazendo aqui?

- Certifique-se de n�o ir para a Gestapo. - Agora j� sabe.

- Em 10 minutos, � hora de recolher. - Eu tenho passe.

- Os alem�es est�o atirando f�cil. - Nosso grupo � o mais bem informado.

Trabalhadores dos transportes est�o em toda parte.

Eu tamb�m tive um dia dif�cil.

Bem, o assunto agora.

- Voc� tem contato com os Aliados? - Ocasionalmente. Por qu�?

Estamos diante de um problema.

- Voc� n�o me disse nada. - Eu n�o confio em voc�.

Beba isso.

Qual � o problema?

Esta tarde, um rapaz que falava muito mau franc�s,

em um �nibus perguntou se ele ia para o sub�rbio do sudoeste.

Ele aparentemente procurava uma maneira de sair da cidade.

O condutor era, felizmente, um dos nossos camaradas.

- Onde ele est� agora? - Na garagem de �nibus. Ele deve estar l�.

As patrulhas alem�s v�m reabastecer durante a noite.

Ele precisa de um local seguro.

- Desculpe, eu me atrasei. - Voc� conseguiu?

A audi�ncia quase foi adiada. Vercors e Leandro n�o apareceram.

Esperamos quinze minutos e o presidente queria ir para casa.

- Conte os detalhes mais tarde. - Ent�o, aqui est�:

A aus�ncia da testemunha, o indiciamento � suspenso.

Mas isso � apenas tempor�rio.

- Voc� disse que eu estava livre. - � o vice diretor da pris�o quem cuida disso.

- Ele deixou voc� ir amanh� de manh�. - Por que n�o agora?

N�o h� lan�amentos ap�s toque de recolher. Que come�ou quinze minutos atr�s.

Eu tenho que ir para casa com a minha fam�lia.

Voc� tem certeza que ficar� bem sozinha?

Ligo amanh� de manh�.

N�o v�, Ludwig. N�o me deixe sozinha.

Desculpe, eu implorar.

- N�o h� nada pior do que uma mulher chorando. - Eu tenho que ir.

A situa��o � muito grave. Eu tenho que estar com meus homens.

Aqui tem telefone. Eles tamb�m podem ligar para c�.

Se voc� me ama, fique.

Central, 482424.

Com Kessler. Ligue-me com o meu escrit�rio.

W�llner, diga ao oficial que eu estou no n�mero Ixelles.

Sim, isso mesmo. Estarei aqui a noite toda. Entendido?

Devo fazer ch� ou caf�? Ou voc� quer algo mais forte?

No arm�rio tem uma garrafa de conhaque.

O que acontecer� conosco quando voc� partir de Bruxelas?

A n�s?

- Eu n�o vou embora sem voc�. - E ent�o?

� diferente na Alemanha? A guerra est� perdida.

Eles n�o v�o nos deixar em paz, voc� percebe isso?

Ainda n�o � certo. Existir�, talvez, um tratado de paz.

E mesmo assim. A Alemanha � grande.

Vai haver muita confus�o. Eu sou uma pessoa agressiva.

Mas como ser� comigo? N�o � t�o simples assim. Eu sou belga.

- Como minha esposa, voc� � uma cidad� alem�. - N�o � isso.

Eu tra� o meu pa�s como sua amante.

- Meu povo. Nunca me perdoar�. - Especialmente porque eu sou quem sou?

Voc� nunca trairia a Alemanha ou seria infiel.

- Mas � isso o que voc� espera de mim. - Isso � n�o � verdade.

Eu nunca pedi nada ou exigi nada de voc�.

Eu a respeitei desde o in�cio.

A maioria das pessoas na minha posi��o teria tentado tirar vantagem de voc�.

�s vezes, eu pensei que eu n�o cumpri o meu dever por causa disso.

- Mas eu n�o queria perder o respeito. - Eu sei disso.

E � por isso que eu te amo.

Voc� � a �nica pessoa que tinha muito respeito por mim.

Eu ainda n�o tinha respeito por mim mesmo.

Porque voc� teve um relacionamento comigo?

Eu entendo isso.

Mas acho que sua atitude francamente sentimental.

Voc� � uma mulher carinhosa quente.

Voc� quer viver e amar, e ser amada.

O resto s�o valores ocos que nos s�o inculcados quando crian�as.

Se voc� n�o gostar dos meus velhos sentimentos e eles n�o se encaixarem em seu mundo,

ent�o eu n�o estou em seu mundo.

Olhe para mim. Eu sou o que eu sinto e o que eu acredito.

Acho que o mundo nunca mais ser� ser� o mesmo.

N�o pode. N�o h� certo ou errado. H� apenas oportunismo.

Eu n�o sei se eu quero ir com voc�.

H� o certo e o errado. Isso � o que importa.

A �nica coisa que importa � a sobreviv�ncia.

A Alemanha vai ser grande novamente.

E n�s estaremos com a grande p�tria.

N�o pode ser de outra forma.

W�llner, eu preciso ir embora. Eu tenho meu telefone desviado.

Eu estou esperando uma liga��o. Ele apenas dir� "Voltaire".

- Nada mais. Entendido? - Voltaire.

Ao ouvir isso, me chame imediatamente neste n�mero. Est� bem?

- Que horas fecha o dep�sito? - �s seis.

Mant�m apenas a bomba de gasolina acess�vel para os alem�es.

- Pergunte por Gaston. - Como � que voc� tir�-lo de l�?

Vou chamar uma ambul�ncia. Eu conhe�o algu�m que tem gasolina.

- Obrigado, camarada. - Eu n�o sou uma camarada.

- Voc� n�o precisa. - A �ltima vez.

- Mantenha sua cabe�a baixa. - Eu quero salv�-lo.

Mantenha Monique informada.

Deixe-me ver se o caminho est� livre.

A garota mais corajosa que eu conhe�o.

- Eu tenho que ir. - Ligou para quem?

Gaston. Para dizer que a Natalie est� indo.

- N�o � inteligente para um combatente da resist�ncia. - Ele certamente tinha que esperar.

Voc� n�o ligou para Vissarinovitj Djugashvili?

- Quem? - Wssarionovitsj Dzjoegasjvili.

- Nunca ouvi falar disso. - Voc� � comunista?

Membro do partido.

Cada membro do partido sabe o verdadeiro nome de Stalin.

- O que aconteceu? - Venha.

- Ele � um espi�o. A culpa � minha. - Onde est� Natalie?

Rumo a uma emboscada.

O Standartenf�hrer n�o est�. Ligue para o quartel-general militar.

Eu n�o tenho poderes. Tenho de manter a linha aberta.

N�o, ele n�o est�.

Idiota. Por que complicar l� tamb�m?

- Eu n�o disse nada. - Como � que ele sabe de n�s?

Ele deve ser um espi�o Reinhardt.

Voc� sabia que os alem�es estavam em seus calcanhares.

Hoje n�o fomos seguidos.

- Ele n�o era mais necess�rio. - Gra�as a voc�.

Isso n�o. � muito caro.

- Ele est� vivo. - Essa � a id�ia.

Caso contr�rio, ficamos com um cad�ver.

Levante-se. Vamos, voc� pode faz�-lo.

Conhaque.

- O que voc� est� fazendo? - Eu vou encontrar Natalie.

Veja se h� patrulha. Fa�a o que eu digo.

Por favor, fa�a o que eu digo.

Venha, voc� vai para seus amigos.

Est� seguro.

Muito bem, agora voc� fica sozinho.

Eu senti que n�o era seguro e eu voltei.

- Voc� n�o viu Bradley? - N�o.

- Nenhuma mensagem para voc�. - N�o importa.

Talvez a linha estava ocupada.

Eu sei por que ele n�o ligou. Agora eu sei o que eu precisava saber.

- FIM - S�rie 3 - Cap�tulo 09 SOM DO TROV�O ( Sound of Thunder )

Iwanaga, S�vio

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