Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
O EX�RCITO SECRETO
S�rie 3 - Cap�tulo 09 - SOM DO TROV�O ( Sound of Thunder )
A partir de hoje haver� toque de recolher geral.
Todos os caf�s e restaurantes
estar�o fechados das cinco horas da tarde at� �s seis horas da manh�.
Todos, exceto militares e membros das for�as de seguran�a,
que estiverem na rua, ser�o considerados sabotadores e mortos.
A �ltima tentativa do tigre ferido antes de fugir.
Tenho pelo menos mais cinco caminh�es para os arquivos.
Os arquivos do servi�o secreto t�m prioridade.
Eu tenho as minhas ordens.
A se��o de transporte n�o vai cooperar com a gente.
Eles precisam dos caminh�es para evacuar o pessoal.
Vou cuidar disso.
Posso perguntar quanto tempo nos resta?
- Amanh� � tarde, o pr�dio estar� vazio. - Isso, n�s n�o conseguiremos.
Temos de sair.
Amanh� vamos colocar explosivos em seu escrit�rio.
Na frente, o 5� Ex�rcito Panzer do General Dietrich,
uma coluna de tanques desativados.
As for�as aliadas recuam.
H� refor�o de Ghent e Mechelen.
Terr�vel not�cia, hein? Uma bebida.
Os aliados avan�am em dire��o a Berlim. E bem rapidamente.
Na rua, falam que os brit�nicos entraram em Mons esta noite.
Minha filha chegou esta manh� na minha cama. Ela tinha medo da tempestade.
Eu disse: "Isso n�o � trov�o, s�o as armas que v�o afugentar os fantasmas negros."
Assim ela chama os alem�es: "Fantasmas negros".
Abracei-a com for�a. N�s choramos de felicidade.
Sim, a minha ordem deve ser executada.
Os soldados podem marchar. Documentos relativos � seguran�a devem ser levados.
Estamos aqui h� quatro anos.
N�o est� f�cil para ningu�m. Temos que fazer o nosso melhor.
Agora eu tenho que justificar as minhas pr�prias ordens.
- A cada dez minutos eu preciso explicar uma ordem. - Nunca tinha acontecido antes.
Isso acontece quando um ex�rcito � derrotado.
- Derrotado? - Bem, se voc� se retirar.
Ou fuga. Voc� j� viu a not�cia da manh�?
Eu n�o sei em que acreditar.
Acredite em seus olhos e seus ouvidos.
A estrada para Ghent esta manh� foi completamente bloqueada.
- O 5 � Ex�rcito Panzer. - Isso est� na Fran�a.
- N�o mais. - Mas o General Dietrich...
Ele jogou as for�as blindadas na brecha.
Sepp Dietrich � o menino dos olhos do F�hrer, que n�o pode fazer nada errado.
Mas ele sabe onde seus tanques est�o localizados?
O F�hrer tinha que saber que a�ougueiros n�o s�o bons generais.
Esta pilha deve ser embalada.
Eu tamb�m tenho alguns documentos secretos que precisam ser levados.
- Ainda temos caixas sobrando? - N�o, n�s temos muito poucos.
Mande algu�m procurar. Armaz�ns, lojas, caf�s.
Apenas Von Runstedt pode ainda salvar a nossa reputa��o.
- Mas o F�hrer n�o lhe d� nenhuma chance. - Ele sabe o que est� fazendo.
Ele s� ouve o que os astros prev�em - a cat�strofe.
Se voc� acha isso, ent�o tire esse uniforme.
- Eu ainda fa�o um trabalho. - Voc� tem menos de 24 horas.
� suficiente.
A liberta��o.
- Porque n�o brindou? - Eles n�o est�o aqui ainda.
- Voc� n�o pode querer isso. - Por que?
Assim voc� perde todos os seus clientes alem�es
Quem comeu carne de porco e chucrute enquanto com�amos nabos.
De agora em diante, peixe e batatas fritas para os brit�nicos.
Encha o copo.
N�o, conhaque.
N�o dessa garrafa.
Da garrafa que voc� servia a Gestapo.
- Este � o �nico que temos. - Voc� est� mentindo, sua puta.
Por que voc� est� t�o preocupada, baby?
Com medo de que os brit�nicos d�m menos gorjeta?
Ou que eles n�o s�o bons na cama.
- Como se atreve? - Esque�a isso, Natalie.
- Devo pegar meu pr�prio conhaque? - Ele est� no balc�o.
- Amanh� � dia de cortar o cabelo. - Ou hoje?
Espere, camarada.
Contamos com colaboradores perguntando se os alem�es se foram.
Vamos beber entre os belgas.
Escolha seu poste de luz. Se quiser ver bem quando os aliados chegarem.
Sem legumes frescos hoje. Tudo acabou imediatamente.
- Algu�m poderia pensar que � o cerco. - O que vamos fazer agora?
Eu fa�o o meu melhor. H� um monte de saqueados.
- Os alem�es levaram tudo. - Voc� n�o precisava vir.
Eu tenho uma boa not�cia. Os brit�nicos j� est�o no pa�s.
- Eles v�m a Bruxelas. - N�s sabemos disso.
Por que est� t�o zangada? Voc� deveria estar dan�ando.
- O que h� de errado com ela? - Hostilidade no bar esta manh�.
- Eles nos chamaram de colaboradores. - E eu uma puta nazi.
- N�o se acostumou a isso? - Ainda d�i.
Eu queria tanto dizer a verdade.
- Voc� conhecia esses caras? - N�o s�o clientes regulares.
Um deles era comunista. O �nico que estava s�brio.
E o resto? Patriotas por um dia ou assim.
- Vai ficar tudo bem quando chegarem. - Os alem�es n�o v�o entregar as chaves.
A m�fia assume. Vai virar um inferno.
Amea�aram enforcar-nos. Nosso pr�prio povo.
N�s dependemos dos alem�es para a nossa seguran�a.
Eu vou para o meu primo nas Ardenas.
- Vamos para l�. - Eu vou ficar com Monique.
Vamos ambos. O trem sai �s cinco e meia.
- Estamos longe do toque de recolher. - N�o tenho raz�o para fugir.
Amanh� � perigoso para voc�.
Monique tamb�m deveria. Espero uma mensagem de Londres.
- Este pode ser o meu �ltimo. - Alain. Obrigada.
Eu mando not�cias. Tenha cuidado.
Voc� deve ficar de guarda at� o fim.
- O que eles est�o fazendo? - Colocando explosivos. Armadilhas.
Eles v�o nos explodir.
Se for real. Talvez sejam falsos.
- Qual � o sentido disso? - Decep��o.
Os Libertadores n�o sabem o que � real e falsos.
- T�ticas de atraso. - Kessler quer confus�o.
Soldado. O que se deve aquela bandeira l�?
- Eu s� guardo o esquadr�o. - Queime essa bandeira.
N�s ainda somos o chefe. E prenda o respons�vel. Continue.
- Kessler. Perseveran�a at� o fim. - V� para tr�s.
Alain pergunta se vamos para o campo.
- V� em frente. Eu vou ficar. - N�o vou deix�-la sozinha.
Eu n�o preciso de voc�. Depois do almo�o fecho e amanh�...
V�o as duas. Feche o Candide at� que acabem os fogos de artif�cio.
Ent�o, todo mundo achar� que n�s somos culpados.
- Em poucos dias, todo mundo saber� disso. - Voc� vai, Natalie.
Se voc� ficar, eu vou ficar.
- Isso � sensato? - Vou passar a noite com ela.
Eu estou aqui. Eu posso proteg�-la melhor do que voc�.
- Voc� tem outras coisas para fazer. - Voc� normalmente � uma garota esperta.
Voc� est� em uma situa��o dif�cil.
As pessoas v�em voc� como colaboradora dos alem�es e tamb�m suspeita.
Eles se sentam em seus calcanhares. Saia daqui.
N�o. Eu n�o fiz nada de errado. Eu vou ficar aqui.
Eu quero ver os Alem�es irem e os brit�nicos chegarem.
Esperei tanto tempo por este dia.
Conluindo o seu trabalho, voc� volta para casa.
- Mestre, voc� tem not�cias? - Os alem�es evacuam a cidade.
- Eu j� ouvi falar. - Eles ir�o oferecer pouca resist�ncia.
As tropas brit�nicas podem estar aqui amanh�.
Amanh�? Ent�o eu tenho que sair daqui. Tem novidades para mim?
Eu fiz o meu melhor. Eu sei que � urgente.
Eu n�o consegui pregar o olho.
Atualmente h� poucas atividades nos tribunais.
E os condenados esperam que os brit�nicos os libertem de qualquer maneira.
Guissard, quanto a mim?
Eu j� discuti com o Presidente.
A evid�ncia de que eu tenho a partir do arquivo dos alem�es,
d�-nos o direito a uma audi�ncia especial.
- Finalmente ele concordou. - Quando?
As declara��es incriminat�rias de Vercors e Lekeu
eles v�o ter que depor.
Quando?
O Presidente quer passar alguns dias com sua fam�lia,
- ent�o ele vai fechar a corte. - E eu estou aqui.
Estou convencido de que a audi�ncia desta tarde ser� mantida, �s tr�s.
Esta tarde. Ent�o eu poderei ir para casa esta noite.
� imposs�vel. Primeiro precisa emitir o mandado.
H� telefones!
Talvez. A menos que os alem�es sabotem a central.
Ap�s o toque de recolher n�o deixam ningu�m mais livre. Amanh� ou depois.
Tanto tempo, n�o posso esperar.
Na rua vai ser um inferno.
No Candide t�m duas mulheres que eu deveria proteger.
Ainda n�o � certo que ganhamos.
Ou talvez a audi�ncia seja adiada.
- Voc� n�o entende. - Eu entendo.
Eu estou tentando. Devo tamb�m proteger a minha esposa e as filhas.
Muitos advogados s�o acusados de colaboradores.
Pe�o desculpas.
Bom dia, Herr Major. Sua mesa est� reservada.
De repente ficou t�o quieto, senhorita.
- Est�o de luto seus clientes, talvez? - Eu n�o quero saber.
Eles est�o tristes porque n�s os deixamos?
- Mademoiselle, Major. - Boa tarde.
Ol�. Hoje n�o h� legumes.
� isso. Eles est�o tristes porque n�o existem verduras.
- Eu vou querer frango. - Eu tamb�m.
- Ainda tem Montrachet? - Sim, quatro garrafas.
Traga uma. Guarde o resto at� que voltemos.
� claro.
N�o pensei que voc� viesse.
Precisamos mostrar que est� tudo normal.
- Agir como o planejado. - Claro.
O que voc� acha que os comerciantes grossos discutem?
Como ganhar dinheiro atraindo os brit�nicos?
Pelo contr�rio, onde a abrigar a resist�ncia.
Alguns aspectos da retirada que acho bastante divertido.
Ei voc�.
- Voc� trabalha aqui? - N�o.
- Quem � voc�? - Meu nome Muny. Entrego legumes.
- Onde est�o os legumes? - Eu n�o tenho hoje.
Tem caixas? Pergunte ao propriet�rio se ele tem sem caixas.
Eu vou fazer isso.
- Alem�o a� fora pede caixas. - Caixas?
- Na porta lateral. - Eu vou buscar.
Cuidado. Eles poderiam entrar.
Se procuram caixas, eles n�o procuram brit�nico.
N�o desafie a sorte. Eles est�o nervosos.
Eu tenho uma mensagem de Londres para voc�.
Eles querem mais detalhes sobre a localiza��o dos explosivos na cidade.
Est� bem.
- Alain. - Monique.
Seu trabalho est� terminado. Todas as opera��es s�o fechadas.
Uma unidade especial entrar� em contato com a gente.
Esperemos que eles cheguem na hora certa. Parta. Boa sorte.
- Voc� realmente n�o vem? - Leve a Natalie.
Ela n�o vir�.
Eu voltarei. Ent�o continuamos com a grande festa.
Eu verei esta tarde alguns l�deres da resist�ncia.
Devo dizer-lhe sobre a Lifeline?
- Muito arriscado. - S� para quem eu confio.
Esta � a nossa "Noite das Facas Longas".
Senhorita. O servi�o est� lento hoje. Eu me pergunto por qu�.
- Sinto muito. - Dois caf�?
- N�o para mim. - Um caf�.
E um conhaque. Mas depois da boa garrafa.
Outra coisa, senhorita.
O excelente servi�o que voc� nos deu,
pode ser mal interpretado por alguns elementos.
- � poss�vel. - � quase certo.
- Isso acontece quando h� a guerra. - Voc� � muito corajosa.
N�s n�o podemos fazer nada, Herr Standartenf�hrer?
- Como? - Se voc� quisesse abrir de novo
por tr�s das nossas novas linhas,
eu tenho certeza que podemos ajudar e dar-lhe um passe.
Isso seria bom, mas o propriet�rio � o Sr. Foiret
- e que est� temporariamente indispon�vel. - Tem certeza?
Achei que voc� poderia querer come�ar seu pr�prio neg�cio.
- Vou pensar sobre isso. - N�o demore muito.
H� pouco tempo.
Por que as promessas vazias?
Eu queria ver a rea��o dela.
Voc� acha isso divertido?
Eu tenho minhas raz�es.
- O que � isso agora? - Tem alguma mensagem para mim?
Guissard entraria em contato comigo. D� uma olhada.
Albert, eu n�o sou seu servo.
Jacques, eu esperava ser libertado hoje.
De repente, parece que os nossos prisioneiros
e combatentes da resist�ncia esperam a liberta��o brit�nica deles.
Ladr�es, assassinos...
Eu tenho esta tarde uma audi�ncia. Por favor, Jacques.
Eu ficaria aqui por um tempo, se eu fosse voc�.
Agora, se voc� sair daqui,
voc� n�o iria longe.
Feliz que eu fique de olho em voc�.
Existem sete no meu setor, tr�s dos quais s�o aut�nticos.
Uma debaixo da ponte, no lado sul, pode ser de...
pelo menos 15 e 20 kg de gelatina explosiva.
A energia el�trica na cabine e ponto de combate a inc�ndios.
- L�gico. - As quatro restantes provavelmente falsas.
Podemos apagar este debaixo da ponte?
N�s temos algu�m. Um engenheiro. Enviaremos ele.
Ele pode lidar com isso?
Ele explodiu o trem em maio.
Desarmar explosivos � outra coisa.
Eu vou ajud�-lo.
Ferrador, pendure bandeiras em seu setor. � muito cedo.
- Amadores ou crian�as. - Deve haver disciplina.
- Eles est�o felizes. N�o � compreens�vel? - Quem � esse?
Major Bradley, Opera��es Especiais Brit�nicas.
- Como � que sabemos isso? - Eu posso confirmar.
- Este � Jean Lamotte. - Ol�. Qual � o seu setor?
De Brouck�re � Pra�a do mercado principal.
Sei de quatro bombas. Museu, telefone, piscinas.
Como se os brit�nicos fossem nadar.
Esse � falso. Tamb�m h� um na prefeitura.
- Eu sei disso. - Ah, �?
- Eu os vi. - Onde est�o?
- Eu estava no bairro. - Isso � uma farsa para mim.
Algumas bombas reais v�o parecer falsas. Kessler pensa assim.
Muito obrigada senhores.
- Finalmente, eles se foram. - Fecha agora?
Cerca de uma hora, para o toque de recolher. Obrigada que voc� ficou.
Voc� acha que eu iria deix�-la?
Vai ser uma noite longa. Toque de recolher de 13 horas.
Monique, voc� realmente precisa de aulas de piano.
- Uau. Pelo que beber? - A liberta��o.
- N�o acredito. - Que em breve vai acabar?
Agora come�a o mais dif�cil n�o podemos contar nada.
- Quanto Reinhardt sabe? - N�o fa�o ideia.
Parecia que ele realmente queria dizer,
mas acho que ele queria era me testar.
At� agora ele estava adivinhando. Agora ele quer provar.
N�s sempre conseguimos iludir os nossos perseguidores.
� por isso que ele � t�o desconfiado e parece culpado.
- Hoje n�o notei nada. - Muito poucos oficiais.
Se eles fazem o seu trabalho melhor.
Devemos ficar alertas.
- Em qualquer momento. - Eu sei.
- Mais podem ser colocados durante a noite. - Mas, em princ�pio, n�s terminamos.
- N�o sabemos nada dos sub�rbios. - Eu vou descobrir.
Obrigado a todos. Voc�s salvaram muitas vidas.
- Eu tamb�m tenho que ir. - Um por um, amigos.
Deixe-o ir primeiro. Tem um monte de trabalho.
- Eu teria gostado de ter trabalhado com voc� antes. - Ainda h� muito a ser feito.
Espero que ele n�o seja um homem de Kessler.
Ele foi verificado. � brit�nico.
O que eles fizeram naquele bairro? Eu entendo.
Isole a �rea.
Ent�o encontre-os! Todos os homens de uniforme indo para as ruas agora.
Entendido?
A terceira patrulha motorizada caindo em uma emboscada.
- � organizado? - N�o fa�o ideia.
Os saques e roubos s�o espont�neos. Criminosos.
N�o s� belgas. Soldados alem�es tamb�m assaltaram uma joalheria.
Eles foram presos. De agora em diante ser�o abatidos.
- Tamb�m os da Wehrmacht. - � a press�o.
Albert Foiret do Candide. Quero o dossier dele.
Se ele ainda estiver l�. E os arquivos?
Para a letra S tudo foi levado embora.
- Voc� est� muito atrasado. - N�o se preocupe.
- O que voc� sabe sobre Foiret? - A pe�a final do quebra-cabe�a.
Foiret?
N�o acredito.
Poderia esperar um momento?
Monique. Meester Guissard.
Sim, Meester.
Isso � fant�stico. Gra�as a Deus.
Ele sabe?
N�o, ainda n�o. Obrigado, Meester. Adeus.
- Est� livre? - Eles deixaram sair.
- Estou muito feliz. - Ele precisa de dinheiro.
- Voc� vai v�-lo? - Claro.
- O toque de recolher. - Eu tenho o meu cart�o.
- Voc� fica sozinha? - Bradley j� volta tamb�m.
- Mlle Duclos para voc�. - Eu ligo de volta.
Ela est� muito chateada. Ela foi atacada.
Madeleine, o que aconteceu?
Quando?
Quantos eram?
Ser� que voc� reconhece algu�m? Que pena.
Voc� est� seriamente ferida? Gra�as a Deus.
Apenas um segundo.
Madeleine agora imposs�vel ir at� voc�.
Mando uma patrulha logo que poss�vel.
Entretanto... Ou�a...
Ou�a com aten��o.
Tranque-se, barricadas nas janelas e porta e n�o abra a porta para ningu�m.
Voc� entendeu? Eu vou assim que puder.
Voc� verificou seus pap�is?
Se forem falsos, mate-os!
A partir de agora voc� n�o precisa mais da minha permiss�o.
- Como foi que voc� entrou? - Foi f�cil.
- Onde est� Bradley? - N�o sei.
- Sou amigo. - Voc� nos insultou esta manh�.
Sinto muito. Como poderia saber? Eu pe�o desculpas por isso.
Voc� tem feito um trabalho fant�stico.
- Ningu�m suspeitou de nada, nem n�s. Parab�ns. - Quem � n�s?
A resist�ncia. Trabalhadores de transporte. Jean Lamotte.
Eu estava em uma reuni�o com Bradley. Satisfeita agora?
Ouvi tiros na rua. Ele est� bem?
- Por que voc� est� aqui? - Eu quero saber.
Ele conhece algumas pessoas do nosso grupo.
Quando ele for preso e interrogado pela Gestapo...
Ele parece ser um delator? Voc� veio para o endere�o errado.
- Voc� n�o tem neg�cios aqui. - Ele est� aqui?
Ou voc� j� ouviu falar dele? Eu quero uma resposta.
Voc� est� enganado. Agora v� embora.
N�o vou embora at� que eu tenha seguran�a.
Ent�o eu chamo a pol�cia.
O que vai dizer? Aqui tem algu�m da resist�ncia?
- Em seguida, eles alertam os alem�es. - Isso � problema seu.
Tudo bem, ent�o, senhorita.
Meu destino est� nas suas m�os. Tome uma decis�o.
Entregue-me ou d�-me a sua confian�a.
Que horas s�o?
Ele disse que o mandado estava a caminho.
- Ele mesmo queria trazer? - Acho que sim.
Eu n�o perguntei.
- Voc� tem que ir para casa. - N�o, eu vou esperar por voc�.
- Tem algu�m no Candide? - Natalie.
- Sozinha? - Bradley volta para casa.
Falei com o vice-presidente. Ele n�o sabe nada.
- E o diretor? - Est� em casa.
- Vou lev�-lo de volta para sua cela. - N�o, vamos esperar um pouco mais.
- Tenho de fazer meu trabalho. - Falta meia hora ainda.
Tudo bem. Quinze minutos.
- Onde ele est�? - No escrit�rio de Albert.
- Como � que ele sabe sobre n�s? - Ele deve t�-lo adivinhado.
N�o se preocupe, eu vou lidar com isso. D�-me uma bebida.
Tire suas m�os fora de seus bolsos.
- Voc� ainda vive. - E que permane�a assim.
Suas m�os tamb�m.
O que voc� est� fazendo aqui?
- Certifique-se de n�o ir para a Gestapo. - Agora j� sabe.
- Em 10 minutos, � hora de recolher. - Eu tenho passe.
- Os alem�es est�o atirando f�cil. - Nosso grupo � o mais bem informado.
Trabalhadores dos transportes est�o em toda parte.
Eu tamb�m tive um dia dif�cil.
Bem, o assunto agora.
- Voc� tem contato com os Aliados? - Ocasionalmente. Por qu�?
Estamos diante de um problema.
- Voc� n�o me disse nada. - Eu n�o confio em voc�.
Beba isso.
Qual � o problema?
Esta tarde, um rapaz que falava muito mau franc�s,
em um �nibus perguntou se ele ia para o sub�rbio do sudoeste.
Ele aparentemente procurava uma maneira de sair da cidade.
O condutor era, felizmente, um dos nossos camaradas.
- Onde ele est� agora? - Na garagem de �nibus. Ele deve estar l�.
As patrulhas alem�s v�m reabastecer durante a noite.
Ele precisa de um local seguro.
- Desculpe, eu me atrasei. - Voc� conseguiu?
A audi�ncia quase foi adiada. Vercors e Leandro n�o apareceram.
Esperamos quinze minutos e o presidente queria ir para casa.
- Conte os detalhes mais tarde. - Ent�o, aqui est�:
A aus�ncia da testemunha, o indiciamento � suspenso.
Mas isso � apenas tempor�rio.
- Voc� disse que eu estava livre. - � o vice diretor da pris�o quem cuida disso.
- Ele deixou voc� ir amanh� de manh�. - Por que n�o agora?
N�o h� lan�amentos ap�s toque de recolher. Que come�ou quinze minutos atr�s.
Eu tenho que ir para casa com a minha fam�lia.
Voc� tem certeza que ficar� bem sozinha?
Ligo amanh� de manh�.
N�o v�, Ludwig. N�o me deixe sozinha.
Desculpe, eu implorar.
- N�o h� nada pior do que uma mulher chorando. - Eu tenho que ir.
A situa��o � muito grave. Eu tenho que estar com meus homens.
Aqui tem telefone. Eles tamb�m podem ligar para c�.
Se voc� me ama, fique.
Central, 482424.
Com Kessler. Ligue-me com o meu escrit�rio.
W�llner, diga ao oficial que eu estou no n�mero Ixelles.
Sim, isso mesmo. Estarei aqui a noite toda. Entendido?
Devo fazer ch� ou caf�? Ou voc� quer algo mais forte?
No arm�rio tem uma garrafa de conhaque.
O que acontecer� conosco quando voc� partir de Bruxelas?
A n�s?
- Eu n�o vou embora sem voc�. - E ent�o?
� diferente na Alemanha? A guerra est� perdida.
Eles n�o v�o nos deixar em paz, voc� percebe isso?
Ainda n�o � certo. Existir�, talvez, um tratado de paz.
E mesmo assim. A Alemanha � grande.
Vai haver muita confus�o. Eu sou uma pessoa agressiva.
Mas como ser� comigo? N�o � t�o simples assim. Eu sou belga.
- Como minha esposa, voc� � uma cidad� alem�. - N�o � isso.
Eu tra� o meu pa�s como sua amante.
- Meu povo. Nunca me perdoar�. - Especialmente porque eu sou quem sou?
Voc� nunca trairia a Alemanha ou seria infiel.
- Mas � isso o que voc� espera de mim. - Isso � n�o � verdade.
Eu nunca pedi nada ou exigi nada de voc�.
Eu a respeitei desde o in�cio.
A maioria das pessoas na minha posi��o teria tentado tirar vantagem de voc�.
�s vezes, eu pensei que eu n�o cumpri o meu dever por causa disso.
- Mas eu n�o queria perder o respeito. - Eu sei disso.
E � por isso que eu te amo.
Voc� � a �nica pessoa que tinha muito respeito por mim.
Eu ainda n�o tinha respeito por mim mesmo.
Porque voc� teve um relacionamento comigo?
Eu entendo isso.
Mas acho que sua atitude francamente sentimental.
Voc� � uma mulher carinhosa quente.
Voc� quer viver e amar, e ser amada.
O resto s�o valores ocos que nos s�o inculcados quando crian�as.
Se voc� n�o gostar dos meus velhos sentimentos e eles n�o se encaixarem em seu mundo,
ent�o eu n�o estou em seu mundo.
Olhe para mim. Eu sou o que eu sinto e o que eu acredito.
Acho que o mundo nunca mais ser� ser� o mesmo.
N�o pode. N�o h� certo ou errado. H� apenas oportunismo.
Eu n�o sei se eu quero ir com voc�.
H� o certo e o errado. Isso � o que importa.
A �nica coisa que importa � a sobreviv�ncia.
A Alemanha vai ser grande novamente.
E n�s estaremos com a grande p�tria.
N�o pode ser de outra forma.
W�llner, eu preciso ir embora. Eu tenho meu telefone desviado.
Eu estou esperando uma liga��o. Ele apenas dir� "Voltaire".
- Nada mais. Entendido? - Voltaire.
Ao ouvir isso, me chame imediatamente neste n�mero. Est� bem?
- Que horas fecha o dep�sito? - �s seis.
Mant�m apenas a bomba de gasolina acess�vel para os alem�es.
- Pergunte por Gaston. - Como � que voc� tir�-lo de l�?
Vou chamar uma ambul�ncia. Eu conhe�o algu�m que tem gasolina.
- Obrigado, camarada. - Eu n�o sou uma camarada.
- Voc� n�o precisa. - A �ltima vez.
- Mantenha sua cabe�a baixa. - Eu quero salv�-lo.
Mantenha Monique informada.
Deixe-me ver se o caminho est� livre.
A garota mais corajosa que eu conhe�o.
- Eu tenho que ir. - Ligou para quem?
Gaston. Para dizer que a Natalie est� indo.
- N�o � inteligente para um combatente da resist�ncia. - Ele certamente tinha que esperar.
Voc� n�o ligou para Vissarinovitj Djugashvili?
- Quem? - Wssarionovitsj Dzjoegasjvili.
- Nunca ouvi falar disso. - Voc� � comunista?
Membro do partido.
Cada membro do partido sabe o verdadeiro nome de Stalin.
- O que aconteceu? - Venha.
- Ele � um espi�o. A culpa � minha. - Onde est� Natalie?
Rumo a uma emboscada.
O Standartenf�hrer n�o est�. Ligue para o quartel-general militar.
Eu n�o tenho poderes. Tenho de manter a linha aberta.
N�o, ele n�o est�.
Idiota. Por que complicar l� tamb�m?
- Eu n�o disse nada. - Como � que ele sabe de n�s?
Ele deve ser um espi�o Reinhardt.
Voc� sabia que os alem�es estavam em seus calcanhares.
Hoje n�o fomos seguidos.
- Ele n�o era mais necess�rio. - Gra�as a voc�.
Isso n�o. � muito caro.
- Ele est� vivo. - Essa � a id�ia.
Caso contr�rio, ficamos com um cad�ver.
Levante-se. Vamos, voc� pode faz�-lo.
Conhaque.
- O que voc� est� fazendo? - Eu vou encontrar Natalie.
Veja se h� patrulha. Fa�a o que eu digo.
Por favor, fa�a o que eu digo.
Venha, voc� vai para seus amigos.
Est� seguro.
Muito bem, agora voc� fica sozinho.
Eu senti que n�o era seguro e eu voltei.
- Voc� n�o viu Bradley? - N�o.
- Nenhuma mensagem para voc�. - N�o importa.
Talvez a linha estava ocupada.
Eu sei por que ele n�o ligou. Agora eu sei o que eu precisava saber.
- FIM - S�rie 3 - Cap�tulo 09 SOM DO TROV�O ( Sound of Thunder )
Iwanaga, S�vio
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.