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Original subtitles

O EX�RCITO SECRETO

S�rie 3 - Cap�tulo 08 JUST LIGHT THE BLUE TOUCH-PAPER ( Para Dar o Pontap� Inicial )

- E quanto tempo dura o estoque? - N�o tenho mais nada.

- Eu estou tentando. - Estou sendo seguida.

- Voc� tem certeza? - Sim.

Tenho certeza que n�o � nenhuma coincid�ncia.

- Ontem voc� achou que estava sendo seguido. - Foi s� uma sensa��o.

Ent�o, talvez seja real.

- Onde est� ele? - L� fora, na pra�a.

O loiro com o jornal.

- Doutor, voc� notou alguma coisa? - N�o, ainda n�o.

Na minha idade meus sentidos falham.

- Voc� est� a p�? - N�o h� nenhuma gasolina.

- Meus sapatos est�o come�ando a se desgastar. - Voc� quer ir para casa?

Nenhum interesse. � com voc�.

N�mero dois.

Alain, caminhe para a feira. V� comprar cigarros.

Ele ignorou Alain. Quantas vezes ele veio aqui?

Duas ou tr�s vezes por semana. Ele sempre traz legumes.

- Eles n�o suspeitam dele. - Ser� que eles suspeitam de n�s?

N�o, eles j� teriam nos prendido.

- Eles s� farejam. - Isso � demais. Por que n�s?

Deve haver uma raz�o. Eles t�m poucas pessoas.

- Quando voc� ver� Albert? - Quarta-feira. Por que?

- Ele deveria saber. - N�o, ele tem preocupa��es demais.

Ele n�o pode pensar que voc� n�o pode manipular.

Voc� pode lidar com isso sozinha?

Eu posso manter as coisas funcionando.

Bom. Conte-me tudo sobre local de lan�amento.

Dirk Maas me trouxe. Eu verifiquei com um bin�culo.

Havia uma grande plataforma de concreto e um galp�o.

E um pouco mais adiante, uma esp�cie de bunker.

- Fortemente vigiado. - Basicamente assim.

- N�o � para bombas voadoras? - Para foguetes V2.

Algo precisa ser feito.

- Preciso de pilotos. - Eles est�o nas Ardenas.

Ningu�m no norte?

Um grupo, perto da fronteira holandesa.

- Tamb�m � bom. - E esses espi�es?

N�s devemos sacudir.

- Ent�o, Guissard? - Sente-se. Eu escrevo o meu relat�rio.

- Voc� est� com boa sa�de? - Sim.

Bem, diga-me quando eu saio.

N�o t�o r�pido. O moinho das leis, voc� sabe.

Me poupe desses clich�s. O que est� acontecendo?

Eles n�o t�m nenhum caso real.

Seu argumento � baseado em boatos e fofocas ci�mes.

Havia soldados alem�es em sua casa quando sua esposa morreu.

Gostaria de ouvir o seu relat�rio do evento.

Senhorita Duchamp, Monique estava l�...

Ela n�o est� envolvida e, portanto, implaus�vel.

Minha esposa caiu da escada e quebrou o pesco�o.

Sim, � claro.

Existe alguma raz�o que eu n�o deveria perguntar...

sobre seu relat�rio do evento para as autoridades alem�s?

Pense nisso com cuidado.

Mas perceba que voc� ter� de provar sua inoc�ncia.

A menos que haja uma obje��o s�ria,

eu gostaria de ler o arquivo dos alem�es.

Boa noite, senhor. Que diabos voc� est� fazendo agora?

Eu tenho que comer, porque n�o aqui?

Voc� n�o paga e esta mesa � reservada aos oficiais alem�es.

Eles est�o autorizados a sentar.

Eles t�m boas maneiras � mesa. A lista de vinhos. Eu sei o que estou fazendo.

Boa noite, Herr Standartenf�hrer.

- Boa noite, senhorita. - Herr Standartenf�hrer.

Eu disse h� pouco que esta mesa est� reservada.

- Luc De Vriendt. - Kessler, SS.

Desculpa. Eu n�o devo ter compreendido bem.

- Sua mesa Standartenf�hrern. - Claro.

- Vinho, senhor? - Sim.

Estou t�o feliz por te conhecer aqui.

- Eu conhe�o o seu trabalho aqui na B�lgica. - Quem � voc� exatamente?

Oh, eu j� vi isso. Organiza��o Todt.

Estou em Bruxelas, em conex�o com a nossa mais recente arma secreta.

Antes de falarmos mais, voc� pode querer fazer seu pedido.

O Standartenf�hrer � meu convidado. Traga uma garrafa de Montrachet.

Est� bom para voc�?

Um Montrachet est� excelente mim. Obrigado.

Que coragem. Talvez por isso ele ainda esteja vivo.

- Mais quatro garrafas. - Isso n�o est� frio o suficiente.

Tenho dois anos de pesquisa feita sobre artilharia de longa dist�ncia.

H� o canh�o de fogo antia�reo de 105 mil�metros.

Muito preciso e extremamente r�pido.

Mas agora eu estou aqui em conex�o com os foguetes V2.

Desculpe. Obrigado.

Eles j� foram testados e a Inglaterra j� est� em palafitas.

Vamos mandar mais de 1000 m�sseis contra a Fran�a e Inglaterra.

Eu sei disso. Eu recentemente at� mesmo participei de uma demonstra��o.

- Onde foi isso? - Em Zandvliet na Antu�rpia.

Vou inspecionar o local em uma data de lan�amento.

Eles n�o disseram quando ainda.

Preciso ir a Kommandantur amanh�.

Obersturmbannfuehrer Str�m pode ajud�-lo.

Str�m. Eu irei com ele.

Mas eu falo demais.

Conte-me sobre seu trabalho aqui. Voc� � muito bem conhecido.

Fizeram um grande trabalho aqui na B�lgica.

Candide. � C�ndide.

N�o � sobre o dinheiro, � a maneira que voc� quer que todos fa�am como voc� diz.

- O vinho n�o estava frio. - Voc� corre muitos riscos.

Kessler n�o subestima. Isso � entre mim e Bradley.

Ele tamb�m pode ter jogado o mesmo jogo.

- Evite o contato o m�ximo poss�vel. - Tive de extrair informa��es.

Sobre os foguetes. Eu preciso saber quando eles estar�o na base.

Kessler disse-me que pode me ajudar.

Ele acha que eu trabalho para a Organiza��o Todt.

- Bem feito. - Voc� tem que me ajudar agora.

Str�m fica no terceiro andar em Kommandantur.

Ele tem todas as informa��es. Quem temos l�?

Willy de Hooch. Ele trabalha na administra��o.

Os alem�es fazem as malas. Ele deve faz�-lo hoje.

Bom. Mais alguma coisa?

Voc� tinha pilotos no sul de Antu�rpia?

- Vou procur�-los. - Eu vou.

Voc� precisa de documentos de viagem. Eu tenho com a data de ontem.

Viu? N�o faz mal.

O segundo saiu para comprar cigarros. Podemos sair agora.

- Vejo voc� mais tarde, Monique. - Est� bem.

Meu nome � Nick. � f�cil de falar.

Este � o Major Bradley.

- Este � o comandante Newman. - Gerry Wade, US Airforce.

- Meu nome � Tony. Sente-se. - Londres enviou o Major.

� a minha principal preocupa��o a sabotagem das bases V2.

- Os foguetes? - Correto.

Eles s�o muito mais devastadores do que os V1's.

Eles podem virar a guerra contra n�s.

- Bem, diga. - Eles est�o nos Pa�ses Baixos

em lan�adores m�veis. N�o podemos bombardear.

� um trabalho para a popula��o local.

E eu encontrei um local de lan�amento fixo.

- Voc� tem uma c�pia da agenda? - No escrit�rio.

O Sturmbannfuehrer quer uma c�pia dos locais de lan�amento de foguetes.

Bom dia. Voc� tem uma reuni�o �s 10h30.

Eu queria ir embora. � importante?

Este � um dia ruim. Vou avisar o meu pessoal.

Eu ficaria feliz em ser evitado tamb�m. Vou informar o Major.

Rolf, nosso passeio foi cancelado.

Reuni�o com o Standartenf�hrer. Te vejo depois.

Eu pego os formul�rios mais tarde. Vamos aceitar isso.

Obrigado.

Se algu�m precisar de mim, estou com Kessler.

- W�llner. - Standartenf�hrer.

Limpe e desinfete a minha jaqueta.

Limpe o meu quepe. E traga-me outro casaco.

A seus lugares.

Sentem-se, senhores.

N�o vai sentar-se, Major?

Ou a Luftwaffe n�o est� particularmente interessada?

Desculpe-me, Standartenf�hrer.

Eu ainda tenho que me acostumar com o escrit�rio.

� um choque ap�s nova frente russa que come�a na colina.

Senhores, vou informar colocando a situa��o militar.

Temos que tirar as decis�es necess�rias.

Ao contr�rio das mensagens os aliados n�o pararam

e nem est�o recuando.

Esses s�o os fatos e como soldados devemos responder de forma adequada.

Ontem Amiens foi tomada.

As for�as dos EUA quase alcan�aram a fronteira belga.

Tropas de blindados brit�nicas solavancam aqui e aqui

e estar�o dentro de uma semana em Bruxelas aqui.

Tomamos uma posi��o. Melhor aqui do que no Reno.

Com o que se defender contra a artilharia pesada?

- E contra tanques e avi�es? - O derrotismo � inapropriado.

Estou apenas sendo realista.

Acabei de colocar os fatos em uma fileira.

Se dividirmos a nossa muni��o, cada soldado ter� seis balas.

O dep�sito foi destru�do em Molenbeek.

A guarni��o foi dizimada. Muitos soldados est�o na frente russa.

Neste edif�cio est�o ainda tr�s companhias. Que for�a.

- As tropas de elite se retiraram. - Se for assim, eles n�o s�o de elite.

� isso a�.

Major Reinhardt �s vezes soa duro, mas ele � realista.

Temos que assumir que os aliados simplesmente tomar�o Bruxelas.

N�o temos homens nem recursos.

N�o � uma quest�o de coragem, mas de log�stica.

Temos de decidir o que fazer.

N�o � o Comandante militar quem decide isso?

J� n�o est� em Bruxelas.

O Reichskommissar tem uma tarefa ingrata.

Eu tento ser realista e construtivo.

Eu acho que devemos ter t�ticas para atrasar o avan�o.

- Algu�m concorda? - J� foi pilhado.

- O que vamos fazer isso? - Eles n�o v�o longe com sinos e cadeiras de balan�o.

Ex�rcitos avan�am mais r�pido do que voc� pensa.

- O Major n�o recua as tropas? - Pode apostar que sim.

Eu n�o acredito em milagres.

Voc� tem a minha permiss�o para para atirar nos saqueadores.

O ex�rcito alem�o n�o pode se rebaixar tanto.

A �nica coisa que nos resta � uma luta demorada.

Para for�ar o inimigo para luta de rua.

Eu acho que estrategicamente deveriam ser colocados explosivos

no sudoeste da cidade dando a impress�o de que eles est�o em toda parte.

Boa id�ia. Str�m?

Voc� cuida disso. N�o falhe.

Use homens da unidade SS.

Coloque cargas reais de explosivos em lugares onde eles ter�o de passar na cidade.

E mais explosivos falsos, principalmente no centro.

Certifique-se que voc�s sejam vistos

para que os brit�nicos recebam a mensagem.

Com sorte, teremos expectativas de poder det�-los...

melhor do que com armas de fogo. Entendido?

Heller, voc� organiza a transfer�ncia dos arquivos.

Leve-os para fora da cidade. Tudo tem que ir.

Os arquivos s�o as bases do Reich

e trate-os com a mesma prioridade. Isso est� claro?

Bom. Isso � tudo.

Major Reinhardt, voc� ainda tem instru��es da Luftwaffe?

Sim, fui obrigado a mandar para fora todas as minhas tropas.

Exceto M�ller, todos se foram anteontem.

- E o resto? - N�o h� mais.

No m�s passado eu tinha 18 homens.

Mandei seis para a sede.

Quatro foram mortos por guerrilheiros. Mais quatro desertaram.

Eu sou a Luftwaffe, em Bruxelas. Isso n�o parece bom.

Viemos aqui com uma miss�o.

- Acabar com as rotas de fuga. - E eu vou realizar essa tarefa.

Logo, saberei quem controla a rota.

Voc� est� falando s�rio?

� uma teoria, mas vou resolver o enigma.

N�o � te�rico.

Eu quero o l�der. Eu quero v�-lo.

E eu quero que ele morra.

Temos que fazer alguma coisa. Meu trem sai em uma hora e meia.

- Ele suspeita de algo. - Isso � tudo.

Caso contr�rio, n�s j� ter�amos sido executados h� muito tempo.

Temos um plano e iremos utilizar.

Os alem�es t�m para amanh� um lan�amento planejado.

Temos que fazer isso agora.

- O segundo tamb�m est� l�. - Ent�o, ningu�m verifica a porta lateral?

Eles querem atrair-nos para fora da nossa tenda.

V� para dentro. Jogue bonito gar�onete.

Eles v�o olhar para voc�. Eu faria.

Voc� est� gostando dela, hein?

- Sim. N�o posso? - Voc� sabe o que quero dizer.

- Cuidado. Ela tem sido ferida muitas vezes. - N�s devemos livrar esse homem.

- N�o pode fazer nada? - Em dez minutos eu fecho.

Ent�o estar�o l� fora.

Eu defendo o meu cliente em caso de assassinato, Major.

O advogado tem muito pouco,

exceto provas circunstanciais e fofocas de amigos da v�tima.

Se j� existe uma v�tima.

Eu n�o vejo como o nosso arquivo pode ajud�-lo, Sr. Guissard.

� um caso interessante, Major Reinhardt.

Realmente.

No momento em que o corpo foi encontrado,

n�o se sabia se a mulher estava morta ou n�o,

uma patrulha alem� revistava a casa.

E as �nicas testemunhas independentes do incidente

s�o precisamente um oficial alem�o e soldado.

Conhecendo o rigor alem�o, certamente existe um relat�rio disso.

- Eu gostaria de olhar. - N�o tem problema.

Voc� pode me dar a data e a unidade?

9 de Abril de 1943.

Era uma patrulha da Wehrmacht que fazia uma busca

como parte de uma minuciosa opera��o de limpeza.

Lembro-me bem.

Foi uma busca gigantesca.

Eu n�o estava aqui ainda. Eu farei o que puder.

M�ller. Voc� se lembra de uma busca enorme em Bruxelas, em 09 de Abril de 1943?

Sim, Standartenf�hrer Kessler organizou tudo.

Kessler. Pe�a ao seu escrit�rio enviar pasta.

Esta tarde, eu vou t�-lo.

Meu funcion�rio vai fazer uma c�pia.

Se eu pelo menos ainda tiver um funcion�rio.

Eu j� tenho a data. Agora o endere�o e a pessoa em causa.

Caf� Candide.

Rue Deschanel. Ninove.

A pessoa em quest�o � Albert Foiret, o propriet�rio.

Foiret. Ele � dono do restaurante Candide na Grand Place?

O mesmo. Ele est� na pris�o de Havenlaan.

Eu sou muito grato a voc�, Major.

Ajudamos um ao outro, senhor.

Esse arquivo que ele pediu. Eu quero ver agora.

Precisamos verificar todos os cart�es. O meu expira em breve.

Os novos est�o prontos. Vou dar-lhes a tempo.

Natalie esse vestido � muito impressionante.

Essa � precisamente a inten��o, Major.

Excelente. Podemos tentar.

Tenha cuidado.

Voc� pode nos mostrar isso, Natalie?

� uma situa��o amb�gua.

Eu quero o Major Reinhardt diretamente sob o meu comando.

Sim, eu entendo.

Est� bem, General. Apenas em casos extremos.

Chame o Obersturmbannf�hrer Str�m. W�llner.

Que barulho � esse? Encontre-o.

Esse arquivo que Reinhardt pediu. J� est� de volta?

N�o, ele queria fazer duas c�pias do mesmo.

Duas c�pias? S� a pol�cia deve olhar para ele.

Os arquivos ser�o embalados esta tarde. Certifique-se de que este esteja.

Heller.

Resist�ncia armada e durante o dia?

Envie uma patrulha.

Por que n�o?

O que voc� quer dizer, se foi?

Entendido. Obrigado.

Temos pouco tempo e � longe. V� buscar o explosivo pl�stico.

Tony, pegue seus guerrilheiros.

Jacko, chame seus homens.

Tony, se as coisas derem errado, voc� deve entrar em contato com Lifeline e seguir em frente.

Os boshes t�m um plano de um ataque em grande escala.

- N�s podemos det�-los. - Quantos s�o?

Trinta. Nenhum prisioneiro, n�o h� sobreviventes. Claro?

Eu n�o me preocuparia, mas eu falei com o Major Reinhardt.

Eu queria ver o relat�rio da busca do dia do acidente.

Eu j� tinha dito. � a nossa melhor defesa, eu acho.

- Eu tenho certeza disso. - Mas?

O Major parecia que ficou extraordinariamente interessado.

Ele n�o estava ciente. Vou te perguntar de novo.

Pode haver algo nesse arquivo apontando para outras atividades?

O que voc� est� fazendo aqui? Voc� n�o deveria estar aqui.

Eu me perdi. Quebrei a perna.

Documentos.

Pegue a bicicleta.

- Eles ca�ram. - Eu sei.

Eu tenho que ir.

Tenha cuidado.

ATEN��O

- Ok? - Sim.

Existem dois com uma metralhadora.

N�o vai demorar muito.

Olhe para a frente. N�o sa�de e n�o balbucie alem�o.

Certo, aqui vamos n�s.

- Est� na hora. - Espere at� voc� ouvir Bradley.

- Devemos atacar agora. - N�o, espere.

- O que s�o esses tiros? - Acreditamos que Zandvliet foi atacado.

- Achamos que foi invadido. - Por quem?

- pode ser a resist�ncia. - Reinhardt, v� l� imediatamente.

Chame um carro para mim.

Devemos explodir isso tamb�m?

Onde est�o todos?

Quero um relat�rio completo do ataque de Zandvliet.

- Standartenf�hrer? - O que �?

Voc� foi informado?

O Reichskommissar retirou-se.

O que voc� quer dizer?

Ele deixou Bruxelas ontem � noite.

Juntamente com uma companhia de soldados SS.

Eu quero falar com Obersturmbannfuehrer Str�m.

Chame-me Berlim.

N�o, ele j� partiu.

Luftwaffe Polizei.

O Major Reinhardt est� na Antu�rpia.

N�o, ele s� volta � noite.

N�o, eu n�o posso dar-lhe um n�mero de telefone.

Sim. Compreendido.

- Foi muito ruim? - Completamente destru�do.

Foi um trabalho bem minucioso.

- Zandvliet n�o ser� usado novamente. - Herr Major.

- Eu escrevo o meu relat�rio amanh�. - H� uma chamada para voc�.

- Quando? - Quando voc� tinha sa�do.

- Eu n�o consegui alcan��-lo. - Vamos.

N�o, voc� n�o pode me convencer. Eu n�o vou deixar.

Eu sei que voc� est� preocupado com a minha seguran�a,

mas eu n�o quero ir.

Voc� n�o tem id�ia de como estou orgulhoso de ouvir voc� dizer isso.

Eu te amo e quero que seja minha esposa.

Mas � melhor voc� n�o se casar com um oficial alem�o.

Todo mundo sabe que eu sou a sua amante. N�o importa muito.

N�s n�o perdemos a guerra.

Talvez isso nunca aconte�a.

Nossas novas armas imp�e p�nico.

Ouvi falar que � uma bomba muito poderosa.

As armas biol�gicas ser�o usadas quando o F�hrer der a ordem.

De nenhuma maneira terminou.

Outro licor, senhor?

Ludwig, voc� sempre foi honesto comigo.

Me trate como uma mulher adulta.

Me diga a verdade, por favor.

Acho que � importante que voc� me diga.

Voc� entendeu?

Eu entendo.

Voc� tem o direito de saber o que eu penso.

Em Berlim, eu participei de uma pequena cerim�nia.

Eu falei com Speer e Borman. Eu os conhe�o h� muito tempo.

Eles sabem que eu sou leal e acho que confiam no meu julgamento.

A Alemanha n�o pode mais ganhar a guerra.

Pode haver aqui e ali pequenas vit�rias,

mas perdemos a guerra!

E Hit... E o F�hrer aceita isso?

N�o, mas... Se � verdade o que eu ouvi,

ele � n�o � mais o nosso grande l�der. Ele n�o pode tirar essa press�o.

- Voc� fala dele como um Deus. - Para n�s, ele era um Deus.

Tive o prazer de encontr�-lo algumas vezes.

Voc� n�o pode imaginar como � carism�tico.

Acho que sim. Vejo em seu rosto.

Eu daria a minha vida por ele. Teria sido motivo de orgulho.

- O que aconteceu? - Ela n�o est� aqui.

Gra�as a Deus voc� est� de volta.

Standartenf�hrer. Com licen�a.

- Eu quero interrog�-la. - Voc� est� enganado.

- Eu insisto. - V� em frente, ent�o.

Boa noite. O que posso fazer por voc�?

Quero falar com Natalie Chantrens.

� claro. J� volto.

Voc� pode chamar Natalie? O Major quer falar com ela.

Pode demorar um pouco, Herr Major.

Ela n�o estava se sentindo muito bem.

Ontem quando est�vamos na rua, tivemos que voltar para casa depressa.

- Ah assim. Isso � muito lament�vel. - Obrigada.

Ouvi dizer que voc� est� doente.

N�o � t�o ruim. Acontece-me a cada m�s.

Ent�o eu n�o vou incomod�-la mais.

Paul, toque algo alegre.

Perfeito.

Boa noite, Standartenf�hrer.

- Herr Bauleiter, chegou tarde aqui. - Sim, est� tarde para todos n�s.

- FIM - S�rie 3 - Cap�tulo 08 JUST LIGHT THE BLUE TOUCH-PAPER ( Para Dar o Pontap� Inicial )

Iwanaga, S�vio

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