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Original subtitles

O EX�RCITO SECRETO

S�rie 3 - Cap�tulo 07 - EMBOSCADA ( Ambush )

Est� tudo bem?

Focke-Wulfs. Eles nos viram.

Mantenha sua cabe�a para baixo. Assim, voc� estar� seguro aqui.

- Quanto tempo, Sr.? - Paci�ncia. Voc� acostuma.

Londres quer que os levemos para longe, mas n�o h� nenhum lugar para ir.

V�o ter que esperar aqui mesmo.

- H� algum atirador? - N�o.

Algu�m serviu no ex�rcito?

Eu pertencia � Reserva do Ex�rcito. Sargento Watson, Sr.

Algu�m mais que serviu na reserva do ex�rcito?

Antes da guerra era miliciano.

Norte da �frica, 1940. Em seguida, entrei para a For�a A�rea.

Sargento-major-aviador Burton.

Venha, Burton. Voc� tamb�m, Watson.

Parab�ns pela promo��o, Herr Standartenf�hrer.

Um relat�rio do que aconteceu durante a sua aus�ncia.

Voc� pode ir.

- Posso perguntar... - O que �?

Como est� a situa��o em Berlim?

Foi maravilhoso estar l�.

O F�hrer transpira confian�a. Ele acredita na Alemanha.

Ele tem vontade de determina��o.

- Basta olhar para ele para ver isso. - Voc� conheceu ele?

Apesar de tudo, ele encontrou tempo para felicitar-me e agradecer.

- Foi uma grande honra. - Como ele est�?

- Quero dizer... ap�s o bombardeio. - Ap�s o bombardeio...

Est� bem. Seus ferimentos n�o s�o graves, eu acho.

Ele realmente acredita nessa nova arma.

Londres entra em p�nico e o real trabalho ainda est� por vir.

Vamos construir milhares de V-2.

- E Berlim? Tenho fam�lia l�. - Eu tamb�m. Um irm�o.

A cidade foi bastante danificada, claro,

- mas novos pr�dios v�o subir, como a Alemanha. - Claro, Herr Standartenf�hrer.

- Sucesso? - N�o.

Algu�m conhece metralhadoras Hotchkiss?

- Nenhuma experi�ncia? - S� artilharia pesada.

A resist�ncia n�o tem nenhuma artilharia pesada. E voc�?

Eu estava na infantaria.

- Metralhadora tem que funcionar. - Estou � procura de algu�m.

Os V-2 t�m danificado muito Londres.

- Eu j� ouvi falar. - Rumores.

Est�o testando. Existem locais de lan�amento na Holanda e na B�lgica.

A resist�ncia pode destruir. Preciso de mais homens.

Seu grupo � um dos doze.

Pilotos precisam aprender a lutar no ch�o.

Tenho homens em treinamento como voc�s. Se quiserem ajudar sintam-se livres para enganchar.

- Eu sou de Londres. - Prefiro isso do que ir � praia.

Sa�de.

Primeiro, h� ainda algo para se fazer.

Jean-Pierre, Jean-Claude, venham.

Arquivos, documentos, dados pessoais...

No entanto, n�o tem nada com isso.

De onde vem esse interesse de Brandt por Candide?

- Por que ele foi com tanta freq��ncia? - � um bom restaurante.

A comida � boa, voc� toma vinho...

Ele marcou meticulosamente cada visita, cada conversa que ele teve...

Ele deve ter falado sobre isso com voc�.

Ele achou suspeito, mas havia mais arquivos.

Ele dedicou muito tempo e esfor�o.

Ainda mais do mosquito.

Major Brandt estava fazendo o seu melhor.

Desculpe-me, mas que importa isso agora?

Linhas de fuga foram algum dia muito importantes, mas agora...

O ex�rcito brit�nico pode rapidamente entrar em Bruxelas.

J� existem planos para a evacua��o.

- Planejadores fazem planos. - Claro. Eu n�o queria...

M�ller, n�o se preocupe. N�o vou denunci�-lo por derrotismo.

Ou os ingleses vir�o em breve ou n�o, isso � importante.

Eu n�o gosto de trabalho incompleto. Mesmo que fosse em mem�ria de Brandt.

Eu devo ter perdido alguma coisa, ou algo aconteceu antes.

Pegue todos os documentos relativos � Candide. Tudo o que voc� puder encontrar.

- Desde o in�cio da ocupa��o? - Sim.

Enquanto isso, eu olharei o que temos sobre o propriet�rio... Foiret.

- Ele est� aqui. Aqui. - Obrigado.

Colaborador desagrad�vel.

- Tem atiradores em algum lugar? - Diferentes.

- Eu quero um homem com experi�ncia. - Capit�o-piloto Alan Cox.

- Devemos ter. Onde ele est�? - Momento.

Eu trago de volta.

N�s levamos os pilotos.

At� o ex�rcito brit�nico l�.

Os brit�nicos est�o vindo para Bruxelas e precisam de ajuda.

- Voc� deve trabalhar junto comigo. - Major, voc� est� no meu pa�s.

Estamos ocupados h� quatro anos. Venha sem dar ordens.

- � importante? - Claro.

- D�-nos uma palavra de explica��o. - Eu n�o quero ouvir.

Ouvir n�o faz mal.

Henri lidera um grupo de resist�ncia.

Eles t�m uma metralhadora, um Hotchkiss. H� algo errado com ela.

- Ele precisa para amanh�. - Isso � tudo que eu preciso saber.

Bom. Voc� pode me mostrar?

N�o. Cox permanece onde est�. Natalie pensa da mesma maneira.

- Eu n�o entendo o seu n�o. - Voc� tamb�m.

Voc� tem que consultar o seu livreto. Deveria saber.

Seu papel na Lifeline � nos ajudar e certificar-se de que

os pilotos est�o seguros.

N�s nos recusamos a aceitar qualquer outra pessoa.

Mantemo-nos afastados da resist�ncia.

N�s cuidamos dos pilotos. N�o interferimos com a resist�ncia.

Para os pilotos n�o correrem perigo.

Ele s� deve consertar a metralhadora, n�o lutar ao lado.

Os Aliados em breve estar�o em Bruxelas.

- N�o corremos nenhum risco. - Voc� salva vidas humanas.

Alguns alem�es mortos n�o faz diferen�a.

Trata-se de mais do que alguns alem�es mortos.

A resist�ncia belga tomou conhecimento

de que um comboio de pe�as para o V-2 passa manh�.

Henri e seu grupo pode neutraliz�-los com uma metralhadora.

Voc� sabe como s�o eficientes os V-foguetes em Londres?

Eu vi. Ruas s�o destru�das totalmente.

- A resist�ncia ainda n�o tem especialistas? - N�o perto. Tempo est� se esgotando.

Voc� tem algu�m que pode ajudar.

- Posso falar com ele? - N�o. Mas eu vou fazer isso.

Assim, ele pode se recusar, se quiser, Major Bradley.

N�o v�.

Obrigada. Ol�.

Desculpe, n�o ouvir falar de n�s, mas era necess�rio.

Em poucos dias ir�o a um acampamento com seus companheiros.

Quem � o Capit�o-aviador Cox? Tenente da artilharia?

O que significa isso?

Sou um fazedor de milagres. Eu ando quase na �gua.

Eu tive sorte. Eu tinha um bom capit�o e uma boa equipe.

Artilheiros geralmente sobrevivem apenas algumas miss�es.

Eu sei, Capit�o-aviador.

- Quando foi que voc� conseguiu isso? - Eu ajudei a apagar um inc�ndio.

E depois disso?

Durante um tempo lecionei numa escola de artilharia.

No dia da minha nomea��o eu me casei.

- Voc� � casado? - E tenho um filho.

- Quantos anos? - Tr�s meses. Uma coisa complicada.

- Estarei em casa em breve. Bata na madeira. - Definitivamente, entretanto. Cigarro?

- Voc� sabe muito sobre metralhadoras. - Eles podem te salvar.

E se eles ficarem travados ou n�o atirarem?

Conserte rapidamente, se quiser voltar pra casa inteiro.

Conhece metralhadoras francesas? Hotchkiss?

Eu li o manual. O mecanismo de alimenta��o � diferente.

Voc� est� disposto a trabalhar? N�o aqui. Em outro lugar.

Conte-me um pouco mais.

- Madeleine? - Momento.

- Tem alguma coisa errada? - Fico feliz em v�-lo.

- Eu trouxe algo para voc�. - Obrigada.

O que aconteceu?

Eu estava fazendo compras. Tr�s homens gritaram insultos e cuspiram em mim.

Eu fiquei com medo. Eu corri.

Eles me seguiram at� aqui. E depois...

O que eles disseram?

O que eles iriam fazer quando os alem�es forem embora.

N�o havia muito na loja. S� um pouco de p�o e salsicha...

Vamos sair para comer. No Candide?

Voc� est� completamente segura comigo. Eu prometo a voc�.

- Quanto tempo levaria? - Cinco minutos, uma noite inteira...

Fica l� hoje � noite. Amanh� de manh� eu trago de volta.

Espere um minuto.

- Eu sou obrigado a fazer? - N�o.

- Eu quero saber onde eu vou. - Voc� pode se recusar.

Quando voc� me pegou, eu pensei: "Gra�as a Deus, minha guerra acabou".

Eu ainda estou vivo. Muitos outros n�o, mas eu sim.

Estou desaparecido. Audrey deve estar preocupada.

Mas o ex�rcito est� quase aqui e eles v�o tranquiliz�-la.

Ent�o eu poderei ir para casa. Ela est� esperando por mim.

Isso � o que eu acho.

E agora voc� est�...

- O que Audrey diria? - Que voc� deve ficar aqui.

Eu n�o quero decepcionar...

Dois pousos de emerg�ncia que eu tive, eu fui baleado, queimado...

- Eu fiz a minha parte. - Certamente. Eu sei disso.

N�o � uma ordem, mas, voc� me pede para avaliar.

Eu n�o tenho escolha.

Os alem�es ainda est�o l�. A guerra ainda n�o acabou.

Pessoas s�o presas e fuziladas em Bruxelas.

- Seu povo. - O meu povo e o seu povo.

Eu n�o acho que seja um risco grave.

Estamos trazendo as pessoas para dentro e para fora da cidade todos os dias.

Voc� se mant�m escondido. � s� por uma noite.

- Voc� n�o tem mais ningu�m? - N�o t�o perto.

- E se eu disser n�o? - Ent�o, o comboio passar�.

Ela est� de volta.

- Ele decidiu. - Bom. Onde est� ele?

Se eu trouxer, quero saber se ele ficar� seguro.

Voc� deve estar aqui quando abrir o restaurante.

- Como Albert. - Exatamente como Albert.

Tenho certeza que ele chega l� inteiro. Eu prometo.

Bom. Natalie vai busc�-lo amanh� de manh�.

Ent�o est� combinado. Agora, mais uma coisa.

Precisamos amanh� de um m�dico

- A resist�ncia tem um m�dico. - A Gestapo o matou.

Oh, meu Deus.

Cox est� na Rue de la Madeleine, n�mero um.

Henri. Capit�o-aviador Cox, Tenente de artilharia.

Pode consert�-lo?

Vou tentar.

Eu tenho de desmont�-lo.

- Isto � tudo sobre Candide. - Obrigado.

- Boa noite, senhorita. - Ol�, Monique.

- Herr Sturmbannf�hrer. - Standartenf�hrer. Eu fui promovido.

Parab�ns, Herr Standartenf�hrer.

Sua mesa est� pronta.

- Boa noite, senhorita. - Boa noite.

- Calvados? - Tem comida?

Para voc�, sempre. N�o h� muito, exceto legumes.

Traga-nos o que voc� tiver.

- Pascal. toma uma bebida? - Conhaque.

Eu tenho que falar com voc�, Pascal. Agora n�o. Mais tarde.

- Eu tenho que voltar para o hospital. - Venha ao meu escrit�rio.

Mais uma?

- Voc� come sozinho esta noite? - Hoje sim. Traga o que tem.

Eles devem permanecer na clandestinidade, at� sexta-feira.

- Eu vou explicar isso a Jean-Luc. - Voc� j� viu Kessler?

- Ele agora � Standartenf�hrer. - Coronel? O que ele ganha com isso?

- Forca maior quando enforc�-lo. - Se ele viver tanto tempo.

Ent�o?

Ele tem um parafuso desgastado.

O pino de disparo est� cheio de rebarbas. Temos que consert�-lo.

- Voc� tem todas as ferramentas? - N�o.

- Um parafuso? - Vou verificar.

� grande demais. Um pequeno.

- Jean-Claude. Um parafuso pequeno. - Esse serve?

- Vai funcionar? - N�o sei. Espere e ver�.

Esse incidente de hoje... J� aconteceu antes?

N�o antes. �s vezes as pessoas dizem coisas em voz alta, para eu ouvir.

E depois? Amea�as?

O que eles v�o fazer com a mulher de um oficial da Gestapo.

Voc� n�o precisa ter medo. Eu vou te proteger.

Voc� pode faz�-lo?

Eu queria que voc� fosse para o meu irm�o, em Berlim.

Eu disse a ele sobre voc�. Ele cuidar� de voc�.

Voc�, obviamente, pensa no bombardeio.

Foi bombardeado mas o apartamento fica no sub�rbio e tem abrigo no por�o.

Voc� tamb�m pode ir para a minha m�e em Augsburg.

Voc� estar� mais segura em Berlim. O Fuehrer est� l�.

- Eu posso arranjar os pap�is. - Deixe-me pensar sobre isso.

- Voc� precisa. - Tenho que pensar sobre isso.

Tempo est� se esgotando... N�o podemos falar aqui.

O que voc� acha do novo homem da Luftwaffe Reinhardt? Ele me incomoda.

Para um alem�o ele � bom. Caf�?

Ele � calmo, educado e come como um pequeno rato.

Tem uma les�o no est�mago. Eu aposto minha reputa��o.

Tenho a sensa��o de que ele nos monitora o tempo todo.

N�o � como voc� olhar para as pessoas numa cidade estranha,

mas olhar c�lculado e frio. Estou preocupado.

Eu sei o que voc� quer dizer. Tamb�m estou preocupada.

Mademoiselle. Pode trazer a conta?

- O ferido tem que ir para a mina. - Onde fica isso?

Natalie leva voc� at� l�. Se voc� quiser.

Voc� acha que algu�m em s� consci�ncia quer fazer isso?

Tenho alguns pacientes.

Isso pode mudar se os alem�es se forem.

Meus vizinhos n�o est�o satisfeitos que recebo tantos alem�es no consult�rio.

De qualquer forma, talvez um dia...

- Boa noite, Pascal. - Boa noite, Monique.

Posso ajud�-lo?

- Procuro o banheiro. - � l�.

- N�o � um restaurante ruim, na verdade. - Isso � certo.

Eu senti sua falta. N�o o vejo h� duas semanas.

Est� quente, hoje � noite.

Vou deixar esse corretivo para manh�.

H� algo que voc� tem que entender.

N�o importa. Aqueles homens tinham bebido muito.

Eu vou te dizer uma coisa que eu n�o deveria dizer.

Mas eu preciso.

Existem planos para evacua��o de Bruxelas em caso de emerg�ncia.

Para retirada das nossas tropas.

Pode n�o ser a seguran�a. Mas podemos p�r fim ao impulso...

para a frente da Gr�-Bretanha. Mas, entretanto,

eu n�o posso deix�-la com os bandidos

para provar o patriotismo e desistir das mulheres. Voc� tem de ir para Berlim.

Tamb�m estou envolvida nisso. Voc� n�o tem nenhuma obriga��o comigo.

- Claro que sim. - Por que?

Voc� me deu comida, caf�. Me levou a restaurantes caros.

Voc� age como se n�s temos uma venda casada.

- E n�o �?

- Se voc� se sente assim... - Eu estou te pedindo.

Voc� me deu carinho e aten��o.

Voc� me tratou como um ser humano,

em tempos dif�ceis, em um pa�s estrangeiro.

- Se voc� fez isso por comida e caf�... - N�o foi.

Eu pretendo sobreviver � guerra. Quero que voc� seja salva.

Quanto ao futuro, vamos ver.

Eu queria que voc� fosse para o meu irm�o, em Berlim.

Voc� disse que eu tinha de voltar � vida.

Isso mesmo, gra�as a voc�. Sem voc� n�o voltaria.

Isso � bom.

Mas eu tamb�m sou belga.

Este � o meu pa�s, eu nasci e cresci aqui.

Devo fugir por medo dos meus compatriotas?

- Seu medo � procedente. - Eu perten�o aqui.

Ser� que voc� fugiria da Alemanha, e negaria o seu pa�s?

Nenhum sacrif�cio pela p�tria � muito grande.

Mas um sacrif�cio in�til n�o tem utilidade.

Eu sei, � uma decis�o dif�cil.

Voc� tem que se acostumar com a id�ia.

- N�s ainda temos alguns dias. - Poucos dias...

- Funciona. Ele vai disparar. - Soberbo.

Obrigado, amigo.

Junte todo mundo. A hora chegou.

- Funciona. - Fant�stico.

- Espero que seja bem sucedido. - Voc� n�o parece t�o convencido.

N�o foi um trabalho profissional.

- Ele deve disparar. - N�o posso garantir.

- Posso ver? - Voc� precisa.

- 700 tiros por minuto. - N�o � ruim.

De acordo com Henri � uma moleza.

- Pode ser que ele trave. - Mostre a Henri o que ele precisa fazer.

Ele deve desmont�-lo. Pode levar minutos.

N�o pode. Quanto tempo demoraria um especialista em armas?

- Trinta segundos. - E voc�?

- Quanto tempo? - N�o, eu teria...

Esta opera��o deve ser bem sucedida. A m�quina tem de funcionar.

Voc� n�o tem que lutar.

Voc� fica fora da linha de fogo.

Se funcionar, voc� n�o faz nada.

N�s cuidamos de voc�. Precisamos de voc�.

Eu tenho que dormir em primeiro lugar.

Durma uma hora.

Cobertor? Chamamos quando chegar a hora.

Voc� sabe o que est� fazendo...

Pronto.

Voc� se abriga l�.

Pronto.

- Pode ver Henry e eu? - Sim consigo.

N�o fa�a nada at� eu lhe dar um sinal.

Venha como um rel�mpago. Sem essa arma, estamos perdidos.

Eles podem vir a qualquer momento. Voc� os ouve embora.

Boa sorte.

Ok.

Abaixem.

- Nick, emperrou. - Cox, conserte.

- Eu n�o posso. - Fa�a isso.

Conserte a metralhadora.

Vamos. Eles dirigem novamente.

Henri, d� uma olhada.

Estes caminh�es est�o vazios. N�o h� nada neles.

Descubra que diabos est� acontecendo.

- Isso � tudo? Nada mais? - Nada.

Doutor Keldermans?

Fora do caminho.

Para tr�s. D�-nos algum espa�o.

Est� bem. Tire sua camisa.

Bom dia.

- Chegou cedo. J� tomou caf� da manh�? - Ainda n�o.

Vou pedir algo.

Deixa para l�. Por que n�o trouxe todos os arquivos?

- Voc� tem todos eles. - N�o, est� faltando um.

Olhe para as datas.

Ontem � noite eu estava cansado, mas eu n�o estou enganado. Falta um.

N�o estou entendendo.

Ele pode nos dizer por que o Major Brandt suspeitava do Candide.

- Encontre-o. Imediatamente, M�ller. - Sim, Herr Major.

O homem est� morto, Major Bradley. Enterre-o!

Onde est�?

- N�o est� l�. - Ele n�o sumiu como fuma�a.

- Talvez um departamento diferente. - Isso saber�amos.

O arquivo tem dois anos. O pessoal vem e vai.

Sinto muito voc� ter que esperar.

Eu quero que todos do Candide sejam vigiados dia e noite.

Vamos pedir ajuda a Gestapo.

Fa�a isso. Leve homens confi�veis � paisana. Se ainda houver algum.

Duas vezes por dia... quero um relat�rio.

Sobre Monique Duchamps, Natalie Chantrens

e doutor Keldermans. Onde eles est�o, o que v�em o que eles fazem.

Entendido, Herr Major.

N�o poderia fazer mais nada por ele.

- N�o foi certo lev�-lo. - Ele concordou.

- Valeu a pena? - Em retrospecto, n�o.

Por qu�? Algu�m pode me explicar?

Os caminh�es estavam vazios. Sem as caixas.

Sua informa��o estava incorreta. N�s ca�mos no comboio errado.

- O que aconteceu com o comboio certo? - Eu n�o sei.

- Por que os caminh�es estavam vazios? - Um dos alem�es disse antes de atirarmos nele.

Eles iam a Bruxelas para se necess�rio evacuar a guarni��o alem�.

Ent�o voc� conseguiu dois caminh�es vazios.

Cox tinha que morrer por isso?

A resist�ncia foi de boa f�. Eu tamb�m.

Isso vai ser um grande conforto para sua vi�va.

- Ele disse alguma coisa antes de morrer? - N�o.

Ou para voc�? Palavras para sua esposa? Nada?

Contaremos aos brit�nicos onde ele est� enterrado.

Depois informamos como ele foi morto. Inutilmente.

- Voc� vai ter que me culpar. - Dou-lhe a d�vida.

E agora eu quero que voc� saia, Major Bradley.

Sinto muito.

Ele fez o que achou que deveria fazer.

- Como todos n�s. - Mesmo o Capit�o-aviador Cox.

Eu n�o acho Pascal.

Ele n�o decepcionou ningu�m.

Acho que o abandonamos. N�o acham?

Bom dia, Monique.

- Quem fez isso? - Meus companheiros de pris�o.

Por que?

- Eles acham que eu sou colaborador. - Vou falar com o Diretor.

Ele tem tudo sob controle.

Agora estou s� na cela.

- Guissard faz o seu melhor. - Eu sei disso.

- Como est�o todos? - Bem, exceto...

Voc� vai ficar zangado, mas eu tenho que te dizer.

Eu tomei uma decis�o errada. Um homem foi morto.

Ele procurou a ajuda de Lifeline

e por minha culpa ele est� morto.

Quer�amos nos manter afastados da resist�ncia.

Eu n�o tinha esquecido, mas eu achei este um caso especial.

E isso n�o foi assim. Sinto muito, Albert.

N�o se preocupe. � voc� quem toma as decis�es agora.

N�o me pergunte e n�o pe�a desculpas. Voc� pode viver com isso.

Ele era t�o jovem...

Sua esposa tem um beb�...

�s vezes se erra. Tamb�m h� sangue em minhas m�os.

Temos que viver com isso.

- FIM - S�rie 3 - Cap�tulo 07 EMBOSCADA ( Ambush )

Iwanaga, S�vio

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