All language subtitles for 3x02 - Invasions (Invasioner)

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Original subtitles

O EX�RCITO SECRETO

S�rie 3 - Cap�tulo 02 - INVAS�ES ( Invasions )

- Bom dia, Major. - Bom dia.

- Acompanhou as novidades da frente? - Qual frente?

- O desembarque na Normandia. - Sei o nosso lado da hist�ria.

Voc� est� dizendo que n�o � a verdade?

Mas existem sempre dois lados para uma hist�ria.

E as descri��es das a��es de onde eu estava,

nem sempre foram t�o precisas.

A moral das pessoas desempenha tamb�m um papel.

Este trabalho � diferente do que voar num Heinkel 111.

- Um Heinkel 111? - Surpreso que eu conhe�o?

Pelo contr�rio. Voc� deve ter lido o meu curr�culo.

Conhecendo o seu empregado cria um bom relacionamento.

- Voc� concorda n�o? - Oh, sim.

Admito que o trabalho � muito diferente.

Prefiro voar novamente.

Assim, eu n�o ficarei velho, mas eu n�o morreria de t�dio.

Voc� subestima a import�ncia do nosso trabalho.

Ela produz menos resultados do que a luta na frente,

mas � parte da batalha. � importante lembrar disso.

- Eu n�o vou esquecer. - Bom dia.

- Se voc� quer... - Eu vou deixar voc� ler a sua papelada.

Papelada do Major Brandt. Ele manteve os arquivos dele.

E ele, assim como voc�, t�m um olho para o detalhe.

- Arquivos do Major Brandt? - Sim, todos.

Voc� acha que s� a Gestapo mant�m registros?

Claro que n�o.

Estou apenas surpreso com o Major Brandt.

Eu pensei que ele apenas seguia seus instintos.

- Seus instintos? - Ele era muito obediente.

Mas �s vezes ele se sentia inibido por algumas orienta��es.

E ent�o ele se envolveu no ataque contra o F�hrer.

Seu suic�dio foi um duro golpe.

N�s tivemos muito respeito um para com o outro.

Ap�s a morte de sua fam�lia est�vamos at� mesmo amigos.

Eu acho que ele n�o estava envolvido no ataque.

- Eu sei com certeza. - Como voc� diz.

Mas voc� pode ter certeza de uma coisa.

Os arquivos do Major Brandt s�o bastante interessantes.

Tudo bem. Se voc� encontrar algo importante,

eu confio que voc� me mantenha informado.

- Claro. - Eu j� tomei muito do seu tempo.

Sente-se.

Reinhardt.

Sim, sou o Major Reinhardt.

Sim, Major Hans Dietrich Reinhardt. Voc� quer ditar o meu n�mero?

Com quem eu falo?

O que voc� quer dizer, um amigo do falecido Major Brandt?

Entendo.

Sim, eu entendo muito bem.

Sim, tudo bem.

Est� anotado. Obrigado, senhor.

Sim, eu sou grato.

Como devo expressar minha gratid�o?

Major Brandt fez isso?

Sim, � claro. Adeus.

Como desejar. Au revoir, monsieur.

Keerbergen.

M�ller, um jipe, um caminh�o e uma patrulha.

Eu vou para o campo.

- Hoje. - Seim, senhor.

Este � o notici�rio da BBC de Londres.

O Comando Supremo das tropas aliadas

emitiu o seguinte comunicado.

Em Falaise 27 unidades da Divis�o Blindada foram dizimadas.

O 15� Ex�rcito Alem�o se retira sem cobertura a�rea.

Tr�s dias atr�s, o Marechal-de-Campo Erwin Rommel

ficou gravemente ferido quando seu carro foi bombardeado.

- S�o eles? - Sim, s�o eles.

Depois de todo esse tempo e agora com os Aliados j� na Fran�a.

Simone.

Sab�amos dos riscos. N�s sab�amos disso.

N�s sab�amos disso.

Sente-se. Sente-se e coma mais.

Senhor, senhora, os seus pap�is.

Voc�s s�o Simone e Jacques Borel?

- Major Reinhardt, Luftwaffe. - O que voc� quer?

- Faremos uma busca em casa. - Por que?

- Voc� tem algo a esconder? - N�o. Esta � a nossa casa.

- N�o podemos parar voc�. - Eu entendo. Realmente.

Trata-se de sua privacidade. Minhas desculpas.

Revistem a casa. Tenham cuidado.

Voc�s n�o s�o as tropas de Atilla, o Huno.

- Jean-Paul � seu filho? - Nossos filhos est�o mortos.

- Ele trabalha para n�s. - E ele mora aqui?

Ele � um andarilho. Ocasionalmente, ele fica por um tempo.

Ele � um trabalhador incans�vel e sempre bem-vindo.

- Continue comendo. - Obrigada.

Major, do que voc� suspeita de n�s, exatamente?

N�s desempenhamos muito bem o nosso papel.

O gato e o rato.

O que n�s suspeitamos de voc�s?

Isso � o que n�s esperamos.

Voc�s nos culpam pela ocupa��o e trabalham contra n�s.

Em que voc� baseia essa acusa��o?

Informa��o. Algu�m nos sussurrou algo.

Voc� est� enganado, Major.

Somos agricultores. N�s empregamos a nossa luta na terra.

Ent�o voc� n�o tem nada a temer. Vamos interrogar.

Custa apenas uma viagem a Bruxelas.

Jean-Paul, suponho. Pap�is.

Voc� vai junto com seus empregadores.

Nada encontrado?

Tudo bem. Estou levando voc�s para interrogat�rio.

Leve-os.

Voc� vem comigo. Fora.

Voc� fa�a a busca na casa novamente.

Pare o caminh�o!

Leve-os �s autoridades civis.

Eu me pergunto quanto tempo eles j� estavam preparados.

Seus empregadores est�o mortos. Cometeram suic�dio.

Por que?

Mas ainda temos voc�, Jean-Paul.

Boa noite. Eu virei em breve.

Deseja uma mesa?

- � muito caro aqui. - Ent�o, o que posso fazer por voc�?

- Voc� � Albert Foiret? - Sim.

- O que posso lhe servir? - Conhaque?

Um conhaque duplo. E um para voc� tamb�m.

A fazenda em Keerbergen n�o � mais segura.

Obrigado, senhor.

- Seu troco. - Onde podemos conversar?

N�s n�o temos nada para falar. Como � o seu nome?

Isso n�o importa. Mas a fazenda tem import�ncia ou n�o?

Venha comigo.

O seu conhaque.

Estou escutando.

Meu nome � Louis Bastiat. Eu sou um amigo, n�o um inimigo.

Eles invadiram seu esconderijo.

Simone e Jacques Borel e um outro homem foram presos.

- Voc� viu isso acontecer? - Com os meus pr�prios olhos.

Dois pilotos est�o escondidos no meu por�o.

- Por que voc� veio para mim? - Isso � tudo que eu sei.

Talvez eles quebraram as regras, mas eu sou um bom amigo.

Falaram que em caso de emerg�ncia avisar Albert Foiret do Candide.

Isso � o que eu fiz.

Voc� � dif�cil de convencer, senhor.

- O que posso fazer por voc�? - Leve os pilotos para longe de mim.

Eu n�o vivo longe dos Borels. N�o deixe que eles me encontrem.

Louis Bastiat? Outro conhaque?

N�o, eu tenho que voltar para casa.

Boa noite, senhor.

- O nosso visitante disse alguma coisa? - Nem uma palavra.

Ele n�o � surdo e mudo. Abra.

Pegue uma cadeira.

Fique na porta. Eu chamo voc�.

Voc� me interessa, Jean-Paul.

Acho que voc� tem informa��es importantes.

Informa��es que eu quero. Sobre a fazenda em Keerbergen.

Seus empregadores cometeram suic�dio. Corajosos, talvez.

Mas isso prova que eles s�o culpados. E voc� � culpado?

Sente-se.

Como desejar.

Eventualmente, voc� vai ficar cansado.

Pois ent�o fique, Jean-Paul.

N�s ficaremos aqui juntos, durante toda a noite.

E amanh� � noite, as paredes desabam em voc�.

S� voc� e eu, e seus segredos.

Quando � que os aliados chegar�o aqui?

N�o fa�o id�ia.

Mas na BBC disseram que o 15� Ex�rcito retira-se.

Vamos torcer para que seja verdade.

Voc� j� ouviu falar de Rommel? Seu carro foi bombardeado.

- Ele est� morto? - N�o sabem.

Mas ele foi gravemente ferido.

Loucura, a rota de fuga � uma das primeiras v�timas da invas�o.

J� se passaram de tr�s horas.

Estou enlouquecendo de esperar.

Restaurante Candide.

Sim, Willy.

Meu Deus.

Sim, tudo bem.

Obrigado por ter ligado. At� logo.

Os Borels se mataram.

Suic�dio.

- E o outro? - Nenhuma not�cia sobre ele.

Eu gostaria de saber quem era.

Jacques e Simone... mortos.

Querido Deus.

Onde est� o Major Reinhardt?

Ouvi dizer que desde ontem mant�m algu�m em cativeiro.

- Isso � certo? - Bom dia.

Responda � minha pergunta. A minha informa��o � correta?

Sim, sua informa��o est� correta.

Apesar da ordem expressa do F�hrer voc�...

- Eu tinha minhas raz�es. - O suficiente para ignorar essa ordem?

Voc� tem raz�o.

Eu entrego o prisioneiro para voc�. Voc� faz, o que achar necess�rio.

- Traga Jean-Paul aqui. - Mas...

Se voc� questionar mais uma �nica ordem minha,

- eu vou puni-lo. - Minhas desculpas, Herr Major.

- Traga-me um copo de leite. - Leite?

Sim, leite. Leite de uma vaca.

Maldito.

O prisioneiro, Herr Major. E o seu leite.

Sente-se.

Voc� at� agora n�o disse nada.

Nem uma palavra.

Bem, mas devo avis�-lo.

Isso n�s encontramos na fazenda.

Uma Schmeiser MP40, uma arma alem�. Definitivamente foi roubada.

Quatro granadas de origem brit�nica.

Da Inglaterra. Todas ilegais.

Possuir isso tem consequ�ncias graves.

O que eu n�o tenho certeza �:

Voc� trabalha para a resist�ncia ou para uma rota de fuga? Eu quero saber.

Porque eu quero fazer bem o meu trabalho.

Isso tamb�m determina quando voc� vai morrer.

A resist�ncia n�o � causa da Luftwaffe, mas da Gestapo.

Eles atiram em voc�.

Se voc� trabalha para uma rota de fuga,

eu vou te proteger, desde que voc� me diga o que sabe.

Entendo.

Acho que sua coragem j� n�o ser� suficiente. Leve-o.

Adeus.

Candide. Willy?

N�s? Sim, eu vou lhe dizer. Obrigado.

- Foi Willy? - O outro prisioneiro � Jean-Paul.

A Gestapo interroga-o agora.

- Quanto tempo temos? - Ele n�o deixa nada.

Jean-Paul n�o dir� nada, n�o importa quanto tempo eles esperem.

Por que peg�-los agora? Os Borels e Jean-Paul.

Todos desaparecem.

Perdemos muitas pessoas.

E eles chegam muito perto.

Teremos que comprar galinhas e ovos em outro lugar.

Meu Deus, ser� que ele escreveu?

O que posso fazer por voc�? N�s vamos abrir �s seis e meia.

Eu n�o vim para comer. Voc� � Albert Foiret?

Hauptmann M�ller, Luftwaffe. Eu quero ver os seus livros.

Eu posso pedir um mandado, mas voc� quer colaborar.

Voc� n�o deve ter nada a esconder.

- Venha ao meu escrit�rio? - Aqui, por favor.

- Monique, d� um copo de vinho ao cavalheiro. - N�o, eu estou de servi�o.

- Este � o meu tal�o de cheques. - Seus ganhos n�o me importam.

Eu quero ver a lista de fornecedores.

Em um restaurante como este, onde muitos oficiais alem�es v�m

n�o est�o listadas todas as transa��es.

N�o se trata de comprar no mercado negro.

Eu s� quero saber quem s�o os seus fornecedores.

Entendi. Vou tentar ajudar.

Fa�a isso.

- O que ele quer? - N�o fa�o ideia.

Essa � a sua carteira de pedidos?

Os �ltimos tr�s meses. O resto est� com o contador.

- Eu vou colocar as mesas. - Obrigado.

Menina, n�o v� embora. Eu quero poder questionar um ao outro.

Obrigado, senhor. De onde voc� tira seus ovos?

Onde eu posso. Eles est�o escassos.

Pega no campo?

Bem, nestes tempos de escassez...

Bom. Voc� tem alguma prova disso?

Eu pago em dinheiro. O livro mostra as quantidades.

Nem os nomes dos fornecedores?

- N�o, acho que n�o. - Eu entendo.

Obrigado, Sr. Foiret. Isso � tudo.

- O que foi isso? - N�o fa�o id�ia.

Realmente n�o.

Entre.

- Deixa eu ajudar. - Obrigado.

- Voc� tem um minuto? - Claro.

Eu quero falar sobre nossas diferen�as.

- Se voc� insiste. - Voc� me entendeu errado.

Eu fui talvez um pouco duro.

Rea��o de um homem que acredita que ordens s�o para serem obedecidas.

E eu acho que voc� deveria violar as regras? Ocasionalmente, no entanto.

� melhor esquecer o incidente.

- N�o acha? - Totalmente de acordo.

Houve alguma coisa, Herr Sturmbannf�hrer?

Sim. Eu me pergunto se voc� quer jantar comigo esta noite.

Ent�o, poderemos conhecer melhor um ao outro.

E esses mal entendidos poder�o ser evitados no futuro.

Voc� j� tem um compromisso?

- Bom. 09:30 est� bom para voc�? - Sim.

- Excelente. At� ent�o. - Obrigado.

Que tal com o prisioneiro?

Ele est� sendo interrogado.

Voc� quer falar mais com ele?

N�o, obrigado. Vejo voc� mais tarde ent�o.

Eu visitei cada restaurante na lista.

A maioria se seus ingredientes s�o do mercado negro.

- Bem, isso � tudo. - Boa noite.

O Major j� est� l�

Madeleine, este � o meu colega, Maior Reinhardt. Mademoiselle Duclos.

- Prazer, senhorita. - Ouvi falar de voc�.

- Espero que possamos ser amigos. - Eu tamb�m.

- O que voc� quer como aperitivo? - Calvados?

Calvados para n�s. Reinhardt?

- O fruto proibido. - Voc� est� ferido como um her�i.

N�o � isso. �s vezes tenho problemas de est�mago.

Ele � modesto. Ele tem feito miss�es perigosas.

- E ele est� ferido. - Eu j� volto.

- Posso ter um pouco de �gua? - Desculpe-me?

- Por que voc� ri? - Os pre�os est�o subindo a cada dia.

- Acontece no mercado negro. - � chantagem.

Bem, � guerra. O que voc� me recomenda?

Seguimos sempre os conselhos do Sr. Foiret.

E at� agora, sempre tivemos boa comida.

� claro. Enquanto Sr. Foiret mant�m-nos satisfeitos.

Eu entendo.

Mas senhor Foiret orgulha-se de seu talento como um restaurador.

- Vamos ver isso. - Gostaria de pedir?

Sim, n�s queremos o que voc� recomendaria.

- Isso � bom. - E vinho. Bebe vinho?

Um pouco, sim.

Obrigado, senhor.

"O que voc� recomendaria, e uma garrafa de vinho adequado."

- Eu seria capaz de ... - Eu sei.

Al�m disso, vou cantar uma m�sica correspondente.

Quando chegamos no outono de nossas vidas,

eu acho que volto ao passado,

para o nosso amor e amizade

e de todos as vezes

que foi bom para mim.

Foi t�o bom para mim.

As coisas raramente s�o como planejamos,

mas voc� sempre me entendeu

e voc� esteve sempre l� para me ajudar.

Sim, voc� tem sido bom para mim.

Volto a pensar em todos aqueles momentos felizes,

quando a vida era despreocupada,

com voc� ao meu lado, a vida era uma festa

porque voc� estava comigo.

Voc� estava comigo.

Se eu tivesse que fazer tudo de novo

com toda a felicidade, as preocupa��es e dores

eu te adoro, te amo de qualquer jeito,

porque voc� foi bom para mim...

t�o bom para mim...

t�o bom...

bom para mim!

- Telefone para voc�. - Desculpe-me.

- Sempre no trabalho, hein? - Um homem muito obediente.

- N�o acha? - Sim.

Por que voc� diz sim?

S� conhe�o que o homem de uniforme, enquanto voc�...

Ent�o, voc� tem que acreditar em minha palavra.

Eu prefiro formar um ju�zo.

Claro. Era arrogante de mim.

Voc� � uma mulher muito especial.

- Voc� j� formou ju�zo? - Sim.

Obrigada, eu considero isso um elogio.

Tenho que ir. Desculpem mas eu n�o posso fazer nada.

Eu n�o quero apress�-los...

Levarei Mademoiselle Duclos para casa em seguran�a, se n�o tiver problema.

- Eu gostaria de ficar. - Excelente. Boa id�ia.

�timo. Eu vou cuidar bem dela.

A conta j� est� paga. Boa noite.

Boa noite, Madeleine.

Desculpa. Telefono amanh� de manh�.

Boa noite, Ludwig.

- Obrigada. - Boa noite.

Vamos relaxar e pedir uma garrafa de champanhe?

Com prazer... Voc� pode estar bebendo?

Voc� tem que viver a cada dia. Sr Foiret.

Uma garrafa de champanhe.

O melhor que voc� tiver.

Enquanto ele pega a garrafa voc� dan�a comigo.

Algu�m ligou? Jean-Paul?

- Quanto tempo voc� dormiu? - Tempo suficiente.

- Ficar acordado n�o ganha nada. - Eu sei.

Que tipo de pessoa � Jean-Paul afinal?

Um cara engra�ado. Ningu�m sabe nada sobre o seu passado.

Quando ele tinha treze anos, ele apareceu nas irm�s em Senlis.

Ele procurava trabalho.

Sophie deu-lhe tarefas. Cortar madeira e outras coisas.

Ele viveu l� por muitos anos.

Ele era como um filho para elas.

Um dia, Madeleine sentiu que ele tinha de encontrar um emprego de verdade

e teve de fazer algo de sua vida.

Naquela mesma noite, ele fugiu.

E em 1942 ele apareceu de repente l� novamente.

Ele queria ajud�-las em seu trabalho para a resist�ncia.

Elas n�o sabiam como ele descobriu.

Puxei-o e coloquei-o para trabalhar.

Ele conhece a �rea da fronteira como o bolso dele.

Ele � um dos nossos melhores guias.

Eles n�o v�o quebrar isso.

Entre.

Sturmbannf�hrer Kessler.

Bom dia. Voc� teve uma boa noite?

- Sim, obrigado. - Muito bem.

Obrigado por ter levado para casa a Mademoiselle Duclos

Voc� ainda est� interessado no prisioneiro. Por qu�?

A t�tulo de curiosidade.

- Voc� sabe que ele morreu. - Ele disse alguma coisa?

Eu n�o estava l�, mas no final ele disse um monte.

Mas era bobagem.

Ele repetiu um par de vezes o nome Sophie.

E pouco antes de morrer a palavra Senlis.

Uma aldeia francesa. Sua cidade natal talvez.

Embora o endere�o em seu papel seja no estado de Saint Germain.

Voc� tem algo a acrescentar?

N�o, Herr Sturmbannf�hrer.

- Porque voc� estava interessado nele. - Obrigado. Isso � bom.

- Major. - Sturmbannf�hrer.

O arquivo do Major Brandt sobre poss�veis endere�os ocultos. Rapidamente.

Senlis. Tenho certeza de que j� vi isso em algum lugar.

Aqui est�.

Sim, aqui est�. Senlis. Eu sabia.

O prisioneiro que entrevistamos na semana passada.

Ele estava falando sobre o campo e tamb�m murmurou algo assim.

- Pode ser. - Sim. Olhe aqui.

Senlis, aldeia ao norte de Paris. Adequado para um esconderijo.

Por que ele escreveu isso?

Hanslick, eu quero um jipe, um caminh�o e uma patrulha.

Em dez minutos.

Que formul�rio? O pedido para a gasolina.

Eu n�o sei o quanto eu preciso.

O suficiente para ir e voltar a Senlis.

Sim, M�ller vai lev�-lo imediatamente.

Vamos.

Candide. Sim, Willy.

Essa � uma not�cia muito ruim.

Est� certo.

Obrigado por ligar.

Adeus.

- Jean-Paul est� morto. - Ser� que ele falou?

Nunca saberemos.

Willy disse que a Luftwaffe est� enviando uma patrulha para Senlis.

Ele se perguntava o que isso significa.

Sophie e Madeleine.

Eu quero uma liga��o com algu�m em Senlis.

Sim, eu entendo.

N�o h� chamadas internacionais.

- Leve-as para Paris... - Elas nunca querem.

Ter�o que ir.

Diga que acabou, mas sil�ncio sobre Jean-Paul.

- Como fa�o para chegar l�? - Prepare-se. Eu vou descobrir.

O n�mero 232.348, por favor.

O Escrit�rio do Controlador de transportes p�blicos.

Eu preciso falar com Jan Brouwer. � urgente.

Bom dia, Jan com Albert Foiret.

Tenho que mandar algu�m a Chantilly. Como posso fazer isso? Hoje.

Para Senlis.

N�o, n�o pediria se n�o fosse urgente.

Sim, o trem para Charleroi.

Que horas?

Cerca de 20 minutos.

Pegue o trem para Paris e des�a em Chantilly.

Pegar �nibus para Senlis ainda?

Sim, muito obrigado. Bom dia, Jan.

Os alem�es t�m tempo antes de mim.

H� muitas tropas se movendo nessa regi�o.

Eu esqueci alguma coisa?

Voc� poderia dizer: "Tenha cuidado. Eu te amo."

At� depois da guerra.

Eu te vejo quando voc� voltar.

- Por que voc� n�o ligou? - Eu n�o podia.

- Que bom. Por que voc� n�o ligou? - Como voc� chegou aqui?

Ou�am-me. Estamos com um problema.

Eu n�o posso explicar, mas voc�s t�m que sair daqui agora.

- Para sempre, voc� quer dizer? - Sim, Sophie.

- Sair da nossa casa? - Sim.

Mas esta � a nossa casa. Vivemos aqui h� tanto tempo.

- Eu sei, Sophie. - N�s n�o podemos sair.

Sophie, voc� n�o est� ouvindo.

- Monsieur Albert decidiu isso? - Sim.

Sinto muito. Vou lev�-las para Paris.

Se ficarmos aqui, o que acontece para n�s, ent�o?

- Campo de concentra��o. - E o risco para a organiza��o.

Ent�o, devemos faz�-lo. Quanto tempo temos?

O tempo de pegar uma mala. Os alem�es j� est�o vindo.

Sophie, n�o chore. Vamos.

Quem vai cuidar do t�mulo de nosso irm�o?

- E as flores? - N�o pense nisso agora.

Estas s�o apenas pedras. Voltamos depois da guerra.

Pare a mulher. Venha com seu filho.

Deixem-no ir. Por favor.

Coloque a crian�a no carro.

Deixe ele em paz.

Uma pergunta, senhora.

Aqui tem uma casa onde muitos estrangeiros v�m e v�o para algum lugar. Onde?

Eu n�o sei nada.

Devolva o meu filho. Por favor.

Leve-o para a Gestapo.

Por favor, devolva-me o meu filho. Eu estou te implorando.

A casa, senhora.

Qual � a casa?

N�mero 11.

Vamos.

Acima.

- Temos refor�o. - Herr Major.

Voc� tem um mandado para isso?

Eu entrego mais tarde. Onde est�o as pessoas?

As velhinhas?

- Eu as vi pegando o �nibus. - Para onde?

Eu as vi caminhando at� a esta��o de �nibus.

- Eu n�o sei para onde elas foram. - A esta��o de �nibus.

Velhinhas...

- Teve sucesso? - N�o encontramos nada.

Nada pessoal, n�o h� imagens, cartas. Nada.

Mas era a casa certa. Eu tenho certeza.

Eles foram avisados, como sempre.

Mas o informante est� em algum lugar neste edif�cio.

Eu cheguei � essa conclus�o tamb�m.

Este trabalho n�o � para um oficial da Luftwaffe.

Me distingui hoje amea�ando...

uma crian�a e sua m�e e perseguindo duas idosas.

E n�o rendeu nada.

N�s n�o estamos em guerra com os Aliados, mas com a humanidade.

- Quer uma x�cara de caf�? - Sim, obrigado.

Uma coisa est� certa agora.

Que os arquivos do Major Brandt n�o devem ser rejeitados.

Ele estava mais perto do que percebeu.

- Fim - S�rie 3 - Cap�tulo 02 INVAS�ES ( Invasions )

Iwanaga, S�vio

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