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O EX�RCITO SECRETO
O outro.
Espere.
Traga o Obersturmf�hrer.
Bem, Tenente De Beers. Espero que voc� esteja satisfeito.
Voc� acabou assassinando seu irm�o.
S�rie 2 - Cap�tulo 13 - DIA DA IRA ( Day of Wrath )
Herr Sturmbannf�hrer?
A lista da nova �rea de comando. Pendure.
Rennert mostrou tudo antes dele ir?
Pe�a uma linha externa para mim.
Seus desajeitados, idiotas incompetentes.
� isso que ensinam hoje em dia?
- Ele era muito jovem. - Ele estava em choque.
- Com mais algum tempo ter�amos... - Trazido � vida novamente?
Espero voc�s amanh� de manh� �s nove.
Chame Weber e tire-o daqui.
Ernst. A lista da nova �rea de comando.
- Onde vou? - N�o vi.
Entre.
- Obersturmf�hrer Jelinek, Sr. - Muito bem.
O que foi, Jelinek?
Eu vi essa lista. Metade delas desaparecer�.
- N�o � poss�vel mant�-los aqui? - Acho que infelizmente n�o.
� preciso pessoas na Frente Oriental. Temos muitas baixas l�.
Alemanha precisa de soldados.
Devemos apenas aceitar isso?
Eu aceito isso. A SS e a Gestapo s�o minhas responsabilidades.
Desculpe-me. Eu n�o...
Eu tamb�m pensei na pol�cia da Luftwaffe.
H� algo mais.
O prisioneiro mais novo, De Beers, morreu durante o interrogat�rio.
- Morreu? - Sim.
Os caras s�o substitutos inexperientes.
Eles est�o um pouco ansiosos para trabalhar.
Morreu em decorr�ncia de um choque.
- Prisioneiro De Beers... - Eu j� relatei.
- N�o. O piloto da RAF... - Ainda n�o est� morto?
Desapareceu. Ele matou Lieberwass.
Alain...
Andr� De Beers. O que est� fazendo aqui? Voc� n�o estava na Inglaterra?
N�o, eu fui abatido. A Gestapo...
A Gestapo...
matou Dirk.
Ajude-me. Alain.
Eu n�o posso confiar em ningu�m.
O prisioneiro matou o guarda e deixou o pr�dio despercebido?
- J� o encontrou? - N�o. Senhor
Obersturmf�hrer Jelinek.
Ele matar um guarda. � revoltante.
Mas isso n�o � importante, em compara��o com o fato de que
o prisioneiro passou por tr�s sentinelas e deixou a sede.
Voc� era o segundo guarda?
- Mais alto. - Sim. Sturmbannf�hrer.
N�s pensamos que a porta estava trancada.
Pensou? Por que voc� deixou o seu posto
e n�o havia ningu�m no corredor?
N�s est�vamos vendo quem tinha que ir para a R�ssia.
- Ningu�m viu ele? - N�o, Sr. Estamos procurando por ele.
- � uma quest�o de tempo... - Pois ele estar� de volta � Inglaterra.
- A Luftwaffe foi avisada? - Eles est�o procurando.
E qual foi o resultado? Ser� enviado para a frente oriental?
N�o. Eu fico em Bruxelas.
N�o mais. Jelinek ir� tomar as provid�ncias necess�rias.
Mais do que provavelmente tamb�m para si mesmo. Saiam.
Precisamos encontrar um novo pianista.
As pessoas tamb�m t�m r�dio em casa.
- Al�m disso, eu gosto de cantar. - Sim, e voc� � muito boa nisso.
Vou tentar conseguir um, mas eles n�o crescem �rvores.
Pena de Max. Ele tocava t�o bem.
- O que voc� precisa? - Bom saber que voc� � bem-vindo.
Alain. O que foi?
Voc� se lembra de Andre de Beers? Que estava no antigo moinho...
- Ele ainda est� na Inglaterra? - � esse mesmo.
- Ele est� aqui. - Em Bruxelas?
Na minha fazenda. Ele foi abatido na semana passada.
A Gestapo o capturou.
Ele est� em muito mau estado.
- Por que ele veio para voc�? - Somos velhos conhecidos.
Doutor Keldermans est� com ele! Ele n�o sabe nada sobre a Lifeline.
Espere um minuto. Como ele fugiu?
- Talvez ele seja um policial. - Eu confio nele!
- Ele simplesmente fugiu. - Da sede?
Est� fervilhando com a SS. Gestapo. Pol�cia da Luftwaffe...
Se deixam-no ir, ele deve ter alguma raz�o. Livre-se dele.
- Albert est� certo. - Voc� leva perigo a Pascal.
Voc� realmente acha que eu sou t�o est�pido?
A partir de 1941 eu opero o r�dio. E ainda estou vivo. E estou fazendo isso ainda.
Diga que eu sou descuidado.
Eu estou dizendo que eu confio em Andre De Beers.
Voc� acha que eu iria colocar a minha fam�lia em perigo?
Desculpe. O que devemos fazer?
- Ele deve voltar. - N�s vamos encontrar um caminho.
� por isso que eu vim.
Agora eu realmente tenho que voltar para a fazenda.
Alain? Estelle est� escondida com as crian�as?
Ele vai precisar de ajuda. Boas a��es, Albert?
Traga chic�ria para a salada de amanh�.
Ele est� na cama?
Seu amigo n�o est� l�. Eu n�o o vi.
Mas... Ele estava todo quebrado.
Ele viu seu irm�o ser torturado.
Ele estava delirando? Pensei que ele estava desmaiado.
Ser� que ele saiu?
Procurei por a� h� meia hora atr�s.
Ele n�o tem nenhum dinheiro. N�o pode estar longe...
- Quanto foi? - N�o muito. Mas o suficiente.
Eu tenho outros pacientes...
Se ele � forte o suficiente para roubar o dinheiro e desaparecer
ele n�o tem nenhuma necessidade de atendimento de urg�ncia.
Quem quer uma carona para Bruxelas?
Com prazer. Certamente n�o temos nada a fazer aqui.
Eu n�o entendo. Ele n�o tinha outro lugar para ir.
- Mas...? - Alain?
Apenas uma id�ia. Ele estava t�o obcecado por vingan�a... Puro �dio...
Nunca vi isso.
Ser� que voltou para a Gestapo, sozinho?
Quantos dos seus homens foram mandados?
- Quase a metade. E voc�? - A mesma coisa.
Eu tenho uma solu��o para o nosso problema.
N�o s�o necess�rios muitos homens para o monitoramento.
E se n�s assegur�ssemos a vigil�ncia. Sem homens?
Desculpe, n�o entendi.
Muito simples. Com m�quinas.
Com c�meras de televis�o. Com monitores neste edif�cio.
Televis�o?
- Transfer�ncia de imagens? - Certo.
- Inven��o brit�nica. - Errado.
Uma inven��o do engenheiro alem�o Paul Nipkow, em 1854.
Ele pegou uma fotoc�lula e projetou um sistema de digitaliza��o...
- Entre. O que foi? - Obersturmf�hrer Jelinek. Senhor
Que ele venha.
A pol�cia de Anderlecht informou que...
encontraram o corpo de um soldado alem�o. Conrad Tietjen.
Cortaram sua garganta.
Amanh� de manh� �s onze, pegue vinte ref�ns em Boulevard Anspach.
O que voc� acha? Vamos tentar o monitor de TV?
Certamente. Eu n�o conhe�o. Mas eu quero aprender.
Deixe-me ver se eu o compreendi.
Ele n�o estava l� quando voc� voltou.
Fugiu. Eu acho.
Eu acho que ele pegou dinheiro para sair daqui.
N�o era muito dinheiro.
Quando voc� percebeu que ele levou a navalha?
Foi do meu av�. Eu nunca usei.
Tem certeza que De Beers levou com ele?
Ningu�m vai impedi-lo se ele quer vingan�a.
Esta manh�, �s 9:30 ele estava de volta?
Exausto. O casaco sujo de sangue. A navalha estava com ele.
Um soldado foi morto com uma navalha. N�o pode ser coincid�ncia.
Vinte ref�ns � um pre�o alto para vingan�a.
Eu vou busc�-lo eu mesmo.
Vou correr o risco. Ele � meu amigo.
� muito perigoso. Voc� deve cuidar de voc�s.
Ele deve aguardar a sua vez.
Espere um minuto... Voc� est� escondendo alguma coisa.
Vamos. Eu preciso saber.
Eu n�o sei bem... Algo que ele disse...
Acho que ele matou mais alem�es.
Temos que det�-lo.
- H� mais mortes? - N�o que eu saiba.
- Quem est� com ele? - N�o se preocupe. Est� tudo bem.
Eu dei a ele um sossega-le�o. Ele dorme.
Temos que det�-lo.
Fiz tudo o que podia.
Quero dizer. Permanente.
- E ent�o? - Eu n�o penso assim.
Suponha que esteja no seu lugar.
Como voc� se sentiria? O que voc� faria?
Eles bateram nele e seu irm�o morto lentamente...
O que voc� estaria fazendo? Ir para casa e sentar no s�t�o?
Eu n�o posso conden�-lo. Eu n�o posso.
Sim. Voc� precisa.
Eu sempre tenho que fazer o trabalho sujo?
Eu n�o sou um assassino. � pela nossa seguran�a.
Caramba. Homem. Ele j� nos custou 20 ref�ns.
E se existir mais. Vinte novamente.
N�o � o caso. Nem mesmo pelo seu melhor amigo.
Albert. Estou tentando evitar que ele fa�a algo. Se isso falhar...
eu farei o que deve ser feito.
Eu tenho que ir l� fora. Precisamos de mais disso aqui.
Temos que ajud�-lo.
- Albert n�o precisa saber. - O que podemos fazer?
Podemos lev�-lo. Junto com os dois de Antu�rpia.
- Ele � belga. - Ele n�o precisa de treinamento.
Vamos fazer isso juntas. Sem envolvimento de mais ningu�m.
Voc� leva-os a Paris. Eu continuo a partir da�.
Albert ficar� furioso quando souber.
Mais cedo ou mais tarde ele saber�.
Voc� devia estar na cama.
N�o. Obrigado. Dormi o tempo suficiente.
O que foi? Pelotas de cavalos?
- Eu vou sair. Eu tenho coisas para fazer. - N�o desta vez.
Voc� j� fez bastante.
Voc� n�o pode me parar.
Seu idiota. Colocou o ex�rcito alem�o inteiro atr�s de n�s.
O soldado que voc� matou...
Eles pegaram vinte ref�ns. Voc� entendeu?
Vinte pessoas morrem por causa de voc�.
H� mais, n�o �?
Jesus.
Andre. Garoto. Por que n�o esperou?
- N�o entendo voc�. - Ah, n�o �?
Voc� veio para mim. Eu vi como estava.
Eu sei como voc� se sente. Eu me sinto assim.
Eu tamb�m gostaria de me vingar.
Mas esta n�o � a maneira de resolv�-lo. Voc� n�o est� pensando.
Podemos mand�-lo ainda este m�s para a Inglaterra.
Que est�pido.
Voc� disse: N�s podemos mand�-lo...
Eu entendi. Eles querem que voc� me liquide?
Ningu�m o culpa pelo que voc� pensa.
Se eles fizessem algo com Estelle...
Eu sabia que voc� � o �nico que foi para a Inglaterra lutar por n�s.
Voc� era a nossa for�a e nossa honra.
Por causa de voc�, os alem�es aqui desapareceriam um dia.
Por causa de voc�, eu e milhares fazemos isso.
Voc� � a nossa espinha dorsal.
Esta n�o � sua guerra pessoal. Ela � nossa.
E de todas as pessoas que ficaram porque n�o podiam ir.
Voc� nos coloca a todos no local.
Porque voc� quer vingan�a pelo que fizeram com voc�.
Eu acho que � terr�vel o que fizeram.
Mas voc� n�o deve aniquilar todos aqueles que ficaram para lutar.
Eu nunca vou permitir. Andre.
Fa�a o que tem que fazer.
Prometa-me que voc� n�o vai tentar mais nada.
Eu quero sua palavra de honra. Sou seu amigo.
O velho lavrador.
- Alain? - Est� tudo bem.
Andr�. Venha aqui.
Amanh� vou levar dois garotos para Paris.
Dois dias depois, Monique os leva para a fronteira espanhola.
Decidimos lev�-lo junto.
- O que disse Albert? - Ele n�o sabe.
Tudo bem?
Est� resolvido. Obrigado. Eu n�o vou esquecer disso.
- Quanto tempo levaria? - At� primeiro de maio estar� na Inglaterra.
Kessler ainda n�o chegou?
Ele trabalhou at� tarde ontem. Foi chamado a Berlim para uma confer�ncia.
Entendo. Eu gostaria...
Eu ainda tinha que ir no Kommandantur.
- Sente-se. - Obrigado.
Eu queria falar com voc�.
Voc� estar� viajando para Berlim?
Sim, � confer�ncia no Prinz Albrecht Strasse.
Para a minha partida. Eu queria mostrar-lhe algo.
Obrigado.
- Tempo de conspira��o contra o F�hrer. - Falha novamente.
Voc� vai reconhecer os nomes. Suponho.
Oberst Neidlinger. Von Elmendorff...
Por que n�o se juntou quando lhe perguntaram?
- Voc� sabia que isso acontecia? - Eu suspeitava disso.
- Mas voc� n�o fez nada. - Nem voc�.
Voc� devia ter dito sobre von Elmendorf, mas n�o falou.
Eu sei por que voc� n�o fez.
Voc� permaneceu em sil�ncio por lealdade na frente de seus amigos.
Voc� deve ter lealdade para com o seu pa�s.
Ap�s a morte de sua esposa voc� percebeu.
Eu o respeito como um soldado e como um colega.
Portanto, voc� n�o ser� condenado nem executado.
Este dossi�, Major Erwin Brandt, demonstra
a lealdade que eu acho certo e apropriado.
A consulta vai durar alguns dias.
Candidatei-me a licen�a de um m�s e foi concedido.
Pedi ao Burgkommandant nome�-lo como adjunto.
Eu n�o posso lhe dar nenhuma autoridade da Gestapo.
Mas voc� ter� o controle sobre todas unidades anti-resist�ncia.
Tamb�m da minha equipe SS.
E a instala��o de monitoramento de televis�o.
Obrigado.
Entre. Obrigado.
- Vamos tomar uma bebida. - Por favor. Hoje ser� bom.
Gil leva Estelle para Namur na van. Para ela ver a m�e.
Estou de moto. Isso � trabalho �rduo. Eu posso lhe dizer.
Como todo mundo foi embora. Quem cuida de De Beers?
Ele provavelmente n�o fez nada?
N�o. Ele n�o fez nada.
- Me desculpe, eu n�o disse isso antes. - Disse o que?
De Beers partiu h� duas semanas, atrav�s da linha.
Duas semanas atr�s, passou pela linha
e voc� n�o disse nada?
Decidimos juntas. Eu tamb�m ajudei...
N�o quer�amos que Alain tivesse que matar seu melhor amigo.
Alain d� uma volta na rua com Natalie. Agora.
Eles se foram.
Que jogo � este? O que voc� fez?
- O que pensei que eu deveria fazer. - Voc� pensou?
Eu n�o vou importunar. Tra�amos uma linha sob ele aqui,
mas se voc�, Natalie e Alain ou qualquer outra pessoa
tentar fazer algo assim de novo,
eu, pessoalmente, mato atirando. Estou falando s�rio.
Voc� tem a vida de centenas de pessoas para colocar no jogo
e pelo qu�? Por um ser humano. Gesto sentimental.
As pessoas da Lifeline dependem de n�s.
De mim. Para sua seguran�a.
S� pode haver um capit�o no navio.
Isso n�o tem nada a ver com o ego. Orgulho ou protocolo.
� com a sobreviv�ncia.
Que voc� queira correr tal risco e queira ir contra as minhas ordens...
N�o � nem minhas ordens. Elas v�m da linha.
Atrav�s de mim. Aquele que toma as decis�es. S� isso.
Eu confio em voc�. Totalmente. Voc� entende o que isso significa?
Posso confiar em voc� novamente?
Deus sabe que eu te amo.
Mas se voc� amea�ar as pessoas novamente. Eu vou te matar.
Sinto muito. Isso n�o vai acontecer novamente.
Ele est� salvo?
Tanto quanto sabemos, ele cruzou a fronteira espanhola.
N�s n�o sabemos se ele j� est� na Inglaterra.
Ele pode lidar com isso. Ele est� t�o cheio de �dio.
Deus ajude os alem�es.
N�s s� o esper�vamos amanh�.
- Esta sala est� imunda. - N�o est�vamos esperando por voc�.
Esta sala deve estar sempre arrumada.
Est� como um chiqueiro.
Perto do fim da tarde ela deve estar impec�vel.
- Chame o Major Brandt. - Ele est� na sala de controle.
Deixa para l�. Ao trabalho.
- Os custos de desenvolvimento s�o altos. - Precisamos dele.
Certo. Mas o mesmo acontece com a burocracia.
- Ent�o eles montaram um par de �culos. - O prot�tipo � o mais caro...
- Boa tarde, Bradt. Doctor. - Herr Sturmbannf�hrer.
Est�vamos esperarando-o s� amanh�. Sturmbannfuehrer.
N�o havia raz�o para ficar. Weikmann?
- Como est� com o nosso beb�? - Excelente.
- Amanh� vou dar uma demonstra��o. - Excelente.
Talvez eu possa lhe mostrar uma coisa agora. Licen�a.
Podemos mostrar algo hoje?
Como foi em Berlim?
A moral seria maior se o F�hrer retaliasse.
Minha casa n�o est� mais l�. Eu tinha que ficar com o meu irm�o.
Sinto muito.
- Como est� isso aqui? - N�o h� muita altera��o.
Muito movimento de tropas no norte da Fran�a e muitos rumores.
Temos um Coronel americano aviador preso.
Mas ainda n�o conseguimos nada.
Mantenha-me informado. Vamos jantar juntos?
- E o belga? De Beers? - Nada.
- Como foi recebido em Berlim? - Felizmente eu tenho uma boa reputa��o.
S� pode ser apenas amanh�. Temos de continuar a trabalhar esta noite.
Obrigado. At� amanh� ent�o, Weikmann.
- Sim, sim. - Abra Albert!
- Eu fiquei preocupado. - � muito cedo. Ningu�m est� aqui.
- Eu trouxe comigo as coisas. - Vou fazer um caf�..
- Ouviu o r�dio esta manh�? - N�o.
Os canais alem�es est�o silenciosos. Pode ser que algo aconte�a.
- � certamente algo grande. - N�o de novo.
Uma falha no cabo. Verifique a caixa de cabo.
Vamos. Precisamos fazer demonstra��o.
A c�mera que foi tantas vezes desmontada.
Entre.
- Bom dia. Brandt. - Por que o sil�ncio no r�dio?
- O qu�? - N�o h� esta��es alem�s transmitido.
Ser� que significa alguma coisa? Weikmann deve saber.
H� rumores sobre um desembarque na Fran�a.
Se isso fosse verdade. Dever�amos saber.
Vamos. Weikmann est� esperando por n�s.
- Um mensageiro trouxe aqui. - Coloque-o na minha mesa.
A c�mera envia imagens aos diferentes monitores.
Ela abre enormes possibilidades.
Podemos garantir a seguran�a sem sermos notados.
Muito impressionante.
- � f�cil de manusear? - Grinke. Mova a c�mera.
N�o, n�o foi isso o que eu quis dizer.
� dif�cil para a c�mera mover-se para um local diferente?
Este � um est�gio inicial.
N�o estou criticando a tecnologia.
Tenho d�vidas sobre a aplica��o.
A luz n�o � importante?
Este problema pode ser resolvido.
Trata-se de financiamento. Uma grande dota��o � crucial.
Podemos fazer uma c�mera mais compacta. Tal prot�tipo � caro.
Mas pela produ��o em massa, voc� obt�m o que deseja.
Dinheiro.
Prioridades. Major Brandt.
Jacques. Me leva para Bruxelas?
- Quando? - Agora.
- O que quer dizer? - H� algo que devo fazer.
- Sim? - Isso significa corte marcial.
Sim. Voc� me leva? Quer ler o mapa para mim?
Eu tenho escolha?
N�o pode aproximar mais?
Com uma lente diferente. Isso tamb�m vai ser capaz no futuro.
Voc� n�o est� muito entusiasmado.
Eu jogo para o advogado do diabo.
Uma quest�o de prioridade. Mas no tempo certo.
E conhecimento profissional. Temos os melhores engenheiros do mundo.
- Com um pouco de ajuda da R�ssia. - Por qu�? Nipkow era um alem�o.
Mas primeiro houve a iconoscope de Vladimir Zworykin em 1923.
Obrigado. Weikmann.
Agora precisamos mostrar a um p�blico maior e mais influente.
Esse avi�o... � um mosquito Brit�nico.
Um �nico mosquito.
Meu Deus. � um ataque.
- Onde ele est�? - Avenue Louise. Eu acho.
Afaste-se da janela.
Onde voc� est� ferido?
Eu acho que... estou bem.
R�pido.
Ent�o, f�z o suficiente?
Tinham armas.
- Obrigado. Jacques. - O prazer foi meu.
Candide. Sim. Paul. O que foi aquilo?
Sede da Gestapo. Pesadamente bombardeado?
Al�. Paul? Perd�o?
- Ele disse apenas um n�mero e desligou. - O qu�?
- 49-59. - A BBC.
- O r�dio, senhor. - Vamos l� em cima.
Feche a porta.
Voc�s j� sabem?
Tropas desembarcam. Aeronaves pousando atr�s da linha inimiga.
A bateria do litoral alem�o � em grande parte eliminado.
J� havia cabe�as de ponte na praia.
De acordo com as mensagens mais recentes as for�as aliadas avan�aram para o interior.
O ex�rcito � apoiado por onze mil aeronaves.
Sr. Churchill tamb�m disse:
H� esperan�a para uma verdadeira t�tica surpresa.
Esperamos que o inimigo tenha muitas mais surpresas.
Os aliados t�m not�cias do desembarque relatado �s 09:30.
"Sob o comando do General Eisenhower,
for�as navais aliadas come�aram a desembarcar
tropas aliadas na costa norte da Fran�a."
Correspondentes dizem que a Luftwaffe n�o era numerosa.
At� quil�metros para o interior...
n�o h� relato de movimentos de tropas alem�s.
Eu vou para meus homens.
Brandt. Isso � sobre voc�.
� de Berlim. Pri�ncipe Albert Strasse.
"Antes de morrer, durante o interrogat�rio,
Oberst Neidlinger disse que o Major Brandt participava da conspira��o contra o F�hrer."
"Voc� deve tir�-lo de toda responsabilidade e envi�-lo a este endere�o dentro de 48 horas."
Eu realmente sinto muito.
Voc� tem que entender que eu n�o posso mais ajudar.
Se voc� quiser escrever, posso assegurar que sua carta ser� entregue.
Ap�s a leitura do comunicado,
haver� a leitura para os pa�ses ocupados da Europa Ocidental,
em ingl�s, franc�s, holand�s, Flamengo, noruegu�s e dinamarqu�s.
O Ex�rcito de Liberta��o deve ajudar tanto quanto poss�vel.
Eisenhower mandou a resist�ncia seguir as instru��es cuidadosamente
e os outros a permanecerem disciplinados e pacientes
e esperar por eles para lidar com o inimigo.
O rei noruegu�s Haako, o Primeiro-ministro holand�s Gerbrandy
e o primeiro-ministro belga Pierlot pediram aos seus cidad�os
a seguirem as ordens do Alto Comando Aliado.
Eu pensei que n�o... que isso nunca iria chegar a esse ponto.
Ainda assim.
Mas n�o est� acabado ainda.
Mas vamos passar por isso.
- FIM - S�rie 2 - Cap�tulo 13 DIA DA IRA ( Day of Wrath )
Iwanaga, S�vio
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