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O EX�RCITO SECRETO
Aten��o. Aten��o. Decolagem.
S�rie 2 - Cap�tulo 12 - PRISIONEIRO DE GUERRA ( Prisoner of War )
Navegador para piloto. Curso: 289 graus.
Piloto para o navegador. Curso: 289 graus.
Em poucos minutos estaremos no litoral.
E de l� para casa.
Bom Deus. O que foi isso?
Um ca�a noturno. Eu o peguei.
O motor de estibordo est� inoperante.
- Todos est�o bem? - Atirador. Ok.
Operador de r�dio. Tudo bem.
De onde ele veio?
Debaixo de n�s. No radar nada apareceu.
O motor queima a estibordo.
Operador de r�dio. Desconecte-se. Aperte o bot�o.
Operador de r�dio. Feito.
- O fogo se espalha. - Piloto para a tripula��o: Saltar.
Piloto para a tripula��o: P�ra-quedas.
Piloto para a tripula��o: Saltar. Saltar.
Vamos Mike. A coisa toda vai explodir.
- Artilheiro saltou. - Operador de r�dio saltou.
Navegador saltou.
Voc� ter� 525 francos de mim. Correto?
- Est� muito caro. Bertrand. - Est� se tornando cada vez mais dif�cil.
- Os alem�es agora controlam tudo. - Isso � bom.
- Alimento � cada vez mais escasso. - Sem comida, nenhuma guerra.
- At� agora, n�o foi. - Ent�o precisamos de alguma ajuda.
- Eu estou tentando. - Sim. Voc� � um verdadeiro patriota.
Minha taxa de inconveni�ncia que causou a ocupa��o.
- Voc� merece firmemente bom, tamb�m. - Eu fa�o o que posso.
Alguns bons clientes, n�?
Sem perguntas. Eu sei.
- Como voc� justifica o porco? - Arrastado pelo rio.
Uma grande perda nestes tempos dif�ceis.
Parece que foi um grande raid. Os miser�veis.
- Algumas asas ainda s�o crian�as. - N�o. V�timas.
� como nos velhos tempos. Para sitiar a cidade. Matar de fome todos.
Est� com problemas.
- Ele voa sobre sua fazenda. - Ele est� queimando?
Tchau. Estelle.
Obrigado pelo f�gado.
Tchau.
Eu vou manter meus olhos abertos.
- Monsieur Foiret... - Herr Major?
- Um excelente conhaque. - � s� para clientes especiais.
- Posso ter outro? - Sim.
Mais um conhaque especial.
- Este � da casa. - Muito bom.
Voc� � um bom cliente, Herr Major.
Eu ouvi sobre sua perda.
- Essas s�o as fortunas de guerra. - Ainda � dif�cil de suportar.
Obrigado.
Por favor, sente-se.
Desculpe-me. Mas eu tenho trabalho a fazer.
Talvez Monique...
Isso seria muito bom.
- Gostaria de me acompanhar? - Um conhaque?
Obrigado, Sr.
- Voc� est� deslumbrante. - Obrigado. Herr Major.
Faz muito tempo que eu conversei com uma bela mulher
e olhei para ela como solteiro.
- Eu acho que �... - N�o. Isso est� no passado.
Ao futuro.
- Venha aqui, Natalie. - Eu n�o acabei.
Por favor.
- Temos que esquecer o passado. - Mas o presente n�o � t�o bom.
Ent�o n�o vamos nele tamb�m. Pretendemos para o futuro.
O que voc� vai fazer agora? Vai se casar com Monsieur Foiret?
Voc� pode facilmente encontrar algu�m.
Espero que voc� tenha raz�o.
Eu tenho certeza.
- Vamos. Eu vou cantar para voc�. - Algo rom�ntico.
Max. Algo rom�ntico.
- N�o foi ruim. Foi uma boa noite. - Para o bar tamb�m.
Eu gosto disso. Max toca bem para ela.
Albert. Voc� n�o pode deixar...
- Max ficar depois do que ele fez para Fran�ois. - Sil�ncio. N�o aqui.
Ele foi o respons�vel por sua morte. Eu sei que foi.
N�o sabemos nada com certeza ainda.
Ele � um comunista. Por isso, traiu Fran�ois.
Sente-se.
Ele n�o � culpado da morte, porque � um comunista.
- Eu sei que �. - Intui��o?
- Victor disse isso tamb�m. - Vamos descobrir ent�o, hein.
Inspetor Delon. Por favor.
Paul? Aqui � Albert Foiret.
O pianista que voc� me enviou. Tocaria para pessoas estranhas.
Vermelho. Eu entendo.
Voc� pode descobrir?
A �rea de Lille. E Paul, o mais r�pido poss�vel.
E nesse meio tempo?
� um grande falsificador Precisamos dele.
- Ele pode nos trair. - Temos que arriscar.
Eu n�o posso trabalhar com ele.
Eu sei disso.
Se voc� n�o quer que os alem�es encontrem o p�ra-quedas de manh�,
voc�s t�m que me ajudar a pegar.
N�o tenha medo. Eu sou amigo.
Boa noite.
Eu vi o fogo. Foi o avi�o?
Pode ser.
- Como eu sei que voc� � confi�vel? - E vice-versa.
Voc� pode ser um alem�o que est� disfar�ado.
- Minhas placas de identidade. - Podem ser copiadas.
Como posso convenc�-lo?
- Eu vou correr o risco. Ajude-me. - Espere um pouco.
Meu navegador, Sargento Rogers.
Quer�amos apenas descer.
Como voc� sabia que est�vamos aqui?
A fuma�a do cigarro. Eu pude sentir o cheiro longe Isso foi est�pido.
- Voc� sabe se h� outros aqui? - Eu n�o tenho id�ia.
Boa noite. Herr Major.
- Monique. Venha comigo para casa. - Boa noite.
Eu nunca pensei que ele faria isso.
- Onde est� Max? - Foi para a cama. Eu acho.
Major Brandt � realmente fan�tico. Quase como Kessler.
Como?
Ele odeia os folhetos de terror. Como ele os chama.
Os organizadores de fuga s�o seus inimigos pessoais.
A rea��o � morte de sua mulher.
� noite, n�o parecia lamentar muito. Voc� n�o pensaria que ele j� foi casado.
Ele precisa. De um ouvido, da companhia de uma mulher.
Sua esposa est� morta j� um tempo agora.
Eu tenho que incentiv�-lo?
Seria um amigo �til.
Talvez eu devesse ser sua amante.
N�o. Seria um contato �til. Para a rota de fuga.
Eu sou a mulher que quer casar com voc�,
e sugere que eu comece um caso com ele.
Brandt tem poder e pode ser �til cultivar a sua amizade.
Cultivar? Voc� se parece com um pol�tico.
Ele pode nos ajudar a manter a rota.
Tudo pela rota. Primeiro colabora��o e agora para eu.
Eu n�o sou um colaborador.
Espero que voc� possa convencer todos eles depois da guerra.
- Os dois? Aqui? - Sob a palha.
Por que voc� trouxe? Deveria cuidar deles at� que eu arranje a rota de fuga.
- Mas agora eu tenho um alem�o em casa. - Um alem�o?
- Minha filha o encontrou. - Ela vai passar um tempo com ele?
� um piloto alem�o gravemente ferido.
- Voc� j� relatou? - Com esses dois brit�nicos?
Quem tinha que ir primeiro. Certo. Como aconteceu?
A caminho de casa eu vi dois brit�nicos. Eles tinham saltado.
- Bom dia, Bertrand. - As crian�as foram para a escola?
Caf�?
Consegui convenc�-los que eu n�o era colaborador.
- Brit�nicos? - E depois?
Eles dormiram na antiga adega.
E o alem�o?
A pequena Cosette encontrou um piloto gravemente ferido.
Eu queria mat�-lo no local, mas voc� sabe como s�o as mulheres.
Um homem ferido � um homem ferido.
- Voc� tinha homens da RAF no por�o. - Ele caiu no ch�o da cozinha e desmaiou.
Agora ele est� no quarto de h�spedes,
os brit�nicos est�o na carro�a.
- Voc� os trouxe aqui? - O que eu podia fazer?
Preciso pensar em Estelle e crian�as.
N�o. Ele est� certo.
Traga-os para dentro. Eu cuido deles enquanto Alain arranja tudo.
O que eu fa�o?
Traga-os.
Venham.
- Estes s�o amigos. - Voc�s trocam roupas diferentes.
- Eles j� comeram? - Sim.
Vamos.
Venham.
- Sinto muito. Alain. - N�o. Voc� n�o tinha escolha.
- E esse alem�o? - N�o fa�a nada ainda.
N�o, com os dois aqui.
- E se ele morrer? - Ent�o n�s o enterramos.
Ele tinha isso aqui. Parece uma condecora��o importante.
O piloto brit�nico deve saber o que �.
N�o fa�a nada at� eu avisar.
Voc� foi descoberto na fronteira francesa com um radiotelegrafista brit�nico.
E voc� tinha documentos falsos. Falsifica��es ruins.
Eu n�o conhecia o homem. Ele se juntou a mim durante a viagem.
- Como eu saberia que ele era um inimigo? - Voc� relatou isso?
E tamb�m que viajava com documentos falsos?
- Eu posso explicar. - Voc� vai ter a possibilidade de explicar.
Quer voc� goste ou n�o.
Recebi sua mensagem. Um momento.
Esse homem � um piloto brit�nico preso na fronteira francesa.
Ele trabalha, sem d�vida, para uma rota de fuga.
N�s em breve conheceremos mais deles.
Mas voc� queria me ver com urg�ncia?
Capit�o Braun foi baleado na minha �rea.
Um dos nossos principais pilotos. 55 aeronaves abatidas.
Recentemente condecorado pelo pr�prio F�hrer.
Ele controlava um avi�o com o novo equipamento.
Ele pode ter desembarcado na Fran�a?
Em um aeroporto diferente? Ter�amos ouvido.
- Ele caiu ou pulou. - Eu aviso minhas unidades.
A Luftwaffe e o Ex�rcito est�o cientes
de sua descri��o j� passada para a pol�cia.
- A pol�cia nem sempre � confi�vel. - Somente n�s � que somos.
O que � isso para voc�?
Essa � uma das suas maiores honras.
- � um �s. - Ele � conhecido?
Os alem�es sempre d�o muita publicidade a seus her�is.
E agora ele est� abatido...
Ent�o eles devem estar cuidando dele.
- Bertrand est� de volta. - E agora?
Eu descobri o avi�o alem�o.
Na �rea de p�ntano na minha terra. � dif�cil de ver.
D� para ver da estrada?
- Voc� chegou perto? - Dois mortos dentro.
O navegador e atirador. Como o avi�o se parece?
Parece como qualquer outra aeronave.
- A arma parece estranha. - Por qu�?
Ele tem duas metralhadoras.
No meio e est�o voltadas para cima.
Por isso ele bateu-nos.
Voc� pode nos mostrar?
� muito importante.
Se voc� for pego. � cativeiro...
e tortura e fuzilamento para n�s.
Vamos l� ent�o.
Os brit�nicos v�o sair daqui.
Leve as crian�as para tia Marie at� que tudo acabe.
Jacques Lamboit foi preso ontem � noite pela Gestapo.
Os outros est�o se escondendo.
Logo, seremos todos convidados pela Gestapo.
Mas com amigos como Brandt e Kessler, � seguro.
Enquanto eles vierem aqui, eu tenho os meus inimigos sob vigil�ncia.
O que eu fa�o com os ingleses? Eu tenho uma esposa e filhos para cuidar.
- Traga-os aqui. - Eles ainda n�o foram verificados.
- Lecay, ent�o? - Ele n�o quer cuidar deles.
Ele n�o quer? Por que?
Ele tem suas raz�es.
Max. Deixe os pap�is prontos para os brit�nicos. O mais r�pido poss�vel.
Outra obra de arte para criar.
- O que h� de errado com Lecau? - H� um alem�o com ele.
- Por que voc� n�o disse antes? - Com Max a�, depois de Fran�ois?
N�o h� nenhuma prova.
Conte-nos sobre o alem�o.
Ainda n�o h� vest�gio do avi�o de Braun.
- Ele deve ter sido fuzilado. - Por um homem-bomba?
H� alguns Lancasters derrubados.
E as tripula��es?
Doze est�o presos. Tr�s mortos. Seis ainda desaparecidos.
- Isso n�o � t�o ruim. - N�o bom o suficiente.
Alguns j� conseguiram se esconder.
Destrua a fuga rodovi�ria, ningu�m pode escapar.
Eles existem h� anos. Est�o endurecidos.
Derrotismo.
Eventualmente, o F�hrer tem sucesso e, nenhum sacrif�cio era grande demais.
Brandt. A morte de sua esposa foi um duro golpe.
Mas n�s devemos prender asas do terror.
Vou fazer tudo ao nosso alcance para isso.
Tudo.
Ent�o estamos de acordo. Herr Major.
� um dos seus �ltimos ca�as noturnos.
- Nada a fazer. - N�s n�o podemos fazer nada daqui.
Podemos for�ar o piloto a falar.
Eles est�o procurando por ele. Ele j� � um grande risco para a Bertrand.
- O quanto ele est� ferido? - Eu n�o sei.
Ele tem les�es na cabe�a e nas pernas.
N�o pode haver nenhum m�dico?
- Bertrand iria apresentar-lhe. - Para ser interrogado?
Ningu�m sabe nada dele.
- Eu posso tentar fazer isso. - Todos n�s devemos ser mortos?
Sabemos que o seu novo ca�a noturno tem algo de especial.
Quanto mais aprendermos sobre o assunto, � melhor.
N�o, sem interrogat�rio por um brit�nico na fazenda de Bertrand.
� como assinar senten�a de morte de Bertrand.
Podemos contatar Londres antes de deix�-lo?
Pelo amor de Deus.
Bertrand pode escond�-los?
- No por�o. Onde estavam os dois. - E sua filha?
N�o. Ela n�o vai falar.
- O artilheiro falou. - Sem coer��o?
Ele estava em choque.
Ele teve seu tornozelo quebrado quando desembarcou.
N�s o interrogamos antes de receber atendimento m�dico.
Seu avi�o foi baleado por um ca�a.
Mas quando o ca�ador caiu. Ele disparou uma salva.
- Ele tem quase certeza que atingiu. - Capit�o Braun e seu ca�a?
Possivelmente.
Ent�o ele pode estar perto de onde o bombardeiro caiu.
A n�o ser que ele saltou. Mas onde est� o resto?
Voc� acha que ele caiu?
Sim.
Dei ordens para fazer a varredura no local.
Podemos?
- Entre. - Bem-vindo.
Leve-os para cima.
- Um alem�o na Lifeline? - Eles querem interrogar sobre a aeronave.
- Mais informa��es sobre o avi�o. - Este n�o � um servi�o de espionagem.
Londres pede o imposs�vel. Este � um pa�s ocupado.
Eles precisam disso, mas fa�am sozinhos.
Uma vez que os alem�es encontrem o avi�o. Eles v�o remover.
- Precisam pegar esse piloto propriamente dito. - E nesse meio tempo?
- Traga-o aqui. - Nesta casa? Onde?
A esses dois brit�nicos. A Gestapo j� revistou esta casa.
- Eles n�o olharam s�rio. - Eles sempre olham seriamente.
Ele est� certo.
Fazemos isso h� anos. Agora � apenas um pouco diferente.
Tudo bem.
Avise Londres que n�s os mantemos aqui.
E os dados sobre o avi�o?
- Max pode fazer isso. - Eu?
Voc� disse que pode desenhar um avi�o
- Mas eu n�o sei onde ele est�. - Eu sei.
Para a frente.
Voc� procure por l�.
Essa foi por pouco, eu fugi dos alem�es.
- O que aconteceu com Max? - Ele pode ter sido pego.
- De repente, havia alem�es em todos os lugares. - Max vai ficar bem.
Vamos lev�-lo para cima.
Al�? Quem? Albert.
Inspetor Delon.
Eles encontraram o avi�o. Bertrand e sua filha foram presos.
Paul? � Albert. Sim, Paul. Eu ouvi.
Meu Deus. E sobre o outro assunto?
Avise-me imediatamente, hein.
- Por que n�o informou sobre o avi�o? - Eu n�o sabia.
Uma queda de avi�o a um quil�metro da casa e voc� n�o percebe coisa alguma?
- Ele provavelmente n�o estava em casa. - Eu nunca saio ap�s o toque de recolher.
- Nunca? - Mesmo se voc� ouvir um estrondo?
Eu s� ouvi os avi�es sobrevoando.
- Mas n�o aquele que caiu? - Apenas os bombardeiros.
Eu pensei que eles voltavam de um raid.
- Por que voc� acha isso? - A dire��o.
Eles poderiam estar voando para a Inglaterra.
Mas voc� pensou que eram bombardeiros brit�nicos retornando.
Talvez voc� sabia disso e queria ajudar os pilotos.
- E voc� estava � procura. - Por que deveria?
Por qu�? Por qu�? Eu vou te dizer. Monsieur.
Porque trabalha para uma rota de fuga. Voc� ajuda os pilotos a se esconder.
N�o. Monsieur.
Eu sou agricultor e cuido da minha vida.
A guerra n�o me preocupa. Eu cuido dos meus animais e da colheita.
- Voc� e sua filha? - N�s tratamos apenas sobre a fazenda.
Eu s� estou tentando ganhar a vida. Eu vendo para a Wehrmacht.
Voc� n�o tem outra escolha. Al�m disso, para o mercado negro.
Esse avi�o estava perto de sua casa e voc� n�o viu que algo estava errado.
- Onde? - Onde ele estava.
Eu n�o sei onde ele estava.
Os soldados prenderam-nos. Eles n�o disseram onde estava.
E voc� n�o tinha id�ia?
Embora voc� s� tenha uma pequena fazenda.
Eu n�o ando todos os dias sobre todo o terreno. Parte dele � in�til.
� zona de mangue. � muito caro fazer drenagem.
Bom.
Leve-o daqui.
- O que vai acontecer com a gente? - Isso depende.
- Minhas vacas t�m de ser ordenhadas. - Se voc� est� dizendo a verdade.
Se n�o, ele n�o precisa se preocupar mais com o gado.
Eu examinei o alem�o. O ferimento na cabe�a n�o parece grave.
Eu n�o acho que algo esteja quebrado. Mas sem chapas...
- Temos que correr esse risco. - Ele perdeu muito sangue.
Engessei a perna. Se n�o inflamar, ele vai ficar melhor em breve.
N�o muito r�pido. Espero.
Ele ficar� algumas horas se sentindo sonolento. Mas ent�o...
- Ele tem que ir rapidamente. - � um rapaz forte.
Voc� vai ter suas m�os cheias. Se houver algum problema. Ligue.
- Obrigado. Pascal. - Adeus, Albert.
Meu Deus...
Como me envolvi nisso?
Se Lecau falar...
Eles n�o encontraram nada de suspeito.
Mas e se eles o fizeram.
Ainda n�o h� not�cias de Max.
Droga.
O avi�o f�z um pouso de emerg�ncia.
Como voc� sabe disso?
Voc� pode ver a posi��o das v�lvulas.
- Mas a tripula��o est� morta. - O navegador foi ferido...
e o atirador j� estava morto quando eles desembarcaram.
Onde est� o Capit�o Hauptmann Braun, ent�o?
Ele n�o estava no avi�o e n�o apareceu.
Ou ele est� em algum lugar. Seriamente ferido ou at� mesmo morto.
Ou a resist�ncia o encontrou.
Por favor.
- Poderia ser melhor. Mas eu tive que sair. - Voc� teve sorte.
Lecau foi preso. Ser� que ele falou?
- Ser� que ainda estar�amos aqui? - N�o. Provavelmente n�o.
Max. N�s pensamos que voc� tinha sido preso.
Eu vim de bicicleta.
- Como voc� conseguiu isso? - Encontrei.
Ele n�o est� na porta?
N�o se esque�a de pagar.
Albert. Not�cias de Londres.
Solte o alem�o daqui a doze dias no sul de Carteret.
Carteret?
Como � que vamos conseguir levar...
um jovem inteligente alem�o de Bruxelas para Cherbourg?
Voc� pode lev�-lo at� a fronteira francesa?
- Onde? - Em algum lugar, nas Ardenas.
- Com a minha van. - Eu posso ter sucesso. E depois?
Tenho amigos que podem lev�-lo ainda mais.
Maquis?
Vou ver o que posso fazer.
- Lecau foi interrogado. - Sua fazenda vasculhada?
Nada indica que ele esteja envolvido em atividades subversivas.
Ele n�o est� envolvido na rede, mas n�s estamos investigando outras fazendas.
Boa noite. Herr Major.
Meus amigos podem levar o alem�o para o ponto de encontro.
- Em troca de apenas um favor. - Quanto custa?
Sem dinheiro. Armas.
O barco tem explosivos, muni��es e fuzis autom�ticos.
Vou ver o que podemos fazer. Mandarei Alain entrar em contato com Londres.
Ent�o rapido. Demora alguns dias lev�-lo para Fran�a.
A prop�sito, eu vi o Inspetor Delon l�.
- Ele estava procurando um amigo meu. - Ah, �?
Armas para seus amigos comunistas.
Albert. Voc� sabe tudo definitivamente de Max?
Victor est� certo e o inspetor Delon faz investiga��es em Lille.
- O que voc� est� fazendo? - Por enquanto nada.
Mademoiselle. Monsieur. Sua mesa est� pronta.
- Um pernod, Mademoiselle. - Claro.
- E o que bebe Max? - Cerveja.
Uma cerveja para Max, ent�o.
Uma garrafa de beaujolais?
- Por que n�o est� no restaurante? - Para entreter Brandt?
- Ele pode esperar. - Existem mais clientes.
Certo. Sim. Precisamos ganhar dinheiro.
- Uma cerveja para voc�, Max. - Obrigado.
Onde est� Mademoiselle Monique?
Ela provavelmente vir� mais tarde.
- Natalie. - Genevieve.
Londres vai suprir Max e seus amigos.
- Ent�o, n�s perdemos o alem�o. - E Jones e Rogers?
- Voc� os leva a Senlis. - Quando eu saio?
T�o logo esse alem�o desapare�a. Amanh�. Eu espero. Max faz os pap�is.
- Voc� n�o vai tomar medidas contra Max? - N�o at� que eu esteja absolutamente certo.
- � um assassino. - Volte para o bar agora. Falamos mais tarde.
O que voc� est� fazendo aqui?
- Voc� tinha que ficar em seu quarto. - O alem�o est� complicando.
Eu n�o posso segur�-lo com a perna de uma cadeira.
- O que voc� quer? - Voc� tem uma arma?
- Ele est� saindo em breve. - Com uma arma vou control�-lo.
Mas n�o carregado.
Esconda-se.
Monsieur Foiret. Eu estava procurando a Monique.
Ela se veste e descer� rapidamente.
Eu estava prestes a terminar alguns neg�cios.
Espero que tudo esteja a seu gosto.
- Quem era? - O chefe da Luftwaffepolizei.
Volte para o seu quarto e fique l�.
Desculpe.
- Herr Major... - Obrigado, Mademoiselle.
Quando pega o nosso piloto?
E Londres com os pedidos?
- Quando � que ele vai embora? - Amanh�.
Posso usar o telefone em seu escrit�rio.
Voc� leva os garotos longe amanh�.
- Vou tentar fechar mais cedo. - Ele bebe muito esta noite.
Bom te ver novamente.
- Tente livrar-se dele. - Eu vou junto com ele?
- Venha sentar-se comigo. - Rapidamente. Eu tenho que cantar.
Voc� sumiu.
Est� resolvido. O resto vamos discutir mais tarde.
D� uma pitada de isso.
Todos eles se foram?
Nathalie leva Jones e Rogers a Senlis.
Max e Alain levam o alem�o para longe.
- Deixei os quartos limpos. - Vou verificar mais tarde.
Caf�?
Inspetor Delon. Entre.
- Paul. - Albert.
Inspetor.
Not�cia?
Voc� est� certo. Max � um membro de uma c�lula comunista.
E Fran�ois?
Nenhuma d�vida sobre isso?
Nenhuma.
Por qu�?
Fran�ois n�o era o �nico em sua lista. Voc� � o seguinte.
- Meu Deus. - Voc� n�o pode saber com certeza.
Um homem nos ajuda na nossa investiga��o.
Max iria assumir a rota e o Candide.
Ele � um bastardo frio.
Paul, Max e seus amigos fazem uma entrega a um barco brit�nico.
Perto Carteret.
Eu n�o me importaria se eles morrerem. Voc� pode arranjar isso?
Acho que sim. Temos bons contatos com a pol�cia de l�.
Voc� � um homem cruel. Albert.
N�o. N�o sou.
A viagem correu bem. Eles fizeram o que lhes foi dito e ficaram em sil�ncio.
- Como est�o Madeleine e Sophie? - Muito bem. Mandaram sauda��es.
O piloto alem�o chegou bem em Londres.
- Correu tudo bem? - Perfeito.
Acabei de falar com o inspetor Delon.
Os alem�es esperavam Max e seus amigos...
quando eles chegaram com suas armas.
- Max? - Morto na emboscada.
Ningu�m est� a salvo.
- FIM - S�rie 2 - Cap�tulo 12 PRISIONEIRO DE GUERRA ( Prisoner of War )
Iwanaga, S�vio
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