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Original subtitles

O EX�RCITO SECRETO

S�rie 2 - Cap�tulo 11 - UMA QUEST�O DE VIDA OU MORTE ( A Matter of Life and Death )

Voc� iria manter a vig�lia.

Alguma coisa?

- Um nabo. � isso? - O que voc� acha? Torta de carne?

A equipe que retorna tem direito a ovos e bacon.

� o que acontecer� quando chegarmos em casa.

- Conseguiremos? - Por que n�o? Coma seu caf� da manh�.

- Voc� acha que os outros sa�ram? - S� porque houve um pouco de barulho...

Era mais do que ru�do. Eles atiraram e explodiu.

� noite, sempre parece pior.

- Voc� viu algu�m? - N�o. Ningu�m.

- S� o trem de carv�o. - Isso me manteve acordado.

O sol est� chegando em breve.

� um belo dia para escapar.

O que faremos?

Verificamos onde estamos e encontramos algu�m que possa nos ajudar.

- Onde est� Max? Ele n�o est� em seu quarto. - N�o fa�o id�ia.

A campainha tocou.

Deve ter sido para ele. Ele saiu.

Eu gostaria que ele dissesse alguma coisa.

� um menino grande. E n�o �.

� a rota de fuga.

Como entro em contato com ele?

Que horas s�o?

Quinze para as sete.

Era quase quatro horas quando ele saiu.

Eu quero falar com Max quando ele voltar.

Equipamento de fuga.

Ser� que isso funciona?

- Voc� sabe onde estamos? - Sim. Aqui.

- Onde � aqui? - Este � o Sambre.

N�s est�vamos procurando Charleroi quando tivemos que saltar.

� a�. Eu acho que n�s desembarcamos aqui em algum lugar.

Sempre saltar com o seu navegador.

A fronteira francesa est� a 30 km a partir daqui.

Buscamos o rio. Isso � cerca de seis quil�metros a oeste daqui.

Passamos por uma aldeia e chegamos em Marchienne no Rio.

- De l� para a Fran�a e para casa. - Se tivermos sorte.

Dois comprimidos de Horlick. Tenha cuidado com isso.

N�s estamos absolutamente magros.

- Tente isso. - Devemos retirar estes?

N�o. Temos de provar quem somos.

Como estou?

Como se tivesse acabado de nascer.

Quando virmos algu�m que pare�a de confian�a. Fazemos um apelo para ele.

Aqui vamos n�s.

Quem? Passe a liga��o.

Bom dia. Herr Standartenf�hrer.

N�o. N�o recebemos nenhum relat�rio. Um Lancaster?

A tripula��o saltou.

Onde exatamente? Pr�ximo a Charleroi?

O piloto foi preso?

Uma busca maci�a? Voc� tem a minha total coopera��o.

E esse?

- Ele � o primeiro a passar sozinho. - Ser� que voc� confia nele?

Alem�es. Apenas o que precis�vamos.

Plano B. Estamos � procura de uma aldeia e um padre.

� mais seguro.

A SS organiza uma busca da tripula��o de um Lancaster.

Eles mataram um homem das SS que vigiava uma ponte.

- Onde? - Em Charleroi.

E a ferrovia foi sabotada.

- Ent�o ele foi morto por sabotadores. - N�o. Por pilotos.

Geralmente n�o explodem ferrovias.

Eu invejo o seu desejo de ser justo. Mas eu n�o tenho tempo.

Belgas confi�veis viram a sentinela

parando dois pilotos e um terceiro

se aproximou dele por tr�s e o matou.

Ent�o foram os brit�nicos.

Tr�s ataques � p�tria na �ltima noite.

Em Bremen, Hamburgo e Leipzig.

No caminho de volta de Leipzig eles voaram sobre isso.

Os comunistas controlam essa regi�o.

Acontecem muitas a��es de sabotagem e assassinatos de nossos soldados.

Ser� que os comunistas ajudariam os brit�nicos?

- Eles estavam de uniforme e em fuga. - Sim, mas eles precisam de ajuda.

- Voc� acha que eles encontraram? - Sim. Um passageiro foi capturado.

H� um brit�nico preso. Ele pode ser interrogado.

Voc� veio.

Voc� pediu para vir. E explode a ferrovia.

- � por isso que eu preciso de voc�. - Parecia urgente.

- A situa��o aqui est� piorando. - A SS interroga nas ruas.

A SS fica furiosa quando ouve a palavra comunista.

Eles procuram nas ruas e casas.

Precisamos de documentos.

Dois caras vieram com a sabotagem.

Estes s�o os dados. Idade. Altura. Cor do cabelo.

E algumas fotos.

- RAF. Quando voc�s pegaram? - Na noite passada. Eles saltaram.

Um guarda parou eles ent�o eles tiveram que mat�-lo.

- Em seguida, eles fugiram. - Ent�o vou lev�-los?

Aquele que matou a sentinela quer ficar com a gente.

Um atirador. Qualquer pessoa com conhecimento de armas � bem-vinda.

- Este aqui? - Mike Harvey. Ele odeia alem�es.

- E este... Paul Mitchell? - Eles s�o amigos. N�o se separam.

Precisamos de homens.

- Como faz�-lo com seu plano? - Candide?

- Fica mais f�cil a cada dia. - O que voc� tem obtido?

O restaurante � financiado por Londres

e altos oficiais alem�es s�o recebidos.

� chique e caro e Albert � ganancioso.

E pessoas gananciosas s�o vulner�veis.

Precisamos de uma base em Bruxelas.

Ent�o voc� tem sua pr�pria c�lula.

Sim. Isso � verdade.

Ele est� voltando.

Quer algo. Meu filho?

Posso ajud�-lo?

Sim padre. Voc� pode fazer algo por n�s.

Somos da RAF.

Eu vejo isso.

Eu apenas dei a minha palavra de que n�o v�o se esconder aqui.

Voc�s t�m que sair. Agora.

- Voc� n�o vai nos ajudar? - N�o.

Como posso, depois do que voc� fez?

Voc� matou a sentinela da SS.

Eles te viram.

As pessoas da minha aldeia viram acontecer, n�o s� os alem�es.

N�o. N�s n�o matamos ningu�m.

Voc�s saltaram ontem � noite.

Esta manh� uma sentinela o interpelou

e voc� matou-o.

Um brit�nico foi preso e um segundo fugiu.

N�s n�o encontramos com ningu�m. Viemos para voc�.

Eles procuram na aldeia.

- N�s pedimos ajuda. - Eu n�o posso fazer nada.

Se os encontrarem aqui eles queimam toda a aldeia.

Voc�s n�o podem se esconder aqui. T�m que sair.

Bom.

Vou orar por voc�s. Mas se forem pegos...

voc� n�o falaram com ningu�m aqui.

- Monique! - Aqui.

- Eu tenho um presente para Max. - Ele n�o est� aqui.

Monique, Fran�ois tem uma semana de folga e esper�vamos...

Sim, sim. Eu vou ficar bem.

Antes de sair. Todas as crian�as se foram?

N�o. Um ainda est� em Senlis. A linha para Paris.

- Bombardeado? - Explodido pelos comunistas.

Explodido. Recuperado. Explodido...

Fran�ois. Max est� aqui.

Max. Eu quero lhe falar.

- Onde voc� estava esta manh�? - Eu tenho mais clientes.

Quem?

Lembre-se. Eu quero falar com voc�.

Eu tenho algo para voc�.

Autoriza��es de viagem em branco e cart�es de identidade.

E isso. O selo de Feldkommandantur em Ghent.

- Como voc� conseguiu isso? - De um amigo.

- No Kommandantur? - Ele conhece algu�m l�.

- E este? - Mesmo amigo.

- � amigo estudante? - Max ... Coisas assim n�o se pergunta.

Um selo verdadeiro vale ouro.

- Ele n�o vai ter outra chance. - Voc� tem que incentiv�-lo.

Vamos, Fran�ois.

Obrigado, Fran�ois.

Tenha um bom dia. Ambos.

Voc� era um prisioneiro e matou um sentinela.

Ent�o, voc� n�o pode pedir a Conven��o de Genebra.

Seus soldados me bateram.

O fato de que voc� est� vivo. Prova que mostraram compaix�o.

Mais do que para as mulheres e crian�as de Leipzig.

Bombardeamos f�bricas em Leipizig.

Foi um ataque terrorista contra pessoas inocentes.

Ent�o, voc� estava l� em Leipzig?

Qual era o seu objetivo?

- As f�bricas. - Apenas casas foram bombardeadas.

- Destru�mos f�bricas. - E sentinelas mortos.

- Ent�o voc� matou o guarda? - N�o!

- Voc� s� ouviu sobre isso? - Sim. De seus soldados.

Eu tenho que perguntar isso. Voc� foi capturados novamente...

- N�o � verdade. - �.

Voc� era um prisioneiro. Voc� matou o guarda e fugiu.

Voc� est� sem prote��o at� que voc� fale a verdade.

Rennert. Leve este homem para a sala de interrogat�rio.

Ele � um prisioneiro da Luftwaffe.

Da Gestapo. Ele matou um homem das SS.

Ent�o eu saio do caso.

- Eu prefiro que voc� fique. - S�rio?

Ent�o voc� deve responder as minhas perguntas.

Voc� estava em fuga e procurou ajuda?

Como voc� encontrou ajuda?

Mesa seis quer mais conhaque. O que comemoram?

retirada de Crac�via.

- Mas eles perdem na R�ssia. - �.

O que comemorar?

Eles pensam que est�o seguros em Bruxelas.

O que � isso?

Alem�es.

Um cabo e oito soldados.

Vamos. Devemos ir.

- Voc� cheira isso? - O qu�?

P�o fresco.

Isto � uma padaria.

Estamos indo para o rio. Lembre disso.

Minha mente est� no est�mago.

- Voc� n�o est� com fome? - Estou morrendo de fome.

Est� aberto.

N�s n�o podemos roubar? Ou pedir emprestado.

Vamos dar uma olhada.

- Vamos parar por aqui? - E desistir?

Est�vamos passando. Perguntamos se podemos comprar p�o?

Apesar do toque de recolher?

Voc� n�o pode ir a nenhum lugar.

Voc�s s�o Ingl�ses?

- Para onde v�o? - Para o rio.

Os alem�es est�o procurando voc�s em toda parte.

Eles pensam que matamos um sentinela.

Feche a porta.

- Voc�s fizeram isso? - N�o.

Venham.

Um dos seus amigos est� preso.

A Gestapo em Bruxelas.

Dois outros foram salvos pela resist�ncia em Thuin.

- Voc� sabe quem? - N�o.

- Vou pegar alguma coisa para voc�s comerem. - Obrigado.

- Doideira, hein? - E ent�o?

A igreja nos mostra a porta.

Aqui n�s ir�amos roubar e ele nos puxa para dentro.

Herv�.

- � o nome dele? - �, esse � o meu nome. Victor Herve.

- Qual � o seu nome? - Joe Walden.

Sente-se Joe.

- Quem � esse? - Meu ajudante. Pierre.

Ele n�o vai incomod�-lo.

Quando foi a �ltima vez que comeram?

Segunda-feira, na miss�o.

Vou tentar ajud�-los.

Mas primeiro eu preciso fazer algumas perguntas.

O que aconteceu?

- Volt�vamos de Leipzig. - Sim. Ouvi no BBC.

- Onde o seu avi�o caiu? - Perto Charleroi.

Um Brit�nico matou um sentinela?

Sim. Um homem da SS. Por isso, eles est�o � procura de todos voc�s.

Eles encontraram um monte de outras coisas:

Seis dep�sitos de armas e seis l�deres dos comunistas.

Eles t�m espancado at� a morte nas ruas.

Voc� n�o � muito popular.

Voc� n�o pode nos ajudar?

Eu n�o posso prometer nada. Mas eu vou fazer o meu melhor.

Mas primeiro voc�s t�m que tirar seus uniformes.

Quem teria matado esse Sentinela? Um de n�s?

Mike Harvey faria uma coisa dessas, se fosse desafiado.

Usem estas roupas.

- H� fotos no forro. - Eu sei disso.

Pierre. Cuide disso.

O que acontece agora?

Eu vou para a SS.

N�o. Aqui est�o seguros.

Eu preciso a noite cozinhar p�o para a SS e entregar todas as manh�s.

Este � um pa�s ocupado, e algumas coisas s� voc� deve faz�-lo.

Voc�s parecem cansados. No andar de cima tem um quarto.

Pierre mostra.

Enquanto voc�s dormem. Eu vou ver o que posso fazer.

Bom dia. Albert.

Alain tem not�cias de Charleroi.

Um piloto escapou para a Fran�a. Foi encontrado por n�s mesmo em Reims.

Os outros dois est�o com Victor Herv� em Marchienne.

- S�o apenas tr�s. - Algu�m poderia ter morrido.

- Ent�o, existe algum faltando? - Sim.

Mas... Fran�ois talvez o encontre quando vier de Marchienne.

Ele foi sozinho?

Eu queria que voc� tivesse me dito.

Estes estavam em seus uniformes.

O navegador e artilheiro.

Tenente Thomas Miller?

Sargento Joseph Walden. Artilheiro?

D�-me o n�mero do seu esquadr�o e diga sobre si mesmo.

Para confirmar com Londres que voc� � quem voc� diz.

Qualquer um pode pegar um uniforme e costurar uma foto.

- N�s falamos como os alem�es? - N�o.

Mas � Londres, que vai aceit�-lo, n�o eu.

- Um j� foi aceito. - O nosso Capit�o?

N�o. Este foi captado na Fran�a. Seu bombardeiro.

- Eddie! Ele conseguiu! - Ele est� a caminho de casa.

- Vai estar esperando por n�s com uma cerveja. - Se voc� cooperar.

Voc� decide.

Bom. Somos do Esquadr�o 103.

Voamos de Elsham Wolds.

Bom. E agora algo que o alem�o n�o pode saber.

Aquela garota na bagun�a. Nenhum alem�o sabe como cham�-la.

- "Bunny", coelho. - Ela tem dentes de coelho.

Eu n�o vou mencionar isso.

Voc� cuida deles enquanto eu verifico isso?

- Voc� tem que lev�-los. - Eles n�o t�m documentos ainda.

Bom. Eles t�m acima um quarto.

- H� mais algum? - Dois em Thuin.

- Posso falar com eles? - N�o.

Os comunistas n�o cooperam conosco.

- Por que n�o? - Eu n�o sei o porqu�.

Mas eu sei por que a SS busca todas as casas e

e por que voc� n�o pode levar aqueles dois.

H� um homem das SS morto por um Brit�nico.

N�o por n�s.

- Por que voc� diz isso agora? - Eu estava muito ocupado com os dois.

Voc� tem que me dar alguns dias.

Vejo voc�s depois.

Ah, sim, o seu filho aqui em Bruxelas? Isso foi uma boa not�cia.

Sim. Estou indo.

Com licen�a.

- T�o tarde? - O tr�fego de trem.

- Aqueles dois? - Victor quer livrar-se logo deles.

Outro brit�nico matou uma sentinela das SS.

Que idiota.

Os dados do navegador e do atirador.

- Duas fotos. Idade. Altura... - Espere aqui.

Max. Voc� tem um minuto?

Esses dois com Victor.

Sempre o mesmo terno e a mesma gravata listrada.

- Eles n�o v�o aprender nunca. - Voc� pode fazer algo sobre isso?

Eu posso atualiz�-los.

H� mais dois em Thuin. Vou v�-los.

N�o. N�o importa, fique com os que temos.

N�o. Nenhum contato com os comunistas.

Pap�is. Para seus amigos.

Aparentemente, h� dois em Marchienne.

- Voc� sabia disso? - N�o.

- Acima da padaria. Herv�. - Eu sei.

Informe aos alem�es para conseguir um pouco de paz e sossego.

N�s n�o damos nada aos Krauts.

Eles descobriram seis armas, matando seis homens.

Um camarada de Lille esta tarde traz novas armas.

- Voc� vai lutar abertamente? - Como eles fazem na Fran�a.

Como apoio a todos os nossos amigos do Oriente.

Eles s�o muito bons.

Onde eles est�o? Em cima?

Ren� provavelmente vai querer uma base em Bruxelas. Voc� pode ficar?

Albert me espera de volta esta noite.

Sim. Eu fico.

Vamos. Fa�a um movimento.

Bem que eu queria.

- Quanto tempo antes... - Concentre-se no jogo.

- O que � isso? - Isso � famoso movimento de Gudovsky.

Ele n�o era muito esperto, hein?

Cheque.

Fa�a isso em algum momento.

Isso n�o pode estar certo.

Sua visita est� de volta.

Recebemos confirma��o de Londres e voc�s podem ir para casa.

Eu tenho os pap�is.

Por favor.

Voc� n�o � mais Tommy Miller. Mas Michel Lemaire.

Voc� nasceu em Namur e trabalha para engenheiros agr�nomos.

- Eu sou um engenheiro? - Voc� vende m�quinas agr�colas.

Eu tenho alguns folhetos.

Aqui est�o os seus documentos de identifica��o, o seu bilhete gr�tis,

trabalho e sua autoriza��o de viagem.

Voc� precisa de permiss�o para tudo?

Aprenda o seu novo nome e endere�o de cabe�a

e veja isso novamente com cuidado.

Voc� n�o � mais Joseph Walden. Agora � Jean Mansell.

Tamb�m nascido em Namur e � o assistente do Sr. Lemaire.

Se os alem�es nos pararem e acharem que algo est� errado.

Deixe-os que ligue para o n�mero desta empresa.

- Para onde estamos indo? - Para Bruxelas.

L� voc�s conseguem dinheiro para a viagem e um guia.

Voc� n�o pode simplesmente correr para os Piren�us.

Quando partimos?

Victor, Londres quer saber mais cerca dos dois em Thuin.

Eles precisam descobrir sozinhos.

Essas pessoas n�o cooperam conosco.

Eles t�m liga��es com o FTP. Francos-Tireurs et Partisans.

- Comunistas. E da�? - Eles n�o s�o estudantes-de-rosa.

Eles s�o verdadeiros revolucion�rios. Fique longe de l�.

- Vou procur�-los. - Isso � procurar problema.

SS procuram pilotos. Os vermelhos os escondem. � bom.

- Fique fora. - Por qu�?

Os alem�es est�o � procura de todos voc�s. Se os encontrarem com os vermelhos...

eles matar�o. Voc�s e a mim tamb�m.

Eles t�m uma rota de fuga em Thuin? Ent�o eu tenho que procur�-los.

- Por que n�o? - Os vermelhos exigem dinheiro ou armas.

N�o tenho nenhum dos dois.

Voc� vai me ajudar?

Eu posso lhe dar um endere�o. Mas primeiro voc� precisa ligar para Albert.

Eu vou.

- Qual o endere�o? - Rua Dansaert, 14.

Pergunte por Philippe. Isso � tudo que eu sei.

- Onde voc� nasceu? - Em Namur.

- Ligar� para Albert? - Sim. Vou ligar para ele!

Temos substitu�do de metade das armas que as SS tem.

O resto deve-se procurar em outro lugar. De prefer�ncia, o pr�prio SS.

Aqui est� uma lista do que voc� pode obter de n�s.

Agora come�a a ofensiva do Ex�rcito Vermelho,

Vamos atacar os alem�es com essas armas.

Mais tarde, fazer os brit�nicos e americanos continuarem.

Mas temos que inici�-lo e todos devem saber disso.

Atacar n�o s� transporte, mas tamb�m a Wehrmacht, como fazemos.

� o momento de fazer ouvir a nossa voz.

- Est� tudo em ordem? - Sim. Obrigado.

Max tem um plano para uma base em Bruxelas.

Eu trabalho para uma rota de fuga.

Eu sei o que voc� est� fazendo e onde.

O nome dela � a linha de vida e foi fundada por uma garota.

E ela est� h� sete meses assumida por Albert Foiret.

Os brit�nicos e os americanos que financiam a rota,

aceitaram a mudan�a de lideran�a.

Eles precisam da rede. Se Foiret desaparecer mudar o l�der � natural.

Para voc�?

Eu tenho mais experi�ncia e, como um falsificador, eu sou muito �til.

- E Londres confia em mim. - Esse Foiret tem uma amante.

Se eles derem problemas, desaparecem juntos.

Que "problemas"?

O restaurante recebe altos oficiais alem�es...

mimados com a melhor comida e o melhor vinho.

L� acontecem neg�cios estranhos. Uma palavra na hora certa...

N�o. � muito importante para n�s n�o ter controle sobre ele.

Voc� nos oferece um assento. Planeja e o mata mais tarde?

- Sim. - Voc� pode faz�-lo sozinho?

- Ele pode... - Voc� pode fazer isso?

- Sem problema. - Muito bem. Em breve.

Uma vez que seja feito. Voc� toma a organiza��o.

O que ganhamos?

Sede em Bruxelas. Contatos com Londres.

Recursos financeiros.

E uma organiza��o que se estende at� os Piren�us.

Londres enviaria armas?

Mas dinheiro. E com o dinheiro podemos comprar recrutas.

Isso pode ser muito �til.

Fazemos um her�i de voc�.

Sucesso. Camarada.

Deixe-me ver o seu novo recruta?

Sim, � claro.

Monsieur?

- Venho de Marchienne. - Sim. E?

Estou � procura de Philippe.

Eu n�o conhe�o Philippe.

N�mero 14, disseram.

Eu sei o n�mero da casa. Mas n�o conhe�o Philippe.

Que sorte. Seu amigo aqui queria me enganar.

- Voc� chegou antes de mim. - Est� tudo bem. Philippe.

Se voc� esperar l� n�s podemos falar.

- Quem � esse e o que est� fazendo aqui? - Ele veio pelos brit�nicos.

Ent�o voc� tem um problema.

- Damos-lhe o outro. - Ok.

Eles est�o aqui?

- Como � que voc� sabe? - Eu tive que fazer os documentos deles.

A nossa rota n�o � a minha �nica cliente. Os falsificadores est�o em demanda.

Este � Paul Mitchell. Ele tem documentos. Agora voc� pode lev�-lo.

- N�o eram dois? - Ser� que Paul quer ir para casa?

- Voc� quer ir? - Posso?

� para isso que estou aqui.

Com prazer.

Onde est� o outro?

Mike n�o quer ir.

Ele quer ficar aqui. Ele est� entre amigos.

- Amigos? - Ele n�o quer uma longa jornada.

Ele odeia os alem�es e quer lutar junto com Philippe.

- Mas Paul quer ir para casa. - Eu gostaria de falar com Mike.

Ele n�o est� aqui. Ele ensina seus camaradas a atirar em alem�es.

Vou mandar peg�-lo.

- Ele pode ficar aqui por enquanto? - Claro. Sente-se. Paul.

- Quem ajuda a voc�? - Ningu�m.

Voc� veio sozinho?

- O telefone n�o funciona. - Isso � obra de Philippe.

� um problema maior para os alem�es do que para voc�.

Um copo de vinho?

Talvez eu possa ajud�-lo.

Podemos colocar o nosso amigo para voc� no trem.

Amanh�? Em Marchienne?

Colocamos ele no trem da manh�. Voc� pode peg�-lo l�?

Eu vou.

Obrigado.

Falem um pouco um com o outro.

- Max e eu temos de resolver uma coisa. - J� volto.

- O que voc� vai fazer? - Eu vou deixar ele voltar para Bruxelas.

Ele sabe muito. Ele me viu e a Ren�e.

Ele deve ser apagado antes dele voltar.

E voc� tem que faz�-lo.

Sim. Eu entendo. Esperamos voc� sexta-feira.

Fran�ois?

N�o. Monsieur Dupont. Ele s� pode entregar sexta-feira.

Fran�ois telefonou?

- Ele sabe que tem que relatar. - Ele � jovem.

Ele quer provar capacidade.

Entre.

Voc� parece t�o cansada. � dif�cil viajar, hein.

- Houve tr�s redirecionamentos. - Terr�vel.

V� para dentro. Vou fazer um caf�.

Que bom.

- Fran�ois est� aqui? - Ele foi a Thuin.

- Pelos brit�nicos. - Por qu�?

Voc� deve perguntar a ele. Mas primeiro caf�.

- O que voc� veio fazer? - Eu queria estar com Fran�ois.

Eu trouxe passagens para os ingleses. Onde eles est�o?

Esticando as pernas. Muito tempo sentado n�o � bom.

- Eles reclamaram? - N�o.

Eles s�o muito agrad�veis. Eu gostei deles.

Eu n�o posso dizer isso a Fran�ois.

- Ele � um homem teimoso. - Um jovem determinado.

- Ele � um bom mensageiro. - Pode ser. Mas ele tamb�m � teimoso.

Eu o avisei...

Eu estava errado. Ele voltou em seguran�a.

- Voc� veio conferir-me? - Claro que n�o.

O que est� fazendo aqui ent�o?

Gostaria de passar o dia juntos.

- Voc� n�o ligou. - N�o.

- Voc� tentou? - N�o.

Voc� foi procurar Thuin e Albert n�o permitiu.

Londres queria informa��o. E n�o houve problemas.

Um dos brit�nicos chega amanh� aqui.

Eu tenho a informa��o e ele j� tem pap�is.

O outro quer ficar aqui. Isso � poss�vel?

N�s n�o podemos mand�-los para casa obrigando.

Agora tenho tr�s. N�o � mau.

Seus pap�is s�o bons? Voc� viu?

Excelente. Max fez.

- Max Brocard? - Por que n�o? Ele estava l�.

- Com os comunistas? - O que aconteceu?

Nosso homem vem amanh�.

Voc� foi l�. Voc� bateu l� e ofereceram-lhe o Brit�nico?

- E o que eles querem de voc�? - Nada.

N�o sei quem � Max.

Mas eu sei que aqueles de Thuin n�o fazem nada por nada.

- Um dos Brit�nicos permanece com eles. - N�o foi isso que eu quis dizer.

De volta em seguran�a.

Esta jovem senhora vai ajud�-los.

E amanh� chegar� um amigo seu. Mitchell.

Como ele est�?

Apenas mais uma noite.

Talvez eu n�o tenha p�o suficiente para vender.

Complete.

Sturmbannf�hrer Kessler. Com quem eu falo?

Muito bem.

O que voc� quer ent�o?

Onde?

Em Marchienne. Logo abaixo de Charleroi.

O ingl�s que voc� est� procurando estar� no trem da manh� de Thuin.

� isso mesmo. Sim.

Ser� que ele forjou documentos?

Entendi. Quem vai encontr�-lo?

Descreva-o.

24 anos.

1,85 metros.

Ele est� armado.

Ent�o avise os seus homens.

Obrigado. Monsieur. Se me der o seu nome. Voc� recebe uma recompensa.

Como desejar.

- O que foi isso? - Not�cias sobre os brit�nicos.

Eu acho que conhe�o essa voz de algum lugar.

Rennert. Delegacia de pol�cia de Marchienne.

Esta � uma pista importante.

Isso � tudo.

- Quando voc� vai encontrar o ingl�s? - O trem da manh�.

Vem �s 10:30h. Quer que eu v� com voc�?

- N�o. Victor. Vamos juntos. - N�o.

- Eu vou sozinho. - Eu posso ajud�-lo.

N�o � necess�rio. N�o.

Eu arranjei tudo sozinho e eu quero faz�-lo sozinho.

- Eu quero mostrar... - Que Albert estava errado?

Eu preciso provar a mim mesmo que eu posso.

Lev�-los para casa de armazenados de forma segura.

V�, ent�o.

Trarei Mitchell aqui.

�s dez e meia eu estarei com o meu carro na esta��o.

- Para os neg�cios. Se houver problemas... - Obrigado. Victor.

Voc� tem uma hora. Vamos.

- Voc� o viu? - Fran�ois ainda est� esperando.

- Onde est� Mitchell? - Ele vai estar em linha reta.

Ali est� ele.

� ele.

N�o. Fique aqui. Voc� n�o pode fazer nada.

Para baixo.

- Fran�ois! - Sil�ncio. Controle-se.

Os alem�es.

N�o chore.

N�o chore.

- O que aconteceu? - Um terrorista. Kaputt.

Voc� o conhece?

Voc� � bom de tiro.

- FIM - S�rie 2 - Cap�tulo 11 UMA QUEST�O DE VIDA OU MORTE ( A Matter of Life and Death )

Iwanaga, S�vio

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