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Corre��o e tradu��o para PT/BR por Zhoro
O HOMEM DE KENTUCKY
Quanto falta, Pai? Mais quantos dias?
Acabamos de come�ar.
Tamb�m h� por aqui arruaceiros?
N�o se preocupe com essa fam�lia Fromes, filho.
N�o estamos fugindo deles, n�o �, Pai?
N�s?
Estamos passeando como pessoas normais.
Temos outras coisas para fazer. Temos que chegar ao Texas.
Mal posso esperar. Tem certeza que n�o ficamos muito tempo em Humility?
O suficiente para cumprimentar o seu tio Zack e a tia Sophie.
Posso contar o dinheiro novamente?
- Tem certeza que � suficiente? - Certeza absoluta.
� suficiente para pagar a viagem de barco e para comprar sementes.
10 e 10 s�o 20, e mais 20 s�o 40.
O velho Faro est� aquecendo. Ouve s� como ele canta.
- Quanto � 20 mais 115? - 135.
Quieto, rapaz. Faro est� fazendo m�sica.
A raposa enganou-o.
O mesmo que antes, Pai. 215.
Esperava que se multiplicasse?
Me d� isso. Vou chamar o c�o.
Deixa tentar-me de novo, Pai.
Quando o fizer soar, acho que ser� um homem.
- Ele te ouviu. - Pois claro que sim.
O pr�prio arcanjo Gabriel pediria este berrante emprestado no dia do Ju�zo final.
Agora vai dormir. A sua m�e vai perguntar por que n�o est� deitado.
N�o vai me contar mais nada sobre o Texas?
� um lugar para pessoas como n�s. Os vizinhos n�o v�o nos molestar.
S� veremos e ca�aremos animais selvagens.
Quando respirar o ar, ter� um sabor limpo como se nada o respirasse antes.
Que bom!
Portou-se bem, Faro.
Assim dizem que � o Texas, e � assim que vamos viver.
N�o � que n�o goste de pessoas. Mas gosto mais de espa�o.
Espa�o para viver. Espa�o para ca�ar.
Pode por o p�, onde nunca ningu�m pisou antes.
Ao contr�rio do Kentucky. N�o pode se dar um passo sem trope�ar num vizinho.
Quem me dera ser uma ma��...
pendurada numa arvore...
E todos os dias o meu amor tiraria...
uma grande dentada de mim...
Uma grande dentada de mim.
Aqui, Faro! Senta!
Pegue-o.
- Voc�, chama o seu c�o de volta. - N�o foi ele que come�ou.
Posso te prender por resistir � autoridade.
- Pronto. J� podem comer. - N�o pode esperar um pouco?
- O que faz aqui em Prideville? - Estou de passagem.
Como se chama.
Elias Wakefield.
Um Wakefield acabou de matar o Mose Fromes no este.
- N�o fui eu. - N�o?
Ent�o n�o se importa de esperar na pris�o enquanto descobrimos isso.
- Vem pacificamente? - Eu n�o vou.
Peguem-no! Nomeio-os deputados!
Vai, come. O seu pai gostaria de que comesse.
Aposto que ele vai comer.
Quer�amos ir para o Texas.
Texas? Isso � longe. T�o longe que nem sei se existe.
Aposto que � bonito.
H� l� b�falos.
- Quantos? - Muitos. E veados tamb�m.
- E raposas para o seu c�o? - Mais mantimentos do que possa contar.
Jura?
O ar tem um sabor limpo. As pessoas n�o te incomodam.
Ningu�m te obriga a trabalhar. Se chama contrato de aprendizagem.
Nem h� mulheres solit�rias.
- O qu�, Hannah? - Nada. Estava apenas sonhando.
J� fui livre.
Eu ouvi como os c�es ladravam e o berrante os chamava
E sabe que ningu�m vive no vale ou na montanha sem serem os animais.
Isso � o Texas!
Agora come.
Para de falar e tr�s a comida.
- Quem disse que podia aliment�-lo? - Ele � s� um rapaz.
Responde s� quando for livre!
Parece que se esquece que ainda est� ligada a mim
Agora traz a comida aqui!
Agora come.
Assim que puder levarei um prato ao seu pai.
John, d�-Ihe uma bebida por mim.
Onde est� ele?
Alegro-me de v�-los, rapazes. Conhecia o seu av�.
Ele foi o primeiro a morrer e por isso as duas fam�lias lutam.
Chorem, pequenos, chorem, queridos,...
quando come�ar o tiroteio...
E lamentem, vi�vas solit�rias...
quando um Wakefield mata um Fromes.
Ele perguntou-me onde estava ele.
O tenho bem guardado. Est� s�o e salvo.
- � a chance de faz�-lo pagar. - Est� na pris�o?
- Onde mais � que poderia estar? - N�o pode toc�-lo ali dentro.
As autoridades iriam descobrir e n�o podia ser em legitima defesa.
E pensem no meu lugar.
N�o se precipitem, rapazes. Bebam. Vamos beber e falar.
Obrigado pela comida. E por cuidar do meu filho.
N�o se preocupe, pequeno Eli. N�o vamos perder aquele barco.
- Pai? - Sim?
O nome dela � Hannah, Pai.
Pai, uma mulher solit�ria pode ir para o Texas?
Se ela fosse "homem" para isso sim. Por qu�?
Quero dizer ela. Conosco.
N�o. S� falamos por falar.
N�o tenho nada contra voc�, menina, mas ele se esquece...
N�o poderia ir, mesmo que quisesse.
- J� que somos amigos... - Somos?
Um xerife ganha uma mis�ria.
- Quer dinheiro. - Um pequeno detalhe entre amigos.
- Solte-o, "amigo". - Ou esperarmos que se abra a porta.
- Somos bons em esperar... - Por um Wakefield.
Que ingratos. � a �ltima vez que Ihes fa�o um favor.
N�o querem beber nem querem alojamento.
S� querem esperar.
Te assustamos, Hannah.
Bom dia.
� o Faro.
O pai disse que voltaria na primeira oportunidade.
N�o se mexa.
Est� de novo preso e desta vez com motivo.
- Por qu�? - Por incitar a garota a escapar.
Vim por minha pr�pria vontade.
- Isso ser� decidido no tribunal. - J� te ensinarei a ser atrevida.
Achou esperto, Wakefield. Mas aqui o esperto sou eu.
Sabia que o c�o te rastrearia. Os Fromes n�o.
- Os Fromes? - Querem te ca�ar.
N�o Ihe disse nada. Temia que queria enfrent�-los.
- Andando. - Um momento.
Para tr�s.
N�o posso fazer nada?
Se tiver algo mais que castanhas na bolsa, pode comprar a sua liberdade.
- Quanto custaria isso? - N�o saberia contar at� tanto.
- Duzentos d�lares. - E os meus gastos. Vamos.
Pai, � o dinheiro para irmos ao Texas.
Voltarei com voc� e trabalharei duro. Guarda esse dinheiro, Eli.
Filho, voc� tem a �ltima palavra sobre isto.
N�o quero que ela volte com eles.
Me ap�ia?
Apoio.
Est� esgotada.
S� queria me esquecer de tudo.
Passaremos aqui a noite.
- Dentro de uns dias, estaremos seguros. - Para sempre?
Os montanheses como os Fromes n�o se afastam do seu territ�rio.
Mas detesto que pensem que estou fugindo.
N�o me parece que estamos fugindo, mesmo que n�o vamos para o Texas.
O pequeno Eli n�o tem muito.
S� o Faro e a mim.
N�o conheceu a sua m�e. Foi por isso que partimos.
N�o suportava a id�ia de que tamb�m poderia ficar sem pai.
� um bom homem, Eli Wakefield.
N�o deixe que nada te mude.
Pertence ao seu tio Zack.
Vou descobrir onde vive o seu tio Zack.
Desculpe.
- Falhou. - Terei que te arrancar a pele.
- Queria s� perguntar... - O que quer que seja pode esperar.
Filho, j� teve o suficiente?
O que quer?
Desculpe novamente, mas sabe onde vive o Zack Wakefield?
� a sua esposa?
N�o.
Procura trabalho?
O Wakefield n�o contrata mulheres. Mas podia usar uma aqui no bar.
Ela n�o quer trabalhar. Lhe fiz uma pergunta educadamente.
Vai me dizer onde vive Zack Wakefield?
O Wakefield � muito esquisito.
N�o serve de perguntar aqui. Obrigado, senhor.
Siga para norte, � na segunda casa � esquerda.
Se te deixar passar.
Ola, Zack. Chegamos.
Elias. Gra�as ao Senhor.
Estou contente por te ver.
- � o seu filho? - Somos tr�s.
Entrem.
- Sophie, chegou o Elias. - J� vou
N�o se lembra do seu tio Zack. Aperta-Ihe a m�o.
- Como vai, filho? - Esta � a Hannah.
Te trouxe algo para refrescar a garganta.
Muito bom. Obrigado.
Mas n�o tem que gastar o seu dinheiro em luxos.
Fiquem � vontade.
Elias!
E o pequeno Eli... como est� crescido.
Tem o cabelo maior que uma menina. Perderam as tesouras na viagem?
Te apresento a Hannah, Sophie.
Ela veio conosco.
N�o ouvi o seu sobrenome.
- Hannah Bolen. - O Pai libertou-a com o dinheiro do Texas.
Custou-nos 200 d�lares.
Uma escrava?
Todos vamos para o Texas.
Estou para ver.
Tem que aceitar as coisas conforme vem.
- � pena que n�o treinou o c�o. - N�o precisa de treino.
Nasceu mais esperto que uma raposa, n�o � verdade, papai?
Para baixo, Faro. Sente-se.
Hannah e Eli est�o esgotados. Podem deix�-los dormir aqui ou n�o?
Calma, Elias. N�o perca a calma.
Temos uma cabana para a mo�a e voc� e o Eli podem dormir aqui.
Obrigado, mas vou embora. N�o quero que discutam por minha culpa.
N�o pode ir, Hannah.
Vamos todos.
Elias, por favor.
- Passarei aqui a noite. - Me parece razo�vel.
- Sophie, leva ela � cabana. - Eu a encontro sozinha.
Hannah, n�o temos que ficar. Zack � meu irm�o, mas...
Passarei aqui a noite e depois vou trabalhar.
- Onde? - Na taberna. Disse que tinha trabalho l�.
N�o gostei do sujeito. Vamos partir agora.
Para onde?
A menos que trabalhe para o seu irm�o, como juntar� o dinheiro para ir ao Texas?
Eu arranjo algo.
Tem ju�zo, Eli.
Se os dois trabalharmos,
conseguimos comprar as passagens para voc� e para o Eli.
O seu pai nunca chegar� ao Texas, se n�o usar a cabe�a.
Boa noite.
- Ent�o ele gastou o dinheiro. - Pode ganhar mais.
N�o antes que parta o barco.
Deixarei que pesque mexilh�es e vai ajudar no armaz�m.
N�o ganhar� o suficiente, mas n�o vamos Ihe dizer isso.
Sei o que � melhor para ele. Fa�o dele um homem de neg�cios.
Fa�o ele trabalhar tanto que ele come�a a ganhar dinheiro � sua custa.
Ele � o meu pequeno irm�o.
Como sabemos que o barco a vapor chegou, papai?
Ser� t�o grande que o veremos.
E se chegar � noite?
Quase todos os barcos t�m uma sirene. Teremos que estar atentos.
Papai, olha.
Por Deus! Parece uma p�rola.
� uma p�rola.
Que grande.
Vale alguma coisa?
- N�o sei. - Pode valer 200 d�lares?
N�o sei.
Podemos ficar com ela? Ou temos que dizer ao tio Zack?
Ele s� queria os mexilh�es.
E visto que quer converter-me num negociante...
E nesta garrafa, senhoras e senhores,
tenho este r�ptil que mudou o curso da hist�ria h� 2000 anos.
Sim, este mesmo r�ptil.
A serpente mais venenosa conhecida pelo homem.
Uma mordida deste amigo e as portas dos c�us abrem-se.
Quando viajava pelo Egito...
Agora n�o, senhor.
Voc�, senhor.
A seu devido tempo, eu Ihes oferecerei o meu elixir secreto,
a cura infal�vel contra dores e tremores,
fraquezas dos membros e chagas do tronco.
Mas n�o nos rebaixemos a vender at� que conte a hist�ria.
E agradeceria que n�o me interrompa.
Quando viajava pelo Antigo Egito, fiz-me amigo de um velho s�bio.
J� morreu, que Deus o acolha.
Com o seu �ltimo suspiro, me disse que foi uma �spide
que Cle�patra mantinha perto do seu peito.
Uma mordida, duas, e ela morreu.
A rainha altiva, a forma divina,
a p�rola perfeita desapareceu.
� um charlat�o, mas � culto, muito culto.
Agora, senhoras e senhores,
refinado e melhorado pela ci�ncia atrav�s dos tempos,
chegou at� n�s de forma milagrosa,
como b�lsamo que aliviar� as dores de articula��es.
Subam, senhoras e senhores...
O que querem?
Queria dizer a este cavalheiro que ele fala bem. Fiquei admirado.
Obrigado, senhor.
Apenas disse a pura verdade.
A parte sobre a p�rola.
A p�rola perfeita do Nilo, que significa beleza, claro.
Lembrou-me de uma p�rola de �gua doce que encontrei.
Acho que veio de um mexilh�o.
N�o estou entendendo.
Sabe, � um amigo meu que a tem.
Vive em Prideville.
Continue, senhor. Talvez o conhe�a. Viajei por todo o mundo.
Disse que era maior que um ovo de pomba e que quer vend�-la.
J� tinha visto uma p�rola t�o grande, de �gua doce ou salgada?
Nunca. Quando a ver, eu a comprarei.
- Voc�? - E porque n�o? Gosto de p�rolas.
E ganha dinheiro suficiente nesta humilde posada?
Um pouco. Ao menos, n�o vendo rem�dios.
Um coment�rio ofensivo, mas eu perd�o.
Como disse o bardo de Avon, a miseric�rdia n�o � for�ada.
Se � t�o esperto, diga quem vai superar a minha oferta.
- Jimmy Monroe. - Quem?
James Monroe, presidente dos Estados Unidos, que vive em Washington D. C.
Jimmy � o maior colecionador de p�rolas de �gua doce do mundo,
- Com exce��o das realezas europ�ias. - Viajou muito, n�o foi?
O bastante para saber acabar com esta conversa.
- Eu falo com esse cavalheiro. - � tudo o que queria saber. Obrigado.
- Eu vou dizer isso ao meu amigo. - De nada.
Deseje-Ihe boa sorte.
N�o sabia que...
N�o sabia que as p�rolas de �gua doce tinham algum valor.
E n�o tem idiota. O Fletcher gozou com eles.
Bebam, rapazes. � por conta da casa.
Mexilh�o.
Mexilh�o
M... E... X
Rapazes, chegou a convidada.
Vamos j�.
Ser� melhor descermos. N�o consigo escrever agora.
Quero apresentar a Srta. Susie Spann.
Este � o meu pequeno irm�o Eli.
- Como vai... - Encantado, senhorita.
- Este � o Little Eli. - Muito prazer.
E este � o Faro.
A senhorita Susie � a professora da cidade. Sentem-se.
Vem, Faro.
Acho que vou Ihe ver muitas vezes, Little Eli. Em que classe est�?
N�o quer�amos...
Vamos para o Texas, senhorita.
Por todos os santos!
Est� quase tudo pronto.
- J� tinha ido antes ao Texas? - N�o, senhorita.
� por isso que vamos. Porque nunca l� estivemos.
O Eli tem um p� de viajante e n�o sabe quando deve parar.
Acha que n�o gosta disto aqui?
Eu disse ao Elias que o garoto deveria aprender a ler.
Tenho certeza de que o pai sabe o que � melhor para ele.
A senhorita Susie sabe tudo.
Sabe soletrar "ostra"?
O- S-T-R-A
N�o � ostra, � mexilh�o.
M- E-X-I-L-H-�-O
Esta noite, a Susie toca para esses provincianos.
Ele gosta de p�rolas, hein?
Stan, s� estava brincando.
Eu tamb�m.
Traz uma garrafa do meu melhor vinho.
Com certeza que n�o sabe tocar P�ssaro subiu a uma �rvore..
Vamos.
- A carta. - Agora n�o. Mais tarde.
Toca muito bem. Cantemos outra.
- Toca "Apanha a ma�a". - N�o, Zack. Toca "Querida minha".
- Entra. - O Sr. Bodine Ihes enviou isto.
Mas, Hannah...
N�o Ihes diga que fui eu trouxe isto.
Filho, j� devia estar dormindo.
- Teve chorando? - Voc� e essa professora.
� isso que est� te aborrecendo?
Hannah � melhor que ela. Voc�, eu e Hannah. Foi o que combinamos.
- Gasta todo o dinheiro por ela. - Para, filho.
N�o tenho nada contra Hannah. Estamos em divida com ela
Vai escrever a carta para irmos para o Texas?
Nem sequer vai escrev�-la.
Claro que vou, garoto.
Mexilh�o
M- U-X-E...
M- E-X-I-L-H-�-O
Parece que prestou aten��o a essa professora, hein?
Acha que dar� o suficiente para n�s tr�s?
N�o sei. O presidente � que decide. N�o acho que ele vai nos enganar.
� isso mesmo, papai.
Custou-me bastante escrever a carta. Um homem tem que ter estudos.
� muito velho para ir � escola, papai.
N�o pensava em mim.
Sr. Bodine. Outra para voc�, Stan. Est� pronto. Quem quer enviar algo?
Seis centavos. Onze centavos.
Toma o troco.
Vamos recuperar o dinheiro para irmos para o Texas.
Onze centavos.
Filho...
James Monroe, presidente dos Estados Unidos de Am�rica!
Vai enviar-Ihe o que? Uma noz?
- Quanto �? - Cinq�enta centavos, � barato.
N�o � todos os dias que levo uma carta ao presidente.
- O Little Eli n�o podia esperar. - Diga a ele, papai.
N�o podemos vender a pele do urso sem antes o termos ca�ado.
Espero que saiba que p�rolas de �gua doce n�o valem nada?
Conseguiram me enganar. Cai que nem um patinho.
Parab�ns. N�o disse que teve em Prideville?
J� sim, senhor, mas n�o recentemente. Tenho estado sempre em viagem.
Ouviu alguma vez o nome Wakefield?
Sim, vem a minha mente um verso sobre fam�lias inimigas:
"Chorem, vi�vas solit�rias, quando um Wakefield v� um Fromes".
Eu sou um Wakefield.
Eu te ensino o que os Wakefield pagam pelas p�rolas.
- Elias, n�o. - Me bater n�o cura a ignor�ncia.
Aprende e eduque-se, Wakefield.
Elias, parado!
N�o fez papel de idiota suficiente por um dia?
Presidente P�rola, presidente P�rola, o seu pai � o presidente P�rola!
Meninos, calados. Me deixem passar.
Deviam todos ter vergonha por se meterem com o novo menino.
Acabou o recreio. Entrem na aula. R�pido.
Est� bem, Little Eli?
Dez para mascar.
Quarenta e oito de folha.
A melhor parte da folha se chama capa. Usa-se para a mascadura mais fina.
O rap� daqui s� serve como tabaco de cachimbo barato.
Aprender� as diferen�as. Tem que ser paciente.
Zack, � dif�cil mas queria Ihe agradecer durante esta manh�
Por qu�?
Por impedir que eu fizesse de tolo duas vezes. Esse m�dico tinha raz�o.
Esquece. Um homem demora um pouco em recuperar a compostura.
Eles v�o esquecer-se disso, n�o se preocupe. Chegar� a hora de rir deles.
Acha que um homem como eu poderia integrar-se aqui?
Claro, irm�o.
N�o se preocupe com o rapaz. Est� onde deveria estar.
Meninos. N�o queria dizer aos seus pais que se portam mal.
Assim � melhor.
N�o aprender� nada se continuar olhando pela janela.
Eli, volta. Meninos, quietos. Voltem.
O barco a vapor do Texas.
Olha como correm. Algumas pessoas nunca crescem, Eli.
Volta, Elias!
J� chegou.
- N�o posso demorar. Fugi um pouco. - Tamb�m eu.
Lutou para sair?
Estavam rindo do meu pai. Ele est� aprendendo a comprar tabaco.
N�o o culpe. Faz isso para ir para o Texas.
Voc� prometeu. De verdade.
Voc� e o seu pai ir�o para l�.
- Verdade, Hannah? - Claro.
Voc� tamb�m vem?
Ainda n�o posso, mas voc�s t�m que ir.
Tenho que voltar.
Amigos, chamo Pleasant Tuesday Babson e vou para o Texas.
E n�o vou sozinho.
Aqueles com cora��es valorosos, m�os ambiciosas e vontade de viajar
tamb�m ir�o comigo.
Vamos para essa rica terra
onde Moses Austin ganhou uma concess�o para os americanos atrevidos.
Chegaremos a New Orleans e continuaremos at� ao Texas.
Muitos j� se inscreveram. H� lugar para mais. Foi por isso que vim.
- O que houve com o Kentucky? - Uma terra formosa. Se os servir, fiquem.
Mas, o que � bom para uns, �s vezes � mau para outros.
A terra no Texas n�o se mede por metros. Mede-se com a vista.
At� onde alcan�a a vista, ali crava a estaca.
N�o existe espingarda que trespasse as linhas do vizinho.
E, juro pela B�blia, que vi um mar de b�falos
que para passar demorou desde o amanhecer at� ao p�r do sol.
Isto respondeu � sua pergunta, amigo?
Mas n�o h� pressa. O barco esperar� at� � venda do tabaco.
Navegaremos pelo rio para que apreciem o nosso barco.
Falem sobre isto entre voc�s.
Agora, amigos, se querem visitar o barco, subam a bordo.
Bem-vindos.
- Devia estar na escola. - E voc� comprando tabaco.
- E esse olho negro? - N�o importa. O barco j� chegou.
Fora daqui. Vamos, sai!
Ele me estraga tudo.
A senhorita Susie est� muito zangada com voc� pela escola.
E com raz�o.
Tem que perdoar ao Little Eli. Ainda n�o � um homem.
N�o. Ainda n�o � nenhum homem.
Odeio o tio Zack, a tia Sophie, odeio Humility e odeio tudo.
Zack e Sophie n�o s�o como n�s, mas tem boas inten��es.
Tem os seus motivos.
Vai ganhar bastante dinheiro para irmos para o Texas?
O olho negro te deixa de mau humor.
J� nem me leva para ca�ar.
Mal nos vemos. Estou na escola e voc� trabalha.
A senhorita Susie merece uma desculpa por ter fugido da escola.
Quando se desculpar, vamos ca�ar, numa destas noites.
Neg�cio fechado.
Bom dia.
Poder�amos falar com voc�, senhorita?
Claro. Com licen�a, Stan.
- Nos vemos esta noite. - Sim, Stan.
Bom dia, senhorita Susie.
Queria dizer algo � senhorita Susie?
Pensei que fosse voc� a dizer.
N�o foi isso o combinado.
Estou...
Papai disse que tem que me perdoar porque ainda n�o sou um homem.
Serei um homem quando conseguir tocar o berrante.
Claro que sim.
Vai para a aula, Little Eli.
N�o quer me dizer por que lutou. Sempre me tem contado tudo.
Ent�o receio que n�o posso.
Foi por minha culpa.
- Por causa daquilo da p�rola? - S� com o que gritavam os meninos.
O povo n�o aceita os ca�adores, e ele tem sangue de ca�ador.
Posso dizer que ele n�o fugiu.
Ele enfrentou o problema da maneira como sabia.
Pode estar orgulhoso dele.
Gostaria de conhecer os dois melhor. Pode vir jantar na pr�xima semana?
Suponho que sim.
Sim, obrigado, senhorita.
- Ter�a-feira? - De acordo.
DESTILARIA DE BODINE PROIBIDO PASSAR
Como ele ladra, hein, filho?
T�o bem que quase n�o Ihe resisto.
Que bem se est�.
Nunca me farei um homem.
Claro que sim. Algum dia ir� conseguir.
Agora escuta. Nem sempre temos estas oportunidades.
Ol�.
� a Hannah.
- Ele reconheceu a sua voz. - E eu, o latido de Faro.
Descansa e escuta.
- De onde vem? - �s ter�as trabalho na destilaria.
- Faro ladra como os anjos. - Claro que sim.
- Ter�as? - Hoje.
O que foi, papai?
- Me d� o berrante. Temos que ir. - Mas nem falou com a Hannah.
Temos que chamar o c�o.
Hannah disse que temos que ir para o Texas, custe o que custar.
Tenho o dinheiro para irem para o Texas.
Como?
O tenho escondido.
Como?
Honradamente. Isso � suficiente.
- Voltou a vender. - Me deu o dinheiro de avan�o.
Era gozado por toda a cidade.
- N�o morremos por rirem de n�s. - Se ficar, sim.
Talvez sim, talvez n�o. Devolve esse dinheiro.
- Est� em papel. � legal. - Traz os pap�is.
Alguns nascem para criar ra�zes, outros para correrem.
- N�o v� que Texas � a sua raposa? - Estou farto de correr. Vamos, filho.
Porque est� zangado com a Hannah, papai?
Te agradecemos muito. Mais do que parece.
- Eli, est� sendo idiota. - Ent�o me deixa ser um idiota.
Vamos, filho.
- Sim, m�e. - J� veio a visita, Susan?
N�o, m�e.
Come�am a doer-me as costas.
- Porque n�o vem conversar? - J� vou.
Little Eli e eu t�nhamos esquecido.
- Nos esquecemos. - Como esqueceram?
Estava uma noite ideal para ca�ar. Prometi ao Little Eli que o levaria.
Est� uma noite ideal.
Fico contente por n�o estar pescando p�rolas. Boa noite.
N�o a culpo por estar zangada comigo.
Mas Little Eli desculpou-se por ter lutado na escola.
Por isso Ihe prometi que o levaria a ca�ar.
Tudo o que o Little Eli e eu sabemos fazer � viver nos bosques.
Ca�ar animais e perseguir raposas.
� dif�cil perder esses h�bitos, e talvez n�o os dever�amos perder.
Volta.
Foi a desculpa mais bonita que j� ouvi.
Entre. Vamos comer o jantar frio.
Lamento muito.
Suponho que estraguei tudo.
Queria pedir, se n�o tivesse vindo t�o tarde, que tocasse para mim de novo.
Pe�a-me.
Grande Eli Wakefield.
- Joe Emmery. - Aqui.
- Brown. Clay Brown. - Aqui.
Pusselway. John Pusselway.
Zabi Fletcher...
Zabi Fletcher... Zabi Fletcher.
Wakefield. Zack Wakefield.
� para mim.
� o presidente P�rola em pessoa.
O presidente dos Estados Unidos.
J� era hora de ele responder.
Antes tarde que nunca.
Parece que enviou dinheiro.
Vamos, filho.
Jamais iria acreditar nisto.
Vamos ver.
Amanh� vai a Pekin. Necessito do dinheiro do banco.
Certo, Zack. Combinamos isso durante o jantar.
Te digo mais...
Regressa no "River Queen". Ser� a sua primeira travessia pelo Tennessee.
Posso ir tamb�m, papai?
Claro. Falarei com a senhorita Susie.
� tudo, Zack?
Muita gente iria receber o barco, porque � a primeira vez que vem aqui.
Agora que se dedica aos neg�cios, precisa de roupa nova.
- Vou te adiantar o dinheiro. - Muito bem. Obrigado.
Cuidado com os apostadores. Eles "te limpam" tudo.
Agora, filho...
"Estimado Sr. Wakefield:
O presidente lamenta comunicar que n�o coleciona p�rolas".
"Alem disso, as p�rolas de �gua doce n�o tem nenhum valor comercial".
"O presidente sugeriu que... "
Nem sequer foi o presidente que escreveu, mas sim um empregado.
N�o vamos contar nada disto, Little Eli.
Quero me divertir com estes engra�adinhos.
Mas tenho que mostrar algum dinheiro.
Tenho que pensar como o seu tio Zack.
Perd�o, senhor. Tem um c�o espl�ndido.
Obrigado. N�o est� mal.
Ca�ar raposas, criar cavalos, uma bebida e uma aposta de vez em quando.
Isso � que � uma boa vida. N�o concorda?
Claro que sim.
Aqui n�o h� truques. Ningu�m sabe onde parar� a bola.
N�o h� aposta grande nem pequena. Aceitamos todas e cada uma delas.
Vou provar a minha sorte. Gostaria de observar?
Est� bem...
- Preto impar. 17 Preto. - Voltei a ganhar.
- Na �ltima vez, apostei o 17. - Em cada jogada, a sorte muda.
- Faz girar, enquanto estou em alta. - Fa�am as suas apostas.
Importa-se que eu aposte um pouco?
N�o h� aposta grande, pequena, baixa nem alta, mas apresse-se.
Como se joga este jogo?
Par no preto ou vermelho. Igual a impar e a par.
35 a 1 por um n�mero. As esquinas pagam-Ihe oito.
Metade de um n�mero paga a 17.
� um jogo de sorte justo.
Se puder ajud�-lo, senhor...
Talvez deva averiguar se a sorte me acompanha.
Sabia decis�o. Deixar-se levar pela corrente.
Fa�am as suas apostas.
Algo diz que vai sair preto. Apostarei nessa cor.
Preto. A minha cor preferida.
Preto ser�.
Saiu preto. Preto par. Voc� ganhou, senhor.
- Ganhou, pai. - Todos ganham, menos a banca.
- Alegro-me que aposte comigo. - Aposte mais, amigo.
O que me aconselha?
O meu problema � que, quando aposto, n�o sei quando parar.
Talvez deva apostar pouco outra vez antes de me deixar levar, hein?
- Jogamos ou paramos, senhores? - Escolha, amigo. Eu farei o mesmo.
Se escolher um n�mero, saberia que a sorte me acompanha.
- Um n�mero? - Sim, senhora. Assim saberia.
Eu n�o me preocuparia demais, amigo.
- Com a sua sorte, aposte forte. - Por favor, cavalheiros.
Vou testar s� mais uma vez. Apostaremos a sua idade, filho.
Quatro d�lares no nove. Vamos dobrar.
Como quiser. Contra o meu parecer, apostarei no mesmo.
- O nove ganha. O vermelho ganha. - Papai, ganhei.
- Com uma sorte dessas... - � voc� que vai fazer saltar a banca.
Ganhamos, papai.
280 d�lares.
Fa�am as suas apostas, cavalheiros.
Obrigado, cavalheiros, mas acabamos. Chegamos a Humility.
Eu e o meu filho sa�mos aqui.
- Um momento, amigo. - Monsieur, com tanta sorte e dinheiro...
N�o ia apostar esse dinheiro. De onde tiraram essa id�ia?
Eh, capit�o, n�o pare em Humility.
Tenham um bom dia.
Eh, capit�o, pare em Humility!
Voem! Saltem ou morrem, rapazes!
- Est� bem? - Sim.
Vamos, Eli.
- Quem � aquele homem? - O meu pequeno irm�o. O meu homem.
O nosso homem.
Boa noite, cavalheiros.
D� uma bebida aos rapazes.
Voc� paga, Sr. Wakefield?
Ele paga. O meu futuro s�cio.
- O que vai ser? - Brandy. Do melhor.
Bebam � vontade, rapazes.
Todos voc�s.
Sempre sonhei que n�s �ramos s�cios, Elias.
Enganou aqueles jogadores como um verdadeiro negociante.
� um bom neg�cio e pode comprar a sua parte.
Desculpem. Parab�ns, senhor.
Desfrutei muito vendo-o saltar do barco. Posso pagar uma bebida, cavalheiros?
Desculpe, mas vamos jantar. E j� estamos atrasados.
- Fica para outra vez. - Claro.
Cavalheiros.
Um brinde ao presidente dos Estados Unidos.
Ao presidente dos Estados Unidos.
Tem que transformar estes brincalh�es tamb�m em "p�rolas".
Aceita isto como comiss�o. Compra uma serpente nova.
A que tem agora deve estar farta de morder a Cle�patra.
- Esta foi das boas, hein, Stan. - Um homem esperto esse Eli Wakefield.
- Ele tem jeito, sim. - Quem ri por �ltimo, ri melhor.
- Deixe-o a�, Eli. - Mas, tia Sophie...
Nada de reclama��es. Ele tem que aprender, como voc�.
Tem que me ajudar com o papai. N�o quer mais ir para o Texas.
J� nem me escuta.
Ele integrou-se muito bem aqui.
Quem � que me desafia com o chicote?
A minha m�e foi um crocodilo e o meu pai, um touro.
Derroto feras do meu tamanho e bebo at� me fartar.
Quem se atreve?
Voc� n�o, Stan. Maneja o chicote melhor que ningu�m.
Quem se candidata, rapazes?
Estamos preparados.
Vai para casa, filho?
Esse ali � um Wakefield.
- Eu sei - N�o tem medo?
Escuta.
Choram, jovens, chorem, queridas, quando come�ar o tiroteio.
E chorem, vi�vas solit�rias,
quando um Wakefield encontrar um...
- Como se chama, rapaz? - Luke.
- N�o diga que n�o te avisei, Luke. - N�o tenho medo dele.
N�o digo que tenha medo, filho.
Mas alguns poderiam ter.
Pode ir embora e deixar estas pessoas dizer o que querem.
Wakefield, n�o quer bater neste rapaz?
- N�o tenho nada contra ele. - V�? Ele n�o quer te bater.
N�o se meta, Hannah. Eu mantenho a paz. Controle o rapaz.
Stan, porque n�o para com isso?
Estou tentando. N�o conseguem ver, rapazes?
N�o o desafie, Luke.
Te desafio.
E eu te desafio tamb�m.
Tudo s�o neg�cios? N�o tem um momento livre?
N�o Ihe contou ainda, n�o �?
Pensei que era melhor sermos n�s dois a dizer-Ihe.
Wakefield, � melhor vir comigo.
- Bodine, desta vez foi longe demais. - Fa�o o que desejo, Wakefield.
� o suficiente ou te arranco a pele?
Da pr�xima vez, te arranco os olhos.
Algu�m separe-os.
Levante-se, idiota.
Agora, Bodine.
Est� bem, rapaz?
Procuro um homem como esse.
Um verdadeiro Texano
Vamos nos sentar e falar.
Filho, n�s tr�s temos que discutir um assunto.
Susie e eu vamos casar.
Ser� uma boa m�e para voc�, n�o �, Susie?
Vou tentar.
Tamb�m pensamos em voc�, filho. Os dois pensamos.
Ter� uma casa, Little Eli. Um teto para te cobrir.
Brincar� com mais meninos e meninas. Ir� � escola.
Vamos nos divertir muito.
Nada de Texas?
Filho, temos que renunciar a certas coisas.
Era uma boa coisa naquele momento, mas esse momento j� passou.
Mas deixou que prendessem o Faro.
- Me obrigou a deix�-lo preso. - Vai acostumar-se.
Mentiu. Mentiu desde o princ�pio.
Antes nunca me mentia.
- N�o antes de virmos aqui. - Estou tentando me adaptar.
Nunca pensei que se odiasse, papai.
N�o diga isso, filho.
Esquece o que disse. N�o o diz do cora��o.
Tento ser um bom pai e penso que ser� um bom homem.
E que tipo de homem ser� voc�? Isso � o pior de tudo.
Est� sendo cruel, filho.
Ainda que tenha raz�o sobre o Texas, dei minha palavra ao Zack e � Susie.
J� a tinha dado antes.
Acredita no seu pai.
Em todo a vida nunca Ihe disse que tinha que fazer algo.
Voc� e eu nos d�vamos bem, e pe�o a Deus para isso ser de novo poss�vel.
Mas agora quero que leve este berrante e o jogue fora.
Manda-o para onde nunca o encontraremos para n�o o soprarmos.
Se queremos come�ar de novo, temos que nos libertar do passado.
Vamos, filho.
As vezes...
Ele ir� gostar de voc�.
E de mim tamb�m.
A garota que trabalha para o Bodine...
Pisou o chicote. Colocou a roda da carro�a em cima dele.
A Hannah?
Eu estive l�, indefesa.
Foi a Hannah?
Jura?
Eli, pode ir quando quiser.
Se chegar o momento, poderia nos acompanhar para o Texas.
Com as m�os de uma pianista?
Com uma m�e inv�lida?
�s vezes, podemos arruinar o que amamos.
Ele fez-se um homem.
O meu filho tornou-se um homem.
Olhem s�. Uma visita inesperada.
Por acaso est�o me visitando uns velhos amigos seus.
Estavam de passagem, como voc�.
Entra, filho.
Cavalheiros, temos uma visita.
O pequeno Eli Wakefield.
Quem vem com voc�?
S� o meu c�o.
Onde est� o seu pai?
Eu escapei dele.
Um fugitivo?
Ele vir� � sua procura.
- Vou lev�-lo para casa. - Guarda-o.
Ent�o, cavalheiros. N�o contra a sua vontade.
Deixa de conversas, Bodine. Ele fica. Esperemos pelo seu pai.
Somos bons a esperar.
- Bom dia, senhor. - A Hannah est�?
Hoje sou empregado e dono, como favor ao meu amigo Bodine.
- Visto o Little Eli? - N�o, ele n�o freq�enta a nossa taberna.
- Tenho que ir. - Posso acompanh�-lo?
- � longe. - Vamos ent�o.
N�o precisa pagar-me. Quero que seja o meu imediato.
- O Little Eli tem que ir � escola. - Eu sei.
Temos que tomar decis�es. As decis�es n�o s�o perfeitas.
Ser� duro no Texas.
Talvez o seu filho nunca v� � escola, mas ser� um homem valoroso.
Ser� mais fiel aos seus princ�pios. Viver�o de uma forma mais distinta.
O que � importante para o seu filho?
Voc�, acima de tudo.
Que faz as coisas que Ihe dita o cora��o que Deus criou para voc�.
N�o voc� a imitar o seu irm�o.
- Zack � um bom homem. - � sua maneira.
Os "Zacks" fazem neg�cios. Os homens como voc� criam pa�ses.
Me chame de intrometido, mas o que opina o seu filho?
V�m dois homens.
- A que dist�ncia? - Muito pr�ximos.
� o sujeito do Texas, Babson.
Encarregue-se dele.
- Eu? - Voc� ouviu. Queremos o Wakefield.
- Diz para se afastar ou mate-o. - Uma coisa ou a outra.
Tenho um neg�cio. Tenho uma reputa��o...
Vai buscar a arma.
- T�pico. N�o est� carregada. - Carregue-a.
- N�o posso envolver-me... - Vai carreg�-la.
- Sou um homem honrado. - Ent�o mata esse sujeito.
Lhes disse onde ele estava. Cumpri a minha parte.
Uma ratazana, � isso que voc� �.
Est� do nosso lado?
Ou contra n�s?
Eu fico aqui.
Suicidou-se.
Fica com o rapaz e n�o Ihes machucaremos.
Tem o dia de hoje para pensar. A vida � sua. Acho que deve aproveit�-la.
Muito bem, Wakefield.
Desaparece, Texas, se sabe o que � bom para voc�.
- O que � isto? - Fuja, Babson.
Desaparece, Texas.
- Este homem est� desarmado. - Fa�a o que dizem.
Desaparece.
Dizem para eu fugir?
Irei � escola, papai. Farei o que voc� pedir.
Est� a salvo, papai. Estou envergonhado.
Tamb�m n�o estou orgulhoso, filho.
N�o de mim mesmo.
N�o, Hannah.
N�o v�.
N�s vamos para o Texas.
Vamos � aventura.
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