All language subtitles for UFO_The_Greatest_Story_Ever_Denied.2006-pob

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Original subtitles

Em algum lugar,

profundamente dentro de sua mente,

sempre se soube

que era certo.

Houve tr�s eventos na hist�ria de OVNIs que possibilitaram fazer este filme.

Na d�cada de 50,

Trevor James Constable descobriu um dos mist�rios dos OVNIs.

Com a ajuda de fotos infravermelhas,

descobriu que, de fato, alguns dos OVNIs s�o invis�veis.

Usando pel�cula infravermelha em suas c�meras,

descobriu OVNIs no espectro de luz que n�o podem ser vistos pelo olho humano

ou fotografados por c�meras convencionais.

Isso abre todo um novo leque na documenta��o de OVNIs

e esta descoberta revela

que alguns OVNIs podem ser seres viventes

e os denomina de "criaturas".

Em 1994,

Jos� Escamilla descobriu um fen�meno chamado rods (varas),

uma forma de vida invis�vel � simples vis�o

que nunca hav�amos visto antes.

Tamb�m desenvolveu uma forma de gravar estas formas de vida.

Chamou-as de "skyspeed",

utilizando disparadores de alta velocidade.

Em 1995,

a Nasa deixou de fazer transmiss�es ao vivo das miss�es espaciais,

depois que algumas imagens com OVNIs foram tornadas p�blicas,

criando uma controv�rsia sobre o quanto a NASA sabe realmente de sua exist�ncia.

Parece que temos um objeto frente a voc�, Mark, voc� pode ver o que �?

n�o sei o que voc� est� falando...

N�o importa...

MARTIN STUBBS TRANSMISS�ES SECRETAS DA NASA

No mesmo ano, Martin Stubbs come�ava a gravar o que levaria cinco anos

e mais de 25.000 horas

de transmiss�es ao vivo e ininterruptas do centro da NASA.

Hoje temos tecnologia de c�meras digitais

que nos permite gravar OVNIs em cores e v�deo de alta resolu��o.

Os OVNIs invis�veis podem ser gravados agora � luz do dia com simples convers�o da c�mera.

Duas c�meras do mesmo modelo e marca s�o colocadas lado a lado.

A c�mera um (� esquerda) est� ajustada para grava��o normal.

A dois (� direita) est� equipada com vis�o infravermelha

para gravar em plena luz do dia.

Na c�mera regular n�o h� nada no c�u.

Com a c�mera de vis�o noturna, da direita,

um OVNI que est� no espectro infravermelho � claramente vis�vel.

O que nunca pode ser visto em algo como o infravermelho,

agora � poss�vel gra�as a uma simples c�mera.

Usando esta nova tecnologia para gravar OVNIs � simples vis�o,

qualquer um poderia gravar as melhores imagens de OVNIs

que possam existir

e, provavelmente, em v�deo de alta defini��o.

Ainda assim, a investiga��o de OVNIs � s� uma parte da hist�ria.

Creio que j� passou muito tempo para que tais registros sejam abertos ao p�blico...

D�em as informa��es �s pessoas jovens do mundo e deste pa�s,

eles querem ouvir isso, desejam...

n�o escondam, n�o mintam e nem inventem hist�rias, n�o s�o est�pidos.

OVNI

a maior hist�ria j� negada...

Houston - aqui � Discovery

ainda temos a nave alien�gena sob observa��o

"As na��es do mundo ter�o de se unir,

porque a pr�xima guerra ser� interplanet�ria."

"As na��es da terra algum dia dever�o fazer uma frente comum

contra o ataque de seres de outros planetas."

General Douglas McArthur, 8 de outubro de 1955:

Fogo a�reo foi feito contra algumas naves n�o identificadas em Los Angeles

ordenado pelo centro de comando �s 2:25

Objetos estranhos se movem lentamente na costa do Pac�fico em Santa Monica

e desaparecem ao sul de Long Beach.

A primeira linha de objetos segue pela costa

e parece seguir uma mesma dire��o

certamente foram vistos objetos muito grande,

mas nenhum deles havia sido danificado.

TRANSMISS�O ORIGINAL DE CBS R�DIO COM BYRON PALMER - 26/02/1942

Cessando fogo perto das tr�s e meia da manh�,

cerca de 20 minutos ap�s o tiroteio,

os objetos regressaram a oeste de Long Beach � Santa M�nica

Os disparos continuaram mais uma vez,

ronda ap�s ronda de muni��o at� os objetos.

A segunda onda foi atacada do centro de Los Angeles,

podia-se ouvir o som de tiros e ver as luzes piscando que l� estavam.

Ap�s as naves simplesmente desapareceram pela segunda vez sobre o oceano.

Regressamos agora � CBS em Nova York

FOTO ORIGINAL DO LOS ANGELES TIMES DE 26 de fevereiro de 1942

EX�RCITO DIZ ALARME REAL

FOGO ANTI-A�REO CONTRA INVASORES MISTERIOSOS DE L.A.

A batalha de L.A. foi de fato a primeira vez que o nosso ex�rcito abriu fogo contra um OVNI.

No dia seguinte,

os militares disseram � imprensa que n�o havia sido mais do que um bal�o meteorol�gico.

Outro relat�rio dizia que disparavam � toa.

Apesar da amea�a,

o ex�rcito n�o estava muito satisfeito com estes relat�rios

pois, se n�o podiam abater um bal�o com cerca de 15.000 tiros diretos,

como teriam sucesso em disparar em um inimigo real e errar?

Esta foi a primeiro vez que a nega��o oficial foi posta em pr�tica apesar dos OVNIs.

Isso foi em 1942,

apenas alguns meses depois de Pearl Harbor.

Nosso convidado especial desta tarde

� o Dr. Willie Ley.

Nosso governo e seu Departamento de Defesa

est�o tomando o tema dos discos voadores a s�rio?

T�m que faz�-lo

ap�s todos os esfor�os que se fazem

entre os quais se investiga, � a defesa dos ceus,

para saber qualquer coisa

que possa estar acontecendo l� em cima e que n�o sabemos

e que seja dif�cil de manejar.

O Major Donald E. Keyhoe,

um fuzileiro naval aposentado,

insistia que a For�a A�rea sabia mais do que aquilo que dizia.

Temos sido observados

por algum tipo de dispositivo

que est� � frente de n�s,

muito � frente de n�s

e, provavelmente, � controlado por uma civiliza��o superior.

H� relatos de que muitos da For�a A�rea

chegaram � mesma conclus�o.

Na verdade, a For�a A�rea considerava altamente secreto

o fato de que essas coisas eram naves interplanet�rias.

Conhe�o alguns que disseram ter visto um disco voador

e preferem n�o falar porque seriam tachados de rid�culos.

Isso � algo que a For�a A�rea usa para desacredit�-los.

Outra maneira de manej�-lo � com a audi�ncia,

a qual � negada de uma ou outra forma o de ter visto discos voadores.

N�o se poderia fazer-se um estudo da For�a A�rea

e prestar um servi�o (militar) sem negar por ser rid�culo?

Em vez de ser...

...um tema rid�culo

ou uma grande piada,

� realmente um tema muito s�rio,

do qual depende a vida de todos n�s.

Na verdade, a maioria das pessoas que relataram um OVNI

s�o cidad�os patri�ticos,

que t�m sido cativados por algo que tenham visto

e, atrav�s de um senso de patriotismo,

relataram �s bases locais e aos oficiais,

ou �s bases da For�a A�rea dos Estados Unidos

mais pr�ximas deles.

Os primeiros relat�rios foram dados por cidad�os muito pac�ficos

como Frank Manor.

Olhei para o norte de onde estava

e...

e via-se uma forma estilizada que emitia algum calor,

movia-se pr� cima e pr� baixo num �ngulo de 40 a 45 graus

e ent�o...

observei como brilhava...

talvez assim o veria melhor e sabia o que era aquilo.

Subi numa �rvore,

o objeto se deteve,

emitiu uma luz branca

e olhei novamente e pensei que estava imaginando coisas.

O OVNI visto por Frank Manor permaneceu sobre o p�ntano por mais de quatro horas.

Seus filhos tamb�m o viram.

Seus parentes o viram,

moradores da �rea o viram.

Vi algo que teria a forma de uma empada,

n�o pude ver de frente,

s� a parte arredondada de um lado e as luzes de laterais.

Decidi ficar ali

e abri bem os olhos porque n�o podia crer no que estava vendo.

N�o podia crer porque era muito irreal.

William Van Horn, diretor de defesa civil e residente em Hillsdale,

tamb�m captou um OVNI

com sua c�mera de monitoramento no dia seguinte,

onde encontrou misteriosos c�rculos perfeitos onde tinha visto o OVNI.

Ningu�m o fotografou,

mas o sargento Newell Schneider do gabinete do xerife

lembrava-se muito bem para poder desenh�-lo.

Movia-se muito r�pido

em qualquer velocidade e dire��o.

Podia mudar e ir da direita � esquerda ou em ambos os sentidos, sem se deter.

O que voc� acha disso?

Se parece um disco voador, ent�o � isso o que ele �.

A For�a A�rea enviou a seu chefe de investiga��o de OVNIs,

o Professor J. Hyneck Allen,

para analisar o local do avistamento.

O Dr. Hyneck concordou que os moradores de Michigan

haviam visto algo no p�ntanos.

Mas acreditava que o que haviam visto eram gases do p�ntano.

Eles que viveram em fazendas

teriam muitas experi�ncias com os p�ntanos

e, obviamente, isso era decomposi��o do p�ntano

e n�o p�de entender como as pessoas de Michigan

se perturbariam com algo parecido com g�s do p�ntano.

As cren�as do Dr. Hyneck sobre os gases

n�o foram bem recebidas pelo xerife Douglas Harvey,

o qual acredita que ele est� errado.

Pois se ele diz que s�o gases do p�ntano,

eu digo, com o devido respeito ao Professor Hyneck,

que ele est� errado.

Acho que este � um assunto resolvido,

porque, na noite anterior, estive em meu escrit�rio

e � claro que direi na minha declara��o,

que at� as 11 da noite ele n�o tinha declara��o de qualquer tipo a fazer,

ele me disse que n�o tinha id�ia do que havia sido aquilo,

mas que o Pent�gono lhe havia ordenado fazer uma declara��o no dia seguinte.

Ele disse: "n�o sei o que vou dizer"

Ent�o, mais tarde naquela noite, veio com essa teoria.

Conhe�o alguns que disseram ter visto um disco voador

que s�o acusados de rid�culos...

Olhe, isto n�o foi queimado pelo sol,

veja meu para-brisa...

O que pensaria se algu�m viesse e lhe dissesse que viu algo

no meio do nada?

Pensaria que estaria louco, fora de si,

que pensaria?

Seria taxado de rid�culo...

Arrepende-se agora de ter dito �s pessoas o que voc� viu?

Sim,

estou arrependido porque

n�o temos em mente o que outras pessoas pensar�o de n�s,

creio que est�...

...louco.

E � algo que n�o tolero,

n�o quero ningu�m aqui,

por isso deixem-me sozinho.

Seria chamado de rid�culo,

o que � algo empregado pela For�a A�rea...

empregado pela For�a A�rea...

A coisa � que j� n�o direi nada,

direi que nunca vi

a quem quiser saber

e n�o contarei a ningu�m.

Assim me sinto melhor

porque todo esse assunto � desagrad�vel.

Segundo a For�a A�rea americana,

foi tornado p�blico por alguns "chef�es" do Pent�gono,

que h�

cerca de 250 ou 300 militares

extremamente incompetentes

nas For�as Armadas,

alguns deles continuam voando

e ainda nenhum deles tem relatado avistamento de OVNIs.

A For�a A�rea � acusada, ocasionalmente,

de esconder informa��es sobre OVNIs.

O que tem a dizer sobre esse assunto?

Essas acusa��es s�o absolutamente falsas.

N�o estamos escondendo nada.

N�o podem tom�-las como de porta-voz das For�as Armadas

ou da presid�ncia.

Apenas seguem ordens

de calar e explicar todos os avistamentosde OVNIs

o mais r�pido poss�vel,

antes que se tornem p�blicos

e praticamente negar que OVNIs existem.

Os OVNIs apenas eram conhecidos

por�m, acredite ou n�o, isto j� havia sido relatado espor�dicamente

desde finais de 1800 e in�cio de 1900

e era algo que simplesmente n�o havia motivos de preocupa��o.

Os discos voadores t�m sido relatados em fotografias por todo o mundo.

Estas observa��es n�o eram um problema

apesar de serem vistos por pilotos

e perto de bases militares,

pois pareciam n�o apresentar qualquer tipo de amea�a.

Simplesmente passavam como luzes estranhas

ou avistamentos de anomalias meteorol�gicas por civis treinados,

que viam coisas que n�o eram f�ceis de explicar.

Ap�s o ataque a Pearl Harbor,

tornou-se imperativo que os militares

deviam controlar quem ou o qu� voava no espa�o a�reo.

O radar era a nova tecnologia

que podia detectar qualquer coisa no ceu

que n�o fosse reconhecida como uma aeronave pr�pria.

A batalha de Los Angeles foi o exemplo

de naves desconhecidas imunes a qualquer tipo de fogo a�reo.

Nada podia derrubar aquele objeto.

O que os militares fariam para controlar amea�as desconhecidas como estas?

Que aconteceria se o p�blico descobrisse que estas coisas eram reais

e que nada havia sido feito para det�-las?

A �nica solu��o era negar que havia qualquer amea�a

sobre a qual n�o havia nenhum tipo de controle,

algo que n�o pod�amos parar.

A solu��o incluia a nega��o oficial nos �ltimos 60 anos.

A For�a A�rea e a CIA contrataram uma comiss�o com os melhores astr�nomos,

cientistas e especialistas da �poca

para se converterem em autoridades sobre OVNIs.

Estes peritos sairam no r�dio e televis�o nacionais,

dizendo ao ing�nio e nobre povo patri�tico

que OVINIs eram um mito.

O astr�nomo Norton Heige

estava no comit� da CIA para investigar os relatos de OVNIs, em 1952.

Sua conclus�o:

n�o havia evid�ncias de OVNIs.

Inclusive o reconhecido astr�nomo Carl Sagan

foi colocado pela For�a A�rea como conselheiro cient�fico

para negar a exist�ncia de OVNIs.

A r�plica oficial era que n�o havia encobrimento

e que n�o havia pires voadores no espa�o exterior.

Gostaria de ler um pequeno peda�o de um relat�rio da comiss�o cient�fica da USAF

que foi feito recentemente

e detalha o caso sobre os OVNIs.

Esta � a declara��o:

A comiss�o concluiu que, durante o ano 1900,

desde que foram vistos os primeiros OVNIs,

n�o houve evid�ncia alguma de Objetos Voadores N�o Identificados.

Isso se tornou na maior hist�ria jamais negada.

17 de janeiro de 1994.

Creio que todo o povo de Los Angeles, assim como meu irm�o e eu,

est�vamos arrasados pelo terremoto.

Acordei naquela manh� com a inten��o de fazer uma edi��o final em uma fita

na qual t�nhamos trabalhado durante o ano anterior.

Muito do nosso material editado de v�deo foi destru�do,

por isso tivemos de cortar o negativo em um laborat�rio em Burbank.

N�o percebemos que o terremoto era s� o come�o do que seriam os eventos

que mudariam nossas vidas e que est�vamos prestes a descobrir.

Decidimos ir pr� casa com nossas fam�lias antes de come�ar novamente.

Ent�o voltamos a Roswell, Novo M�xico, que � nossa cidade natal

e, alguns meses depois, filmamos o primeiro v�deo, em plena luz do dia, de um OVNI

sobre a �rea de Roswell.

Compilamos um enorme arquivo de imagens de atividade OVNI em pleno dia em Midway,

que � onde haviamos crescido

e que est� localizado a apenas 13,5 km ao sul de Roswell.

Midway � tamb�m o lugar onde foi descoberto o fen�meno das hastes.

Um objeto misterioso foi gravado em v�deo sobre Albany, Nova York.

Parece estranhamente com um m�ssil.

Ser� isso poss�vel?

- Sim, � realmente assustador sobre nosso aeroporto comercial, mas n�o sei

o que tem sido, ia muito r�pido acima das nuvens

e tinha algumas centenas de metros de comprimento.

- Ent�o, o FBI j� viu essa fita?

- Sim, eles pegaram e est� a caminho de Washington para an�lise.

- Agora o que voc� pensa que �? -Apenas vendo-o,

poder�amos chamar de um OVNI, um m�ssil ou... o que voc� acha?

- Muitas pessoas poderiam dizer que essa coisa � uma roda... n�o tenho certeza.

Essas criaturas biol�gicas que vivem na atmosfera,

soa um pouco estranho, por�m s� que n�o a temos descoberto ainda,

porque se movem muito r�pido para que possamos v�-las.

- "Algu�m j� lhe disse que esta coisa � um animal?

- Sim, sim, sim.

Este tipo, Jos� Escamilla,

vem investigando isso h� muitos anos

e tem uma p�gina na Internet, entre outras coisas.

� incr�vel.

N�o poderia dizer-lhe quantas coisas que estar�amos aprendendo,

uma vez que capturarmos um esp�cime

e investigarmos de que eles s�o feitos.

Mas � um fen�meno surpreendente,

sejam o que for essas coisas,

s�o mestres na habilidade de viajar com ambas as asas,

sem nada para det�-los.

� como viajar entre dimens�es

Os rods s�o apenas uma parte

de um grande panorama de vida que

est� al�m do alcance da vista humana.

Utilizam disparadores realmente r�pidos,

podem diminuir a velocidade e ver melhor alguma coisa

que de outro modo escaparia do processo fotogr�fico,

Mas isso n�o significa que n�o est�o ai,

apenas � necess�rio um dispositivo

que remova uma limita��o �tica que algu�m tenha.

N�o rejeitamos o microsc�pio

porque este intensifica o poder da vista humana e, sem ele,

o mundo microsc�pico n�o existiria.

Isso afirma o fato de que nosso ambiente,

nosso cen�rio de vida

� realmente condicionado a unir o que se passa

em um dom�nio em que n�o podemos ver diretamente.

Na minha opini�o,

esta situa��o ser� verificada nos pr�ximos anos,

na natureza mais acima.

Dona Hare - Projeto Revela��o. Sei que este ponto que era muito secreto

e mantido em segredo,

porque perguntei: o que voc� vai fazer com esta parte da informa��o?

e ele disse: sempre "maquiamos" isto antes de tornar conhecido do p�blico.

E eram estas pequenas criaturas

aparecendo nas fotografias das que se queriam desfazer.

SCOTT CARPENTER - ASTRONAUTA Estava certo de n�o estarmos realmente seguros

com estas coisas que voavam,

se eram ou n�o criaturas, seres vivos de algum lugar.

As criaturas que foram capturadas pela NASA na miss�o STS75

em 1996,

com toda minha experi�ncia de todo o cen�rio OVNI

era algo que eu nunca tinha visto.

E nunca esperava ver

imagens como essa

e a �ltima coisa que eu esperava era v�-la em filme ou fita

e que havia sido exposta pelo governo

nas miss�es da NASA.

O �nibus espacial Columbia com esta miss�o

foi equipado com uma c�mera ultravioleta muito cara e sofisticada,

muito sens�vel � luz, pr�xima � ultravioleta

e quando estavam a quase 5.000 km na atmosfera,

lan�aram do Columbia

um pequeno sat�lite com um cabo.

N�o muito tempo depois que foi lan�ado do Columbia,

o cabo se partiu.

Informamos que o cabo quebrou e vamos traz�-lo de volta

Recebido

Adiante

E est� � vista do sat�lite.

Embora esteja quebrado est� no lugar certo

Vemos nesta incr�vel grava��o o sat�lite que se desvia

mais longe da �rbita do Columbia.

O cabo, que tem 19 km de comprimento,

estende-se como uma grande linha branca,

que se pode ver t�o plana, como pode ser.

Este � o Columbia, estamos a 77 milhas n�uticas do cabo

Enquanto tudo isso acontece,

um grande grupo de OVNIs, talvez tr�s d�zias deles,

se manifesta � c�mera ultravioleta

e come�a a se mover em c�rculos,

buscando por toda parte como algo em um aqu�rio.

O Sat�lite

mais uma vez vemos o sol nascer

Bem, Houston, supostamente,

est� na terra recebendo este sinal

do Columbia

e perguntam aos astronautas no �nibus espacial,

O que podem ver? O que podem ver?

Recebem a imagem?

- Francamente, vemos uma longa linha,

algumas estrelas e muitas coisas flutuando na imagem.

Podem descrever o que est�o vendo?

- Pois, a linha longa � o cabo mec�nico

e h� algum tipo de res�duos que parecem voar ao nosso encontro

� como uma grande barra brilhante, como se fosse um an�ncio em ne�n

e tem 18 quil�metros de comprimento.

Agora, isto nos serve como uma esp�cie de regra c�smica

da qual algu�m pode ter uma id�ia estimada

do di�metro dos OVNIs que voam em torno dele.

"GRANDES" OBJETOS EST�O ATR�S DO CABO

e podem ser vistos atr�s do bra�o mec�nico,

Isso significa que se pode usar esse cabo como base

para medir o di�metro.

E essas coisas que est�o ai fora

t�m, aproximadamente, 2 a 3 milhas n�uticas de di�metro.

Uma das coisas que se v� uma ou outra vez

s�o OVNIs que se materializam ao ultravioleta, enquanto os vemos

surgirem do nada at� o ponto de foco da c�mera.

Tamb�m foram vistos desmaterializar-se enquanto o temos sob observa��o.

H� duas coisas centrais que acontecem com OVNIs desde o primeiro dia:

materializa��o e desmaterializa��o.

Acontece nestas fotos

480 km acima da Terra,

fotografada pelo governo

e tudo supervisionado pelos astronautas.

- Farei uma retirada completa para que possa ver o comprimento do cabo

- Aqui, Houston. Temos uma vis�o muito melhor, melhor contraste e visibilidade

MICHAEL SMITH USAF-CONTROLE DE AERONAVES / OPERA��O DE ALERTA

N�o � algo que acontece com frequ�ncia, mas � realizado.

Brigadeiro-General Stephen Lovekin Guarda Nacional, Mandato de EISENHOWER

Havia provavelmente 1.500 casos relatados de OVNIs naquele momento.

Cel. Richard Haines Investigador Aeroespacial da Nasa, aposentado

Tenho mais de 3.000 casos agora.

Franklin Carter - Especialista em Radar da Marinha americana.

Calcularam 90 metros da ala esquerda do que se considerou do disco.

Harry Allen Jordan - Operador de R�dio do USS Roosevelt - Marinha americana

O estranho de tudo era o forte que era a superf�cie de contato,

para uma tecnologia de nave a�rea, essa coisa era enorme.

George A. Filer, Diretor de Intelig�ncia da For�a A�rea - aposentado

Eram cinco petroleiros sobre a Inglaterra e Controle, em Londres, queria que intercept�ramos um OVNI.

John Callahan - Oficial da Ag�ncia de Investiga��es de Acidentes a�reos

Iam de um ponto a 15 km a 6 ou 7 em ponto no mesmo intervalo de km

e foram vistos durante cinco ou seis segundos

e tiveram de ter se movido muito r�pido.

Chuck Sorrels - Controlador de Tr�fego A�reo - Base Edwards da For�a A�rea

Elevavam-se em linha reta, podiam fazer isso em pouco tempo.

Daniel Salter - Sargento-Chefe da For�a A�rea

Uma vez que come�avam a se mover

faziam diretamente para cima em linha reta e logo desapareciam em alta velocidade.

Frederick Fox-Piloto Base Naval Nuclear Ultra-Secreta

como um tipo de desaparecimento ou desmaterializa��o.

Merle Shane McDow - Naval dos EUA - Apura��o

E de repente, deixou a atmosfera, indo para o espa�o...

Cel. Robert Salas - Engenheiro Oficial de Lan�amentos, For�a A�rea

Apenas... sumiu... foi para o espa�o.

Astronauta Edgar Mitchell - Apollo 14 Sexto Homem na Lua

Tem havido material extraterrestre, colis�es de naves,

materiais e corpos recuperados...

Sargento Karl Wolf - Comando T�tico A�reo-Base Langley, Virg�nia

N�o quis continuar olhando, porque senti que minha vida estava em risco.

Larry Warren - Especialista em Seguran�a da For�a A�rea

Fui literalmente golpeado nas costas

e empurrado quanto resisti

e sabia que, de alguma maneira, essas coisas estavam fazendo o mesmo.

Prof. Robert Jacobs - Base Vandenberg da For�a A�rea

E digo que voc� nunca mais ouvir� essas coisas de novo,

porque, para seu conhecimento, isso nunca aconteceu.

John Weygandt - Marinha

Disseram-me que isso n�o existia, que esta situa��o nunca aconteceu.

9 de maio de 2001 - Nacional Press Club de Washington, DC

Questionado e negado por pelo menos 50 anos,

� a raz�o pela qual fazemos isso agora.

Dr.Steven Greer - Diretor Projeto Revela��o

� para pedir ao Congresso dos E.U.A. e ao presidente Bush

para avan�ar at� a uma vis�o que possa descobrir estas quest�es.

Bom dia, senhoras e senhores, meu nome � Clifford Stone,

fui sargento de primeira classe do ex�rcito americano.

Meu nome � Dwynne Arnesson,

servi por 26 anos como oficial de eletr�nica e de comunica��o da For�a A�rea.

Meu nome � John Callahan,

sou funcion�rio aposentado da Associa��o Americana de Voos.

Estava a cargo da �rea de avalia��o e investiga��o de acidentes.

Meu nome � Don Phillips,

estive na For�a A�rea americana...

trabalhei com alguns servi�os de intelig�ncia do governo americano.

Estas s�o pessoas que t�m estado dentro da CIA

Ag�ncia Nacional de Seguran�a

NRO

For�a A�rea

For�a Naval

Marinha

Ex�rcito

Todas as divis�es de intelig�ncia e comunidades militares,

assim como numerosas testemunhas que trabalham para o governo.

Essas s�o pessoas que se envolveram nos chamados "presupostos negros"

ou "projetos secretos desconhecidos".

Esses especialistas em projetos desconhecidos ganham pelo menos

de 40 a 80 bilh�es de d�lares ao ano

e est�o baseados em tecnologias que poderiam mudar o mundo para sempre.

Quem s�o os que est�o no Pent�gono?

Quem s�o os membros do Congresso?

e o que nos disseram que temos de fazer?

Estou pronto para contar minha hist�ria perante o Congresso, e � a verdade...

E testemunharia na frente de todo o Congresso, que o que eu digo � verdade...

Estou pronto para ir ao Congresso e dizer que tudo o que eu disse a voc�s

e tudo o que est� aqui, � a verdade...

Estes homens e mulheres s�o avan�ados e todos t�m boa reputa��o,

podem estabelecer quem s�o

e t�m presenciado e s�o testemunhas

de um dos eventos mais importantes na hist�ria da humanidade.

Estou disposto a testemunhar a verdade de todas estas quest�es

de que lhes falei, perante o Congresso, sob palavra...

Estou disposta a testemunhar frente o Congresso que o que digo � verdade...

Estou preparado para testemunhar em detalhe sobre essas quest�es frente ao congresso...

Essas declara��es s�o certas e estou disposto a testemunhar perante o Congresso...

E testemunharia que tudo o que disse � verdade e tudo isso na frente do Congresso...

Deporia perante o Congresso, se necess�rio e explicaria exatamente o que aconteceu...

Vou testemunhar perante os congressistas sob palavra de tudo o que eu disse e muito mais...

Informei pessoalmente ao primeiro diretor da CIA,

James Wolsey,

primeiro diretor da ag�ncia na administra��o Clinton...

Informei, pessoalmente, ao chefe de intelig�ncia de defesa...

ao chefe de intelig�ncia e a seus asessores...

membros do Senado, Comit� de Intelig�ncia...

muitos membros do Congresso...

l�deres europeus...

o gabinete japon�s e outros...

e o que encontrei � que ningu�m se surpreende que isso seja verdade...

mas se horrorizam ao saber que n�o tiveram acesso a esses projetos.

Muitas pessoas falam de conspira��es � sombra do governo.

Estou disposto a depor frente ao Congresso que essas opera��es obscuras existem...

eu quase fiz parte de uma delas...

por�m, vi a luz, eu creio...

ou pior...

e logo sai...

e isso � tudo...

Temos revelado o que sabemos...

e estou disposto a depor perante o Congresso...

ou contra qualquer outra organiza��o...

que o que eu presenciei � verdade...

Todo este projeto com tudo o que implica

provavelmente os outros o far�o,

mas,

tenho 73 anos,

tenho tido uma boa vida sem arrependimentos,

amo este pa�s

e tenho sido crist�o toda a minha vida desde os 11 anos

e acho que Deus quer que saibamos

e creio que o cosmos quer que saibamos,

sei que n�o estamos s�s no universo,

sei que a aus�ncia de provas,

n�o � prova de que n�o exista,

mas sim evid�ncia do que tem sido negado ao povo americano.

Fico na frente de voc�s e diante de Deus e lhes digo o seguinte:

se o Congresso me intimasse a apresentar-me

e me perguntasse, voc� testemunharia detalhadamente o que sabe?

Pois desde hoje estou aqui frente a voc�s pronto para isso.

Os governos nunca deveriam mentir para o povo.

As not�cias de hoje, 8 de julho de 1947

A For�a A�rea anunciou que um disco voador foi encontrado

e est� agora de posse do ex�rcito

O escrit�rio da Marinha disse que o m�ssil encontrado na semana passada

e que foi interceptado em Roswell, Novo M�xico,

seria enviado a Ohio para inspe��es.

Todo o projeto era sobretudo obter o mais que pudesse de informa��o sobre tecnologia

destas naves t�o rapidamente quanto poss�vel

e manter a midia com uma id�ia aloucada

de que essas coisas seriam criadas por brincalh�es universit�rios

e bal�es e problemas clim�ticos.

Uma parte da informa��o foi decifrada pela CIA e pela NSA

e pessoas como eu, oficial naval de intelig�ncia.

Era a primeira vez que vejo algo parecido com isso

e todos os olhos estavam fixos nesta coisa em particular

e quando nos disseram o que era,

assustava.

Tornou-se tudo t�o silencioso que se podia ouvir cair um papel na sala.

Ele disse que devia ter sido tirado de uma das naves

que havia caido no Novo M�xico

e que haviam levado uma caixa de materiais

na qual os militares estavam trabalhando,

eles n�o usavam o termo "engenharia inversa", nesse tempo,

por�m havia algo que se referia a isso.

Acreditavam que precisavam trabalhar nisso,

porque iria demorar alguns anos fazer algo semelhante.

Era oficial de guarda nessa noite

e fui � se��o de veterin�ria

e l� estava um dos sargentos que conhecia muito bem... sargento Legard,

e lhe perguntei "sargento, como est� a ronda por aqui esta noite?".

Ele disse: "Bem, senhor".

Disse-lhe que tivesse cuidado, porque parece que tinhamos algo muito delicado aqui.

Perguntou-me: "Quer ver, senhor?".

Sim, vamos ver.

E eu conhecia o sargento, era muito tolo,

fui � parte traseira e havia cerca de cinco caixas,

cinco ou seis, creio que eram cinco,

levantei aquela e vi este corpo flutuando no l�quido.

Primeiro pensei que era uma crian�a,

porque era pequeno.

Depois observei a cabe�a

e isso s� aconteceu em quest�o de segundos,

depois olhei o resto,

a cabe�a era diferente, bra�os finos,

o corpo era cinzento.

Nesse momento percebi que n�o sabia o que seria aquilo,

assim posso lhes dizer uma coisa,

o que fiz foi memorizar aquilo bem fundo na minha mente,

para ver se no futuro podia colaborar com algu�m para avaliar o que teria sido aquilo.

O Cel. Curtis E. LeMay foi muito aberto e come�ou a falar sobre Roswell,

do acidente que havia acontecido

e me disse que estava consciente de que n�o era nosso,

que n�o era militar

nem da For�a A�rea, do Ex�rcito ou da Marinha

e que era um ve�culo muito estranho, o acidentado.

Disse-me: queria contar-lhe algo, mas se voc� falar com algu�m que

que lhe disse isso, juro que direi ser mentira sua.

Retruquei: n�o h� problema,

e me disse: sabe que sou um membro da Seguran�a do Gal. Douglas MacArthur...

Vou rumo aos Estados Unidos

e vou lhe dizer algo:

o Gal. MacArthur estava muito familiarizado com o incidente Roswell,

o material do choque e tamb�m com os corpos

e ele mesmo viu.

Depois comecei a receber dezenas de relat�rios,

relat�rios de outros artefatos espatifados

e de muitas outras coisas.

Uma vez recebi um da NSA

que dizia que estava recebendo um sinal do espa�o,

que n�o era um simples ruido espacial

ou sons revoltos ou algo que n�o se podia entender.

Os sinais eram muito perfeitos

e parecia que algo se perdia nessas mensagens reais.

Nunca fomos capazes de decodific�-los.

Era uma mensagem muito coordenada,

n�o era s� ru�do, mas sim um padr�o.

A pessoa que cheguei a conhecer e comentar a respeito

foi o Dr Heidoff Rom. Um pouco de sua hist�ria: era da Su�cia,

esteve no primeiro teste da bomba at�mica nos E.U.A.

Ele conhecia pessoalmente o Dr. Oppenheimer

e era um perfeito cavalheiro.

Uma noite, depois de alguns martinis,

brincava e lhe perguntava...

quanto voc� sabe sobre os homenzinhos verdes...

...que, supostamente est�o no gelo na base de Wright Patterson?

E me lembro bem de seu rosto,

que ficou totalmente branco.

Sua voz ficou grave e me disse:

"Arnie, tudo o que posso lhe dizer � que aquilo n�o era bal�o meteorol�gico

e n�o vamos falar mais sobre isso novamente, entende?"

E n�o fiquei em d�vida de que nunca mais voltariamos a falar disso.

Posso dizer, seguramente,

que se houve algumas naves que cairam e se espatifaram

em Roswell, Novo M�xico,

eram sim, eram reais,

e sim, tamb�m fizemos algo de tecnologia, gra�as a elas,

e sim, realmente, n�s a colocamos em funcionamento.

Quantos corpos foram recuperados?

N�o sei.

Quantos acidentes ocorreram?

Em quais solos foram obtidos os detritos...

porque eles vieram recuper�-los antes que n�s cheg�ssemos?

N�o sei.

Mas se isso aconteceu...

Ocorreu.

Quando eles t�m problemas, enviam um sinal de socorro,

como n�s fazemos.

A pergunta que a gente n�o questiona �...

� a �nica pergunta que nunca foi feita,

por�m, uma vez mais,

pensamos neles como algo que � descart�vel,

como o que faz o animal por ai.

Mas s�o criaturas vivas

e s�o t�o mortais como eu e voc�.

Pensam, t�m sentimentos...

h� coisas de que eles gostam, outras que lhes desagradam,

t�m cultura social.

Isso � muito importante,

que faz me perguntar e compreender que este � o ponto.

Houve mais acidentes em Roswell que as pessoas n�o sabem.

Houve um em 1948.

Outro em 1949.

Os testes de radar no Novo M�xico

foram a causa de muitos acidentes...

e os transmissores de alta pot�ncia,

quando se aproximavam muito deles,

interferiam com seu controle de navega��o e caiam.

Outras naves caiam porque n�s as derrub�vamos.

NORAD - Centro de Opera��es de Combate

Como um exemplo de nossa precis�o,

temos aqui uma foto

de um objeto entrando em nossa atmosfera.

Dois programas tornaram poss�vel prever o tempo exato em que isso iria acontecer

e notificaram nossa ag�ncia em particular,

colocando a funcionar uma c�mera e sendo capaz de bater esta foto.

- A que altitude?

- Isto est� s� entrando na atmosfera, seria cerca de 120 km de altura.

Tivemos �xito.

Abatemos um em White Sands no Novo M�xico.

N�s o localizado e estivemos seguindo-o naquele tempo,

tivemos �xito em fazer uma colis�o for�ada.

Pude verificar e confirmar por pessoas com quem trabalhei

e que ainda trabalho.

Qualquer coment�rio era particularmente curioso

e eu assumia como que se tratasse de alguma coisa graciosa.

"Voc� n�o tem nenhuma ideia do que se trata, certo?"

e lhe disse: "N�o senhor, n�o tenho"

e disse: "Algum dia, a tecnologia que nos levar� mais al�m...

ser� tecnologia inversa totalmente".

Eu n�o acreditava naquele momento.

Quando lhes demos informa��o, fiz�mo-lo completamente

e, certamente, tomaram o modelo,

mas tamb�m colocamos um pouco do que quer�amos,

quer�amos uma retroalimenta��o para vantagem do ex�rcito.

Fa�a seu caminho, peguem o dinheiro que queiram

mas transmitam-na ao povo americano,

transmitam-na ao mundo.

Os japoneses queriam colocar uns circuitos,

dissemos-lhes, se querem, por que n�o se lhes d�o,

se j� os demos �s empresas.

Era como fibra �tica,

eles n�o sabiam o que eram essas coisas,

achavam que eram cabos de algum tipo, mas n�o sabiam como funcionavam.

O interessante aqui

era que demostrava que n�o haviamos alcan�ado

a tecnologia do que eram estas fibras �ticas.

Estava tamb�m o fato de que ao pegar um monte dessas fibras na m�o

e, quando a fechava, as pontas das fibras estavam brilhando,

o que significava que continham energia pr�pria.

Por que necessitar de um sistema de fibra �tica em uma nave espacial?

Bem...

...se, de repente,

toda a massa no ve�culo se cancelar ou se juntar,

inclusive a massa dos el�trons se cancela,

significa que toda...

toda a telemetria estaria em um �nico sistema.

Seria como se, de repente, todo o sistema sofresse uma mudan�a

e toda a energia se transmitisse de maneira incr�vel.

Por que usar fibra �tica?

Porque os f�tons n�o t�m massa, supostamente.

Portanto, n�o ser�o afetados.

Significa que qualquer informa��o ou telemetria que se envia de ida-e-volta ao computador,

n�o importa se o computador funcione a n�veis r�pidos de transmiss�o,

porque o mesmo sistema se torna mais r�pido ou eficiente.

Mas tamb�m exige ser capaz de controlar a nave de forma que n�o caia.

A melhor maneira de faz�-lo � a fibra �tica.

Na segunda inova��o se encontram as tarefas de desenvolvimento de superf�cies,

contra a press�o, estresse, deforma��o e decomposi��o qu�mica.

Tudo isto foi conseguido gra�as a uma s�rie de sensores vibrat�rios

localizados atrav�s da fibra �tica

que resultam melhores em materiais compostos.

Enfim, a NASA tem aumentado a localiza��o destes sensores exponencialmente,

onde se encontram melhor dispon�veis.

As aplica��es aos componentes de micro fibra �tica s�o quase ilimitadas.

Colocaram uma cortina preta dividindo o hangar

em duas �reas diferentes.

E por tr�s dessa cortina havia outra �rea muito grande

e dentro desta �rea estavam

todas as luzes apagadas

e quando voc� entrava e acendia a luz

se encontrava com tr�s discos voadores,

flutuando sobre o solo,

sem cabos, apenas suspensos sem nada que os sustentasse.

Nenhum trem de pouso por baixo...

...somente flutuando...

...e nada a sustent�-los.

Deane Dennis da United Press International...

Poderia, por favor, indicar o desenho do ve�culo que estavam mostrando?

Porque este ve�culo n�o foi mostrado em evento a�reo?

Haviam tr�s ve�culos.

O primeiro, o menor, do qual tiraram a maioria das pe�as

que eram mostradas em v�deo no hangar,

em 12 de novembro de 1988,

na base norte da For�a A�rea,

tinha cerca de 7,2 metros de di�metro na parte mais larga,

justo na base da nave.

Em alguns casos poderia dizer que eram unidades de dispositivos totalmente eletromagn�ticos,

coisas que produzem mais energia el�trica da que consomem.

Esta � uma reprodu��o de um ve�culo extraterrestre,

que n�o tinha sido esclarecido, que se baseia principalmente

em avan�ados sistemas de propuls�o de energia antigravitacional

e energia de ponto zero.

O seguinte, maior,

era de 18 metros de di�metro na base.

Empresas como a SAIC, Lockheed-Martin e outras

trabalham especificamente com sistemas de energia e propuls�o avan�adas

relacionadas com os OVNIs

e creio que o que acontece, o que podemos intuir,

� que perdemos o controle sobre estes projetos,

de uma perspectiva legal.

Porque a infra-estrutura dentro da intelig�ncia militar incorporava canais com muitos fundos.

Certamente, o maior dos tr�s ve�culos

era de, aproximadamente, 3,5 a 3,8 metros

e isso � muito grande, � enorme.

Os recentemente chamados ve�culos de reprodu��o extraterrestres

est�o baseados no estudo desses ve�culos,

mas s�o de fabrica��o humana, por militares de intelig�ncia aero-espacial.

N�o estamos em Kansas

e nessa exibi��o na base a�rea

o general disse que estes ve�culos eram capazes de viajar � velocidade da luz ou mais.

Creio que se cometeu um erro em Roswell.

Em vez de admiti-lo,

encobriram.

Os OVNIs continuam aparecendo em todo o mundo.

Depois fomos � Lua.

Nossa Lua � um objeto que est� l� no meio do espa�o.

Por anos houve anomalias gravadas, como luzes misteriosas, clar�es e objetos

vistos por astr�nomos na terra.

A NASA lan�ou um comp�ndio desses relat�rios gravados

antes da primeira miss�o � Lua.

BORMAN: AQUI GEMINI 7 HOUSTON - Como nos ouvem?

CONTROLE: alto e claro 7, Prossiga

BORMAN: Tenho algo acima. �S 10 EM PONTO

CONTROLE, AQUI � HOUSTON. REPITA, POR FAVOR, 7

BORMAN: EU DISSE QUE TEMOS UM OBJETO ACIMA, �S 10 EM PONTO

CONTROLE: ENTENDIDO

CONTROLE GEMINI - AQUI, NOVAMENTE, A REFER�NCIA NESTA CONVERSA��O

FOI TER VISTO UM OBJETO.

FOI BORMAN QUEM RELATOU TER VISTO

AQUI CONTROLE GEMINI EM HOUSTON

�S 4 HORAS E 24 MINUTOS DE VOO

No que se relaciona � Lua,

creio que se encontraram com algu�m que j� estava l� em cima

e eu n�o gostaria de dizer mais do que isso,

por�m...

sairam de l� e n�o queriam regressar.

Mas temos visto certos documentos

e lido certos relat�rios

afirmando que algu�m estava l� em cima

que conhece muito mais que n�s

e que estavam dispostos a afastar-nos se fossemos l� por nossa conta.

Garanto-lhe que n�o voltaremos � Lua.

T�m-se argumentado que a Lua

poderia ser usada como um indicador de visitas extraterrestres ao sistema solar.

Infelizmente, a detec��o de artefatos alien�genas na Lua

est� fora de interesse de qualquer corrente arqueol�gica.

Pois a arqueologia tende a ouvir um ponto de vista geoc�ntrico

e de antes da era de Cop�rnico.

Geralmente se aceita que a busca de artefatos alien�genas na Lua

n�o � necess�ria, porque n�o h�.

VISTA A�REA DE RUINAS NA TERRA

Dado o �xito das �ltimas tecnologias para encontrar s�tios arqueol�gicos na Terra,

POSSIVEIS RU�NAS NA LUA.

Podem t�cnicas similares serem usadas para encontrar poss�veis constru��es

artificiais na Lua ou em outros planetas?

Por exemplo, as ru�nas da antiga fortaleza Khorezmiana

Koy-Kryigan-kala, no Uzbequist�o

constru�da entre os s�culos IV a.C. e I d.C.

pareciam intactas antes de serem escavadas em 1956.

AP�S A ESCAVA��O DE 1956

Na Lua, Koy-Kryigan-Kala n�o seria descoberta entre o resto das ru�nas.

Em 1962,

Carl Sagan falou da possibilidade de descobrir artefatos alien�genas na Lua.

Afirmando aquilo, quatro fotos de reconhecimento lunar,

desde ve�culos espaciais,

especialmente da �rea mais distante,

traria � luz essa possibilidade.

Padr�es retangulares em fotografias espaciais

s�o reconhecidos como sinal da cultura humana...

PADR�ES RETANGULARES DA TERRA REPRESENTAM CIVILIZA��O

em todos os sentidos da arqueologia terrestre.

Seria ent�o razo�vel buscar padr�es retangulares na Lua ou em Marte

COR EXTRAIDA

PADR�ES RETANGULARES EM MARTE

POSSIVEL EVID�NCIA DE CIVILIZA��O.

Entrei no laborat�rio fotogr�fico,

que era uma �rea restrita entre as miss�es,

e um dos senhores, que logo nos tornamos amigos

e que, todavia, fal�vamos ocasionalmente,

apontou a uma �rea deste mosaico.

Era um s� painel do mosaico

e, com um sorriso, me disse: olha ali

e vi em um dos pain�is fotogr�ficos

um ponto branco e redondo

e nele, ent�o, estava muito indefinido, com muitas linhas sobre ele,

e lhe disse: o que � isso? um ponto em movimento?

E ele disse: os pontos em movimento n�o deixam marcas redondas no solo,

e ali havia uma marca redonda em �ngulo correto,

com o sol brilhando sobre as �rvores, sobre os pinheiros,

n�o vi nenhuma linha costeira, de modo que n�o sei de onde p�de haver sido

e lhe disse: isto � um OVNI.

E ele sorriu e retrucou: "N�o posso dizer-lhe isso."

Eu sabia que ele queria dizer isso, mas n�o o podia fazer.

Assim lhe perguntei: o que voc� vai fazer com esta informa��o?

e disse: "Bem, sempre temos que remov�-la antes de envi�-la ao p�blico".

Em 1965,

meados de 1965,

fui chamado ao projeto �rbita Lunar, da Nasa

no campo Langle.

Tinham problemas com uma pe�a do equipamento eletr�nico

que lhes estava faltando para a produ��o de fotografias.

Fui levado ao laborat�rio, onde estava o equipamento defeituoso.

Um marinheiro de segunda classe estava na c�mara escura na �poca.

Eu tamb�m era um marinheiro de segunda classe.

Ap�s uns 30 minutos no processo,

ele me disse

de uma forma muito alarmante:

"certamente descobrimos uma base na parte de tr�s da lua"

e logo passou a colocar fotos diante de mim

e nestas fotografias podiam-se ver claramente estruturas,

edif�cios esf�ricos e torres.

A NASA ENCOBRE EVID�NCIA DE ESTRUTURAS NA LUA

Sempre temos que elimin�-las antes de mostrar ao p�blico

AS FOTOS DA MISS�O CLEMENTINE

Este exemplo mostra uma base

que tem formas geom�tricas,

tem torres, edif�cios esf�ricos, s�o torres muito altas

e parece ter estruturas semelhantes a radares ou estruturas maiores...

Se comparar o que vejo agora,

porque tenho fotografias que cont�m e provem o que vi...

s�o estruturas enormes...

Algumas delas t�m at� 800 metros de tamanho,

s�o estruturas gigantescas...

alguns dos... edif�cios... parecem ter superf�cies reflexivas.

Algumas das estruturas me lembraram

as Torres G�meas...

edi�cios de usinas. Tinham esse tipo de formato.

Algumas s�o muito planas, retas.

Uma foto especial que vi, teria muitos lugares anexados numa grande �rea.

Continuei trabalhando por mais tr�s dias

e me lembro que, quando ia pr� casa,

pensava ingenuamente, que tudo isso estaria no notici�rio da noite.

E aqui est�, mais de tr�s anos depois, espero que saia

e testemunharia perante o Congresso que o que eu digo � verdade.

ESTE OBJETO FOI ELIMINADO

OVNI sobre a Lua - Miss�o Apolo 14

PROJETO ESTA��O HORIZONTE LUNAR

Em 1959...

o ex�rcito americano fez um plano para p�r uma base habitada na Lua.

Acreditava-se que essa Esta��o protegeria os E.U.A.

de intrusos na Lua

e para relizar vigil�ncia da Terra e no espa�o

a partir dessa Esta��o.

Atuaria como ponte de comunica��es

e serviria de base para a explora��o lunar.

A mencionada Esta��o custou seis bilh�es de d�lares

e come�ou a funcionar em dezembro de 1966

com 12 militares.

A base seria uma defesa contra ataques de russos na Terra

por armas de destrui��o em massa.

O programa Apollo come�ou s� dois anos ap�s o programa Horizonte,

mas a esta��o lunar n�o seria estabelecida completamente at� in�cio dos anos 70.

Desde as apari��es de OVNIs a pergunta que todos fazem �:

Podem os governos manter o segredo?

Especificamente o governo dos E.U.A.

e a resposta a isso, inequivocamente,

�... sim.

Altos funcion�rios do governo

t�m pouca ou nenhuma informa��o v�lida

sobre isso.

Muitos deles sabem tanto quanto como algu�m na rua.

Sempre � o que se chama a necessidade de saber.

Mant�m quase sempre o mesmo tipo de conhecimento a si pr�prios em cada organiza��o.

Olhei e fiquei realmente chocada porque eu havia trabalhado ali por anos

e nunca tinha visto algo assim

e nunca tinha ouvido nada parecido.

Eu tinha permiss�o ultra-secreta

e podia entrar em �reas onde

nem mesmo meus comandantes podiam entrar.

Ele era um civil que trabalhou muito com a NASA

em muitos comit�s e coisas assim.

E creio que seu problema era que estava ciente disto.

Eu tinha acesso, mas eles n�o sabiam e se eles tivessem a mesma autoriza��o,

eu nem mesmo sabia quem podia entrar ou n�o.

E ele sabia que era muito importante,

porque ia a todas as confer�ncias da NASA.

E como � que, sendo t�o importante, nunca se inteirou disto?

N�o podia estar certo.

Os segredos dos OVNIs podem se manter secretos

de outras pessoas com o mesmo tipo de autoriza��o.

E a verdade � que havia informa��es de OVNIs escondidas

e informa��es de extraterrestres durante anos,

n�o s� dos anos atuais, mas desde o in�cio de 1900.

38 N�VEIS ACIMA DE ULTRA-SECRETO

H� mais ou menos 38 n�veis acima de ultra-secretos.

O mais alto de todos � o n�vel C�smico

�...

...bem, digo a voc� agora...

isso �... OVNIs, extraterrestres...

...e coisas espec�ficas.

Agora, como voc� tem ouvido,

s� h� umas 25 pessoas em todo o mundo

que sabem ou que t�m esse n�vel.

Nenhum presidente jamais teve esse n�vel,

nunca tiveram acesso a esse n�vel.

Apenas Eisenhower foi o que esteve mais perto disso.

Eisenhower

sabia que algu�m deveria ser o respons�vel

e tratou com o diretor da CIA

mas n�o funcionou.

A CIA estava trabalhando somente para si mesma.

A maioria dos diretores de intelig�ncia trabalham para si pr�prios.

O que aconteceu foi que Eisenhower se vendeu,

talvez percebeu que toda essa situa��o ia parar em m�os de grandes corpora��es.

Percebeu que estava perdendo o controle.

Percebeu que o que fora este fen�meno contra o que enfrent�vamos

n�o ia parar em melhores m�os

e essas foram,

at� onde pude me lembrar, essa foi a express�o que usaria,

n�o estar em boas m�os.

A conselhos do governo

devemos manter guarda contra as aquisi��es de influ�ncia indesejadas

sejam ou n�o aprovadas,

pelo complexo industral militar.

O potencial para o desastre aparece nos sitios onde se det�m o poder de forma errada

e persistir�.

Nunca deixaremos que essa combina��o ponha em perigo nossa liberdade e nossos processos democr�ticos

N�o devemos dar nada como garantido

S� com a advert�ncia e o conhecimento dos cidad�os

poder-se-� constatar

o correto uso da grande maquinaria industrial e de defesa militar

para nossas metas e objetivos de paz.

E assim, nasceu a organiza��o do NRO. National Reconnaissance Office.

(Gabinete Nacional de Reconhecimento)

Basicamente, a For�a A�rea a manejava.

NRO, de meu ponto de vista e de pessoas com quem tive contato,

agora que estou aposentado,

creio que t�m tomado mais responsabilidades que antes.

Detectam atividades aliens, poder-se-ia dizer que continuaram onde parou o Livro Azul.

Se em seu pr�prio n�vel voc� sabe que h� uma organiza��o mundial chamada ACIO,

Organiza��o para Intelligencia de Contato Extraterrestre,

se voc� paga suas d�vidas,

e segue as regras,

poderia estar beneficiando seu governo a obter a informa��o dessa organiza��o.

Henry Kissinger fez uma esp�cie de...

...grupo de estudo na d�cada de 50,

para estudar as ramifica��es dos efeitos que vazariam informa��es de uma fonte cred�vel,

Na verdade Jimmy Carter nunca lhe levou em conta.

Por alguma raz�o, o grupo,

o grupo de controle, n�o confiava neste homem para nada,

estavam convencidos de que ele poderia fazer certas declara��es � imprensa.

Fui contatado pela Srta. Marsha Smith

que era diretora da divis�o de ci�ncia e Tecnologia do Centro Nacional de Investiga��o.

Pediu-me para encontr�-la

e ela me informou que o presidente Carter,

em janeiro de 1977,

teve uma reuni�o com o diretor da CIA,

que era George Bush, pai,

e pediu ao diretor da ag�ncia que entregara ao presidente informa��o classificada de OVNIs

e essa informa��o estava de posse de comunidades de intelig�ncia dos E.U.A.,

concernente sobre a exist�ncia de intelig�ncia extraterrestre.

Essa informa��o foi negada pelo presidente americano,

pelo diretor da CIA, George Bush, pai.

Observa��o � rep�rter Sarah McLendon:

"se descobrissem o que temos feito, nos perseguiriam pelas ruas e nos linchariam"

George W. Bush

Ordenaram-nos a n�o falar disso com ningu�m

inclusive

nenhum dos outros membros da equipe,

nossas esposas, nossas fam�lias,

mesmo uns com outros e assim

n�o poderiamos falar disso em nada.

Inevitavelmente, eles o ridicularizariam

Ridicularizaram-me em algumas ocasi�es.

Disseram-me que nunca devia tornar p�blico...

ordenaram-me e insistiram que n�o deveria jamais falar sobre isso.

Alguns pilotos

viam coisas e discutiam sobre isso.

Outros evitavam falar para n�o serem acusados de loucos e coisas assim.

�s vezes, costumava portar armas...

E eu... estava mentalmente pronto para saber quando e como us�-las,

mas n�o estava mentalmente pronto se visse um OVNI.

Existia esta cr�tica e a ridiculariza��o,

que evitava que algu�m seguisse contando a hist�ria.

Discutia-se em v�rias ocasi�es,

fal�vamos sobre o que poderia ter acontecido...

� minha pessoa...

tanto do ponto de vista militar...

como tamb�m do ponto de vista civil.

Essa quest�o simplesmente... estava proibida.

N�o se discutia.

Desacreditavam-nos totalmente.

Ningu�m teria oportunidade de obter uma promo��o.

E voc� poderia passar os pr�ximos tr�s anos e meio

no Polo Norte,

se n�o acreditasse no bal�o meteorol�gico.

N�o ganhei nada com isso, monet�riamente.

S� tive aborrecimentos com essa situa��o, sem d�vida alguma.

Tenho sido amea�ado em minha pr�pria casa.

Isso foi usado contra mim de alguma maneira

e quase perco meu trabalho de professor.

Passei grandes momentos desde que fiz p�blica minha hist�ria,

mas continuo contando-a, porque acho importante que as pessoas entendam

que este tipo de merda acontece dentro do governo.

Lamentava-se ter destruido esse livro,

arrependia-se de ter exposto sua fam�lia ao

rid�culo e �s demandas.

Foi muito dif�cil para toda sua fam�lia.

Ele n�o queria morrer

deixando-lhes todos esses problemas.

S� esperava que, no futuro,

pessoas como voc�

saber�o o que fazer com o conhecimento que este homem havia revelado.

Ouso dizer que foi o primeiro a atrever-se a divulgar isso.

E as ag�ncias t�m se preparado para eliminar pessoas que...

que parecem ser inconvenientes ou problem�ticas

ou que sabem demais.

Eu entrevistaria pessoas que afirmam ter visto algo

e que trataram de convenc�-los de que n�o viram nada

ou que estavam... tendo alucina��es ou algo assim.

Bem, se isso n�o funcionava,

outra equipe viria e fazia amea�as.

Amea�avam a pessoa e sua fam�lia.

Encarregar-se-iam de desacredit�-lo e o acusava de insanidade ou algo assim.

E se isso ainda n�o funcionasse,

ent�o viria outra equipe

que poria fim ao problema, de uma forma ou de outra.

O Secret�rio de Defesa James Forrestal

foi a primeira pessoa conhecida com muito poder

que foi eliminada por estar revelando informa��es secretas.

E...

ningu�m pagou por esse crime.

E nunca houve investiga��o para ver o que aconteceu realmente,

mas a maioria das pessoas

sabe que ele foi... atirado pela janela de um hospital,

que n�o morreu de hemorragias internas,

que n�o se suicidou e que n�o sairia vivo dali.

Ele me dizia que...

ia ser eliminado.

E eu lhe perguntava: como eliminado?

E ele respondia que sim, que seria eliminado.

Perguntava-lhe: Como � que voc� sabe tudo isso?

e ele dizia: porque sei.

Ele costumava dizer: n�o s� ir�o atr�s de voc�,

mas tamb�m de sua fam�lia,

Essas foram suas palavras.

E eu gritava e me amaldi�oava,

voc� n�o viu nada,

ou ver�s o que lhe acontece e com sua fam�lia

e, assim, passaram umas 8 ou 9 horas,

estavam todos no quarto,

ningu�m os vigiava, n�o havia contr�le s� faziam o que lhes dava na telha.

Eram m�s essas pessoas, eram m�s.

Basicamente � um grupo que ningu�m vigia e que transita entre o Conselho

de Seguran�a Nacional e o Grupo Nacional de Planejamento de Seguran�a.

Eles t�m controle total.

O Congresso n�o sabe nada sobre eles.

N�o prestam conta a ningu�m.

Penso que � exce��o do presidente.

Mas a verdade � que manejam fora do controle presidencial.

Quando fui gerente de neg�cios corporativos da Fairchild Industries,

de 1974 a 1977,

conheci o Dr. Wernher von Braun

em princ�pios de 1974.

Nessa �poca, o Dr. von Braun estava morrendo de c�ncer.

Disse-me que viveria mais alguns anos para contar-me o que estava fazendo.

Referia-se aos esfor�os para armar o espa�o exterior.

O armamento espacial continua sendo

um grande mist�rio.

As opera��es encobertas sempre...

tratavam de fazer algo parecido.

Os prop�sitos de Von Braun, nos seus �ltimos anos de vida,

perto do fim,

eram de educar a popula��o e os que tomavam decis�es

sobre como colocar armas no espa�o era a coisa mais boba, cara, desnecess�ria, n�o funcional

e indesej�veis.

A estrat�gia que Wernher von Braun me ensinou

foi que os russos seriam os primeiros a serem considerados inimigos.

No in�cio, quando eu o conheci, em 74, eles j� eram o inimigo, um inimigo de morte.

Diziam-nos que tinham sat�lites assassinos que viriam nos controlar,

de suas entradas e muitas outras coisas.

Os russos seriam os primeiros que estariam na corrida pela conquista de armas espaciais,

soltavam m�sseis, construiam suas defesas e provavelmente foi

um sonho muito louco em sua ess�ncia...

o que se concebe, se n�o se sabe de onde viria o ataque

e quando s� estava a R�ssia havia uns 50% de chance de saber

de onde estariam vindo as armas.

Em 1977 tive uma reuni�o na Fairchild Industries

numa sala de confer�ncias que cham�vamos Sala de Guerra.

E nessa sala havia muitos p�steres na parede

com inimigos, inimigos identificados, nomes que eu nunca tinha ouvido falar,

nomes como Saddam Hussein e Kadafi

e ent�o come�amos a falar sobre o terrorismo,

de terrorismo potencial, nunca ningu�m tinha falado isso antes.

Mas essa seria a pr�xima fase depois da resist�ncia,

contra quem se construiria o armamento espacial.

Estavam os terroristas...

Queriam armas para colocar no espa�o,

que detivessem m�sseis bal�sticos.

Esse era o conceito original.

Era 1977

e se falava de...

de criar uma guerra

na regi�o do Golfo,

quando havia 24 bilh�es de d�lares para um programa de armas espaciais

que ainda n�o se tinham sido identificadas

e que n�o foi planejada na estrat�gia de defesa da na��o.

Isto at� 1983.

Este sistema de armas, ent�o, j� estaria h� algum tempo sendo planejado

e eu nem sequer sabia. Quando o programa "Guerra das Gal�xias"

come�ou como uma id�ia, foi bem antes de Reagan,

mas incorporaram-no nessa administra��o. Diziam que era apenas uma tela

mas havia muita verdade no que tratavam de fazer...

eles sabiam os princ�pios b�sicos do que pretendiam fazer.

Ent�o, sai daquela reuni�o de 1977

e disse: gostaria de saber por que estamos falando de armas espaciais contra esses inimigos,

gostaria de saber mais sobre isso e que algu�m me explique o que �,

mas ningu�m respondeu.

Continuaram com a reuni�o como se eu n�o tivesse dito nada.

Ouvimos falar muito sobre terrorismo,

logo �amos identificar o pais de terceiro mundo mais louco do mundo

que agora chamamos pa�ses de considera��o,

com o trato que algumas na��es temos agora j� um risco absoluto,

mas ele confirmou que esse seria o terceiro inimigo

contra o qual estariam sendo feitas as armas espaciais,

e o seguinte inimigo

eram os aster�ides.

E quando diziam isso, como de goza��o,

a primeira vez que o dizia era como: aster�ides

e logo repetia: construimos essas armas contra aster�ides.

Era engra�ado ent�o,

e o mais engra�ado de todos os inimigos

era contra o que chamavam de aliens,

extraterrestres.

Essa foi a �ltima conversa

e uma, e outra e outra vez.

Durante os 40 anos que o conheci

e que fiz palestras para ele,

sempre saia com essa �ltima conversa

e lembro-me de que a �ltima

era a extraterrestre e contra quem se construiam essas armas finalmente

e tudo o mais que dizia era uma mentira.

Que fossem hostis ou n�o

tenho minhas pr�prias cren�as e conhecimentos,

n�o sei tudo sobre eles,

mas podiamos ter sido...

...com as armas que eles teriam se as tivessem usado

teriam nos destru�do h� muito tempo.

Se esses seres podem viajar atrav�s do tempo e do espa�o,

ent�o qualquer coisa que t�v�ssemos como arma

seria...

como...

...como ir de encontro o Genghis Khan das armas.

Alguns gostam de acreditar

na id�ia de que os extraterrestres e as pessoas se tornaram inimigos.

Mas n�o � verdade.

Ent�o observei a posi��o dos sat�lites.

Isto se supunha ser um sistema que identificaria as anomalias mostradas pelo radar,

qualquer coisa que se movimentasse,

"Isso � o que faz"

e perguntei: ent�o por qu� aponta para o espa�o exterior?

� Lua, �s �reas onde s� existe espa�o vazio...

e conclu� que meu tempo acabou,

que tenho pouco tempo

para tratar de convencer as pessoas que estamos indo ao espa�o n�o autorizado.

Como resultado da penetra��o desse espa�o,

vamos adquirir novas tecnologias,

vamos evoluir a tecnologia.

Esses sat�lites

que est�o l� em cima

n�o est�o observando a Terra.

Ele recebeu muitas transmiss�es

do Pent�gono e de outros sat�lites

ou esta��es de monitoramento da NSA

que estavam tentando localizar ETVs,

Ve�culos de origem extraterrestre.

Perguntei-lhe: O que eles est�o procurando?

Ele disse, bem, voc� n�o deveria de saber o que j� sabe o que estamos buscando,

colocaram armas nucleares no espa�o sideral

como uma linha de defesa.

E est�vamos prontos para nos mover se eles come�assem.

Somente o mencionou uma vez em sua vida,

mas disse que seria como aumentar a velocidade

mais r�pido do que qualquer um poderia imaginar.

Ok, j� que n�o estamos brincando sobre isso, mas...

temos localizado pela janela um objeto na �rea

em sentido linear, do qual estamos tomando algumas imagens porque � pequeno.

Ouvimos que, no processo de sair de seu curso, encontraram com...

...mais tr�s objetos.

Voando muito perto do �nibus espacial

Aqui os vemos, um, dois, tr�s.

...N�o se determina o que s�o. Talvez haja um quarto mais.

N�o se determina o que s�o, poderia ser gelo, pequenos detritos.

No pior dos casos,

partes do escudo da nave, porisso a NASA est� preocupada.

Assim � muito dif�cil identificar o que esses pequenos objetos podem ser.

Vamos adquirir nova tecnologia,

vamos evoluir em tecnologia.

Isso nos levar� a viagens interestelares.

Como resultado direto, nos tornaremos uma amea�a

para eles, a menos que amadure�amos de maneira espiritual.

Comando Espacial da For�a A�rea

Mestres do espa�o...

9 de junho de 2006

O Comando Espacial da For�a A�rea

foi crucial na derrota de al-Zarqawi

Noticias Comando Espacial

O Comando Espacial da For�a A�rea, os efeitos do ataque espacial

realizados com precis�o, que resultaram na morte do l�der terrorista Abu Musab al-Zarqawi,

lider da Al-Qaeda no Iraque.

Nosso sistema de posicionamento global chamado EGVU38 de ataque direto

foi um dos dois utilizados para bombardear uma casa de seguran�a de al-Zarqawi.

O conceito de um artista mostra o GPS orbitando a Terra,

temos de agradecer a Lockheed-Martin por todos seus esfor�os.

Mais uma vez, o GPS localizador de muni��es teve papel importante no �xito de uma opera��o,

assim disse o Brigadeiro Donald Olston, diretor das opera��es do Ar e Espa�o

ou AFSPC.

Fornecemos comunica��o, navega��o, vigil�ncia, reconhecimento e alerta visual.

Nossa miss�o � de 365 dias por ano,

24 horas por dia, sete dias por semana,

prevenimos ataques espaciais aos que v�o � guerra,

diz o Comandante General Thomas Caverny.

Comando Espacial da For�a A�rea,

Mestres do Espa�o.

O presidente George Bush est� � espera de estar com um diretivo nas pr�ximas semanas

para dar luz verde � For�a A�rea no desenvolvimento de armas espaciais

que dispararia potencialmente uma nova corrida armamentista,

Isso foi relatado ontem.

Os estudos em novas armas abrangem desde sat�lites assassinos

at� armas em �rbita usando lasers, ondas de r�dio

e at� mortais tubos met�licos lan�ados do espa�o,

como uma arma conhecida como a Vara de Deus

at� alvos terrestres.

Especialistas em armas espaciais dizem que se esperava uma mudan�a na atitude

da administra��o Bush, com respeito � explora��o de ondas,

afirmando um conv�nio militar do espa�o dos EUA.

Em um memorando que escrevi ao presidente Bush na semana passada,

afirmei que esta campanha persistiria at� alcan�ar nossos objetivos e metas

que s�o os seguintes:

Que tenhamos audi�ncias honestas e abertas no congresso dos EUA.

Que se proiba permanentemente armas espaciais

ou amea�as com armas a qualquer objeto de origem extraterrestre.

Que exista um estudo completo e total de tecnologia classificada

que esteja ligada especificamente a OVNIs e ve�culos extraterrestres

e faltaria uma classifica��o de propuls�o e gera��o de energia amig�vel

que resolveria de uma vez por todas as crises energ�ticas.

Voc� n�o pode usar um carro a menos que tenha combust�o interna,

por�m se tivesse uma dessas unidades

de uns 40 cm de comprimento e uns 20 cm de altura

e uns 25 cm de largura,

n�o necessitaria levar seu carro ao mec�nico ou eletricista mais pr�ximos.

N�o queimaria nada, n�o haveria polui��o.

N�o se derramaria nada porque n�o h� partes m�veis.

Ele afirma usar uma fonte de energia alternativa que parecia imposs�vel,

disse que todavia custa ao povo crer quando revela o combust�vel que usa.

�gua.

Com �gua e eletricidade podemos realizar este processo �nico.

Explica que esse processo � o resultado de converter H2O em HHO

e g�s combinado com o poder do hidrog�nio que tem a habilidade de criar �gua.

Isto que se v� aqui deslizando � �gua.

Clyde projetou esta m�quina originalmente para cortar metal,

pensou que poderia usar muito bem em diferentes prop�sitos

e um dia enquanto ia ao seu laborat�rio em Clearwater,

planejou outra maneira de usar esse g�s de HHO.

Para um percurso de 160 kms precisam-se de 250 ml de �gua.

Clyde diz que seu prot�tipo Ford Escort 94 s� funciona com �gua,

mas atualmente usa-o como um h�brido de �gua e gasolina.

Basicamente, poderia mudar o mundo reduzindo a depend�ncia de combust�veis f�sseis.

Phil Dominic est� ajudando Clyde para trazer sua inven��o para patentear,

para que se distribua de Clearwater a mercados de todo o mundo.

Se a Microsoft veio do nada, de uma garagem, por que n�o a tecnologia de hidrog�nio?

Atualmente est�o em negocia��es com diferentes empresas e governo dos E.U.A.

Seus planos de crescimento com esta tecnologia � base de �gua

s�o fazer funcionar o mundo com o combust�vel

mais limpo e seguro do planeta.

Membros do Congresso convidaram Clyde recentemente

para demonstrar esta tecnologia.

Agora, sua empresa est� desenvolvendo um Hummer da GM de uso militar

que pode usar tanto �gua como gasolina.

Ele chegou � conclus�o de que se trata de pessoas

que est�o fazendo muito dinheiro e ganhando muito poder.

Temos cartazes, temos todo tipo de cartazes em uma �rea,

um monte de empresas e s� uns poucos ricos que as possuem todas.

Trata-se de ego.

Todos eles riem de n�s, t�o simples como isso.

Trata-se de quem controla o petr�leo no mundo,

todos pensam que Iraque e Ir� e assim por diante.

Eles n�o o fazem. N�s os controlamos.

N�s e os brit�nicos, entre outros,

e, bem, alguns se referem a isto como um segredo de estado.

Diria que isso se trata mais de retorno de propriedade do status quo,

quero dizer, o petr�leo, obviamente.

H� certa geopol�tica no financiamento da infra-estrutura

que n�o � bem-vinda porque amea�am substituir o uso de combust�veis f�sseis.

Assim, o que temos � um armagedon de que todo o mundo est� preparado.

A crise de energia que enfrentamos, do meu ponto de vista,

evoluir� a um apocalipse de energia que h� muito tememos

a partir de 2007.

Trata-se de umas poucas pessoas

que est�o em um jogo muito antigo, perigoso e custoso

para encher seus bolsos e obter poder.

As pessoas que est�o no poder agora mesmo

n�o querem deixar-nos saber se h� energia gratuita dispon�vel para todos.

Eu lhes diria que poder�amos provar tudo isso

sem que um s� cientista se atrevesse a mencion�-lo,

que atualmente j� temos um substituto total para qualquer combust�vel f�ssil,

ou uso de usinas nucleares.

N�o precisamos delas,

n�o tivemos necessidade delas provavelmente desde o dia em que nasci.

Isso tudo � encoberto

de uma situa��o que tem estado acontecendo durante os �ltimos 15 anos

e que � provavelmente a �nica verdadeira amea�a em uma sociedade democr�tica.

� a maior e estrat�gica amea�a

para a sobreviv�ncia dos E.U.A. e, na verdade, de toda a civiliza��o.

Incomoda-me um pouco o fato de que

tenho visto tudo isso, sei de tudo isso

e ando por a� sabendo as respostas sem que ningu�m se atreva a perguntar.

Creio que � hora de agir, de terminar este assunto.

Precisa-se revelar definitivamente a quest�o, porque isso leva muito tempo.

Uma das coisas que me irritam

� que h� muitas pessoas boas for�adas a fazer coisas ilegais

e creio que esta informa��o deveria ser dada ao povo americano.

� a maior descoberta na hist�ria da humanidade

saber que n�o estamos sozinhos.

As pessoas que andam por ai n�o t�m ideia

absoluta do que est� acontecendo.

Uma sombra que governa com toda sua For�a A�rea,

toda sua Marinha

e todos os mecanismos que a sustentam,

e a capacidade de exercer suas pr�prias ideias dos interesses nacionais,

livre de todos os freios e contrapesos,

e livre da mesma lei,

qualquer atividade que ocorra na maneira que seja

no grupo industrial ou um grupo quase comum,

um grupo quase privado,

fazem isso sem qualquer tipo de vigil�ncia e com a anu�ncia do governo.

E isso � muito preocupante.

Temos contatado extraterrestres

que n�o vieram de nenhum pa�s estrangeiro,

mas sim de diferentes lugares

e t�m sido parte dele.

Esta � a hist�ria do s�culo XXI George W. Bush

Tradu��o: caconti

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