All language subtitles for 1x13 - Bait (Lockbete)

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

O EX�RCITO SECRETO

S�rie 1 - Cap�tulo 13 - ISCA ( Bait )

Foi aqui ontem... Onde eu deixei?

Este � riscado e eu tenho um belo tecido na mesma cor.

Aqui est�.

Bom dia, madame Bidout. N�o h� muito retalho, infelizmente.

Dois ou tr�s metros. Se voc� tiver sorte.

- Sra. Bidout? - Por que voc� est� me seguindo?

- Voc� tem um minuto? - N�o.

- Tem alguma coisa errada? - Est� tudo em ordem.

Eu posso te fazer um bom pre�o.

Para um vestido para Ottilie. Voc� conhece este homem?

N�o. Mas eu tenho que ir para Van Linder.

Que pena. Ter� que ir realmente? Vai ser uma bela roupinha de beb�.

Desculpa. Obrigada pelo esfor�o.

Precisamos conversar. Voc� fala o flamengo?

- N�o. - Baixo, as paredes s�o muito finas.

Os vizinhos n�o podem ouvir-nos falando em Ingl�s.

- Como voc� sabe o meu nome? - Por uma mulher.

- O qu�? - Uma mulher na pra�a apontou para voc�.

- Ela disse que eu era Ingl�sa? - Ela estava com muito medo de ajudar.

Ela disse que voc� iria me ajudar.

- Mas voc� disse que tamb�m � da Inglaterra? - Ela sabia. Ou adivinhou.

- Isso � perigoso. - Eu estava distra�do.

Perigoso para mim. Voc� entende isso ou n�o?

Um piloto da RAF, escondendo-se em Bruxelas � muito arriscado.

Mas, nestas circunst�ncias, � uma loucura.

Ela sabe que voc� est� aqui.

- Eles me deram roupas. Ela n�o disse nada. - Ela poderia ser uma denunciante.

Eu n�o sou popular aqui. N�o mais.

Eu n�o sei o que fazer, o que � melhor.

- O que devo fazer? - Voc� mora sozinha?

Sim, eu sou vi�va.

Meu filho, Michael. Ele est� morto.

- Este � o apartamento mais alto, n�? - Sim.

- Eu n�o posso ir para o s�t�o? - Afaste-se da janela.

- Isso � poss�vel? - Sinto muito.

- Voc� n�o pode ficar aqui. - Eu preciso.

Eu vou dar-lhe roupas secas e alimentos, e ent�o voc� vai.

Acabei de ficar encharcado novamente.

Estou cansado, h� dois dias que n�o curmo.

Se eu � para me retirar, eu devo ser capaz de pensar corretamente.

Como posso escond�-lo em um pequeno apartamento como este?

Eu s� tenho estes quartos. �s vezes recebo visita.

Suponha que a mulher fale ou que algu�m o tenha visto entrar aqui.

- No s�t�o n�o vai nenhuma visita. - Demasiado arriscado.

- Voc� tem que ir aqui. - Sra. Bidout, eu imploro.

Eu sou um compatriota. Eu sei que � arriscado, mas eu preciso de ajuda.

Sinto muito.

Ele parece quase t�o velho quanto eu.

- Quem � o outro? - Um amigo.

- Um alem�o? - Isso foi antes da guerra.

Se uma mulher n�o ajudou Michael quando ele estava em perigo?

Perdoe. Eu n�o queria mago�-la, mas estou desesperada.

Estou realmente desesperado.

Se Michael estivesse vivo, isso poderia acontecer com ele.

- Pare com isso. N�o diga isso. - Sinto muito.

Ningu�m vem aqui, n�o �? Voc� n�o recebe mais visita.

Voc� poderia me ajudar?

Bom Deus, voc� � t�o jovem.

Entre.

Senhor Sturmbannf�hrer.

- Quando foi que voc� conseguiu isso? - Acabei de receber. Por Herzog.

Esta � a rota do desfile no anivers�rio do F�hrer.

Quero trinta c�pias.

E d� a essas pessoas.

Traga quatro para a pol�cia e dois para a Prefeitura.

Sim, Sr. Sturmbannf�hrer.

Aquela mulher, � Checa.

- Por que ela n�o est� internada? - Rennert.

Voc� esqueceu isso.

N�o chove tanto aqui h� meses.

No desfile, o sol estar� brilhando.

Tudo parece estar indo no seu caminho hoje em dia.

De que lado Deus est�, eu me pergunto.

Voc� voltou mais cedo.

- O que foi? - Nada.

Eu estou cansada. Est� tudo t�o deprimente.

� Andr�es?

Fico feliz que voc� est� de volta.

Eu n�o me sinto bem. N�o, n�o � Andr�es.

Ou sim, ainda � por Andr�es.

Andr�es e tudo mais.

- S�o apenas sinalizadores. - Eu sei.

Eu me lembro da �ltima vez que eles estavam pendurados.

E pelo que agora? O anivers�rio do F�hrer.

Pobre Suzanne e Pascal. Eles devem i�ar a su�stica.

Assim como n�s.

Todas as lojas e restaurantes devem i�ar a bandeira alem�.

Voc� n�o est� indo pendur�-lo na frente do Candide?

- Voc� n�o pode. - N�s temos.

- N�s vamos perder clientes. - Pode ser.

Para a organiza��o. Supostamente, estamos do seu lado.

Colaboradores?

Pendure-o ao lado da porta.

E costure as bandeirolas.

- Pe�a a Andr�es para faz�-lo. - Eu pedi. Ela se recusou.

Pela primeira vez, estamos de acordo.

Eu poderia pedir para as meninas ou a Natalie.

Mas eu queria que voc� entendesse por que � necess�rio.

Eu estou indo para casa, Albert.

Eu quero estar em casa antes do toque de recolher.

Muito bem.

- Estou indo embora. - Est� bem.

- Deixe a�. - Hein?

Largue isso, eu fa�o.

Eu sabia que voc� n�o iria me decepcionar.

- Quer fazer em casa? - Fa�o aqui mesmo.

Amanh� de manh�.

- Au revoir. - Obrigado, madame.

- Bom dia, Celeste. - Que chuva novamente.

Assim ter�o que cancelar o desfile.

- Isso seria bom. - Se eles fizessem isso com barcos.

Como posso ajud�-la?

- Tecido Blackout, seis metros. - Voc� tem sorte.

Recebi uma nova remessa hoje de manh�.

Preciso de um recibo, n�o � para mim.

- Seis metros, voc� falou? - Sim, por favor.

Essas s�o dif�ceis de encontrar.

Oh, voc� sabe.

Eu tenho os recibos.

L� se foi ela. Fria como a sepultura.

Quem era?

Durante todo o tempo que ela tem vivido aqui nunca vi o seu sorriso.

- Quem? - Sra. Bidout, a rabugenta.

- Eu n�o conhe�o. - Sim.

Ela vive na rua Crespel.

Naquele pr�dio antigo. A mulher Ingl�sa. Voc� a conhece, com certeza.

Uma Ingl�sa que vive em Bruxelas?

Ela sempre pega res�duos para gatos vadios.

- Por que ela n�o est� internada? - Ela conhece as pessoas certas, certo?

Seu marido era o diretor de uma dispendiosa escola em Li�ge.

Madame Bidout? Reconhe�o o nome dela.

Ela diz que � para os gatos, mas quem come � ela mesma.

O que voc� quer, com a escassez de alimentos.

Logo at� os res�duos ser�o racionados.

Talvez eu esteja sendo muito dura com ela.

Talvez ela seja at� agrad�vel.

Dizem que ela trabalha para a Resist�ncia.

S�rio?

Dizem que ela esconde um piloto brit�nico em seu apartamento.

- Eles devem estar loucos. - Desde ontem.

- Dizem. - Voc� viu?

Mas a Sra. Beveren sim. Voc� n�o pode dizer isso a ningu�m, Celeste.

- Claro que n�o. - Voc� est� com pressa?

Venha comigo aqui tr�s.

Celeste, venha.

Apresse-se.

Vamos.

N�o, eu quero falar pessoalmente com o Major Brandt.

Voc� n�o entende. Temos sido amigos durante anos.

Quando voc� acha que ele volta?

Voc� pode dar uma mensagem? Meu nome � Catherine Bidout.

Ele tem o n�mero. N�o, Bidout com t.

Diga-lhe que preciso urgentemente falar com ele.

Obrigada.

Perdoe-me.

Yvonne, ainda h� muito trabalho e estamos abertos.

Eles penduram na rua cheia de bandeiras, senhora.

Se � dif�cil dizer mademoiselle fale Monique.

Sim, Sra.... senhorita.

- Ol�. - Boa tarde madame Lekeu.

Finalmente parou de chover.

- Voc� vai encontrar com Madame Foiret? - Sim, eu trouxe o seu black-out.

Sinto muito, acho que ela est� dormindo.

- Voc� pode esperar l� atr�s. - Esperar?

- Voc� trouxe o recibo? - Sim.

- L� tr�s � mais quente. - Se voc� acha que...

Claro. Yvonne.

Por aqui.

Vou ver se a Senhora acordou e trago uma x�cara de caf� para voc�.

Yvonne, n�o olhe assim. Limpe o ch�o, as mesas e no bar.

Monsieur Foiret saiu h� muito tempo?

Ele foi para uma reuni�o. Sobre o desfile.

Esse desfile. Muito barulho por nada.

Eles levam os sacos de areia para longe e em seguida, trazem de volta.

Esperemos que fa�a um bom tempo.

Um desfile para o anivers�rio do homem.

Para o seu funeral se hastea a bandeira. Pego o caf�.

Voc� tem alguma coisa mais forte? Eu preciso me refrescar.

- Um conhaque, ent�o? - Conhaque?

Isso � um luxo. Onde voc� conseguiu?

Eu trabalho at� nove horas. Talvez eu possa sair oito e meia.

Yvonne, venha aqui.

Fa�a-se �til. D� um conhaque a madame Lekeu. L� no canto.

Cuidado com isso, garota est�pida.

- Arrume essa bagun�a. - Sim, senhora.

Voc� pagou por isso?

Eles devem ficar entediados l� em cima.

Mas �s vezes ela exagera. Como o tecido, por exemplo.

Ela tinha visto que havia um rasgo em sua cortina.

Ela ficou t�o chateada. Eu estava realmente preocupada.

Ela faz de um rato, um elefante.

Exatamente. Em vez de consertar o rasgo, ela me pediu para comprar um novo tecido.

� uma transfer�ncia de res�duos. Que desperd�cio.

Mas voc� tem que dar a pobre mulher a sua senten�a.

Sento-me aqui e fico falando mas voc� a conhece muito melhor do que eu.

- N�o, voc� � a sua melhor amiga. - Voc� acha isso?

Ela aguarda sempre a sua visita.

- Andr�es est� acordada agora. - Obrigada.

- Gra�as a voc�, ela fica informada. - Eu tenho not�cias hoje.

- Terminei. - Est� bem, Yvonne.

Desculpe-me, monsieur.

- Eu fiz o que voc� pediu, mademoiselle. - Muito bem. Obrigada.

N�o h� mais bebidas gratuitas.

Na rua Crespel vive uma Ingl�sa e ela esconde um piloto.

O que voc� diria sobre isso?

N�o pode ser. Deve ser um boato.

Madame Bidout � quem vive naquele velho edif�cio na rua Crespel.

Eu vou l� em cima. Posso deixar aqui o meu casaco?

- Quem te disse isso? - Marcelle Gerome.

Ela tem uma loja de tecidos. Ela � muito confi�vel.

- Ela viu o piloto? - N�o, isso n�o.

- Ela soube por uma amiga. - Entendi.

- O que voc� acha? - Talvez uma fofoca.

Duvido. Ela parecia certa disso.

- Vou verificar. - Pode ser uma armadilha.

Vou tentar voltar antes da abertura.

Eu n�o acredito nisso. Fora do Candide?

N�o � s� Candide. Eles est�o por toda parte.

- Albert enlouqueceu. - Isso n�o significa nada.

Como voc� pode dizer isso agora?

Albert acha que Hitler vai ganhar a guerra?

Ele � recompensado se trabalhar com eles?

Albert deve fazer isso, ele deve tudo. Habilidade com eles.

Estabelecidos, sim. Mas n�o aceitamos de bra�os abertos.

Mas n�s devemos receb�-los?

O que os vizinhos v�o pensar?

Eles tamb�m v�m isso. Todos os nossos melhores clientes ficar�o longe.

Eu n�o deveria ter dito isso.

Eles matam os nossos filhos, e o que vamos fazer?

I�amos a bandeira de seu l�der.

O que significa isso, Celeste? Onde deve acabar?

Quem sabe?

�s vezes me pergunto se s� nos preocupamos.

Os jovens aceitam.

Aquela menina l� embaixo finge que n�o h� nenhuma guerra.

Eles n�o t�m senso de responsabilidade.

Aquela filha da puta. Eu sei tudo sobre ela.

- Estou dizendo a nova garota. - Nova?

Andr�e, voc� realmente acha que Monique e Albert t�m algo?

Como posso saber com certeza alguma coisa?

Eu suspeito, mas eu n�o tenho certeza.

Ela era totalmente diferente de hoje.

Foi a primeira vez que falei com ela.

Honestamente, ela foi muito agrad�vel para mim.

Ent�o, ela muito astuta.

Ela faz de tudo para que eu goste dela.

Aquela outra menina � na minha opini�o n�o confi�vel.

- Uma nova garota? - O nome dela � Yvonne, eu acho.

Ela � do tipo que os homens caem.

Homens como Albert, voc� quer dizer?

Gra�as a Deus.

- Erwin... Sim? - Madame Bidout?

- Posso entrar? - Voc� � inconveniente.

- Como voc� se atreve? - Me desculpe.

- O que voc� quer aqui? - Temos pouco tempo.

N�o tenha medo. Eu vim ajud�-la.

O que voc� quer de mim? Quem � voc�?

Ouvi dizer que voc� tem um ingl�s escondido em seu apartamento.

- Quem � voc�? - A mulher � uma tagarela.

Voc� pode entrar em apuros.

Que mulher? De onde ela tirou isso?

Mais cedo ou mais tarde os alem�es ouvir�o.

Meu Deus, voc� � da resist�ncia.

Podemos ajud�-lo. Onde est� ele?

Voc� deve sair daqui. O mais r�pido poss�vel. Vai.

N�o podemos perder tempo. Esconde um piloto neste apartamento?

Sim, no s�t�o. Mas voc� deve ir aqui.

Chegar� em um momento, um oficial alem�o.

Ele � um amigo. Poder� chegar a qualquer momento.

- O ingl�s sabe disso? - Ele n�o corre nenhum risco.

Senhora, tente manter a calma.

Isso n�o teria acontecido se voc� tivesse vindo ontem.

Precisamos verificar a sua identidade.

Voc� deve sair daqui ou eles pegam voc� tamb�m.

- Vou mandar amanh� um amigo. - V� agora.

Algu�m vir� e ajudar�.

- Nada? - Eu olhei em todos os lugares.

Voc� n�o tem nenhum cofre ou uma pequena caixa?

Mas est� trancado e s� a Mademoiselle Duchamps tem a chave.

- E ela n�o est�, com certeza? - Sim.

Por que voc� perdeu o seu anel de casamento?

N�s n�o estamos aqui para valorizar o belo interior.

O que quer dizer?

Voc� sairia com um homem casado?

- Isso depende. - Depende do que, querida?

Se o homem casado � generoso ou n�o.

- Ele � mesmo muito generoso. - Ah, �?

Ele lhe daria tudo o que seu cora��o deseja. Mais ainda.

Tenho sido feliz com uma caixa de chocolates.

E cigarros.

- E roupas novas de Paris. - E...

o que voc� daria a ele?

Eu daria a ele...

seu anel de casamento.

N�o h� uma segunda chave? Normalmente, h� ainda dois.

Madame Foiret tem uma, mas eu n�o quero perturb�-la.

Tome de qualquer maneira.

Voc� vai me dar problemas.

Eu preferiria que n�o, querida.

Entre.

- O que est� procurando? O que voc� quer? - Desculpe interromper,

mas um homem ontem perdeu seu anel de casamento.

- Qual � o seu nome? - Yvonne, minha senhora.

Eu trabalho aqui apenas ocasionalmente.

Ah, sim, voc� � a nova.

Bem, se voc� tiver um problema novamente,

procure o meu marido ou a mademoiselle Duchamp.

Voc� poderia ter a outra chave?

O Sr. Foiret n�o est� e a mademoiselle Duchamps tamb�m n�o est�.

- Devo ajud�-la? - N�o.

D�-me aqui.

- Voc� gosta de trabalhar aqui? - Sim, senhora.

- Onde voc� j� trabalhou? - Este � o meu primeiro emprego.

- O Sr. Foiret certamente mant�m voc� ocupada? - Sim, mas eu gosto de faz�-lo.

- Voc� n�o tem medo dele? - N�o, de maneira alguma.

- Ele certamente faz voc� pensar em seu pai? - N�o.

Ele tem idade suficiente para ser seu pai.

Que bom. Ele ficar� aliviado.

Obrigada, senhora.

Voc� sente falta dele, pelo menos tanto quanto eu.

Eu gostaria que ele tivesse conhecido a minha esposa.

- Sempre falo sobre Michael. - Voc�s se divertiram muito.

- Quer um caf�? - N�o, obrigado.

Catherine, acho que voc� esqueceu.

Estou aqui � quinze minutos e voc� n�o diz nada.

Achei que voc� tinha algo importante a dizer.

N�o nos vemos muitas vezes, � claro, mas se voc� me chamar, eu venho logo.

Como agradecimento, porque voc� foi t�o acolhedora antes da guerra.

Mas eu n�o posso apenas sentar aqui e descobrir o que est� errado.

Se precisar de ajuda, � s� dizer.

Se eu lhe dissesse onde voc� pode encontrar um piloto ingl�s,

voc� me promete que a Gestapo n�o faria nada?

- Onde ele est�? - Prometa-me.

Onde ele est�?

Nossos pa�ses est�o em guerra uns com os outros, mas n�s n�o.

Desculpe. Sim, eu prometo a voc�, enquanto ele n�o resistir.

- Onde ele est�? - Aqui.

- Aqui? - No s�t�o.

Ele estava faminto, Erwin.

Voc� percebe o que isso significa?

Se a Gestapo descobrir,

ela vai prend�-la. Voc� ter� sorte se n�o for a um campo.

- Voc� n�o... - N�o.

Eu n�o sei por que, mas voc� n�o est� na lista.

- Eu n�o tenho nada a ver com isso. - Eu n�o entendo.

Voc� entrega o homem, a� eles n�o v�o te matar.

- Mas, se eles souberem que voc� � Ingl�sa... - Eles ter�o que saber?

Eu n�o sei.

Eu posso telefonar?

- Voc� percebe que voc� est� fazendo, Major? - Traga-o para a Avenida Louise.

Eu sou o Tenente Schumacher e trabalho para o Sturmbannf�hrer Kessler.

- Kessler configurou isso? - Ele n�o vai rir.

Eu tamb�m n�o achei divertido.

- Nome, posto, n�mero. - Voc� est� louco?

Eu exijo o seu nome, posto e n�mero.

Eu digo isso de qualquer maneira. Tenente Schumacher.

- Prove-me. - Eu n�o posso.

Eu deveria ser piloto Ingl�s. Eu tenho isso.

Ela diz que voc� se chama Pascoe.

Leve-o. Se ele resistir, mate-o em seguida.

Erwin, o que �? O que aconteceu?

Aquele homem era um oficial alem�o.

Portanto, voc� nunca ficou nas listas.

Eles esperavam que voc� iria alertar a resist�ncia.

N�o achavam que voc� daria ele para n�s.

- Eu n�o entendi. - Espere um minuto.

Agora, ele foi desmascarado,

e voc� n�o � mais �til. Eu n�o posso impedi-los de det�-la.

O que devo fazer?

- Voc� tem que sair daqui. - Para onde...

- Voc� tem que sair amanh�. - Para onde vou?

Eu n�o posso ajud�-la.

H� pessoas em Bruxelas que podem ajudar. Diga-me com sinceridade.

Voc� teve em contato com a resist�ncia?

Bom assim. V� procurar essas pessoas amanh�.

- Eu n�o os deixo segui-la. - Voc� toma muitos riscos.

Eu sei disso. Vou agora. Antes que eu mude de id�ia.

N�o leve nada. Finja que est� indo fazer algumas compras.

- Eu, vou atrasar as estradas. - Estou com medo, Erwin.

Eu tamb�m, querida.

Que Deus a proteja.

- Bem. - Foi arriscado, eu admito.

- Loucura. - Ele teve que ir.

- Havia um piloto naquele apartamento. - Foi um erro.

- Voc� tinha que esperar e ver. - Pelos alem�es peg�-lo?

Madame Lekeu � uma fofoqueira, n�s sabemos disso.

Ela me contou sobre o Ingl�s. Ela pode ter dito a outras pessoas.

Por exemplo, suponha que os alem�es tenham descoberto.

Exatamente. Da�, Albert teria ido direto para os bra�os dos alem�es.

Albert, voc� viu o homem?

- N�o, ele estava no s�t�o. - Como voc� sabe?

Porque ela me disse. Ela est� apavorada.

Voc� percebe o que fez? Voc�...

Ela sabe que voc� � da resist�ncia.

- O que eu poderia fazer? - Gritar aos quatro ventos.

Isso nos leva um passo adiante.

Albert, essa inglesa. Que tipo de pessoa � ela?

Velha, fr�gil e assustada. Como eu disse.

- Quantos anos? - Setenta anos sessenta.

Se ela � Ingl�sa, porque n�o foi internada?

Albert... Albert.

Com licen�a.

- Ele pensou que estava certo. - Mas n�o estava. Certo?

Se a Madame Lekeu � fofoqueira,

algu�m lhe disse talvez intencionalmente.

� mais do que prov�vel que a Gestapo tenha espalhado o rumor para nos atrair.

- Uma armadilha? - Certo.

- Melhor? - Est� frio.

Quer o seu cachecol?

- O que � todo esse barulho l� em baixo? - Nada de especial.

Eu ouvi um homem gritar.

Um b�bado. Eu o coloquei para fora.

- N�o, eu n�o preciso disso. - Voc� disse que estava frio.

- Colaborador. - O qu�?

Cumprimenta seus clientes agora com Sieg Heil?

- H� uma foto de Hitler? - O que foi?

Voc� sabe disso. Celeste Lekeu me contou.

- O que ela disse? - Eu sei de tudo, sabe.

- Eu estou cansada disso. - O que ela disse?

Que voc� pendurou a bandeira alem�. Voc� nega isso?

Cada loja e cada restaurante tem a bandeira pendurada.

Mas com relut�ncia.

Quando nosso pa�s se rendeu foi um choque, mas isto.

- Voc� me d� nojo. - Voc� n�o sabe nada.

Voc� est� fora de contato com o que est� acontecendo.

Somos uma cidade ocupada.

Caso contr�rio, voc� pode esperar repres�lias.

E as repres�lias depois da guerra?

Ent�o n�s somos colaboradores.

- Eu vou descer. - Celeste tinha muito a dizer.

Ela falou sobre um Ingl�s na rua Crespel.

Um Ingl�s? Quem?

Eu esqueci o nome dela, mas voc� pode perguntar a ela.

Por que eu faria isso?

Ela acha que a mulher esconde um ingl�s.

Eu n�o quero ser indelicado, mas ela � uma fofoqueira.

Voc� pode talvez ir ver aquela mulher.

Eu n�o tenho nada a ver com isso.

Voc� vai ignorar a informa��o simplesmente?

N�s n�o temos nada para fazer l�.

- Com mademoiselle Duchamp, ent�o? - Monique? Como assim?

Eu acho que ela trabalha para a resist�ncia.

Pode interessar a ela.

Isto � um novo jogo, Andr�es?

- Por que voc� a odeia tanto? - Eu n�o odeio ela.

Isto eu encontrei no cofre.

Eu tenho uma chave e Monique tamb�m.

Eu n�o coloquei isso l�.

Meu Deus, eu esqueci.

Monique encontrou quando fechamos ontem. Ela colocou na caixa.

- Ela queria mant�-los. - Voc� est� mentindo, Albert.

Seu endere�o est� no envelope.

Ela colocou em um envelope usado.

- Eu vou lev�-los. - Por qu�?

N�o queremos ser envolvidos.

S�o cart�es de racionamento. Eles s�o ilegais. D�-me.

- Por que ela n�o destruiu? - Ela n�o pode fazer isso.

T�o est�pida n�o �. Essa nova garota, Yvonne?

O que h� de errado com ela? Acalme-se, Andr�es.

N�o se preocupe, eu vou me livrar disso.

Sim, mas eu gosto de faz�-lo.

Voc� sabia que a Madame Bidout esconde um piloto Ingl�s em seu apartamento?

- Continue. - Major Brandt voltou para dentro.

- Por que voc� fez isso? - Eu tinha esquecido minhas luvas.

- Faltam cinco para as nove. - Eu sei disso.

Se eu tenho que levar meus homens ao desfile eu tenho que ir.

Realmente tem que? Que entusiasmo.

- Eles t�m coisas melhores para fazer. - Bobagem.

Precisamos mostrar a todos qu�o forte estamos presentes.

Eu acho que o desfile do anivers�rio vai piorar a moral.

N�s n�o ganhamos, mostrando os m�sculos. Eles nos odeiam mais.

- Voc� usava as luvas. - Isso � n�o � verdade.

- Senhor! - N�o, Sr.

- Se voc� tivesse cooperado... - Cooperado?

Sim! Voc� se fez de tolo.

- Eu coloquei no meu relat�rio. - Eu tamb�m farei um relat�rio.

Voc� manteve Schumacher esperando durante seis horas.

- Eu tinha que interrog�-lo. - Seis horas?

Seis semanas, mesmo se tivesse sido necess�rio.

- Eu disse que era alem�o. - E da�?

Voc� tinha que ter me informado.

Eu tinha raz�es pol�ticas para para manter o segredo da opera��o.

Eu tirei o nome da mulher da lista h� meses atr�s.

Quer�amos que ela atra�sse a resist�ncia.

Porque isso n�o aconteceu, enviamos Schumacher para ela.

Ele poderia ter sido �til, se voc� n�o tivesse aparecido!

- O que acontece com ela? - Vamos internar ela.

Schumacher fa�a um relat�rio e voc� tamb�m.

Como desejar.

Heil Hitler.

"Happy Birthday" seria mais apropriado, Tenente.

Vamos deixar aquela ingl�sa outro dia sozinha.

Talvez a resist�ncia tente ainda fazer contato.

Monitore o lugar. Siga-a se ela sair.

- H� algo mais. - Ent�o?

Eu vi uma foto em seu apartamento. De seu filho.

Ao lado dele, um oficial da Luftwaffe.

- Voc� disse alguma coisa? - Sim, era uma foto antiga.

Era seu melhor amigo. Seu nome ela n�o disse.

Onde voc� quer chegar?

Que seu filho era um amigo de um alem�o � positivo.

O oficial era o Major Brandt.

Eu acho.

- Voc� acha? - Estou quase certo.

Ter sido ridicularizado n�o � desculpa para se vingar de um colega.

Eu nem sempre concordo com o Major Brandt

- mas n�s respeitamos um ao outro. - Mas a foto existe.

Por que voc� n�o fala com o Major Brandt?

- Ele negaria. - Claro, se a foto n�o existisse.

O que mais ele faria? N�o temos tempo.

Se voc� tiver provas, coloque-as em seu relat�rio.

- A foto � a prova, Sr. - Envie-me essa imagem em seguida.

Juntamente com a mulher.

Rennert, mostre ao Tenente Schumacherde a sa�da.

- Quem � voc�? - Sra. Bidout?

- O que voc� quer? - Meu nome � Willy De Croo.

Eu n�o conhe�o voc�.

Meu amigo esteve aqui ontem. Voc� disse que tinha um pacote.

Voc� est� s�?

Temos pouco tempo.

- Onde ele est�? - Fora.

- O que voc� quer dizer se foi? - Ele foi pego.

- Por quem? - Ele era um alem�o.

- Os alem�es, ent�o? - N�o, ele era o pr�prio alem�o.

Ele agiu como se ele fosse um piloto brit�nico.

- Como voc� sabe disso? - Ser� que isso importa?

- Claro. - N�o grite assim.

Voc� descobriu que ele estava mentindo e portanto, alertou os alem�es?

- N�o bem assim... - Como � que foi?

- N�o grite assim. - Sinto muito.

- Por que n�o foi presa? - N�o fa�o ideia.

Por favor, n�o v�.

Seu amigo disse que iria me ajudar.

Eu tenho que ir aqui. Eu n�o quero ir para um campo.

Pegue as suas coisas.

Depressa!

Al�.

Sim, eu entendo.

N�o s� existe uma sa�da no edif�cio.

Sim, eu estou deixando imediatamente.

H� um monte de gente na rua.

Sim, eu entendo.

As fotos sumiram.

- Quem � voc�? O que est� fazendo aqui? - Eu sou Marcelle Gerome.

Esse uniforme...

Voc� esteve na minha loja. Com a mulher inglesa.

Voc� sabe onde ela est�?

N�o. Eu vim saber dela.

Gerome. Voc� � daqueles checos.

Ela se foi provavelmente, antes de terem me ligado.

Aparentemente. Voc� volta para a Avenue Louise.

- N�o, eu n�o vou. - Voc� far� o que eu digo.

Por qu�?

- Meu chefe quer ver voc�. - Eu n�o fiz nada.

N�o tenha medo. Com colaboradores n�o fazemos nada.

Fique aqui.

Diga-me. O que voc� recebe em troca do trabalho que voc� faz para n�s?

A chance de sobreviv�ncia sob o dom�nio de homens como voc�.

Entre.

- Voc� queria me ver? - Sim, Major Brandt.

Schumacher procurou no apartamento

um par de coisas interessantes.

Voc� j� a interrogou?

Ela ligou e mandou chamar voc�.

Parecia que ela j� o conhecia.

Ela disse isso?

Schumacher encontrou esta imagem. Quando fez?

- Posso v�-lo? - Voc� conhecia o seu filho?

- Posso ver a foto? - Qu�o bem voc� conhece?

De que me acusa?

Responda. Voc� conhecia o seu filho?

N�o, eu n�o o conhecia.

- A mulher est� presa? - N�o, ainda n�o.

- E essas coisas? - Schumacher est� trabalhando nisso.

O que � isso afinal?

Preciso de seus conselhos.

Schumacher quer se promover.

N�o sei se posso confiar nele.

- Ele �s vezes exagera. - Tal como acontece com esse material interessante?

Exatamente. O que voc� acha dele?

Voc� pede a minha opini�o? Estou lisonjeado.

- Mas eu estou ocupado. - Sim, mas ainda assim.

N�o confi�vel. Ele deve ser verificado.

Eu concordo.

Quem estava naquela foto?

Algu�m que se parece com voc�.

Eu s� falava com as pessoas no mercado ou na igreja.

Eu n�o sou popular por aqui.

Eu achava que podia confiar em Erwin.

Como voc� sabe que n�o foi uma armadilha da Gestapo?

- Eu n�o sei... Eu n�o sei. - Pare com isso.

John. Albert. Madame, beba.

Ela � inofensiva. Ela � velha e assustada.

- N�s temos pouca escolha. - O que quer dizer?

Por traz�-la aqui a nossa cobertura ficou em perigo.

- Por que voc� a trouxe para c�? - Onde eu poderia lev�-la?

- Porque ela � Ingl�sa? - Como assim?

Mandamos aviadores para a Inglaterra, n�o velhinhas.

Voc� esqueceu quantos guias temos de pagar?

Pegue o dinheiro dos brit�nicos depois.

Eu tenho dinheiro. Eu posso pagar.

N�s ainda n�o decidimos nada. N�o �, Yvette?

Pelo contr�rio.

- Yvette. - N�o.

- Ela � uma mulher de idade. - Eu sei.

Olhe para ela!

Desculpe. N�s n�o podemos ajud�-la.

Temos amigos que ajudam fam�lias judias a escapar.

Muitas vezes s�o idosos.

Eu acho que voc� vai ter que mudar por um tempo, de religi�o.

- Colaboradores! - Amante de alem�o!

- FIM - S�rie 1 - Cap�tulo 13 ISCA ( Bait )

Iwanaga, S�vio

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.