All language subtitles for Mercy Street - 1x02 - The Haversack.720p.BluRay.REWARD.pt

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Original subtitles

- Sou a Miss Phinney. - A pobrezinha enviuvou recentemente...

Sim, Dr. Hale, eu sei. N�o se sinta envergonhada pela sua inexperi�ncia.

Este � o hotel da minha fam�lia. Voc� � que n�o deveria estar aqui.

A renda ser� paga assim que cumprir o seu juramento de lealdade.

Isso � uma coisa desagrad�vel, n�o �?

- Isto n�o ser� tolerado. - N�o era uma cirurgia.

- N�o precisava da sua autoriza��o. - Trouxe-te uma coisa.

- Um p�ssaro. - Para quando quiseres voar para longe.

Exijo que cuide de todos estes homens.

- Come�amos a construir caix�es. - N�s temos os corpos. Eles t�m as "caixas".

N�o faz a m�nima ideia onde se veio meter, pois n�o?

MERCY STREET [S01E02 - "The Haversack"]

A SACOLA MILITAR

Cuidado para n�o partires a madeira.

At� Jesus tinha um fraquinho pelas mulheres.

J� ouviu falar de Maria Madalena?

Ela n�o era freira.

R�pido!

V� buscar as refei��es matinais, Miss.

Isabella...

- o quarto de banho? - Ao fundo do corredor, Miss Mary.

- Pedimos desculpa, Sr. Green. - Com licen�a, senhor.

Todos os dias chegam mais homens.

Iremos acabar com isto em breve.

Cuidado com as esquinas.

"Os cobardes n�o contam numa batalha.

"Eles est�o l�...

mas, n�o est�o a combat�-la."

Eur�pedes.

Nunca acreditei muito nos Gregos.

Deixa-me adivinhar. Est�s aborrecida comigo.

Vi-o ontem...

com os agentes federais...

voc� e o meu irm�o.

Entristece-me pensar que os homens desta fam�lia...

- Que possam... - Que possamos fazer o qu�?

Se n�o somos leais � Confedera��o, pai, ent�o, somos traidores.

- N�o � verdade? - Eu sou leal � Confedera��o.

Fazendo neg�cios com o inimigo?

- N�o estamos a fazer neg�cios com eles... - E a sermos solid�rios com estes invasores?

Estamos a coloc�-los em caixas!

Tenho imensa f� que, muito em breve...

que estes idiotas de azul ir�o cheirar a nossa p�lvora...

e sentir o a�o sulista.

At� l�, n�o irei permitir que tudo aquilo que eu construi...

e tudo aquilo que o teu av� e o pai dele constru�ram, sejam levado...

e destru�do.

�s jovem.

E sem d�vida... um dia, ir�s ver o mundo em mais do que duas cores.

Se essa � a sua ideia de lealdade...

eu tenho a minha.

E irei defend�-la, independentemente daquilo que voc� e a m�e disserem.

Meu Deus!

Esta rebeldia...

de onde � que ela vem?

Disseram-me que me est� no sangue.

Educou-nos para sermos caridosas...

e altru�stas com os menos afortunados.

Que melhor forma de fazer isso do que cuidar dos nossos rapazes feridos?

O teu pai e eu falaremos sobre isso.

E hoje?

Posso ir hoje?

Emma! Espera!

Vais ao hospital? Eles concordaram?

Aceitaram. De momento.

Perguntar�s novamente pelo Tom?

Alice.

- Relativamente ao Tom... - Por favor, pergunta novamente.

Espera... preciso de uma fita vermelha.

J� tenho uma branca. Est� gasta, mas, ir� servir.

E preciso de uma vermelha, porque...

o vermelho... O vermelho e branco � aquilo que as raparigas decidiram usar

como sinal secreto de apoio � rebeli�o.

Que conveniente!

Tamb�m combina com o teu vestido favorito.

Bem, posso ter tido alguma influ�ncia na escolha das cores.

Tens alguma? Mandei a Belinda � loja, mas, estava fechada.

Quando eu voltar.

Tenho que me despachar antes que eles mudem de ideias.

Devolve!

- Devolver o qu�? - O que � que se passa aqui?

Este malvado roubou a minha perna!

- O que quereria eu com um peda�o de madeira podre? - Us�-lo como um taco?

Fazer um fogueira? Enfi�-lo no teu maldito olho?

Soldado, devolva-lhe a pr�tese.

- Mas, Senhorita! - Soldado! Essa perna foi dada pelo Ex�rcito,

o que significa que est� a roubar o Governo dos Estados Unidos.

Deixa-te de lam�rias, Beechum. Todos temos fardos a carregar.

- Pelo menos, tens duas pernas onde te apoiar. - Posso ajud�-lo?

Sim, senhorita, se pudesse.

Sou... o meu nome �...

Este � o Sr. Percival Squivers, um cadete volunt�rio da Academia de Medicina.

Esta � a Miss Phinney.

Estou aqui para observar e oferecer toda a assist�ncia que puder. Obrigado.

Vai arranjar este local rapidamente, n�o � verdade, Sr. Squivers?

Estive dois anos como aprendiz do Dr. Pelham, em Fredericksburg e um ano na Academia.

N�o precisa de me impressionar, Sr. Squivers. Aqui diz que j� tem um trabalho.

Sim, certamente. Obrigado.

Disseram-me para me apresentar ao...

- Dr. Hale? - Sim, precisamente. Obrigado.

Chega de agradecimentos, Sr. Squivers.

Miss Phinney! Um momento, por favor.

Obrigado, Enfermeira Mary.

Respons�vel-Chefe Brannan...

- como � que posso ajud�-la? - Qual � o estado cl�nico do Cabo Kilner?

Est� aqui h� tr�s dias, e temos poucas camas.

- Sim, eu sei. Eu... - Ser� a Enfermeira-Chefe,

precisa de se manter informada.

- Estou � espera do Dr. Hale. - Do Dr. Hale?

Ele n�o est� neste piso?

N�o sei onde ele se encontra.

N�o, n�o poderia.

Mas, infelizmente...

eu sim.

Dr. Hale!

Ele est� aqui?

Ele est� aqui?!

Sim, Sra. Respons�vel-Chefe.

Miss Hastings?

Senhorita pretensiosa.

- Miss Hastings! - Sim, Respons�vel-Chefe Brannan?

Pergunte ao bom doutor se ele poderia agraciar-nos com a sua presen�a na Enfermaria.

O bom qu�? Porque � que presumiria que...

Apenas porque sou uma velha vi�va, n�o significa que n�o saiba raciocinar.

N�o, pare.

Agora.

Byron!

V� trabalhar!

E lembre-se, ir� tratar aquela "Sauerkraut" com nada mais do que assertividade e desd�m.

A Miss Phinney?

- Mas, porqu�? - V� e fa�a-o.

Diga-me como � que veio aqui parar.

Cavalos?

Sim.

No... nove.

La... la... lama...

na estr...

estr... estrada.

A cheirar a...

ba... ba... presunto.

Ba... ba... ba... bacon.

Pe�o desculpa.

Descanse, Cabo.

Virei v�-lo novamente, em breve.

Sim...

Vou, apenas, esperar ali.

Obrigado.

Quem � o varapau?

O Sr. Squivers...

um estudante de Medicina.

Eu tinha algumas reservas acerca da avalia��o do Dr. Hale.

- A s�rio? - Sim.

- E senti que n�o podia esperar mais... - Que interessante.

� assim que a Sr. Dix instrui as suas enfermeiras a comportarem-se?

- Espero n�o termos come�ado mal. - O Cabo sofre de "afasia expressiva".

N�o conhe�o essa doen�a.

Um colega em Fran�a, chamado Pierre Paul Broca, tendo andado a estudar a fun��o cerebral.

Trabalhei com ele antes da guerra. Ele tem v�rios pacientes com este homem, Kilner...

Les�es no cr�nio, seguidas de afasia.

Que acabou por ter convuls�es do c�rebro, que requerem...

- que requerem... - Que requerem que...

deixe o meu paciente...

em paz.

Dr. Hale.

Enfermeira Mary, como vai?

Quer dizer, muito desiludida, Baronesa.

Muito desiludida.

- Como? - Este homem tem uma ligeira...

lacera��o superficial.

Os sintomas dele, tal como est�o, as falas incompreens�veis, etc...

s�o inventadas.

Um habilidoso cobarde... devia ser enviado para o campo de batalha mais pr�ximo

assim que o ferimento dele esteja curado.

Se n�o antes.

Antes de estar curado?

Acredito que ele tem um d�ficit neurol�gico,

que poder� exigir trepana��o e drenagem do cr�nio.

Est� a falar a s�rio, homem?

Acha que ele tamb�m tem maus esp�ritos que precisam de ser libertados?

- Certamente, est� ciente do... - Estou ciente disso.

Tamb�m tenho a no��o que existem unic�rnios e sereias.

Mas, come�o a pensar, Dr. Foster, se n�o ser� voc�...

que tem o referido d�ficit.

J� prestou aten��o ao h�lito dele?

"Whisky".

D�-nos licen�a.

E, Miss Phinney, muito dos homens n�o comem nada desde ontem.

- Precisamos de tratar disso. - Sim, doutor.

- Os Franceses determinaram... - Agora, prestamos aten��o aos Franceses?

- Eles comem sapos, sabia. - Tamb�m n�s, acredito.

Miss Phinney!

Aqui vamos n�s.

- Para onde, exactamente? - Para a nossa reuni�o.

- A minha qu�, senhor? - Sim, recebi ordens para organizar uma.

Pela sua cara amiga, o drag�o. A Miss Dix.

Uma reuni�o?

N�o me surpreende, conhe�o a paix�o da Miss Dix

por trivialidades e hierarquia.

Ela � a esposa que nenhum homem quer.

Precisa de se familiarizar com as actuais teorias de...

- acerca da afasia. - Estou perfeitamente familiarizado!

Mas, n�o vejo raz�o para colocar um buraco na cabe�a daquele homem...

quando aquilo que ele precisa � um chuto no traseiro de volta para o campo de guerra mais pr�ximo.

- Ent�o, permita-me que fa�a a interven��o. - N�o.

N�o est� autorizado a fazer uma trepana��o. Nem nele...

nem sequer num c�co.

Ou�a... n�s queremos a mesma coisa, est� bem? O que � que � melhor para o paciente?

N�o fale comigo em enigmas, homem.

Deixe-o como est�, nem sequer devia ter interferido para come�ar.

Senhoras...

� minha inten��o reunir todas as nossas necessidades e objectivos...

para dar voz � equipa de enfermagem como um grupo.

Alguma vez foi enfermeira?

Al�m de alguns sobrinhos doentes e do seu falecido marido?

N�o posso revindicar qualquer experi�ncia.

Mas, encarregaram-me da supervis�o da enfermaria deste hospital,

e estou ansiosa e sou capaz de faz�-lo.

Certificando-me que fa�amos o melhor trabalho poss�vel juntas...

para dar o melhor tratamento aos rapazes.

Sim, mas, porqu� voc�?

Solicitei � Miss Dix uma coloca��o, e ela enviou-me para c�.

Qualquer outra pessoa que queira ir com ela e tornar-se enfermeira do Ex�rcito, tamb�m poder� faz�-lo.

Miss Green?

Esta � a reuni�o das enfermeiras?

Enfermeiras da Uni�o, Miss.

Os soldados confederados s�o pacientes.

Sou a enfermeira deles.

Por favor.

Continue.

Pretendo abordar uma ampla variedade de assuntos...

A dieta...

escrita de cartas, assist�ncia aos m�dicos � medida que eles precisam de ajuda.

Gostaria de lhe pedir a si...

Miss Hastings, que nos formasse a todas na coloca��o de ligaduras,

considerando que �, claramente, uma especialista na mat�ria.

Tenho uma pergunta, Miss Phinney.

Ir� certificar-se que os rapazes confederados ser�o tratados de forma justa...

e com igualdade?

Pe�o desculpa, Sua Emin�ncia. Vejo que tem tudo isto sob controlo.

Miss Green...

voc� � volunt�ria.

autorizada a estar aqui, apenas, pelas boas gra�as dos Estados Unidos...

Est� tudo bem, Respons�vel-Chefe.

Enquanto eles estiverem aqui, iremos fazer o nosso melhor por eles.

Mas, n�o lhe irei mentir.

Nunca...

� custa de um soldado da Uni�o.

Que frieza da sua parte, Miss.

�, n�o �?

Frieza total.

Que desastre.

Elas ir�o habituar-se a ter algu�m acima delas...

Algum dia.

Depois da guerra acabar.

- Enfermeira Mary, encontrei-a. - Reuniu-se com o Dr. Hale?

Ele disse-me para ficar ao seu lado.

Que intimidante para mim!

Respons�vel-Chefe, reparei, tal como o Dr. Foster, no seu estilo inevitavelmente colegial,

que as refei��es da manh� foram servidas atrasadas e em pouca quantidade.

A s�rio?

Pergunto-me se n�o seria muito precipitado apresentar as minhas ideias

- sobre as necessidades alimentares. - O mordomo, Sr. Bullen...

faz aquilo que acha necess�rio, tendo em conta os desafios e provis�es dispon�veis.

- Entendo, mas... - Voc� tem Deus e a Miss Dix ao seu lado, querida.

Fa�a aquilo que achar necess�rio.

N�o vai querer falar com o Sr. Bullen, Miss.

- Sim, quero. - N�o.

N�o quer.

Tenho a certeza que quero.

Ent�o... vamos falar com o Sr. Bullen.

Venha, Squivers.

Venha.

Assustou-me, Sr. Bullen.

Silas.

Silas � suficiente.

Agora somos amigos, n�o � verdade?

� isso que quer que sejamos, amigos?

Quero a sua ajuda, sim.

Vendo que...

sabe como as coisas funcionam.

Bem, como a riqueza sai de um lugar para outro.

Sabe, eu..

Tenho isto.

E algum dinheiro, tamb�m, ent�o, poderia pagar-lhe.

� um p�ssaro.

Bonito, n�o �?

Para a sua mulher, talvez?

N�o tenho mulher.

Ainda n�o tenho nenhuma informa��o para si...

desde a �ltima vez que me perguntou.

Mas, terei...

em breve.

Ficar-lhe-ia agradecida por qualquer coisa.

Bem, se eu apenas pudesse falar com algu�m.

Uma rapariga como voc�, numa cidade como esta.

Quero ajud�-la.

A s�rio.

Precisa de um amigo para a ajudar...

para proteg�-la.

Acredito que sim.

E um homem como eu...

bem...

qualquer homem...

se sente sozinho.

N�o h� nada de mal em duas pessoas...

a ajudarem-se mutuamente.

Correcto?

Desde que permane�a entre n�s.

Por favor.

N�o dever�amos.

� errado, senhor.

Quer a minha amizade, n�o quer?

Aquela casa de morte n�o � s�tio para uma rapariga inocente.

Casa de morte? � o "Mansion House Hotel".

N�o, j� n�o �.

Os m�dicos l� olham para as enfermeiras como as suas presas naturais.

Os pacientes est�o expostos da... cabe�a aos p�s.

Quanto mais tempo a nossa Emma passar l� dentro...

menos preservar� a sua inoc�ncia.

Quantas vezes temos que nos comprometer?

Eu � que estou a fazer a maioria. Acredita em mim.

Todos os dias, eu me comprometo.

N�o ir� durar.

Estes "yanks" guerreiros ir�o perceber, em breve, que n�o se mant�m uma uni�o iniciando uma guerra.

E at� l�, ir�s fazer o qu�?

Continuar a andar em redor do teu juramento de lealdade?

Eventualmente, ter�s que assinar...

ou teremos que fugir.

N�o chegar� a esse ponto.

Prometo.

James.

Podemos suportar...

qualquer coisa.

Mas, e os nossos filhos?

Tens a certeza, Tom?

Nenhum visitante sequer?

- Nem a Alice? - Disseste-lhe que estou aqui?

N�o, n�o. J� te disse, n�o o faria.

Lamento.

� que...

neste momento, desta forma...

ela ir� pensar que sou fraco por ter sido capturado, ou ainda pior...

um cobarde...

a fugir do meu dever.

Ela n�o pensar� isso. Ningu�m ir�.

N�o sabes.

N�o podes sab�-lo.

Olhei nos olhos de um rapaz,

com o qual teria partilhado uma bebida, no ano passado.

E, em vez disso...

alvejei-o.

Mesmo na cabe�a.

Miss Green?

Tom.

Estava aqui a pensar como � que o seu apetite estaria a evoluir.

Ele est� bem...

capel�o.

- Tinha a impress�o... - Agora eu estou aqui.

O Tom ser� da minha responsabilidade.

Tenho a certeza que tem homens da Uni�o com os quais se preocupar.

O Senhor n�o faz distin��es pelo uniforme, Miss.

- Que Deus esteja consigo, Tom. - Sim.

N�o confies neles.

Nem sequer no Reverendo Joe.

Ouvi dizer que...

roubaram uma rel�quia de fam�lia da m�e a um rapaz "yankee",

da bota onde ele tinha a escondido.

Toma.

Guarda isso por mim.

- Tens que o fazer. - Deixa-me falar com a Respons�vel-Chefe. Pedir-lhe-ei...

N�o.

Ela ir� mentir.

Todos eles mentem.

Tem todas as minhas posses dentro.

Cartas, uma fotografia da Alice...

o cachimbo do meu pai.

Lembras-te do pap�?

Era um grande homem, o teu pai.

Por favor, Ems...

Guarda-me isto.

At� eu melhorar.

Miss?

Voc� � o Sr. Bullen?

Abel Melcher. O cozinheiro.

A Miss Phinney � uma nova enfermeira enviada pelo Ex�rcito.

Ela n�o come nada desde ontem.

- Esper�vamos que... - N�o chegou a tempo da sopa?

Arranjar-lhe-emos alguma coisa, Miss, logo que seja poss�vel.

Voc� � o Sr. Bullen?

Sim, senhora.

Quero falar sobre uma coisa consigo e o Sr. Melcher.

Falar connosco?

Os soldados feridos n�o devem ficar � espera das suas refei��es.

� do conhecimento geral que a nutri��o � uma pe�a vital...

Perdoe-me.

Mau sabor na boca.

� uma pe�a vital para homens em convalescen�a.

E para o que � que acha que � vital...

para as prostitutas?

Gostaria de lhe pedir que tivesse cuidado com as palavras que profere, Sr. Bullen.

As minhas palavras s�o as minhas palavras...

e esta � a minha cozinha.

E aqueles homens l� em cima s�o os meus pacientes.

Nossos pacientes, na verdade.

Ent�o, v� tratar deles!

Sabe o caminho para o andar de cima.

De onde � que veio tudo isto?

Isso n�o lhe diz respeito, Miss Phinney.

N�o volte a vir c� em baixo.

Insisto que me responda!

V�-se embora agora, sua vagabunda maldita!

Por favor!

- Prostituta nojenta! - Miss!

- Enfermeira Mary! Por favor! - Como ousa? N�o tem direito de o fazer!

Ent�o, chefe, tenha calma.

Chefe, j� chega.

Calma, calma.

N�o vale a pena.

Miss...

espere at� ao jantar.

Da pr�xima vez, n�o se atrase.

Rapaz, o paciente ter� comida quando tiver comida.

Agora, leva esta...

bela senhora...

at� �s enfermarias, onde � o lugar dela.

Miss...

est� bem?

Irei buscar-lhe...

alguma coisa de...

algum lugar.

L� em baixo n�o.

Tome.

� muito gentil.

Descanse.

Virei ver como � que est� daqui a pouco.

Assistente?

Enfermeira?

Sim, soldado?

Dois dias.

N�o como h� dois dias.

Por favor.

Traga-me algo para comer.

N�o est�s a usar o colar.

� demasiado bonito para o usar todos os dias.

Tens problema, n�o tens?

Tal como toda a gente, acho eu.

H� um homem chamado Miller que eu conhe�o.

Um homem livre de Brooklyn.

Trabalha na ajuda aos fugitivos.

Eu j� sou livre.

N�o preciso de mais nada a n�o ser trabalho duro e manter os olhos no ch�o.

Ouve...

se alguma vez precisares de alguma coisa...

bem...

aqui estarei.

Todos n�s precisamos de ajuda de vez em quando.

"N�s"?

"N�s" quem?

Tu, que �s de uma casa rica em Filad�lfia...

Andaste na escola...

vestiste boas roupas, nunca te bateram, nem foste vendido. N�o � verdade...

Sr. Diggs?

De onde eu venho...

vi coisas, ouvi coisas, fiz algumas coisas.

N�o h� nenhum "n�s", muito obrigado.

E eu n�o preciso de nada.

Nem de um homem chamado Miller, nem de ti.

T�o cedo em casa?

Estamos a fazer um c�rculo de costura.

Queres participar?

Vim, apenas, buscar uma coisa.

- Tenho que voltar � Enfermaria. - Emma?

Sabes...

uma m�e pode sentir-se orgulhosa e zangada com uma filha pela mesma raz�o.

� verdade.

Um dia ter�s filhos e ver�s.

A Pen�nsula ser� o fim de tudo, pai.

Aqueles sacanas "amarelos" nunca chegar�o a Richmond.

Onde � que est� a tua bengala?

Estava � espera que reparasses.

V�s como a minha marcha melhorou?

Devias usar uma bengala.

Pe�o desculpa, senhor.

Este �... o Ben Cooper, o meu sobrinho.

Ele quer dizer algo.

Desde que aqui cheguei, sinto-me um novo homem.

Agora, � a si e ao meu tio que tenho que agradecer por isso.

Fazes um bom trabalho, rapaz, trabalhas duro.

� assim que ir�s merecer a liberdade que esta guerra te ir� trazer.

Sim, senhor.

- Iremos voltar ao trabalho agora. - Com licen�a, senhor.

Porque � que lhe disseste aquilo?

Depois da guerra terminar, a escravatura permanecer�.

N�o � esse o objectivo?

Para os produtores de algod�o e os donos de planta��es, talvez. Mas, para n�s...

Fabricantes de mobili�rio?

Homens de neg�cios?

N�o precisamos disso, Jimmy.

Est� na altura de o aceitarmos.

Sr. Green!

Os "yanks" est�o a subir a rua.

Onde? Onde � que est�?

Tom!

Tom!

Onde � que est�? Voc�s roubaram-me o rel�gio do meu pai, seus dem�nios de azul!

- Onde � que est�? - Calma, Tom!

- Ningu�m te roubou nada! - Seus sacanas mentirosos, todos voc�s!

- Deixe-o! Est� a piorar as coisas. - Acho que eu pr�prio preciso de um m�dico.

- Tom, Tom, Tom! Tom! - Por favor!

Tom, as tuas coisas est�o em seguran�a.

O rel�gio est� em minha casa, no meu quarto.

Agora, acalma-te.

Este homem est� perturbado. Dever� estar sob constante observa��o.

Est� a perturb�-lo.

- Agora, ele est� calmo. - Miss, tem que entender, o seu amigo � um perigo...

- para si pr�prio e para os outros. - N�o � verdade!

Ele vir� por todos n�s!

Ningu�m ir� det�-lo!

E mais logo atr�s!

Eu vi o elefante!

Est� melhor, Miss?

- � abafado aqui dentro. - Bastante.

O que � que eles dizem na Academia acerca da ventila��o de uma enfermaria?

Ventila��o...

de uma enfermaria?

Dizem que � importante, aposto.

Ar que n�o circula, gases nocivos...

podem agravar as doen�as, at� mesmo transmiti-las.

Mas, algu�m fechou estas janelas.

Aquilo que precisamos � de um fornecimento constante de ar fresco.

Deixe-me ver se consigo abrir algumas janelas.

O Dr. Berenson, de Filad�lfia, foi um excelente professor.

E um bom homem.

Dr. Foster, precisamos de ajuda.

Miss Phinney, venha!

- Devo ir procurar o Dr. Hale? - Venha!

� o Cabo Kilner.

Meu Deus.

- Vermelhos... a caminho. - Tenha calma.

- Venha! Lembre-se! Lembre-se! - Calmo.

Fugi ao seu propriet�rio na noite de segunda-feira, 12 de Mar�o.

RECOMPENSA DE 150 D�LARES

Um homem negro chamado Ben Cooper. 30 anos.

1,73 m, escuro,

estatura maci�a...

e no corpo tem in�meras cicatrizes, antigas e recentes, do chicote.

Uma ao longo dos costas.

150 d�lares.

Os pre�os ca�ram bastante no Sul?

Fui enviado pelo meu chefe para recuperar este homem.

Foi acusado de roubar bens.

E com isso quer dizer que ele se roubou a si pr�prio.

E as roupas, os sapatos. Talvez at� uma sela.

Cavalheiros, n�o t�m qualquer autoridade para levar este homem de volta. Em Alexandria, ele � livre.

Bem, na Carolina n�o �.

N�o estamos na Carolina.

Sr. Green, n�s trataremos dos nossos assuntos.

Voc� ocupe-se dos seus.

Certifique-se que este homem n�o est� aqui.

Vai agora, certifica-te.

A maioria dos meus empregados nasceu livre. Relativamente aos contrabandeados,

temos muito cuidado com quem contratamos.

Veremos com os nossos pr�prios olhos.

Logo que o meu filho regresse.

Agora.

Fique onde est�.

N�o se mexa.

- Controlem-no! - Ent�o! Ent�o!

Ent�o! Ent�o!

Prendam-no!

Fui libertado no Tennessee!

Tenho documentos, juro!

Tem calma, rapaz.

N�o � ele.

J� lhes disse, ele n�o est� aqui.

- Vai! - Mexe-te!

Aquele rapaz est� aqui algures, nesta cidade amante de negros.

O Lionel levou o rapaz para casa.

O Ben diz que ele n�o fez nada de mal.

Alega que � igual a qualquer outro contrabandeado.

Sem d�vida que �...

est� destinado a ser livre.

Ent�o... vai fazer o qu�?

Fazer um pequeno buraco no cr�nio dele para ajudar a aliviar a press�o.

Sim, eu sei o que � uma trepana��o, mas...

- o qu�? - Segure nisto.

Mais um pouco de �ter. N�o queremos que ele acorde a meio da opera��o.

- Que tal assim? - � suficiente.

Muito bem, Squivers...

vou colocar a ponta aqui, na cabe�a dele.

Cadete no ch�o!

Tirem-no daqui.

Meu Deus! Isabella, ajude-o.

- � o resultado, hoje em dia, de uma educa��o superior. - Quer que procure um m�dico para o ajudar?

Voc� ajudar-me-�.

Pergunte a si mesma...

"o que � que a Dix faria?"

- Se o Dr. Hale descobrir... - Estou quase fora daqui. N�o se preocupe comigo.

Na verdade, estava a pensar em mim.

Bem, este rapaz n�o pode esperar mais.

Segure-lhe na cabe�a.

Est� a tremer?

N�o tomei a minha medica��o hoje.

Ficar� tudo bem.

Prepare-se. Isto poder� sangrar bastante.

Pois.

Imagino que sim.

A conduta dele afecta directamente o funcionamento deste hospital.

A situa��o � intoler�vel.

O Foster � um �ptimo m�dico.

- �tila foi um excelente general. - N�o � o seu tipo de pessoa. Anotado.

- Continua, Samuel. - N�o consigo rapar enquanto fala, senhor.

N�o trabalhei todos estes anos para ser desrespeitado

- por um m�dico civil. - Hale. Hale!

N�o se apercebeu que estou a ser barbeado?

Tem o seu m�todo, Hale. Ele tem o dele.

Voc� � um cirurgi�o...

eficiente e pragm�tico. Ele �...

ligeiramente mais inclinado para a experimenta��o.

- H� espa�o para ambos, aqui. - E esta luta pelo poder na Enfermaria?

A Miss Phinney � excelente. Ela...

bem, ela � ador�vel, na verdade.

Mas, se lhe conferir alguma autoridade, a Miss Hastings ficar� capaz mat�-la...

ou a si...

ou a mim...

ou a todos n�s.

O meu conselho ser� que deixe as mulheres resolverem os assuntos entre elas.

Dr. Sam...

- continue o procedimento. - Sim, senhor.

Tenho que comunicar uma enorme atrocidade!

- Eles est�o a fazer o qu�? - Uma trepana��o, senhor.

- V�? Os franceses colocaram-lhe isto na cabe�a. - Os malditos franceses s� trazem problemas.

Dr. Summers.

- Voc� matou-o! - Dever� demorar, apenas, um instante.

O que diabo � que se passa, Foster?

Dir-lhe-ei presencialmente.

Consegue ouvir-me, Cabo?

Doutor?

Onde � que voc� est�, filho?

No hospital.

Na resposta � sua pergunta, Major...

acabamos de salvar a vida deste homem.

Faz parte do meu trabalho.

O do Dr. Hale � diferente?

Iremos conseguir que eles deixem o Ben em paz.

E, depois disso, temos que convenc�-los a deixarem-nos em paz.

ADMINISTRA��O DO EX�RCITO DA UNI�O

N�o est� em posi��o para poder exigir seja o que for, senhor.

Quando estive em territ�rio �ndio...

mat�vamos peles-vermelhas em fuga no local.

Alexandria n�o � territ�rio �ndio.

N�o.

e aqui � num territ�rio ocupado pela Uni�o, � a minha fun��o, n�o a sua,

decidir se deveremos ajudar a capturar escravos em fuga.

� minha fun��o, tamb�m, quando isso afecta...

como poderei diz�-lo...

os meus neg�cios.

Voc� � um sulista.

Imaginava que fosse simpatizar com os nossos esfor�os

para manter rela��es com os nossos irm�os confederados.

Poderia come�ar por deixar de os massacrar.

Senhor...

os negros s�o livres em Alexandria.

A vossa lei, n�o a nossa, mas, respeit�-la-ei de bom grado.

As transi��es podem ser dif�ceis.

Dores de crescimento e tudo mais.

Mesmo assim...

temos um acordo, Capit�o.

Espero que eu e os meus empregados estejamos isentos...

de ass�dio arbitr�rio.

Acha que...

a guerra � um jogo ao qual pode brincar?

N�o �, senhor.

Nada pode ser dado como garantido,

incluindo a sua tentativa...

de conquistar uma posi��o privilegiada.

Ent�o, a grande pergunta que deve fazer a si mesmo �...

De que lado � que est�?

Porque muito em breve, senhor...

ter� que escolher.

O que � que pensa que est� a fazer?

A tentar melhorar a ventila��o na enfermaria, Miss Hastings.

Com ordens de quem?

Vi uma luz.

Talvez fosse um t�nel.

E...

havia l� uma figura...

a implorar-me.

Provavelmente, seria o Dr. Foster a implorar-lhe que se fosse embora.

Foi...

deveras assustador.

Est� bem agora, Sr. Squivers. Ir� ficar bem.

Presun�osa, intrometida, manipuladora.

- Posso ajud�-la? - Voc� n�o � apenas pretensiosa...

como tamb�m est� a ajudar aquele m�dico renegado

a usurpar a autoridade ao Dr. Hale como Cirurgi�o-Chefe.

- N�o foi essa a minha inten��o. - Eu sei aquilo que anda a preparar.

Fui criada nas ruas de Londres Este. N�o pode manipular uma manipuladora.

- Desculpe? - Veio para c� com o seu charme "yankee"

e as suas sedu��es abolicionistas.

N�o o permitirei.

Miss Hastings, asseguro-lhe que respeito e admiro a sua experi�ncia...

- A minha experi�ncia? - Anseio aprender com os seus in�meros anos...

N�o sou velha, madame!

Apenas quis dizer que quero o melhor para os rapazes.

Tal como voc�. Como fez na Crimeia com a Miss Nightingale.

Tem uma l�ngua viperina, Baronesa Von Olnhausen.

Mas, com ou sem Dix, sou a Enfermeira-Chefe neste hospital.

E n�o serei menosprezada por uma vi�va holandesa qualquer com um brilho nos olhos.

Miss Hastings?

Por favor...

posso trat�-la por Anne?

Compreendo.

Este s�tio tem sido comandado por si at� agora, e eu interferi.

N�o foi essa a minha inten��o.

E se, como suspeito,

o seu comportamento � assim porque sente que tudo o que tem na vida � a sua identidade como enfermeira...

bem, eu tamb�m o sinto.

Nesse aspecto, somos iguais.

Somos mulheres num mundo masculino.

N�o nos vamos tornar inimigas.

Que manobra her�ica fez hoje.

- Obrigado, Miss Hastings. - Est� com dores? Permita-me.

Voc� � t�o...

dedicado aos homens, sempre t�o empenhado no bem-estar deles, mas...

quem � que se preocupa consigo?

Bem, a minha mulher tenta faz�-lo.

Claro.

Dever� faz�-lo, seguramente.

Dr. Foster?

O Dr. Summers gostaria de v�-lo agora.

"Viola��o...."

"de um procedimento..."

"etc. etc."

"Envolvimento num procedimento n�o autorizado e inapropriado."

"Recusa na execu��o de outros previstos no protocolo."

Cirurgi�o malandreco.

N�o se tem portado muito bem com alguns dos seus colegas.

O Dr. Hale tem um jeito especial para evidenciar o melhor em mim.

Ele pretende submeter isto ao Cirurgi�o-Geral do Ex�rcito.

O meu contrato termina na pr�xima semana, senhor.

- Se permitir que eu acabe o meu per�odo de trabalho... - N�o o farei.

Quero mais.

Quero que fique.

Ambiente pouco civilizado, feridas irremedi�veis...

assistentes incompetentes, excesso de trabalho, sal�rio quase insignificante.

A nossa oferta � entusiasmante!

Mas, � uma incompar�vel oportunidade m�dica.

N�o nego que uma parte de mim deseja ficar.

H� um trabalho a fazer aqui, um trabalho importante...

Mas, o Hale tem raz�o. Eu n�o sou material militar.

Desrespeito as restri��es, a hierarquia, os regulamentos...

�ptimo.

Estou cansado de papagaios e ratazanas, e o Cirurgi�o-Geral Hammond tamb�m.

� por isso que ele instaurou um exame m�dico de selec��o mais rigoroso.

Fa�a o teste, continue aqui como m�dico militar a tempo inteiro.

Mas, existem outros factores, senhor.

A minha esposa, Eliza...

H� sempre uma esposa.

Prometi-lhe que ir�amos para Oeste.

Ela tem fam�lia perto de Redwood City.

� isso que voc� quer?

Curar os narizes ping�es das pessoas ricas na Calif�rnia?

Acho que n�o a conseguirei convencer a ficar aqui em Alexandria.

N�o foi isso que eu perguntei.

Bem...

pense nisso.

Como � que est� o seu irm�o?

Evan, correcto?

Ezra.

Est� afastado ou a prestar servi�o militar?

A prestar servi�o...

a combater na Pen�nsula.

Que Deus o ajude.

Miss Green, pe�o desculpa, n�o queria...

Preste mais aten��o.

Com certeza.

Irei observ�-lo de perto, no futuro.

Espero que goste das instala��es.

Torna-se mais adequadas a cada dia que passa.

Para mim, a verdade � o oposto.

Bem, avise-me se puder ajudar nalguma coisa.

Ir� arranc�-los da cabe�a...

N�o tem uma fita? Posso...

encontrar-lhe uma na cidade.

Ainda tenho algumas.

Ainda n�o nos levaram � fal�ncia.

Vermelho seria encantador.

Pe�o desculpa se te aborreci.

� melhor guardar as coisas para mim.

N�o tenho nada contra ti.

N�o sei muito, mas...

sei reconhecer quando algu�m est� a sofrer.

E uma coisa que o sofrimento tem �...

que � melhor n�o o suportarmos sozinhos.

N�o.

- Ent�o, ent�o. - N�o!

N�o... podes.

Sammy!

Volta l� para fora, rapaz.

H� trabalho a fazer.

"Car�ssima Alice...

"esta � a s�tima carta que te escrevo, mas, ainda nenhuma foi enviada.

"N�o h� entrada nem sa�da de correio.

"A dist�ncia traz sofrimento ao meu cora��o.

"At� vir para a Pen�nsula...

"n�o tinha medo de nada...

"e n�o tinha...

"a m�nima ideia do que era a guerra.

"Mas, agora...

"� tudo t�o assustador e verdadeiro,

"e nada como pudesses ter imaginado...

"ou devias."

Porque � que tens as coisas dele?

Ele est� morto, n�o est�?

O meu Tom est� morto.

Aquele covarde tem raz�o numa coisa.

Precisamos de nos preocupar connosco.

� triste quando a consci�ncia se torna um luxo ao qual j� n�o nos podemos dar.

Voc�s os dois, vamos!

- Volte para o lugar de onde saiu. - Por favor, senhor.

A minha mulher e filhos vivem do outro lado da cidade e aguardam que eu chegue a casa.

N�o me obrigues a repetir! Vamos, mexe-te!

R�pido, por favor!

- Vamos! - Por favor!

Esta luta n�o � a nossa.

Aten��o a� em cima!

O Dr. Foster, provavelmente, ficou retido no hospital.

Ele vir�, Jenny.

Ele vir�.

Esqueceste-te ou, simplesmente, escolheste uma maior prioridade?

Desculpa-me, Eliza.

Todas as vezes que penso poder ir embora,

- alguma coisa me impede. - Prometeste! Precisamos de planear a nossa viagem.

Sim! Sim, mas, h�...

algo mais a discutir.

O Dr. Summers...

ele...

pediu-me para ficar.

E as minhas experi�ncias! Eu...

sinto-me optimista. Posso estar a descobrir coisas que podem ajudar as pessoas.

Todos temos um prop�sito. Talvez o meu seja estar aqui, a salvar vidas.

Perdoa-me.

Tenho sido paciente, Jed....

Tenho esperado.

Fiz sacrif�cios, tudo tendo por base o nosso acordo.

N�o podes quebr�-lo agora.

N�o se este casamento �, verdadeiramente, a parceria que me prometeste.

Estes s�o tempos conturbados, Eliza.

- Precisamos de estar abertos �s mudan�as. - N�o estou aberta a isso! Repudio-o!

Basta, Miss Phinney.

Encontrei um lugar para si num dos quartos no andar de cima.

Est� reservado para as fam�lias que visitam pacientes, mas, est� livre.

Mereceu uma noite decente de descanso.

Como tua esposa, estou-te a dizer, tens que escolher aquilo que � mais importante para ti...

Este casamento ou esta guerra?

Se eu n�o tiver uma resposta at� ao amanhecer...

vou-me embora sem ti.

Ele � uma amea�a.

Ela � uma tirana.

Ele n�o tem qualquer pingo de humildade.

Ela tem aqueles olhos que nos atravessam, como um tubar�o.

Que dupla que eles s�o!

Se n�o fizermos alguma coisa, eles ir�o estragar-nos esta guerra.

Estou t�o feliz.

O Tom est� em casa!

Sim, Alice, mas...

ele est� ferido.

- A recupera��o � dif�cil, ent�o, n�o devemos esperar muito. - Quando � que posso v�-lo?

- Temos que fazer os nosso planos. - Quais planos?

Planos para o casamento.

N�o deves dizer nada a ningu�m. � o nosso segredo mais profundo e obscuro.

Antes do Tom ir para a Pen�nsula, juramos a nossa devo��o eterna...

e prometemos que nos ir�amos casar.

Casar?

Diz-me que est�s feliz por mim, minha irm�.

Est�s, n�o est�s?

Perdoe-me, Miss Phinney.

Os McCutchen vieram desde o Maine para poderem ver o seu filho, Teddy.

N�o dormem h� tr�s dias.

Comeu alguma coisa?

Sim.

Pe�o desculpa.

Desiludi-a.

Bons sonhos, Sr. Squivers.

Obrigado, Enfermeira Mary.

Voltem ao trabalho, rapazes! Faltam seis dias!

Legendas originais em italiano por Subsfactory Tradu��o para PT-PT por mpenaf

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