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Original subtitles

O HOMEM DO �LAMO

A hist�ria do Texas, simboliza o esp�rito de independ�ncia,

que t�o importante � para todos os americanos.

Os texanos lutaram para libertar o M�xico da Espanha

e viveram felizes como prov�ncia independente at�...

que o general Santa Anna se apoderou da presid�ncia do M�xico.

Ent�o surgiu a pergunta: Governo militar ou guerra.

Foi confiado ao general Houston o trabalho de criar um plano

que decidiria o futuro do Texas...

Sam Houston tem raz�o.

Teremos que lutar por nossos direitos.

N�o estou de acordo.

N�s estamos indo muito bem como Estado independente do M�xico.

N�o vejo raz�o para lutar.

Voc� esquece de algo, Jim.

Ainda que os espanh�is nos deram em 1821 o direito de coloniza��o,

quando Santa Anna tomou o poder, deixamos de ser um Estado livre.

Podemos lutar ou aguentar um governo militar... general Houston!

Senhores, irei diretamente a quest�o.

Devo formar um ex�rcito para a defesa de um Texas independente.

Muitos de voc�s est�o informados das dificuldades de tal empresa.

Os outros logo saber�o.

Se queremos ganhar,

temos que ter todos os homens aptos do Texas, dispostos a lutar.

Mas sem luta constante, ser� muito dif�cil convencer do perigo.

Os homens n�o est�o dispostos a deixar suas fam�lias e fazendas.

� por isso que eu os reuni aqui.

Acabo de saber que Santa Anna ocupou Santo Antonio.

O coronel Travis se retirou com menos de 200 homens para o �lamo,

a fim de preparar a defesa. No momento, esta � a �nica for�a

militar entre o ex�rcito do M�xico e o rio Sabine.

E esse homens precisam de ajuda!

Como se sente, Jim? Me sentiria melhor ali fora!

Aqui embaixo n�o se atira. - N�o esteja t�o seguro.

L� fora existe muitos soldados. Alguns poderiam te visitar.

Traga-me alguns! O Sr. Bowie e eu estamos preparados.

N�o creio que precisemos traz�-los, Sam, j� est�o vindo sozinhos.

Ouviu algo de Houston? - Nada ainda.

Voc� cr� que o mensageiro conseguiu passar? - Espero que sim.

Sam � um bom homem, nos mandar� alguns homens.

Mas que seja r�pido.

N�o h� motivo para se preocupar.

Podemos ir, quando isto ficar mais feio.

N�o planeja nos abandonar, n�o �, Jim?

N�o, n�o sou muito bom para correr.

Nem eu tampouco, Jim.

Coronel Travis!

- Coronel Travis! - Sim?

Tem um mexicano com uma bandeira branca que quer falar com o senhor.

- O que ele disse coronel? - Que ou sa�mos daqui agora

com as m�os para cima, ou nunca mais.

O que vai responder?

- Esse canh�o est� carregado? - Sim, senhor.

Isto est� me deixando louco.

Primeiro nos bombardeiam durante horas, depois estamos sentados

horas, sem ouvir nada. Ser� que ficaram sem muni��o?

- Ponha a cabe�a pra fora e vai saber. - N�o sou t�o curioso assim.

Faz 4 dias que n�o durmo direito. At� quando vamos aguentar?

Se est� cansado, abra o port�o e saia.

O meu maior erro foi entrar.

Tive todo o caminho do Tennessee para pensar...

5 milhas, � bem certo que eu mudaria de opini�o.

De qualquer maneira n�o entendo o que faz aqui se � do Tennessee.

L� n�o tem guerra. Me parece que teria mais seguran�a.

Eu queria ficar,

mas Davy Crockett disse que os texanos precisavam de ajuda.

Por isso estamos aqui.

Ainda n�o entendo o por que. Por que voc�s lutam?

Tenho um rancho perto de Dxbow, mulher e filhos.

4 ou 5 de n�s tamb�m tem um rancho por l�. N�o �, Stroud?

�. Isso responde sua pergunta?

Tamb�m tenho fam�lia no Tennessee.

Queria que a minha estivesse l�. Onde � Dxbow?

- Ao norte daqui. - Ali n�o tem mexicanos, n�o �?

- N�o que eu saiba. - Ent�o porque se preocupa?

N�o me preocupo com os mexicanos.

Santa Anna doa terras aos texanos que lutam ao seu lado.

Mas ningu�m vai se vender, n�o �?

�? Inclusive existe um. E muitos o seguem. Se chama Jess Wade.

E a� vamos de novo.

Alto! � um dos nossos!

Chegou atrav�s das linhas mexicanas!

� dos nossos! Abra o port�o!

Sou o coronel Crockett, que posso fazer por voc�?

Trago not�cias do general Houston. Onde est� o comandante?

Hei, tenente, o que houve no norte?

O mesmo que aqui. Agora atacam Dxbow.

Voc� ouviu o que ele disse? - Sim! - Vamos!

Stroud! Kaye! Venham comigo! Tenho que falar com voc�s.

Bill!

Tenente Lamar. Trago uma mensagem do general Houston.

- Quando as tropas estar�o aqui? - N�o h� tropas.

O general est� agora recrutando gente para defender o Texas.

E por que perdeu tempo mandando uma mensagem como esta?

Resistam o que puderem no �lamo.

- Quanto tempo acha que resistiremos a um ex�rcito inteiro? - N�o sei.

Pensa que quanto mais tempo aguentarem, mais chances ele ter�.

Dave, re�na os homens.

5 dos nossos tem fam�lia em Dxbow.

Ningu�m vai cuidar deles. S� um de n�s poder� ajudar.

Um homem a mais ou a menos aqui, n�o conta,

mas l�, pode cuidar de nossas mulheres e filhos e voltar.

- Como vai sair? - O mensageiro conseguiu n�o foi?

- E quem vai ser? - Bem se todos estiverem de acordo,

tiramos a sorte. Tenho um punhado de feij�es, um � preto.

Quem tirar o preto, ir�. Come�a voc�, Johnny?

Por que n�o.

Trago not�cias do general Houston.

"2 de mar�o de 1836, Texas � declarado rep�blica independente."

O que eu quero saber � se v�o chegar refor�os ou n�o.

- Faz uma semana que n�o dormimos. - O general Houston n�o tem ex�rcito.

E nesse momento est� formando um.

Deter Santa Anna aqui mais alguns dias,

pode decidir entre a vida e a morte do Texas.

Todos sabem que Santa Anna n�o vai ter compaix�o.

Eu ficarei, mas quem quiser, pode ir embora.

Os que quiserem ficar, um passo para frente.

Me ajude Sam?

Algu�m mais quer ir?

Sr. Stroud, imagino que ter� seus motivos.

Me encarregarei de conseguir-lhe um cavalo. Tenente.

Homens, este � o despacho que envio ao general Houston:

"Estou cercado por mil mexicanos sob o comando de Santa Anna.

Tenho resistido a cont�nuos tiroteios e bombardeios.

O inimigo exige a capitula��o incondicional.

Se tomarem o forte, a guarni��o ser� fuzilada.

o inimigo recebe refor�os diariamente.

e em 4 ou 5 dias, aumentar� para tr�s ou quatro mil homens.

Tenho negado seu chamado. Nossa bandeira tremula orgulhosa no alto.

Quero aguentar o m�ximo que puder e morrer como soldado,

que nunca esquece sua pr�pria honra nem de seu pa�s.

Nunca capitularei ou recuarei.

Vit�ria ou morte."

Tenente, fa�a com que o general receba nossa mensagem.

Senhor, deixe-me ficar no lugar desse homem.

Ele pode levar a mensagem.

N�o, voc� veio com a not�cia de Houston e voltar� com a nossa.

Um cavalo para o senhor Stroud!

De volta aos seus postos!

Mapes!

Nunca pensei que Johnny Stroud fosse t�o covarde.

- Quem disse que ele �? - Est� fugindo, n�o �?

N�o pensou que pode ser mais arriscado do que ficar?

No pior dos casos lhe chamar�o de her�i morto,

e ele ser� sempre chamado de covarde. - Por que ele vai ent�o?

N�s apostamos, Johnny sempre teve mais sorte.

- Carlos! - Senhor! Senhor Stroud!

Pensei que os homens haviam voltado.

Onde est�o minha mulher e meu filho?

Eu os enterrei ali, ao lado de meu pai.

- Que vai fazer agora, senhor? - Vou regressar ao �lamo.

- Muitos mexicanos pagar�o por isso. - Senhor, n�o foram os mexicanos

que fizeram isto, foram americanos.

Voc� e seu pai sempre ficaram conosco, Carlos.

Minha mulher, meu filho e eu sempre quisemos voc�s muito.

Agora n�o � o momento de mentir para proteger seu povo.

N�o minto. Estavam com uniformes mexicanos, mas eram americanos.

Eu me escondi e olhei. Estavam t�o perto que dava para tocar neles.

Eu n�o minto, senhor.

- A guerrilha de Wade! - Voc� conhece eles?

Sim, talvez.

Vamos Carlos, devemos encontrar algu�m para cuidar de voc�.

- Sam Houston! O que traz voc� a Franklin? - Ol�, Fred.

Trago m�s not�cias. Pode reunir o pessoal?

- Com sua licen�a, Sr. � minha mulher. - Adiante rapaz.

- Querido, ..... - Papai!

Que faz o homem da casa? Tem obedecido sua m�e?

Amigos, o �lamo caiu.

- Que aconteceu a guarni��o, Sam? Travis, Bowie... - Est�o mortos.

Eu pedi que aguentassem o tempo que pudessem e isso fizeram.

Nos deram mais tempo para poder recrutar mais homens.

Mas agora o ex�rcito de Santa Anna est� livre e marchar� contra o Texas.

Franklin poderia ser a seguinte.

Minhas tropas est�o fora da cidade.

Tentaremos cortar-lhe o caminho para Gonzales. Contudo devem

tirar as mulheres, crian�as e homens que passem dos 60.

A divis�o acompanhar� a caravana. Esse � um dia negro para o Texas.

Mas uma coisa eu lhes asseguro: ningu�m esquecer� o �lamo.

Avisem a todos. A caravana deve partir imediatamente.

- Muita sorte a todos. - Para o senhor tamb�m.

Incr�vel! Todos mortos.

N�o, nem todos.

Travis, deu a oportunidade para algu�m sair.

Um aproveitou. Um homem chamado John Stroud.

Venha, querida!

Com licen�a, senhora, quem � o encarregado com quem posso falar?

Gage. Ele � dono do jornal. Ali, aquele com um s� bra�o.

Obrigado, senhora. Venha rapaz.

Sr. Gage? Tem aqui uma escola da miss�o, onde possa deixar o garoto?

- Est� sem sorte. - Agora n�o tem mais nada aqui. Santa Anna est�

a caminho, n�s vamos embora. - Para onde? - A Nacogdoches.

E algu�m poderia cuidar do garoto?

- Dele? - Sim. -Sim, o que tem ele?

� mexicano. N�o sabe que estamos em guerra com o M�xico?

N�o sabia que est�vamos em guerra com as crian�as?

Porque voc� n�o cuida dele?

N�o � justo senhor Gage, o cavalheiro quer se unir ao ex�rcito.

Eu cuidarei dele e n�o cobrarei nada.

- Como se chama? - Carlos.

- Por que tocam os sinos? - Pelos homens do �lamo.

- O que aconteceu com o �lamo? - Caiu. Todos morreram.

- O que est� fazendo aqui? - E voc�? - Cumpro ordens.

- As vezes podem ser de grande ajuda, n�o? - Voc� � John

Stroud que abandonou o �lamo? - Exatamente.

Hei, pessoal! Venham aqui!

Eis o homem que abandonou o �lamo.

- O meu marido estava l�. - O meu tamb�m.

- Mas pelo menos n�o fugiu. - Ele teria um motivo para sair.

E eu que pensava que ele queria se juntar ao ex�rcito.

- Talvez seja o que queira. - Qual? Santa Anna se alegraria de t�-lo.

Tenho o privil�gio de poder escolher as pessoas com quem falo.

N�o precisa falar comigo, diga s� sim ou n�o.

- Conhece todas as fam�lias que v�o na caravana? - Sim.

- Est�o as fam�lias Mapes, Kaye, Billings ou Hawes? - N�o.

Obrigado.

Tenho a impress�o que o ar est� cheirando mal aqui.

- Escute Carlos, fique aqui. - Est� bem!

Talvez, o rapaz tenha raz�o. Ele deve ter tido uma raz�o para sair.

Senhor, tenha cuidado se quiser defender esse homem nesta cidade.

Esperem um pouco, eu n�o estou defendendo-o!

Me considero t�o bom texano quanto voc�s.

Est� bem, soldados, prendam-no!

Senhor Stroud! Esse era um dos homens com o uniforme mexicano.

Tem certeza?

Pensa que posso esquecer quem matou meu pai?

Stroud, � melhor que abandone a cidade.

- Talvez queira ficar. - D� no mesmo! Desapare�a!

Que estamos esperando?

- Vamos enforc�-lo! - Ed, traga uma corda!

Para tr�s, todo mundo!

Em Franklin, ningu�m ser� linchado!

Suba em seu cavalo e abandone a cidade.

Tenho coisas para fazer aqui.

- Saia da cidade ou vai preso. - � com voc�, xerife, n�o irei.

N�o � s� um covarde mas tamb�m um idiota.

Vamos. Pegue o seu chap�u.

Trataram voc� mal, n�o �?

A mim tamb�m. Tem muita lei nessa cidade.

- Assim parece. - Meu nome � Dawes. E voc�?

Stroud.

Voc� � aquele que fugiu do �lamo?

Eu ouvi que ficar l� era loucura.

S� malucos apostam quando n�o se pode ganhar.

Eu conheci gente que pensava diferente.

Mas agora n�o est�o aqui.

O que far�, quando for embora?

- Eles querem me enforcar. - Me refiro a se n�o te enforcarem.

Talvez o que fazem muitos, unir-me aos mexicanos.

O que voc� quer dizer com isso?

Pensei que fosse esperto o suficiente para adivinhar.

Talvez eu possa.

- Muitos bons homens est�o com os mexicanos. - Eu soube.

O importante � que a gente se entenda.

Isso j� fazemos.

Bem. Vamos pensar como sair daqui.

N�s j� fizemos isto antes.

- Como? - Voc� vai ver.

Beth! Kate! Depressa! N�s j� estamos indo!

- Sr. Gage, aqui est� o dinheiro da caixa forte. - Onde o ponho?

- Prontos para partir? - Quase!

Que os homens verifiquem o equipamento!

- Que pena que tenhamos que ir. -Sim, gostaria de ver,

como v�o tirar Stroud da pris�o. - Gostaria de v�-lo enforcado.

- Talvez sejam eles!

- Quem voc� est� esperando? - Meus amigos.

- � apenas um garoto. - Talvez seja um amigo meu.

N�o sabia que tinha amigos.

A caravana vai sair agora, os soldados v�o acompanh�-la.

- � melhor ir junto. - N�o vou deix�-lo, agora � o meu pai.

Quando a caravana tiver partido v�o te tirar da cadeia e enforc�-lo.

Ningu�m vai me enforcar.

- Carlos, as carro�as est�o prontas. - Eu n�o vou.

- Carlos, sou teu pai agora, n�o �? - Sim, senhor.

Um bom filho obedece seu pai, n�o �?

� verdade.

Ent�o v� com a dama.

- Mas v�o te matar. - N�o v�o, n�o!

- Voc� vai obedecer, n�o � Carlos? - Por favor, cuide-se.

Seja boa com o garoto.

- Onde achou o garoto? - � um �rf�o. - E mexicano.

- E que mal h� nisso? - Nenhum.

Isso pode esclarecer o que acontece entre voc� e os mexicanos.

Disse que queria sair daqui.

N�o vejo futuro em ficar.

J� ouviu falar de Jess Wade?

O que tem?

Ele n�o gosta de texanos.

Pelo que ouvi falar, os texanos tamb�m n�o gostam dele.

Ent�o � algo que voc�s tem em comum, n�o?

Ele visitar� Franklin.

T�o logo a caravana e os soldados tenham partido.

E o que eu tenho com isso.

Sempre precisamos de mais um homem.

Talvez Wade n�o veja dessa forma.

N�o vai esperar muito para saber. Que tal?

N�o devo nada ao Texas. Conte comigo.

- Tudo pronto. - Vamos andar.

Quer que algu�m a substitua, Ma? Est� dirigindo a carro�a, h� tempo.

N�o. obrigado, Tom. Procure ajudar os que precisam.

Frey e eu nos arranjamos muito bem.

Oi, querida! Os meninos est�o se comportando?

Est�o nervosos. Vai ser dif�cil acalm�-los.

- Vamos ver �ndios? - Espero que n�o. - Mas eu quero ver �ndios!

- Fa�a o que sua m�e disser! -Vamos!

- Ele ficar� bem Carlos - Ele n�o ficar� bem.

V�o enforc�-lo agora. E eu estou indo, quando necessita de mim.

Mas foi a sua vontade.

Se eu ficasse, poderia lhes dizer por que ele saiu do �lamo.

Para ajudar a sua fam�lia e a fam�lia de outros.

Ele foi a Franklin para achar um lugar para mim,

e depois voltaria para o �lamo. Foi o que ele me disse.

E voc� cr� nele?

Ele queria voltar. Eu juro! N�o me acredita? Eu n�o minto.

Diga aos outros que ele n�o � um covarde.

Eu temo que seja um pouco tarde para isso.

- A� v�o os soldados. - Certeza que Dawes est� na pris�o?

- Para a igreja eles n�o o levaram! - Nada de beber na pr�xima vez.

- S� bebemos duas doses. - Dois gal�es.

Vamos diretamente ao banco, o resto vai soltar Dawes.

Isso n�o vai parar o ex�rcito mexicano.

Durante um tempo, sim.

- Querem deixar a cidade para ele? - Por que n�o, j� est� vazia mesmo.

E enquanto lutamos, esse desertor est� calminho na pris�o.

- Por que n�o o enforcamos? - Espere um momento.

Por qu�? Se nos matarem, quem o enforcar�?

O que estamos esperando?

- Esperem! Calma! - Hei Jim, dispare 2 vezes se aparecer mexicanos.

- Parem ou eu atiro! - Ent�o atire!

- Parece que temos visita. - Talvez seja Wade.

- N�o � Wade. - Quem � ent�o?

O pessoal que quer me linchar.

Ok, Stroud, temos preparada uma corda cheia de breu.

Tire-o dali.

Aqui est� a corda!

- Est�o atacando! - Os mexicanos! - Protejam-se!

- De que lado voc� est�? - Aqui tem!

- N�o tem ouro! A caixa forte est� aberta! - Aos cavalos!

Cobby! Derrube a barricada!

Obrigado!

- De onde voc� veio? - Da cidade. - Por que saiu de l�?

- Tive um problema de garganta. - Eles iam enforc�-lo. - Por qu�?

Porque ele fugiu do �lamo.

- � verdade? - Sim.

O �lamo? O que fazia l�, em primeiro lugar?

O que faria voc� com um ex�rcito nos teus calcanhares?

N�o foi o que perguntei!

Essa � a minha resposta.

Voc� tem muita coragem, mas agora mesmo poder� ter muitos problemas.

- J� tive problemas antes. - Por que deveria aceit�-lo?

Porque tamb�m n�o gosto de texanos.

Responda a minha primeira pergunta!

- Por que estava no �lamo? - Eu fugi, n�o? - Por qu�?

Ouvi dizer que os mexicanos v�o repartir as terras ap�s a guerra.

Sim, mas sou eu que decido quem vai ter terras.

Todos que trabalharem comigo ser�o bem tratados. Como se chama?

Stroud, John Stroud.

Cavish, traga-me um caf� fresco.

Estou certo de que se defenderam bem.

Aposto que o velho James Bowie matou um monte, antes de morrer.

� verdade, Stroud? O Bowie lutou com sua faca?

E Davy Crockett? Dizem que podia encantar um gamb�?

Quando um gamb� via Davy Crockett, ele s� sabia que era o seu fim.

Em vez de esperar para levar o tiro, caia morto aos p�s de Davy.

Davy Crockett foi valente?

Espere, Stroud, queremos escutar mais.

Por que n�o nos diz, por que abandonou Davy Crockett?

Talvez n�o tivesse com vontade de levar um tiro.

Estive pensando. Se abandonou eles, pode nos abandonar tamb�m.

N�o o perturbe, Cobby.

N�o respondeu a minha pergunta. Eu digo que � covarde.

Cobby, acho que voc� fala demais.

Muito bem. Vai nos ajudar a atacar a caravana, pela manh�.

N�o havia dinheiro no banco, eles devem ter levado com eles.

O que houve?

Temos que dar a volta por aqui, se vamos a High Peak.

Acho que seria melhor ir reto atrav�s das colinas.

Se nos atacarem na garganta, teremos problemas.

Esse � territ�rio �ndio. Conhe�o os �ndios.

Por culpa deles, perdi o bra�o e quero conservar o que sobrou.

Temos que arriscar. Ganharemos um dia inteiro.

- � assim que vai ser. Vamos! - Adiante!

Cavish! Pegue 5 homens e procure um lugar l� em cima.

Cobby! Voc� e Stroud subam naquela rocha.

- Fique de olho nele. - Melhor com a arma.

Como quiser.

Voc� n�o precisar� disso por um tempo.

- E Stroud? Acha que dar� conta? - Espero que sim, pode ser �til.

E n�o tenho vontade de lutar com ele todo o dia.

Talvez Cobby atire nele pelas costas. Ele n�o gosta dele.

Exato! Esse � o primeiro assalto de Stroud.

Se n�o trabalhar direito, Cobby se livrar� dele.

Amarre-os.

Suba o m�ximo que puder, eu ficarei na sali�ncia.

N�o tenha ideias erradas. Aqui s� tem uma sa�da, e � por aqui.

Pare! Hei, Tom!

- Por que pararam? - Passar por essa garganta � suic�dio.

Nenhum homem sensato faria.

Meus exploradores n�o viram nada.

Tenho um pressentimento.

Mesmo assim, iremos. Adiante com esses cavalos!

Jess, est�o chegando!

- Qual a dist�ncia deles? - Uma meia hora.

V�o em fila. Podemos mat�-los feito patos.

- V� alguma coisa? - Ainda n�o.

- O que ser� que os deteve? - Quer trocar de lugar?

Fique onde eu possa v�-lo e n�o haver� problema.

Que � que h�, Cobby? N�o confia em mim?

Tanto, que n�o te darei a arma mesmo que comece o tiroteio.

Nessa caravana tem amigos meus.

- O que quer dizer? - Me juntei a voc�s, para ajud�-los.

Rato traidor...

Vamos, atire, Cobby!

A caravana est� a meia milha daqui. Os soldados vir�o r�pido.

- Voc� mente! - Venha e descubra.

Vou fazer isso.

Cobby! Fique aqui!

H� um tiroteio l� na garganta, tenente. O que faremos?

Uma emboscada em High Peak. Exatamente como falei.

George, dirija-se com 4 homens at� as rochas.

Lutem se necess�rio, assim ganharemos tempo.

Voc�s quatro, venham comigo!

Que todos me sigam.

As crian�as atr�s das �rvores!

Vou atr�s de voc�, Stroud.

Vou descobrir se � um covarde e por isso abandonou o �lamo.

Sa� do �lamo para proteger minha mulher e meu filho em Dxbow.

Mas voc� e sua gangue chegaram antes de mim.

Me lembro. Ela tinha um cabelo vermelho bonito, igual ao menino.

Pena que ela n�o quis ouvir a raz�o.

Vamos sair daqui!

- Vamos atr�s deles. - Mais tarde!

Abram caminho!

Mexicanos, senhor! Eles fugiram quando nos viram.

Pegamos um cavalo.

- Mexicanos? Est� certo? - Reconheci os uniformes.

- Voc�s o viram de perto? - N�o, mas eram mexicanos.

Olhem na sela, para ver o que encontram.

Senhorita Beth, � a jaqueta do senhor Stroud!

- Eu n�o minto, esta � a sua jaqueta. - Olhem.

- Pensava que estava preso. - Eu tamb�m.

Stroud com os mexicanos, isso n�o faz sentido!

Talvez sim. Agora � um renegado.

N�o � verdade! N�o s�o mexicanos, se vestem como eles!

Quieto, Carlos!

N�o desejo nada mais do que ver Stroud l� em cima, sem cavalo.

N�o pode deix�-lo l� em cima! Por favor, tenente!

Acamparemos aqui. Quero 5 homens montando guarda!

Sim, senhor!

Posso ficar com ela? Por favor.

- Hei! Garoto, aonde vai? - Tenho sede.

- Vou ach�-lo, senhorita Beth. - Imposs�vel, Carlos! Vai se perder l�.

Ele � como meu pai. Tenho que encontr�-lo.

N�o conseguir�.

E se o encontrar, n�o entende que ele n�o � um bom homem?

- Ele � bom. - Fugiu e se uniu aos mexicanos!

Tentei dizer-lhes que n�o s�o mexicanos,

s�o americanos disfar�ados de mexicanos.

Isso � at� pior.

- � melhor que o esque�a. - Eu sinto muito, senhorita Beth.

Me d� o seu p�!

Muito obrigado, senhorita. Prometo que voltarei.

Aonde ele pensa que vai?

Ele quer achar John Stroud. Ele acha que ele est� a� fora.

N�o � lugar para crian�as.

Vamos Bob. Vamos atr�s dele. N�s cuidaremos dele.

O garoto tinha raz�o, tenente, aqui est� Stroud!

Como puderam abandonar o acampamento sem permiss�o?

Conversaremos mais tarde.

Viu, senhorita Beth, era o Sr. Stroud. Ele precisa de ajuda.

Veio ao lugar errado.

Beth, saia dai!

Voc� quer que o deixe morrer aqui?

- Por que n�o? Pouparia a forca. - Como pode falar assim.

Ia atacar as mulheres e as crian�as. O que mais se pode esperar?

- N�o tem provas. - E a roupa mexicana?

N�o me importa o que fez.

Ele � um ser humano e ser� tratado como um.

Algu�m me ajuda a subi-lo na carro�a?

- Eu a ajudarei. - Eu tamb�m se o tenente permitir.

Voc� vai ajud�-lo?

Ele estava atirando em n�s n�o faz muito tempo.

Sabe de uma coisa. Acho que perdi o controle dessa caravana.

Sim, Beth?

- Voc� sabe alguma coisa de medicina? - Um pouco.

Que devo fazer? Por que devemos ajud�-lo?

Porque est� ferido. S� voc� pode ajud�-lo.

- Ele � um renegado e assassino. - Isso n�o � verdade!

N�o precisamos de voc�, menino.

- O que voc� disse a respeito... - Disse que n�o precisamos de voc�.

Carlos, � melhor esperar l� fora.

- Pode fazer algo por ele? - Talvez sim, talvez n�o.

Creio que voc� pode.

Creio que ele fala s�rio, senhor Gage.

Traga-me �gua quente.

Est� bem, desperte-os!

Vamos! Todos de p�! Partimos em meia hora.

Acordem! Acordem!

De p�, senhoras! Partimos em meia hora.

Vamos! Se levantem! Em meia hora, vamos partir.

Como est� voc�?

Ainda n�o sei.

N�o estava t�o bem, quando Carlos te trouxe ontem � noite.

Melhor ir com cuidado.

Uma hora tenho que levantar � melhor que seja agora.

Vou buscar algo para comer.

Fique a�, senhor!

- Obrigado! - Por qu�? Eu faria isso por qualquer um.

E n�o ser� muito popular entre seus amigos.

- N�o me importa o que pensem. - Mas eu me importo.

Ent�o diga a verdade.

Carlos disse que abandonou o �lamo devido a sua fam�lia e a de outros.

- Quem vai me acreditar? - Eu.

Voc� n�o � um covarde.

- Por que n�o diz ao tenente Lamar? - Ele tentou tomar meu lugar no �lamo.

Voc� ficar� nessa carro�a. Voc� est� preso.

Voc� n�o vai dizer algo? N�o vai se defender?

Voc� estava com a quadrilha de Wade.

- Sim. - Por que se juntou a eles?

Para sair da cidade.

Voc� tinha a inten��o de atacar esta caravana.

- N�o tinha. - Voc� � um p�ssimo mentiroso.

Tom, pergunte-lhe quem atirou para nos salvar da emboscada.

- Bem? - Eu dei o primeiro tiro.

- Voc� est� tentando me dizer... - Eu lhe digo que isto n�o acabou.

Wade sabe que levam dinheiro do banco.

E se voc� n�o for esperto, ele o pegar�.

Pelo bem das mulheres e das crian�as, espero que n�o minta.

A partir de agora, vamos andar em campo aberto. Beth?

Que todo mundo acabe de se arrumar e vamos p�r em marcha.

- Que pretende fazer agora? - N�o h� escolha, ainda estou preso.

Eu n�o olharei se por acaso cair da carro�a.

Muito obrigado, eu jogo da minha maneira.

Aqui n�o h� muito futuro.

- Existe sim. - Como?

Jess Wade.

- Voc� acha que ele nos atacar�? - Sim, se continuarmos por aqui.

Eu iria pelo sul e depois cruzaria o rio.

- Por que se juntou a eles? - Eles mataram minha mulher e filho.

� por isso que ficou conosco?

Wade ficar� surpreso ao me ver. Ele acha que estou morto.

- Por que n�o disse para Lamar? - Ele acha que sou um mentiroso.

- Mas voc� n�o est� mentindo. - Talvez eu seja.

Abandonei o �lamo, � dif�cil justificar at� para mim mesmo.

- A sua fam�lia estava em perigo. - Tamb�m a de outros 100.

Eu achei que a minha era mais importante que as dos outros.

Voc� est� se condenando?

Condenaria qualquer um que fizesse isso.

J� est� feito. Arrepender-se n�o ajuda.

- Isso � que � ruim. - Outros homens cometem erros.

- N�o como o meu. - E a quem ajudaria ficando l�?

E n�o adiantou nada. N�o pude ajudar a minha fam�lia nem a de ningu�m.

Isso � algo que o tenente Lamar, entenderia, ele tem fam�lia.

Claro que entenderia,

s� se acontecesse com ele.

Escute, Srta. Beth, s� vai arranjar inimigos falando comigo,

por que n�o troca de carro�a?

Por que n�o vamos atr�s deles?

Em campo aberto? Quer levar um tiro?

S� o que eu quero � por minhas m�os naquele dinheiro.

Cruzar�o o rio perto de Kutner Point. Vamos esperar ali.

Sim, quando eles estiverem na �gua, os pegaremos.

Ser� f�cil.

Eu gosto do f�cil. Voc�s v�o segu�-los e vigi�-los.

Se algo mudar, estaremos em Kutner Point. Vamos.

Tenente Lamar? Sgto. MacCaully, senhor, do ex�rcito da Rep�blica.

Ordens do general Houston.

Que houve, querido?

Ordens. Voltar imediatamente a San Jacinto.

Todos?

Eu e esse destacamento de soldados.

E n�s?

Estamos preparando uma grande ofensiva contra Santa Anna.

N�o podemos proteger mais nenhuma caravana.

N�o me diga?

Diga a Sam Houston...

Os soldados tem que proteger suas fam�lias.

Como soldado, n�o ponho nenhuma ordem em d�vida.

Sargento, minhas ordens s�o levar esta caravana ao outro lado do rio.

E � isso que vou fazer.

Ent�o me consiga um cavalo descansado. Voltarei com os homens.

Os soldados ficar�o comigo.

N�o pode exigir que 20 de seus homens fiquem aqui tamb�m.

Por que n�o? Sou eu que estou no comando.

Eu temo que isso seja deser��o.

Deser��o?

Tem ordem de ir imediatamente a San Jacinto.

Irei quando a caravana estiver do outro lado do rio.

Eu direi ao general Houston.

Essa gente est� indefesa sem n�s. Aqui j� n�o tem homens aptos,

s� mulheres, crian�as e velhos.

Eu ainda estou aqui. Como me classifica?

Como um desertor, senhor Stroud.

Parece que vamos ser muitos.

Essa gente precisa de prote��o.

- Minha fam�lia tamb�m precisava. - Eles ser�o assassinados.

Eles mataram a minha fam�lia.

N�o quero defender s� minha fam�lia, mas as outras fam�lias tamb�m.

Se tivesse perguntado, saberia que eu tamb�m queria fazer o mesmo.

Stroud pelo que est� dizendo, eu n�o sei de que lado est�.

Voc� tem suas ordens tenente, se fosse voc�, eu as cumpriria.

V� querido, n�o nos acontecer� nada.

- O que pensa fazer? - Eu pretendo levar essa caravana.

Vou pegar meu cavalo.

Homens, verifiquem o equipamento. Partimos j� para San Jacinto.

Senhor Stroud? Boa sorte!

Obrigado, vamos precisar.

Se importa de apertar as m�os?

Cuide deles para mim, sim, amigo?

Adeus, querida.

Tenente, gostaria de ter 10 de seus rifles.

Os primeiros dez homens entreguem seus rifles.

- E agora o que, senhor Stroud? - A caravana em 2 linhas de 4.

Se tiver problemas, n�o vamos ficar espalhados pelo pa�s.

A partir de agora ser� dif�cil, senhora, andaremos sem paradas.

Eles est�o vindo?

N�o, acho que eles desconfiaram que estamos esperando.

Eles tomaram outro caminho.

- Existe um boa dist�ncia. - Mas podemos conseguir.

- Os soldados foram embora. - O qu�?

O destacamento todo foi embora.

Uma armadilha?

- N�o, olhei bastante, n�o voltar�o. - Vamos.

A gangue de Wade vem vindo h� tres milhas.

Mulheres e crian�as para o ch�o! Vamos!

Minha r�dea arrebentou!

Se agrupem todos atr�s das carro�as. As crian�as atr�s do declive!

- As mulheres podem atirar? - Se n�o sabem, eu ensino!

- Me d� a arma Carlos! - E eu que fa�o? - Para baixo!

Sabia que ele nos conduzia a uma armadilha!

Cale-se e ajude!

Carreguem! Eles v�o voltar!

Cavish, Dawes, Brill e Brown, vamos cerc�-los por tr�s!

Williams, quando ouvir tiros, ataque pela frente com o resto!

Sr. Gage, pegue um cavalo, dois rev�lveres e venha!

Quer que eu v� com voc�?

- Pode atirar, n�o? - Se posso! Atiro muito bem mesmo.

Pois ent�o vamos!

N�o atire at� que possamos pegar um.

Suba ali! Wade rodear� o lago e atacar� por tr�s.

Saia, vamos!

Stroud! Voc� est� indo para a cascata!

- Tudo bem? - Gra�as a voc�, senhor Stroud.

Agora n�o est� muito longe.

Carlos, voltarei logo que puder.

Vou para San Jacinto.

- Sr. Gage, continuem seu caminho! - Ouviram o que o homem disse!

- Ele retornar�, senhorita Beth. - Assim espero, Carlos.

Eu tamb�m. Por n�s dois.

Tradu��o de Legendas e Sincronia F. LEI

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