All language subtitles for My Outlaw Brother (1951)

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Original subtitles

MEU IRM�O FORA DA LEI

- Estou no Texas, estranho? - J� faz algum tempo.

Eu devo estar chegando a Border City ent�o.

V� em frente e naquela �rvore l� voc� vira � esquerda.

- Qual � a dist�ncia? - N�o mais que 600 milhas.

Muito obrigado.

Vamos.

Sanchez.

Ortiz est� ferido gravemente. Vamos deix�-lo no pr�ximo rancho.

Vamos.

Desculpe, eu...

- O que acha disso, Joe? - N�o acho que esse seja

um lugar seguro para guardar seu dinheiro.

- Ol�, Ranger. - Ol�, Slim.

Ranger?

- Perd�o, voc� � o xerife? - Algo parecido.

- Tenho uma reclama��o a fazer. - Reclama��o?

Sim, ontem a noite na cidade havia v�rios homens atirando,

eles quebraram minha carro�a e quase fui baleado.

- Onde? - Onde? Por todo o corpo.

- Quebraram, hein - Sim, senhor.

Que pena. V� tomar �gua, Sunny.

Eles quebraram minha carro�a e...

�timo truque, gostaria de comprar um cavalo desse para trein�-lo.

Sunny n�o est� a venda. E melhor ir ver Butch Croley.

- Quem � ele? - O dono do est�bulo no fim da rua.

Mas voc� n�o ir� encontr�-lo l�.

Durante o hor�rio comercial ele fica no saloon.

- Ol�, Joe. - Ol�, Hank.

- Eles est�o te esperando. - Quem?

O capit�o e o C�nsul Mexicano.

Imaginei.

Esta � a quinta vez que ele atravessa a fronteira nos �ltimos 5 meses.

Ele traz uma gangue grande e ataca uma cidade pequena

do outro lado da fronteira antes que algu�m possa perceber.

Nelson � o d�cimo segundo homem que ele matou.

- Est� na hora de algu�m fazer algo. - N�o olhe para mim.

- Ol�, Sr. Munoz. - Sr. Waldner.

O governo Mexicano enviou tropas duas vezes atr�s do El Tigre e seus bandidos.

Eles desaparecem nas montanhas. Desde ent�o mandamos tr�s dos

melhores homens do servi�o secreto mexicano.

E eles desapareceram.

Por �ltimo, mandamos Col. Sanchez, o chefe do Servi�o Secreto.

- Ouviu Joe, eles ajudaram. - O que aconteceu ao Col. Sanchez?

- N�o ouvimos falar dele. - Deixe-me ajudar.

- Voc� planeja mand�-lo sozinho? - Sim.

- Vou visitar minha irm� em St. Louis. - Joe Waldner � meu melhor e mais

experiente Ranger. Resolva as quest�es com seu governo.

Ele pegar� El Tigre. Joe nunca falhou.

Isso � exagero, Capit�o. N�o sou t�o bom assim.

- Venha c�. - Onde?

Isto pertence a San clemente. 15 milhas a p�.

10 milhas para dentro das montanhas � onde est� a Vila de San Clemente.

- Sim? - Cheia de bandidos dos dois pa�ses.

- Eu sei. - Eu sei, eu estive l�.

- E eles me conhecem. - Isso ser� uma desvantagem.

O que quer que eu fa�a? Que coloque El Tigre na minha sela

e traga-o gentilmente at� aqui? Eles me encheriam de tiro.

N�o, volte vivo. A recompensa n�o diz nada sobre ele estar vivo.

- E ela vale nos dois pa�ses. - N�o d� para conversar com eles.

Soubemos que El Tigre s� vai �s cidades para os assaltos.

Mas, ele tem um Tenente de confian�a, um americano,

- Sr. O'Moore, - Sim, O'Moore?

Isso ajuda muito, quer que o traga tamb�m?

- N�o, eu... - Minha ideia � que qualquer

conterr�neo seu que se venda ao El tigre...

pode vender o El Tigre ao seu conterr�neo.

- Estou sob suas ordens? - N�o posso orden�-lo a sair do

pa�s, voc� tem que ser volunt�rio.

- N�o posso me voluntariar agora. - Por que n�o?

Sede, vou pegar uma bebida.

Algu�m viu o Butch que me vendeu o cavalo e disse que estava domado?

- O que? - Ele pegou meu dinheiro e cavalo.

voc�s s�o todos testemunhas, vou entrar e traz�-lo aqui.

Para tr�s, volto em um segundo.

Gostaria que n�o me perturbasse enquanto bebo.

- Levante as m�os. - Vamos, estou pronto.

- Espere um pouco. - Fico feliz que tenha me impedido.

- Voc�s est�o perturbando a paz. - Eu n�o estou.

- Ele me vendeu um cavalo selvagem. - Ele � um cavalo gentil.

- Voc� falou que precisava me proteger. - Talvez o cavalo precise de prote��o.

Acho que ele se estressa com certos tipos de pessoas.

- O que quer dizer? - Digamos que voc� suba deste lado.

- Deste lado? - Sim.

- Ela n�o pular�, sim? - N�o, confie na lei, filho.

Segure-o. n�o deixe-o pular. Ele fez isso antes.

- Quem diria. - Venha c�, Sunny.

Voc� gostaria de trocar de cavalo, Ranger?

- Precisarei do Sunny onde vou. - Eu ficarei com este ent�o.

Espere aqui, Sunny, lhe trarei um copo de cerveja.

Vamos pessoal, Croley est� pagando.

N�o cavalgarei pelo rio com voc�, Joe, isso pode chamar a aten��o.

- Parece que j� atra�mos algo. - Sim, isso � ruim.

- Bem, posso fazer algo por voc�? - Voc� n�o pode fazer muita coisa

- deste lado da fronteira, Capit�o. - N�o.

Bem, pode entregar a Shine?

- Adeus, Joe. - N�o diga isso, Capit�o.

Se preparem.

- N�o � ele. - Como sabe disso?

Ele � muito jovem.

O que faremos?

Matamos ele.

- O que aconteceu? - Te atacaram.

- Por que? - Voc� n�o sabe?

N�o lembro de nada, s� que cai do cavalo.

- Por que eles me atacaram? - Provavelmente te confundiram

com outra pessoa.

- Bem, obrigado. - Por que estava me seguindo?

Acredite ou n�o estava tentando descobrir pra que lado fica o Sul.

- Para onde vai? - Para San Clemente.

- J� ouviu falar? - Sim, j� ouvi.

Talvez eu cavalgue com voc�.

- Isso n�o o tiraria do seu caminho? - N�o muito.

Voc� parece sempre arrumar problemas com rapazes maiores que voc�.

- N�o s� rapazes, garotas tamb�m. - Garotas?

Claro, eu gosto das grandes.

Havia uma garota chamada Mary Miguire, ela...

- V� o que quero dizer? - Venha c�, Sunny.

E ent�o teve a Peggy, acho que ela foi quem mais me amou.

Como era ciumenta.

Tudo que precisava era ela me ver olhando a foto de uma garota

com seus 90 quilos caia em cima de mim.

Est� ficando muito quente, vamos descansar aqui um pouco.

Depois lhe mostro seu caminho, vou por um caminho diferente,

meu neg�cio � privado.

Tudo bem, Sunny. V� beber �gua.

Tudo bem, v� beber �gua.

Grama n�o, �gua.

- Est� dormindo? - N�o.

Estava pensando que talvez voc� pudesse me visitar em San Clemente.

Eu gostaria que conhecesse meu irm�o.

- Voc� tem irm�o em San Clemente? - Sim, ele se chama Patrick.

N�o o vejo h� oito anos. Ele comanda uma mina de prata.

- Seu irm�o chamou voc�? - N�o exatamente.

Ele me disse para n�o vir. Pensei em lhe fazer uma surpresa.

Ele tem comandado uma mina por oito anos, hein

Desde o segundo ano ele tem mandado dinheiro para casa,

para ajudar minha m�e e irm�. Eu n�o estava fazendo nada em

Nova York ent�o pensei em vir para ajud�-lo com a mina.

- Ele deve estar se dando muito bem? - Muito bem?

Patrick sempre foi o melhor em tudo. Sempre o maior, o mais forte,

o mais bonito. O orgulho da D�cima Avenida.

S� h� um como ele nas fam�lias e o Patrick foi para os O'Moores.

- O'Moore? - Estamos cavalgando juntos e

nem sequer sabemos o sobrenome do outro. Sou, J. Dennis O'Moore.

- Joe Waldner. - Prazer em conhec�-lo, Joe.

Sabe, talvez eu v� com voc� a San Clemente.

Bom. Bom!

L� est� ela, Denny. L� est� San Clemente.

� para c� que mandamos nossa correspond�ncia.

Isso fica a oeste do outro lado da cidade.

Entraremos na cidade ao anoitecer. Esta � uma cidade dif�cil, Denny.

Espere para ver a express�o do Patrick quando nos vir.

- Senhor? - Sim.

- Rapazes. - Obrigado, senhor.

- Voc�s o pegaram? - N�o, senhor.

- N�o? - Havia dois deles.

Dois deles?

- Outro Ranger? - N�o, senhor. Era s� um garoto.

- Entendeu, senhor? - Quando eles estar�o aqui?

Devem chegar ao anoitecer. Esperaremos por...

N�o quero saber. Reporte isso ao El Tigre.

- Mas como explicar, senhor. - O Sr. O'Moore disse que v�o.

- Querem discutir isso? - N�o, senhor.

Ent�o, sigam em frente.

Sugiro que mande o Burger atr�s do Waldner.

- Ele parece capaz de cuidar dele. - Sim, posso cham�-lo...

- Te dou as instru��es mais tarde. - Sim, senhor.

Talvez o El Tigre deva cuidar disso.

- Quantos homens temos aqui? - Dez ou doze.

Estarei na Casa Alvorado, fique de olho para ver se o Waldner aparece.

Creio que n�o queira ser interrompido na casa da linda senhorita.

Voc� est� errado.

- Me avise assim que Waldner chegar. - Sim, senhor.

Isso � tudo, obrigado.

V� com calma agora. Tome cuidado. Lembre-se, estamos com problemas.

Eu estou com problema. Ele n�o a quer, mam�e.

Sr. Patrick O'Moore.

- Senhor. - Senhora.

Senhorita.

- Me d� licen�a. - N�o te dou licen�a.

Carmelita.

- Por favor, sente-se. - Obrigado.

- Gostaria de um pouco de chocolate? - N�o, obrigado.

- Voc� est� me encarando. - Talvez ele n�o saiba que no

- nosso pa�s isto � rude. - Sim, eu sei.

Mas sua filha foi rude comigo.

- Por que voc� � louca por mim? - N�o sei, mas te adoro.

- Voc� tem um lindo nariz vermelho. - Carmelita.

Beber n�o � um dos meus v�cios. Talvez voc� seja.

Talvez haja algo estranho no jeito que te encaro.

Talvez se sua m�e n�o estivesse aqui eu poderia te dizer o quanto

- desejo esse seu corpo em... - Senhor.

Em sagrado matrim�nio. Na verdade tenho falado com o padre.

Tenho certeza que ele n�o te absolveu.

N�o � vinho que vejo na sua boca. E sangue.

Voc� fala muito Carmelita. N�o gosto disso em uma esposa.

Os neg�cios do seu pai ficaram comigo no dia que ele morreu.

Meu pai morreu de indigest�o, o cora��o dele n�o p�de digerir

voc� e o El Tigre.

- Algumas pessoas diriam... - Algumas pessoas diriam que

eu e a filha dele podemos ir longe nesta parte do M�xico e iremos.

- N�o pe�o nada a ningu�m Carmel. - Nem mesmo ao El Tigre?

N�s temos a b�n��o dele.

Ent�o por que pediu para casar comigo?

Por que n�o me pega como uma garota do mercado?

Talvez eu fa�a isso.

� aqui.

- Denny? - Sim?

Este � o n�mero sete da Buena Vista? Procuro pelo Sr. Patrick O'Moore.

Patrick O'Moore!

Este � o n�mero sete, n�o?

Aqui n�o. Ningu�m o conhece.

N�o � aqui? Levei anos para chegar aqui.

- V� embora. - Ir embora?

- Joe, ouviu esse cara, ele quer... - Eu disse para irem embora.

- Puxe uma faca para mim e eu... - Denny.

N�o fa�a nada ainda.

Joe, viajei 3.000 milhas para ver meu irm�o, n�o vou desistir agora.

Como saberei que voc� � irm�o dele?

Como eu saberia deste endere�o? Como eu saberia para onde enviar

a correspond�ncia? Quem me mostraria este lugar?

Ol�.

Ol�.

- Viu, Joe, 90 quilos e... - Devagar, Denny.

- Seu irm�o est� na Casa Contreras. - Por que falou?

- Por que ele � uma gra�a. - Casa Contreras, hein

Muito obrigado. Voc� pouparia muito tempo se tivesse me dito.

Muito obrigado, amigo. Senhorita.

Vamos, Denny.

- Seu irm�o parece ser bem conhecido? - Assim que ele souber o que

aconteceu aqui, ele dar� um jeito nele.

Este � o lugar.

Acho que � s� puxar aqui.

Que tal entrar para conhec�-lo, Joe? N�o precisa demorar.

N�o esta noite, filho. Talvez amanh�.

- V� em frente. - Te vejo depois, cowboy.

- Pois n�o? - Procuro pelo Sr. Patrick O'Moore.

Ele vive aqui? N�o feche a porta.

Assim � melhor.

Ol�, rapazes! Oi.

- Voc� vai desmontar, senhor? - Irei? � s� olhar.

O que achou? Nada mal, hein

� segunda vez que desmonto deste cavalo sem me machucar.

Espere um pouco! Joe!

Ei! Joe, Joe!

- Joe! Joe! - Devagar com ele.

N�o o machuque.

O que... Ei, Joe!

Joe!

Espere um pouco. Me largue!

Vamos.

Desta vez o Sr. O'Moore, n�o aceitar� desculpas.

�s vezes penso como voc�s podem ser t�o est�pidos.

Capit�o, o homenzinho disse que era irm�o dele, como eu saberia?

N�o importa o que ele disse, voc� n�o deveria ter lhe dado esse endere�o.

Patr�o, eu vim r�pido para lhe contar para que voc� pudesse peg�-lo.

- O que mais querem? - O homem que estava com ele.

� �bvio que era o Waldner.

- E � isso que precisa explicar. - Estou indo.

Ele est� chegando, agora voc� ter� que se explicar.

- Te mandaram ficar calado ou n�o? - Sim, senhor.

Eu sempre mantenho minha boca fechada.

Foi minha irm�, a gorda. O que poderia ter feito?

- Ele disse que � seu irm�o. - Ele disse que � meu irm�o?

Sim, senhor, de outra forma eu n�o teria dito nada.

Ele disse que era seu irm�o. O que eu poderia ter feito?

- Como ele �? - Bem, ele � jovem, baixo,

mas bastante valente, senhor. Ele queria lutar comigo.

- Por que ele foi at� voc�? - Ele n�o veio a mim, ele foi � casa.

Onde chegam as cartas.

- Sim. - Espere um pouco, me largue.

- Onde ele est� agora? - Patrick, sou eu, Denny.

Patrick, sou eu, Danny. Olhe, eles me algemaram.

Diga a eles para tir�-la. Patrick! Patrick!

- Voc� parece ter cometido um erro. - Eu n�o cometi erro algum.

Patrick, conhe�o sua voz. Eles fizeram a voc� o mesmo

que fizeram comigo? Espere um pouco, me largue.

Por favor, se machucarem meu irm�o, acabo com voc�s!

Leve-o de volta para a fronteira. Mande alguns homens com ele.

- Sim, senhor. - Diga para n�o o machucarem.

Waldner n�o voltar� a n�o ser que ele esteja correndo perigo.

- Fa�am isso agora. - Sim, senhor.

Para satisfazer sua curiosidade, n�o tenho irm�o.

Sim, senhor.

Sente-se.

- Por favor, senhor. - N�o fale com ningu�m.

N�o esque�a novamente. Saia daqui.

Voc� cuidar� do Sr. Waldner. Onde ele est� agora?

Ele est� escondido. Tenho vinte homens procurando pela cidade.

Quero que ou�a novamente. Estamos atr�s de um homem perigoso.

Se ele se aproximar do El Tigre, n�o se preocupe em voltar com desculpas.

Eu o pegarei, senhor.

- Feche a porta. - Sim, senhor.

Se ele n�o voltar at� as dez. me avise.

- Waldner! - Cuidado, cowboy.

M�os em cima da mesa, n�o se mexa e n�o grite.

Sou muito nervoso e n�o gosto de barulho.

- Cad� seu distintivo? - Deixei na farm�cia.

N�o lhe faria nenhum bem mesmo. Voc� vai prender algu�m?

Atirar em algu�m? Como acha que sair� daqui?

Estava pensando em voc� para me tirar daqui.

Avisando seus amigos que iremos ver o El Tigre.

H� 20 homens em volta desta casa. Eles trabalham para o El Tigre,

- n�o para mim. - Assim como eu, eles te respeitam.

N�o sairei daqui com um saco na cabe�a como seu irm�ozinho.

Ou�a, voc� � um homem, ele � um menino.

Eu o mandei de volta para sua seguran�a.

- De voc�? - De mim?

Sou um homem de neg�cios, vim para c� comandar uma mina de prata.

Como todo mundo, eu fui roubado por todos os bandidos destas montanhas.

Ent�o eu encontrei o El Tigre. Um tigre.

Agora n�o h� mais pequenos bandidos.

- Voc� o encontrou e negociou com ele? - Sim, fiz um acordo com ele.

Em retomo eu teria prote��o.

Ent�o esse � o irm�o maravilhoso do Denny?

Negociante de um �ndio assassino.

Voc� n�o falaria isso na cara dele. Claro que ele � um selvagem,

mas Reis foram selvagens tamb�m.

- Ele �... - N�o mova suas m�os.

Talvez ele pudesse usar um homem como voc�, Waldner.

- Ou voc� � feliz no que faz? - Voc� poderia me usar.

� s� ficar calado e escutar. Me ajude a pegar aquele homem,

e voc� pode sair disso e gastar seu dinheiro na Broadway, Nova York.

Ou � feliz no que faz?

- Que prote��o pode me oferecer? - Pergunto o mesmo.

Suponha que eu te ajude a sair desta casa para me encontrar

- na cantina em 10 minutos. - Onde � a cantina?

Descendo a rua.

Levante da cadeira. Fique entre eu e a porta.

Certo.

Cuidado!

Pegue-o.

Mandou bem, Joe.

Vamos, dois grupos, peguem-nos!

- Eles seguir�o os cavalos. - A partir de agora vou andando.

Vamos Denny, estamos temporariamente desmontados.

- Espere, voc� vai voltar? - Voltarei para pegar um

homem chamado El Tigre.

Eu quero esta cidade completamente lacrada.

10.000 pesos para os homens que trouxerem estes gringos vivos.

Pablo, cubra o teto. Pancho, a entrada.

Onde est� indo, Joe? Temos que voltar para ajudar o Patrick.

- Ajudar o Patrick? - Eles o prenderam naquela casa

- da mesma forma que me prenderam. - Voc� receber� m�s not�cias, cowboy.

Como assim, eu receberei...

� aqui. Eu conhe�o o barbeiro. Ele apoiar� o que vou te contar.

Este � o �ltimo homem honesto de San Clemente.

Henrique! Henrique?

O �ltimo homem honesto de San Clemente.

Temos que sair daqui, Joe. N�o estou acostumado com defuntos.

- Vamos sair daqui, Joe. - Escute!

Odeio te dizer isso, filho. Mas quando voc� estava vendado,

eu estava perto do bra�o direito do El Tigre.

- Voc� estava? - Seu bra�o direito � o velho

orgulho da D�cima Avenida.

Patrick?

- Eu n�o acredito. - Eu o vi, Denny.

Eu falei com ele. Era a voz dele que voc� ouviu.

N�o pode ser.

N�o pode.

Olhe, se voc� aparecer, ele far� com que voc� volte em seguran�a.

Ele n�o quer te matar. Mas voc� n�o o ver� novamente.

O que quer fazer?

- Quero tirar essa coisa, Joe. - Vamos.

- Boa noite, amigo. - Boa noite, senhor.

- Adiantando o trabalho, n�o? - Foi por isso que veio?

Espero que n�o. Tenho um trabalho para voc�.

- Onde est� o outro? - Que outro?

- O gringo com as com algemas. - Quem falou sobre as algemas?

Todo mundo senhor. Todos em San Clemente.

Quando El Tigre ou o Sr. O'Moore falam, todos ouvem.

E eles falaram sobre voc�s.

Se esse � o caso, melhor colocarmos as cartas na mesa.

Venha c�, Denny.

Ele precisa tirar essas algemas e escolhemos voc� para isso.

N�o fa�o neg�cios com uma arma apontada para mim, senhor.

Voc� far� o que eu disser, parceiro.

V� em frente, mas lembre-se,

haver� 15 homens em 15 segundos aqui se voc� disparar esta arma.

Todos eles interessados em coletar a recompensa de

- 10 mil pesos por voc�. - 10 mil pesos por mim?

- Quanto por mim? - O mesmo, senhor.

- Vamos a outro lugar, Joe. - Espere um pouco.

- Como voc� faz neg�cios, parceiro? - Abaixe essa arma e te direi.

- Joe. - Vamos arriscar.

Venha c�.

Venha c�. Quer tirar as algemas, n�o?

Sim, mas n�o quero perder minhas m�os.

- Fique parado. - Espere um pouco.

Tudo bem.

Cuidado.

Est� �timo, mas ainda est�o presas.

Espere um pouco. coloque-as aqui.

Tenha cuidado.

A� est�. Muito bom.

- Agora a outra. - Vamos, depressa.

- Voc� viu dois gringos esta noite? - Saiam daqui.

- cuidado como fala. - Ent�o diga a ele para n�o

cuidar da minha vida.

Olhe, senhor.

Ent�o, voc� mentiu, n�o Voc� tirou as algemas do gringo.

- Onde eles foram? - N�o me disseram e n�o perguntei.

Olhe nos cantos, na rua. No est�bulo.

S� tem cavalos e mulas, talvez eles te digam onde foram.

V�o dar uma olhada.

- Ei, que tal essa escada? - Sim.

- Isso vai ser dif�cil. - Eu sei.

- O que temos aqui? - Isso, senhor.

- Quem � voc�? - Henrique Ortiz, pai de Pedro Ortiz.

- O filho dele morreu no �ltimo assalto. - Meu filho foi morto pelo El Tigre.

- Voc� n�o est� fora de perigo. - Ao contr�rio, senhor.

N�o h� nada que possa fazer comigo,

morri quando meu filho morreu.

Mantenha-o aqui.

- Bem? - Ele n�o est� aqui, senhor.

- Verificaram tudo? - Sim, senhor.

- E isso aqui? - Tamb�m, senhor.

D�-me.

Vamos.

Vamos.

Joe. Joe!

- Ele te acertou? - Ele n�o errou.

V� com calma.

Isso d�i.

N�o est� t�o ruim.

Era ele mesmo. Eu ia falar com ele, Joe.

Mas fiquei com medo. Pode imaginar...

Ter medo do seu pr�prio irm�o?

Eles se foram, senhores.

Depressa!

- Maria, pegue algo para eles comerem. - Sim, senhor.

- Vamos dar uma olhada nesse bra�o. - Acho que est� tudo bem, Joe.

- Est� come�ando a sangrar um pouco. - Vou pegar umas bandagens.

Obrigado.

- Est� doendo? - Est� um pouco dolorido.

N�o sei o que � isso, ent�o se segure.

Isso queima. O que quer que seja, queima.

N�o foi muito profundo. Foi superficial.

Mais ainda queima.

- Sr. ferreiro? - Sim.

Eu estava te ouvindo l� fora. Voc� � muito corajoso, parceiro.

- Voc� n�o tem medo de ningu�m? - Para se ter medo...

- Voc� precisa temer a morte. - Joe, n�o consigo entender.

Patrick, n�o � desse tipo, ele n�o � mal, eu o conhe�o, acredite.

Algo estranho deve ter ocorrido. E ele n�o consegue sair dessa.

- Talvez. - Senhores.

- Que tal um pouco de comida? - N�o, obrigado.

Se eu falasse com ele a s�s eu sei que ele me escutaria.

Al�m do El Tigre, s� h� uma pessoa que o Sr. O'Moore escutaria.

- Quem? - A mulher que � sua paix�o.

Apaixonado? Quem � ela?

A mais bela senhorita de San Clemente.

- Carmel Alvarado. - Carmel Alvarado?

- Voc� j� a viu? - Sim.

Meu filho Pedro costumava olhar para ela com olhos grandes.

Mas ele era apenas o filho do ferreiro.

- Ela � grande? - N�o, ela � pequena e delicada.

- Seu irm�o tem um bom gosto. - Denny, que tal um pouco de caf�?

N�o, obrigado, Joe. N�o quero beber nada.

Eu me sinto... voc� tem um lugar que eu possa me deitar?

Sim. Maria leve-o ao quarto do meu filho.

Sim, senhor.

- Senhor? - Sim?

- Voc� j� viu o El tigre em pessoa? - N�o.

Obrigado.

A melhor maneira de lhe agradecer pelo que fez,

� sairmos daqui antes que algu�m apare�a nos procurando.

Voc� � bem-vindo para ficar o tempo que quiser.

- N�o tenho medo deles. - Essa � sua vantagem sobre mim.

Voc� n�o se importa de morrer.

Acho que entendo o que quer dizer. � na mesma estrada.

Sim, senhor. Mas voc� vai perder tempo.

- A Srta. Alvarado j� tem pretendente. - S� quero falar com ela sobre neg�cios.

Depois que seu neg�cio acabar voc� poderia voltar aqui?

Eu... Eu n�o contaria com isso.

- Muito obrigado, senhorita. - Eu poderia encontr�-lo...

- Tem algu�m no p�tio. - V� ver quem �.

- Senhorita, � um fantasma. - Que fantasma?

- � o Pedro Ortiz. - Sim.

- Voc� disse que el estava morto. - � verdade, atiraram nele.

- V� se deitar. - Mas, senhorita.

- Pedro Ortiz? - Sim, sim.

- Voc� n�o est� morto, Pedro? - N�o, eu n�o... n�o...

- Voc� n�o � o Pedro Ortiz. - N�o exatamente.

Quero falar contigo sobre meu irm�o.

Como pode vir at� aqui? V� embora.

N�o, me chamo Denny. Dennis O'Moore.

- O'Moore? - Olhe, se voc� n�o vai descer.

- vou subir para falar contigo. - N�o, eu vou descer.

Espere e se esconda.

- Voc� � irm�o do Sr. O'Moore? - Sim.

- � dif�cil de acreditar. - Talvez sejam as roupas.

Elas n�o s�o minhas, peguei na casa do ferreiro.

Sabe...

- O que queria falar sobre seu irm�o? - Voc� � pequena, n�o?

- Perd�o? - Quero dizer, voc� �...

Pequenina.

- Pequena, entendeu? - Sim.

- Voc� n�o � muito maior que eu. - Eu sei, mas estou acostumado

com mulheres altas. Garotas grandes.

N�o com algu�m assim.

Na verdade nunca falei com uma garota do seu tamanho.

- Voc� queria falar sobre seu irm�o? - Sim, isso...

� sobre isso que queria falar com voc�.

- Por que veio at� mim? - Estou com um problema

que n�o consigo entender. Talvez voc� consiga me explicar.

Sim, mas fa�a sil�ncio.

- Diga-me, o que quer dizer? - Bem, Patrick era a melhor coisa

na nossa fam�lia a melhor coisa da nossa rua.

Aquele que sempre nos orgulhava, sabe o que quero dizer, n�o?

- Sim, ou�o o que est� dizendo mas... - Esta noite ele quase me matou.

Meu pr�prio irm�o, voc� n�o acreditaria.

Nisso eu posso acreditar.

- Qual era mesmo o seu nome? - Dennis O'Moore.

- Voc� � muito diferente do seu irm�o. - Nunca deu pra competir com o Patrick.

- Ele sempre foi alto e bonito, eu... - N�o foi isso que eu quis dizer.

Eu estava pensando em algo diferente.

- Quanto voc� pesa? - Por favor, pare de me medir.

Eu j� me sinto melhor sobre o Patrick.

Como?

Bem, se uma garota como voc� est� apaixonada por ele...

Voc� est� errado, eu n�o o amo.

- Voc� n�o o ama? - Eu o odeio, tenho medo dele.

Ele �...

- Ele � louco. - Patrick?

Ou�a, senhor. N�o sou uma camponesa supersticiosa,

mas digo que um esp�rito maligno invadiu a alma dele.

Ele est�... possu�do.

Por aqui.

Mas talvez este El Tigre tenha algo contra ele.

Talvez o Patrick tenha arrumado um problema e este cara o ajudou,

e agora ele tem algo contra o Patrick.

Por isso que eu queria falar com voc�, para faz�-lo voltar comigo.

Para implor�-lo que volte comigo...

- Boa noite. - Boa noite!

- Onde est� o homem? - N�o vou responder uma pergunta

- dessas. Voc� deve estar louco. - Patrick.

Patrick, esperava por uma chance de falar contigo.

O que est� acontecendo aqui?

- Seu cachorro. - N�o sei latir.

- O que far� com ele? - Isso eu decido.

Me ouviu? V� para dentro.

Veja se consegue identificar de quem s�o essas roupas.

Talvez nos d� uma pista sobre o Sr. Waldner.

Isso � pior do que na D�cima Avenida.

Est� na hora de irmos, filho. Denny, est� na hora...

- Havia alguma roupa naquele quarto? - Bem, algumas roupas do meu filho.

Ent�o � por isso que ele tirou a roupa.

- Quem �? - Deixe-me entrar, r�pido.

� a Srta. Alvorado.

Deixe-a entrar.

Obrigado.

- Sr. Waldner? - Sim.

Seu amigo Denny est� em perigo. O est�o levando ao El Tigre.

- Quem o pegou, Patrick? - Sim, agora est�o procurando

por voc�. Eu ouvi eles falando.

- Denny disse algo a eles? - Nada.

- Ele n�o precisar�. - Ele estava usando as roupas do Pedro.

Eles sabem de onde veio? Apague a luz, senhora.

O que acha que pode fazer?

Eles est�o aqui.

Aqui, fique fora de vista. Eles n�o a incomodar�o.

Me d� esta arma. Mas...

Eles n�o est�o atr�s de voc�. Fique fora disso.

Quando eu subir v� at� a porta com as m�os para cima.

Abra a porta, senhor. Ou terei que quebrar a fechadura.

Boa noite, meu amigo.

- Onde est� o Sr. Waldner? - Procure voc� mesmo.

L� em cima, n�o?

Tudo bem, amigos. 10 mil pesos no topo da escada.

- Quem vai primeiro? - Por que voc� n�o manda ele?

- Ele n�o tem medo. - Quem quer ir?

- Eu vou Capit�o. - N�o, tenho uma ideia melhor.

Prefiro prender este Ranger sem viol�ncia, venha c�, Ortiz.

Vire-se, por favor.

Sr. Waldner? Pode me ouvir, Sr. Waldner?

Estou com minha arma nas costas do Sr. Ortiz.

Se n�o aparecer at� a contagem de tr�s, ser� o fim dele.

Um...

- Dois... - N�o ligue para ele, amigo.

- Tr�s... - Tudo bem, voc� venceu.

Jogue sua arma primeiro.

As duas, por favor.

Agora des�a com as m�os para cima.

Muito obrigado.

Agora voc� morre seu gringo sujo.

- Me desculpe. - Ele est� meio b�bedo esta noite.

Aparentemente voc� n�o deveria implicar com homens

menores que voc�. Espere l� fora.

- Amarrem-no. - Eu me comportarei.

Sinto muito, mas seus reflexos s�o muito perigosos, prefiro n�o arriscar.

- O Ortiz n�o fez nada. - � para ter certeza de que n�o far�.

Para fora, por favor.

Acho melhor me levar tamb�m, senhor.

Tamb�m tenho neg�cios com o Sr. Patrick O'Moore.

Ser� um prazer, senhorita.

- O capit�o est� aqui? - N�o h� ningu�m aqui, senhor.

Tudo bem, desmonte.

- Esperem l� fora. - Sim, senhor.

Voc� n�o aceita um n�o, aceita Denny?

Tudo bem voc� est� aqui. Voc� queria falar comigo, ent�o fale.

- Como vai a mam�e e minha irm�? - Isto � maravilhoso.

Primeiro voc� contrata um bando de gente para me perseguirem armados,

quase me mata com um garfo, me d� um soco no queixo, e

- agora voc� � um homem de fam�lia. - Para sua pr�pria seguran�a

- eu precisava que ficasse calado. - N�o me fa�a nenhum favor.

Eu disse para n�o vir at� aqui. N�o se meta na minha vida.

- Eu cuidei de voc� e da fam�lia. - N�o queremos dinheiro de

- assalto ou de assassinatos. - Nossa fam�lia n�o sabe disso.

Se voc� voltar, isso ficar� em segredo.

Sabe, Denny. H� coisas que voc� n�o entende.

Como por exemplo, o El Tigre? Patrick o que ele tem contra voc�?

Ele salvou minha vida e agora ele a controla.

Controla? N�o entendo. Ele te hipnotizou?

N�o sei. Voc� n�o entende o que o poder faz a voc�.

- Sei que pode fugir daqui se quiser. - Talvez. Algum dia.

- Agora tenho medo de tentar? - Medo? Voc� com medo?

- Voc� n�o me engana, n�o me diga.. - Cale-se!

- Eu sei o que estou fazendo. - � s� aquele �ndio que o mant�m aqui?

- Que tal a Carmel Alvorado? - O que tem ela?

Voc� n�o pode for�ar uma garota a casar contigo.

Casamento � s� para se ter uma posi��o no mundo.

Mas ela n�o te ama, ela te odeia, ela te acha louco.

Ela te disse isso?

- Bem... - Perguntei se ela te disse isso.

O que voc� colocou na cabe�a dela?

Leve-o l� pra cima e tranque-o.

Vamos.

Desmontem, senhores e senhorita.

Como ordenado, o senhor mais a senhorita.

- O que ela faz aqui? - Eu insisti, senhor.

- Poderia falar por que est� aqui. - Eu cheguei a esta cidade com um

bom menino chamado Denny e um bom cavalo chamado Sunny.

- Cuide dos dois, cowboy. - Prenda-o.

Venha c�.

- E essas cordas amigo? - Vamos, entre.

Vamos.

Parece um quarto barato.

- Mas eu imploro... - Encerremos o assunto.

O que farei com meu irm�o n�o lhe diz respeito.

- Vou mand�-la de volta a San Clemente. - Seu irm�o s� veio at� mim por que

estava preocupado com voc�. Ele queria que eu o ajudasse.

- O que voc� fez, � claro. - O que disse a ele sobre voc�

foi dif�cil para ele acreditar.

Disse que quando chegou tinha afeto e carinho

Meu irm�o n�o lhe incomodar� mais.

- Voc� � louco, senhor? - Nunca diga isso.

Novamente.

Capit�o.

A Srta. Alvorado voltar� para casa, quero que a acompanhe.

- Ser� uma honra, senhorita. - Diga a Sra. Alvorado para

- tomar mais cuidado com ela. - Eu direi, senhor.

- Ele est� dormindo. - Vire-se, verei o que posso

fazer com estas cordas.

Voc� deveria ter trazido sua faca.

Me desculpe, mas n�o d� para soltar.

Saia.

- D�-me a chave e saia. - Sim, senhor.

Bem...

O burro est� de volta.

Bom trabalho!

Mais perto.

Cad� a arma dele?

Aqui.

Amordace-o.

- Traga o Waldner e o outro homem. - Sim, senhor.

Aqui, coloque no punho.

Est� aberta.

- Como a porta abriu? - Tivemos uma visita do...

- Burger, ele era forte. - Tudo bem, vamos.

Voc� tamb�m.

Devagar, aviso quando precisar que sejam violentos.

Denny, voc� s� vai escapar por ser meu irm�o.

- El Tigre est� vindo para c�. - El Tigre?

Como estou assustado.

- Joe. - Desculpe, parceiro.

- Este lugar � legal. - Eles te pegaram tamb�m.

- Onde est� o Burger? - N�o sei, senhor.

- V� encontr�-lo. - Sim, senhor.

Ou�a, podemos fazer um acordo mas temos que ser r�pidos.

- Que tipo de acordo? - Voc� voltar� � noite para a fronteira.

- Por quanto tempo? - Ai � que entra nosso acordo.

Se prometer n�o falar nada quando chegar em casa e nunca mais voltar,

- voc� pode levar o Waldner. - E se eu n�o aceitar?

Eu terei que cuidar do Sr. Waldner de outra maneira.

Joe, isso me deixa numa posi��o ruim.

- H� uma jovem dama envolvida. - Quem diria?

- Que tal ele? - Voc� e Waldner n�o pertencem

a este lugar, ao contr�rio do Ortiz.

- Pode esquecer.. - S� um minuto.

Entramos nisso juntos e sairemos disso juntos.

Ortiz, Joe, eu e a Carmelita, ou n�o tem acordo, n�o � Joe?

Posso ser um pouco parcial para permanecer vivo.

Sabe, eu n�o conheci a Srta. Carmelita ainda.

- Como voc� a conheceu? - N�o importa.

- Eu perguntei como a conheceu. - Olhe, estou me cansando de

- ser pressionado. - Foi naquele jardim?

- Olhe... - Largue essa cadeira.

- Venha tir�-la de mim. - O'Moore?

- Diga a eles para n�o atirarem. - Devagar, homens.

Diga a eles para jogarem as armas no ch�o. S� um minuto, Ortiz.

- N�o joguem as armas, abaixe-as. - V�o em frente.

- V�o em frente, fa�am o que ele disse. - Vamos, fa�am o que meu irm�o disse.

- Larguem estas armas. - N�o larguem as armas.

- Abaixe-as devagar. - Abaixe-as devagar, vamos.

Agora mandem entrar os homens que est�o l� fora.

- Pablo. - Vamos.

Ei, o senhor mandou voc�s entrarem agora.

- N�o saquem. - Levantem as m�os.

- Denny? - Sim.

- Voc� e o Ortiz peguem as armas. - Coloquem as armas no chap�u.

Vamos, depressa.

Escondendo uma, n�o?

- Peguei todas, o que fa�o agora? - Jogue por aquela janela.

Parece um desperd�cio de armas.

- Ortiz? - Sim!

- Traga o outro bando para c�, - Vamos.

- Vamos. - Ei, tem certeza de que s�o todos?

- Acho que sim, senhor. - � melhor ter certeza, cowboy.

- Por que se n�o, mato seu chefe. - Tenho certeza, senhor.

Tudo bem, todo mundo para o canto. Todos menos voc�, voc� vem conosco.

- Denny? - Sim?

V� com Ortiz arrumar uns cavalos. Quatro cavalos bons.

Pode deixar.

Tudo que tem que fazer � ir com calma quando eu disser.

Vamos, voc� ficar� bem. Vamos.

O resto de voc�s e s� ter calma. N�o fa�am movimentos bruscos.

Voc� est� indo bem. Sr. Ortiz, debande os outros cavalos.

- D�-me as cordas. - Solte-os e dispare algumas vezes.

Vamos, Joe. Eles pegaram as armas.

Vamos, Denny.

Vamos!

- Denny. - De onde voc� veio?

- O Capit�o me trouxe aqui. - Vamos em frente.

- Onde est� o Ortiz? - Achei que estivesse � nossa frente.

� melhor se afastarem de mim. eles n�o est�o atr�s de voc�s.

- Estamos nisso juntos. - A� vem ele.

Vamos.

V�o na frente.

N�o � seu irm�o, sou eu.

Eu te disse que n�o havia nada que pudesse me fazer.

- Acho que os despistamos. - Espero que sim.

- Estes cavalos est�o cansados. - Cavalgarei at� n�o poder mais.

- Voc� est� bem, Denny? - Estou, mas meu cavalo, n�o.

Eu deveria saber que aquele cara nos entregaria.

- Onde vamos? - Aquele lugar parece bom.

Vamos sair daqui.

Bem, isso � pior do que parece, n�o tem encanamento.

- Joe, qu�o longe estamos da fronteira? - � um longo caminho.

- Olhe Carmel, talvez eu e voc�... - O que eu te disse? Olhe.

O que ser� que eles far�o?

- � o Capit�o. - Eu j� vi esse cara antes.

- Ol�, senhorita. - Voc� veio para isso?

N�o s� isso, vim ver se voc�s querem se render.

- Que bem isso nos faria? - A proposta de voltar � fronteira

ainda est� de p�. Exceto por algum acidente.

- Exceto por algum acidente? - N�o acho que meu Capit�o

- gostaria disso. - E a Srta. Alvorado?

Diga ao Sr. O'Moore que n�o confiamos na sua oferta.

Estou aqui com o Sr. Denny e com o Sr. Waldner e pretendo ficar.

- Veja o que ele decide. - Infelizmente, senhorita,

isto j� n�o � um problema para o Sr. O'Moore decidir.

- Agora est� nas m�os do El Tigre. - Tudo bem.

- Diga para ele vir nos pegar. - Muito bem.

Nesse caso voc�s precisar�o de mais muni��o.

Espero que n�o as use at� que eu possa me proteger.

Adeus, senhorita. Amigos.

Aquele cara est� do lado de quem?

- Denny. - Joe.

Eles est�o aprontando algo.

- Eles? - Sim.

- O que fazemos, atiramos? - Bem, isso pode desencoraj�-los.

Aqui.

Carmel.

- N�o acredito. - Qual � o problema?

Ele parece estar montado no Sunny.

- Sunny, seu cavalo? - Ladr�o de cavalo, sujo.

Espere um pouco. S� um minuto.

O que foi?

Talvez possamos nos encontrar com El Tigre.

Pegaremos ele se tivermos uma chance.

N�o, esperem pelo sinal.

Vamos, Sunny. Vamos.

Agora, Joe!

Joe!

Eles est�o vindo.

Um de cada vez. Devagar, um de cada vez.

Eu peguei um. Eu peguei um!

- Estamos assustando eles. - Olhem.

- Voc� est� bem, Joe? - Acho que sim.

Bem pr�ximo, n�o?

Eu n�o gosto quando � t�o pr�ximo. Pra falar a verdade

n�o gosto nem quando n�o � t�o pr�ximo.

- Como voc� gosta, cowboy? - N�o sou her�i, amigo.

Sou apenas um policial do Servi�o Secreto da Cidade do M�xico.

Eu n�o tento fazer uma pris�o at� ter certeza do que estou fazendo.

Entendo.

Est� vendo meus velhos parceiros de crime sendo perseguidos?

Esperamos por uma oportunidade como essa h� muito tempo.

Obrigado pela maravilhosa coopera��o de voc�s.

- E obrigado pela sua, col. Sanchez. - De nada.

J� examinaram nosso amigo aqui?

Ele � muito interessante. Voc� deveria olh�-lo de perto.

Waldner.

Voc� tem que dizer ao garoto

que ele sempre fala muito.

Ele poderia ter me pego f�cil, Joe. Ele poderia ter me pego f�cil.

Sinto ser seu irm�o, Denny.

Meu irm�o morreu h� muito tempo atr�s, Joe.

Eu assumo agora, Ranger. Seu amigo pode pegar meu cavalo.

Coronel, esse tem sido um dia bastante ocupado.

Obrigado.

- O qu�o distante pretende ir assim? - Talvez um longo caminho, senhorita.

Sabe, voc� � a primeira garota que consigo levantar.

OCR: Kilo

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