All language subtitles for Dragons.of.Camelot.2014.1080p.BluRay.x264-MELiTE

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Original subtitles

Senhor dos drag�es,

Pai das serpentes,

pelas antigas leis da magia,

este sinal o intima.

Este sinal o aprisiona.

E este sinal o submete � minha vontade.

Meu irm�o, Arthur, est� em seu leito de morte.

Hoje ser� seu �ltimo dia.

Quando estiver mono, eu usarei sua coroa.

Mas para tomar seu reino, preciso de um drag�o.

D�-me um de seus filhos.

Subpack: REALITYKINGS

DRAG�ES DE CAMELOT

Arauto do al�m mar...

Os esp�ritos dos ancestrais veem ao seu encontro

na base do por do sol.

Guiem bem, este esp�rito

com os uivos de Arawn a seu lado.

Longo � o dia e longa � a noite.

E longa � a espera por Arawn.

Isso foi lindo, Merlin.

Por favor, n�o nos deixe. Camelot ainda precisa de voc�.

Eu ainda preciso de voc�.

Toca meu cora��o ouvir tais palavras,

mas seu cora��o nunca foi realmente meu, Guinevere.

N�s dois sabemos disso.

Perdoe-me.

Eu j� te perdoei. E a Lancelot.

S� espero que voc� possa me perdoar por meu ci�mes.

Foi um erro meu dispensar os cavaleiros.

Faz�-los escolherem lados.

Precisamos deles juntos agora, mais do que nunca.

- Onde est� Galahad? - Pai, estou aqui.

Chegou a hora, meu rapaz, de voc� tornar-se um homem.

Logo precisaremos de um novo rei.

Voc� deve ir buscar seu verdadeiro pai.

Voc� tem que se juntar a Lancelot.

Lancelot � a �nica esperan�a de Camelot.

Eu entendo.

Onde est� minha irm�?

Onde est� Morgana La Fay?

Eia n�o deve assumir o poder.

Est� tudo preparado?

Os guardas n�o ser�o problema. Eles a seguir�o.

Bem, a maioria deles.

As pessoas comuns, n�o estou ceno ainda.

Bem, eles n�o tem escolha, n�o � mesmo?

Mas e quanto aos cavaleiros ainda leais a Arthur?

Lealdade pode ser comprada.

Assegure-se disso.

Depois que Arthur morrer, faremos nosso movimento.

Galahad, minha espada. Excalibur.

Tenho de segur�-la uma �ltima vez.

Esta espada tem em si o poder de Camelot...

meu poder.

Tome-a, Galahad.

N�o deixe que o sonho de Camelot seja desfeito.

Arthur incorporava tudo o que havia de bom em n�s.

Sua vis�o de Camelot era uma vela na vasta escurid�o.

Um solit�rio farol de esperan�a.

N�o podemos deixar que sua luz se extinga.

Eu empenho a minha vida a esta causa.

A hora chegou.

Chame seus homens, tomem o castelo.

O que fazemos agora? Morgana � uma bruxa.

Quer saber o que ir� acontecer?

Agora j� sabe.

Venha drag�o.

Neste momento eu solicito seus servi�os.

Adeus, Arthur.

Rei dos Bret�es.

� um drag�o!

Para o castelo! Corram!

Corram!

M�e, temos de correr!

Corra!

A quem voc� serve?

Quem?

Arthur?

- A quem voc� serve? - Eu sirvo a Morgana La Fay.

Prepare-se.

Detenha-os. Retenha-os no port�o.

L� est�o eles! Homens, atacar!

Deponham suas armas, jurem lealdade a mim

e poder�o viver.

Morra, bruxa!

Mone pela espada.

N�o! Voc� n�o, Sir Gawain.

Eu sempre escolho o lado vencedor, bom amigo.

N�o!

D�-me essa espada. D�-me Excalibur.

- Agora! - Nunca!

Enquanto Excalibur existir, Camelot existir�.

- Camelot � de Arthur, n�o sua. - Falso.

A fortaleza de Arthur agora � minha.

N�o v� minha total vit�ria sobre Camelot?

Quem ousa se opor a mim agora?

Reclinem-se, todos voc�s.

Reclinem-se!

N�s falhamos. O sonho de Arthur terminou.

- Camelot est� perdida. - N�o. Encontre Lancelot.

Traga-0 de volta. Voc� precisa.

Levem Guinevere para o calabou�o.

E Galahad?

Executem-no. Agora.

E pendurem sua cabe�a na muralha.

N�o, por favor! Ele � apenas um menino.

E por que eu me importaria?

Voc� pagar� por isso. Eu juro pela minha vida.

Palavras fones para uma ad�ltera.

Mas for�a, assim como a beleza, esmaecem.

Vamos ver qual ir� antes de voc� enquanto apodrecer no calabou�o.

Meretriz.

Tirem-na de minha vista.

- M�e! - N�o, Galahad.

Salve-se. V�.

Peguem-no.

Atr�s dele, homens.

- Peguem os cavalos. - Atr�s dele.

Acorrentem-na.

Voc� n�o precisa fazer isso.

Lembre-se quem � seu rei.

Eu sei que voc� tem um cora��o.

Sei que tem.

Merlin?

Minha rainha.

Sigam-me.

Venha drag�o. Mostre-me o que v�.

Por que se preocupa com Galahad? J� tem o que queria.

Arthur est� morto. Camelot � seu.

Galahad � apenas um menino. Como poderia te prejudicar?

Ele tem a espada.

Est� quebrada. E in�til.

� Excalibur.

Quem sabe o que pode fazer nas m�os da pessoa cena?

Duvido que esse moleque seja a pessoa cena.

Talvez n�o. Mas e se ele encontrar a pessoa cena?

E se ele encontrar um grande guerreiro?

E se ele encontrar Lancelot?

Bem, vamos esperar que n�o encontre.

N�o impona. Temos Guinevere.

Se Lancelot tentar se apoderar de Excalibur,

a primeira a morrer ser� ela.

Alto!

N�o tem nada que preste aqui.

Isso � cedo. J� tomamos tudo.

Veja, este � o problema...

esta floresta � nossa.

Voc� n�o pode passar por nossas matas sem pagar e depois partir.

O que seria isso...

O que seria isso, irm�?

- Roubo. - Roubo, isso mesmo.

Roubo de via. O modo perfeito de definir isso.

N�o, voc� n�o.

Apenas me diga quanto � e eu pagarei, se tiver tanto.

Isto parece um bom neg�cio. O que voc� diz?

Um neg�cio muito bom.

Ent�o vamos ver, tem uma taxa para entrar na floresta.

E outra por andar por ela.

Ele estava realmente andando por ela e trope�ou.

- Tem uma taxa por isso? - Sim, e � grande.

Desculpe, n�o fazemos as regras.

Est� bem. Quanto �?

Voc� n�o vai gostar disso.

Quando somarmos tudo isso...

- Tudo o que ele tem? - Tudo o que voc� tem.

Peguem. Tomem tudo. Bom dia.

A mala grande que carrega tamb�m.

Voc� sabe, � s� jogar aqui e pode ir embora.

- Isso n�o posso fazer. - Que pena, amigo.

Pare antes que ele te mate.

Apenas nos d� a mala.

N�o. Por favor, por favor, eu imploro.

Excalibur!

Quem � voc�?

Eu sou um cavaleiro da T�vola Redonda.

E n�s tamb�m.

Galahad.

- Sir Percival. - Sir Bors.

E esta � minha irm�. Dindrane.

Por que n�o tiraram suas m�scaras?

Porque somos bandidos. Est�vamos disfar�ados.

Eu tamb�m n�o gosto quando "errantes" me reconhecem.

Mas eu n�o te reconheceria mesmo. Veja esse penugem de p�ssego.

A �ltima vez que te vi, era um garoto.

Lembra-se de como eu costumava te balan�ar no meu joelho?

- Bem, agora j� sou um homem. - E o que vamos ver.

Por favor, vamos nos concentrar na tarefa que temos.

Cada momento perdido aqui � um tormento aos aliados de Arthur.

Temos de derrubar Morgana e restabelecer o reino de Arthur.

Com voc� como rei? Um garoto me comandando?

- Acho que n�o. - Eu n�o serei o rei.

S� h� um homem que Arthur confiaria e ele � Lancelot.

Vamos encontr�-lo, refazer Excalibur

e retornar a Camelot para matar a bruxa e retomar o castelo.

Parece um bom plano para mim. Vou juntar provis�es.

- Vamos partir ao amanhecer. - N�o podemos retomar Camelot.

Foi-se junto com Arthur e isto � tudo que restou.

Ent�o eu vou com Bors e se morrermos, morremos.

Pode valer uma de suas can��es.

- E boa sone bandido. - Espere. Eu vou com voc�.

- O qu�? N�o, n�o vai n�o. - Do que est� com medo?

- N�o estou com medo de nada. - Ent�o do que se trata?

H� dez anos procuro o Graal. Dez anos e nada.

J� tive minha cota de buscas imposs�veis.

Se coisas imposs�veis s�o realmente imposs�veis,

ent�o Camelot nunca poderia ter surgido,

ou os cavaleiros da T�vola Redonda.

N�o julgue meu irm�o severamente. Ele tem um bom cora��o.

Ele poderia ser �til.

Mas estou grato a voc� e Bors por virem.

Descanse. Partiremos amanh�.

Eu tive uma ideia. Sei exatamente onde Lancelot se exilou.

- Acho que voc� n�o sabe. - N�o, eu n�o sei.

Ent�o eu devo ir com voc�.

- Precisa de mim, cedo? - Sim. Sim, precisamos.

�timo. Farei isso.

Al�m disso quem mais ficaria de olho em minha irm�?

Eu estava pensando nisso.

Era isso que eu temia.

N�o disse que Morgana tinha um drag�o.

Sinto muito.

Minhas fontes dizem que Lancelot

n�o deixou esta aldeia desde que se exilou aqui.

Antes de voc� nascer.

Ouvi dizer que ele nunca olhou para outra mulher desde sua m�e.

Ele frequenta esta taverna a�.

Gostaria que f�ssemos com voc�?

N�o. Acho que isso � algo que tenho de fazer sozinho.

Procurando pelo toque morno de uma mulher, amor?

- Procuro por um homem. - E qual apar�ncia ele teria?

Eu nunca o vi.

Provavelmente � a minha vers�o mais velha.

Ent�o ele � bonit�o. V� em frente. Olhe ao seu redor.

Obrigado.

Ent�o eu disse a ela:

"Pague a taxa ou des�a as cal�as, r�pido."

Sim, e ela baixou.

Garoto gostoso, voc� deve a meu amigo desculpas por isso.

Minhas desculpas.

Deus!

Desculpe-me, estou procurando a latrina.

Olha isso!

N�o vou fazer I� fora.

Vamos dar o fora daqui, rapazes.

Obrigado, obrigado.

Estou aqui a semana toda.

Mais cerveja!

O que voc� quer?

Estou procurando por um homem. Chama-se Lancelot.

E por que est� procurando por ele?

Porque sou filho dele.

Voc�?

Voc� � Lancelot, meu pai?

V� embora.

Arthur me pediu que o encontrasse. Foi seu �ltimo desejo.

O qu�? Ele est� mono?

Morgana o matou e tomou Camelot.

Minha m�e � sua prisioneira.

N�o est� me ouvindo, Sir Lancelot?

Preciso de voc�. O reino precisa de voc�.

Voc� � a nossa �ltima esperan�a.

Ent�o sua esperan�a est� frustrada.

Eu n�o sou mais o homem que fui.

Ent�o, fico sozinho. A ordem de Arthur n�o inclui voc�.

Entendo.

Tome, isto � pelo inc�modo.

Beba pelo seu esquecimento, se � o que quer.

Mais cerveja!

- E como foi? - Nada bem.

Esse n�o � o Lancelot das lendas.

Lancelot, � o maior guerreiro desde Aquiles.

- Como poderia ser assim? - Olha, voc� mesmo disse.

Apenas Lancelot poderia manusear Excalibur.

Precisamos dele. Caso contr�rio, Camelot nunca ser� recuperada

e Guinevere morrer�.

Sinto muito, mas � verdade. Precisamos dele

para libertar a sua m�e.

L� est� ele.

Esse � Lancelot, nosso pr�ximo rei?

Melhor que Morgana, qualquer um �.

Espere, guardas de Morgana que estavam na taverna.

J� usou a latrina, pote de mijo?

Peguem-no.

Sumam...

- N�s s� queremos conversar. - Eu n�o quero conversar.

Eu quero beber.

Por tudo que ouvi hoje.

Tem mais, n�s temos Excalibur.

Excalibur?

Precisamos lev�-la at� a pedra de onde Arthur a tirou e refaz�-la.

- Eu preciso de um drinque. - Baixe esse cantil.

Eu acho que n�o.

Os soldados est�o vindo.

� Morgana.

A pedra est� na montanha.

Est�o aqui em algum lugar. Queimem o lugar se for preciso.

Quero que os encontrem.

Todos eles. E tragam-me aquela espada.

Lancelot est� em movimento. Avise meus soldados no campo.

Fa�a que procurem em cada fazenda e casa.

Se algu�m resistir, matem.

Mulheres e crian�as tamb�m?

� claro, ser� uma boa li��o para os outros.

Fico feliz que n�o seja minha inimiga, minha rainha.

E quanto a sua m�e? E quanto Camelot?

S� salvaremos Camelot com a for�a de nossos cora��es

e pelo amor ao nosso verdadeiro rei.

E um ex�rcito. Espere um minuto.

N�o temos um. Ela tem.

N�o sei o que voc� est� pensando,

mas n�s, retomando o castelo sozinhos?

- � imposs�vel. - Eu concordo.

Nada � imposs�vel. Arthur me ensinou isso.

E assim que voc� tiver Excalibur recuperada da pedra de onde saiu,

- voc� nos guiar� para a vit�ria. - Eu? Preciso de um drinque.

Estou com fome.

Eu tamb�m.

Sir Ekhan. Ele trabalha em uma fazenda no alto dos morros.

- Eu conhe�o o lugar. - Ent�o vamos para I�.

Talvez o Sr. Ekhan tenha comida da fazenda,

ensopado quente, mingau de milho.

Mingau de milho? Isso parece horr�vel.

Veja Capit�o, pegadas de cascos.

Isso mesmo.

L� v�o eles.

Sei para onde est�o indo.

Avisem a rainha.

Tente fazer sua magia novamente. Sei que pode fazer isso.

Ela tomou os meus poderes. N�o posso.

H� alguns anos eu poderia transformar estas cadeias em p�,

mas agora...

Simplesmente n�o acredito.

Voc� � o maior m�gico que o mundo j� viu.

Fui, isto sim.

Pode ser de novo.

Precisa apenas dominar sua for�a uma �ltima vez.

Tente.

Liberdade vencedora, desfa�a este la�o.

Escapar eu quero, fa�a o a�o ficar fraco.

O que voc� est� fazendo aqui? Veio nos tripudiar?

Vejo que encontrou o homenzinho que j� foi um mago,

mas n�o � mais.

Ele sempre ser� lembrado, n�o impona o que voc� fa�a.

As pessoas v�o se lembrar do que eu disser que se lembrem.

Pare!

Lute comigo. Lute comigo, velho.

Use a sua magia. Eu te desafio.

Vou facilitar para voc�.

Destrua-me.

V� em frente, mate-me.

- Eu n�o vou te impedir. - Fa�a isso!

M�o da for�a, m�o do poder.

Afaste essa mulher para onde n�o a possa ver.

Lembre-se disso, velho, tudo que fa�o,

toda a dor que causo,

as mones que trago s�o agora suas.

Voc� teve muitas chances de me deter, mas n�o fez nada.

E � prop�sito, parece que seu filho, Galahad, e seus amigos traidores,

foram encontrados por meus espi�es

e como estou viva, eles logo morrer�o,

quer voc� goste ou n�o.

� aqui. Esta � a fazenda em que Sir Ekhan trabalha.

Ele vai nos dar abrigo. Ele ainda me deve 20 pe�as de outro.

- 20 pe�as de ouro? - Nos dados.

Isto � um eco distante das muralhas de Camelot e da vida de um cavaleiro.

Bem, o ex�lio � uma coisa terr�vel.

Esperemos que sejam favor�veis � nossa causa.

M�s umas? Acabamos de pagar na semana passada.

N�o, boa senhora. Procuramos nosso amigo, Sir Ekhan.

Ekhan? Refere-se ao nosso pe�o? E quem seriam voc�s?

Somos companheiros dele dos velhos dias.

Companheiros?

Viemos de Camelot sob o reinado do Rei Arthur.

Rei Arthur? Mas o rei est� morto e todos n�s sabemos disso.

- N�o quero problemas aqui. - E por que haveria problemas?

Sabemos quem nos serve o p�o agora

e ela n�o ficar� feliz se souber que est�o aqui.

O que est� havendo? Mais soldados?

N�o se incomode. N�o � nada imponente.

Ekhan trabalha no campo e tem trabalho a fazer,

ent�o n�o o fa�am perder muito tempo.

- Obrigado, senhora. - Por favor, nada de problemas.

Gostamos de manter as coisas quietas por aqui.

N�o queremos problemas, senhor.

Obrigado pelo seu tempo.

Pe�o? Eu preferia ser um ladr�o.

Lady Dindrane. Sir Percival. Sir Bors.

Este � Lancelot?

N�o posso crer. Jovem Galahad.

Eu n�o o via desde que era um beb�.

Sir Ekhan, viemos por quest�es urgentes.

Sir? Ningu�m me chama de "Sir" h� muito tempo.

Vai juntar-se a n�s para refundirmos a espada de Arthur e retomar Camelot?

A espada do rei?

- Isto tr�s mem�rias. - Pode nos ajudar?

� claro, mas antes, comida.

Desculpem, s� o que nos resta s�o batatas.

Os soldados de Morgana levaram todo o resto.

Houve tempo em que t�nhamos carne bastante

e todos os tipos de ra�zes e verduras, mas isso � passado.

N�s lhes agradecemos pelo que nos deram.

Somos gratos. Eu adoro batatas.

Quem sabe, ap�s o jantar, um jogo de dados ou tr�s.

Isso me lembra.

Por favor, n�o h� tempo a perder com dados.

Os agentes de Morgana est�o vindo e j� ficamos tempo demais aqui.

- Ao amanhecer, partiremos. - Por que esperar at� l�?

Dormir.

Um banho.

Dormir? Eu j� dormi tempo bastante.

Deixem-me mostrar-lhes uma coisa.

Eu mantive isso escondido por quinze anos.

Sua armadura.

Parece t�o boa quanto nova.

Eu a poli todos os dias

na esperan�a de algum dia ser um cavaleiro novamente.

Creio que esse dia chegou. Vai vesti-la?

Como estou?

Parece um her�i.

Estou pronto par atirar minha lan�a.

Sinto-me como se pud�ssemos tomar todo um ex�rcito.

Bem, poderemos ter essa oportunidade.

Cedo, e ter nossos traseiros servidos em uma bandeja.

Imposs�vel. Temos Lancelot.

Sim, sim, sim, sim.

O que foi isso?

Deus! O que s�o esses grunhidos?

Volte para casa. Volte para a casa.

- Drag�o. - Um drag�o?

Ningu�m disse nada sobre um drag�o.

Maravilhoso!

- N�o! - Para tr�s.

Volte para casa.

Bors!

Est� voltando!

Para as matas!

Eu quero morrer com o meu marido.

Eu vou peg�-la.

- Para as montanhas! - Os cavalos fugiram.

Agora!

Eu os vejo, mas para onde v�o?

Eles est�o seguindo para a pedra.

Talvez voc� devesse enviar o drag�o para guardar a pedra.

Se ele estiver l�, eles n�o poder�o toc�-la.

De fato, Sir Gawain, �s vezes eu fico feliz que ainda esteja vivo.

Drag�o, venha at� mim. Tenho uma tarefa para voc�.

- Isto est� duro como pedra. - N�o sou padeiro.

Apenas agrade�a por eu ter trazido algo.

H� uma aldeia a um dia de caminhada daqui.

Podemos acampar la assim que tivermos a espada.

J� estive l� tamb�m. S�o gente boa.

E gostam de um bom jogo de dados.

Gente muito amiga.

E o l�der deles, Gaius, serve o melhor vinho da prov�ncia.

N�o me diga!

Pai, por favor.

Ora, n�o me chame assim. Me d� arrepios.

O que foi, Lancelot?

N�o gosto do olhar desses p�ssaros.

Morgana tem espi�es em toda pane.

Estamos muito vis�veis.

- Tem raz�o. Precisamos ir � pedra. - E r�pido...

Fica sobre essas montanhas.

Reparar a espada.

N�o ficarei feliz enquanto a espada n�o estiver pronta e Morgana mona.

Bem, parece que temos um problema.

Temos de por Excalibur na fenda a� de algum modo.

Lancelot, voc� tem que matar o drag�o.

Eu? Por qu�?

Voc� � a escolha l�gica.

Distraia o drag�o. Lancelot, comigo.

- Aonde voc� vai? - Por a espada na pedra.

Lembre-se, aconte�a o que acontecer, se eu morrer, Lancelot ser� o rei.

Est� ficando cada vez melhor.

Drag�o, aqui!

Aqui.

Bors!

Venha aqui seu lagarto est�pido.

Eu pe�o, em nome de Arthur, rei dos bret�es,

que conserte esta espada.

Vem c�, seu lagarto est�pido.

Puxe a espada da pedra.

Vamos.

Venha me pegar.

Venha me pegar!

Voc� conseguiu, Lancelot.

Voc� o matou.

Gra�as a voc�.

Mas n�o cedo o bastante para Sir Bors.

Ele morreu guerreiro como desejava.

O que voc� vai fazer?

Cortar um peda�o da pele do drag�o.

Se nos apressarmos, amanh� chegaremos na aldeia.

Avante, seguimos em mem�ria de Sir Bors.

Bom Sir Bors.

O que foi?

Sir Bors n�o tinha de perecer na luta.

- Ele morreu como um her�i. - Eu poderia t�-lo salvado.

N�o seja t�o duro consigo mesmo. Lembre-se que matou o drag�o.

- N�o sou mais o homem que fui. - Bem, Arthur achava que era,

e eu tamb�m. Aqui.

- N�o, eu n�o mere�o isso. - Tome Excalibur

e lembre-se voc� � um her�i.

Seu lugar de direito � em suas m�os.

Eu aceitarei apenas porque � o que querem.

N�o � o que eu desejo, � o que Camelot precisa.

� o que Camelot ter�.

Acha que ele consegue?

Arthur fez. Ele o escolheu e por isso eu vou segui-lo.

Ele j� foi o maior cavaleiro que o reino j� teve.

� verdade que o tempo e o ex�lio n�o foram suaves para ele.

Talvez com Excalibur...

Espero que sim, pelo bem do reino.

Avante.

Procuramos pelo seu l�der, Gaius.

Eu sou Gaius. Quem � voc�?

Somos companheiros de Sir Bors. Procuramos abrigo.

Bors? Sim, eu me lembro dele. Gosta de comer e cantar.

Bem-vindos.

E como est� Sir Bors.

Bors est� com Deus agora.

Ele morreu nobremente lutando com um drag�o.

Um drag�o? N�o eram vistos por aqui h� s�culos.

Tem certeza que era um drag�o e n�o uma vaca?

Isto te parece couro de vaca?

As peles dos drag�es s�o fone como o a�o e resistente ao fogo.

Vamos. Toque nisso.

- Quem s�o voc�s? - Eu sou Sir Galahad.

- Sir Percival. - Lady Dindrane

Sir Ekhan.

E este � Lancelot.

Somos os �ltimos cavaleiros da T�vola Redonda.

Perdoem-me, eu n�o sabia.

Nos deram ordens para n�o ajudar os cavaleiros.

- Mas vamos ajud�-los? - Sim!

Agradecemos pela hospitalidade.

Venho com not�cias. M�s not�cias.

Seu filho falhou.

Est� mono.

Morreu na batalha com os cavaleiros de Arthur.

N�s o vingaremos, eu prometo.

Mas para isso, preciso de seu segundo filho.

N�o pode me recusar.

Ele deve ir para a aldeia na Floresta Blackwood

e matar todos os presentes. Esse � o meu plano.

Ainda me deve 20 pe�as de ouro, ceno, Ekhan?

N�o acredito que ainda lembra disso, Lancelot.

Voc� perdeu aquela aposta.

O dado estava viciado.

Quer apostar de novo?

Vai.

Qual o problema?

Pensei em celebrar nosso primeiro drag�o.

Voc� foi impressionante.

- Fui? - Muito.

Bem, vou ver se consigo juntar alguns c�lices.

Ponha as pessoas em seguran�a.

- Deitem-se! - Todos deitem-se no ch�o.

Para o alto do morro. Sigam-me.

Fiquem firmes.

Preparem-se.

N�o!

Ekhan!

Guarde sua luta para Camelot.

Vai precisar...

Bom trabalho, pessoal. Est�o todos salvos?

Muito bem.

Os homens de Morgana est�o vindo.

Temos de por essa gente em seguran�a.

Para as montanhas. Vamos.

- Vamos, vamos! - Mexam-se, vamos.

Corram.

Preparem-se!

Verifiquem os corpos e vasculhem a aldeia.

Percival, tinha um castelo aqui peno, ceno?

Com comida e armas que voc� mantinha?

Eu conhe�o bem o lugar. Fica a pouca dist�ncia daqui.

Vamos levar essa gente at� l� para descansar.

V� na frente.

Voc� sabe comandar, Galahad.

Voc� sabe quando delegar. Sabe quando liderar.

- Estou orgulhoso de voc�. - Deve estar no meu sangue.

L� est�.

Descansem e recuperem suas for�as. Estar�o seguros aqui.

Com a ajuda de Deus e um pouco de sone.

Esperemos que sim.

- Pai... - Voc� me chamou de pai?

Sim.

- Gostei disso. Repita. - Pai.

Gosto disso.

� hora de fazermos um plano. Atacaremos hoje.

- Apenas n�s? - Sim.

- N�o parece um plano para mim. - E o �nico que temos.

Voc� � um tolo de mente fechada, Percival.

Escondam-se!

Flechas n�o funcionam.

E se ela estiver em chamas

e for atirada na garganta do drag�o quando ele inalar.

Voc� pode incendiar a criatura por dentro.

- Espere at� que ele inale. - Entendi.

- Agora! - Ainda n�o.

Agora.

Maldi��o!

Boa tentativa, Dindrane.

Eu teria conseguido se esperasse mais tr�s segundos.

Ter� outra chance.

Vamos.

Voc� realmente gosta dele?

Pode ser, e se for, tem alguma obje��o?

Como eu poderia interferir na felicidade da minha irm�?

Al�m disso, se tiv�ssemos ficado em Camelot,

talvez teria sido melhor para voc�.

Voc� saiu-se bem e me proveu bem. N�o tenho que me lamentar.

Mas um dia gostaria de ter um esposo e isso voc� n�o poderia ser.

Partiremos logo. Est�o bem descansados?

Sim.

Espero que sim.

N�s seguiremos logo atr�s.

Quando nos chamarem, estaremos I�.

Obrigado.

N�o acha que estamos prontos?

- Para encontrar a morte ou lutar? - Para lutar.

Precisa estar preparado para ambos. Em que voc� est� pensando?

Digo para arrombar o port�o e surpreend�-los.

N�o, n�o somos o bastante para surpreende.

Vamos perder a vantagem. H� outro jeito de entrar.

Como?

- H� um t�nel por baixo do castelo. - Bom.

Eu costumava us�-lo para ir ver a sua m�e.

- O qu�? Voc� disse mesmo isso? - Sim.

Por qu�?

- Sinto, eu errei. - Um erro.

- N�o acredito que disse isso. - Bem, e quanto a Dindrane?

- Dindrane? - Sim, gosta dela?

De todo meu cora��o.

Meu garoto est� apaixonado.

Talvez eu esteja apaixonado, mas n�o me chame de garoto.

Garoto.

Posso senti-los agora. Est�o se preparando.

Agora � o momento de pegar Lancelot.

N�o! N�o...

Deixe-o para depois.

Mas eu tenho planos.

Sim. Tenho planos para os outros.

Para tr�s.

Abaixem-se.

Vamos. Em frente.

Vamos.

Esperemos que isto funcione.

Dois...

- Est� inalando. - Tr�s.

O sono final chegou para ele.

Lutamos por Percival agora, tamb�m.

Durma bem, bom cavaleiro. Durma bem.

� uma triste situa��o quando tr�s cavaleiros se tornam dois.

N�o dois, tr�s.

Dindrane, quer se juntar a n�s nesta causa desesperada?

Claro que quero.

N�o h� momento melhor para encontrarmos a mone.

Como passaremos pelos guardas?

Podemos entrar pelos esgotos.

Ou nos disfar�ar de mercadores e passar pelos port�es.

N�o, sei de um jeito melhor.

Eu me esquivei de guardas e port�es v�rias vezes para Ver sua m�e.

Fique atar�s de mim, Dindrane, � mais seguro.

N�o vou morrer ficando atr�s de um homem.

Ent�o vamos ao fim juntos, lado a lado.

Eles est�o chegando como planejei, mas preciso de sua ajuda novamente.

Voc� precisa ir pessoalmente acabar com eles.

Lancelot est� com eles. Foi ele que matou seu filho.

� preciso, pelas leis dos antigos encantos que lancei sobre voc�,

voc� deve me conceder este �ltimo pedido.

Eu usarei Guinevere para atrair Lancelot ao campo aberto

e eu o matarei.

Quando ele estiver mono,

voc� deve vir para assegurar meu reino para sempre.

Est� de acordo?

�timo. Ent�o est� feito.

Isto tr�s muitas mem�rias.

Espere, se for recordar hist�rias antigas

de seus encontros com minha m�e, prefiro que n�o o fa�a.

Sim, eu concordo. Sem ofensa.

Eu tinha dezoito anos quando conheci a sua m�e.

- Tinha dezoito anos... - Pai!

Est� bem.

Ainda tentando escapar, velho. Bem, n�o vai.

Eu te amaldi�oo, bruxa, e o �tero de onde voc� veio.

Cuidado, Guinevere.

O mesmo �tero que deu a luz a seu marido, Arthur,

tamb�m deu a luz � mim.

Arthur ser� lembrado como o maior dos reis.

Voc� ser� lembrada como uma usurpadora.

� voc� quem ser� vista como usurpadora.

Merlin � um mago fracassado,

mas voc�, ser� a rainha que virou meretriz.

Soltem-na.

Espere, essa gente � de Camelot, povo de Arthur.

N�o os mate a menos que seja imperativo.

Estamos preparados para tomar Camelot?

Estamos.

S�ditos de Camelot, hoje � um dia glorioso.

O dia em que todos veremos o �ltimo dos sonhos de Arthur

desmoronando em ru�nas.

Guinevere, nossa rainha.

Ela n�o � rainha.

E o filho bastardo dela n�o � um cavaleiro.

Agora voc�s a ver�o queimar.

Seu reinado terminar� um dia, bruxa,

e ent�o voc� ser� julgada por for�as maiores que a minha.

Pouco prov�vel.

Galahad, sinto muito.

Sente pelo qu�?

Se isto n�o funcionar, sinto muito.

- N�o, espere! - Lancelot, o que est� fazendo?

Quem disse, "espere"

Estou sendo o her�i que voc� disse que eu seria.

Se realmente acredita nisso, confie em mim.

Tome a espada e seja tamb�m o her�i que voc� �.

O qu�?

Fui eu!

Lancelot, cavaleiro da T�vola Redonda

e o �nico verdadeiro campe�o de Arthur.

Lancelot!

Amantes reunidos.

Que rom�ntico.

Estou sem armas.

Ent�o voc� se lan�ou � minha piedade na esperan�a

que eu libertasse sua amante, Guinevere?

Sei que n�o far� isso.

Eu gostaria de ter te conhecido antes.

Amarrem-no ao poste ao lado de sua concubina.

Um b�bado e uma meretriz, que par voc�s formam.

- Sentiu saudades minhas? - Voc� demorou tanto.

Perdoe-me, Arthur, meu caro amigo, pois eu falhei com seu sonho.

Eu falhei com Camelot.

Voc� n�o falhou.

Seu maior sucesso ainda est� por vir.

Mas que sucesso poderia ser comigo aqui apodrecendo

e Morgana no alto com poder e esplendor?

Siga-me e ver�. Lembre-se, o poder � fugaz.

S� o amor e a lealdade duram para sempre.

Ent�o, meu amigo, venha.

Meu rei...

Espere...

Escapar eu pretendo, torne o ferro fraco.

Abra a pona como antes.

Arthur, espere o feiti�o n�o funciona mais para mim. Espere.

Para Camelot!

N�o tema.

Nada temo agora que estamos juntos.

Poderemos nunca tomar Camelot se Lancelot estiver mono.

Podemos morrer tentando.

Morgana, seu reinado de horror termina agora.

- Matem-no! - Considere-o mono.

Sigam-me!

N�o h� mais o que esperar nesta grave hora.

Guinevere precisa de voc�.

Eu preciso de voc�.

Voc� tem que lembrar de quem voc� �.

N�o sou mais aquele que fui. N�o sou mais aquele homem.

Declame o feiti�o e seja Merlin novamente.

Quem serei eu sen�o "Merlin"?

Que fa�a as cadeias se abrirem vencendo a liberdade.

Que se abram as ponas.

Agora mostre-me � bruxa.

- Uma mulher? - O qu�?

Enfrente a tua mone agora, traidor.

Se apresse!

Drag�o! Mate Lancelot!

Morgana.

Merlin? Como escapou?

Sou um mago.

Dindrane, a pele do drag�o.

Tome Excalibur.

Cuide de sua m�e.

Voc� pensa mesmo que pode me matar com todo meu poder?

Eu matarei n�s dois se for preciso.

Seu reinado chegou ao fim, Morgana.

Meu nome viver� na inf�mia.

O povo de Camelot ser� aprisionado ao feiti�o do medo.

Eles n�o s�o seus s�ditos.

Eles s�o tua obriga��o enquanto voc� for sua governante.

Eles s�o apenas vassalos, podem ser substitu�dos

por algu�m mais leal � coroa.

Voc� � uma amola��o, Merlin.

O povo de Camelot ir� adorar o nome de Arthur

e viver� para ver um novo dia.

Est� na hora, Morgana.

D� lembran�as minhas a Arthur.

Eu acho que voc� ir� v�-lo primeiro.

N�o!

Conseguimos, Lancelot. Realmente conseguimos.

Galahad, meu filho. Morgana est� derrotada e Camelot vive.

A salva��o de Camelot, garante que o sonho de Arthur vive.

Ao Rei Arthur!

- Rei Arthur. - Rei Arthur

N�s conseguimos, Arthur. Retomamos Camelot.

Onde o sonho ainda vive.

Galahad, ainda existe a quest�o de quem ser� o novo rei.

N�o h� quest�o alguma. Voc�, Lancelot, ser� nosso novo rei.

Eu, um rei?

Eu sou um her�i, n�o um governante.

- Voc� deveria ser nosso l�der. - E quanto ao desejo de Arthur?

O desejo dele era que voc� tomasse o lugar dele,

tendo Lancelot como seu campe�o.

Rei Galahad.

Gostei de como isso soou.

Todo rei merece sua rainha. J� escolheu a sua?

� claro, se ela me aceitar.

De todo meu cora��o.

Creio que esta espada perten�a a voc� agora, filho.

N�o.

N�o?

Esta espada pertence a um homem e apenas a ele.

Rei Arthur.

Excalibur � a personifica��o de Arthur

e todos os seus sonhos sobre Camelot.

V� agora. Junte-se ao seu senhor.

Veja, temos a ben��o de Arthur.

Camelot renasceu.

Salve Rei Galahad e Rainha Dindrane.

Salve, Rei Galahad e Rainha Dindrane,

tenham vida longa e pr�spera.

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