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Original subtitles

EMBOSCADA HER�ICA

Nos dias negros da Guerra Civil, cavaleiros guerrilheiros liderados por

William Clarke Quantrill aterrorizaram a fronteira do Kansas, Missouri.

Pilhando, incendiando, matando.

Quantrill lutava pelo sul com uma selvageria que chocava at� seus aliados.

Muitos oficiais sulistas o consideravam um fora-da-lei

que usava a guerra como desculpa para pilhagem e matan�a.

Mas na desesperada urg�ncia do conflito, Quantrill e seus cavaleiros

lutavam com ardor pelo lado confederado.

E sempre lhe davam miss�es de import�ncia militar.

Sua maior miss�o foi o ataque ao arsenal do ex�rcito em Lawrence, Kansas.

Esta � a hist�ria dos eventos que levaram a este ataque.

-Est� indo para Lawrence, Tenente? -Sim.

-Se importa se eu lhe acompanhar? -Bem, quem � voc�?

Me chamo Mike Davis.

Este aqui � territ�rio do Quantrill.

Se n�o gosta disso � melhor ficar fora daqui.

Estou indo falar com o Major Mathews, para vend�-lo cavalos.

Seu documento parece estar em ordem, Sr. Davis.

-Venha conosco. -Obrigado.

-Ryan. -Sim, senhor.

Emboscada!

Recuar!

Tenho que admitir, Quantrill sabe escolher seus lugares.

Sargento, ficaremos aqui por um tempo, pegue muni��es na carro�a.

Sim, senhor.

Muito bom, senhor. Tenho que lhe agradecer.

Tenente, com alguns homens pelo flanco podemos pegar

os atiradores nas rochas.

Cabo, pegue os homens e os ataquem por tr�s.

-Voc� far� prisioneiros? -S� o Quantrill.

Eles est�o atr�s de n�s!

Estou feliz por ter vindo, Sr. Davis. Obrigado de novo.

Ajudarei os feridos.

Entre.

Major Mathews, este � o Sr. Davis.

-Minhas credenciais, Major. -O Quantrill nos atacou a

dez milhas daqui e o Sr. Davis nos ajudou a vencer o ataque.

-Alguma perda? -2 mortos e 4 feridos, senhor.

-Quero um relat�rio completo, Tenente. -Sim, senhor.

-Cuidarei dos feridos, senhor. -Obrigado.

-Sente-se, Sr. Davis. -Obrigado, Major.

Vejo que estava no ex�rcito. Foi alvejado.

Recebeu baixa por isso.

Ent�o decidi voltar ao meu antigo neg�cio de vender cavalos.

O ex�rcito sempre pode usar bons cavalos, se o seu pre�o for bom.

Isso depende de quanto problema terei para atravessar o Missouri.

Voc� ter� problema com o Quantrill, ele opera livre ao longo da fronteira.

Acho que terei que arriscar. Claro que pouparia tempo

se eu tivesse um salvo-conduto para passar pelos seus guardas.

Acho que posso conseguir isso.

-Licen�a. -Claro.

Entrem, cavalheiros.

Este � o Sr. Davis.

Juiz Wood, Sr. Griggs, xerife Oliver.

-Como vai? -Sr. Oliver.

-Como vai? -Juiz.

O Cabo trar� seu passe em alguns minutos, Davis.

-Obrigado, Major. -O Sr. Davis � um ex-oficial

do ex�rcito que nos vender� cavalos.

Estes cavalheiros comandam o comit� de vigil�ncia,

me ajudam a reunir simpatizantes do sul dispostos a dar

informa��es sobre o Quantrill.

Achei que Lawrence apoiasse 100% a Uni�o.

98% talvez, mas os 2% restantes nos d�o muitos problemas.

Sim, h� sempre ma��s podres no cesto.

Suponho que sim. Obrigado de novo, Major.

-Prazer em falar com voc�s. -Adeus.

Estranho, este homem me lembra o Charlie Hart.

-Charlie Hart? -Sim.

N�o vejo semelhan�as.

Talvez seja a forma que ele usa suas armas.

Davis � gente boa, ele ajudou o Tenente a se livrar de um ataque esta manh�.

-Algo novo na cidade? -Sim, Major.

Recebemos a informa��o de que Fred Thomas,

o negociante de armas, � agente confederado.

Ent�o prenda-o, lhe dou autoriza��o.

Pensamos em ficar de olho nele, talvez ele nos leve a algum

-homem do Quantrill. -N�o preocupe, ele n�o fugir�.

Fred Thomas, n�o consigo me acostumar com o fato de gostar

de homens que acabam por ser traidores.

Creio que isso seja guerra, senhor.

Temos que ir, cavalheiros. Major.

At�.

Sim, senhor?

Pode me dar alguns cartuchos para ela.

-Sim, acabei de receber alguns. -Duas caixas, se tiver.

Bom.

O tempo est� seco. Acho que nevar� antes de chover.

Eu vi sete patos selvagens indo para o sul.

-Melhor o sul do que o norte. -Quem � voc�?

Estou sob o comando do General Price.

Ele me mandou entrar em contato com o Quantrill.

N�o posso fazer isso, eles acabaram de organizar um comit� de vigil�ncia.

Sei disso, acabei de conhecer o Juiz e seus amigos.

-Algu�m o viu entrar aqui? -O Juiz est� do outro lado da rua.

Vou partir e se voc� for esperto far� isso tamb�m.

Espere um pouco, se acalme. Estou aqui em um neg�cio leg�timo.

Onde voc� geralmente encontra o Quantrill e seus homens?

� muito arriscado, para mim j� deu.

Espere um pouco, se recomponha, homem.

Onde voc� os encontra?

A oeste da cidade, depois de uma grande �rvore saindo da cidade,

George Todd, bra�o direito do Quantrill, deve aparecer l� esta tarde.

-Estarei l�. -Depois disso voc� est� s�.

-Ol�, Juiz. -Ol�.

-Conhece algum est�bulo por aqui? -H� um muito bom no fim da rua.

-Obrigado. -Sr. Davis.

J� ouviu falar de algu�m chamado Charlie Hart?

-Creio que n�o, por que? -Ele era um fora-da-lei que

viveu aqui antes da guerra. Matou tr�s homens nesta rua.

Homens que eram seus melhores amigos.

-Espero que ele tenha sido enforcado. -N�o, ele fugiu.

Mas todos os homens da lei prometeram continuar procurando por ele.

-N�o o pegaram ainda. -Juiz, h� uma raz�o especial.

-para voc� me contar isso? -N�o tenho raz�o especial.

S� me veio a mente.

-Voc� disse descendo a rua? -� l�, descendo a rua.

Ol�.

Quem trabalha no est�bulo?

Est� olhando para ele, senhor.

Voc� � meio pequeno para esse tipo de trabalho, n�o?

N�o, planejo ter meu est�bulo em breve.

-S� estou reunindo experi�ncia. -Estou vendo.

-Sou Joel Walters, qual o seu nome? -Me chamo Michael Davis.

Acha que pode cuidar do meu cavalo?

Claro, custa seis d�lares, infla��o de tempos de guerra.

Est� tudo bem, se voc� fizer um bom trabalho.

Voc� deve estar vindo de longe, as ferraduras est�o gastas.

Voc� nota tudo, n�o?

Voc� tem que ser esperto nesses dias, h� muita competi��o.

-Isso mesmo. -O que voc� vende?

Cavalos, conhece algum lugar por aqui onde eu possa passar a noite?

Claro, minha tia gerencia uma pousada.

-Prefiro hotel. -O ex�rcito lotou o melhor hotel.

O resto n�o presta, melhor ficar conosco.

N�o gosto de pousadas, chego e saio diversas vezes ao dia.

Fazemos um pre�o especial, temos at� uma banheira.

Acho que ficarei num hotel.

Sinto muito.

Como sou desastrado.

-Voc� est� bem? -Sim.

Sue, quero que conhe�a meu amigo, Sr. Davis.

Acabou de chegar na cidade, estou tentando convenc�-lo

de que nossa pousada � melhor que o hotel.

-Como vai, Sr. Davis? -Prazer, senhora.

-Ele � um jovem empreendedor. -Sim, gerencio a pousada e ele a mim.

-Voc� � tia do Joel? -Sim.

Estou vendo.

Voc� teria um quarto dispon�vel?

Voc� alugaria por um dia ou por uma semana?

Por uma semana para come�ar.

Acho que podemos acomod�-lo, Sr. Davis.

Nossa casa � descendo a rua principal.

-Passarei l� mais tarde. -Joel, comprei algumas coisas.

na loja, voc� pode peg�-las quando for para casa?

-Adeus. -Adeus.

Tire esse sorriso bobo do rosto e comece a trabalhar no meu cavalo.

Sim, Sr. Davis.

George, est� � a �ltima vez que venho aqui,

eles criaram um comit� de vigil�ncia na cidade, isso est� ficando arriscado.

Parados, os dois.

Parece que pegamos um dos homens do Quantrill.

Ele tem armas o suficiente para come�ar uma guerra.

O coldre do peito tamb�m.

Voc� tamb�m, Fred.

N�o fiz nada, xerife. Falava com ele sobre ca�ar.

Pare com isso, Fred. Sabemos o que tem feito.

Fred, pare!

Volte aqui, seu tolo!

N�o se movam.

Eu disse para ningu�m se mover.

S� quero seu prisioneiro.

-Voc� me fez um favor, senhor. -Agora voc� pode retribuir.

-Me leve ao Quantrill. -O que voc� quer com ele?

� privado, mas n�o pessoal.

-Eu vou na frente. -� justo.

N�o adianta, n�s os perdemos. Vamos voltar a cidade.

-Queremos ver o chefe. -Quem � ele?

Me responsabilizo por ele.

V� em frente.

Ele � gente boa chefe. Ele me libertou de uma posse.

Diga, senhor. O que quer e quem � voc�?

Saia, Kate. Te vejo mais tarde, George.

Sou o Capit�o Alan Westcott, estou sob o comando do General Price.

Isso deve ser importante, para mandarem um oficial.

O que �?

O General Price est� pronto para um grande ataque do Missouri ao Kansas.

Para cortar o suprimento dos yankees.

Bom, cortar o ouro da Calif�rnia e a carne do oeste.

Os yankees passar�o fome tamb�m, hein?

-Quantos homens voc� tem aqui? -30, 40, o n�mero varia.

Voc� precisar� de mais, no m�nimo sessenta.

Posso consegui-los. O que eles querem que eu fa�a?

Voc� deve destruir o arsenal da Uni�o em Lawrence.

-Para mim est� bom. -Mas lembre-se,

nada de saquear, esta � uma miss�o militar leg�tima.

Nada de matan�a desnecess�ria, isto � uma ordem.

E aqui est�o suas ordens codificadas.

-Como conseguiu passar? -Eu estava com a caravana

que voc� atacou esta manh�.

Era voc� com roupa de civil, voc� lutou ao lado dos yankees.

-Perdi tr�s dos meus melhores homens. -Voc� n�o perderia nenhum homem

se tivesse preparado aquela emboscada com mais cuidado.

Voc� veio aqui para criticar minhas t�ticas?

Eu vim aqui para lhe dar suas ordens.

Tudo bem, atacaremos Lawrence.

Kate!

-Sim? -Traga algo para bebermos.

Voc� ter� que me dar algumas informa��es sobre a cidade.

N�o sou bem-vindo em Lawrence.

Quero saber sobre a guarni��o, posto e tudo mais.

-Fred Thomas pode ajudar. -Fred n�o pode, ele est� morto.

Foi morto pela comit� de vigil�ncia quando pegaram seu homem.

� uma pena.

Talvez o homem esteja com fome, Bill, posso preparar algo para ele.

Muito gentil de sua parte, mas n�o estou com fome, Sra...

Senhorita. Srta. Kate Clark.

Mas todo mundo me chama de Kate.

� um prazer, senhorita.

Tudo bem, saia.

Ao Jeff Davis e ao sucesso.

-Como � conhecido em Lawrence? -Como Michael Davis,

ex-oficial da Uni�o que veio vender cavalo aos yankees.

-Voc� ter� que consegui-los para mim. -Posso consegui-los.

Posso n�o ser um cavalheiro, mas dou resultado.

Foi por isso que vim at� voc�, Capit�o Quantrill.

-Tentarei voltar amanh�. -Estarei esperando por isso, Capit�o.

Hager!

Mostre ao Sr. Davis o atalho para a cidade.

Sim, senhor.

Ele � um verdadeiro cavalheiro, Bill, posso dizer.

As coisas est�o melhorando, Kate. Atacaremos Lawrence.

-Eu sei, eu ouvi. -Eu devia saber disso.

Ningu�m entrar� no meu acampamento e me dir� o que fazer.

Quando isso acabar, poderei comprar para voc� o que voc� quiser.

-Como isso te soa? -Me parece muita conversa.

-Ele disse para n�o saquear. -N�o saquear?

Tomarei tudo que colocar a m�o.

Matarei cada yankee que cruzar meu caminho.

Lawrence.

De uma boa olhada, Kate, enquanto ainda est� no mapa.

-Bem-vindo, Sr. Davis. -Demorou mais do que eu pensava.

-Encontrou alguns cavalos? -Fiz alguns contatos.

Bom. Voc� j� jantou?

-Sim, eu comi. -Quer um copo de cidra?

-Sim, parece bom, obrigado. -Sente-se.

-� bom aqui. -Essa era a casa dos meus pais.

-Tento mant�-la desde que morreram. -Deve ser dif�cil, para uma mulher s�.

N�o estou s�, tenho o Joel.

O que aconteceu com os pais dele?

Eles foram mortos em um ataque na fronteira.

Ent�o eu meio que criei o Joel. Isso inclui costurar suas meias,

-que ele vive rasgando. -Meninos fazem isso.

Acho que sim.

� pac�fico aqui.

Acho que Lawrence � uma cidade amig�vel.

-De onde voc� �, Sr. Davis? -De todos os lugares.

Ohio, estive no oeste, v�rios lugares.

Uma pedra rolante.

Tenho sido.

Estive pensando em me estabelecer depois da guerra.

Se eu encontrar um bom lugar como Lawrence.

Por que n�o Lawrence?

-As coisas podem mudar. -N�o acho que Lawrence mudar�.

Ela pode crescer, mas ainda assim ser� um bom lugar para viver.

Ser�, se voc� continuar aqui.

Obrigado.

-Est� ficando tarde. -Deixe-me pegar algumas toalhas.

-Ol�, Sr. Davis. -Ol�, Joel.

-Te demos o melhor quarto da casa. -Eu vi.

-H� �gua, sab�o e toalhas. -Obrigado.

-Boa noite. -Boa noite.

-Escolho bem ou n�o? -V� para cama.

Voc� faz um bom caf�, Sue. Tenho que convidar a mim mesmo

-para o caf� mais vezes. -Voc� � sempre bem-vindo, Juiz.

-Obrigado. -Sue faz tudo muito bem.

Voc� tem que ver ela dan�ando, todos querem dan�ar com ela.

-Joe. -Sempre digo a ela que est� na

-hora dela casar. -Pode se calar?

Acho que se pensarmos juntos podemos encontrar um bom marido para ela,

-voc� n�o acha? -Tudo bem, tenho uma ideia...

J� basta, n�o pretendo sentar aqui enquanto voc�s me casam.

Vamos levante-se, temos trabalho a fazer.

-Isso pode esperar. -N�o se voc� quiser torta de ma��

-para o jantar. -Torta de ma�a.

Major Mathews disse que falou com ele sobre a venda de alguns cavalos.

Ontem eu os estava preparando.

Muita coisa aconteceu ontem.

Fred Thomas foi baleado ao resistir a pris�o.

Ele era um espi�o.

O homem do Quantrill que o xerife prendeu, fugiu com ajuda de um estranho.

Engra�ado isso tudo acontecer no dia que voc� chegou a cidade.

Engra�ado?

Estranho, esquisito, se voc� preferir.

Um, voc� foi a loja do Fred ontem pela manh�.

Dois, voc� sumiu a tarde toda.

Espere um pouco, Juiz, isso � praticamente uma acusa��o.

-N�o acho que tenha direito... -Tenho o direito de questionar

qualquer pessoa como um membro do comit� de vigil�ncia.

Tudo bem, eu estava na loja comprando muni��o.

E o resto do dia passei conversando com os cherokees atr�s de cavalos.

-Se quiser checar isso... -N�o, voc� est� livre por enquanto.

Estou muito ocupado, Juiz. Se me der licen�a.

S� um minuto.

S� um instante, Sr. Davis, quero te contar mais sobre o Charlie Hart.

-Voc� me contou o suficiente, Juiz. -Mas n�o fui espec�fico.

Isso � interessante, Hart n�o come�ou como um fora-da-lei.

Na verdade ele era professor e todos gost�vamos dele.

Naquela �poca, meu filho Henry e o irm�o mais novo do xerife, Jim,

estavam ajudando escravos a escaparem do Missouri.

-Seu filho? -Sim.

Hart disse que queria ajudar, que era a favor da Uni�o.

Mas ficamos sabendo que ele trairia nossos meninos.

N�o entendo como um homem pode jogar dos dois lados.

Voc�?

Em tempos de paz, n�o posso, mas quando h� uma guerra

acho que homem faz o que lhe mandam fazer.

Sim, de qualquer forma, os rapazes queriam dar ao Hart uma chance de

limpar seu nome, ent�o o encontraram do lado de fora do meu escrit�rio.

Eles tinham outro jovem com eles chamado Ed Tanner.

Bem, acho que o Hart suspeitou de algo.

Ele poderia ter fugido, mas isso n�o era o bastante para o Charlie Hart.

Ele chegou, fingiu que ia descer do cavalo, sacou sua arma e

matou os tr�s rapazes a sangue frio.

Juiz, voc� disse que n�o sabe onde este Charlie Hart est� agora.

Eu disse que ainda n�o o pegamos.

Algumas pessoas acham que ele cavalga com o Quantrill.

Mas voc� acha que ele � o Quantrill.

Mais uma coisa.

Sue era noiva do Hart.

-Era? -Sim.

O choque pelo o que ele fez quase a matou.

Ela parece estar gostando de voc�.

Se voc� n�o � correto, se afaste.

N�o quero v�-la magoada novamente.

Obrigado, Juiz.

Entre.

Bom dia, Major. Ocupado?

-N�o, entre, Davis. -Obrigado.

-O que quer? -Pensei em dar uma passada

para avis�-lo que estou de olho em alguns belos cavalos.

Isso � bom, espero que o Quantrill n�o os pegue antes de voc�.

Eu tamb�m, por falar nisso, uma tropa pode desencoraj�-lo.

Creio que n�o possa me emprestar uma escolta.

Receio que n�o, estou com poucos homens para guardar o arsenal.

-Eu pedi por refor�os. -Bem, era s� uma ideia.

Obrigado mesmo assim.

Ele cavalga muito.

Se suspeita dele, por que n�o conta ao Major?

Voc� conhece minha teoria, d� corda a ele.

Funcionou com o Fred Thomas e funcionar� com o Davis tamb�m.

-Wes. -Kate.

N�o esperava esbarrar em voc� por aqui.

Voc� n�o esbarrou comigo, eu sabia que voc� voltaria.

Quero falar com voc� sobre o Quantrill.

-N�o confie nele. -N�o confio.

Quantrill te matar� no momento que n�o precisar mais de voc�.

-Sei disso tamb�m. -Ent�o por que ir at� ele?

Preciso falar com ele sobre algo.

Voc� tem algo para conversar comigo?

N�o quando o Quantrill est� t�o bem armado.

Voc� n�o me engana, voc� n�o tem medo do Quantrill.

E tamb�m n�o tem medo de me tomar dele.

-S� que voc� n�o quer. -Olhe, Kate...

N�o, est� tudo bem. Talvez fa�a isso...

Quando pensar no que est� perdendo.

-O Quantrill est� ai dentro? -Sim.

� voc�, hein?

Kate! Essa mulher...

O que est� acontecendo na cidade?

O Major tem uma companhia inteira, a maioria s�o recrutas,

-mas ele est� esperando refor�os. -Ent�o atacaremos assim que

meus homens chegarem aqui. Criei um plano de ataque.

Reunirei tr�s grupos, aqui, aqui e aqui.

Atacaremos em separado.

Voc� conhece aquela cidade como um livro, n�o?

J� estive l�.

-Com seu amigo, Charlie Hart? -Vamos deixar isso de fora.

N�o vamos n�o, estou aqui para v�-lo obedecer as ordens,

n�o para usar esse ataque como desculpa para massacrar pessoas.

-Por que acha que eu faria isso? -Voc� j� fez isso antes, n�o?

Charlie Hart?

Foi apenas um acidente, saiam daqui!

Desculpe, Capit�o. Perdi a cabe�a.

Preciso de sua ajuda e voc� precisa da minha.

Acho que teremos que trabalhar juntos nisso.

N�o se preocupe com o Charlie Hart, ele est� no passado.

Tem certeza de que ele permanecer� l�?

Te dou minha palavra.

Meus amigos cherokees me prometeram alguns cavalos.

-Eles est�o esperando. -Tudo bem, vamos.

Jarrett, traga-o.

Tudo bem.

Espere aqui, cherokees n�o gostam de estranhos.

Parecem renegados, �ndios geralmente mandam o chefe quando fazem neg�cio.

Meu chefe est� falando com o chefe.

Estes cavalos s�o bons demais para os yankees.

N�s os pegaremos de volta um dia desses.

-Quando ganharmos a guerra. -Quanto pagou por eles?

N�o se importe com isso, � neg�cio de fam�lia.

Ele � louco, disse que esses cavalos foram roubados dele.

Foi o que eu pensei.

Comprei estes animais de boa f� e ficarei com eles.

Voc� n�o mudou nada, mudou, Charlie Hart?

Ele traria a tribo inteira para nos atacar, voc� queria os cavalos, n�o?

Est� decidido, fique longe de Lawrence.

Talvez esteja certo, talvez eu deva ficar longe de Lawrence.

Voc� e o Todd podem cuidar de tudo.

Tudo bem.

Charles pode te ajudar a levar os cavalos para a cidade,

-n�o � conhecido em Lawrence. -Te aviso se algo mudar.

Voc� n�o vai se afastar do ataque, vai, chefe?

N�o, tenho coisas para acertar em Lawrence.

Eles juraram me matar, mas eu os matarei.

Derramarei o sangue de todos eles.

� uma boa tropa, Davis, e o pre�o e justo.

Obrigado, Major.

Mandarei liberar seu pagamento.

-O que est� acontecendo? -N�o sei, eles dobraram a guarda.

-Talvez estejam trazendo mais muni��es. -� dif�cil dizer.

Circule por ai e ou�a o que est�o falando.

Te encontro aqui em uma hora.

Certo.

Michael, estou feliz que tenha voltado a tempo para a janta.

Terei que sair logo.

Michael, n�o � da minha conta, mesmo numa cidade amig�vel

as pessoas falam, especialmente na nossa cidade.

Falam sobre o que? O que eles disseram?

Bem, s� que voc� vai e volta muitas vezes e

que voc� deve ter outro neg�cio al�m da venda de cavalos.

-Voc� quer que eu me mude? -Claro que n�o.

Joel n�o gostaria disso e ele � o homem da casa.

Sue...

-Se algo acontecer... -Michael,

se voc� n�o � o que parece ser, n�o me diga.

S� v� embora.

Um homem me machucou muito uma vez e n�o quero isso de novo.

E estou come�ando a gostar de voc�.

Sue...

Se tiv�ssemos nos conhecido antes da guerra.

-Antes... -Antes do que, Michael?

-O que est� tentando dizer? -Nada.

Nada, Sue. S� que...

S� que gosto de voc�.

Gosto mais de voc� do que de qualquer garota que j� conheci.

Ol�, Mike. Estou feliz que tenha voltado.

-Bem, estou feliz de estar de volta. -Olhe s�.

� melhor se lavar para o jantar.

-Ocupado. -Ocupado?

Voc� deveria ter visto a como��o no est�bulo.

Que como��o?

O ex�rcito alugou todas as carro�as,

-compraram mais mulas -� mesmo?

E contrataram mais condutores tamb�m.

-Mas n�o me disseram onde est�o indo. -Eles devem fazer algum transporte.

-Com carro�as vazias? -Voc� sabe como o ex�rcito � peculiar.

Isso mesmo, n�o esque�a a torta de ma�� para a janta.

Sinto muito, Joel, n�o voltarei para a janta, avise a Sue.

Mas, Mike...

O exercito esta contratando todos os condutores da cidade.

Eu soube, devem estar transportando a muni��o para o Fort Scar.

Acha que eles ficaram sabendo sobre o Quantrill?

N�o sei, mas seja o que for, temos que mudar nossos planos.

Davis, gostaria de v�-lo no meu escrit�rio.

� urgente, xerife? Estou meio ocupado.

� urgente, voc� tamb�m.

-O que � isso, xerife? -Voc� as ter� de volta,

se responder de forma correta.

Este � o Urso Cinzento, chefe dos cherokees.

Algo terr�vel aconteceu, Sr. Davis.

O chefe mandou seu filho e dois bravos procurarem pelos cavalos roubados.

Eles foram encontrados mortos a tiros perto de Springs.

Sinto em ouvir isso, mas o que temos com isso?

O chefe disse que s�o os cavalos que voc� trouxe para a cidade.

-O chefe deve estar enganado. -Comprei os cavalos de um amigo.

-Voc� tem um recibo? -Claro que n�o,

confiamos um no outro.

Quem � seu amigo?

Juiz, acusa��es s�rias est�o acontecendo aqui, o deixarei fora disso.

-Voc� tem algo a dizer? -Ele falou por mim.

Ent�o n�o tenho escolha a n�o ser prend�-los por suspeita de assassinato

e roubo de cavalos, prenda-os.

Aquele tolo infeliz, sabia que matar os �ndios traria problema.

Sim, o Quantrill n�o imaginou que o velho chefe apareceria.

Eles ir�o tirar a muni��o daqui em poucas horas.

Temos que sair daqui, assim que eles chegarem ao forte estamos acabados.

Tenho algo que pode ajudar.

O Juiz quer falar com voc�, Davis.

A Sue pediu para eu vir. Ela acredita em voc�.

Ela quer que eu te ajude para que possa explicar seu caso ao conselho da cidade.

Obrigado, Juiz, mas arriscarei com o tribunal.

Sabe, quando chegou a cidade tive um pressentimento sobre algo.

-Ent�o pensei que voc� era correto. -Ent�o voltamos para onde come�amos

-Sim. -Juiz.

Eu gostaria de falar com o Joel.

Falarei com ele, mas n�o prometo que ele vir�.

Ele perdeu um her�i hoje.

D�-me esta faca.

-Voc� o viu? -Sim.

Sei que o Michael n�o � um assassino.

As coisas n�o est�o boas para ele. Ele quer falar com o Joel, ele est�?

-N�o. -Pode avis�-lo quando chegar?

-Posso v�-lo? -N�o acho que deveria, Sue.

-Mas... -Ele pediu pelo Joel.

Ou�a, preocupar-se, n�o ajuda ningu�m.

Isso mesmo, garota.

Ol�, Joel.

Eu n�o ia v�-lo, mas acho que n�o � certo culpar um homem por algo

-antes de ouvir o que tem a dizer. -Voc� gosta dele, n�o �, filho?

Eu tinha planos e tudo. Pensei que poder�amos ser s�cios.

Estas coisas acontecem, Joel. Voc� pensa que algu�m � honesto,

aposta nele e ele te desaponta. Pessoas n�o s�o sempre o que parecem.

Deixarei voc� falar com ele rapidamente.

Estou feliz que tenha vindo, Joel. Estava pensando que se nada

der certo para mim, eu gostaria que ficasse com meu cavalo.

-Eu n�o poderia aceit�-lo. -Por que?

N�o tenho mais ningu�m para d�-lo, al�m do mais, se vai come�ar seu

pr�prio neg�cio, voc� precisar� de cavalos.

N�o fale desse jeito, n�o ligo para o que as pessoas dizem,

sei que n�o � um ladr�o de cavalos e sei que n�o matou ningu�m.

Sue sabe disso tamb�m.

Xerife! Xerife, venha c�!

Abra essa porta.

Posso te matar antes que use essa faca.

Mas voc� n�o arriscar�.

Voc� est� blefando, voc� n�o machucaria este garoto.

Quando o pesco�o de um homem est� em jogo ele faz qualquer coisa.

Agora, abra a porta.

N�o arriscarei a vida dele. Voc� n�o chegar� longe mesmo.

Vamos!

Entre!

Saia da frente.

Mike!

Mike! Mike!

Mike!

-Ei! Volte aqui! -Mike!

-Quantrill, eu deveria te matar. -O que te mordeu?

Voc� me fez ser preso por roubo de cavalo e assassinato.

Os cherokees foram a cidade.

Voc�s fugiram? O que est� acontecendo em Lawrence?

Eles transportar�o a muni��o para o Fort Scott amanh�.

N�o h� raz�o para ir a Lawrence.

Podemos atacar a caravana no caminho.

N�s vamos para Lawrence, planejamos desta forma.

Como assim "n�s"? Voc� concordou ficar fora disso.

-Mudei de ideia. -Mas eu n�o, voc� n�o vai.

Todd, estou agindo sob ordens direta do General Price,

estou assumindo o comando aqui. Quero ele preso.

Atirarei no primeiro homem que desobedecer minhas ordens.

Hager, pegue as armas do Quantrill e tranque-o no seu quarto.

Cuidado!

Hager, isso � f�cil demais para ele. Fique aqui de olho nele.

Quero ele vivo, quando eu voltar.

Tudo bem, homens, estas s�o as ordens,

viajaremos a noite em grupos pequenos,

tentaremos passar sem chamar a aten��o.

Nos encontraremos em Alan's Corner, acamparemos l� pelo resto da noite.

Atacamos Lawrence pela amanh� antes que a caravana parta.

Tudo bem, ao trabalho.

Voc� atacara Lawrence contra as ordens, hein?

Este � seu fim, Bill Quantrill, por que se os yankees n�o

te enforcarem os rebeldes ir�o, e quando colocarem a corda

no seu pesco�o eu quero estar l�, na primeira fila.

Tudo bem, homens, vamos cavalgar!

Obrigado, senhora.

-Ele n�o vai comer? -Alimente-o se quiser.

-Voc� bebeu a noite toda. -Voc� tamb�m.

-Por que n�o vai embora? -Por que n�o cala a boca?

-Ele n�o quer mais nada com voc�. -Partirei quando eu quiser.

Al�m do mais, h� outra garrafa na cozinha.

N�o consigo alcan��-la.

S� h� um jeito dela se calar.

Saia e dividiremos a garrafa.

Obrigado, Kate.

Se tiver algo que eu possa fazer por voc�...

Claro que h�. Isso � para dar sorte.

Por favor, volte por mim.

-Onde est� o Major? -Ele est� em Greenville hoje.

-Quem est� no comando? -Fique parado, Davis.

Xerife, voc� deve armar todos os homens desta cidade.

Quantrill est� vindo!

S� um instante, Davis. Por que est� se arriscando para nos salvar?

Vim aqui para ajudar a destruir seu arsenal, n�o para massacrar pessoas.

-O que Quantrill tem contra n�s? -Quantrill � Charlie Hart.

Ele vai matar todos os homens desta cidade.

Vamos, andando! Ele estar� aqui a qualquer minuto.

Homens, se protejam, peguem seus rifles.

V� a Greenville, diga ao Major para trazer os homens que conseguir.

Imediatamente, Juiz.

Sue, leve mulheres e crian�as para o hotel, � o local mais seguro.

-Eles foram informados. -Sim.

-Fizemos eles fugirem. -Eles voltar�o.

Voc� disse que seu nome era? Seu verdadeiro nome?

Eu n�o disse, me chamo Westcott. Alan Westcott.

Estou feliz que tenha voltado, Alan.

Sue ficar� tamb�m, assim que ela superar isso.

Ai vem eles de novo.

Quantrill?

Major Mathews, Capit�o Westcott, 17� cavalaria dos confederados.

Voc� est� preso, Capit�o.

N�o se preocupe tanto, Sue. O Major contou a seus superiores

o quanto o Capit�o Westcott nos ajudou que ele s� vai ficar

na pris�o militar at� a guerra acabar.

Sue, me desculpe por tudo isso. Se voc� e o Joel puderem esquecer.

Ainda acho que Lawrence � um bom lugar para voc� viver.

Se voc� n�o voltar iremos atr�s de voc�.

Eu voltarei.

Legendas Extra�das e Sincronizadas por tetrao friendsharePT

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