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Original subtitles

� ador�vel, a calmaria depois da tempestade.

O que � isso?

Voc� est� ouvindo?

O qu�?

- � um squonk. - Um squonk?

E o que � isso?

Um squonk?

Voc� me surpreende.

Uma garota da sua intelig�ncia n�o sabe o que � um squonk?

� um animal coberto de verrugas,

que consegue se camuflar perfeitamente.

Acho que s�o exclusivamente f�meas, mas s�o f�ceis de encontrar

porque � muito vaidoso e nunca para de se lamentar.

E quando � capturado ... se derrete em l�grimas.

Voc� age como um ladr�o quando se trata de amor.

Voc� rouba e foge.

Outras caracter�sticas do squonk s�o o mau humor, baixo auto estima

e possessividade.

Qualidades muito inconvenientes para uma secret�ria pessoal.

Bem, talvez eu devesse dizer...

uma s�cia, num neg�cio t�o importante quanto o nosso.

- Aonde voc� est� indo? - Para a ba�a.

Estamos na reta final, eu tenho que fechar o acordo.

A pol�cia suspendeu as investiga��es sobre a morte da Condessa,

n�o havia evid�ncias.

Um caso de suic�dio.

Est� tudo bem.

S� preciso de uma assinatura.

Tchau!

- Franco! - Sim?

- Me leve junto. - Agora � melhor n�o.

Talvez mais tarde.

Mas me ligue antes.

Tchau, squonk!

Tchau. Tenha cuidado.

Me d�!

Voc� ter� um ataque card�aco correndo atr�s desse inseto.

Como voc� sabe que � sempre o mesmo?

Porque � o �nico que lhe escapou.

N�o o �nico, mas ele...

...� muito inteligente e lembra do �ltimo outono

quando eu coloquei um anel em uma de suas antenas e o deixei ir.

- Por que? - Para estudar seus h�bitos.

Sim... para ver se ele era antenado!

Os homens deveriam deixar as outras esp�cies viverem em liberdade.

At� esse pobre polvo j� foi livre, Simone.

Estudo besouros porque os amo.

Sim, voc� os alfineta e coloca na sua cole��o

ou os preserva em caixas de amostra.

Pelo menos eu como meu polvo.

Eu n�o mato por um passatempo!

Meu Deus, Simone, voc� me faz parecer um assassino!

Eu n�o disse isso, senhor Fossati.

Quando se mata contra as leis da natureza, torna-se um monstro.

Mas o homem n�o � um inseto, caro Simone.

Vivemos h� milhares de anos na civiliza��o.

N�o sei.

Eu n�o estava l�.

Voc� mudou...

...desde que Federica morreu.

Suicidou-se, senhor Fosatti.

Suicidou-se.

A pol�cia disse que foi suic�dio.

� claro...

Desculpe... foi um deslize!

N�o se preocupe, honor�vel.

Hoje � noite eu terei todos os documentos assinados pelo herdeiro.

� claro.

N�o, est� tudo em ordem.

N�s vamos esperar um pouco antes de come�ar o trabalho, quest�o de respeito.

A pobre condessa... bem, ela chegou a um final bastante desagrad�vel.

� claro, n�o creio que eu esteja subestimando seus problemas.

Mas � um neg�cio muito importante e justifica um pouco de risco.

Deixe comigo, honor�vel.

Tudo vai sair bem. Se preocupe apenas com a autoriza��o.

Certo, honor�vel. Com certeza.

Eu irei lhe visitar.

Minhas estimas, honor�vel.

Pronto, senhor.

- Aqui. Adeus. - Obrigado.

Veja como � lindo!

Olhe, � ador�vel! � como o para�so na terra.

Bem, ent�o n�o podemos pecar aqui!

Por que n�o? Foi para isso que viemos!

Vamos, Roberto!

- Tire as m�os! - Eu ainda nem comecei.

Sim, j� come�ou!

- Casolina, senhor? - Gasolina!

Voc� j� est� aqui h� 1 ano e ainda n�o consegue dizer!

Voc�s italianos s� nos ensinam as palavras obscenas!

Vamos, Roberto!

Quem se importa? N�s n�o viemos aqui para ensinar italiano.

- Voc� n�o gosta mais de mim? - Eu vou lhe mostrar como eu gosto!

Olha como � solit�rio aqui!

Vamos, Roberto.

Vamos...

Encontramos um clube noturno, vamos! H� at� uma pista de dan�a!

Vamos! Pelo menos n�s podemos dan�ar!

Louise, me d� o gravador.

Aqui est�!

Sylvie, coloque um pouco de m�sica. Isso aqui parece um mausol�u!

� in�til tentar criar ambiente para algum tipo de sedu��o latina!

Esse lugar tem mais de Sibelius do que de Puccini!

Tenha cultura!

Vamos, suba! Voc� tamb�m!

Que �timo, tem uma plataforma tamb�m! Venha, Roberto. Vamos dan�ar!

N�s dan�aremos um tango.

O Aleph...

...o �nico... o tudo...

o vazio...

As linhas do ar, da �gua, do fogo e da terra

est�o completas.

Paolo!

Podia pelo menos responder quando eu chamo!

N�o grite. Voc� entristece meus pequenos companheiros.

Voc� e seus odiosos insetos!

� imposs�vel pensar que voc� � capaz de amar.

Eu?

Eu amo muitas coisas, mas voc� nunca entenderia.

N�o entendemos nada, certo, Ferdinando?

Nuvens de sangue est�o se formando acima da ba�a.

Mesmo? Pense, Ferdinando! E agora?

O Aleph apareceu no final da linha do fogo.

O Zaren ficou suspenso entre as linhas da �gua e do ar.

A foice da morte est� quase golpeando!

� mesmo? Essas suas cartas, �s vezes!

Na semana passada, o Aleph veio primeiro

e uma explos�o de alegria come�ou a soprar na ba�a.

E algu�m enforcou a pobre Federica!

Voc� � mais insens�vel do que os seus insetos!

N�o est� sentindo o frio da respira��o gelada da morte?

Tudo o que eu vejo � Ventura tendo suas usuais orgias em sua cabana!

Voc� odeia Ventura pela mesma raz�o que odiava o marido de Federica,

porque ele aproveita a vida e voc� n�o!

A formalina, tenha cuidado!

Eu o odeio porque ele quer transformar a ba�a em um mar de cimento.

Mas eu n�o vou deixar! Mesmo que eu tenha que...

- N�o est� dan�ando, Roberto? - Eu n�o sou bom nisso.

Ah, por favor!

Vou te levar para uma sala privada.

Pare! Est� fazendo c�cegas!

Eu s� fa�o isso na cama. E deve ser confort�vel!

Burguesa!

Estou indo!

Sua bonequinha sexy!

Venham ver a piscina!

Meu Deus, que cheiro ruim!

A� vou eu!

Cuidado, voc� vai trope�ar!

Vou nadar!

Estou indo, Roberto!

Est� louca? Quer pegar tifo? Deve ter algum cad�ver a�.

Voc� sempre diz coisas horr�veis!

Talvez eu encontre a cama.

- Eu vou nadar no mar. - Vai pegar uma pneumonia.

- Voc� quer morrer aqui? - Vamos, vem!

- Vamos achar essa cama. - Mas vamos levar Roberto tamb�m.

Por que ele?

N�o me deixe com esse man�aco!

Vamos, rapazes!

O que voc� quer? V� nadar!

- Nesse frio? - Sim, nesse frio!

Ela est� acostumada. No pa�s dela se come gordura de baleia.

- Parece um museu. - Talvez tenha um vigia!

Se est� com medo v� embora.

Ande, empurre!

Eu sabia que estaria trancada.

N�o sejamos burros. Essa � uma propriedade particular.

- E a cama? - Luca vai cuidar disso!

N�o se preocupe. Uma porta fechada n�o vai me parar!

Vamos, Luca! Nos mostre do que voc� � feito!

N�o gosta de garotas?

O que � isso, um jogo de tr�s?

- Na verdade, eu... - Voc� conseguiu. Voc� � fant�stico!

Vamos, Roberto, voc� est� convidado.

Aonde voc� vai? Olhe, a sua est� na �gua.

A cama!

Sylvie, v� ver a cama.

Eu j� estou indo.

A festa acabou para voc�.

Voc� se livrou da outra para nos incomodar? Voc� � um voyeur?

Tome, seja um nativo, l� fora!

Onde est� Roberto?

Logo agora que achei a cama!

Por que voc� se importa com Roberto? Eu estou aqui, n�o estou?

Me deixe em paz!

Estuprador!

N�o seja t�o violento! Aonde voc� est� me levando?

Roberto, � voc�?

Roberto, responda!

Pare de brincar!

Eu encontrei um corpo!

Que inferno!

Ele sempre finge que n�o est� escutando!

Bem, Alberto, Voc� vem ou n�o?

As crian�as.

Levei meia hora para faz�-las dormir.

- Por que deixou a luz acesa? - Voc� sabe que eles n�o gostam do escuro.

Se voc� me escutasse, eles estariam com os tios agora,

mas seu sentimentalismo...

Aquela megera?

Crian�as devem estar com seus pais.

N�o comece. Pense no que vamos pedir ao Fossati.

Eu? Achei que eu n�o sabia pensar!

� a verdade, caso contr�rio n�o estar�amos sendo for�ados a isso!

Boa noite!

Voc� � o senhor Fossati?

Eu sou filha de Donati. Eu gostaria de alguma informa��o sobre meu pai.

� conveniente?

Com licen�a, podemos entrar?

Eu gostaria de falar com sua esposa tamb�m.

Claro, a morte de Filippo Donati

jogou uma luz muito estranha na morte da querida Federica.

Suic�dio, diz a pol�cia.

Mas...

Suic�dio, ela?

Eu a conhecia bem.

Ela se grudava na vida, e como!

E ao dinheiro ainda mais!

Pelo que eu entendo, o que voc� realmente quer dizer � que...

...Federica n�o teria cometido suic�dio, mas...

Me desculpe se sou franco, senhora, mas...

...seu pai n�o se adaptava a esse lugar.

N�o �, Ferdinando? Beba! Mais uma gota e vamos para cama!

E amanh� de manh� voaremos pela floresta!

Me desculpe, mas,

seu pai era... um pouco... voc� entende?

Mulheres... jogos...

escapadas de todo o tipo...

A ideia de transformar a ba�a em um local de lux�ria

estava destinada a fracassar

pois, como voc� pode ver, cara senhora,

esse lugar � cheio de insetos.

Eu imagino que � por isso que voc�s dois vieram morar aqui.

Meu marido acredita que at� os insetos tem uma alma.

Por outro lado, se Filippo Donati teve uma alma,

insetos tamb�m t�m.

Talvez Renata queira dizer que voc�s se instalaram aqui

por causa da natureza.

Natural ou n�o, qualquer um poderia matar a esposa de algu�m

se isso proporcionasse algum divertimento.

Eu vim para descobrir sobre o desaparecimento do meu pai,

n�o para ouvir algu�m o julgando.

N�o entendo o que voc�s est�o insinuando.

Nada.

Nada, minha cara senhora.

S� espero que voc� n�o queira reabrir o clube noturno,

a esta��o de g�s e todas as outras porcarias criadas por seu pai

que quase destru�ram a fauna daqui.

Isso se voc� planeja herdar a ba�a.

- Lembra-se disso, Ferdinando? - Ferdinando n�o lembra.

- Ferdinando n�o lembra... - N�o!

Heran�a n�o � t�o f�cil.

Talvez Federica tenha deixado

tudo para seu filho biol�gico.

Filho biol�gico?

Sim! Federica teve seus momentos de alegria.

N�o sabia que Simone � o fruto de seu romance secreto?

Na verdade n�o. Quem � esse Simone?

Ele mora em uma cabana na ba�a.

Ele � um pouco vigia, um pouco lenhador e um pouco ladr�o.

- Anna! - O que?

� um bom sujeito, mas ultimamente tem tido umas ideias estranhas.

Federica o manteve em um col�gio at� ele fazer 16.

Ent�o ela construiu aquela cabana e o manteve l� como um animal.

Uma constante lembran�a de sua carne fraca.

Talvez ele saiba algo sobre meu pai.

Duvido, ele sempre o evitava.

Ele n�o aprovava o casamento de seu pai com Federica.

Mas devemos perguntar-lhe se sabe de alguma coisa.

Talvez Franco Ventura saiba algo.

Ele � dono da casa de campo l� perto. Conhecia seu pai muito bem.

� melhor n�o levar o carro.

V� aquele caminho?

Vai te levar direto para l�.

O que aconteceu com a sua m�o?

Me cortei com o canivete.

O desaparecimento do seu pai n�o foi o bastante, agora tem um filho tamb�m!

Estamos piores do que antes!

Se voc� parasse de choramingar e usasse seu c�rebro, voc� encontraria uma solu��o.

- N�o h� sa�da. - A� est�, voc� j� desistiu.

S� h� uma coisa entre n�s e a heran�a.

- O que? - Nada!

Ok, Simone, amanh�...

V� ver quem s�o eles!

Voc� � Simone?

N�o, est� tudo bem.

Amanh� n�s vamos comemorar juntos.

Assim que estiver tudo pronto, eu tirarei umas longas f�rias.

N�o, voc� deve manter as coisas em funcionamento.

Agora eu n�o posso.

Nada, s� uma pequena complica��o.

N�o, nada s�rio.

Por favor, n�o comece!

Eu disse n�o!

Certo, consiga todos os detalhes e eu cuidarei disso.

Est� bem...

Tchau, squonk!

Voc� n�o lembra da �ltima vez que viu Filippo Donati?

Voc� deve ter tido algum contato com ele.

Voc� vive aqui h� anos. Isso n�o � Nova Iorque!

Ele era o dono da ba�a.

Mas voc� o conhecia, n�o �?

Voc� � um homem de poucas palavras!

� horr�vel! � meu pai!

Me sinto mal!

Eu o encontrei no mar.

Leve-a para a casa de Ventura, � por ali.

Senhor Ventura!

Vamos, tenha calma.

Parece que n�o tem ningu�m aqui. Como voc� est�? Se sente melhor?

Pegue o carro, r�pido!

Eu ouvi sua esposa gritar.

Encontramos o corpo de Donati.

- Aonde? - No barco de Simone.

- Voc� viu minha mulher? - L� embaixo, na trilha.

Aquela intrometida. Anna!

Alberto! Venha aqui, r�pido!

- Voc� viu? - Sim, eu vi.

- Voc� viu? - Por que est� com essa cara?

Esse n�o � o momento certo para ficar sens�vel!

Pare aquele idiota antes que ele chame a pol�cia e arru�ne tudo.

- Mas como? - V�, mexa-se!

V� logo, ande!

Pol�cia...

332...

3... 3... 2.

Al�, pol�cia?

3... 3... 2...

Encha o tanque.

- Tem algum telefone aqui? - Sim, l� dentro.

- Quer que eu veja o �leo? - Sim, obrigado.

Pare de gritar, est� louco?

Eu os matei.

Aqueles dois poderiam ter salvo suas vidas...

se n�o tivessem se metido em assuntos alheios.

Agora n�o h� mais testemunhas.

Voc� quer dizer que...

- A esposa tamb�m? - Ora, n�o seja uma vov�zinha!

Em certas situa��es voc� deve agir com firmeza.

Vov�zinha? Eu acabei de matar um homem!

Escuta, vamos sair daqui.

As coisas v�o ficar muito ruins.

Se voc� � t�o covarde para deixar tudo sobre meus ombros, fa�a.

Eu n�o vou desistir da ba�a logo agora que � quase nossa.

Mas como?

Voc� n�o entendeu?

Simone! N�s simplesmente devemos nos livrar de Simone.

Quem � essa?

E se ela nos viu?

Faremos o que for preciso.

Laura!

- Meu Deus, o que aconteceu? - Chame Simone, r�pido.

- Mas voc� est� ferido! - Simone!

Traga Simone aqui, r�pido!

N�o perca tempo.

Ventura est� ferido, r�pido. Ele precisa de ajuda!

- Por que voc� fechou? - Voc� finalmente voltou para a ba�a.

O que voc� est� querendo dizer?

Voc� convenceu aquele bastardo, Donati, a matar minha m�e.

Sua m�e?

Eu?

N�o se fa�a de inocente, sua vadia!

Vadia!

Voc� o tornou um assassino!

Voc� queria que ele se casasse com voc� a todo custo!

Voc� queria se tornar a senhora da ba�a!

Mas agora eu matarei voc� como eu matei ele!

Eu n�o tenho nada a ver com isso!

Eu fui colocada nisso contra minha vontade.

Eu n�o queria, me deixe explicar. Eu fui for�ada!

Foi Ventura, essa � a verdade.

Foi tudo ideia dele.

Ele queria comprar a ba�a.

Parece imoral deixar a ba�a desaparecer embaixo da vegeta��o...

- quando poderia... - Desaparecer embaixo do cimento?

N�o.Eu j� sofri o bastante por causa da ba�a.

Eu prefiro o caos da vegeta��o do que aquilo que voc� quer trazer para c�.

Mas n�o � por amor � propriedade que eu a conservo.

Se minha casa n�o estivesse aqui, eu teria vendido a ba�a h� muito tempo.

Eu lhe asseguro que eu iria conservar a sua beleza natural.

Eu apenas constru� vilas... muito exclusivas, modernas.

Suas raz�es n�o s�o suficientes para me converter ao modernismo.

Eu j� cometi o erro de confiar a ba�a

a algu�m com mania de modernismo.

Me desculpe, mas seu marido...

Eu n�o quero mais ouvir nenhuma palavra sobre aquele homem!

N�s poder�amos rever o pre�o, se esse for o problema.

Um cavalheiro n�o insistiria tanto, senhor Ventura.

Com licen�a, est� na hora do meu cochilo.

- Jovem... - Condessa...

At� o mais obstinado pode ser persuadido a pensar outra vez.

"8 de janeiro. Agora eu tenho certeza de que Filippo est� afastado de mim.

Eu concordei com seu projeto de desenvolvimento da ba�a,

na esperan�a de salvar nosso casamento.

Mas em vez disso afundamos."

Pare com isso, n�o quero saber sobre a vida amorosa da Condessa.

Aqui! Estava tudo acabado entre eles no dia 13 de fevereiro.

Escute.

"13 de fevereiro. Acabou.

Estou cansada. Minha vida n�o tem sentido."

Coitada! Ela deve ter se sentido devastada.

Leia essa p�gina de novo.

"Estou cansada. Minha vida n�o tem sentido."

O que foi?

13 de fevereiro...

Me diga, alguma vez Donati n�o sentiu uma afei��o por voc�?

N�o seja rid�culo.

Eu o conheci naquela noite em que voc� me levou ao clube na ba�a.

� hora de deixar ele cortejar voc� outra vez.

Na verdade, � voc� quem vai cortej�-lo.

O que voc� est� pretendendo?

� simples.

Olhe.

O que isso significa?

A Condessa est� cansada da vida e comete suic�dio.

Suic�dio?

Sim.

No dia 13 de fevereiro, como diz aqui.

Na noite do dia 13, Donati a matar�.

No dia seguinte o corpo � encontrado com um bilhete de suic�dio ao lado.

Donati herda a ba�a e vende para mim.

Est� claro?

Se Donati se apaixonar por voc�, as coisas podem ser bem mais f�ceis.

Ele me for�ou a ver Donati.

Ent�o Ventura interferiu.

Ele foi o �nico que cuidou do plano.

Aquele bastardo!

E voc� � pior do que ele!

Eu amava aquela pobre inv�lida!

Voc� a matou por essa droga de ba�a!

E eu... fui muito burro

por deixar que voc� me envolvesse nesse neg�cio sujo.

Eu vou matar voc�!

Bastardos!

Eu vou matar todos voc�s!

N�o! Eu disse n�o!

Voc� n�o pode continuar brincando comigo assim!

Eu n�o quero ser a outra.

Desista de Federica.

- Ent�o veremos. - Eu pensei nisso, mas...

...n�o � f�cil.

Mas parece ser o �nico jeito.

Ent�o, voc� ir� faz�-lo?

Eu tive que fazer isso. Encontraram o corpo de Donati.

Voc� se meteu em s�rios problemas.

Coloque-os no banheiro por enquanto, depois os jogamos no mar.

� melhor voc� ir embora agora, para fora do pa�s.

De onde eu vou tirar dinheiro?

Isso pode ser providenciado.

Se voc� assinar a venda da ba�a para mim, posso lhe conseguir um empr�stimo.

Mas me consiga uma c�pia disso para que fique tudo �s claras.

Certo.

Aqui, assine.

�timo. Amanh� de manh� voc� ter� seu dinheiro,

passagem de avi�o e passaporte.

Obrigado.

H� mais duas coisas...

vamos.

Eles est�o aqui, eu os encontrei.

O que est� acontecendo?

Renata, onde est� voc�?

Sim?

Nunca pensei que voc� pudesse fazer isso.

� o m�nimo que posso fazer por minha fam�lia.

� melhor n�s sairmos daqui.

N�s voltaremos como donos, quando a ba�a estiver legalmente vendida.

Foi muita sorte termos encontrado o corpo do meu pai.

Agora, ningu�m pode acus�-lo de ser um assassino.

Tudo est� bem quando acaba bem!

Mam�e! Papai!

Eles s�o bons em brincar de mortos, n�o s�o?

Vamos para a ba�a.

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