Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Anteriormente, em Legacies...
Ontem, confront�mos um drag�o.
Porque � que queres tanto isto? O que tem de t�o especial?
Depois, uma g�rgula ganhou vida.
Isto s� come�ou quando apareceste e roubaste a adaga.
Que � o que os outros monstros vieram fazer.
Kaleb.
- Eu vi-te a alimentares-te dela. - Sim.
Meu, tens de saber quem apoias.
Mi�do adotado, tenho andado � tua procura.
- �s o Jed, certo? - S� queremos iniciar-te na alcateia.
N�o tens escolha.
O Landon disse-me que n�o sabia porque tinha roubado a adaga.
Mas depois mentiu e disse que n�o a tinha,
logo n�o sei no que acreditar.
Quem a empunhar tem o poder de salvar o mundo.
Ou de acabar com toda a vida como a conhecemos. � dif�cil dizer.
Eu ligo-te caso tenha problemas.
Tu enganaste-me.
Ric, tenho uma que fala.
Devido a acontecimentos recentes,
alguns alunos mostraram-se preocupados
por eu n�o vos deixar opinar sobre decis�es que afetam o vosso futuro.
E eu concordo.
Se esperamos que obede�am �s pol�ticas da escola,
� justo que tenham voto na cria��o das regras.
Por isso, vou formar um Conselho de Honra.
Um vampiro, um bruxo e um lobisomem.
Cada um eleito pelos seus pares.
Juntamente com a Emma, a nossa orientadora escolar,
cujo voto ir� representar os alunos mais novos.
Eu terei de me ausentar da escola.
Entretanto, espero que tomem boas decis�es
e que votem de forma sensata.
� tudo, podem ir.
Dr. Saltzman. Dr. Saltzman.
J� decidiram se o Landon pode ficar?
Estamos a fazer-lhe testes para percebermos se � sobrenatural.
E se os resultados n�o forem claros?
Terei de tomar uma decis�o.
O Conselho de Honra n�o pode decidir? N�o � esse o objetivo?
Opinarmos sobre coisas como esta?
Se chegar a isso e determinarmos que ele n�o � perigoso, sim.
Obrigado. N�o se vai arrepender.
Dr. Saltzman. Ol�!
Tem um minuto para falar do Kaleb?
- Estou atrasado, MG. - � mesmo importante.
- Trinta segundos. - Obrigado.
Quando disse � Lizzie que o Kaleb se alimentava daquelas mi�das,
n�o sabia que a minha l�ngua comprida o poria na pris�o dos vampiros.
A tua l�ngua comprida n�o teve nada que ver com isso.
O Kaleb est� preso porque tem de se limpar.
Quando os vampiros se alimentam de humanos
s�o perigosos n�o s� para os outros, como para eles mesmos.
Isso � fixe, mas podia ser brando com ele,
para os vampiros n�o ficarem t�o furiosos comigo.
Confia em mim, o castigo � adequado. A menos que aches que estou errado.
Nesse caso, fala sobre isso na reuni�o do Conselho de Honra.
- Tenho de ir. - Est� bem, claro.
- Est� a brincar comigo? - Hoje estou sob ataque?
Vai interrogar uma ninfa das �rvores e eu fico a fazer testes ao Landon?
Primeiro, � uma dr�ade, n�o � uma ninfa.
Segundo, preciso de uma bruxa para os feiti�os de teste.
- Pe�a � Emma. - Ela pode supervisionar,
mas est� ocupada a gerir a escola na minha aus�ncia insuport�vel.
Al�m disso, se o Landon te convencer de que pertence aqui,
convence qualquer um.
- Est� a gostar disto. - Estou.
Deixei-te instru��es no meu escrit�rio.
Tenta n�o o matar.
ESTOU COM ELA
Josie, concentra-te.
Nenhum destes resulta.
N�o vais perder as elei��es por causa de uma roupa.
N�o me preocupa perder as elei��es,
preocupa-me o que vou usar no meu discurso de vit�ria.
A roupa faz o discurso.
- Que tal estou? - Devias usar alguma coisa
que mostre aos outros bruxos que levar�s isto a s�rio.
� uma grande responsabilidade.
� por isso que sou perfeita para esta fun��o.
Eu dito as modas. Sou uma influenciadora.
As pessoas s� sabem o que querem quando eu lhes digo que o querem.
Elas precisam de mim.
O que est�s a fazer aqui?
O Dr. Saltzman quis que fosse eu a fazer-te os testes.
Vamos come�ar com...
... uma an�lise ao sangue m�stica.
- N�o! - Desculpa?
N�o. Estes testes determinam se fico ou n�o na escola, certo?
Nem pensar que ponho o meu futuro nas tuas m�os, �s tendenciosa.
N�o, n�o sou.
Al�m disso, n�o temos escolha.
Acredita, tamb�m n�o era assim que queria passar o meu dia.
- V�s? Tendenciosa. - Landon.
Disseste-me que querias encontrar respostas sobre quem ou o que �s.
Eu tamb�m quero essas respostas.
Vamos fazer isto.
A Lizzie Saltzman s� quer saber da Lizzie Saltzman.
Se os vossos interesses n�o forem os dela,
s�o uma bruxanon grata.
Pessoalmente, acho que merecem um candidato melhor.
Vais candidatar-te ao Conselho de Honra s� para a provocares?
Isso � um golpe baixo, Penelope. At� para ti.
Tu gostavas dos meus golpes baixos.
Tu percebeste. Nem sequer gostas de atividades extracurriculares,
j� para n�o falar de tudo que envolva valores morais.
Mas o vosso comit� de �tica n�o se importa que haja pl�gio duplo?
A Hope n�o era uma op��o.
Desiste agora. Ou vou cair em cima de ti.
Querida, isso querias tu. E, no fundo, sabes que tenho raz�o.
A tua irm� n�o serve para a fun��o.
J� descobrimos o padr�o. Os monstros v�m um de cada vez.
J� tive de matar um espetro flutuante para encontrar um de voc�s
que consiga dizer porque querem tanto esta adaga. Est� na hora de falar.
Porque falaria eu com criaturas malvadas que matam?
- Conseguiste alguma coisa? - S� um ligeiro ju�zo de valor.
�s uma dr�ade, certo?
O esp�rito vivo de uma �rvore.
Diz aqui que as dr�ades eram criaturas gentis
que viviam entre os humanos.
N�s n�o somos o inimigo, s� estamos � procura de respostas.
- Os humanos mentem. - Os monstros tamb�m.
H� um homem que estimo chamado Oliver.
Se o trouxerem at� mim, acreditarei que s�o de confian�a.
Ou o equivalente a isso entre a vossa esp�cie.
S� a� responderei �s vossas perguntas.
N�o vamos negociar. Certo, Ric?
O que devemos dizer a esse tal de Oliver?
Mostrem-lhe este anel. Pertencia-lhe.
Ele vir� convosco.
N�o darei mais respostas at� ele estar aqui.
E se n�o aceitarmos o acordo?
As �rvores s�o pacientes.
Os humanos n�o.
Bem, tenho um trabalho de Hist�ria Medieval �s duas. Quem o faz?
Eu fa�o.
Mas preciso de um favor.
Est�s na alcateia h� cinco minutos e j� pedes um favor ao teu alfa?
� �bvio que vais ser eleito para o Conselho de Honra.
Se chegar a isso, fazes o que puderes para o Landon ficar aqui?
� uma �tima ideia, mi�do adotado. Vou falar nisso na primeira reuni�o.
Para garantir que o mandam embora.
Porqu�? Eu entrei para a alcateia. Sigo todas as regras est�pidas...
Considera isso um castigo.
Por n�o teres respeitado logo a minha autoridade.
� essa a regra. Faz-se o que o alfa diz.
E eu digo que o Landon vai embora.
Que magia empregaram para procurarem o meu Oliver?
Um novo feiti�o chamado Google.
- Est�s a fazer tro�a de mim. - Sim, mas s� um bocadinho.
Quando abrires a janela, gostaria de sentir a brisa.
At� saber quais s�o os teus poderes, prefiro n�o o fazer.
N�o tens de recear que te engane.
Ao contr�rio dos humanos, as dr�ades n�o mentem.
Escolhemos n�o prejudicar.
Bem, mas no mundo humano,
�s vezes dizer a verdade pode prejudicar mais do que ajudar.
Ent�o, quem � o tal Oliver que o Dorian foi procurar?
O Oliver nunca mentiu.
N�o era como os outros homens, que vinham � floresta cortar �rvores
para que as suas casas fossem maiores do que as outras.
Tocava m�sica, encostava-se �s �rvores e sentia felicidade.
Apaixon�mo-nos.
Tens de saber que ele pode j� n�o estar c�.
J� passou algum tempo desde esses dias que recordas.
O Oliver fez um sacrif�cio enorme. Tornou-se vampiro
para podermos ficar juntos para sempre.
�amos encontrar-nos na clareira onde nos apaixon�mos para fugirmos,
mas as circunst�ncias impediram-nos.
Sinto a tua dor. Tamb�m perdeste um grande amor.
Uma �rvore vidente. Confere.
O humor ajuda-te a evitares a dor?
N�o, nem por isso.
- Carregas mais do que uma perda. - Algumas.
Incluindo a m�e das minhas filhas.
Mas tamb�m h� felicidade.
Vejo isso nos sorrisos delas. No riso dela.
�s vezes, ainda a vejo.
Boa e m� not�cia. A nossa amiga Bonnie fez uma bruxaria ao anel.
Uma combina��o entre feiti�os de invoca��o e proje��o astral.
Por isso...
Algu�m me diz o que se passa aqui?
Oliver!
Desculpa. Eu conhe�o-te?
- Presumo que essa seja a m� not�cia. - Sim.
- Boa, estou a conseguir. E agora? - Fica assim dez minutos.
O qu�?
Podemos parar. N�o passaste, n�o tens for�a sobrenatural.
- O que vem a seguir? - A seguir?
N�o passaste na escalada vertical,
no salto em comprimento e recusaste-te a nadar no lago.
Perdoa o mi�do adotado por nunca ter tido aulas de nata��o.
Ouve, posso ser p�ssimo em tudo, aparentemente,
mas s� tenho de passar num teste para ficar, por isso n�o desisto j�.
Como est� a correr?
O Landon ia agora mesmo correr at� ao lago e voltar.
O que est�s a testar, ao certo?
A capacidade dele de fugir de mim o mais depressa poss�vel.
Para ficar nesta escola, isso � obrigat�rio.
Fizeste o feiti�o de linhagem que te deixei?
Sim, foi a primeira coisa. N�o h� qualquer magia.
A maioria dos humanos tem vest�gios de magia no sangue
de um antepassado distante.
O que quer isso dizer?
Temos de saber mais acerca do passado do Landon.
- Como te chamas? - Landon Kirby.
V�s? Isso � verdade.
Agora, mente. Qual � a tua comida favorita?
Coelho.
Ent�o, isso � um detetor de mentiras sobrenatural.
- � o teu pior pesadelo. - For�a nisso, Hope.
- Onde nasceste? - N�o sei.
- Quem s�o os teus pais? - A minha m�e chama-se Seylah.
N�o sei mais nada, ela deu-me para ado��o quando era pequeno.
- E o teu pai? - Nunca o conheci.
- Porque n�o podes ser compelido? - N�o fa�o ideia.
H� uns dias, nem sabia o que era a compuls�o.
- Porque � que levaste a adaga? - N�o sei.
Lembro-me de o fazer, mas n�o me lembro do motivo.
Isso n�o chega.
Se n�o descobrirmos o que �s, n�o podes ficar na escola.
Esta � uma enorme honra.
� t�o bom saber que todos voc�s me adoram
tanto quanto eu achava. - Lizzie...
Antes de avan�ares nos discursos de vit�ria,
eu falei com a Serena e o seu cl� g�tico.
Ela disse que iam votar em ti,
mas querem saber que decretas f�rias para as festividades pag�s.
Certo.
- Ol�, Raf. - Ol�, Jo.
Bem-vindo ao c�rculo dos vencedores.
Como est� a correr com o idiota do Jed?
Queres mais conselhos para lidares com alfas Cro-Magnon?
� para isso que estou aqui.
- Lizzie... - Ol�!
- Tens um segundo? - Tenho imensos segundos.
Quer dizer, tenho tempo.
Pode ser o Conselho de Honra a decidir se o Landon pode ficar.
A Emma n�o diz no que vai votar, mas falei com o MG.
Ele � o �nico candidato vampiro e vai ajudar-me.
- E como ser�s a eleita dos bruxos... - N�o digas mais nada.
Eu sei que o Landon � importante para ti.
- Seria um prazer ajudar. - Fixe, obrigado.
- A s�rio. - Se tu n�o te importasses...
... de sair comigo no meu anivers�rio, na sexta-feira.
- Est�s a chantagear-me? - N�o, tolo.
Estou a convidar-te. � completamente diferente.
Claro.
Como queiras.
- Ent�o, Kaleb? - Que raio � que queres, meu?
Trouxe-te isto da cozinha.
Pensei que podias ter fome.
N�o de sangue de coelho.
- � o �nico que h� na escola, meu. - Ent�o, fa�o greve de fome.
Lamento que estejas aqui, mas deixa-me compensar-te.
O Dr. Saltzman vai criar um Conselho de Honra.
Se for eleito, posso mudar as coisas, come�ando por te tirar desta cela.
- Farias isso por mim? - Sim, claro.
Est� bem. Manda os vampiros virem ter comigo.
- Eu falo com eles. - Obrigado, meu.
N�o te vais arrepender, prometo.
Est� bem.
- Temos de falar, Jed. - J� fal�mos.
Ouve-me. Eu tenho os vampiros e os bruxos.
Mas preciso de mais uma fa��o para ter a certeza.
Seria bom contar com a minha alcateia.
Pois, o problema � esse, Raf. Eles n�o s�o a tua alcateia.
S�o a minha.
J� esperava que dissesses isso.
Tenho estudado os livros que obrigas os outros a ler por ti.
Como oIntrodu��o � Licantropia.
Um alfa tem de enfrentar quem o desafiar.
N�o queria que fosse assim,
mas se se faz o que o alfa diz...
... eu tenho de ser o alfa.
VOTA MG
ESTOU COM HERPES
LIBERTEM O KALEB
Eu voto na Lizzie.
Mas quero que me empreste a camisola cor-de-rosa dela.
Para sempre.
As urnas est�o abertas.
Muito bem, as vota��es terminaram.
Vamos come�ar.
O representante dos lobisomens �...
... o Rafael.
E dizia que n�o queria nada com a alcateia.
Sempre quis fazer parte de um casal poderoso.
Muito bem, acalmem-se. Obrigada.
A seguir...
O representante dos vampiros �...
... o Kaleb.
- Muito bem, malta. Acalmem-se. - Boa, boa!
Obrigada.
Est� na hora. Que tal estou?
E o representante dos bruxos �...
-... a Josie. - O qu�?
Obrigada por terem votado.
E parab�ns aos representantes eleitos.
�ramos tantas naquele bosque. N�o te lembras de nenhuma de n�s?
Ela conhecia-te, sabe o teu nome.
- Tu �s vampiro. - N�o sei o que se passa aqui, mas...
... n�s nunca nos conhecemos.
Na floresta, havia uma clareira junto ao rio.
Floresciam l� narcisos a cada primavera.
Passo l� todos os dias.
Foi onde pedi a minha esposa em casamento.
- �s casado? - Sou.
Porque � que falaste na clareira?
Desculpa.
Enganei-me, pensei que fosses outra pessoa.
Disseste que me ias ajudar a obter respostas.
Eu nem sequer queria fazer isto.
N�o me culpes por n�o seres especial.
Eu pedi desculpa por te ter mentido.
Expliquei porque levei a adaga.
Porque � que ainda est�s t�o zangada comigo?
N�o estou zangada. N�o quero saber.
Est� bem, � mais f�cil estar zangada.
- Porqu�? - Porque sim.
Ou talvez aches que n�o estar zangada � baixar a guarda
e a lend�ria Hope Mikaelson nunca poderia fazer isso?
Quando baixo a guarda, as pessoas desiludem-me.
Ao crescer no sistema de ado��o,
sempre que me mandavam para um s�tio novo,
esperava que fosse o s�tio certo.
Sabes, como bater tr�s vezes os calcanhares
e dizer que n�o h� lugar como a nossa casa?
Um s�tio onde pertencer.
Mas nunca foi assim.
Quando perdemos a esperan�a e somos magoados por tanta gente,
come�a a parecer imposs�vel confiar em algu�m novo.
Principalmente quando nos mentem.
Por isso, pela �ltima vez, pe�o desculpa.
Tra� a tua confian�a.
N�o o quero voltar a fazer.
Obrigada.
Mas se isto correr mal,
certifica-te de que, desta vez, o Raf n�o me segue.
Eu quero ficar aqui, mas ele precisa de ficar.
Encontrou finalmente o lar que merece.
N�o lhe vou tirar isso.
Ol�, Jed.
Tu n�o pertences aqui.
Pois, est�o sempre a dizer-me isso.
Estava tudo bem antes de tu e o Rafael aparecerem.
Espera.
- Vou desfazer o Jed. - N�o, n�o vais.
Ele vai pagar pelo que fez. Podia t�-lo matado.
Se queres ajud�-lo, vai ao jardim e traz-me raiz de avelaneira.
O que faz a raiz de avelaneira?
F�-lo acalmar-se at� se dar conta de que inventei isso.
O Raf teve umas semanas dif�ceis.
Olha quem fala.
Parece-me que a cura sobrenatural tamb�m pode ser posta de parte.
Lamento que isto te tenha acontecido.
O Jed � um daqueles casos raros em que o c�o ladra e morde.
- J� lidei com muitos rufias. - N�o como este.
Sei que queres muito ficar aqui,
mas esta escola est� cheia de gente como o Jed.
Alguns de n�s s�o melhores, alguns t�m mais controlo,
mas todos somos capazes de fazer o que ele fez.
Achas mesmo que est�s seguro aqui?
Acho.
Tens de descansar.
Posso...
... ir buscar-te alguma coisa? - Pedi para te calares.
Estou a tentar ser superior.
Por isso, deixa-me em paz.
N�o sei porque � que a Penelope os fez votar em mim.
N�o faz sentido nenhum.
- O que est� feito, feito est�, Jo. - Posso recusar.
- E ficariam com o segundo lugar. - As grandes mentes pensam o mesmo.
J� perguntei � Emma se pod�amos fazer isso.
E ela disse que n�o? Podemos pedir ao pai.
Ela disse que sim, s� que...
... pelos vistos...
... eu n�o fiquei em segundo, sequer.
Deixa-me adivinhar, houve um erro.
Ganhei o voto popular, mas n�o o col�gio eleitoral.
N�o. Ganhaste de forma justa.
Tirando a parte de me teres apunhalado pelas costas.
N�o sabe nada bem, pois n�o?
A Emma pediu-me para te vir buscar.
Est� bem.
Eu s� queria ser eleito para resolver as coisas entre n�s.
E resolveste. Agora, estamos quites.
- Como vai o interrogat�rio? - Ela n�o fala.
Mas acho que descobri porque � que ningu�m se lembra
da exist�ncia de drag�es, g�rgulas ou dr�ades.
O que aconteceu a estas criaturas
apagou a mem�ria que havia delas.
� como se nunca tivessem existido.
Isso explica muita coisa.
N�o fiques t�o empolgada, � s� uma pe�a enorme do puzzle
que explica o porqu� destas criaturas s� existirem em lendas e mitos.
Desculpe. Estou s� a ter um dia complicado.
Oi�a, quero ter um lugar no Conselho.
Sou uma tr�brida, a �nica que existe.
S� eu � que posso representar os meus interesses.
Isto � por causa do Landon?
N�o deixes que se torne pessoal.
O que � pol�tico � pessoal.
Aprendi isso na sua aula de Forma��o C�vica Avan�ada.
Isso � batota.
Mas acredito que tomar�s a decis�o certa.
J� se passaram horas. Ela n�o nos vai dizer nada.
Sabe bem. Obrigada, Alaric.
Eu perdi exatamente o que tu perdeste hoje.
Sinto muito.
Vou cumprir o nosso acordo. O que desejam saber?
Desculpem o atraso.
Esperem a�. Quem � que votou nela?
N�o tive oposi��o.
Estamos aqui para decidir se o Landon pode ficar na escola.
O meu voto, em nome dos mais novos,
� que devemos ficar do lado da inclus�o.
N�s existimos para ajudar mi�dos como ele.
Que � o que vou fazer agora.
Tenho uma equipa de busca � procura do Jed.
Como viram, viol�ncia gera mais viol�ncia.
Com licen�a.
Muito bem. Quem quer come�ar?
O Landon tem de ir embora.
Nunca pensei vir a dizer isto,
mas a Hope tem raz�o.
Os humanos n�o nos quiseram no mundo deles.
Se os deixarmos entrar, � s� uma quest�o de tempo
at� nos tirarem tamb�m este lugar.
O Landon vai embora.
O Landon � meu irm�o.
� gra�as a ele que estou vivo.
N�o pode voltar para a vida humana sabendo que existem drag�es e magia.
Tir�mos-lhe a vida reles que tinha.
Seria ego�smo n�o lhe darmos outra para a substituir.
S�o dois contra um.
N�o importa o quanto queremos que ele fique.
V� o que um lobo zangado lhe fez.
H� pouco, perguntei-lhe se se sentia seguro aqui.
Ele disse que sim.
Estava a mentir.
Este s�tio � perigoso para ele. At� ele sabe isso.
- Eu protejo-o. - E onde estavas h� uma hora?
� essa a quest�o.
Se ele ficar, est� nas nossas m�os.
� nossa responsabilidade proteg�-lo.
Podemos mesmo dizer que acreditamos
que todos estamos preparados para essa responsabilidade?
Tudo depende de ti, Josie.
Na noite em que ia partir com o Oliver, fui atacada
e acordei numa escurid�o sem fim.
Sentia a presen�a de outros, mas n�o os via nem ouvia.
Fiquei l� imenso tempo, mas depois, de repente,
dei comigo n�o muito longe daqui.
Com a necessidade de possuir essa adaga.
- Porqu�? O que � isto? - N�o sei.
S� sei que tenho de a ter.
� como se tivesse algo...
... algo dentro de mim a dizer-me para a levar.
Levar para onde?
H� um po�o escuro debaixo da Terra. Fechado.
Consigo v�-lo, consigo senti-lo.
Tenho de levar a adaga at� l�. Se o fizer, terei paz e serei livre.
E quem te disse para fazeres isso?
Uma voz na minha mente. Ainda est� l�.
Tento lutar contra ela, mas n�o sou forte o suficiente.
Desculpem, n�o tenho escolha.
Cuidado.
Dorian, a adaga.
Levem-me para os narcisos.
Levem-me para casa. Levem-me, por favor.
Josie. Por favor.
Desde que o Landon chegou,
a minha irm�, o meu pai e eu quase morremos.
N�o sabemos o que o Landon �,
por isso n�o podemos dizer se � perigoso ou n�o.
Raf, isto n�o � sobre quem � nosso amigo ou de quem gostamos.
Esta escola � uma fam�lia.
E n�o volto a p�r a minha fam�lia em perigo.
Raf!
Raf, para.
Voc�s para mim acabaram.
Cuidado com a cabe�a.
Estava enganada a teu respeito.
Dorian, mantiveste a tua palavra.
Nem todos os humanos mentem.
N�o faz mal.
Oxal� houvesse mais monstros como tu.
Lembrei-me de outra coisa. Aquele po�o negro.
Aquele s�tio horr�vel.
Chama-se Malivore.
Malivore.
Obrigado.
Lamento que isto tenha acontecido.
� querido da tua parte n�o quereres magoar o saco.
Queres ficar no lugar dele?
N�o me culpes.
Os outros bruxos sabiam que serias p�ssima naquela fun��o.
O que � que eu te fiz para me odiares tanto?
N�o tem que ver contigo.
� chocante, eu sei.
Tem que ver com a forma como tratas a Josie.
Eu adoro a Josie.
Ocorreu-te perguntar-lhe se ela queria candidatar-se
antes de partires do princ�pio que ias ganhar?
Deixaste-a sem espa�o para ela.
Ela gasta toda a energia dela a cuidar de ti.
N�o tem tempo para uma rela��o porque tu �s um buraco negro
de tempo, energia e amor.
Sugas tudo e n�o d�s nada em troca.
Ela nunca te ir� prejudicar.
Portanto, vou faz�-lo por ela.
- Obrigado por vires comigo. - De nada.
Tinha de sair sem que o Rafael tentasse seguir-me outra vez.
N�o vot�mos de �nimo leve, foi renhido.
Pois, n�o preciso de ouvir isso. J� estou a sofrer o suficiente.
- Eu votei para n�o ficares. - Pois, n�o precisava de saber isso.
Porqu�, exatamente?
Lembras-te de me pedires para garantir que o Raf n�o te seguia?
Fizeste-o porque gostas dele,
porque querias fazer o correto para ele.
Apesar de ter sido dif�cil.
� a tua forma de admitires que gostas de mim?
Talvez seja um pouco tendenciosa.
- Nova Orle�es? - Tenho l� um amigo � tua espera.
Pedi-lhe para te ajudar a encontrar a tua m�e biol�gica.
- O qu�? - N�o te dei qualquer resposta.
Mas ele pode dar.
Com isto. Pus a� o resultado do teu feiti�o de linhagem.
E algum dinheiro. E uma sandes.
Espero que gostes de fiambre.
Obrigado.
De nada. E...
- E isto. - O que � isto?
Imagina que � como bater os calcanhares tr�s vezes.
Se precisares de mim, carregas e a minha pulseira leva-me at� ti.
� melhor eu ir.
Est� bem.
Adeus. Adeus, Landon.
Queria ver se funcionava.
- Desculpa, desculpa. - N�o faz mal, vale a pena.
- Desculpa, vou deixar-te em paz. - N�o, espera.
Sinto muito. Em rela��o ao Landon.
Pensei que a Josie te ia apoiar, n�o sei o que aconteceu.
Fora isso, parece que sou a pior pessoa do mundo.
- N�o tens de ir comigo � festa. - N�o.
N�o foste tu a quebrar o acordo, vou manter a minha palavra.
O que est�s a fazer?
N�o penses.
Aquele po�o negro. Aquele s�tio horr�vel.
Chama-se Malivore.
Tradu��o e Legendagem Cinem�gica, Lda.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.