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Original subtitles

Anteriormente, em Legacies...

Ontem, confront�mos um drag�o.

Porque � que queres tanto isto? O que tem de t�o especial?

Depois, uma g�rgula ganhou vida.

Isto s� come�ou quando apareceste e roubaste a adaga.

Que � o que os outros monstros vieram fazer.

Kaleb.

- Eu vi-te a alimentares-te dela. - Sim.

Meu, tens de saber quem apoias.

Mi�do adotado, tenho andado � tua procura.

- �s o Jed, certo? - S� queremos iniciar-te na alcateia.

N�o tens escolha.

O Landon disse-me que n�o sabia porque tinha roubado a adaga.

Mas depois mentiu e disse que n�o a tinha,

logo n�o sei no que acreditar.

Quem a empunhar tem o poder de salvar o mundo.

Ou de acabar com toda a vida como a conhecemos. � dif�cil dizer.

Eu ligo-te caso tenha problemas.

Tu enganaste-me.

Ric, tenho uma que fala.

Devido a acontecimentos recentes,

alguns alunos mostraram-se preocupados

por eu n�o vos deixar opinar sobre decis�es que afetam o vosso futuro.

E eu concordo.

Se esperamos que obede�am �s pol�ticas da escola,

� justo que tenham voto na cria��o das regras.

Por isso, vou formar um Conselho de Honra.

Um vampiro, um bruxo e um lobisomem.

Cada um eleito pelos seus pares.

Juntamente com a Emma, a nossa orientadora escolar,

cujo voto ir� representar os alunos mais novos.

Eu terei de me ausentar da escola.

Entretanto, espero que tomem boas decis�es

e que votem de forma sensata.

� tudo, podem ir.

Dr. Saltzman. Dr. Saltzman.

J� decidiram se o Landon pode ficar?

Estamos a fazer-lhe testes para percebermos se � sobrenatural.

E se os resultados n�o forem claros?

Terei de tomar uma decis�o.

O Conselho de Honra n�o pode decidir? N�o � esse o objetivo?

Opinarmos sobre coisas como esta?

Se chegar a isso e determinarmos que ele n�o � perigoso, sim.

Obrigado. N�o se vai arrepender.

Dr. Saltzman. Ol�!

Tem um minuto para falar do Kaleb?

- Estou atrasado, MG. - � mesmo importante.

- Trinta segundos. - Obrigado.

Quando disse � Lizzie que o Kaleb se alimentava daquelas mi�das,

n�o sabia que a minha l�ngua comprida o poria na pris�o dos vampiros.

A tua l�ngua comprida n�o teve nada que ver com isso.

O Kaleb est� preso porque tem de se limpar.

Quando os vampiros se alimentam de humanos

s�o perigosos n�o s� para os outros, como para eles mesmos.

Isso � fixe, mas podia ser brando com ele,

para os vampiros n�o ficarem t�o furiosos comigo.

Confia em mim, o castigo � adequado. A menos que aches que estou errado.

Nesse caso, fala sobre isso na reuni�o do Conselho de Honra.

- Tenho de ir. - Est� bem, claro.

- Est� a brincar comigo? - Hoje estou sob ataque?

Vai interrogar uma ninfa das �rvores e eu fico a fazer testes ao Landon?

Primeiro, � uma dr�ade, n�o � uma ninfa.

Segundo, preciso de uma bruxa para os feiti�os de teste.

- Pe�a � Emma. - Ela pode supervisionar,

mas est� ocupada a gerir a escola na minha aus�ncia insuport�vel.

Al�m disso, se o Landon te convencer de que pertence aqui,

convence qualquer um.

- Est� a gostar disto. - Estou.

Deixei-te instru��es no meu escrit�rio.

Tenta n�o o matar.

ESTOU COM ELA

Josie, concentra-te.

Nenhum destes resulta.

N�o vais perder as elei��es por causa de uma roupa.

N�o me preocupa perder as elei��es,

preocupa-me o que vou usar no meu discurso de vit�ria.

A roupa faz o discurso.

- Que tal estou? - Devias usar alguma coisa

que mostre aos outros bruxos que levar�s isto a s�rio.

� uma grande responsabilidade.

� por isso que sou perfeita para esta fun��o.

Eu dito as modas. Sou uma influenciadora.

As pessoas s� sabem o que querem quando eu lhes digo que o querem.

Elas precisam de mim.

O que est�s a fazer aqui?

O Dr. Saltzman quis que fosse eu a fazer-te os testes.

Vamos come�ar com...

... uma an�lise ao sangue m�stica.

- N�o! - Desculpa?

N�o. Estes testes determinam se fico ou n�o na escola, certo?

Nem pensar que ponho o meu futuro nas tuas m�os, �s tendenciosa.

N�o, n�o sou.

Al�m disso, n�o temos escolha.

Acredita, tamb�m n�o era assim que queria passar o meu dia.

- V�s? Tendenciosa. - Landon.

Disseste-me que querias encontrar respostas sobre quem ou o que �s.

Eu tamb�m quero essas respostas.

Vamos fazer isto.

A Lizzie Saltzman s� quer saber da Lizzie Saltzman.

Se os vossos interesses n�o forem os dela,

s�o uma bruxanon grata.

Pessoalmente, acho que merecem um candidato melhor.

Vais candidatar-te ao Conselho de Honra s� para a provocares?

Isso � um golpe baixo, Penelope. At� para ti.

Tu gostavas dos meus golpes baixos.

Tu percebeste. Nem sequer gostas de atividades extracurriculares,

j� para n�o falar de tudo que envolva valores morais.

Mas o vosso comit� de �tica n�o se importa que haja pl�gio duplo?

A Hope n�o era uma op��o.

Desiste agora. Ou vou cair em cima de ti.

Querida, isso querias tu. E, no fundo, sabes que tenho raz�o.

A tua irm� n�o serve para a fun��o.

J� descobrimos o padr�o. Os monstros v�m um de cada vez.

J� tive de matar um espetro flutuante para encontrar um de voc�s

que consiga dizer porque querem tanto esta adaga. Est� na hora de falar.

Porque falaria eu com criaturas malvadas que matam?

- Conseguiste alguma coisa? - S� um ligeiro ju�zo de valor.

�s uma dr�ade, certo?

O esp�rito vivo de uma �rvore.

Diz aqui que as dr�ades eram criaturas gentis

que viviam entre os humanos.

N�s n�o somos o inimigo, s� estamos � procura de respostas.

- Os humanos mentem. - Os monstros tamb�m.

H� um homem que estimo chamado Oliver.

Se o trouxerem at� mim, acreditarei que s�o de confian�a.

Ou o equivalente a isso entre a vossa esp�cie.

S� a� responderei �s vossas perguntas.

N�o vamos negociar. Certo, Ric?

O que devemos dizer a esse tal de Oliver?

Mostrem-lhe este anel. Pertencia-lhe.

Ele vir� convosco.

N�o darei mais respostas at� ele estar aqui.

E se n�o aceitarmos o acordo?

As �rvores s�o pacientes.

Os humanos n�o.

Bem, tenho um trabalho de Hist�ria Medieval �s duas. Quem o faz?

Eu fa�o.

Mas preciso de um favor.

Est�s na alcateia h� cinco minutos e j� pedes um favor ao teu alfa?

� �bvio que vais ser eleito para o Conselho de Honra.

Se chegar a isso, fazes o que puderes para o Landon ficar aqui?

� uma �tima ideia, mi�do adotado. Vou falar nisso na primeira reuni�o.

Para garantir que o mandam embora.

Porqu�? Eu entrei para a alcateia. Sigo todas as regras est�pidas...

Considera isso um castigo.

Por n�o teres respeitado logo a minha autoridade.

� essa a regra. Faz-se o que o alfa diz.

E eu digo que o Landon vai embora.

Que magia empregaram para procurarem o meu Oliver?

Um novo feiti�o chamado Google.

- Est�s a fazer tro�a de mim. - Sim, mas s� um bocadinho.

Quando abrires a janela, gostaria de sentir a brisa.

At� saber quais s�o os teus poderes, prefiro n�o o fazer.

N�o tens de recear que te engane.

Ao contr�rio dos humanos, as dr�ades n�o mentem.

Escolhemos n�o prejudicar.

Bem, mas no mundo humano,

�s vezes dizer a verdade pode prejudicar mais do que ajudar.

Ent�o, quem � o tal Oliver que o Dorian foi procurar?

O Oliver nunca mentiu.

N�o era como os outros homens, que vinham � floresta cortar �rvores

para que as suas casas fossem maiores do que as outras.

Tocava m�sica, encostava-se �s �rvores e sentia felicidade.

Apaixon�mo-nos.

Tens de saber que ele pode j� n�o estar c�.

J� passou algum tempo desde esses dias que recordas.

O Oliver fez um sacrif�cio enorme. Tornou-se vampiro

para podermos ficar juntos para sempre.

�amos encontrar-nos na clareira onde nos apaixon�mos para fugirmos,

mas as circunst�ncias impediram-nos.

Sinto a tua dor. Tamb�m perdeste um grande amor.

Uma �rvore vidente. Confere.

O humor ajuda-te a evitares a dor?

N�o, nem por isso.

- Carregas mais do que uma perda. - Algumas.

Incluindo a m�e das minhas filhas.

Mas tamb�m h� felicidade.

Vejo isso nos sorrisos delas. No riso dela.

�s vezes, ainda a vejo.

Boa e m� not�cia. A nossa amiga Bonnie fez uma bruxaria ao anel.

Uma combina��o entre feiti�os de invoca��o e proje��o astral.

Por isso...

Algu�m me diz o que se passa aqui?

Oliver!

Desculpa. Eu conhe�o-te?

- Presumo que essa seja a m� not�cia. - Sim.

- Boa, estou a conseguir. E agora? - Fica assim dez minutos.

O qu�?

Podemos parar. N�o passaste, n�o tens for�a sobrenatural.

- O que vem a seguir? - A seguir?

N�o passaste na escalada vertical,

no salto em comprimento e recusaste-te a nadar no lago.

Perdoa o mi�do adotado por nunca ter tido aulas de nata��o.

Ouve, posso ser p�ssimo em tudo, aparentemente,

mas s� tenho de passar num teste para ficar, por isso n�o desisto j�.

Como est� a correr?

O Landon ia agora mesmo correr at� ao lago e voltar.

O que est�s a testar, ao certo?

A capacidade dele de fugir de mim o mais depressa poss�vel.

Para ficar nesta escola, isso � obrigat�rio.

Fizeste o feiti�o de linhagem que te deixei?

Sim, foi a primeira coisa. N�o h� qualquer magia.

A maioria dos humanos tem vest�gios de magia no sangue

de um antepassado distante.

O que quer isso dizer?

Temos de saber mais acerca do passado do Landon.

- Como te chamas? - Landon Kirby.

V�s? Isso � verdade.

Agora, mente. Qual � a tua comida favorita?

Coelho.

Ent�o, isso � um detetor de mentiras sobrenatural.

- � o teu pior pesadelo. - For�a nisso, Hope.

- Onde nasceste? - N�o sei.

- Quem s�o os teus pais? - A minha m�e chama-se Seylah.

N�o sei mais nada, ela deu-me para ado��o quando era pequeno.

- E o teu pai? - Nunca o conheci.

- Porque n�o podes ser compelido? - N�o fa�o ideia.

H� uns dias, nem sabia o que era a compuls�o.

- Porque � que levaste a adaga? - N�o sei.

Lembro-me de o fazer, mas n�o me lembro do motivo.

Isso n�o chega.

Se n�o descobrirmos o que �s, n�o podes ficar na escola.

Esta � uma enorme honra.

� t�o bom saber que todos voc�s me adoram

tanto quanto eu achava. - Lizzie...

Antes de avan�ares nos discursos de vit�ria,

eu falei com a Serena e o seu cl� g�tico.

Ela disse que iam votar em ti,

mas querem saber que decretas f�rias para as festividades pag�s.

Certo.

- Ol�, Raf. - Ol�, Jo.

Bem-vindo ao c�rculo dos vencedores.

Como est� a correr com o idiota do Jed?

Queres mais conselhos para lidares com alfas Cro-Magnon?

� para isso que estou aqui.

- Lizzie... - Ol�!

- Tens um segundo? - Tenho imensos segundos.

Quer dizer, tenho tempo.

Pode ser o Conselho de Honra a decidir se o Landon pode ficar.

A Emma n�o diz no que vai votar, mas falei com o MG.

Ele � o �nico candidato vampiro e vai ajudar-me.

- E como ser�s a eleita dos bruxos... - N�o digas mais nada.

Eu sei que o Landon � importante para ti.

- Seria um prazer ajudar. - Fixe, obrigado.

- A s�rio. - Se tu n�o te importasses...

... de sair comigo no meu anivers�rio, na sexta-feira.

- Est�s a chantagear-me? - N�o, tolo.

Estou a convidar-te. � completamente diferente.

Claro.

Como queiras.

- Ent�o, Kaleb? - Que raio � que queres, meu?

Trouxe-te isto da cozinha.

Pensei que podias ter fome.

N�o de sangue de coelho.

- � o �nico que h� na escola, meu. - Ent�o, fa�o greve de fome.

Lamento que estejas aqui, mas deixa-me compensar-te.

O Dr. Saltzman vai criar um Conselho de Honra.

Se for eleito, posso mudar as coisas, come�ando por te tirar desta cela.

- Farias isso por mim? - Sim, claro.

Est� bem. Manda os vampiros virem ter comigo.

- Eu falo com eles. - Obrigado, meu.

N�o te vais arrepender, prometo.

Est� bem.

- Temos de falar, Jed. - J� fal�mos.

Ouve-me. Eu tenho os vampiros e os bruxos.

Mas preciso de mais uma fa��o para ter a certeza.

Seria bom contar com a minha alcateia.

Pois, o problema � esse, Raf. Eles n�o s�o a tua alcateia.

S�o a minha.

J� esperava que dissesses isso.

Tenho estudado os livros que obrigas os outros a ler por ti.

Como oIntrodu��o � Licantropia.

Um alfa tem de enfrentar quem o desafiar.

N�o queria que fosse assim,

mas se se faz o que o alfa diz...

... eu tenho de ser o alfa.

VOTA MG

ESTOU COM HERPES

LIBERTEM O KALEB

Eu voto na Lizzie.

Mas quero que me empreste a camisola cor-de-rosa dela.

Para sempre.

As urnas est�o abertas.

Muito bem, as vota��es terminaram.

Vamos come�ar.

O representante dos lobisomens �...

... o Rafael.

E dizia que n�o queria nada com a alcateia.

Sempre quis fazer parte de um casal poderoso.

Muito bem, acalmem-se. Obrigada.

A seguir...

O representante dos vampiros �...

... o Kaleb.

- Muito bem, malta. Acalmem-se. - Boa, boa!

Obrigada.

Est� na hora. Que tal estou?

E o representante dos bruxos �...

-... a Josie. - O qu�?

Obrigada por terem votado.

E parab�ns aos representantes eleitos.

�ramos tantas naquele bosque. N�o te lembras de nenhuma de n�s?

Ela conhecia-te, sabe o teu nome.

- Tu �s vampiro. - N�o sei o que se passa aqui, mas...

... n�s nunca nos conhecemos.

Na floresta, havia uma clareira junto ao rio.

Floresciam l� narcisos a cada primavera.

Passo l� todos os dias.

Foi onde pedi a minha esposa em casamento.

- �s casado? - Sou.

Porque � que falaste na clareira?

Desculpa.

Enganei-me, pensei que fosses outra pessoa.

Disseste que me ias ajudar a obter respostas.

Eu nem sequer queria fazer isto.

N�o me culpes por n�o seres especial.

Eu pedi desculpa por te ter mentido.

Expliquei porque levei a adaga.

Porque � que ainda est�s t�o zangada comigo?

N�o estou zangada. N�o quero saber.

Est� bem, � mais f�cil estar zangada.

- Porqu�? - Porque sim.

Ou talvez aches que n�o estar zangada � baixar a guarda

e a lend�ria Hope Mikaelson nunca poderia fazer isso?

Quando baixo a guarda, as pessoas desiludem-me.

Ao crescer no sistema de ado��o,

sempre que me mandavam para um s�tio novo,

esperava que fosse o s�tio certo.

Sabes, como bater tr�s vezes os calcanhares

e dizer que n�o h� lugar como a nossa casa?

Um s�tio onde pertencer.

Mas nunca foi assim.

Quando perdemos a esperan�a e somos magoados por tanta gente,

come�a a parecer imposs�vel confiar em algu�m novo.

Principalmente quando nos mentem.

Por isso, pela �ltima vez, pe�o desculpa.

Tra� a tua confian�a.

N�o o quero voltar a fazer.

Obrigada.

Mas se isto correr mal,

certifica-te de que, desta vez, o Raf n�o me segue.

Eu quero ficar aqui, mas ele precisa de ficar.

Encontrou finalmente o lar que merece.

N�o lhe vou tirar isso.

Ol�, Jed.

Tu n�o pertences aqui.

Pois, est�o sempre a dizer-me isso.

Estava tudo bem antes de tu e o Rafael aparecerem.

Espera.

- Vou desfazer o Jed. - N�o, n�o vais.

Ele vai pagar pelo que fez. Podia t�-lo matado.

Se queres ajud�-lo, vai ao jardim e traz-me raiz de avelaneira.

O que faz a raiz de avelaneira?

F�-lo acalmar-se at� se dar conta de que inventei isso.

O Raf teve umas semanas dif�ceis.

Olha quem fala.

Parece-me que a cura sobrenatural tamb�m pode ser posta de parte.

Lamento que isto te tenha acontecido.

O Jed � um daqueles casos raros em que o c�o ladra e morde.

- J� lidei com muitos rufias. - N�o como este.

Sei que queres muito ficar aqui,

mas esta escola est� cheia de gente como o Jed.

Alguns de n�s s�o melhores, alguns t�m mais controlo,

mas todos somos capazes de fazer o que ele fez.

Achas mesmo que est�s seguro aqui?

Acho.

Tens de descansar.

Posso...

... ir buscar-te alguma coisa? - Pedi para te calares.

Estou a tentar ser superior.

Por isso, deixa-me em paz.

N�o sei porque � que a Penelope os fez votar em mim.

N�o faz sentido nenhum.

- O que est� feito, feito est�, Jo. - Posso recusar.

- E ficariam com o segundo lugar. - As grandes mentes pensam o mesmo.

J� perguntei � Emma se pod�amos fazer isso.

E ela disse que n�o? Podemos pedir ao pai.

Ela disse que sim, s� que...

... pelos vistos...

... eu n�o fiquei em segundo, sequer.

Deixa-me adivinhar, houve um erro.

Ganhei o voto popular, mas n�o o col�gio eleitoral.

N�o. Ganhaste de forma justa.

Tirando a parte de me teres apunhalado pelas costas.

N�o sabe nada bem, pois n�o?

A Emma pediu-me para te vir buscar.

Est� bem.

Eu s� queria ser eleito para resolver as coisas entre n�s.

E resolveste. Agora, estamos quites.

- Como vai o interrogat�rio? - Ela n�o fala.

Mas acho que descobri porque � que ningu�m se lembra

da exist�ncia de drag�es, g�rgulas ou dr�ades.

O que aconteceu a estas criaturas

apagou a mem�ria que havia delas.

� como se nunca tivessem existido.

Isso explica muita coisa.

N�o fiques t�o empolgada, � s� uma pe�a enorme do puzzle

que explica o porqu� destas criaturas s� existirem em lendas e mitos.

Desculpe. Estou s� a ter um dia complicado.

Oi�a, quero ter um lugar no Conselho.

Sou uma tr�brida, a �nica que existe.

S� eu � que posso representar os meus interesses.

Isto � por causa do Landon?

N�o deixes que se torne pessoal.

O que � pol�tico � pessoal.

Aprendi isso na sua aula de Forma��o C�vica Avan�ada.

Isso � batota.

Mas acredito que tomar�s a decis�o certa.

J� se passaram horas. Ela n�o nos vai dizer nada.

Sabe bem. Obrigada, Alaric.

Eu perdi exatamente o que tu perdeste hoje.

Sinto muito.

Vou cumprir o nosso acordo. O que desejam saber?

Desculpem o atraso.

Esperem a�. Quem � que votou nela?

N�o tive oposi��o.

Estamos aqui para decidir se o Landon pode ficar na escola.

O meu voto, em nome dos mais novos,

� que devemos ficar do lado da inclus�o.

N�s existimos para ajudar mi�dos como ele.

Que � o que vou fazer agora.

Tenho uma equipa de busca � procura do Jed.

Como viram, viol�ncia gera mais viol�ncia.

Com licen�a.

Muito bem. Quem quer come�ar?

O Landon tem de ir embora.

Nunca pensei vir a dizer isto,

mas a Hope tem raz�o.

Os humanos n�o nos quiseram no mundo deles.

Se os deixarmos entrar, � s� uma quest�o de tempo

at� nos tirarem tamb�m este lugar.

O Landon vai embora.

O Landon � meu irm�o.

� gra�as a ele que estou vivo.

N�o pode voltar para a vida humana sabendo que existem drag�es e magia.

Tir�mos-lhe a vida reles que tinha.

Seria ego�smo n�o lhe darmos outra para a substituir.

S�o dois contra um.

N�o importa o quanto queremos que ele fique.

V� o que um lobo zangado lhe fez.

H� pouco, perguntei-lhe se se sentia seguro aqui.

Ele disse que sim.

Estava a mentir.

Este s�tio � perigoso para ele. At� ele sabe isso.

- Eu protejo-o. - E onde estavas h� uma hora?

� essa a quest�o.

Se ele ficar, est� nas nossas m�os.

� nossa responsabilidade proteg�-lo.

Podemos mesmo dizer que acreditamos

que todos estamos preparados para essa responsabilidade?

Tudo depende de ti, Josie.

Na noite em que ia partir com o Oliver, fui atacada

e acordei numa escurid�o sem fim.

Sentia a presen�a de outros, mas n�o os via nem ouvia.

Fiquei l� imenso tempo, mas depois, de repente,

dei comigo n�o muito longe daqui.

Com a necessidade de possuir essa adaga.

- Porqu�? O que � isto? - N�o sei.

S� sei que tenho de a ter.

� como se tivesse algo...

... algo dentro de mim a dizer-me para a levar.

Levar para onde?

H� um po�o escuro debaixo da Terra. Fechado.

Consigo v�-lo, consigo senti-lo.

Tenho de levar a adaga at� l�. Se o fizer, terei paz e serei livre.

E quem te disse para fazeres isso?

Uma voz na minha mente. Ainda est� l�.

Tento lutar contra ela, mas n�o sou forte o suficiente.

Desculpem, n�o tenho escolha.

Cuidado.

Dorian, a adaga.

Levem-me para os narcisos.

Levem-me para casa. Levem-me, por favor.

Josie. Por favor.

Desde que o Landon chegou,

a minha irm�, o meu pai e eu quase morremos.

N�o sabemos o que o Landon �,

por isso n�o podemos dizer se � perigoso ou n�o.

Raf, isto n�o � sobre quem � nosso amigo ou de quem gostamos.

Esta escola � uma fam�lia.

E n�o volto a p�r a minha fam�lia em perigo.

Raf!

Raf, para.

Voc�s para mim acabaram.

Cuidado com a cabe�a.

Estava enganada a teu respeito.

Dorian, mantiveste a tua palavra.

Nem todos os humanos mentem.

N�o faz mal.

Oxal� houvesse mais monstros como tu.

Lembrei-me de outra coisa. Aquele po�o negro.

Aquele s�tio horr�vel.

Chama-se Malivore.

Malivore.

Obrigado.

Lamento que isto tenha acontecido.

� querido da tua parte n�o quereres magoar o saco.

Queres ficar no lugar dele?

N�o me culpes.

Os outros bruxos sabiam que serias p�ssima naquela fun��o.

O que � que eu te fiz para me odiares tanto?

N�o tem que ver contigo.

� chocante, eu sei.

Tem que ver com a forma como tratas a Josie.

Eu adoro a Josie.

Ocorreu-te perguntar-lhe se ela queria candidatar-se

antes de partires do princ�pio que ias ganhar?

Deixaste-a sem espa�o para ela.

Ela gasta toda a energia dela a cuidar de ti.

N�o tem tempo para uma rela��o porque tu �s um buraco negro

de tempo, energia e amor.

Sugas tudo e n�o d�s nada em troca.

Ela nunca te ir� prejudicar.

Portanto, vou faz�-lo por ela.

- Obrigado por vires comigo. - De nada.

Tinha de sair sem que o Rafael tentasse seguir-me outra vez.

N�o vot�mos de �nimo leve, foi renhido.

Pois, n�o preciso de ouvir isso. J� estou a sofrer o suficiente.

- Eu votei para n�o ficares. - Pois, n�o precisava de saber isso.

Porqu�, exatamente?

Lembras-te de me pedires para garantir que o Raf n�o te seguia?

Fizeste-o porque gostas dele,

porque querias fazer o correto para ele.

Apesar de ter sido dif�cil.

� a tua forma de admitires que gostas de mim?

Talvez seja um pouco tendenciosa.

- Nova Orle�es? - Tenho l� um amigo � tua espera.

Pedi-lhe para te ajudar a encontrar a tua m�e biol�gica.

- O qu�? - N�o te dei qualquer resposta.

Mas ele pode dar.

Com isto. Pus a� o resultado do teu feiti�o de linhagem.

E algum dinheiro. E uma sandes.

Espero que gostes de fiambre.

Obrigado.

De nada. E...

- E isto. - O que � isto?

Imagina que � como bater os calcanhares tr�s vezes.

Se precisares de mim, carregas e a minha pulseira leva-me at� ti.

� melhor eu ir.

Est� bem.

Adeus. Adeus, Landon.

Queria ver se funcionava.

- Desculpa, desculpa. - N�o faz mal, vale a pena.

- Desculpa, vou deixar-te em paz. - N�o, espera.

Sinto muito. Em rela��o ao Landon.

Pensei que a Josie te ia apoiar, n�o sei o que aconteceu.

Fora isso, parece que sou a pior pessoa do mundo.

- N�o tens de ir comigo � festa. - N�o.

N�o foste tu a quebrar o acordo, vou manter a minha palavra.

O que est�s a fazer?

N�o penses.

Aquele po�o negro. Aquele s�tio horr�vel.

Chama-se Malivore.

Tradu��o e Legendagem Cinem�gica, Lda.

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