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Original subtitles

CALCUTT� MAIL

Um momento, senhor... - O que aconteceu?

Isso � impr�prio. Tenho uma chamada urgente para fazer.

Um momento. - Tenho que fazer uma chamada.

O que est� a acontecer aqui? Ningu�m atende o telefone?

Voc� est� sempre a dormir, seu pregui�oso!

O que aconteceu...?

Al�.

Voc� n�o tem senso? S�o seis da manh�, s�o horas para ligar?

N�o desligue. Esta � de Avinash de Patna.

Se voc� vem de Patna ou de outro lugar, eu n�o me importo.

Eu tenho que falar com Shankar Paswan.

Quem? - Shankar Paswan.

N�o h� nenhum Shankar Paswan aqui. - Eu sei que ele est� a�.

S�o oito agora. Diga-lhe que ligo novamente � uma.

Pe�a-lhe para aguardar a minha chamada, � muito importante.

Onde � que eles v�m?

Ol�, irm�o. Estive � sua espera.

No meu t�xi fa�o com um desconto de 50%. Isso � porque...

eu levo-o ao hotel, e eles d�o-me uma comiss�o de 10%.

Ent�o eu dou-lhe 50% de desconto.

De 80 r�pias para 1.000 r�pias, voc� encontra o quarto que quiser.

Voc� tamb�m vai encontrar alojamento barato.

Tudo bem, onde est� seu t�xi? - Por aqui. Espantoso, n�o �?

� ele. - Hey senhor... saia.

Voc� est� aqui para empurrar tudo � sua volta?

Voc� anda a empurrar homens idosos. - S� queria fazer uma chamada, n�o empurrei.

Voc� o empurrou, sim.

Sim, voc� me empurrou. - Vou pedir-lhe desculpas.

Ele tem a idade do meu pai. - Agora voc� chama-o de seu pai...

Uma bofetada, e voc� vai dizer que ele � seu av�.

Olha, j� estou chateado. Deixe-me desculpar por ele.

Desculpe.

Tudo bem.

Voc� n�o parece ser um bengali.

N�s bengalis, usamos nossos c�rebros, mas n�o usamos muito nossas m�os.

N�s somos rom�nticos, vemos amor com todos.

Para que hotel quer ir? - Qualquer um barato.

Quanto tempo voc� vai ficar? - N�o sei.

Quer dizer, ilimitado? Voc� vem em viagem de neg�cios ou � um turista?

Neg�cios.

Eu conhe�o algu�m em Calcut�, que tem um bom quarto.

O aluguer � de 500 r�pias, e a sala � muito grande tamb�m.

Se eu for com voc�, ele vai alug�-lo a� por 400 r�pias.

Na minha �rea, eu tenho alguma influ�ncia.

Seu pai tem pago o aluguer? - Sim.

V� em frente e jogue!

Chunnu! Pare!

Sir... espere!

O senhorio... ele est� ocupado.

Quero o aluguer, Chunnu. - Como vou poder pagar?

Tem ido para os bolsos dos advogados. - Porqu�?

Meu filho foi implicado num caso de estupro. - Mas isso aconteceu no m�s passado.

N�o, senhor. Esse foi o meu filho mais velho. Este � o segundo.

Ent�o voc� tem uma fam�lia de estupradores? - N�o, o mais novo � um qu�mico.

Fique aqui, irm�o. Estarei de volta num instante.

Estes m�sicos j� pagaram? - Eles sim.

Toquem! Trate-os como em sua pr�pria casa!

Bola! Jogue depressa!

B13... - Tratado.

B14... - Tratado.

D15...?

D15... voc� ouviu? - N�o.

N�o? Voc� n�o poderia encontrar a sala? � em frente.

Eu n�o recebi o aluguer. - N�o em 3 meses?

Eu fui pedir-lhe para desocupar o quarto.

Sir... - Aguarde um momento. N�s estamos a falar!

Ser� que eu tenho o aluguer se ele estiver desocupado?

Voc� vai encontrar um outro inquilino. - Espere...

Quem vai encontrar o inquilino? Seu pai? - Meu pai morreu h� muito tempo.

Isso � o que eu quero dizer. Eu encontrei um inquilino.

Ele tem o dinheiro. - Lotes dele!

O trabalho est� feito, irm�o. Este senhor � o propriet�rio.

Esta � uma col�nia de pessoas decentes. Aqui n�o h� trapa�a.

O aluguer ser� de 250 r�pias, durante quinze dias.

Ou de 500 para um m�s. - Corrijiu.

De onde voc� �, e onde est� a sua fam�lia?

Voc� tem pais? Ou voc� vai encontrar alguma?

Este o �nico lugar, onde voc� poderia trazer-me?

Um momento... espere l�.

Voc� est� a alugar um quarto, ou quer ver sua filha casada?

Obrigado por me lembrar, isso precisa ser feito tamb�m.

Sir... - O que aconteceu?

Ela socou-me. - Esta � a terceira vez, certo?

J� chega. J� chega.

Voc� tem que fazer as coisas, para ganhar a vida.

E fiz bem. - Fez?

Voc� tem um quarto. D15 no terceiro andar.

Deixe-me ter o dinheiro. - D� a ele.

Cuidado! N�o entre. Saia!

Mas s�... - Eu sei. Um novo inquilino, certo?

Voc� j� pagou ao senhorio. Ele at� mesmo vende a m�e por dinheiro.

Mas sou apenas um inquilino. Este quarto n�o vale mais de 300 r�pias.

E eu paguei 450 r�pias, nos �ltimos tr�s anos.

E foi isto o que consegui. Mas porque voc� se incomoda? Voc� tem o seu quarto!

N�o fique a olhar para mim! Voc� n�o vai perder nada, para me dar este saco!

Vivi aqui por tr�s anos, e s�o jogados fora, num belo dia.

Eu n�o quero viver com tais pessoas.

Veja... ele est� a vir para aqui.

Um ot�rio. Ele vai falar-me de volta.

Desculpe-me...

Ele vai dizer: ''Voc� pode ficar aqui, se quiser''.

Voc� pode ficar aqui, se quiser.

''Eu n�o o quero, vou deix�-lo''.

Eu n�o o quero, vou deix�-lo.

V�, antes que eu ria � gargalhada.

Voc� pode viver no quarto, eu na sala. - Na sala?

O qu�...? O que quer dizer, que pode viver na sala?

Este � um lugar para pessoas decentes. N�s n�o vivemos no quarto, com outro homem!

E da�, se eu sou pobre? Eu tenho respeito... - Que podrid�o est� a falar?

Voc�s garotas, est�o a falar asneiras, que n�o t�m qualquer sentido.

Como eu ia saber, que voc� estava sendo deitada fora?

Voc� pode viver em seu quarto, se quiser.

Eu s� preciso de um lugar, para manter o meu saco, posso at� dormir na varanda.

Se � tamb�m um problema para voc�, eu vou embora.

Uma porcaria real.

Desculpe...

Como voc� est� a repreender-me tanto... eu prefiro ficar na sala.

Meu nome � Bulbul. Voc� tem um nome tamb�m?

Avinash.

N�s realmente o ensin�mos bem. Voc� vai caminhar at� � bela senhora...

Oh n�o! N�o ande assim! Comporte-se como um cavalheiro!

Ajoelhe-se para ela agora.

Beijo.

N�o... na sua m�o! Beije sua m�o!

Agora pergunte a ela...

Traga-a aqui para a pista de dan�a.

Muito bem.

Sim?

Avinash escapou de l�, e chegou a Calcut�.

Eu bem avisei.

Voc� ainda � apanhado, e p�e-me em apuros tamb�m.

Porque voc� come�a a ficar com medo? V� e diga pelo menos a Lakhan.

Estou indo. - Eu n�o gosto de tudo isso.

Voc� venha e diga-lhe. Lakhan vai desabafar toda a sua ira em mim.

O que voc� est� a fazer? Deixe-me.

O que voc� est� a fazer? - O que est� a acontecer?

O que voc� est� a fazer, Lakhan? N�o tem sentido.

Este n�o � o nosso lugar, Lakhan.

Est� em Calcut�. O inferno vai cair!

Tente entender. - Uma queixa policial...

N�o apresento.

Avinash fugiu de l�, e vem a perseguir-nos em Calcut�.

Ponho a m�o na garganta dele, retiro seus intestinos...

e encho ele com... o que voc� chama a isso, em ingl�s?

Isso � exactamente o que vou fazer com esse bastardo.

Eu n�o fiz nada. Deixe-me ir!

O que mais voc� disse a ele sobre mim? - Nada! Eu nem o conhe�o!

Ent�o, quem lhe deu o n�mero do telefone? Seu desgra�ado, continue a gritar.

Para quem mais voc� deu o n�mero? - Para ningu�m! Acredite em mim!

Ele disse que ligaria � uma hora. Essa deve ser a chamada.

Pegue o telefone, e se ele pedir para falar comigo, diga que n�o estou aqui.

Al�?

D� o telefone para Paswan!

O que aconteceu? - Ele estava sempre a gritar.

O que poderia eu fazer? - Idiota.

Um momento...

V�, fale.

Escute, eu fui enviado por Rastogi, o Rastogi de Patna.

Fa�a uma chamada �s onze da noite, para neste n�mero.

Viva o sindicato!

Ele acabou por ser o homem de Rastogi. - Quem � Rastogi?

Um inspector da pol�cia Bihar. Uma vez ele fez-me um favor enorme.

Viva o sindicato!

Sir... ele est� a olhar para n�s!

Quem �? - Posso entrar?

Mas voc� disse que iria dormir a� fora.

Eu quero algo do meu saco. Voc� pode dar-mo para mim?

Eu confio nas pessoas... como posso desconfiar.

Ser� que ela deixou?

Agora voc� sabe, porque ele deixou a menina ficar no quarto?

Ele � um cavalheiro. Ele n�o podia suportar ver a menina a derramar l�grimas.

Meu p�! Ele deve ter visto a menina, e deve ter ocorrido a ela.

O qu�? - O que ocorre a cada homem...

quando ele v� uma garota sem abrigo.

Voc� encontrou o que queria?

Quer comer alguma coisa? Voc� vai ter apenas p�o e ch�.

N�o, obrigado. Feche bem a porta.

D�-me o dinheiro e mantenha a menina.

Pois bem. O que est� a acontecer?

� Ganguly a�? � Saurav Ganguly, o capit�o a�?

Voc� est� b�bado?

Saurav vive em Behala.

E este � o bairro da luz vermelha.

O capit�o Saurav Ganguly... - Quantas vezes devo dizer-lhe?

Este � o Bar Sudarshan. As pessoas v�m aqui para beber, n�o jogar cricket.

Voc� percebeu... Ou n�o?

Mantenha-se no escrit�rio.

Voc� fez essa chamada? - Sim, eu chamei Patna.

Rastogi n�o estava em casa. Ele vai estar dispon�vel daqui a oito dias.

Ser� que ele ligou? - Quem?

Parem com isso!

Ele. - N�o... ele n�o ligou.

Acho que algo est� errado.

Estarei l� em cima, mantem os homens prontos.

Hey meninas... sigam em frente.

Isto vai esquentar. Tenham cuidado.

Shyam, atende a chamada. N�o � preciso... eu atendo.

Al�, quem �?

Onde est� Shankar Paswan? - Shankar qu�?

Shankar qu�? Voc� n�o sabe quem � Shankar?

Quem � voc�? - Onde est� Shankar Paswan? Diga.

Fale. - Eu digo.

Ele saiu. Ele vai voltar em dez minutos.

Irm�o, ele est� l�.

Deixe-me sozinho, irm�o... eu tenho clientes.

Veja se j� chegou.

Ali.

O da camisa amarela? - Sim.

Shankar, esse � o homem que chamou, e ele apontou uma arma para mim.

Como voc� chegou aqui sem chamar?

Eu fui enviado por Rastogi, Rastogi de Bihar.

Matem-nos!

Chamem uma ambul�ncia. Levem-nos imediatamente!

M�os para cima! Larguem as armas!

Vamos... depressa!

Atr�s deles... Vamos l�!

Aqui... cuidado.

D� uma m�o. Cuidado.

Primeiro venha tomar um ch�, e depois acenda o cigarro.

Aonde voc� foi ontem � noite?

Eu vi voc� sair. - Estou no h�bito de sonambulismo.

Voc� est� acordado agora, ou voc� est� a dormir?

Ei, voc� est� magoado... Foi em algum lugar ontem � noite?

Eu sei! Voc� deve ter sentido fome, e despertou ontem � noite.

Mas como voc� n�o bate � porta de uma menina, e pede comida.� um homem, afinal de contas.

Voc� adora ser o her�i Nao � que � verdade? Responda-me.

Voc� sofre de uma doen�a de n�o falar?

E voc� tem uma doen�a de falar demais.

Voc� agora vai perguntar-me onde vou. - Onde?

Para morrer!

Que tipo de m�dico � voc�? Chame o Dr. Banerjee aqui.

N�o grite. Isto � um hospital, n�o o seu bordel.

Deus! Ele veio aqui tamb�m!

� muito dif�cil encontrar Shankar neste inferno. H� um monte de seguran�a.

Ser� que voc� tem a� mil r�pias?

Mesmo 500, eu fa�o.

Apresse-se e termine o seu trabalho. Nenhum de n�s tem tempo a perder.

Pergunte a ele... n�o olhe para mim. Pergunte a ele.

Que maneira de perguntar � essa? Agite-o um pouco. Shankar...

Shankar, Rastogi enviou-me aqui. Inspector Rastogi.

Voc� conhece o inspector Rastogi, n�o conhece?

Ele disse-me para o encontrar em Calcut�, se eu tivesse algum trabalho.

Shankar, estou � procura de algu�m chamado Lakhan Yadav. De Patna.

Shankar... voc� pode dizer-me onde eu posso encontr�-lo?

Ele est� em Patna agora? � necess�rio encontr�-lo.

Apresse-se! Quanto tempo vai demorar para falar com ele?

Ele est� morto.

Eu sei de Lakhan Yadav tamb�m. Ele est� em Calcut� agora.

Em Calcut�? Voc� sabe onde ele vive? - Sim, eu sei.

Deixe-me!

Eu n�o fiz nada!

Saia do meu caminho!

Saiam!

Saiam do meu caminho!

Lakhan Yadav � um homem muito perigoso. Seus meninos s�o perigosos demais.

Eu n�o acho. que voc� v� ter as suas m�os sobre ele.

Porque n�o eu? Diga-me!

Leve-me com ele... por favor, leve-me para Lakhan.

Ser� que ele fugiu com alguma coisa de voc�s?

Sim.

Irm�o, vou lev�-lo para Lakhan. Mas Vou precisar de algum dinheiro.

Vou ter que pagar aos meninos... para procurar seu paradeiro.

10.000... - Isso � tudo o que eu tenho. � tudo.

Onde est� voc�? - Voc� est� bem?

Pare de preocupar-se comigo. Quando voc� volta?

Tudo bem, vou indo. - Venha com a maior brevidade.

Eu disse que j� ia.

Espere um minuto... segure.

Olhe para o av�, como ele est� a incomodar-me.

Eu n�o ouvi nada. - Av�, calma.

Voc� n�o � um bengali, mas � um bom homem.

E apesar de serem Bengalis, elas n�o o parecem.

Pai, voc� deve discutir tudo na sua presen�a?

Porque n�o devo discuti-lo na sua presen�a?

Ele vai ser noivo de Reema.

Porque voc� est� de p�, genro? Sente-se.

Sim, v� e baixe um joelho. Tome a m�o de Reema e diga...

Proponha casamento a ela na minha presen�a.

Ele j� disse v�rias vezes, n�o �?

Quantas vezes voc� j� disse isso?

15 vezes.

Apenas 15 vezes... Ele vai dizer uma centena de vezes!

Ele � apaixonado por si. Ele quer casar consigo.

E voc�... Voc� deixou a casa, para viver num corti�o!

Sob um nome falso. - Tudo bem, av�.

Para escrever o romance, Reema tem... - Porque ela n�o escreve aqui?

Pai, voc� n�o entende.

Ela precisa ter em primeira m�o, uma experi�ncia do lugar.

Experi�ncia eh... Ela at� mudou seu nome.

Qual �...? Chul-bul... - Bulbul.

Sim, Bulbul. Que tipo de nome � esse?

Ela tem que mudar o nome dela, se ela quiser escrever um romance.

De que lado voc� est�? No meu? Ou dela?

Voc� n�o quer casar-se com Reema? - Eu quero, mas se ela concorda...

Porque ela n�o concorda?

Quero uma resposta final. Agora!

Imposs�vel. - Porqu�?

Meu querido av�... Bulbul tem um novo personagem na sua vida.

Ele � Bengali? - N�o, mas ele � muito bom.

D�-me um chilli.

A malagueta, disse eu.

O que aconteceu, queria? - Voc� fique fora disto, velho.

O que aconteceu?

Eu n�o queria chorar. Mas este � o lugar onde perdi Chhotu.

Quanto grande � o seu Chhotu? Eu estou a pedir-lhe.

Ele tinha cerca de dois cent�metros menos, do que voc�.

Quantos anos ele tinha. - 25 anos.

25 anos, hein? E ele desapareceu?

Ele era um imbecil. - Avinash babu?

Hey... n�o se ofenda.

Quem � Chhotu, afinal? Ele era seu irm�o?

O meu amado. Meu namorado.

A nossa hist�ria � muito longa.

Mas porque temos muito pouco tempo, vou dizer para voc� em duas linhas.

Pelas montanhas, mor�vamos numa pequena aldeia.

N�s nos conhecemos num carnaval.

Chhotu fazia parte de uma banda, ent�o meus pais n�o gostaram ele.

E Chhotu disse que ia fugir.

Calcut� � uma cidade grande. �amos come�ar uma nova vida l�.

Deixei minha casa. - S�o as duas linhas?

H� mais. Ou�a com aten��o.

Era o dia da imers�o. Estava a chover muito forte.

O rio estava muito cheio. - Chhotu deve ter fundamentado consigo...

Que poderia haver ladr�es no meio da multid�o, certo?

Ele fez... - E as j�ias que roubou...

de sua m�e, voc� deve ter mantido sob sua cust�dia, certo?

Como voc� sabe? - Eu adivinhei. V� em frente.

Eu estava muito cansada. Ent�o foi Chhotu.

Mas ele disse: Espere aqui, Bulbul, vou pegar um pouco de comida para si.

E ent�o ele desapareceu!

Eu pergunto-me, o que posiciona o coitado a olhar para mim.

Coitado? Voc� n�o consegue entender? Ele roubou-a e fugiu.

Roubou-me e fugiu...? Roubou-me o qu�?

Voc� � meu pai? V�-se embora.

Ele era t�o bom!

Em todos os dias que vivemos juntos, ele nem sequer me tocou.

Ele teve suas j�ias. Porque ele iria tocar-lhe?

O canalha fugiu com o que queria!

Minha querida Bulbul, minha Bulbul amada...

meu raio de luar, meu primeiro-ministro...

Que acha disso, Avinash babu? Pode um patife escrever tais coisas?

Somente um canalha pode escrever isso. Ningu�m mais.

Voc� n�o acredita em mim, pois n�o?

Estas s�o as cartas que Chhotu escreveu-me com sangue.

Tinta vermelha. Despeje �gua, e ela vai desaparecer.

Eu n�o quero interferir na sua vida pessoal, Bulbul.

Mas voc� est� realmente sendo louca. - Quem est� louca?

Fale sobre si mesmo. Manter-se acordado toda a noite, e desaparecendo de dia...

em busca fren�tica de algu�m que... Sim, e isso tudo o que �?

Sim, e isso tudo o que �? Algo �, de certeza.

Acho que voc� est� com medo.

H� algo que voc� est� a esconder. De quem e porqu�?

Olhe para este senhor aqui...

Olhe para este senhor aqui...

� por isso, que ele tem esse jeito?

Ele � um homem estranho

Um homem estranho, de facto

Ele est� sempre t�o irritado e mal-humorado

Aqueles que ele fala com um sorriso, s�o na verdade t�o afortunados

Um homem estranho, de facto

Talvez ele n�o tenha sido amado e mimado como uma crian�a...

Ele tinha todos os presentes � sua volta, mas nunca os p�de ter

Quando ele pediu um brinquedo...

deve ter ido para um canto isolado, onde chorou

Trabalhou, agitado... ele nutre uma luta contra o mundo

Trabalhou, agitado... ele nutre uma luta contra o mundo

Se a alegria � riqueza...

este senhor � certamente um homem muito pobre

Ele � um homem estranho

Um homem estranho, de facto

Ele deve ter pegado o lado errado da m�e e do pai

Talvez houve uma luta na sua fam�lia sobre o seu casamento

A menina que queria casar-se...

seu pai deve ter recusado a licen�a, na sua casa

Quando ele ficou com raiva...

ele saiu de sua casa

Quando ele ficou com raiva...

ele saiu de sua casa

Sua m�mia chora...

o pai no leito de morte

Ele � um homem estranho

Um homem estranho, de facto

Ele est� sempre t�o irritado e mal-humorado

Aqueles que ele fala com um sorriso, s�o na verdade t�o afortunados

Um homem estranho, de facto

Ele esteve na varanda mais de duas horas.

Sou eu imaginando coisas? Ou ser� que eu vi realmente l�grimas nos seus olhos?

Alguma coisa certamente est� em quest�o.

Avinash... um minuto.

Sua coragem fez-me decidir...

Na verdade, o que que me fez decidir...

voltar �s 250 r�pias, que eu tive de si, como renda extra.

Voc� pode dizer a Kyali, e expulsar a menina.

Isso n�o � necess�rio. - N�o?

Vamos.

Tio, sua comida.

Eu n�o sou um informante, juro. Sou um homem de Shankar Paswan.

Aqueles homens vieram ao bar para matar Avinash, certo?

Eu reconheci-os. Mas eu n�o disse uma palavra a ningu�m.

Eu n�o disse nada aos pol�cias.

Avinash pediu-me o paradeiro de Lakhan Yadav.

Eu n�o lhe disse. Em vez disso, eu perguntei onde ele vive.

Eu posso dizer isso, se... eu puder ter algum dinheiro.

Saiam da frente.

Cuidado.

Onde voc� esteve, Avinash babu? Andei � sua procura.

Eu pensei que eu n�o iria encontr�-lo, durante toda a manh�, tarde e noite...

Para onde eu iria, se n�o o tivesse encontrado?

Qual � o problema? - Problema...? Nenhum.

Pode parecer mesquinho, mas � importante para mim.

O que tinha que acontecer, n�o aconteceu...

e o que n�o devia ter acontecido, realmente aconteceu.

Pare de falar em enigmas, e diga-me claramente o que � isso tudo.

Voc� diga-me... quem � voc�? De onde voc� �?

E quem � que os seus olhos procuram?

O que foi? Diga-me.

Chhotu... - Ele est� morto?

Voc� n�o tem mesmo vergonha, para dizer tal coisa, pois n�o?

Recebemos sua carta. Ele vai chegar em breve.

Parab�ns! Muitos parab�ns.

Eu nunca esperava que voc� me fizesse isso.

Surdas estava certo! Ningu�m pode ficar consigo, nos momentos dif�ceis.

Ser� que Surdas disse isso? Sempre! Eu vou ficar por minha conta!

Se Chhotu n�o aparecer hoje, vou acabar com minha vida.

Vou cometer suic�dio. - Ou�a...

Ser� que ele concordou? - � consigo que estou a falar.

Pare de chorar agora. - J� est�.

Vamos?

Onde voc� vai, meu amor

Algum dia voc� dar�

Voc� tem que me dar seu cora��o mais cedo ou mais tarde...

ent�o d�-mo agora

Sou louca, voc� � louco, h� amor no ar

Sou louca, voc� � louco, h� amor no ar

N�o � todos os dias que se encontra um amado t�o bonito

Voc� acha que vai elencar um feiti�o...

para que eu me apaixone por si, n�o, n�o e n�o

Voc� tem que me dar seu cora��o mais cedo ou mais tarde...

ent�o d�-mo agora

Onde voc� vai, meu amor

Algum dia voc� dar�

Voc� tem que me dar seu cora��o mais cedo ou mais tarde...

ent�o d�-mo agora

Antes de n�s passarmos os nossos dias de juventude

Vamos apaixonar-nos, n�o vamos esperar por amanh�

O amor � a coisa real, eu admito

Para dar o meu cora��o, para roubar seu cora��o...

n�o posso esperar mais

Voc� tem que me dar seu cora��o mais cedo ou mais tarde...

ent�o d�-mo agora

Onde voc� vai, meu amor

Algum dia voc� dar�

Voc� tem que me dar seu cora��o mais cedo ou mais tarde...

ent�o d�-mo agora

Como Chhotu nem sequer existe, quando � que ele vai vir?

O que acontece agora...?

Suponhamos que eu digo-lhe que... n�o, n�o.

Vamos voltar para casa.

Ele n�o vem. - N�o diga nada.

Chhotu certamente que chegar�. Ele prometeu-me na carta.

Estou certa de que ele vir�. - Voc� � uma tola!

Voc� n�o consegue ver a verdade? Que a fraude fugiu com sua j�ia?

Ele n�o vai voltar mais!

Veja, eu entendo a ang�stia de perder algu�m.

Era t�o bom ouvir, voc� pronunciar o meu nome.

Esque�a Chhotu. N�o arruine seu vida por uma fraude.

Voc� vai encontrar algu�m, que vai dar-lhe o verdadeiro amor...

Algu�m, com quem pode passar o resto de sua vida.

Isso � o que eu comecei a pensar, desde que te conheci...

Eu devo realmente esquecer Chhotu.

Avinash Babu... eu... eu...

Deixe. - Avinash Babu....

Voc� n�o pode deixar-me sozinha, e ir embora.

Voc� � o �nico que me trouxe aqui.

Voc� est� a fugir de suas responsabilidades.

Eu n�o fujo das minhas responsabilidades.

E o que voc� acha, est� errado. - O qu�?

Voc� acabou de dizer que eu iria encontrar algu�m.

Algu�m que me daria o verdadeiro amor. Porque n�o consigo que seja voc�?

Diga-me! Se voc� disser n�o, vou dar um salto daqui, e acabar com minha vida.

Voc� vai acabar com sua vida...? For�a, v� em frente.

Quem � voc�, para me rejeitar? Para aquele que te deixou, e foi embora?

Ele n�o me deixou. Ele foi levado � for�a!

Eles arrancaram meu filho de mim!

Ele � o �nico, para que eu olho.

N�o estou aqui, para ouvir o seu lixo!

Espalhem-se em todas as direc��es.

Ele n�o vai dar-me bebida, ele est� a chamar-me nomes.

Sauda��es, senhor. - Sauda��es.

N�s viemos da vila. Onde mora Avinash Babu?

Ali, no terceiro andar. - Onde?

Terceiro andar. - Muito bem.

Este ru�do...? Estamos a pregar um susto de Deus, nas pessoas.

Voc� tem a bebida a�? Ent�o v� em frente, e beba.

Assista na tv, melhore o seu conhecimento geral.

Vamos falar mais tarde.

Quieta!

Avinash Babu. V� embora!

Volte!

Apanhem-no. N�o o deixem escapar.

Onde est� Lakhan...? Diga-me! Fale!

Avinash Babu...

Voc� j� tem uma garrafa de �gua e a lancheira?

Voc� tem que ir para a delegacia, tio.

J� vou embora. Mas espero que voc� tenha mantido, o seu bilhete com seguran�a.

V�. V� ter com o tio Mukherjee, em Calcut�.

Onde est� ele...? - Voc� ainda n�o foi?

Avinash, n�o coma nada no caminho.

Coma somente iogurte e arroz, e depois um digestivo.

O sistema ir� limpar na manh� seguinte. Primeira classe.

Tudo bem. Pode ir. - Beba s� refrigerante, n�o �gua pura.

Tudo bem! V� embora. - Proteja sua bagagem, com correntes.

Claro, v� embora. - Tia, cuide dele.

Ela n�o � tia! V�. - Mas ela pode cuidar de voc�.

Telefone-me mais tarde. Voc� tem o n�mero? - Voc� n�o vai embora?

Hey! Meu saco!

Pelo menos d�-me o meu saco. Onde voc� vai com ele?

R�pido, comecem a�.

O que voc� est� a fazer a�? Venha aqui.

Hey, Bom Samaritano... cuide da sua vida.

O que est� a olhar, ent�o? Siga em frente com seu trabalho.

Quanto tempo voc� vai esconder-se de n�s, querida?

Porque voc� est� a seguir-me? V� para outro lugar e procure-a.

Ela deve estar em algum lugar perto. Onde se teria metido?

N�o tenha medo...

O que aconteceu?

Deu-lhes um susto.

O que aconteceu? - Ela est� escondida a�.

Abra a porta!

Isto � forma de abrir a porta, homem sem-vergonha?

� assim que voc� se comporta com sua m�e?

Vamos, Tiwari.

A velha bruxa estava a trabalhar.

Obrigado. Esses homens andam atr�s de mim.

Mesmo um homem cego, pode ver isso. Mas qual � o problema?

Eu n�o sei. T�m vindo a seguir-me desde a esta��o.

Ent�o, apresente uma queixa.

Senhor...

Ela est� a ser seguida por alguns homens. Resolva o problema dela.

Voc� � um homem engra�ado. Toda a fam�lia tem seus problemas.

N�s n�o chamamos a pol�cia por isso, n�o �?

Vamos l�. Como podemos deixar as crian�as sozinhos, e ter lutas como estas?

Porque voc� fez isso? - Eu estava apenas tentar ajud�-la!

Quem pediu a sua ajuda? - Foi voc�. Nao foi outra pessoa!

Olha, eu tenho um problema muito s�rio. Se voc� n�o me pode ajudar, basta ir.

Agora, veja, senhora, n�o precisa falar muito...

pois voc� � a �nica, que est� a segurar no meu bra�o.

Eu n�o sou culpado por nada!

Ol�, irm�o. - Voc� viu essa menina?

Ele estava com ela, irm�o.

Voc� vai deixar-me passar, senhor?

� por isso, que ela escolheu para fugir?

De quem, e do que est� a falar? - Ela estava com voc�!

Onde ela est�? - Desculpe-me, eu n�o conhe�o ningu�m.

A sangrenta...

O que voc� est� a fazer?

Voc� vai enfrentar as consequ�ncias. se tocar nas mulheres!

O que voc� vai fazer?

Onde voc� deseja toc�-los?

Ele vai dizer-me agora... - Um minuto.

Vamos entrar noutro estado, e n�o podemos seguir o nosso caminho at� l�.

Tenham os meninos juntos. Abdul, Jabbar...

Tente ver a raz�o!

Nem mesmo a pol�cia vai ajudar, se criar qualquer problema.

� ele o �nico!

Metade saiam daquele lado. A outra metade deste.

Atirem em qualquer um que tente fugir.

Entra a� ou n�s vamos atirar. Sente-se!

Ol�!

Voc� o conhece?

Voc� conhece Mahatma Gandhi, ent�o?

Ele n�o � Gandhi.

Inverta o comboio. Retroceda!

Tenho que ir para Calcut�. Minha m�e est� gravemente doente.

Porque ningu�m diz o que est� a acontecer?

Por causa dela, porque devemos... - Sente-se a�.

Porque voc� est� a empurrar-me? Tenho filhos tamb�m.

Por causa desta mulher, estamos a enfrentar todos os problemas!

O que voc� fez?

Voc� n�o pode ir embora assim... N�o est� em condi��es de sair.

Porque voc� n�o me ouve? Sente-se aqui. Sente-se!

O que aconteceu? - Por favor, fa�a-o ver a raz�o.

Sente-se!

Eu posso entender o que voc� est� a fazer.

Mas se algo acontecer com voc�, ningu�m ser� capaz de salvar seu filho.

Ele est� sozinho, e n�o sabemos em que estado ele est�.

Por causa dele, Avinash...

� apenas uma quest�o de poucos dias.

Por causa de seu filho, Avinash.

Apresse-se, enfermeira.

Salvo.

O que aconteceu depois? Porque eles procuravam Sanjana?

Voc� j� ouviu falar de Sujan Singh?

Ele � empres�rio da top Bihar, pol�tico...

ela � sua filha. - Chega!

J� tive o suficiente de seu absurdo. Agora voc� ouve o que estou a dizer!

Quero um herdeiro!

Jogos estranhos do destino...

Sujan Singh ter uma filha como Sanjana.

Quantos dias voc� vai continuar assim? Voc� tem que casar-se algum dia.

Voc� tem que ter impulso para o altar, um dia.

Seu pai � um homem progressivo, e de mente aberta.

Encontre-o, fale com ele, conhe�a-o...

Se voc� n�o gostar dele, vou encontrar uma d�zia de outros pretendentes.

Mas eu sou quem vai tomar a decis�o final.

Senhor... - Eu sei, o p�blico est� � minha espera.

Mas � tempo de resolver os problemas de minha casa.

V� e diga a eles que j� vou.

N�o se esconda por tr�s desse v�u. Mostre interesse.

Eu j� tive o suficiente de sua infantilidade. Tudo o que eu constru� ao longo dos anos...

n�o � para caridade.

Minha filha...

Desde que voc� era uma crian�a, h� tanta coisa que fiz por si.

Voc� vai fazer-me um favor agora?

Preciso de um herdeiro.

Sujan Singh queria um homem para se casar com Sanjana ...

Foi Lakhan Yadav. Lakhan Yadav...

O homem repulsivo, rude, bandido, mal-educado e ignorante.

Se Sujan Singh tinha cometido uma centena de assassinatos...

conseguiu que Lakhan Yadav tivesse realizado 99 deles.

Nos seus primeiros dias, Lakhan Yadav era apenas um capanga de Sujan Singh.

Mas agora, ele era um l�der da juventude. Ele tinha come�ado a sonhar grande.

A primeira vez que vi voc�, era quando era uma garotinha...

Ele pegou suas roupas trazidas de Mumbai, tentou falar Ingl�s...

e ele j� tinha seus olhos sobre Sanjana.

Beba algum.

Eu entendo. N�o num local p�blico.

T�mida na frente do futuro marido, certo?

A m�sica est� muito alta.

� �ptimo, n�o �? - Est� muito alta.

Alta...? Certo.

Gar�om, deslige.

Johnny, desligue a m�sica.

O que aconteceu, senhor? - Lakhan Yadav est� aqui.

Lakhan era muito pior, do que Sanjana esperava que ele fosse.

Viu? Sua palavra, meu comando.

Obrigado. - Porqu� agradecer? Parceira da vida!

Havia apenas uma coisa que estava incomodando...

Ela perguntou, porque seu pr�prio pai, estava a fazer isso com ela.

�s vezes voc� pode usar saias, sem problema. Eu n�o me importo.

Ter amigos, ir a festas. Disfrute.

�s vezes pode ir �s compras a Bombay! Eu n�o me importo.

Onde voc� quer ir depois do casamento? Singapura, Londres, T�quio?

Onde voc� quiser ir, vamos.

Se tivermos tempo, veremos os lugares tamb�m!

Vem, vem, amigo... onde voc� estava?

Meu pneu estourou. - Tiro ou o seu...?

Meu amigo. Ele vive em Calcut�, gest�o de neg�cios do pai, voc� sabe.

Fale com ela, enquanto vou aliviar-me.

Ol�... um u�sque!

O que voc� acha de sua cunhada?

Voc� tem o material?

Para voc�.

A m�sica... - Um minuto, um minuto.

Desligue a m�sica. Desliga isso.

Jerks! Voc� diz n�o para mim... - Lakhan, pare por a�.

Por favor, pe�a para ele parar. Ele n�o vai ouvir-me.

Por favor, pare ele.

Desligue a m�sica, maestro. Desliga isso.

Desliga isso!

Ou�a, deixe-os estar. - Deixo-os...?

Certo. Vamos l�.

Eu quero saber, de onde estes animais v�m.

Quando eu atiro, vou matar algu�m. Ent�o, porqu� fazer um alarido?

Fa�a a sua filha chegar � raz�o, n�o a mim.

Cala a boca. N�o se esque�a quem voc� �!

N�o ouse falar assim comigo!

Todos os meus esfor�os para mudar voc�, e continua um animal sangrento.

Mesmo a pol�tica tem as suas regras, assassinatos s�o cometidos de noite!

Mesmo quatro deles! Onde estava a necessidade de abrir fogo num restaurante?

E na presen�a da minha filha!

O que vou conseguir dizer a ela?

Como � que eu lhe dizer, que aqui est� o seu noivo, case com ele... um assassino.

J� vi! Por uma pequena coisa, voc� quer lev�-la a casar com outra pessoa.

Algu�m mais vai ser o noivo, e vou mexer meus dedos?

Isso n�o � o que eu... - Vou ficar em sil�ncio, n�o diga nada.

Quantos assassinatos, voc� me fez cometer durante as �ltimas elei��es?

Isto � sobre o casamento. - Vou dan�ar no casamento!

E cantar can��es de nanar para os seus netos!

Certo. V� embora agora.

Sanjana disse-me tudo isso, quando eu ia lev�-la para o lugar de sua amiga.

Era apenas uma viagem de duas horas, mas eu propositadamente levei-a por um caminho longo.

Aqui estamos. - Sim.

Cuidado.

Cuide-se.

Eu deveria ter ido embora de l�. Tinha um trabalho � minha espera.

Mas por alguma raz�o, eu n�o poderia imaginar uma vida sem ela.

Eu j� disse � sua m�e.

N�s vamos encontrar um lugar em seu bairro, e ficar l�.

Voc� n�o precisa ter quaisquer preocupa��es, minha filha.

Amita tamb�m foi para longe.

Onde vou eu...? O que eu fa�o?

Eu n�o consigo descobrir nada. - Qual � o problema? Qual � o problema?

Vamos pegar suas malas, e vamos para minha casa.

Mas voc� est� indo para outro lugar. - Eu n�o vou embora. Eu n�o vou embora.

O que isso significa? - Nada.

Voc� conhece algu�m na vida, que faz mudan�a de planos.

E meus planos mudaram. Vamos l�, vamos.

N�o se comporte como um idiota.

Voc� n�o sabe como eu estou preocupada.

Se meu pai fica a saber que estou com voc�...

ele vai ter consigo, e � mais um dos meus amigos mortos.

Pense antes de falar.

Isso � o que eu estive a pensar toda a noite. E � por isso que estou aqui.

Aconte�a o que acontecer, estou consigo, Sanjana.

Eu n�o posso ser t�o ego�sta.

Lance um olhar amoroso para mim...

um olhar vai fazer toda a diferen�a

Vem, meu amor...

Vamos trilhar o caminho do amor juntos. E para sempre

Por caminhos desconhecidos nos encontr�mos como estranhos...

� o que o destino quis para n�s

Nosso amor � impar�vel...

deve permanecer enquanto vivermos

N�o vamos preocupar-nos com o amanh� ou o que a vida por sua vez, pode levar...

no futuro

Lance um olhar amoroso para mim...

um olhar vai fazer toda a diferen�a

Ser� que ela foi embora?

N�o. Ela voltou.

E ent�o come�ou os mais belos dias da minha vida.

Esta � a minha casa.

Eu n�o tenho pais ou irm�os, eu vivo sozinho.

Eu tenho um tio materno, Rastogi, que est� na pol�cia.

Mas eu n�o posso conviver com ele.

Eu trouxe Sanjana a casa.

N�s nos casamos e tivemos um filho. N�s pus�mos o nome de lshu.

Meu Deus. - Pegue aquele menino.

Ele roubou mangas. Pegue-o!

Para onde ele foi? - Por ali.

Ele tem isso. Ah, sim... a� est�!

Vota para o Lanterna, e fa�am Munna Thakur vitorioso.

Lembre-se da Lanterna. S�mbolo Munna Thakur na elei��o.

Era a filha de Sujan Singh.

Ele aprendeu a roubar. Ent�o, ele vai entrar na linha.

Como se algu�m se metesse num assalto a mangas.

O que voc�s est�o a sussurrar um ao outro?

Eu estava fazendo-o ver a raz�o. Isto n�o � uma boa coisa para roubar.

Voc� � o �nico que o estragou.

Eu devo dizer-lhe, n�o �? Diga-me...

que comer manga, n�o seria nenhum divertimento, se n�o fosse roubada?

Mam�e, voc� sabe... - Meu filho, diga-me uma coisa.

Voc� vai bisbilhotar em algu�m por ajuda?

Onde voc� aprendeu? - O que voc� disse?

� verdade. Eu realmente estraguei-o. - Oh, sim.

E ele n�o vai receber uma �nica manga todo o ver�o, como castigo.

Sou o �nico que vai ser punido? - De jeito nenhum, meu filho.

Esqueceu-se do velho ditado? Quando o pai est� por perto, n�o h� problema.

Sim, jogue isso para mim.

Hey! Acalme-se. V�, for�a.

Pegue esse ramo a�. H� uma grande quantidade de mangas l�.

For�a... n�o tenhas medo, seu pai est� aqui.

O que aconteceu...? J� disse que estou aqui.

Quem �?

Salta.

Correr!

Ishu... beba seu leite, antes de ir.

Onde est� voc�?

N�o fui eu mesmo, senhor?

O que aconteceu, senhor?

Ela se parece com minha filha Sanjana? Voc� est� velho!

Narmada, tire esse homem longe da minha vista.

Leve-o daqui.

Perdoe-me, irm�.

� por causa de homens como ele, que n�s, pol�ticos, temos uma m� imagem p�blica.

Como voc� est�, Sanjana querida?

Voc� est� feliz de ter-me causado problemas?

Se eu queria que se casasse, eu estou apenas cumprindo o meu dever como pai.

Isso n�o era pecado! Voc� n�o pensa no meu nome e reputa��o?

Eu prometi ao meu amigo, que minha filha casava com seu filho.

E ele zomba de mim,''Voc� n�o sabe cuidar da sua filha...''

o que voc� far� com o partido. - M�e...

Ishu, v� para dentro. Entre, j� disse.

Voc� est� casada, eu espero.

Qual � seu nome?

Por favor, n�o fa�a nada com ele, Papa. Estou muito feliz com ele.

Voc� est� fora de si? Como pode a minha filha, ser feliz nesta floresta?

Vou inventar uma hist�ria para salvar a nossa honra. Venho busc�-la mais tarde.

N�o pai, eu quero ficar com ele.

Aqui...? Neste grupo?

Narmada, fa�a-a ver a raz�o.

O homem que a viu, n�o � t�o tolo para acreditar no meu histrionismo.

Ele vai bisbilhotar na oposi��o...

Eu vou ter que beijar a minha ambi��o de tornar-me um ministro-chefe. Adeus.

Cunhada, onde est� Avinash?

Vamos embora, senhor. Nao � bom para voc� estar aqui.

Voc� est� certo.

Vamos.

N�s n�o precisamos de ir para outro lugar, Sanjana.

A vila inteira est� l� fora para proteger-nos.

Al�m disso, ele tinha que descobrir algum dia. Se ele est� com raiva...

ele � seu pai, afinal. - Pai?

Nada significa mais para ele, do que suas ambi��es pol�ticas.

Voc� n�o sabe como ele � esperto. lshu... o que voc� est� a fazer aqui?

Vamos de f�rias, m�e. - J� � muito tarde. V� para a cama.

Nunca ningu�m me escuta. - Isto � o limite!

Voc� discute sobre tudo. Uma bofetada e...

Ishu, v� para seu quarto.

Voc� est� preocupada sem raz�o. Estamos realmente seguros aqui.

Avinash, voc� sabe o que ele disse? - O qu�?

Vou voltar. Vou tomar conta de tudo.

Eu vi a sua inten��o nos seus olhos. Se ele pudesse ajudar...

O qu�? O qu�? Ele foi embora tranquilamente, n�o foi?

Porque voc� n�o entende...? S� uma vez, por favor. S� uma vez.

Voc� � uma m�e estranha.

Voc� j� pensou o que vai acontecer, da educa��o de lshu nesta aldeia?

Devemos viver numa cidade grande.

Se ele receber uma educa��o decente...

pelo menos, toma conta de n�s, quando ficarmos velhos.

Bem?

Ishu, prepare-se rapidamente.

Voc� est� zangado? - Sim.

Porqu�? - N�o fico zangado, quando voc� me bate?

Voc� n�o vai perdoar-me? - N�o. De jeito nenhum.

Sanjana, vou ao banco...

Onde voc� vai? - N�o fale comigo.

Porque est� a falar assim? - Meu doce. N�o fale comigo.

O que foi? - Porque voc� n�o responde � m�mia?

Porque ela te bate!

Isso � entre n�s dois. Porque voc� deve interferir?

Ent�o � assim que... Voc� fez uma cambalhota.

Ele assumiu depois que seu pai... - N�o, depois que sua m�e.

Vou ao banco, ok? - Tome cuidado.

Que nome voc� disse, do motorista de cami�o?

Ranjan. - A que horas marcaram?

�s oito. - J� s�o 8:30. Ele adormeceu?

Pare aqui.

Como est�, senhor? - Muito bem.

Eu estava � sua procura, filho. - Porqu�? O que � que se passa, tio?

Eu n�o estou a olhar para um deleite. Algumas pessoas estavam a perguntar sobre si.

Sobre mim? - Sim.

Como voc� est� relacionado com Sujan Singh de Patna?

Ele passa a ser meu sogro. - Pare de brincar, filho.

Ele � um homem muito grande, com liga��es grandes e perigosas.

Inspetor...

Porque me apanharam?

Porque voc� � o �nico, que fugiu com a filha de Sujan Singh!

Quando ela quis voltar, voc� a matou.

Eu n�o pedi a ela para fugir comigo, eu n�o fiz isso.

Toda a aldeia sabe, que eu me casei com ela.

N�s �amos embora, eu tinha ido ao banco.

Quando voltei, vi...

Ent�o voc� diz, que foi o pai que matou sua pr�pria filha?

Voc� comete o assassinato, e culpa os outros por isso?

Confesse que voc� matou!

Quero o meu filho! Quero meu filho de volta!

Algu�m matou minha mulher, e tirou meu filho de mim!

Bastardo! Voc� bateu num pol�cia!

Prendam-no. Deixem-no apodrecer l�.

Lakhan tinha chamado. - N�o se preocupe...

Estamos a lev�-lo de qualquer maneira. - Que tem de bom isso?

Acabe com ele o mais r�pido poss�vel. - A quest�o est� muito quente.

Precisa ser resfriado. Diga isso a Lakhan.

Quando voc� vive com o dinheiro de Lakhan, n�o pode pensar em refrescar.

Pedimos para executar uma miss�o pequena, e voc� age de forma estranha com a gente?

Lakhan quer que voc� fa�a isso hoje � noite.

Temos que chegar a Calcut� esta noite.

Ah sim? Onde est� Lakhan? - Espertinho.

N�o fa�a perguntas demais. Basta fazer o seu trabalho.

Porque est� a ter todo este problema? Porque n�o acaba j� com ele?

Os corpos s�o queimados no cremat�rio, n�o na pr�pria casa.

Chega por agora. - Tudo bem... d�-me a arma.

Voc� tem a arma oficial? Porque est� a desperdi�ar as nossas balas?

Fa�a o que voc� disse.

Aqui est�.

Pressione o gatilho... Tem os p�s frios?

Deixe-me pensar primeiro numa hist�ria. - Hist�ria?

Sim, tem de inventar-se uma hist�ria, por via das acusa��es...

chegar at� a papelada. Nada acontece mesmo assim?

Ent�o, em que acusa��es voc� j� pensou? - Bata e execute.

Quem? - Voc�.

Obrigado, Rana. - N�o foi grande coisa, senhor.

Seu sobrinho significa algo para n�s tamb�m.

Um deles � obrigado a fazer licita��o desses canalhas.

Ou ent�o, n�s tamb�m faremos algo de bom.

Bem, nossa corrup��o foi de alguma utilidade no passado.

Eu sei tudo, filho.

Eu sei o que voc� est� a passar.

Como tudo isso aconteceu, e porqu�.

Sua esposa foi cremada com todos os ritos.

Sujan Singh estava l� em pessoa. - lshu?

Ishu est� vivo, filho.

O seu filho est� vivo.

Onde voc� vai? - Ter com Sujan Singh.

lshu n�o est� com Sujan Singh. - Ent�o, onde est� ele, tio?

Lakhan Yadav levou-o para longe. - Como voc� sabe?

Eu recebi um telefonema. Quem ligou, n�o perguntei...

mas � o que mesmo, e os informantes disseram-nos que...

Lakhan Yadav est� escondido em Calcut�.

Voc� deve salvar lshu, meu filho. Salve lshu.

Aqui est� algum dinheiro... n�o � il�cito.

Isso � o que eu salvei do minha sal�rio. Voc� deve salvar lshu.

Voc� conhece algu�m em Calcut�?

Tenho l� um homem chamado Shankar Paswan.

Eu fiz um favor a ele.

O ferimento foi curado, e os pontos ser�o retirados em dois dias.

Avinash Babu, Moni trouxe informa��es sobre Lakhan Yadav.

Lakhan Yadav ainda est� em Calcut�.

Palavra, � que houve uma divis�o entre ele e Singh Sujan.

Os homens de Sujan Singh, disseram que est�o � procura dele.

Alguma not�cia sobre Ghatak, do Bar Sudarshan?

Prashant aconselhou-o a descansar dez dias.

Por favor, diga-me onde est� Ghatak.

Hey Ghatak... - Deixe-me.

Onde est� Ghatak? Eu tenho que lhe devolver dinheiro.

Saia desse carro.

Quem deixou o carro aqui? Onde est� o motorista?

Onde est� ele?

Avinash Babu, o que est� � procura?

Porque voc� veio aqui neste estado?

Atr�s de Ghatak. Ele est� escondido em algum lugar perto.

Ele � o �nico, que nos pode levar a Lakhan.

Mas porque voc� veio aqui?

Hey... eu n�o sou um pol�cia!

Siga em frente com seu trabalho, e eu vou fazer o meu.

D�-me o telefone. - Flu�ncia! Dispensa.

A mulher virtuosa, n�o � voc�.

Onde voc�s v�o?

Tiwari, daqui � Ghatak.

Que Ghatak? - Voc� esqueceu-se de mim?

Eu disse-lhe sobre Avinash, lembra-se?

Ent�o, porque voc� n�o diz que � o cafet�o. Porque voc� est� t�o animado?

Ou�a... fa�a o que eu digo.

Estou a tentar salvar sua pele. D� o telefone para Lakhan, r�pido.

Ponha-o em linha, seu c�o. - Espere.

Eu espero.

V� embora! Voc� vai mat�-lo, com todas aquelas p�lulas para dormir?

Esta � a f�brica do meu pai, Lakhan, isto n�o � um hospital p�blico.

E se ele morre, e meu pai fica a saber?

Quanto tempo vamos ficar aqui, por causa desse garoto?

O tempo que for necess�rio!

Quando voc� estuprou a menina na f�brica, que veio em seu socorro.

Quem era?

Voc� a matou e fugiu. Que conseguiu o seu velho?

Eu empresto-lhe um dedo, e voc� pega minha m�o inteira...?

Desculpas.

Olha ele. Mam�e n�o te ensinou como se comportar com crian�as?

Olha o que voc� tem feito para ele... Porque n�o lhe d� um pouco de leite?

Pegue o telefone!

Sua chamada, irm�o. - Carta.

Qual carta? - Depois de algum tempo.

Hey! Ele est� a suar... est� a sentir-se sufocado. Abra a janela.

Gajos in�teis! Quanto tempo vou estar aqui � espera?

Tiwari, d� o telefone ao Lakhan...

Como ele sabe, que ele � o meu filho querido?

Meu filho querido!

Firme... acorde.

Sua m�e foi minha namorada.

Seu pai est� morto.

Bem-vindo ao festival p�blico pooja, em Maniktola.

Para a paz da alma de seu pai... V� em frente.

Fale! Voc� � mudo?

Lakhan! O que voc� est� a fazer?

Sua m�e n�o concordou...

sen�o o menino teria caracter�sticas como as minhas.

Onde est� a chamada?

Lakhan! Daqui Ghatak.

Avinash est� vivo.

Reema, onde fica Maniktola? - Cerca de 2 km de dist�ncia.

Espere por mim na esta��o, eu vou ter l�.

Posso ir com voc�? - N�o... fa�a como eu digo, por favor.

Voc� tem not�cias sobre lshu?

Lakhan! Aqui! Venha aqui!

Saia do caminho. Voc� quer morrer?

Bem-vindo ao festival p�blico pooja, em Maniktola.

Esquadra de Pol�cia? Estou a ligar de Maniktola.

Algu�m colocou uma bomba nesta �rea.

N�o, meu irm�o. Ningu�m confia em ningu�m. Ent�o, como podemos confiar em voc�?

Gopal engoliu o dinheiro que voc� deu para mim, na �ltima vez.

Se voc� quer Avinash, pague-me adiantado.

Eu n�o quero qualquer discuss�o.

O p�blico � informado...

que a pol�cia recebeu a not�cia, de uma bomba nesta �rea.

Residentes s�o convidados a deixar a �rea, sem criar qualquer p�nico.

Por favor, cooperem com a pol�cia.

Moradores s�o convidados a desocupar a �rea, pacificamente.

N�o h� necessidade para p�nico...

Nada aconteceu!

Vou dar uma olhadela.

Fique de olho no garoto.

V� l�, recua.

Irm�o... Avinash!

Certo. Mantenha a vigil�ncia sobre o garoto. Vou j�.

O que aconteceu? - Voc� ouviu falar do macaco?

O macaco guloso...? - N�o.

Ele enfia a m�o num vaso estreito...

para roubar um pouco de p�o, e fecha o punho.

E quando tenta tirar a sua m�o, n�o pode. Porque � um punho...

e o macaco � t�o ganancioso!

Est� tudo bem, mas porque est� a contar-me a hist�ria?

Que diabos. Merda!

Onde est� o garoto? Onde est� ele?

Onde ele foi...?

Burros!

Ishu!

Algu�m o detenha!

Parem ele. Ele est� a fugir com o meu filho!

Parem-no!

Deixe-me ir. Ajudem-me...!

Pol�cia! Ele est� a sequestrar o meu filho!

Ele vai matar o meu filho. Peguem-no!

Ele quer o meu filho!

Ele � meu filho! lshu... Ele est� a fugir com o meu filho!

Algu�m me ajude... ele est� a fugir com o meu filho!

Ele escapou com o meu filho!

Escute, quero falar com o seu superior, diga-lhe, por favor.

O que aconteceu, Reema? - Avinash...

Eu falei com o seu tio de Patna. Ele chega amanh�, para o tirar daqui.

Vai ser tarde demais, at� amanh�. Ser� muito tarde, amanh�.

Eu quero meu filho de volta hoje. Agora, neste exacto momento.

Tirem-me daqui... tirem-me daqui!

Fa�am ver a raz�o! Diga-lhe que era meu pr�prio filho!

Era o meu filho, que entregaram a Lakhan!

Eu estou a fazer o que posso, n�o estou? Sua fian�a ser� organizada at� amanh�.

Estou a fazer o que posso.

Ele estava t�o perto para mim...

quando Lakhan o levou na minha presen�a.

Na minha presen�a, ele fugiu com ele.

Ele me trouxe junto, porque sabe que voc� n�o vai ouvi-lo.

Ent�o escute cuidadosamente ao que ele diz.

N�o fa�a algo bobo num acesso de raiva, meu filho.

Isto tem a ver com a vida do lshu. V�.

O que voc� est� a olhar para mim?

Voc� vai devorar-me?

Vou dar-lhe um rev�lver. Atire em mim, fim da hist�ria.

Voc� ter� encontrado a sua paz, e eu vou ter pago os meus pecados!

Onde est� meu filho? - Eu sequestrei-o.

Ele passa a ser meu neto, assim eu o sequestrei.

Tive que matar minha filha, e sequestar meu neto...

n�o sou um ser humano, sou um animal de sangue.

Sim, eu estava zangado com Sanjana.

Ela era minha filha, eu tinha o direito de estar zangado com ela.

Voc� casou-se com ela apenas recentemente, mas eu erguia no meu colo.

Eu mandei-a para o exterior para estudar, eu cuidei dela, at� sem m�e.

E para qu�...? Para isso?

Ela poderia ter-me dito, que n�o aprovava Lakhan Yadav...

que ele era um bandido... eu n�o a teria obrigado a casar.

Sem uma palavra ou uma discuss�o...

Ela simplesmente fugiu.

Durante cinco anos eu chorei, quando comemorava sua morte.

Ent�o eu fiquei a saber, que ela estava viva, era casada e tinha um filho...

e ela nem sequer considerou necess�rio, dizer-me tudo isso!

Como se eu n�o fosse mesmo seu pai!

Quando eu voltei, eu tinha decidido n�o olhar para seu rosto nunca mais.

Mas isso n�o acontece na vida.

Mesmo sem conhec�-lo, eu tive que aceitar voc�...

e Narmada perguntou o que eu disse a ele.

Se ela era feliz consigo, eu n�o iria ficar no caminho da sua felicidade.

E voc� acha, que eu...

Sanjana era minha filha.

Voc� � um pai, deve entender a ang�stia de um pai.

Onde est� meu filho? Onde est� ele?

Lakhan levou-o para longe.

No momento em que ele soube que Sanjana estava viva, e eu aceitei voc�...

ele ficou louco de raiva.

Os su�nos foram directamente para sua casa e...

O canalha sabia que eu n�o o pouparia, e ele sequestrou o meu neto.

Ele est� usando-o como um escudo, e a pedir 500 milh�es como resgate.

Porque voc� me chamou aqui? - Os su�nos ligaram novamente.

Al�m do dinheiro, ele quere-o a si agora.

Eu s� n�o consigo descobrir, o que � errado, e o que � certo!

Se voc� n�o for l�, uma coisa � certa. lshu ser�...

Ele vai matar lshu.

Eu deixo a decis�o para si, filho. Voc� decide o que deve ser feito.

Quando lshu est� em causa, prometa mant�-lo feliz.

O que mais posso dizer?

Fa�a uma chamada para ele.

Depois de eu ter lshu, acabe com Lakhan e Avinash.

Mantenha um controle sobre o seu temperamento, filho. Tudo vai ficar bem.

Se algo acontecer comigo, voc� deve cuidar de lshu.

Vem, meu filho.

O desgra�ado deve estar � espera.

R�pido.

O que deu em voc�, Avinash? - Ligue para o comiss�rio local.

Se Lakhan fica a saber, ele vai matar lshu.

Telefone, por favor.

Comiss�rio Khan daqui.

O l�der da oposi��o de Bihar Sujan Singh. chama-me de algum lugar.

Ele disse que um dos capangas de sua �rea chamado Lakhan...

raptou-o por diferen�as pol�ticas.

Estou indo para l�, senhor.

Ligue a televis�o. Voc� se tornou famoso.

Voc� est� no programa, assim � a morte.

Um an�ncio especial. Um alerta vermelho foi declarado na cidade de Calcut�.

A pol�cia est� � procura de Lakhan Singh...

Quem � o respons�vel pelo rapto do industrial pol�tico Sujan Singh.

Esta not�cia foi entregue pessoalmente ao Comiss�rio, por Sujan Singh.

N�o seriam muitos casos pendentes contra Lakhan Yadav, em v�rios estados.

A pol�cia est� a fazer perguntas?

Bandido! Voc� n�o se importa com a vida de seu filho?

C�o ganancioso! Voc� n�o vai mesmo tocar em lshu, at� que tenha o dinheiro.

Vou cort�-lo e jog�-lo fora!

N�o h� nada que voc� possa fazer, Lakhan.

A pol�cia est� procurando por si, em cada canto e esquina.

Voc� n�o tem nada... nem o dinheiro, nem Sujan.

Eu vou cravar uma bala, no cr�nio do seu filho!

H� 500 milh�es a andar na sua cabe�a, sabe?

Voc� e seus amigos, v�o morrer da forma que eu quero.

Nas ruas, as pessoas v�o apanhar-te. A pol�cia n�o te poupar�.

Eu vou matar voc� e seu filho... - N�o seja louco, Lakhan.

Se o menino for morto, estamos todos acabados.

Ou�a... vamos deixar o garoto ir.

Ainda n�o matei o seu filho.

Mas eu tenho o seu bode. percebe?

Al�... d� o telefone para lshu. D�-lhe!

Levante-se... para cima!

Ishu, o Papa vai ter contigo. Ele est� a ir ter contigo.

Come�ou sua cabra, n�o foi? Onde nos encontramos?

Na esta��o de Khadakpur.

A que horas? - �s oito.

Tome... pedue nele. Ele � pesado!

Leve a crian�a.

Voc� ainda n�o me ouviu...? Leve a crian�a.

Tudo bem. E agora...? - Continue a andar at� eu pedir para parar.

Diga aos seus homens, para deix�-lo sozinho.

Atire sua arma, para o caixote do lixo.

V� e sente-se no banco atr�s de voc�.

Treinador S-2... v� e fique perto do treinador S-2.

Sir... d�-me algum dinheiro.

Vamos l�, seu su�no.

Vamos l�!

Lakhan...

Voc� est� bem, lshu?

Avinash, d� a crian�a para mim.

Tome lshu e saia daqui!

V� embora! Saia daqui!

Esse � o meu dinheiro!

"Avinash! D� a crian�a para mim!"

Pap�...

Ishu...

Ishu!

Era 14 de fevereiro, fui ao banco.

lshu... n�o tenha medo! Ok?

Sanjana... minha filha.

Vamos, estou aqui para te levar.

Vamos, querida.

Parece que esse desgra�ado Avinash, envenenou seus ouvidos.

Ele instigou voc� contra mim.

Ele convenceu voc�, que eu era o �nico que...

n�o era apaixonado por essa porcaria sobre o assassinato, minha filha.

Ele quer colocar uma cunha entre o sogro e filha.

Bastardo! � por isso que eu criei ele...?

Porque voc� me criou? Para eu cometer os crimes, n�o �?

O bastardo fez promessas na altura...

Vou fazer um grande homem de si, Lakhan. Vou cas�-lo com minha filha.

Com o diabos consigo!

Mesmo...

Voc� chama-se de pai, e atira na sua pr�pria filha!

Ela implorou, chorou e disse que n�o queria ir!

J� h� um monte de derramamento de sangue. Ent�o, escute-me...

Vamos para casa. Vai ficar tudo bem.

Vou disparar... - N�o, ou�a-me! Ou�a...

Eu disse para me escutar!

O que mais poderia eu fazer?

Quando a filha arru�na a honra da fam�lia...

o que pode qualquer pai respeitoso fazer?

Eu n�o sou o primeiro pai na �ndia...

que matou a sua filha, para preservar a honra da fam�lia!

Ele matou a filha, e tentou fazer capital com a sua morte!

Ele me enquadrou pelo assassinato, e tentou eliminar-me tamb�m!

Estou feliz, porque tinha o seu neto, sen�o, eu estava morto.

Todo esse dinheiro, n�o pertence a voc� sozinho.

D� um pouco para Narmada.

Voc� vai escapar, se sair imediatamente.

O famoso industrial Sujan Singh, foi assassinado...

brutalmente hoje na sua resid�ncia. O assassino Lakhan Yadav...

sucumbiu �s balas da pol�cia tamb�m. Como � amplamente conhecido....

a pol�cia estava procurando Lakhan Yadav, por rapto de Sujan Singh.

O incidente no entanto terminou, com uma nota muito triste.

Uau, que lugar surpreendente.

Ol�... eu sou a Reema. Voc� tem um nome tamb�m?

Mas n�s j� conhecemos, lshu.

O que voc� est� a fazer aqui? - Na verdade, vou escrever um romance.

A personagem da mo�a na novela, � um pouco como o meu.

Ela se casou com um homem, que � um pouco como voc�.

Eles vivem numa casa, que � como esta... exactamente assim!

Eu posso viver nesta casa, n�o posso?

O meu personagem, mais uma vez, vai dormir fora?

Isso depende do romance. Mas voc� pode dar-me sugest�es.

Num caso qualquer, como o relacionamento cresce...

a novela vai mudar demais.

� pesada.

Somos apenas tr�s personagens, voc�, lshu e eu.

Mas n�s temos um cozinheiro em casa, n�o temos?

Legendas traduzidas por J.M.

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