All language subtitles for The Climax (1944) Boris Karloff (DVDRip) (illusions)

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Original subtitles

A Voz M�gica

Boa noite, doutor.

- Doutor? - Sim.

Dr. Hohner. O m�dico do teatro.

- Mora logo ali na esquina. - O que ele est� fazendo por aqui esta hora?

- Uh, algu�m doente? - Sim. Ele �.

- Marcellina. - Marcellina.

Oh, sim.

- Uh, que a pol�cia nunca encontrou? - N�o.

Ap�s 10 anos, desistiram de tentar.

Marcellina, ele respondeu. Finalmente, ele respondeu.

- O que, Luise? - Eu n�o podia esperar. Eu a abri.

O Rei a convida... n�o, a pede para cantar para ele!

- Luise, eu vou desmaiar. - N�o agora, meu doce.

Ap�s cantar para o rei, voc� pode fazer tudo o que quizer!

Voc� achou o maestro? Eu quero contar a ele as novas noticias.

� o melhor momento da minha vida.

Ah, n�s lhes damos as boas vindas a est� festa.

Ah, desculpe se te fez esperar

Ah, deixe a dan�a dos violinos come�ar.

Ah, que haja alegria e felicidade neste romance

Ah, diga-me por esta d�vida

Deve cair para mim

Cujo poder tr�gico parece chamar-me...

Friedrich, lhe pedi para nunca mais voltar aqui.

- Eu tinha que ver voc�. - Bem, eu n�o quero ver voc�.

- Eu pensei que tivesse entendido. - Mas eu te amo, Marcelina.

N�o, Friedrich. Voc� ama o seu pr�prio mundo, privado ego�sta.

Voc� quer me trancar l� com voc�,

desistir da minha carreira.

Isso � o que voc� tem a fazer.

Eu n�o posso suportar a id�ia de que qualquer homem pode ouvi-la cantar,

fazem festa com os olhos em voc�...

apenas para o pre�o de um bilhete.

Eu trabalhei duro para o meu sucesso, Friedrich.

Esta noite, levantaram 11 vezes a cortina.

Mais do que qualquer outro cantor que j� teve neste teatro.

O rei me ordena para cantar para ele.

- Por que, seria uma tola de dar isso para voc�. - Querida, me escute...

N�o, Friedrich. Eu escutei voc� pela �ltima vez. Agora, por favor v�.

Isto n�o � modo de falar, Marcelina.

Voc� se esqueceu o qu�o feliz fomos, e vamos ser de novo.

Agora, deixe-me ouvir voc� dizer mais uma vez, como costumava fazer,

"Eu te amo, Friedrich. "

Eu n�o posso dizer isso ... porque eu n�o te amo.

Eu odeio voc�.

Eu n�o odeio voc�.

Eu apenas odeio o que nos separa... sua voz.

Sim, eu sei.

Voc� estava em frent, hoje a noite.

Senti seus olhos em mim.

Como esta olhando para mim.

V� em bora.

Sai daqui!

Eu tenho medo de voc�.

Voc� n�o precisa ter.

Eu amo voc�, minha querida. Voc� sabe disso.

Eu daria minha vida para voc�.

Essa coisa que me deixa para fora... Eu n�o vou deixar.

Eu digo a voc�, n�o vou deixar.

Est� aqui,

agora, entre meus dedos.

Eu s� fech�-los para silenci�-lo para sempre.

Friedrich, voc� est� me machucando.

Friedrich, voc� est� ...

N�s estaremos sempre juntos agora.

A sua voz nunca estara entre n�s novamente.

Marcellina.

Dr. Hohner, voc� est� bem?

Sim. Sim.

Estou bem.

Bom dia, Count Seebruck.

Bom dia.

- Bom dia, Count Seebruck. - Bom dia.

- Bom dia, Count Seebruck. - Bom dia.

- Bom dia. Bom dia, Jean. - Bom dia, Count Seebruck.

Que dia lindo. O ar � como o vinho.

Os castanheiros est�o em flor. Toda a natureza est� em harmonia.

Bem, mesmo os nossos amigos cr�ticos tem sido gentil para n�s esta manh�.

Ah, � bom estar vivo.

Tudo � sereno, calmo, tranquilo.

- Eu nunca fui t�o insultado em toda a minha vida!

Eu positivamente n�o vou ficar por isso.

Eu sou a prima donna do Teatro Real, n�o uma gar�onete em um sal�o de cerveja barata.

- E eu n�o vou ser insultado por... - Eu n�o estava insultando voc�.

- Eu estava apenas a tentar mostrar-lhe ... - Voc� me mostrar.

- Mas que insol�ncia! - Agora, crian�as. Por favor. Qual o problema?

- Estavamos... - Ele...

Pare com isso! Pare com isso!

- Agora, voc�, Brunn. O que �? - Menos reverencias .

Sim, Madame.

Count Seebruck, se me permite.

N�s est�vamos apenas ensaiando o dueto entre MadameJarmila e Signor Roselli ...

quando, sem motivo aparente, MadameJarmila... - Por nenhuma raz�o aparente?

Por que, este... Esta criatura estava me beliscando.

Eu n�o estava. Eu simplesmente coloquei meu bra�o em torno de sua cintura.

- Carl, voc� estava em um dos camarotes. - Desculpe-me.

Voc� sabe como �, Count Seebruck.

I love you La-la-la-la, la-la-la

Ir� aproveitar as suas m�os fora de meu est�mago!

- Talvez prefira que n�o a toque. - Nada me agradaria mais.

Por 20 anos, o bar�tono abra�a a Prima Donna, naquele momento.

- Agora ela est� tentando dizer... - Desafio algu�m a cantar em seus apertos mortais.

Minha cara, se n�o for capaz de cantar, recuso-me a assumir a culpa.

Incapaz de cantar? O que voc� quer dizer com esse insulto?

Oh, parem. Parem.

Roselli, voc� � t�o temperamental como uma prima donna.

E quanto a voc�, Jarmila, estou ficando um pouco cansado de suas brigas constante.

Sou assim, Count Seebruck.

E se voc�, como empres�rio do presente teatro, n�o fazer algo sobre isso, eu vou.

Tudo bem.

- Algum suplente est� pronto? - Sim, Count Seebruck.

Miss Metzger, por favor.

- Miss Metzger. - Sim, Count Seebruck.

Venha, minha querida.

- Voc� sabe o papel soprano? - Oh, sim, senhor.

Voc� deve cant�-la hoje � noite no lugar de Madame Jarmila.

Hoje � noite?

Oh.

Se algum compositor s� me escrever uma opereta sem qualquer mulher, eu ia faz�-lo imortal.

- Count Seebruck! Count Seebruck! - Bem, o que �?

- H� um... H� um - Ent�o?

H� um homem morto em um dos camarins.

- Um homem morto? - Em que quarto?

Vinte e dois.

Mas, Jarmila, querida.

� voc�, Dr. Hohner.

Devo ter adormecido.

- Obrigado. - Brunn, continue com o ensaio.

- Eu estarei l� assim que eu puder. - Sim, senhor.

No palco, por favor.

- Est� tudo bem agora? - Que absurdo, dormir em um camarim.

Oh, eu entendo.

Carl, fa�a caf� e traga ao meu escritorio.

Como medico deve saber como pensar em Marcellina lhe prejudica.

Voc� teve uma carreira brilhante.

Sua clientela � mais ilustres.

Mas voc� deve colocar esta trag�dia fora de sua mente.

Ah, diga-me por esta d�vida - Quem est� cantando?

- Voc� ouvi tamb�m? Deve cair para mim

Cujo poder tr�gico

Parece chamar-me ...

Quem � voc�?

- Quem � voc�? - Ela � Angela Klatt, estudante de m�sica.

- Voc� sabe o que voc� estava cantando? - Claro. A voz m�gica

- Essa m�sica � sagrada. - Sagrada.

Sagrado para a mem�ria de Marcelina.

Ningu�m deve cantar novamente. Voc� est� ouvindo?

- Ningu�m. - Hohner.

E agora posso perguntar o que est�o fazendo aqui?

Count Seebruck, perdoe-me, por favor.

- Eu sou o culpado por isso. - Voc� conhece esses jovens?

Meu sobrinho, Franz Munzer. E este � Angela Klatt.

Eu os trago aqui para estudar essas velhas partituras.

Eu n�o deveria ter feito isso sem sua permiss�o.

Tudo bem, Carl. N�o h� pecado nisso.

Mas o Dr. Hohner. Eu o vi no corredor.

- Sim. Por que ele estava t�o zangado comigo? - Ele era apaixonado por Marcelina.

- Dez anos atr�s, ela sumiu. - Mas eu ainda n�o vejo o porqu�.

Voc� sabe, � uma coisa estranha, minha querida,

Mas ao descer o corredor, escutei a voz da Marcellina aqui.

O m�dico estava convencido disso.

Voc� quer dizer que a minha voz � qualquer coisa como a dela?

- � muito mais bonita. - Voc� j� ouviu Marcelina?

N�o era do meu tempo, mas n�o h� voz como a de Angela, � a voz mais bonita do mundo.

Eles est�o prestes a se casar.

Ele pode estar certo, voc� sabe.

H� quanto tempo voc� estuda?

- Oito anos. - No conservat�rio.

Franz vai ser um grande compositor.

Realmente.

Eles estiveram em apresenta��es completas por 3 anos.

Eles t�m ingressos para a temporada, hein?

Tive de coloca-los em camarotes vazios.

Incorrig�vel.

- H� uma �ria do segundo ato do boulevardier.. - "Someday I Know."

Algum dia...

Eu saberei...

Meu cora��o vai saber...

A emo��o do amor ...

Supremo

E assim at�

que eu sei que emo��o

Eu vou sonhar...

E gloriosamente esperar...

Para ele, a quem o destino

Disse que ser�

Para mim

Em algum grande plano...

Desde o in�cio dos tempos

Ser

Como voc� encontrou? Onde voc� deseja ir?

Voc� o reconhece?

Como voc� sabe?

Nossos olhos se encontrar�o

Nossos l�bios falar�o

Atrav�s de alguns, sal�o lotado

- Qual � o problema, querida? - Sufocante aqui. Voc� n�o acha?

- N�o para bar�tonos. Toco suas m�os

Ah. Jarmila, Roselli.

Entrem. Entrem. Madame Jarmila, Signor Roselli.

- Miss Angela Klatt. Mr... - Munzer. Franz Munzer.

- Lamento que n�o tenham ouvido Miss Klatt. - Ah, mas n�s ouvimos.

- Posso parabeniz�-la? - Obrigado, sr.

E Madame Jarmila esta t�o entusiasmada como eu.

De fato estou. Voc� parece promissora, minha cara.

Grande promessa. Sua voz � linda, mas n�o a force.

Cometeria uma loucura cantando hoje em p�blico.

Acredite em mim. Voc� n�o concorda, Seebruck?

� claro, Jarmila. Como disse, Miss Klatt n�o est� preparada.

N�o t�o pronta.

Mas na pr�xima semana, quinta-feira Vou apresent�-la em The boulevardier.

E por favor n�o a desanimem.

- Mama Hinzl. - Sim.

- O que � isso? - O jantar de Angela.

Os rouxin�is devem ser alimentados para cantar bem.

Que atrocidade. Salchichas, pastel de manteiga e chocolate.

- Leve em bora. - Vai leva-la para o teatro sem ter comido?

Isso n�o � bom para Angela. Engordar�a.

O que isso importa. Por acaso n�o conhece nenhuma prima donna que n�o fosse gorda?

"Soprano'' e "gorda'' s�o palavras inseparaveis. Olhe para mim.

Limonada natural e a��car.

Suco de Lim�o.

Entre.

- Angela, est� preparada? - Sim. Onde est� minha luva?

- Angela, n�o fique nervosa. - N�o estou nervosa. Estou bem.

Voc� deve estar. N�o posso culp�-la. Voc� est� trabalhando t�o duro, est� animada.

- N�o estou animada. - Otimo. Eu estou calmo. H� algo que eu devo dizer.

- Quando voc� cruzar o palco com as meninas. - Cruzar. Sim.

- Voc� leva o espelho para as meninas... - Sim.

Por favor, Angela. Levante o espelho... - Sim, o espelho.

- Oh, Franz. - Oh, Angela.

Oh, voc� vai ser maravilhosa e eu vou ser muito orgulhoso.

Angela, Franz. O coche est� esperando.

Estamos indo.

Carl, um colche? Que extravag�ncia.

Certamente. Quem j� ouviu falar de uma prima donna ir a p� para o teatro?

- Aqui est�, minha querida. - Suco de lim�o e mel. Beba tudo.

Claro, porque n�o beber at� me custou vida, mas o professor � o professor.

Vamos ou chegaremos tarde, Angela. Seria como..

- Boa sorte, querida. - Adeus. Tchau, mam�e!

Suco de lim�o.

Com licen�a. Desculpe.

Oh. Desculpe.

Angela Klatt.

- O maior voz no mundo. - Silencio.

Tudo bem, meninas. Tudo bem. Lugares, por favor.

Obrigado. Obrigado.

Jill. Jill. J...

Ol�, Jill. Cortinas.

Quando madame est� ficando pronto para a sua impress�o celeste

Ent�o, como modelos de aprecia��o podemos atender a ela...

Fazendo Madame bonita...

Fazendo elegante madame H� um pouco de fixa��o final

Que temos de fazer com batom rouge para o amante n�o em seu ardor

Madame deve est�r bonita

Madame deve est�r chique Portanto, cuidado

Com um bocado de rendas, que secam N�o muito

Ou n�o

Muito pouco

Eu sou uma artista

Isto � arte

E, finalmente, Madame...

Est� pronta...

Para a conquista de...

Um cora��o

Mas, oh, antes que ela v�...

Vejam...

A ponta do nariz de Madame

A ponta do nariz de Madame A ponta do nariz de Madame

� brilhante Agora, como poder�amos...

Vergonhoso

P� para madame Sim, p� para madame

Oh, pressa, ele est� aqui Ele est� aqui

P� para madame

Oh

Fa�a-me muito bonita...

Fa�a-me glamourosa

Faz�-lo pensar que eu sou divina

Oh

Fa�a-me irresist�vel

Fa�a, ele meu...

As horas de espera parece interessante

- Agora eu estou aqui - Ah

- Leve-me em seus bra�os solit�rio. - Eu apenas amo voc�.

- Meu cora��o - Fa�a-me seu

Certamente foram bem sucedidos

Sim, madame fez conex�es

Mas ficamos com a nossa reflex�o

Para consolar-nos

Eu vou encontrar consolo

No meu sonho favorito...

Algum dia...

Eu saberei.

Meu cora��o vai saber...

A emo��o do amor

Supremo

E assim at�

que eu sei que emo��o

Eu vou sonhar

E gloriosamente esperar

Para ele, a quem o destino

Disse que ser�

Para mim

Em algum grande plano...

Desde o in�cio dos tempos

Ser

Como voc� o encontrou? Como voc� o encontrou?

Onde voc� deseja ir? Onde voc� deseja ir?

Voc� o reconhece? Voc� o reconhece?

Como � que voc� sabe? Como � que voc� sabe?

Nossos olhos se encontrar�o

Nossos l�bios falar�o

Atrav�s de alguns aglomerados

Hall

Eu vou tocar em sua m�o

E compreender

� tudo

Quando ele chega perto

Eu sei que vou ouvir

Doce m�sica

Do alto

At� ent�o, eu sonho

Meu sonho

Do

Amor

Miss Klatt sozinha, por favor.

Bravo!

- Adeus, querida Jarmila. - Oh, onde est� indo?

Lugar algum, mas voc�...

- O que voc� acha? - Count Seebruck, eu n�o acho. Eu sei.

Uma nova estrela nasce. Sua voz... Eu posso fechar meus olhos e jurar que � Marcelina.

Voc� deve sentir tamb�m.

- Penso seriamente em deixar a voz m�gica para ela. - Maravilhoso. Maravilhoso.

Venha para meu escritorio amanh�. Preciso falar com voc� sobre algo.

Por enquanto, esta noite....

Franz. Ela estava magnifica.

- Voc� n�o estava nervoso, animado? - Ambos. Eu comi o meu programa.

Oh, Leon, esqueci-me de comprar-lhe um presente.

- Joaleiria aberta a essas horas? - Sim. Eles vendem suas j�ias para apixonados.

Ent�o, no dia seguinte, compram de volta das meninas.

- Cada pe�a que vende mais e mais. - Bem, ele n�o ir� vender o meu presente mais uma vez.

- � caro? - Muito.

Mas homens que amam n�o questionam o pre�o.

Est� certo, Leon.

Eu pe�o desculpas.

Mas voc� � Miss Klatt, n�o �?

- Sim. - Eu sou o Dr. Hohner.

Ah, sim, doutor. Desculpe-me. Eu n�o o reconheci.

� uma regra do teatro examinar a garganta ap�s cada apresenta��o.

Agora, se voc� n�o se importa, meu escrit�rio fica ao virar da esquina.

Sinto muito, mas... mas eu estou esperando por Franz. Franz Munzer, meu noivo.

- Ele deve esperar por voc�. - Mas se eu n�o estou aqui ...

- Ele vai esperar. - Mas, doutor, eu...

Me desculpe, minha cara, mas o Conde Seebruck espera o relat�rio de hoje � noite.

Iremos acabar rapidamente.

Sabe,

Eu ouvi voc� cantar esta noite.

Nunca tinha ouvido uma voz assim desde 10 anos atras.

- Obrigado, doutor. - Voc� tem uma grande carreira pela frente, minha cara.

Eu n�o creio que seja necess�rio examinar minha garganta ap�s a fun��o.

� a norma do teatro. Agora � parte do teatro, e deve obedecer suas normas.

Come�ando hoje, a m�sica deve vir em primeiro.

- Mas irei ver Franz? - Ah, Franz, � claro. Mas temos muito tempo.

� dif�cil acreditar, mas se passaram 10 anos desde que trouxe Marcellina aqui depois de um grande triunfo.

Ah, Luise. Esta � a Miss Klatt.

Como vai, Luise? Aquela � Marcellina?

- Sim. - Talvez n�o devesse dizer isso, e n�o devo...

mas o Conde Seebruck me disse que minha voz que lhe lembrava dela.

� verdade. � por isso que me comportei assim rudemente esta manh� na biblioteca.

Eu tinha certeza que a voz de Marcelina havia voltado � vida novamente.

Isso � um elogio maravilhoso, Doutor.

Voc� conhecia muito bem, n�o �?

Ningu�m � conhecia melhor. Agora voc� vem comigo?

Com licen�a.

N�o se preucupe com Luise.

Ela era a empregada dom�stica de Marcellina.

Ela adorava. E como recompensa por sua devo��o, eu a trouxe aqui para manter a casa para mim.

- Voc� est� perto do teatro, certo? - Eu tenho que estar.

Eu sou o respons�vel por suas gargantas.

E se eu estou ocupado demais para sair, eu ainda posso ouvir a �pera atrav�s desses aparelhos.

� como uma representa��o privada, certo?

Ah, isso � lindo.

� Marcelina como Isolda.

Cantou lindamente.

Ela deve ser muito real para voc�, doutor.

Sim. Deixe-me mostrar-lhe.

Preservei muitas mem�rias de cada uma das suas interpreta��es.

O que o senhor acretida que a conteceu com Mercellina, Doutor?

� um mist�rio que ningu�m � capaz de solucionar.

Ela usou este leque em Romeu e Julieta.

E esses sapatos em Casamento de F�garo de Mozart

Oh.

Que p�s min�sculos que ela deve ter tido.

Como uma crian�a.

Isso � verdade. Uma crian�a.

Que p�rolas requintadas.

Ela sempre usava-os em A voz m�gica.

Ela a perdeu na noite que desapareceu.

Voc� gostaria de lev�-los para cantar A Voz Magica?

- Eu? - Talvez eu n�o devesse dizer-lhe.

Seebruck me disse que quer substituir voc� nesta obra.

Oh. Oh, n�o posso acreditar.

Quer experimetar?

Sempre dava uma volta no pesco�o.

Assim.

Seu alto,

e requintado pesco�o.

De toque maravilhoso.

- Franz deve estar � espera. - Desculpe.

Eu esqueci completamente. Vamos dar uma olhada em sua garganta.

Ir� ser rapido.

Voc� vai ter que vir aqui regularmente, voc� sabe.

De agora em diante, eu sou respons�vel para o seu bem-estar f�sico.

Oh, sente-se aqui, querida.

- Ent�o voc� n�o vai me operar? - Claro que n�o.

Bem, todas essas coisas s�o bastante assustadoras.

Eu sei exatamente o que voc� quer dizer. Eu sinto da mesma forma quando eu vou ao dentista.

Por favor, tire o chap�u.

E afrouxe sua capa.

Sinta-se em casa e calma.

Este � apenas um exame de rotina. N�o vai demorar muito tempo.

A luz.

Estamos prontos.

Agora olhe para a luz.

N�o, n�o. Olhe para ela.

- Eu n�o posso. Faz mal aos olhos. - Apenas um minuto.

Eu quero que relaxe, antes de examinar sua garganta.

Seus olhos n�o doem mais, certo?

Descanse, querida.

Alivie os nervos cansados.

Expulse todo o medo e cansa�o.

afugente as sombras e formas ...

que exaust�o nossas emo��es e nos enfraquecem

Assim � melhor.

Relaxe agora.

Corpo, m�sculos, nervos, mente

Sente-se sendo transportada, a lugares agrad�veis.

Voc� n�o resisti mais.

Delicadamente, deixe-se afundar em outros mundos

um mundo de meu projeto onde vai ser indefesa sem mim.

Pode me ouvir?

Pode me ouvir?

Sim.

Eu te escuto, Doutor.

Voc� n�o quer cantar novamente. Nunca.

Esta noite sua voz e sua vontade para sempre estaram a minha merce.

Eu estou no controle.

Sua voz n�o responder� nunca a seu cerebro.

Sera minha para sempre.

Olhe para o espelho. Continue a olhar para ele.

Voc� nunca vai tentar cantar novamente.

Repita.

Eu...

Eu nunca vou tentar cantar novamente.

Essa voz nunca foi sua.

Pertence a Marcellina, por isso esta deixando-a.

Estou mandando de volta para ela.

Deve ser silenciada para sempre.

Eu pro�bo de cantar novamente.

Minha...

Minha garganta.

Vou cuidar disso.

Leve este spray e nunca se esque�a de levar com voc�

Ele vai lembr�-la do meu controle.

Vamos levantar?

Eu... eu devo ter adormecido.

Apenas como eu queria.

- E a minha garganta? - Perfeita.

N�o acho que v� nos causar problemas.

- Posso ajud�-lo, doutor? - Sim, Luise.

Mande Miss Klatt para casa na carruagem.

Ah, diga-me por esta d�vida deve cair para mim

Cujo tr�gico...

Ah, diga-me por esta d�vida deve cair para mim

Ah...

Ah, diga-me por esta d�vida deve cair para mim

Ah, diga-me por esta d�vida

deve cair para mim

Cujo poder tr�gico

Parece chamar-me

Ah

Marcellina, isso voltou.

Aquela voz, aquela voz que � leva para longe de mim.

Mas eu n�o vou deixar. Eu n�o vou deixar.

Como pode sentar-se ai, sem saber o que aconteceu com ela?

N�s sabemos o que aconteceu. Ela fez um grande sucesso.

Isso n�o � motivo para desaparecer no ar. Eu vou � pol�cia.

Aqui est� ela.

Angela, onde voc� foi?

- Desculpe-me, Franz. Realmente. - Est�vamos preocupados com voc�.

Por favor me perdoe.

Claro, mas ... Voc� n�o vai me dizer o que aconteceu?

Eu... n�o sei.

Voc� n�o sabe?

Angela, eu esperei por voc� no teatro por horas. Voc� deve ter ido em algum lugar.

N�o vamos falar sobre isso esta noite, Franz.

Eu estou muito cansada. Outra hora.

Angela, me perdoe.

Eu estava t�o preocupado com voc�,

eu esqueci de te dizer como voc� estava maravilhosa.

Eu estava na plat�ia, voc� sabe.

Levantaram a cortina Cinco vezes para voc�.

Ent�o, quando eu sa� e esperei por voc�...

Eu n�o esperei tanto tempo.

Leon disse-me que ao atravessar a rua havia uma loja de j�ias...

onde compram seus presentes, e depois, eles...

Bem...

Para voc�.

Para...

Para lembr�-la de seu primeiro sucesso.

Meu primeiro sucesso.

Oh, Franz.

Oh, meu querido. Por favor abra�e-me forte.

Franz, eu... estou com medo.

Medo de qu�?

Eu... n�o sei.

Dizem-me que ela � jovem, bonita e realmente pode cantar.

- Bom dia. Posso ter uma declara��o para o meu jornal? - Agora, meus senhores. Por favor.

A voz m�gica foi para fora do repert�rio de 10 anos, n�o �?

Sim, desde o estranho desaparecimento de Marcellina.

- Ent�o voc� encontrou uma nova soprano. - Ent�o eu encontrei Miss Klatt.

Voc� disse "Klatt"?

Franz.

Warriors bold Estamos indo para este jardim

Marchando para o amor como n�s marchamos para a guerra

Bom dia, querida Jarmila.

Bem, o nosso bar�tono esta positivamente brilhante esta manh�.

Cheio de admira��o para voc�, querida.

Poucas Prima Donnas confessam abertamente n�o temer nada.

- Eu vos sa�do. - Nada a temer?

O car�ter � necess�rio para ignorar a competi��o.

Substituta?

-Nossa nova soprana jamais ir� cantar A Voz Magica. - Oh, n�o?

N�o! Seebruck � louco em dixar que uma inexperiente, como ela...

Voc� esquece, minha cara, que j� foi assim.

... o maior jogo de todos

O amor n�o � uma coisa insignificante para uma empregada dom�stica na primavera

Ent�o, melhor ser cauteloso, rapaz

Sim, voc� tinha e isso � ruim para os homens de armas

Ah, sim, isso � ruim para os homens de armas

Obrigado, senhores. Obrigado.

Isto � seguido pelo bar�tono solo e ballet.

- N�s temos os esbo�os do conjunto. Gostaria de v�-los? - N�o agora.

- O bal� � seguido pela �ria soprano. - N�s vamos omitir o bar�tono e o bal�.

- Quero que o senhores da imprensa ou�am Miss Klatt. - � claro. Senhores.

Partiremos a partir da ar�a da Soprano.

Signor Roselli no palco, por favor.

Aten��o, senhores. A escada de volta, por favor.

Miss Klatt! No palco, por favor.

Eu estava sozinha

Uma empregada cega tateando

Meu cora��o ainda era meu

Apenas esperando, ainda com medo

- Oflove - Ent�o cheguei e encontrei l�

Chamei seu nome e fiz uma prece

Eu comecei a viver

O momento que eu sabia

As nuvens come�aram a dar

O sol veio brilhando

- Subindo... - Voc� � o que tenho e mantenho

Mas mesmo assim o sol esfriava

Ah

Diga-me por esta d�vida deve cair para mim

Cujo poder tr�gico ...

"Cujo poder tr�gico chama por mim."

Desculpe-me. Posso tentar essa �ltima parte de novo?

Claro, minha cara. � claro.

Ah

Diga-me por esta d�vida ...

Porque, querida, o que aconteceu?

O que realmente pensar?

- Angela, o que aconteceu? - Minha voz... desapareceu.

- Isso � rid�culo. - Minha voz... desapareceu!

Pare de dizer isso e venha aqui.

Franz. O qu� est� acontecendo comigo?

Nada. As pessoas n�o perdem a sua vozes assim. Voc� come�ou a cantar.

N�o posso, Franz.

- Por algum motivo, eu n�o quero cantar. - Angela!

Por mim, querida.

Agora, do mesmo lugar.

Ah

Diga-me por esta d�vida deve cair para mim

Cujo poder tr�gico ...

Meu jovem, como voc� entrou neste camarim?

Voc� percebe que, ao for��-la a voz, voc� poderia arruin�-la para sempre?

- Estou tentando ajudar. Ela perdeu a confian�a. - � verdade, doutor?

- Porque voc� acha que sua voz quebrou? - Alta tens�o, nervos.

- E isso poderia ser s�rio? - Poderia ser, se n�o tomar cuidado.

O que voc� aconselha, doutor?

Poucos dias, pelo menos, de repouso absoluto.

- Mas o ensaio ... - Voc� pode ensaiar com o suplente.

Mas voc� n�o precisa. Estou lhe dizendo, ela est� perfeitamente bem.

� �bvio ela n�o est� perfeitamente bem.

Sua voz quebrou. N�s todos a ouvimos.

Gostaria de sugerir que deixemos Miss Klatt decidir por si mesma.

Com seus nervos nessa condi��o, voc� acha que deve cantar?

Eu n�o sei.

Eu nunca me senti assim antes.

� melhor mand�-la para casa, Brunn.

- Onde ela mora? - Fifteen Hahnen Street.

Tenho medo de que n�o vai fazer. Ela deve ter o cuidado profissional.

O hospital?

Voc� gostaria de vir para casa comigo por alguns dias?

Eu vou entrar e ver voc�, Angela.

Eu ia esperar, meu menino. Ela precisa de repouso completo.

Essa mulher deve ter chantageado Seebruck em dar a sua parte.

Ap�s dos jornais terem anunciado A Voz Magica,

Seebruck vai ter que produzir.

Mas n�o � para ela. Ela nunca pode cantar a �ria.

- Ela vai baixar o tom. - Mas � a parte de Angela.

N�o havia nada de errado com ela ... at� que ela conheceu Hohner.

- Dr. Hohner quer ajudar Angela. - Ent�o por que ele a mantem trancada?

Porque eu n�o posso ir v�-la? Ela nem sequer respondeu �s minhas cartas.

- Vou lev�-la de volta, para onde ela pertence. - Franz.

- Sim? - Eu gostaria de ver o Dr. Hohner.

- Dr. Hohner nunca v� os pacientes a esta hora. - Mas eu n�o sou um doente.

�... � uma quest�o pessoal, e � muito importante.

- Sobre o que? - Angela Klatt.

- Angela Klatt? - Eu tenho que v�-la.

Tenho medo que voc� ter� que vir outro momento.

O m�dico est� saindo para o teatro.

Eu decidi n�o ir esta noite ao teatro, Luise.

Oh, Mas era uma mensagem do Count Seebruck.

- O novo tenor est� com dor de garganta. - Ah.

- Por qu� n�o vai para casa? - Por qu� n�o vai ao teatro?

- Voc� deve estar l� at� agora. - Mas, Franz ...

V� em frente. N�o se preocupe comigo. Eu s� quero ver o que acontece. V� em frente.

Ela est� l� em cima. Depressa.

Angela. Angela, � Franz.

Angela, qual o problema? Voc� n�o sabe?

Boa noite, Dr. Hohner.

Boa noite, Leon.

- Quem esta cantando? - Esse � o novo tenor.

- Bem, n�o h� nada de errado com sua garganta. - N�o, senhor.

Tirea daqui agora antes que seja tarde demais.

- Angela, vamos sair daqui. - N�o devo sair. Ele n�o quer me deixar.

- Deixe-me ficar, Franz. Por favor, deixe-me ficar. - Vou lev�-la para casa para Mama Hinzl e Carl.

Depressa. Por favor, depressa.

A porta de tr�s. Rapido.

Para a esquerda, para fora da porta e atrav�s do port�o.

Dr. Hohner!

Dr. Hohner! Dr. Hohner!

Dr. Hohner, ela se foi.

Como? Onde voc� estava?

Depois que voc� saiu, fui at� o cozinha para cuidar de algumas coisas.

Um pouco mais tarde, eu vim v�-la. Ela n�o estava aqui.

Procurei por toda parte, mas ela tinha ido embora.

Eles devem ter visto casa por dias, esperando por uma chance

Quem trouxe essa mensagem do teatro?

Eu n�o sei. Eu nunca vi antes.

Franz. O jovem tolo.

O que voc� vai fazer?

Nada.

Essa menina vai me obedecer n�o importa onde ela esteja.

Eu lhe trouxe uma sopa bem quente, querida.

- Coloque aqui, Mama Hinzl. - N�o, Franz. Voc� n�o deve toc�-lo.

Angela, � apenas um atomizador.

Ele ... Ele me disse algo sobre ele.

- Franz, o que ele me disse? - Voc� n�o lembra?

Eu... N�o posso.

Mas eu... mas eu preciso. Foi muito importante.

N�o se preocupe com isso agora.

Mama Hinzl vai dar-lhe a sopa.

Franz, n�o me deixe.

Tudo bem, querida.

Agora feche os olhos e tente dormir.

N�o pende em nada.

- Voc� viu o qu�mico? - � �gua, tio Carl ... apenas agua.

�gua?

Sim. Est� certo Este saiu do vaporizador?

Sim. Eu tirei de Angela quando estava dormindo.

Eu tinha certeza que havia alguma coisa l� dentro que fez ela parar de cantar, mas agora....

Oh, Tio Carl, o que �... sua imagina��o?

- Quando sua voz falhou pela primera vez? - Quando ela estava cantando a �ria.

- No ensaio, com Hohner observando-a. - Sim.

- E da pr�xima vez? - Em seu camarim.

E Hohner entrou.

Tudo isto depois de ter ido ao seu gabinete para o tratamento.

- Ele deve ter assustado ela. - Mas por qu�?

Marcellina. A aria.

- Quem pode dizer o que se passa na mente de um homem? - E quem pode provar isso?

- Oh, Carl, o que vamos fazer? - Eu n�o sei.

No ex�rcito, quando um homem foi atirado de um cavalo,

podemos coloc�-lo de volta no cavalo e fez-lhe carona.

- E funcionou? - Normalmente.

Quanto mais um homem esperou, mais dif�cil se tornou.

Algo em sua mente cresceu em um perigo terr�vel mental.

Homens, cavalos... Eu sei.

Mas � diferente com os cantores.

Por que seria diferente com os cantores? O mesmo perigo.

� claro! � isso.

Franz, onde est� indo? Espere por mim.

- O que voc� pediu n�o s� � imposs�vel. � fant�stico. - Mas a menina est� muito doente.

N�s n�o s� pedimos para salv� sua carreira, mas sua vida tamb�m.

Dr. Hohner me garante que ela perdeu sua voz para sempre.

Dr. Hohner est� errado.

Vamos ser razo�veis. Tudo o que eu pe�o � a oportunidade de ouvi-la.

Eu pedi-lhe para lev�-la ao meu escrit�rio.

Mas, n�o, voc� que a minha companhia, minha orquestra, luzes ...

uma representa��o para experimento, incluindo o p�blico.

� absolutamente fora de quest�o. Isto � tudo, senhores.

- Mas, Count Seebruck... - Franz.

Eu disse que era uma tarefa imposs�vel.

N�s pedimos uma oportunidade. Agora ele deve obedecer.

- Estamos passando por cima de sua cabe�a. - Mas quem est� por cima da cabe�a?

- O rei. - O rei?

Voc� quer dizer devemos perguntar o pr�prio rei?

Vamos.

� esta a cruz que ele te dei pessoalmente?

Centenas de n�s tem a mesma decora��o.

E n�o era ele. Foi seu pai, que me deu.

- Basta furar o seu peito para fora. - Vou perder meu emprego.

- Seebruck vai me demitir. - Voc� deve ter sido mais corajoso quando jovem.

Ningu�m pode estar neste corredor at� que Sua Majestade deixe o teatro.

Ah, mas Sua Majestade lhe concedeu uma audi�ncia.

Voc� deve saber melhor. Voc� tem que fazer seu pedido por escrito.

Senhores, Sua Majestade o rei.

- Bem, um dos her�is da Sadova. - Sim, Majestade.

Segunda Cavalaria, Blue Hussars.

- Sim, Majestade. - Lamento, Vossa Majestade.

Este corredor deveria estar vazio.

Um membro da velha guarda meu pai pode falar sempre.

Agora, o que posso fazer por voc�?

- � sobre uma contora. - Uma jovem.

Estamos apaixonados.

N�o. A mo�a e eu estamos apaixonados.

Oh, eu vejo. Bem, nesse caso, vamos entrar aqui?

Ah, essa apresenta��o ser� conhecida como o fiasco mais triste ...

em toda a hist�ria do Teatro Real.

Isto realmente vai tornar-me imortal.

Seebruck! Eu quero falar com voc�.

Esta � a �ltima gota, e eu n�o pretendo toler�-lo por mais tempo.

N�o h� nenhuma cl�usula no meu contrato que apela para insultos.

Quando meu nome est� em toda parte, o intruso vai tomar meu lugar.

Voc� sabe o que eu vou fazer? Eu vou vai sair daqui e nunca mais voltar.

Eu desejo o paraiso. Eu poderia ir com voc�.

- Oh, voc� enviou para mim? - Sim. Aqui, leia isto.

Uma performance de comando. � inacredit�vel.

O que devo fazer? O que posso fazer?

Sugiro que coloque Madame Jarmila como suplente.

Substituta? Voc� est� zombando?

Voc� n�o tem que se preocupar sobre isso.

N�o ser� poss�vel para que a menina cante.

- Como ela aceitaria? - Eu n�o sei.

Eu n�o lhe disse nada, exceto que estamos indo para o teatro.

Oh, Mama Hinzl, eu... Eu n�o quero ir.

Voc� vai junto com Franz.

Ver seus amigos. Ouvir algumas m�sicas.

- Vai fazer bem. - Voc� est� maravilhosa, Angela.

- Boa noite, Mama Hinzl. - Boa noite.

Mas como vou chegar ao teatro?

Basta andar, mas deixe-os sozinhos.

Mas, Mama Hinzl...

- Boa noite, Miss Klatt. - Boa noite, Leon.

- Count Seebruck quer v�-lo. - Onde est� ele?

- Uh, Camarim 22. - Obrigado, Leon.

Boa noite, Miss Klatt. Por favor, entre.

Este � a Count Romborg, ajudante-de-campo para Sua Majestade.

Encantado.

Miss Klatt, voc� foi convocada por sua Majestade para cantar A Voz Magica est� noite.

- Eu? Cantar? - Sim. Uma performance de comando.

Mas ... Eu n�o posso.

Mas s�o ordens de Sua Majestade.

Meus parab�ns, Miss Klatt.

Esta � uma grande honra, minha cara.

- Mas, Conde Seebruck... - O rei.

Vou mandar uma empregada dom�stica para voc�.

- Mr. Brunn. - Agora, agora. Seu guarda-roupa est� pronto.

Vou v�-la no palco. Boa sorte.

- Franz, eu estou com medo. - N�o, n�o est�.

Voc� est� ... Voc� provavelmente est� t�o surpresa quanto eu.

Como Count Seebruck disse, esta � uma grande honra.

O rei mandou a ordem para cantar.

- Mas eu estou com medo. Eu n�o posso cantar. - Claro que pode.

Quando estiver l� em cima do palco, em frente ao p�blico, ir� cantar.

Todo mundo a quer. Olhe. Todos est�o pensando em voc�.

Eles enviam-lhe os seus... seus bons desejos. Aqui.

Aqui. Flores de Seebruck, de Brunn, de Roselli.

Flores at� mesmo de Sua Majestade.

Franz, o que � isso?

Outra vertente, eu suponho. N�s vamos descobrir em breve.

Este �... igual ao que... voc� tem em casa.

Agora eu quebrei seu presente. Desculpe-me.

Isso foi muito infeliz de mim.

Angela.

Isto era muito importante?

Dr. Hohner me disse uma coisa sobre ele. Minha voz...

Oh, isso � s� o vidro quebrado e um pouco de �gua colorida.

Ou�a. Seja l� o que Dr. Hohner disse � passado, apenas isso.

Esta � a noite que estamos esperando pacientemente.

Voc� sabe por que A Voz Magica n�o foi representada em 10 anos?

Porqu� n�o havia ningu�m para cant�-la. Agora o rei ordena a cant�-la.

Isso � o que voc� tem a fazer. Assim, esque�a Dr. Hohner. Esque�a tudo.

Tudo, mas... mas eu.

� claro, Franz.

- E eu vou realmente tentar. - Eu sei que voc� vai.

E voc� vai ser maravilhoso. Agora v� se vestir.

Eu o chamarei quando estiver pronta.

- Como ela est�? - Tudo bem. Tudo vai funcionar como planejamos.

Eu tenho um otimo lugar para voc� onde poder� ver claramente onde Angela cantar.

Venha. Eu vou lhe mostrar.

S� um momento. Count Seebruck enviou-me a Miss Klatt.

- Voc� pode ajudar as meninas do ballet. - Sim madame.

Eu vim para ajud�-la a se vestir.

A �ltima vez que vi Marcelina,

Ela estava de p� aqui, em um vestido assim.

Voc� est� t�o bonita como ela era.

Obrigado, Luise. Vou levar este.

- Quer pedir Franz entrar agora, por favor? - Sim.

Eu vim para ajud�-la, minha cara.

Crueldade deles, fazer isto com voc�.

Voc� n�o quer cantar, n�o �?

Mas eu... Eu prometi que ia tentar Franz.

Claro, minha querida.

Mas Franz n�o entende.

Est� em condi��es de cantar, est�?

Eu... eu n�o sei.

Eu s� sei Eu prometi que ia tentar Franz.

Dr. Hohner! N�o olhe para mim assim.

Franz!

O que Franz sabe sobre isso?

Por que, voc� est� tremendo.

Seus nervos est�o se espeda�ando.

Eu avisei a Franz que iria acontecer se a obrigaram a cantar ..

Voc� n�o quer arruinar aquela voz, n�o �?

Ela n�o � sua. Lembra-se?

Agora me diga. Cuja voz n�o �?

Conte-me.

Marcellina.

Warriors bold estamos indo a esta festa

Marchando para o amor como n�s marchamos para a guerra

Pronto para qualquer destino Aguardamos o chamado do dever

Ansioso para conhecer o inimigo Embora saibamos

Que todos n�s podemos ser capturado pelo ador�vel inimigo

Temos o prazer de ir ao encontro no jardim desta fada

Onde temos pirueta e postura

Aqui, onde o romance parece chamar nas medidas de uma dan�a

N�s sorrimos e n�s cantamos para as senhoras que n�s adoramos

E rezar para que elas logo podem atender nossos fundamentos do amor

Entretanto, sabemos como elas suspiram mais romanticamente

Elas t�m suas mentes sobre o maior jogo de todos

O amor n�o � uma coisa insignificante para uma empregada dom�stica na primavera

Ent�o, melhor ser cauteloso, rapaz

Sim, voc� tinha e isso � ruim para os homens de armas

Ah, sim, isso � ruim para os homens poderosos de armas

Ela deveria estar pronto at� agora.

Sim. Quero ensaiar a �ria mais uma vez, de qualquer maneira.

Angela, voc� est� pronta?

Angela.

Angela!

Angela! Onde est� ela?

Hohner.

- Voc� viu o Dr. Hohner? - N�o esta noite.

- Eu quero pedir isso. - Carl!

Desta vez, vou silenci�-la para sempre.

Assassino!

Eu suspeitei desde o principio e vim trabalhar aqui, para ter certeza.

Por 10 anos, eu assisti e esperei.

Voc� manteve o seu segredo bem guardado at� que trouxe Angela aqui...

quando mostrou as p�rolas que Marcellina usava quando desapareceu.

Voc� escondeu o corpo dela.

Eu n�o tenho medo de voc�.

Eu precisava de mais provas para a pol�cia.

Ent�o eu segui voc� at� este quarto desde o camarim...

a tempo de salvar essa crian�a.

- Voc� matou Marcelina. - Voc� nunca vai dizer isso novamente.

Dr. Hohner! Angela, voc� est� bem?

Voc� deveria estar no teatro. Tem que cantar A Voz Magica est� noita.

- Ela n�o consegue cantar. N�o vou deix�-la. - Ela vai cantar, e voc� n�o pode impedi-la.

- Se essa menina cantar, eu n�o vou ser respons�vel. - Eu vou. Carl, fique de olho.

- Volte, Doutor. - Por aqui.

Minha querida Jarmila, � uma grande noite para voc�.

Sim, quando a Pequena Miss Nobody reparte-se, eu vou salvar o seu rosto.

Por que, n�o em todos. Voc� sempre queria cantar A voz m�gica.

- Esta � a sua grande oportunidade. - E que audi�ncia!

Eu j� lhe disse que sua voz � a melhor do pa�s?

No pa�s, Conde Seebruck? Em todo o mundo. Em todo o mundo.

E quanto � sua nova descoberta brilhante?

Esque�a-se sobre ela. Esque�a tudo.

V� l� fora e se cubra de gl�ria.

Preencha o rei de emo��o com o p�blico, com a voz de ouro da grande Jarmilla.

Tudo bem. Vou faz�-lo.

Mas n�o para voc� ou para o rei.

- Por Jarmila. - Brava.

- Envie � pol�cia ao Dr. Hohner. - Sim, senhor.

Onde voc� estava? N�s � procuramos em toda parte.

Este � um desempenho de comando para o rei. Voc� tem tempo apenas para fazer a sua entrada.

N�o h� nada a temer mais. Luise, cuide dela.

E quanto a mim e minha voz de ouro?

- Voc� acha que eu vou ficar aqui e deixar que pouco ... - Shh! O rei.

Ela deve estar l� agora.

N�o suba neste palco.

A sua voz vai quebrar. Eu avisei.

N�o suba neste palco.

Eu pro�bo de cantar. Voc� est� ouvindo?

- Eu o pro�bo de cantar. - Sente-se.

Repita a deixa.

Ah, n�s lhes damos as boas vindas a est� festa

Ah, desculpe se te fez esperar

Ah, deixe a dan�a dos violinos come�ar

Ah, que haja alegria e felicidade neste romance

Eu estava sozinha

Uma empregada cega tateando

Meu cora��o ainda era o meu

Apenas esperando, ainda com medo

- Do amor - - Ent�o eu vim e te encontrei l�

Chamei seu nome e fiz uma prece

Eu comecei a viver

O momento que eu sabia

As nuvens come�aram a formar

O sol veio brilhando

- Subindo - Voc� � o que tenho e mantenho

Mas mesmo assim o sol esfriava

Ah

Diga-me por esta d�vida deve cair para mim

Cujo poder tr�gico

Parece chamar-me

Ela fez isso.

Por favor, ou�a, querida - O medo de voc� foi em bora.

Isso diz tudo para mim

Eu te amo

Cante, Angela! Cante!

Agora, finalmente...

Tudo est� claro

Agora, finalmente...

O Paraiso est� chegando

Me agarro

No seu amor

Enquanto eu cantar

Suba as escadas.

Da minha saudade

Marcelina, eles est�o aqui. Eles est�o aqui.

Agora, finalmente...

Todo a confus�o foi em bora.

E o passado

Desvanece-se como uma ilus�o

E voc�

� minha vida

E meu sonho..

torna-se

verdade

Tudo que eu quero

� voc�...

- Bravo! Bravo! - Brava!

O Fim

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