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Legendado por TEENAGER_POET.
A verdadeira hist�ria de uma ninfoman�aca de 17 anos.
N�o tenho dinheiro.
N�o � dinheiro que eu quero.
Eu quero...
Eu tenho...
Algu�m pode entrar.
Abra, droga.
Mantenha a porta fechada.
- Foi bom? - Oh Deus, sim.
Voc� foi melhor...
Posso te ver de novo?
Qual o seu telefone?
Olha pra ela. Que vagabunda.
O que voc� quer?
Vem comigo.
Ir com voc�? Voc� � uma prostituta?
N�o.
Eu s� quero que voc� venha comigo.
Voc� n�o quer?
Voc� sentiu uma compuls�o de sair com o homem...
logo depois de ter estado com o garoto?
Sim.
Como � isso?
Fui contra minha vontade.
Voc� ficaria doente se soubesse os tipos de homens...
que eu senti uma compuls�o de dormir ou de chupar.
Velhos sujos.
B�bados que mal podiam ficar de p�.
Garotos com quase 15...
com medo de morrer.
Viciados que pensam que est�o sonhando.
E cruzeiros por cada lugar despres�vel da cidade.
Cale a boca, Maria!
Pobrezinha...
passar por tudo isso s� porque se sente in�til.
Mora aqui na cidade?
Numa cidade pequena?
Esta maldita puta.
Ela vai entender.
Desista. Voc� j� pegou caras aqui.
Voc� terminou.
Deixe-nos em paz ou arranco seus olhos.
Bravo, Karin.
Olhe, a chupadora.
Ela fez com voc�?
N�o. Acha que eu deixaria uma lun�tica me chupar?
Vai pra casa praticar?
N�o tem dormido nesta cidade?
Deixe a garota.
N�o ouviu o que eu disse?
Deixe os clientes em paz ou eu chamo a pol�cia.
Que n�o cheguem tarde. Por favor, n�o se atrasem.
N�s prometemos.
Tchau, m�e. Tchau, pai.
Adeus garotas.
As duas s�o muito doces. A �nica diferen�a � a idade.
L� fora, claro, mas aqui dentro h� uma grande diferen�a.
N�o brinque com isso.
Sabe que elas nos causar�o problemas.
Est� sendo dif�cil.
N�o tem gra�a.
� verdade.
Gostaria de dan�ar?
Sim.
Trouxe sua irm�?
Ela realmente circula.
Um amigo meu a viu no centro.
Com licensa. Pode pegar um desses pretzels?
N�o precisa embalar. Vou comer agora mesmo.
- Aqui est�. - Obrigado.
Setenta e cinco cents.
De novo?
Eu preciso.
Voc� n�o pode continuar assim. Todos sabem sobre n�s.
Vai comer isso?
- Ainda h� quem n�o sabe. - Onde?
Trem expresso 46 para Flen, S�dert�lje e Stockholm.
10:34 est� partindo agora.
Por favor, fechem as portas.
- O que � isto? - Quer me ajudar?
- Com o qu�? - N�o posso te contar aqui.
- � sobre dinheiro? - N�o.
Tenho um compromisso pra cumprir.
Loja Glass P�ra-brisas
O que aquela prostituta faz no apartamento da Greta?
N�o � prostituta. Voc� n�o muda.
Como voc� sabe?
Eu apenas sei.
E se eu n�o quiser?
Voc� vai.
O que eles est�o fazendo?
N�o concordo com o que est�o fazendo.
Eu n�o planejo dar um jeito.
Algumas coisas saem melhores do que a imagina��o.
Por que diabos est� chorando?
� terr�vel.
Horr�vel.
Odeio o que eu fa�o.
Ent�o, por que voc� faz?
Eu n�o sei.
O que voc� faz?
Isto.
Voc� viu o vidreiro novamente?
N�o.
Por que n�o?
Ele � um in�til.
Por que ele � in�til?
Ele gostava de voc�.
Qualquer um que gosta de voc� � in�til porque voc� mesmo � in�til.
A quanto tempo voc� se sente uma in�til?
Desde que era uma garota?
N�o.
N�o, quando eu era muito pequena.
Eu tenho uma irm� que � uma perfeita hip�crita.
Ela � t�o boa na escola que me deixa doente.
- Est� com fome? - Sim.
Vamos ver o que encontramos.
Sempre h� alguma coisa, a menos que os garotos tenham atacado a geladeira.
... jovem Sture.
Ele brigou na floresta Duvn�s.
E se asas me carregassem...
Eu sei pra onde eu teria voado.
Fazenda Honest Dala.
Escudos e capacetes foram destru�dos.
N�o tememos ningu�m.
Vi muitos em em ex�rcito.
Lutando pela primeira vez.
Ele podia se tornar cavaleiro.
Mr. Sten, o bravo Sture.
Lutou pela vila Br�nnkyrka.
E se asas me carregassem...
Tente bater isso.
Vou ouvir as garotas.
Ouvi que a mais velha � meio vagabunda.
Ela pegou Tv�rn na pra�a outra noite.
E carrega nosso banner hoje.
Ent�o, cabelos dourados. Ele deu um passo a frente.
Um jovem de 40 anos.
E respondeu: Eu farei isso.
Que filhas gentis voc� tem.
N�s n�o cantamos apenas...
tamb�m dan�amos.
Legal, legal. Continue.
O que diabos podemos fazer? Olhe como o coronel est� pasmo.
Ele tem estado furioso.
Que prostituta. E se ela for al�m?
Mas...
Meu Deus.
Olha como ela est� se comportando!
Isso causar� um esc�ndalo.
N�o est� t�o ruim...
quanto parece.
Eles se incomodaram com voc� depois?
Eles sempre se incomodaram comigo.
E foram condescendentes. Como se eu n�o fosse nada.
Quem foi pior?
Eles foram igualmente ruins.
Evar, acorde.
Acho que ela est� em casa.
Muito u�sque tem sumido ultimamente.
Onde voc� tem estado?
Percebe o que est� fazendo?
Me responda, por favor.
Ou isso � muito pra responder?
Voc� podia ter ligado.
V� pra cama agora mesmo.
Mexa-se.
- Como ela est�? - Dane-se se eu sei.
Ela n�o vai responder.
Ela estava bebendo u�sque.
Bem na minha frente.
Estou ficando doido.
O que voc� acha que ela est� fazendo?
Talvez ela tenha puxado � m�e.
De novo n�o.
- Voc� quer leite? - Sim, por favor.
N�o precisa esquent�-lo.
Como sou est�pido.
Ent�o, esta compuls�o da qual estamos falando...
por sexo...
� sempre a raz�o das suas performances sexuais?
Que voc� dorme com algu�m.
Ou voc� alguma vez faz sexo por outras raz�es?
Para seu prazer pessoal ou algo parecido?
Sim.
Muito tempo atr�s, quando eu tinha 13 anos.
Estava apaixonada por um companheiro de classe.
Ent�o, eu fiz por amor...
sem prazer.
Por que acabou?
Ele me pegou com um b�bado no parque...
e me bateu.
Eu fiquei com um olho roxo.
Ningu�m parecia se importar.
N�o voltou mais.
N�o.
Esta foi a �nica vez que voc� fez sem o sentimento de compuls�o?
Sim.
Acho que sim.
Sem a menor recorda��o...
da campanha russa Karl XII.
Eu acho que Anita est� cansada.
Rejeitada.
Gra�as a Deus por isso. � o jeito que ela se comporta.
Ela realmente bota na boca?
Na verdade, ela faz.
Voc� foi dispensado?
Sim. J� est� resolvido.
A prop�sito, como voc� sabe que ela faz?
Bem, foi um grande amigo meu. N�o eu.
Voc� nunca pegaria isso de mim.
- Quer algo? - Por favor.
Qual o seu nome? Eu sou novo na cidade.
Anita.
Meu nome � Per.
Voc� faz esculturas de vidro, certo?
Acho que eu vi voc� na vidraria outro dia.
� isso mesmo.
Eu pego peda�os de vidro de l�...
e colo com uma cola invis�vel.
Escute, eu realmente...
preciso de um...
modelo.
Estava me perguntando se voc� gostaria de fazer.
Usou um modelo para estes?
N�o.
N�o exatamente.
Admito que a parte do modelo foi apenas um truque.
Voc� s� quer foder, certo?
Bem!
- Sim, � verdade. - Neste caso, est� bem.
Porque eu s� quero foder tamb�m.
Voc� � boa, Anita.
Anita.
Est� indo pra escola vestida desse jeito?
Voc� alguma vez foi pra escola?
Voc� � t�o infantil.
Freq�entemente, tenho um intervalo em meu hor�rio.
Um intervalo, isso mesmo.
Voc� devia ter vergonha.
O que voc� est� dizendo? Se desculpe.
Sinto muito, M�e. Nunca mais direi isso.
Pai?
O campo Marechal Montgomery tinha uma base a�rea em El Alamein?
Certamente.
Na verdade, os melhores pilotos da �poca.
Pense nisso, meu ango.
O assim chamado Deserto For�a A�rea.
Montgomery o utilizou no come�o da batalha...
para subjugar o inimigo.
Quem foi Rommel, Anita?
Nunca abril seu livro de hist�ria? Est� muito velha pra uma surra.
Est� tr�s anos mais velha e devia ter vergonha.
Quem foi Rommel?
Ou pode me dizer quem foi Eisenhower?
� um nome importante que voc� devia saber.
Certamente sua irm� pode responder essa pergunta.
Eu tenho vergonha de voc�.
Ei vi voc� pegar algu�m na esta��o uma vez.
- O garoto com uma capa amarela. - Voc� viu isso?
Do trem. Foi h� muito tempo.
Voc� foi esperta pra fazer na esta��o.
Voc� teve que ser, todos conheciam voc�.
Ainda � dif�cil.
Mesmo quando encontro algu�m, n�o tenho lugar aonde ir.
Se voc� encontra um rapaz...
um bom rapaz...
n�o pode ficar com ele?
� uma pena.
Eu vou lhe assistir.
Isso foi lindo.
Eu tenho que ir.
Anita.
Sente-se.
O que quis dizer com a minha m�sica foi muito simples.
Gosto muito de voc�.
Foi uma revela��o pra mim, que aconteceu na �ltima vez.
Voc� � simplesmente maravilhosa.
Al�m disso, parece t�o solit�ria quanto eu.
Anita, fique aqui comigo.
Voc� pode viver aqui. Por favor, fique.
Acho que precisamos disso.
Pod�amos transformar o espa�o extra em um quarto.
Anita, querida, fique aqui comigo.
N�o. Voc� n�o entende?
Voc� � t�o in�til quanto suas malditas esculturas.
Mas por que n�o podemos...
N�o me importo com voc� ou este buraco!
Anita, por que n�o podemos...
Que inferno! Voc� est� louca?
Possivelmente.
Posso ter uma c�pia da revista?
- Aqui est�. - Obrigado.
- S�o $3,50. - Okay.
Trem expresso 46 de G�teborg para Flen, S�dert�lje e Stockholm...
chegar� em breve na pista 1, plataforma 1.
Trem expresso 46 para Flen, S�dert�lje e Stockholm.
10:34 est� partindo agora.
Por favor, fechem as portas.
LOJA LI QUOR
Ei, amigo.
- Pode comprar algo pra mim? - Por qu�?
Eu n�o posso entrar. Estou barrado.
J� que n�o podem vender pra voc�, n�o posso comprar pra voc�. Entende?
Qual �! Voc� comprou apenas tr�s garrafas.
Deve ter sido barrado por um motivo.
Tem que ser t�o metido?
- O que est�o fazendo? - O que voc� acha?
Voc� est� ferida?
Onde est� minha bolsa?
O que ele fez a voc�?
N�o foi ele. Fui eu.
Como?
Venha comigo e poderemos limpar isso.
Por favor, fique quieta. Guarde o saxofone.
Maria, por favor, fique quieta.
� estranho os garotos sumirem quando temos que fazer este tipo de trabalho.
Ela est� certa.
Ela pensa que � algu�m especial junto com o resto da fam�lia.
Ela tem duas amigas que s�o exatamente da mesma forma.
S�o t�o tolas que quando sentam pra conversar quase fazem voc� chorar.
Mas de prop�sito.
E seu pai?
Ele s� pensa em sua carreira.
Ele espera por uma promo��o a qualquer momento.
Devia ouvi-lo quando est� me repreendendo.
Quem foi Rommel?
Nunca abriu seus livros escolares?
Como � esta compuls�o?
� como um desejo ardente bem aqui...
que eu n�o posso resistir.
Mas quando acaba, n�o quero v�-lo novamente.
Sempre?
N�o.
Nunca.
Isso � o que torna dif�cil voltar pra casa.
Eu usava os homens.
J� considerou esta sua promiscuidade compulsiva...
O qu�?
Promiscuidade.
Liberdade.
Isso poderia vir de seus pais sem amor...
e do comportamento degradante para com voc�.
Sim.
Quando eu sinto uma compuls�o...
N�o consigo resistir.
Ent�o, eu durmo com um homem, o chupo e o masturbo.
Ajuda por algum tempo.
Ent�o, eu come�o a lamentar.
E eu curo isso com um novo homem...
o que me faz sentir remorso e auto-desprezo de novo.
Isso vai e vem.
� o que vamos tentar mudar.
- Quer algo mais? - N�o, obrigado.
Foi l� que sentamos no primeiro dia, lembra?
Voc� tentou muito me levar pra cama.
Mas eu resisti.
- � uma boa coisa eu ainda estar perto, n�o? - Sim, � bom.
Que outra pessoa ia me enfaixar?
Voc� vai enxugar!
Mas quase deu errado.
Pense em mim como um m�dico.
Caso contr�rio, n�o demorar� para voc� me rejeitar tamb�m.
N�o use sua m�o dessa vez.
Erik, deve realmente ter uma viola no terceiro movimento?
Venha dar uma olhada.
- O que �? - Aqui.
Leif! Telefone!
Leif!
Al�.
O qu�? N�o.
Eu n�o posso falar agora.
Onde n�s est�vamos?
N�o devem ter violas no quarto movimento.
Onde est� o original?
Estou farto de ela estar por aqui.
N�o podemos ensaiar. Ela estraga tudo.
- O que ela tem feito? - Pergunte aos caras.
Ela n�o sabe nada sobre m�sica.
Ela sequer distingue Vivaldi de Beethoven.
� isso mesmo. Ela estaria melhor no Top 20.
E quanto a voc� e seu maldito Verdi? Voc�s est�o todos errados.
N�o � sempre culpa dela se alguma coisa p�ra.
Ela est� no inferno. Ela � uma rara e aut�ntica ninfoman�aca.
N�o � culpa dela.
Ela est� com problemas e precisa de toda compreens�o que podemos dar.
Erik pode ter raz�o, mas deixe Leif em paz.
Isso d�i?
N�o parece nada bom.
Segure isto.
Vou colocar um band-aid.
Deve estar feliz com esse olho roxo.
Por qu�?
Isso prova que voc� vale alguma coisa.
Como?
Os caras s�o t�o loucos por voc� que esqueceram Haydn e Vivaldi.
As garotas enlouqueceram.
Eu n�o tinha pensado nisso.
N�o, voc� n�o tinha pensado nisso.
Como num monte de outras coisas.
L� vamos n�s.
Se voc� pode ag�entar por um tempo, podemos fazer algo bom.
N�o � assim.
� assim que � feito na casa do coronel?
N�o. Hoje n�o.
Voc� sabe que eu gosto. Vamos.
Obrigado.
- O que voc� acha disso? - N�o sei.
Ningu�m sabe.
- Mas � uma coisa boa tentar. - Temos que tentar.
Nem um pouco importante.
Vamos l�.
PARE DE ALMEJAR COMECE A FAZER
Verifique a lista para ver quantos faltam.
Restam apenas tr�s.
N�o podemos esquecer isto por um tempo? N�o est� com fome?
Estou faminto.
Este piquenique foi uma grande id�ia.
Nada mau, heim?
� bom ficar longe por um tempo.
Olha aquela cabana.
Voc�s s�o todos m�sicos? N�o podem cantar um pouco?
N�o, estamos de folga hoje.
Olha como � bonito l�. Podemos parar ali na colina?
Podemos parar?
Parece maravilhoso.
Podemos passar por l�?
Olha o que eu achei.
- Essas s�o protegidas. - Voc� pegou an�monas azuis.
N�o est� autorizada a pegar essas. Devem ser deixadas em paz.
Pode pegar as brancas.
Vamos ter uma conversa enquanto voc�s n�o levantam.
Estamos ensaiando, Maria.
S�rio? Ensaiando.
Ensaiando.
- Eles n�o querem nada. - Voc� n�o perguntou.
N�o tive tempo.
Eu comecei a ler isto depois que encontrei voc�.
Existem muitos tipos diferentes de ninfomania.
A palavra ninfoman�aca � muitas vezes usada de forma errada.
Pessoas a usam para quase toda mulher que tem vida sexual saud�vel.
Mas...
Onde est� Leif? Voc� perguntou a ele?
Leif, quer um pouco de ch�?
Leif?
Ele n�o est� ouvindo.
Ent�o, eu posso pegar outro sandu�che.
Onde eu estava?
� isso mesmo. A palavra � mal usada.
A �nica coisa que indica um verdadeiro caso de ninfomania...
� promiscuidade compulsiva.
Depois, h� diferentes raz�es para se tornar uma ninfoman�aca.
H� raz�es f�sicas...
e, como no seu caso, raz�es psicol�gicas.
Como voc� sabe tanto sobre isto?
Estive lendo a respeito. � parte dos meus estudos psicol�gicos.
Voc� nunca fica cansado?
Se n�o estiver interessada, n�o precisa prestar aten��o...
mas � importante pra Anita, entende?
Onde eu estava?
� isso mesmo.
Uma causa comum da ninfomania � a incapacidade de ter um orgasmo.
Voc� tem orgasmos?
N�o.
Voc� n�o est� s�.
A hist�ria est� cheia de mulheres que se tornaram ninfoman�acas pelo mesmo motivo.
Theodora, Messalina.
Catherina, a Grande.
Como elas foram curadas?
N�o foram.
Mas agora h� maneiras.
E no seu caso, eu pensei em usar uma coisa...
chamada terapia racional emotiva de comportamento.
Erik, voc� podo traduzir isso?
N�o h� palavra melhor pra isso.
� bastante simples. Podemos chamar de m�todo heredit�rio.
O ponto � mostrar aos rebeldes...
que eles ferem a si mesmos atrav�s de sua rebeldia.
Sua ninfomania � uma rebeli�o contra seus pais.
A piora do seu relacionamento com seus pais...
lhe d� mais remorso e cria ainda mais compuls�es...
que seus pais n�o gostam, e assim por diante.
Mas como pretende me curar?
Falando com voc� todos os dias...
e lhe dando li��o de casa.
Li��o de casa!
O que voc� quer dizer?
Voc� tem que...
n�o importa como...
de uma forma ou de outra, o mais r�pido poss�vel...
voc� tem que ter um orgasmo.
Amigos, eu encontrei uma linda garota esta tarde.
Seu nome � Anita.
E ela vai fazer tudo de gra�a.
Garota sueca.
Esta � a quinta noite que ela sai.
Ela passa a noite com outros namorados, � claro.
Ela pode ficar aqui.
Espero que Erika nunca nos d� qualquer problema.
Maldi��o.
O que voc�s querem?
O que voc�s querem?
N�o! Pare!
Pare!
Pare! Me deixe em paz!
Porco maldito.
Coloque essas.
N�o sei se rio ou choro.
Mas rir � sempre mais saud�vel.
Ent�o, voc� quer dizer seis espanh�is e italianos...
que tamb�m s�o traficantes de droga...
Agora eu j� ouvi de tudo.
A sociedade condena qualquer um que � sexualmente diferente.
A sociedade discrimina qualquer um que se desvia do padr�o.
Isso podia ser uma nova defini��o de igualdade.
Erik, voc� nunca pensou nisso pra sua disserta��o?
Voc� podia apresentar o caso do come�o ao fim.
� poss�vel, mas...
Voc� acha que ela � saud�vel o suficiente...
que ela vai longe o suficiente...
Que voc� podia ir pra cama com ela sem risco?
Voc� est� apaixonado por ela?
� claro que estou.
Apenas interesse te�rico.
V� pro inferno!
Calma. N�o chore. Vai dar tudo certo.
Voc� realmente n�o conhecia esses homens?
N�o.
Eu apenas estive l� uma noite.
Voc� dormiu com todos eles?
Estou t�o infeliz.
Me beije.
Voc� est� a�, Agnes?
Estou saindo agora.
Sim.
Estou saindo agora tamb�m.
N�o, aqui n�o. Voc� deve querer comer.
Iremos pra minha casa. Vista-se.
Se apresse.
Eu me chamo Agnes, ap�s a filha de Indra...
de acordo com meu pai, que era um professor em Sk�vde.
Estou envergonhada, Anita.
Voc� est� me dando um orgasmo.
Devia ser ao contr�rio. Voc� precisa relaxar.
Pode dizer que eu gosto de voc�!
Quero fazer amor com voc�.
Sinto que voc� me quer tamb�m.
Voc� est� t�o molhada.
Sinta.
Como aconteceu voc� ser chamada de Anita?
Segundo a papelada, seu nome � Anna.
� como meus pais queriam me chamar.
- Boa plateia, n�o? - Sim.
Erik entendeu toda a verdade. Ele percebeu que n�o podia ajudar.
J� ouviu falar disto?
Dois velhos est�o pescando.
Eles est�o pescando como loucos, e um deles perde sua dentadura.
Seu amigo lhe diz que vai tentar peg�-la em sua linha.
Ent�o, ele tenta como louco...
e o cara que est� sem dentes diz...
Coloque um peda�o de peixe nessa linha, aqueles dentes afundar�o direto.
- Ele era muito legal comigo. - Por que n�o ficou com ele?
Estava t�o envergonhada do que tinha feito que n�o pude ficar.
O que voc� fez?
Eu dormi com homens.
Eu sou uma ninfoman�aca. � compulsivo.
Voc� devia trabalhar em uma desses Sex Clubs onde os homens se divertem.
N�o, eu n�o posso.
Eu n�o quero.
Chris.
Eu n�o quero.
O desejo passou.
N�o me agarre. N�o gosto disso fora do trabalho.
N�o se perturbe.
Eu vou falar com Ulrika, assim poderemos fazer um show juntas.
Voc� gostaria disso, certo?
Ela � boa.
A garota que se apresentou agora atua com um cara.
Algu�m viu minha roupa?
Estava bem aqui.
Onde voc� a escondeu?
D� uma olhada nisso e veja se voc� pode ver algo.
Voc� tem que se sentar ou n�o ver� nada.
Isto parece bom?
Parece �timo.
Muito barulho por nada.
Ei, isto � um neg�cio s�rio.
Nossas bucetas s�o nosso sustento.
Talvez pra voc�. N�o pra mim.
Veja o qu�...
Ei, me d� um segundo.
O que voc� acha, querido?
O qu�?
Pode me ajudar?
O que � fatal pra mim � apenas um jogo pra ela.
Quer ver minha buceta, querido?
Eu disse: "Voc� quer ver minha buceta?".
Veja, ele quer.
Algu�m est� esperando por voc�.
Erik, acho que podemos ficar juntos agora.
Eu sei, Lundberg disse a mesma coisa.
- Quem � Lundberg? - Meu professor de psicologia.
Ele achou que o risco havia acabado.
Eu te amo.
Voc� � louco.
Aqui n�o.
Que tempo terr�vel.
- Est� um dil�vio l� fora. - S� est� faltando a arca.
Voc� est� encharcada.
Vamos tirar nossos casacos.
Voc� pegar� o meu tamb�m?
Estranho...
Esperei por isto por tanto tempo e agora eu quase n�o ouso.
- � minha primeira vez. - O qu�?
� minha primeira vez. Por assim dizer.
Virgem.
Voc� est� feliz?
- Foi bom? - Sim.
E pra voc�?
Eu te amo.
O que voc� est� pensando?
Imagine que Lundberg entendeu isto.
- N�o t�o bem quanto eu. - N�o.
Vamos pra casa derrubar as muralhas de Jeric�.
- Eles est�o dormindo, certo? - Ent�o, vamos acord�-los.
Isso � bom. Conversas � noite s�o como telegramas.
Voc� sublinha o que fala. Estou certo disso.
Venha.
Veja. Eles mudaram.
Vem aqui.
Fant�stico.
Eles se trancaram l� dentro.
E me deixaram na rua.
Estou livre.
Venha.
- Voc� viu a igreja? - Sim.
- � linda. - E velha.
- Quer dar uma olhada? - Sim.
O que aconteceu com Maria Madalena?
Posteriormente.
Aquela n�o � Maria Madalena.
Vamos ver.
�...
Margaret � o nome dela.
Eu sei disso. Mas o que aconteceu?
Ela foi acolhida na generosidade do Senhor.
Legendado por TEENAGER_POET.
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