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CHAMAS DA AMBI��O
Como vai, Sr. Landry?
Delegado federal.
Ele � um delegado federal.
- Ol�, Sr. Delegado. - Ol�.
Meu parceiro � meio surdo.
Como v�o as coisas em Tombstone, delegado?
Estavam como sempre quando parti, h� 3 dias.
Viram um homem montando um cavalo negro?
Sim, ele est� a tr�s milhas descendo a trilha.
Estava a caminho de Gila Rock.
- Est� atr�s dele? - Sim.
Achei estranho ele n�o se aproximar a essa hora do dia.
- Ele � ladr�o de cavalo? - Traficante de armas.
Vendeu 200 rifles e um barril de u�sque para um bando de Apaches.
A cavalaria est� procurando por eles. Estou atr�s do Frank Girard.
Largue-o.
Eu disse para larg�-lo.
Agora, o cintur�o.
Devagar.
Bala ou corda? Voc� est� dificultando minha escolha.
� voc� quem decide, Sr. Girard.
Bem...
Te disse 1.000 vezes para seguir a carro�a � sua frente.
- Por que tentou vir por aqui? - N�o fiz de prop�sito.
N�o trabalho com carro�a.
N�o teria feito melhor nem que fosse de prop�sito.
- Que maldita sorte. - Sorte.
Solte os cavalos e descarregue a carro�a.
Certo, pessoal. Soltem seus cavalos.
O Sr. Kimber escolheu onde acamparemos esta noite.
Verne.
Se soltar os cavalos, eu descarrego nossas coisas.
Aqui, eu fico com isso, Mary.
Verne. Verne, olhe.
Parulha, alto!
Desmontem. Descansem os cavalos.
- Ol�. - Est� a cargo deste grupo?
Bem, sim e n�o.
Eu e meu parceiro fazemos transporte por aqui
e eles se juntaram a n�s at� chegarem a Tombstone.
Reportaram que Apaches armados podem estar nessas montanhas.
- N�o aconselharia acamparem aqui. - Apaches?
- H� �ndios perto daqui? - Bem, n�o temos certeza.
Eles estavam indo para o norte.
Cortamos caminho para intercept�-los.
Acha que dever�amos deixar essa carro�a quebrada
e sair dessas montanhas?
Isso pode ser perigoso, tamb�m. Talvez estejam mais seguros aqui.
Mas � melhor se juntarem e manter algu�m de vigia.
- Passar bem, cavalheiros. - Passar bem.
S� um instante.
Voc� n�o partir� e nos deixar� aqui, desprotegidos.
Sinto muito. Tenho minhas ordens.
Mas somos cidad�os. Voc� tem que nos proteger.
H� cidad�os por todo o territ�rio. Devemos proteg�-los tamb�m.
Mas h� mulheres e crian�as aqui.
Tudo bem. Deixarei dois homens e uma Gatling.
Caxton, Wayne, des�am com a Gatling.
Fiquem com esse povo at� chegarem em Tombstone.
- Sim. - Sim.
Certo, pessoal. Coloquem as carro�as
ao redor da quebrada.
Adiante!
- Acabou? - N�o...
D�-me. Isso bastar�.
Certo.
9 horas. N�o acabar�o antes da meia-noite.
Verne, n�o pode ajudar os homens com a roda?
Eu me ofereci. Eles disseram que fariam melhor sem mim.
Afinal, sou um telegrafista, n�o um artes�o.
Me perguto como ser� nossa casa em Tombstone.
Provavelmente, uma cabana velha, se depender da minha sorte.
Podemos fazer melhor que isso.
O Sr. Dalton me disse que Tombstone ser� uma cidade e tanto.
- Um lugar com futuro. - Claro.
V� para o oeste e cres�a com o lugar.
Tabalhando no tel�grafo por $30 ao m�s?
Em San Francisco, homens est�o enriquecendo da noite para o dia.
J� basta, Verne. N�o aguento mais.
- S� por que quero ser algu�m? - N�o, mas est� na hora
de se estabelecer fazendo a �nica coisa que sabe.
Mary, h� fortunas para ser feita em Frisco.
- O neg�cio de pele, carga... - Em Chicago, tamb�m.
At� que nos mudamos para l�.
E em St. Louis, Kansas City.
Mary, n�o � minha culpa minha sorte ter mudado.
Sorte?
O dia mais sortudo que tivemos foi quando a companhia te ofereceu
a esta��o de Tombstone.
Me desculpe, Verne. Mas voc� prometeu se estabelecer.
E esquecer esses sonhos de enriquecer da noite para o dia.
Talvez quando encontrarmos nosso pr�prio lar...
Como estava te dizendo, um homem alto, ruivo,
com uma cicatriz no peito.
J� o encontrou, sargento?
Qual � o problema?
Os grilos.
Pararam de fazer barulho.
- Bem, isso pode n�o significar nada. - Talvez.
Ficaremos atentos.
Mova-se devagar.
Bem, acho que essa...
- Volte para sua arma com calma. - S�o os �ndios?
N�o olhe ao redor. Eles podem estar de olho em voc�.
Devagar.
Julie, seria uma boa ideia coloc�-los embaixo da carro�a.
Vamos, queridos. O papai pediu para sairmos daqui.
Qual � o problema, mam�e?
Vamos pegar a �gua.
Use sua arma, Verne. Voc� tem que ajud�-los.
Se apresse, Verne. Se apresse.
Srta. Kimber? Srta. Kimber?
- Sargento, eles s�o todos seus. - Obrigado.
H� chance do restante da sua tropa ter ouvido o tiroteio?
- Eles est�o longe agora. - Mas se pudessem ajudar...
Continue atirando.
- Est� na hora da sair daqui, senhora. - N�o, eu ficarei com meu marido.
Isso s� te daria alguns minutos.
Tire as crian�as daqui. Os cobriremos.
Voc�s podem ter uma chance.
Tudo bem.
Vamos. Fiquem abaixados.
- Aonde acha que vai? - Com a minha esposa.
Nem pensar. Se quiser salvar a vida dele,
voc� ficar� e lutar�, entendeu?
Se abaixem, depressa.
Vamos sair daqui.
Alguns deles ainda podem estar por perto.
Com as armas que voc� e seus amigos venderam para eles?
N�o podemos deixar esses corpos para os abutres.
Vamos.
Delegado, me sentiria mais seguro se tirasse isso.
Me sinto mais seguro com elas. Vamos cavar.
Ol�, filho.
Espere um pouco.
- Como se chama? - Davey Billings, senhor.
Eu estava...
Minha fam�lia estava numa dessas carro�as.
Fique aonde eu possa v�-lo, Frank.
- Algu�m mais escapou? - Eu, uma senhora e a Jesse.
Nos escondemos nas colinas a noite toda.
Acho que esses cavalos escaparam antes que os �ndios pudessem peg�-los.
Os encontrei na vala.
Eu cuido dos cavalos para voc�. V� chamar os outros, depressa.
Sim, senhor.
Certo, Frank. Vamos seguir com o trabalho.
Te disse que esses cavalos de sela n�o gostariam disso.
Eles ter�o que gostar.
N�o tente, Frank.
� melhor partirmos, Sra. Kimber.
Estou pronta.
Vamos, querida.
Frank, voc� conduzir�.
Apaches!
Frank, v� para os fundos. Aqui, segure as r�deas.
Menino, chicoteie os cavalos.
Acho que estamos do mesmo lado agora, Frank.
Frank, os derrotamos. Eles desistiram.
N�o estamos mais do mesmo lado, delegado.
D�-me essa arma.
Sinto muito, pessoal, mas � aqui que nos separamos.
� melhor sentarem e descansarem, voc�s tem uma longa caminhada.
Frank, n�o pode deixar a Sra. Kimber e as crian�as andarem assim.
- Tombstone fica a 50 milhas. - � o m�ximo que me aproximarei dela.
Tudo bem. Deixe-me aqui,
mas deixe a Sra. Kimber e as crian�as perto de Tombstone.
Talvez seja uma boa ideia.
Tudo bem. Levarei a Sra. Kimber.
N�o.
As crian�as, n�o, querida.
S� n�s dois.
Neste caso, ficarei com o delegado Landry.
Tudo bem.
Deve ser melhor viajar sozinho mesmo.
As algemas est�o na carro�a.
Devia t�-lo matado quando tive a chance.
Na pr�xima vez, farei isso.
Ol�, Frank.
Parab�ns, delegado.
Aonde o pegou?
Gila Rock.
Te dou os detalhes pela manh�, Nathan.
Lan�arei uma edi��o especial esta noite.
Qual � a hist�ria sobre o ataque Apache?
Dalton e Hanchette foram mortos.
- Fretistas? - Sim.
Os pais das duas crian�as, Sr. E Sra. Billings, de Illinois.
Dois soldados da cavalaria e o marido da Sra. Kimber.
Obrigado.
Bom trabalho, Matt. Deu muito trabalho?
Pela �ltima vez.
Sou o Nathan Barlack, do jornal de Tombstone.
H� algo que meu jornal possa fazer para ajud�-la, Sra. Kimber?
- Tem lugar para ficar? - Sim, o delegado Landry
foi gentil o suficiente para me deixar ficar com sua fam�lia temporariamente.
� melhor dobrar a guarda noturna, Jim. Volto pela manh�.
Posso falar com ele a s�s, xerife?
Por favor, delegado. S� alguns minutos.
- Que mal eu faria? - Est� tudo bem para mim, Jim.
Tudo bem. Vamos.
- E sua �ltima resid�ncia foi em... - J� basta por ora, Nate.
- Ela est� cansada. - � claro, me desculpe.
Voc� tem 5 minutos, Della.
Sabia que viria.
- Voc� fez aquilo? - O que?
- O que dizem. - � claro que n�o.
Landry armou para mim.
N�o minta para mim, Frank. Landry n�o armaria para ningu�m.
Tudo bem. Vire-se contra mim, como todo o resto.
Frank, voc� me prometeu que deixar�amos o territ�rio juntos.
E voc� vendendo armas para aos Apaches.
S� fiz isso para conseguir dinheiro para n�s.
Voc� ouviu a multid�o e sabe o que querem fazer comigo.
Della, voc� tem que me ajudar. S� posso contar contigo.
Della, se me ama, voc� ma ajudar�.
Contatarei um advogado.
- Se testemunhar contra... - N�o!
O que sei vale mais que isso.
V� falar com meus irm�os. Diga que falarei, a n�o ser que...
Bem, chegamos, pessoal.
Olhe, querida. A fogueira est� acesa.
Bem-vindo ao lar, Sr. Landry. Bem-vindo ao lar.
- Obrigado, Jefferson. - � bom t�-lo em casa, senhor.
Trouxe alguns convidados. Sra. Kimber, Jesse e Davey Billings,
- esse � o Jefferson. - Como vai, Senhora?
- Ol�. - Sr. Davey, Srta. Jesse.
H� uma carro�a l� fora. Pode lev�-la para os fundos?
Sim, senhor.
- Papai! - Joanie.
- Nos ouviu chegando? - Sim, mas eu j� estava acordada.
Johnny Headlock disse que voc� tinha ido atr�s do Frank Girard.
Claro que n�o contei ao Matty. Disse que tinha viajado a neg�cios.
Foi uma viagem a neg�cios, querida, mas est� tudo acabado agora
e n�o precisa mais se preocupar.
Joan, essa � a Sra. Kimber, Jesse e Davey Billings.
Eles ficar�o conosco por um tempo.
Papai. Papai.
Voc� voltou. Voc� voltou.
Matty, volte para cama. Voc� devia se envergonhar.
Voc� devia estar dormindo. O que faz aqui embaixo?
Eu cuido dele, querida. Mostre o quarto a Sra. Kimber.
- Mas, pai, voc� est� mimando ele. - Ouviu o que ela disse?
- Por aqui, Sra. Kimber. - Obrigado.
Bem, ajudante, se comportou enquanto eu estava fora?
Claro, papai. Eu me comportei.
- Voc� me trouxe algo? - Te trouxe uma surpresa.
Esses s�o a Jesse e o Davey, eles ir�o morar conosco.
- Eles s�o a surpresa? - Sim.
N�o ser� divertido ter com quem brincar?
- Prefiro um p�nei. - S� h� uma resposta para isso:
V�o todos para a cama. Vamos.
Esse � o meu quarto, Sra. Kimber.
Voc� � muito gentil por divid�-lo comigo, Joan.
- N�o ser� por muito tempo. - Est� tudo bem.
- Essa � minha m�e. - Ela � linda, Joan.
Sim, senhora.
Espero que ela n�o se importe com os convidados do Sr. Landry.
- A mam�e morreu, Sra. Kimber. - Sinto muito, eu n�o sabia.
Aquele Matty. Quando o papai est� em casa,
ele n�o vai dormir sem uma m�sica. E o papai deve estar t�o cansado.
CASA CALEYVILLE QUARTOS - REFEI��ES
- Em que posso ajud�-Io? - A dilig�ncia passar� hoje por aqui?
Para onde est� indo?
- Oeste, para San Francisco. - Pegue a dilig�ncia Down Stage.
Parte esta tarde.
Ela custa $6 para Tucson.
Ou�a. Poderia me ajudar com a passagem e uma refei��o?
- Te pago de volta com juros. - Quando?
Na pr�xima vez que eu estiver em Frisco?
- N�o, eu mando para voc�. - Saia daqui!
Falo s�rio. N�o sou vadio, sou um telegrafista.
Fui assaltado pelos Apaches. Eles levaram tudo que eu tinha.
Ora, ora. Os Apaches est�o ficando educados.
Agora eles levam seu dinheiro e deixam seu escalpo.
- Mas � verdade. - N�o ache que sou tolo.
Se quiser a passagem, ter� que trabalhar por ela.
Varra o lugar, limpe os vidros, lave as lou�as na cozinha.
Quando acabar, pode comer panqueca com caf�.
A dilig�ncia est� chegando.
Uma mulher, sozinha.
Bom dia, senhorita.
Bem-vinda a Caleyville. Quer um quarto?
Estou procurando um homem chamado George Ryan que trabalha aqui.
- Est� falando com ele, senhorita. - Me disseram que poderia me dar
uma informa��o...
Sobre onde posso encontrar o Steve ou o Jerry.
Ol�, Della.
Ela � gente boa, George. Traga-nos um caf�.
Ei, voc�.
Esquente o caf� no fog�o.
Ol�, Della.
- Souberam do Frank? - Sim, soubemos ontem.
Disseram que Matt Landry o prendeu. Voc� o viu?
Ele me mandou encontrar voc�s dois. Ele precisa de ajuda.
Conhecemos a cadeia de Tombstone. Seria preciso um regimento
- para tir�-lo de l�. - Ele n�o ser� mantido l�.
O levar�o para ser julgado em Prescott.
Ele mandou lhes dizer que voc�s tem uma chance.
Na estrada.
Sim.
Exceto por uma coisa. Como saberemos quando o transportar�o?
- Acha que informar�o no jornal? - Voc�s precisam esperar em Tombstone.
N�s?
- Os irm�os do Frank? - Ser�amos descobertos em 5 minutos.
Espere.
Encha o meu tamb�m.
SETE BRANCOS MORREM EM ATAQUE APACHE!
SRA. VERNE KIMBER SOBREVIVE A ATAQUE �NDIO.
Jovem vi�va resgata dois jovens orf�os.
Ei, cuidado! Saia daqui.
- Mas essa � minha esposa. - Sua esposa?
Achei que ela estivesse morta.
"Jovem vi�va resgata duas crian�as �rf�s.
Sra. Verne Kimber e as crian�as Billings s�o os �nicos sobreviventes do ataque.
Entre aqueles que sacrificaram suas vidas her�icamente
para cobrir a fuga deles, estava o Sr. Verne Kimber, telegrafista. "
- � voc�? - Sim.
"A caminho da cidade para trabalhar no escrit�rio do tel�grafo. "
Achei que tivesse dito que os Apaches te assaltaram.
Sim, por que n�o nos disse que os mataram?
Mataram quem? Do que est�o falando?
Desse fantasma aqui. Ele parece um vadio, mas n�o �.
Ele � um her�i morto.
Ele entrou aqui h� dez minutos alegando que �ndios o haviam roubado.
Agora, acontece que ele � um santo barato.
Espere um pouco.
Fique aqui. Beba seu caf�.
Aqui est�, amigo. Pode ficar com ele.
Obrigado. O lerei mais tarde.
N�o.
Leia agora.
Parece que Tombstone acha que � um her�i, heim?
At� mesmo sua esposa.
Fala s�rio.
Qual � a verdadeira hist�ria?
Se escondeu no mato ou correu como um coelho assustado?
J� se divertiu. Por que n�o me deixa ir?
Para onde pensa ir? Tombstone?
N�o, voc� sabe o que pensam de voc� l�.
Estava em Dallas quando encontraram um homem como voc�.
Depois de darem uma li��o nele, o expulsaram da cidade.
N�o, senhor. Sabe o que faria se fosse voc�?
Permaneceria morto.
At� chegar a Frisco.
Ent�o mandaria buscar minha esposa.
Silenciosamente.
Fume um charuto.
Obrigado.
O que acha de seguir para o oeste em duas semanas?
Com $200 no bolso?
N�o est� brincando?
Eu n�o.
Acontece que tenho um trabalho para um telegrafista.
Meu jovem, o objetivo � colocar a torta dentro da boca.
- N�o por todo o rosto. - Matty, estou surpreso com voc�.
Desperdi�ando toda essa torta no seu rosto.
Jefferson, voc� se superou. Vou recomend�-lo para uma melhada.
Receio n�o merecer. A Sra. Kimber fez essa torta.
Dar� uma medalha a ela, papai?
Duas medalhas, se ela ensinar a receita secreta ao Jefferson.
N�o � nenhum segredo. Na verdade, de onde venho,
New England, uma torta como essa n�o receberia sequer uma men��o honrosa.
Me parece que est� na hora de dormir. Particularmente, para dois de n�s.
Eu cuido deles, Sra. Kimber. Pai, ela passou o dia todo
com essas crian�as. N�o � justo para a visita.
Certo, Joanie.
Vamos ajudar a visita a descansar pelo restante da noite, heim?
Ser� um prazer, depois de ajudar o Davey
com o dever de casa. Est� pronto, Davey?
Sim, senhora. Acho que sim.
Vamos, ajudante. � hora de dormir.
- Tenho que fazer isso, papai? - Ordens do delegado.
- Jefferson? - Sim, senhora?
- Pode limpar a mesa agora. - Sim, senhora.
- Vamos l�. - Boa noite, papai.
- Boa noite. - Boa noite.
- Precisa de ajuda, querida? - � claro que n�o.
Sente-se e descanse. Vamos subir agora.
Boa noite, Jim. Entre.
Obrigado, Matt. Acho que entrarei.
Vim aqui justamente para isso.
- Como v�o as crian�as? - Bem.
- Os jovens Billings? - Bem.
- Sra. Kimber? - Muito bem.
Sente-se.
Sim, ela est� mesmo. Uma �tima jovem.
O tipo de pessoa que precisamos por aqui.
Falando das criaturas da qual n�o precisamos,
quando pretende levar o Girard para a capital?
Assim que receber as instru��es de Prescott.
- � claro que se quiser mant�-lo aqui... - Mant�-lo?
Quero me livrar dele.
Est�o falando pela cidade que uma corda no pesco�o
poderia soltar a l�ngua dele.
N�o que tenhamos chegado a esse ponto, mas...
Se chegar, algu�m pode acabar se ferindo.
Entendi. O quanto antes
ele estiver fora daqui, melhor. O que acha de eu mandar
um telegrama para Prescott esta noite?
Am�m. Escreva e mandarei.
Passarei em frente ao escrit�rio do tel�grafo.
- Seja direto e claro, Matt. - Deixe comigo.
Isso deve bastar.
Eles ficariam bem numa foto, n�o?
Com certeza.
Bem, � melhor enviar isso. O quanto antes responderem, melhor.
- Boa noite, Matt. - Boa noite, Jim.
Buchanan, Lincoln...
Sim?
Johnson, Grant...
Ha...
Hayes e Garfield. Pronto.
N�o � justo ter que memorizar tudo isso.
19 presidentes e 38 estados.
Eu disse o mesmo quando estudava, Davey.
S� que n�o tinham tantos presidentes.
Guardarei os livros, Davey. � melhor se preparar para deitar.
Sim, senhora. Obrigado por me ajudar.
- N�o h� de que. - Boa noite.
Boa noite.
- Boa noite, Davey. - Boa noite, senhor.
As crian�as est�o te dando muito trabalho?
De forma alguma.
Ent�o, por que...
Sim?
Encontrei a Sra. Finley na rua, hoje.
Ela disse que se hospedar� com ela.
Sim, eu vou.
E o Sr. Barlack me ofereceu um trabalho no seu jornal.
- Um trabalho? - Ele prometeu que seria f�cil.
Escrever as notas da igreja e ajudar com os arquivos.
Voc� tem sido muito gentil, delegado. Sou agradecida,
mas n�o posso aceitar sua hospitalidade para sempre.
Voc� s� est� aqui h� 3 dias.
T�-la aqui tem sido bom para a Joan, bom para todas as crian�as.
Come�arei a trabalhar na segunda. � melhor me mudar amanh�.
- Sentiremos sua falta. - Sentirei falta de todos.
- Eles n�o querem se deitar. - O que est� havendo aqui?
Pai, voc� tem que cantar uma m�sica ou n�o iremos nos deitar.
Cantarei uma m�sica se a Sra. Kimber tocar o piano.
Pode tocar, Sra. Kimber? Por favor?
- Claro que ela far� isso. - Parece que est� presa, Sra. Kimber.
- Acho que n�s dois estamos. - Vamos.
- Pai, cante a m�sica do cavalo. - A m�sica do cavalo?
- Se a Sra. Kimber souber. - Eu tentarei.
V� se deitar agora, meu jovem.
R�pido como ningu�m.
Ele construiu esse tel�grafo do nada.
- Acha que funcionar�? - � melhor que sim.
Fncionar�, at� algu�m ver aquela conex�o.
Se algu�m aparecer, n�s soltamos e colocamos de volta quando ele partir.
O que est� dizendo?
Besbee para Tucson.
Algu�m chamada Letia Cooper morreu ontem.
O funeral � na pr�xima quinta. Est� interessado?
Voc� sabe no que estamos interessados, quando o Frank ser� transportado
de Tombstone.
E onde ser� entregue aos homens de Prescott.
Ent�o fique atento at� ouvir.
Vamos tomar caf� da manh�.
Delegado, posso falar com voc�?
Com licen�a.
O xerife achou que devia receber isso imediatamente.
Diga ao xerife que j� vou.
Se importa em levar as crian�as para a igreja sem mim?
N�o, claro que n�o. � algo s�rio?
N�o, o de sempre. Volto para o jantar.
Tudo bem.
Se n�o for pedir muito, pode ficar com as crian�as at� eu voltar?
N�o posso pensar num jeito melhor de se passar o domingo.
Obrigado.
- Sra. Kimber. - Sim?
Se n�o for pedir muito, poderia fazer outra torta?
- Acho que posso encontrar tempo. - Agora sei que voltarei depressa.
Certo.
Vamos fazer uma viagem, Frank.
�?
Aonde vamos? Prescott?
Vista-se.
Verei quem �.
- Sou eu, xerife. - Nathan Barlack.
Deixe-o entrar.
Senti sua falta na igreja essa manh�, delegado.
Sua e do xerife.
Tamb�m pensei ter perdido uma hist�ria para o Epit�fio.
Te darei duas hist�rias, Nate. Uma para falar e uma para publicar.
Bom. V� em frente.
Pode dizer ao povo que pretendo levar o Girard a Prescott
- no fim de semana. - Prescott, heim?
Na pr�xima edi��o, voc� pode informar
que o tiramos da cidade no domingo para evitar problema.
Do jeito que essa cidade se sente, ser� dif�cil.
Como pretende fazer isso?
Digamos que esse segredo esteja enterrado.
Vamos, Frank. Te algemarei.
- Tudo pronto, Jim. - Vamos.
- At� mais, Nate. - Certo.
Entre, Frank.
A�?
Voc� � t�o popular que guardamos esse lugar para voc�.
Entre.
Pode ir.
Tudo bem.
Abra essa caixa e diga ao delegado que est�o na mira.
Delegado? N�o sei o que quer dizer.
Vamos. Estou com pressa.
Voc� tem 10 segundos para cooperar.
Sen�o ser� o pr�ximo a viajar dentro desta carro�a.
Andando.
Abra a porta e diga-o para jogar suas armas para fora.
Seus 10 segundos come�am agora.
- 1, 2... - Sr. Landry?
Pode me ouvir? Tenho que abrir a porta.
Querem que jogue suas armas para fora.
Por favor, Sr. Landry. H� quatro deles.
Jogue suas armas para fora, delegado.
Voc� s� tem alguns segundos para salvar a vida deste coveiro.
Tudo certo, Frank.
Tudo bem. Saia, delegado.
N�o atire, Steve.
Certo, depressa. Tire essas coisas de mim.
Certo, Landry. Agora ser� seu funeral.
Entre.
- Voc� tamb�m. - Quem? Eu?
D�-me esta arma.
Frank? Frank?
- Sra. Kimber. - Sim?
S� queria dizer boa noite. Subir� em breve?
Agora n�o, querida. Pensei em dar uma volta.
- Passar� pelo escrit�rio do xerife? - Bem, eu...
O papai sempre se atrasa.
Ele diz que � parte do trabalho e que temos que entender.
V� se deitar, Joan. Boa noite.
Voc� gosta muito dele, n�o?
Bem, eu...
Claro que gosto. Ele tem sido muito gentil e generoso.
- � natural que eu goste dele. - Boa noite, Sra. Kimber.
Boa noite.
Xerife? Ei, xerife?
� grave, Matt? Vamos.
- N�o tenho certeza. - Vamos desc�-lo.
Devagar, rapazes. Devagar.
Matt!
Algu�m chame o m�dico.
Ouviram? Chamem o m�dico, depressa!
N�o chore, Joanie. Seu pai ficar� bem.
Voc� gostaria que ele a visse chorando?
Se, ao menos, pud�ssemos fazer algo.
H� algo que voc� pode fazer agora.
Sabe, minha bagagem ainda est� l� embaixo.
- Pode traz�-la para mim? - Para o meu quarto?
Se n�o se importar em divid�-lo comigo de novo.
Bem, sua press�o est� est�vel e est� respirando bem.
Ele perdeu muito sangue, mas est� descansando agora.
Tem certeza de que pode seguir minhas instru��es?
� claro, doutor.
Ele precisa descansar, Sra. Kimber. Acho que voc� tamb�m.
N�o estou cansada.
- Boa noite. - Boa noite.
E obrigado, doutor.
Bem... Ol�.
- Quem � essa? - A nova garota que o Geogre contratou.
- Ela � gente boa. - Estou vendo.
Como se chama, querida?
- Como se chama? - George a chama de senhorita.
Bom dia, senhorita.
Pode poupar seu espanhol. Ela n�o entende.
- Ela � uma mesti�a Apache. - Apache, heim?
Melhor do que o �ltimo que vi.
Diga a ela para preparar a comida. Estou faminto.
Comida, senhorita. Rango, entendeu?
- Esse � nosso operador de tel�grafo? - Sim, � ele.
- Foi isso que usaram? - Sim.
N�o parece muito, mas fez o trabalho.
Sabe, eu poderia dizer a mesma coisa de voc�.
N�o deixe sua apar�ncia engan�-lo. Ele � o her�i morto
- de um massacre ind�gena. - Eu sei, o enterrei.
- Sr. Girard. - Sim.
Agora que est� livre, meu trabalho acabou, n�o?
- Creio que sim. - Ent�o gostaria de receber.
- Receber? - Ele me prometeu $200
para interceptar a mensagem.
Isso � com voc�, Steve. Voc� fez o acordo.
- Pague o homem. - Claro.
Depois de comermos.
- � sobre mim? - � o operador de Tombstone
mandando uma mensagem para Tucson.
A mensagem da Companhia de Minera��o Monterey.
Coisa rotineira, detalhes do envio mensal.
2.200 gramas.
- 2.200 gramas? - Isso vale mais que $80.000.
- Quando ser� o envio? - Em cerca 10 dias, via dilig�ncia.
Dilig�ncia.
N�s tr�s podemos cuidar de uma dilig�ncia.
- $80.000 divididos por tr�s... - Divididos por quarto.
- Est� se achando demais, n�o? - N�o se tiver algu�m mais
para ler os c�digos.
- E voc� n�o tem. - Voc� j� disse o que precisamos saber.
Nem tanto. Eu disse "Em cerca de 10 dias".
- O dia exato vir� mais tarde. - Ele est� mentindo.
- Voc� j� recebeu a informa��o. - N�o recebi, n�o.
- Eles s� mandam no �ltimo minuto. - Isso faz sentido, Steve.
Companhias de Minera��o n�o s�o est�pidas.
Te direi o que farei.
Te darei $1.000 em prata pela pr�xima mensagem.
O pre�o � 1/4 de tudo, $20.000.
Fechado.
Vale a pena, Steve.
Entre.
N�o h� nada a temer. Entre.
Est� falando por si mesmo, Steve?
Eu trouxe o rango. Muito bom.
Trouxe mais que isso, senhorita.
Um homem sente falta de mais coisas quando est� preso.
Estou interrompendo algo?
Para v�-lo.
Talvez eu seja louca.
A encontrei l� fora, saindo da dilig�ncia, Frank.
Devia usar seu c�rebro. Como sabe que n�o foi seguida?
Por que tive senso de deixar Tombstone quando ainda estava preso.
H� quanto tempo isso vem acontecendo?
Est� com ci�me?
- Isso � t�o engra�ado? - Claro que �.
S� estava brincando, como fez com metade
dos homens em Tombstone.
N�o me diga que sentia ci�me.
Voc� sabe como me sinto sobre voc�.
Oh, Frank.
Querido, por que estamos brigando enquanto est� livre?
N�o podemos partir agora? Esta noite?
- Agora n�o. - Mas voc� prometeu que...
Eu farei isso, mas preciso de tempo para planejar.
- Sabe como s�o essas coisas. - Mas, querido, voc� disse que
deixar�amos o territ�rio juntos quando estivesse livre.
Faremos isso.
Steve est� fazendo os arranjos com o fretista.
Levarei algumas caixas que escondi.
Qual � o nome do fretista?
Robinson. Dusty Robinson.
Sabe, se fosse algu�m al�m de voc�,
eu ficaria chateado por tir�-lo de circula��o.
Consegue pensar numa raz�o melhor para desistir?
Se encontrar alguem t�o boa, eu pararei tamb�m.
Della, querida, h� uma dilig�ncia partindo para Tombstone esta noite.
Por que n�o comemos algo antes de partir?
Assim que preparar o frete, te aviso onde me encontrar.
Steve, Jerry, parem aqueles cavalos.
Rapazes, encontramos prata.
Sr. Landry, eu trouxe suas roupas.
Venha c�.
Aonde vai?
Esque�a isso. Me ajude com isso.
- Posso ir l� fora agora? - Sim, pode.
Voc� tem sido uma �tima garota.
Matt Landry.
- Ol�. - Ol� mesmo.
- Aonde acha que vai com essas botas? - Bem, n�o acho que o doutor
gostaria que eu andasse l� fora sem elas.
Eu ouvi o que o doutor disse. Ele n�o disse nada sobre sair.
Ele disse para repousar dentro de casa.
Sente-se e troque essas botas por chinelos.
Mas estou cansado de ficar sentado. Vou ao quintal...
- N�o vai, n�o. - Dentro, fora, que diferen�a faz?
Posso ficar de olho em voc� aqui dentro.
Mas n�o posso ficar aqui sentado como uma velha �ndia
enquanto o Jim Hadlock faz todo o trabalho.
Ele tem sa�do com uma posse todos os dias.
Ent�o, agora voc� quer se juntar a posse?
Bem, n�o exatamente. Pensei em ir andando ao escrit�rio e...
Mandar um telegrama ou dois.
Talvez selar um cavalo e prender alguns criminosos.
Voc� � um homem crescido ou um menininho?
Voc� � uma enfermeira ou uma carcereira?
- Ultimamente tenho que ser as duas. - A t�pica esposa reclamona.
- Me desculpe. - N�o.
Eu � que sinto muito, n�o quis ofender.
Voc� tem feito tudo, exceto reclamar.
N�o sei o que teria feito sem voc�, e n�o quero descobrir.
Por favor, Matt, tenho que seguir com meu trabalho.
Mary, ou�a.
Evitei dizer algo por que...
Bem, por causa do costume e respeito pela mem�ria do seu marido.
Mas esse � o Territ�rio do Arizona, n�o New England, Mary.
As pessoas vivem e pensam diferentemente no leste.
L� voc� usaria preto por um ano.
E deixaria sua vida parada.
Eu sei, eu sou de Virginia.
L� eu n�o poderia dizer que a amo, que quero casar com voc�
para podermos recome�ar nossas vidas.
Mas aqui eu posso. Aqui as pessoas pensam diferente.
Eles n�o pensariam menos de voc� se respondesse "sim".
Essa � sua resposta, Mary?
Eu n�o sei. Eu gostaria de saber.
Me desculpe. N�o deveria ter falado t�o cedo.
Entendo como deve se sentir, por que perdi algu�m que amava tamb�m.
N�o � isso.
Posso ser completamente honesta com voc�?
Espero que sempre sejamos um com o outro.
Eu n�o posso te responder...
Acho que � por que...
N�o tenho certeza se realmente amava o Verne.
Eu tinha certeza quando nos casamos, mas...
Verne...
Verne nunca ficou satisfeito em trabalhar por um sal�rio.
Ele estava sempre sonhando em ganhar dinheiro f�cil.
E eu...
Talvez eu fosse muito pr�tica, muito cautelosa.
Achei que estava sendo sensata.
Quando seus esquemas falhavam, eu n�o lhe oferecia simpatia.
Eu destru�a seus sonhos t�o r�pido quanto ele os constru�a...
Junto com nosso amor. O amor que tinhamos.
Ol�, Matt.
Quem te deixou sair do curral?
Estava na hora de sair.
Amos, traga-me um pouco de �gua.
Pensando no roubo de prata, heim?
Li sobre isso no jornal.
Estive revisando esses relat�rios.
Queria ter ajudar, mas estive ocupado.
Amos, traga a maldita �gua ou te colocarei na solit�ria.
Sim, Sr. Xerife. Imediatamente.
Isso pode ser coisa do Steve Girard.
Mais do que pode ser, Matt.
Foi.
Coloque aqui.
V�.
Frank, Steve e Jerry.
Tem certeza?
O condutor da dilig�ncia deu uma boa olhada nos tr�s.
Sei que o jornal disse que ele est� morto, mas n�o � verdade.
Eu entreguei essa hist�ria para que n�o descobrissem
o quanto sabemos.
N�o que saibamos de muito.
Os Girards.
Jim.
Amo esse territ�rio, exceto o seu gosto.
Sim?
Quando a mina informou a hora do �ltimo carregamento?
�s dez da noite de ontem.
E os Girards estavam esperando esta manh�.
H� um vazamento na companhia de minera��o
ou os Girards deram sorte.
Eles tamb�m estavam esperando pelo carro f�nebre.
Sim.
Sim.
Acha que eles tem algu�m plantado na cidade?
Algu�m que os avise com rapidez. Muito r�pido.
Me pergunto o que aparecer� se olharmos as c�pias
dos telegramas enviados pouco antes do carregamento de prata ser enviado.
E antes de seguir no carro f�nebre.
Vamos dar uma olhada.
N�o � como a Sra. Finley morasse no outro lado do mundo.
Ainda nos veremos.
At� voltar para o leste?
Bem, isso demorar� para acontecer.
- Quando juntar o dinheiro da passagem? - Sim.
Querida, meu avental est� l� embaixo. Pode peg�-lo para mim?
- Sim. - Obrigado.
Ol�.
Ol�.
- Voc� vai embora? - Bem, n�o irei longe.
Gostaria que n�o fosse.
Voc� n�o quer ir, quer?
Davey, n�o podemos fazer tudo que queremos.
Eu sei. Desde a noite em que meus pais foram...
Desde aquela noite, eu venho querendo chorar.
Meio que desistir.
Mas sei que n�o gostariam que eu fizesse isso.
Como o pastor disse na igreja, as pessoas n�o morrem de verdade.
Talvez eles possam nos ver do c�u.
- Eu e a Jesse. - Isso mesmo, Davey.
Eles nos amavam. Quando est�vamos...
Bem, sorrindo e nos sentindo bem, eles se sentiam bem, tamb�m.
Ent�o, imagino que se puderem nos ver agora,
eles n�o gostariam de nos ver chorando.
Sabe, desistindo.
Tenho certeza de que n�o gostariam.
E obrigado, Davey. Obrigado.
"Sr. F. Jerome Stevens, Hotel Overland, Phoenix.
Quando partir� e onde devo encontr�-lo?
Responda imediatamente. Urgente.
Ansiosa e preocupada. Assinado Della. "
E esse Sr. Stevens gerencia cantoras e dan�arinas, heim?
N�o exatamente. Ele � um agente.
Me prometeu achar um lugar para ganhar o dobro do que ganho aqui.
Entendi. S� temos que investigar tudo
que parece suspeito. Voc� entende.
- Esse � seu trabalho, n�o? - Parte dele.
Voc� deixou Tombstone no dia em que o Girard escapou, n�o?
- No dia anterior. - Pode nos dizer aonde foi?
A Benson.
- Para encontrar o Sr. Stevens? - Na verdade, sim.
Foi quando ele me disse para enviar o telegrama para Phoenix.
Tem certeza que o F. Jerome Stevens n�o � o Frank Girard?
Se acha que o Frank seria louco o suficiente para
mostrar o rosto em Phoenix...
- Por que n�o vai l� e olha? - Por que sei o que encontraria.
Que o telegrama ainda est� no hotel e ningu�m o reivindicou.
Talvez ele tenha partido. Frisco, Los Angeles.
- Ele sempre viaja. � tarde demais, Della.
Eu e o Jim mandamos alguns telegramas e o F. Jerome Stevens n�o existe.
Voc� n�o encontrou ningu�m em Benson. Voc� mudou de dilig�ncia
- e foi para Galeyville. - Voc� foi l� duas vezes.
Primeiro, para preparar a fuga do Frank e depois para v�-lo.
Esse � seu esconderijo, n�o?
Bem, talvez ele estivesse l�, mas n�o est� mais.
- N�o sei onde ele est�, mas... - N�s sabemos.
- Sabemos onde ele esteve essa manh�. - N�o no leste, Delle.
- No oeste, em Caneo Ford. - Matando o guarda
da dilig�ncia da companhia de minera��o e roubando $80.000 em prata.
Voc�s est�o mentindo.
Voc�s est�o inventando, por que ele n�o poderia...
- Acha que inventamos isso? - Frank fez isso.
Steve e Jerry estavam com ele. O condutor os reconheceu.
Mas o Frank prometeu.
- Jurou que estava deixando o oeste. - Quando?
Depois que mandou o telegrama codificado?
N�o foi codificado. Eu falei a verdade.
Quem entregou a ele? Algum atendente do hotel?
- N�o. - Quem � o homem em Phoenix?
Cad� o Girard?
Voc� quer ir para a cadeia por ajudar um assassino?
Um homem que mentiu para voc�? Que te abandonou?
N�s vamos desvendar aquele c�digo. Se descobrirmos que o avisou...
N�o � um c�digo!
Frank grampeou o tel�grafo...
Ent�o � isso. Grampeou os telegramas
da companhia de minera��o para Prescott.
N�o, ela ainda est� mentindo. Quando o Girard aprendeu
a usar o tel�grafo?
- Eles tem um homem para isso. - Quem � ele?
Voc� devia saber.
A esposa dele est� morando na sua casa.
Kimber? Ele est� morto.
- Eu e o Frank enterramos seu corpo. - N�o o dele.
Ele acha que enterraram algum Apache que queimou com as carro�as.
Vamos. V� a Galleyville e ver�.
Pode ir, Della.
N�o deixe a cidade.
E fique longe do escrit�rio do tel�grafo.
Pegarei minha arma.
O que dir� a Mary?
Eu n�o sei.
Matt, estou feliz que tenha voltado.
- Tenho que sair de novo. - Mas voc� n�o pode.
- Voc� n�o est� bem o suficiente. - Sa�rei a cavalo.
Isso n�o machucar� minha perna.
- Frank Girard? - Achamos que sim.
N�o temos certeza.
Matt, mudei de ideia sobre me mudar para a Sra. Finley.
Cuide-se, Matt.
- Como se sente em acordar rico? - Melhor que acordar na cadeia.
- Levou a prata para a caverna? - Numa chuva dessas?
Ela est� segura na caixa de ra��o.
Vamos ver. Pelo que vejo,
- ganhamos $27.000, cada. - Bem, vamos brindar a isso.
Sim, mas n�o aqui em cima. Vamos.
Sim?
Vim ver se precisam de algo.
�? Entre.
Por que? Tem algo em mente?
Bem, estava pensando se est�o prontos para dividir a prata.
Do que o fantasma est� falando?
Bem, s� quero o que prometeram.
O acordo que voc� aceitou, 1/4 para mim.
1/4 de que?
- Da prata, � claro. - Que prata?
- N�o me lembro de tal acordo. - O que anda bebendo?
- Te impedi de ser enforcado... - Cale-se.
- Voc� n�o se safar� disso. - Cale-se!
Mas, Frank, eu salvei sua vida.
Ent�o o deixarei manter a sua.
Mas a minha parte, o dinheiro que me prometeu?
Sim.
Aqui.
Vamos beber l� embaixo.
Ol�. H� algu�m aqui?
Ei, esse cavalo bate com a descri��o do condutor da dilig�ncia.
Esse tamb�m.
N�o atire. Estou desarmado.
Quem � voc�?
Me chamo Kimber. Verne Kimber.
Voc� tem trabalhado com os Girards. Onde eles est�o?
Na Casa Galleyville. Acabei de escapar deles.
Eles me mantiveram preso e amea�aram me matar.
- Tive que fazer o que mandaram. - Bem, voc� est� seguro agora.
- O protegeremos. - Quem mais est� com eles?
Ningu�m, mas h� muitos homens no bar.
Pode voltar e dizer ao Girard que soube pelo tel�grafo
- que h� uma posse a caminho? - N�o, eu n�o poderia.
Faremos como planejamos. Mande o Honersby come�ar.
N�o se arrisquem com eles. Atirem para matar.
Eles s�o assassinos.
Certo, Honersby. V� em frente.
Bailey, � melhor trazer os cavalos para dentro.
- Sim, senhor? - U�sque.
N�o tenho nenhum problema com isso, mas n�o s�o os irm�os Girard?
N�o sei. Tamb�m n�o tenho problema com isso.
Sou apenas o gar�om.
� tudo que tenho. Poderia tomar mais algumas.
Se aqueles s�o os Girards, voc� acha que me pagariam
por uma informa��o sobre uma garota chamada Della de Tombstone?
E da posse que vi formarem?
Fique por perto.
- Ol�. - Ol�.
Soube que viu formarem uma posse em Tombstone.
Quando pretendiam partir?
Posso lembrar melhor com dinheiro no bolso.
Diga o que lembra primeiro.
Eles estavam reunindo os homens �s 14h00.
- Por que n�o te chamaram? - Me sinto desconfort�vel
perto de delegados, ent�o sa� pelos fundos.
Estavam falando em sair por volta das 15h00.
Diria que est�o uma hora atr�s de mim.
Tome, � seu.
S� um instante.
Me parece que o vi em Tombstone.
Claro. Acabei de te dizer que estava l�.
Eu sei, mas eu estava preso.
A maioria dos homens que vi estavam no escrit�rio do xerife.
Tamb�m estive l�, mas n�o puderam provar nada.
O que acha?
Eu n�o sei.
Sa�remos daqui e o levaremos conosco.
Pegue a arma dele.
N�o d� para ver nada nesta chuva.
Por que n�o h� nada para ver. Eu disse que eles...
Jerry, fique na cobertura para o caso de precisarmos.
Certo.
H� tr�s homens vindo nesta dire��o.
Matt, est�o vindo.
Proteja-se.
- Quanto s�o? - Os tr�s.
M�os ao alto.
Agora, virem-se.
Delegado, atr�s de voc�!
- Como chegou aqui? - Estava partindo,
saindo da cidade.
Seu...
Jim, acha que acabou?
Ainda n�o. N�o estou vendo o Frank.
- Est� bem, Kimber? - Estou.
S� sobrou eu, voc� e o Kimber, Matt.
Saia da�, Kimber.
N�o me mate! N�o estou armado!
Eu n�o tenho chance!
Voc� n�o pode atirar num homem desarmado.
VERNE KIMBER SER� JULGADO POR ASSASSINATO, EM PRESCOTT
Aqui est�, George.
Tem certeza de que n�o mudar� de ideia?
N�o posso. Ele pediu para me ver.
Mas estar l� n�o o salvar�.
- Por que n�o evitar o trabalho... - Ele n�o tem mais ningu�m.
N�o � que o ame, Matt.
Duvido que ele tenha me amado.
Mas ele mandou me chamar e est� sozinho.
E depois?
- Por favor, Matt, eu... - Todos � bordo!
Adeus, Davey.
Seja um bom menino. Adeus, querida.
Cuide de tudo.
- Adeus, Matt. - Adeus.
Acho que ser� a mulher da casa agora, Joan.
N�o por muito tempo. Ela voltar�.
Certo, crian�as. Vamos...
- O que voc� disse? - Ela voltar�.
Ela te disse isso?
S�rio, papai. Voc�s homens...
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