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M A R I P O S A
- Como você o viu? - Oh, veja.
Que fofura.
Desculpe por ter ficado no carro. Eu não sabia do que se tratava.
Como?
- Que estranho. O que faremos? - Eu não sei.
Bem...
Que estranho...
Vamos.
O que foi? Tudo ficará bem. Fique tranquilo, bebê.
Que foi?
Que gracinha.
Você mijou nas calças.
Devolve.
- O que estão fazendo? Vocês são idiotas? - Estava vazio.
Isto não é desculpa para jogar pela janela.
Você está bem? Como pode atravessar assim?
- Sinto muito, não vi vocês. - Você está machucada?
- É apenas um arranhão? - Você tem um lenço?
Eu não tenho. Escuta, você está bem?
- Onde você mora? - Perto daqui.
Vamos, vamos levá-la. - Podemos te levar?
- Isso não é necessário. - Nós vamos levar você, vamos lá.
- Aonde mora? Por aqui? - É bem perto pra mim.
- Não é grandes coisas, podemos levá-la.
Você pode andar?
- Veja? - Não é nada.
Vamos limpá-lo com água boricada. Eu tenho no kit de primeiros socorros.
Vamos, nós levamos você.
- Tem água para dar a ela? - Não.
Siga em frente e vire à direita no cruzamento.
...não, vá você mesmo falar com ela.
Lembre-se da última vez que fomos lá.
Ei, você poderia baixar o volume da música, por favor.
Sabe de uma coisa? Me ligue mais tarde e veremos.
- Esse disco é meu. - Posso pegar emprestado?
- Sim, se você me pedir primeiro. - Idiota.
Se eu quiser, posso quebrá-lo agora em um milhão de pedaços. É meu.
- Faça o que você quiser. Problema seu. - Eu não ligo a mínima.
Eu posso ver o seu pinto com esse short. Coloque uma cueca.
Eu ainda não me vesti. Você é doente.
Por que você não fala isso ao Bruno? Quando jogamos futebol, o dele está sempre solto...
Por que você presta atenção? Você gosta?
Ah, é assim que funciona? Se olhar é porque gosta?
Então por que você presta atenção? Você gosta?
Não envolva o Bruno nisto.
Quando eu disse algo sobre sua namorada?
O tempo todo. Ontem você disse que ela comprou o mesmo...
Saia daqui, idiota.
Eu não quero discutir com você. Você é entediante.
- O que houve? -Vamos.
- Qual o seu nome? - Bruno.
Venha.
- Olá. - Olá.
- Como você está? - Bem. E você, Romi?
- Ótimo. - E sua mãe?
Em casa.
- Mariela está? - Sim.
- Posso entrar? - Tudo bem.
Às vezes eu dou risada e minha mãe só observa fixamente. Eu sei que eu a lembro dele.
- É claro. - Ela nunca me disse, mas eu apenas sei disso.
Ei, você vai ver novamente o cara que te levou para o hospital?
German. Sim, eu acho que sim.
- Mariela. - O quê?
Mamãe disse que você tem que comprar o que ela te pediu.
- Ok. - Oi.
- Oi. - Tchau. Desapareça.
- Ok, mas não se esqueça. - Não.
O que há com Juan Pablo?
Nada. Eu gosto do seu irmão. Mas ele me trata como uma irmãzinha.
Eu flerto com ele, mas ele parece não notar.
- Você flerta? - Sim.
Por que você não pega algo para bebermos?
Vai você.
Não, eu fico tímida perto de Juan Pablo.
- Por favor, eu não quero. - Ok, eu vou.
Você fuma demais.
- Olha quem fala. - É ruim para você.
Quando seu namorado vai voltar?
Por que você me ignorou no outro dia, quando você passou com sua irmã?
Porque ela conhece a minha namorada. O que eu poderia fazer?
Por que você não transa com a sua namorada?
Ela quer esperar. Eu acho.
Estou fazendo uma tatuagem.
O que é?
Um passarinho, com uma flor.
Legal.
Ok, estou indo agora.
Até a próxima.
- Tchau. - Tchau.
- Ger, como você está? - Bem. E você?
- Ei, sua irmã está em casa? - Eu não tenho ideia.
Achei que talvez você soubesse. Vocês moram juntos.
- Eu realmente não tenho ideia.
- Você está bem? - Tudo bem.
Você não jogou futebol conosco na sexta-feira.
Não, eu fiquei vendo um filme com Romina.
Que mentiroso, ela me disse que teve que estudar.
- Eu tenho que ir agora. - Você está indo para sua casa?
- Eu estava a caminho de lá. - Claro, eu te levo.
Ok, obrigado.
Ei, eu não consigo caber aqui. Chega mais pra trás.
- Melhor? - Sim.
- Ei, como você está? - Oi.
- Como você está? - Bem.
Estávamos perto, e como deixamos você aqui no outro dia...
O quê?
Eu não sei. Queria ver como estava seu joelho.
- Ah. Está bem. - Legal.
- Olá. - Olá.
Como vai?
Eu não sei. Você quer vir ver um filme ou tomar uma bebida?
- Quer entrar? - Eu estava brincando.
Não, sério. Entre um pouco.
Tá bem.
Bruno! Bruno!
- Oi. - Oi.
Bruno. Romina.
- Oi, Mariela. - Olá, Mariela.
- Entre. - Claro.
Olá.
Como você está, Bruno?
- Você está bem? - Estou.
Com licença.
Mariela está te esperando no quintal há 40 minutos.
- Eu não sabia que ela estava vindo. - Oh, Deus.
- Ei. - Como você está?
- Estou bem. - Tudo bem?
- Você não me disse que viria. - Sim, eu te disse ontem.
Sim.
- Ei. - Oi.
Espere, pare. Sua mãe está lá embaixo.
- Mariquinha. - Estou falando sério. Eu não gosto disso.
Que bom você ter aparecido. Senti sua falta.
Hoje vou perguntar novamente a eles se você pode ficar, ok?
Tem certeza de que está tudo bem?
Sim, eles vão fazer você dormir com German, mas... Tudo bem.
Claro, sim.
- Obrigado. - De nada.
Você já esteve no Cerro de la Cruz, talvez?
Sim, minha tia é dona de uma loja lá.
Eu acho que te conheço de lá. Sua tia é dona de uma alfaiataria?
Sim.
Eu já estive lá um milhão de vezes.
Uma vez, comprei um monte de fitas brancas.
- Eu não me lembro. - Não importa.
Naquela época eu fui com teu irmão.
Ele foi comigo buscar as fitas.
O seu irmão é um cara magro e alto com um caminhão azul?
Sim.
- Você se lembra do irmão dela, mas não dela? - Não, eu me lembro do caminhão.
O meu cabelo era diferente naquela época. Talvez por isso que não se lembre.
Claro, é por isso.
- Você vai ficar para o jantar? - Sim, mãe.
O que você quer?
Verificar se você não está fazendo nada de estranho.
Ger, eu te trouxe os desenhos que mencionei no outro dia.
Estou com eles aqui. Quer vê-los?
Quando você viu meu irmão?
Eu o trouxe de bicicleta.
- Vá mostrá-lo no seu quarto. - Ok.
Meçam seus pintos também. Vejam de quem é o maior.
Romina!
- O quê? - Não fale assim.
Este aqui. É muito bom.
- Sim, ainda... A que eu mais gosto é... - Este aqui?
Sim, idiota, você me mostrou no outro dia.
- Havia outro que eu gostava. - Eu sei.
Já está terminado?
Esta parte está faltando, mas está quase pronta.
Eu posso ver?
- Qual delas? - Qualquer um.
- Está bom. - Obrigado.
- E Romina?
- Acho que ela está tingindo o cabelo da mãe dela.
- Este aqui? - Não.
- Eu vou ao banheiro. - Ok.
- Está ocupado, desça as escadas. - Certo, obrigado.
Esta calça me faz ficar volumoso, não é?
- Eu posso entrar? - Claro, é a sua casa.
Desculpe por abandoná-los. Mariela saiu para comprar cervejas. Querem ir lá fora?
- Claro. Depois nos diga quanto é. - Bem, veremos depois.
- O quê? - Nada.
Comecei a escola de música primeiro,
mas meu pai é médico, então eu achei que seria o mais seguro.
- Talvez ano que vem me mude para Buenos Aires. - Eu estudava medicina em La Plata.
Ah, é mesmo?
Sim, mas eu passei todos os meus dias tocando guitarra.
Eu não queria fazer algo que eu não estivesse realmente interessado.
Então eu formei uma banda. É boa, eu acho.
Mas estamos apenas começando, tocando covers.
É mais complicado, mas meus pais me apoiaram. Então agora estou tendo aulas.
- Começando aos poucos. - Isso é bom.
- Você toca algum instrumento? - Eu canto.
Eu fico um pouco tímida na frente da plateia.
Ger já me ouviu várias vezes. Não foi, querido?
Sim, ela é boa.
- Posso pegar outra cerveja? - Claro.
Quer um short emprestado?
Não, tudo bem. Eu durmo pelado.
- Por onde eu subo? - Por aqui mesmo.
- Apaga a luz? - Não, espere. Vamos conversar um pouco.
Quais são seus planos para amanhã?
Nenhum, por quê?
Aquela garota realmente me excita.
Eu poderia comer a Mariela também, mas Romina é extremamente sexy.
Você se importaria se eu me deitasse ao seu lado? Esta cama está cheia de coisas.
Não me importo.
Vou dar uma fumada e durmo em seguida.
Tem um pra mim?
- Esperando o Bruno? - Por quê? Está com ciúmes?
- Seu namorado é uma bichona. - Ah, é?
Ele sabe como me dar exatamente o que eu quero.
Ele age meio estranho perto de mim. Acho que ele está a fim de mim.
Como você sabe?
Ele começou a andar quase nu pelo quarto.
- Você está sempre andando quase nu também. - Sim, quando estamos entre amigos.
Quando você joga futebol, não tomam banho todos juntos?
Sim, mas isso é diferente.
Não sei. Talvez eu esteja errado.
- Você quer? - Sim.
E o que eu recebo?
O que você quiser.
Estou com ela para te deixar com ciúmes.
Poderia buscar Fernet com Coca, por favor? - Ok.
- Quer ajuda? - Ok.
Você gosta da Mariela? - O que?
Eu acho ela linda. Por quê?
Eu não sei. Não vou ficar com raiva se você gosta.
E você gosta de mim?
- Olhe no espelho. - "Olhe no espelho."
- Você quer se livrar de mim? - Sim.
Boa.
- Estes não. Os outros. - Está bem.
- Olá. - Olá.
- Como você está? - Estou contente por te ver.
- Trouxe seu livro - Obrigado.
- Eu posso ajudar? - Certo.
O que você está fazendo? Está gelado.
Quer um, Bruno?
Sim.
Venha aqui.
- Todos vão beber? - Sim.
Uma vez eu li que formigas não dormem.
E também que a letra "J" é a única que não está na tabela periódica.
O que você está estudando?
Música.
- Ah. - Legal.
- Algúem quer ouvir música? - Eu escolho.
- Olá. - Como vai?
- Bem, obrigado. E você? - Bem.
O que houve?
Nada.
- Espere, tem algo aqui. - Onde?
- Aqui.
- Está bem, deixe assim.
Veja.
Quem sou eu?
- Você não adivinhou. - Não.
Vou deixar suas roupas aqui.
Ger, qual o problema entre você e sua irmã?
Ela disse que você não quer levá-la a costureira.
Faça o favor de levá-la para que ela possa experimentar o vestido.
E quando você voltar, me traga formas de pizza da loja.
- Mãe, ela não pode ir lá sozinha? - German, por favor!
- Olá! - Olá!
- Como vai? - Como vai?
- Vim experimentar um terno e camisa. - Você é filho do Mono?
- Sim. - Sim. Ele está lá dentro.
- E aí, cara? Como está indo, pai?
- Este me vestiu bem. - Ah, que bom.
Sua mãe disse que jantaremos com sua tia?
- Sim, ela me disse. - Tudo certo. Então eu vou pegar o carro.
- Tudo certo. - Tchau, Rita. Obrigado.
- Tchau. Ele se parece muito contigo. - Sim, não é?
- Tchau, pai. - Tchau.
- Vamos lá. Eu vou trazer algumas coisas. - Por aqui?
Olá!
- Como vai você? - Bem.
Acabo de conseguir.
- Está feito? - Vou buscar agora.
- Ei. - Olá.
O que faz aqui?
Eu não esperava te encontrar aqui.
- Você estava me procurando? - Talvez.
- Esse é o seu terno? - Sim.
Eu não tenho te visto ultimamente.
Mas você disse que estava ajudando sua tia, não é?
Sim, às vezes.
- Me troco aqui? - Ah, desculpe. Isso te deixa desconfortável?
De modo nenhum.
Que tal?
- Você vai a um casamento? - Sim.
- O que foi? - Estava imaginando você como noiva.
- Em branco? - Te imaginava como minha noiva.
- Outro dia eu estava pensando em você. - Por quê?
É um pouco estranho.
Alguns dias atrás, minha mãe e eu fomos ao cemitério,
exumar o corpo da minha avó, para cremá-la.
E na noite anterior, eu sonhei que...
ela estava deitada sobre uma mesa.
Bonita, como eu me lembrava dela,
mas ela era uma mistura entre uma mulher e alguma coisa.
Ela era como...
...a pele dela era como casca de árvore.
Ela estava calma.
De repente, ficou ofegante, abriu os olhos e pareceu confusa.
Suas pálpebras se moviam rapidamente
mas eu não tinha medo.
Me parecia uma bela visão.
Como se ela tivesse que ser despertada para que pudesse seguir para o outro mundo, ou algo assim.
Eu não sei o que estou dizendo.
E por que isto fez você pensar em mim?
Porque você disse uma vez que...
quando tinha 12 ou 13 anos, você costumava acordar chorando.
Porque você pensava que iria morrer.
Vou indo.
Está charmoso.
Não vá.
Você está linda.
- Espere aqui. - Onde você vai?
- Eu volto já.
Olá, papai me disse que você perguntou ao Bruno se ele viria amanhã.
Sim. Por quê?
Eu pensei que poderíamos ter algum tempo sozinhos.
Eu não percebi isso. Vou dizer para ele não vir.
Não, não diga. Mamãe já contou à Mariela.
- Olá. - Olá.
Eu não sabia. Não é grandes coisas, certo?
Eu só queria ter um tempo contigo. Só isso.
Tchau.
Olá.
Você trouxe um traje de banho para o Bruno? Lembra que eu te pedi?
Ei, os calções.
Na minha mochila no porta-malas do carro.
É essa? Isto é horrível.
Peguei o primeiro que encontrei.
Eu não posso dar isso a ele. Dê a ele o seu. Vamos.
- Tome. - Obrigado.
- Este tecido leva séculos para secar. - Sim.
Seu namorado tocou meu pau.
Devo comer ele para você enxergar?
Do que você está falando?
- Me dê ajuda? - Daqui a pouco.
Quando eu era pequeno costumava vir aqui pescar com meu pai e meu irmão.
Com um rifle de ar comprimido.
Uma vez que eu estava aqui e entrei na floresta
eu vi um pica-pau em uma árvore,
então eu peguei o rifle
apontei
e então eu notei que não estava se movendo. Então eu fui mais perto...
Eu atirei na cabeça dele.
Então eu chorei por três dias seguidos.
Já era uma bichinha desde pequeno então.
Escute, Mariela quer ir para casa. Você quer ir também?
- Sim. Estou entediado também. - Tudo certo.
- Eu te levo. - Ok.
Eles estão indo embora. Para onde você vai agora?
Para minha tia. Jantar em família.
- Boa. - É, ótimo.
- Um pé no saco. - Você vai com Juan Pablo?
Por quê? Quer ir?
Sim.
Então vamos. Ger está entediado também, então...
- Você não quer vir conosco, não é? - Não.
Eu tenho que ir, de qualquer forma.
Não estou entediado, mas se você estiver indo embora, vai me dar uma carona.
Você pode levar os dois?
- Por quê? - Eu poderia ficar mais um pouco.
Você vai ficar? - Sim, você também vai ficar?
Claramente.
Vou levar vocês dois, isso não é um problema.
Não quero deixá-la aqui sozinha.
Ok, tchau.
- Vejo você à noite, ok? - Certo.
Você tem algo perto do seu olho.
- Onde? - Deixa eu ver...
- É aqui? - Sim, aqui.
- Tchau, até mais tarde. - Até mais tarde.
- Oi, pai. - Tua mãe vai te matar.
- Garota, estamos esperando por você. - Vou colocar o suéter.
- Eu tenho comigo, vamos. - E Juan Pablo?
- Ele fica. - Por quê?
Porque sim.
Tchau, pai.
Ei, ficou sem combustível?
Sim. Sem gasolina.
Eu tenho um pouco.
- É isso, não? - Sim, é isso.
Isso sempre acontece.
Ger, vamos para a água?
Seus calções não secaram. Você vai molhar o assento da minha bicicleta.
- É legal aqui, não é? - Sim.
Obrigado.
Por que você ficou aqui se estava entediado?
Calma aí.
E a Mariela?
E o Bruno?
Faça o que você quiser.
Mamãe tem um freezer aqui.
A Coca está mais gelada. - Ótimo.
- Você não é namorado da minha irmã, é? - Não.
Não, nós somos apenas amigos.
- Nada mais? - Nada mais.
Você vai ficar um pouco?
Sim.
- Ger, você pode me levar? - Eu não estou com a bicicleta.
- Estou indo no seu caminho. Eu te levo. - Certo.
- Você não vai ficar? - Não.
Olá.
- É aqui. - Ah.
- Deixo aqui? - Sim.
- Ei, sinto muito. - Não se preocupe. Está tudo bem.
Ger!
- Aqui, eu trouxe cerveja. - Obrigado.
- Vê como meu cabelo era longo? - Sim.
Gosta?
Sim.
Vamos para o terraço. - Ok.
Obrigado.
- Ger é muito espirituoso. - Sim, às vezes é estranho.
- Há quanto tempo vocês namoram? - Um ano.
- Você tem um irmão, não é? - Sim, ele está viajando há dois anos.
Ele voltará em breve.
Nada aconteceu.
- Meus pais voltaram. É o carro deles. - Oh.
Quando posso te ver novamente?
- Quando você quiser. - Tudo certo.
- Certo! - Certo!
Desapareça.
- German. - O que?
- O que houve com Mariela? - Não sei, me deixe.
- Posso? - Sim.
Você está bem, querida?
Sim, por quê?
Eu vi Bruno na cidade.
Está tudo bem.
Sério, não se preocupe.
Você leu?
Eu gostei.
Sim, eu gostei.
...Era insuportável. Ficamos assustados.
Não sabíamos o que fazer.
Então finalmente ligamos um pequeno ventilador.
Não adiantou nada, pois ela era muito antiga.
E nós simplesmente a deixamos lá.
- Mas de onde ela veio? - De um conhecido.
- Sua irmã está aqui? - Sim, está.
- Está por aqui? - Sim, está.
... então a mudamos para lá rapidamente. Imagine o cheiro?
Fedor. É diferente porque não é o mesmo tipo de gás.
O da geladeira é diferente. É mais fedorento.
- Como vai? - Tudo bem?
Pare de encarar eles assim.
É para o seu próprio bem. O que gostaria de fazer? Socá-los?
Não.
Eles fazem um belo casal.
Bruno e Juan Pablo.
- De novo com isso. - Bem, isso é óbvio.
- Você pode trazer algo para beber? - Ok.
- Aceita? - Isto é para mim?
- Sim. - Obrigado.
E a Mariela?
Nós terminamos.
Hoje.
Bruno ocupa muito do seu tempo com o irmão de Mariela, você não acha?
O que você quer dizer?
Você não quer fumar?
- Sim. - Vamos lá fora.
Por que você deixou Romina?
- Bem... ela é toda sua. - O que?
Quero dizer, vou dizer a ela que terminamos.
Eu disse a ele para parar de ser mariquinhas e dizer a ela.
Você está tirando sarro de mim?
O quê?
Eu já sabia. Quantas vezes você já tentou foder comigo?
Não, qual é.
- Não é bem assim. - Não é?
- O que foi? Está com ciúmes? - Eu não sou ciumento. É preciso confiar.
- Você confia em mim, não é? - Tenho que confiar.
Então, vamos contar a ela?
- Você vai. - Tudo bem, venha comigo.
- Eu te acompanho.
- Me observe. - Eu vou.
Vamos lá.
- Você vai ficar aqui? - Sim.
- Esse é o meu casaco. - É?
Quer ir caminhar?
Claro.
- Ele vai ficar aqui? - Provavelmente sim.
- Ele vai dormir com você. Não com sua irmã. - Ok.
- Eu gosto do seu quarto. - Sério?
Sim.
É você?
Eu ainda era pequeno.
Que lindo.
- Você pesca ou isto é apenas enfeite? - Às vezes eu pesco, com meu tio.
Por que você não tira seu casaco? Sinta-se a vontade.
Vem cá. Eu vou te ensinar um jogo.
Feche seus olhos.
- Que óbvio. - Não, é sério. Veja.
Você vê esta linha?
Vou acariciar sua mão
e quando eu tocar nessa linha, você me dirá para parar.
Sim? Se eu passar aquela linha ou parar antes de chegar nela, você perde.
Certo.
Feche os olhos.
Pare.
Eu poderia ter jurado que você passou.
Por quê?
Não sei. Este é o jogo.
Tudo bem, agora na minha perna.
Levante! Levante!
Romina, levante-se.
Dormimos demais e temos que estar na igreja em cinco minutos.
Seu irmão não dormiu em casa hoje.
Pegue a bicicleta dele e nos encontraremos na igreja.
Se apresse, vista-se.
Agora! Vamos!
Filho!
Estamos atrasados para o casamento. Seu pai dormiu demais. Aqui está sua camisa.
Olá, moça. Perdão, mas o German está com pressa. Vamos, filho! Levante-se!
Se você esperar eu me vestir, te levo em casa.
- Oi, pai. - Oi, querida.
- Você pode acordar seu irmão? - Irei.
Puta que pariu!
- Você se cortou? - Sim.
Um médico tem que ver isso.
Vamos lá!
Legendas por: Zé Ricardo gaydreamfilmes.blogspot.com
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