All language subtitles for Hercules contra samson (1963) ptg 1

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Original subtitles

- Ele quer se casar. - Se compreende pela m�sica.

Lamenta por ter que pagar as despesas do casamento.

Veja como Poseidon foi generoso com n�s de �taca.

- Muita generosidade. N�o � normal. - Se a pesca foi boa, voc� reclama...

e se � abundante, se preocupa.

Queria saber porque jogou tantos peixes em nossas redes.

Pularam na nossas redes como se estivessem loucos...

- Voc� acha... - Nada. �taca est� perto.

� melhor se apressar.

D� uma m�o voc� tamb�m.

Vejam!

Aos remos, r�pido!

- Remem! - Est� preso.

Use o machado!

Virem � esquerda! R�pido, remem!

Todos juntos!

Remem com for�a!

Remem! Remem!

O monstro nos atingiu.

Socorro!

Admetos!

- O que est� fazendo? - Aquele � meu filho.

� o meu filho.

Temos que sair r�pido ou teremos o mesmo destino.

N�o vai querer vingar o seu filho?

Aos remos!

Meu pai comprou na cidade e ele o roubou.

Com um punhado de sal e foi para sua casa.

Rei Laertes, est� cabra sempre foi minha.

Minha m�e e meu pai me deram como dote.

Seu mentiroso, vou quebrar sua cabe�a!

A minha, tente!

Voc� vai ver. S� estou esperando a justi�a do Rei.

Esperar? Comece logo.

Est� me amea�ando...

Disse que recebeu da m�e como dote.

A cabra n�o � um elefante, ela n�o vive 200 anos.

- Cuide disso. - Sim, Laertes.

Cuidarei imediatamente.

Vai sair? E quem ficar� com a cabra?

Vamos come�ar do in�cio, um de cada vez.

- Voc� n�o acertou, Ulysses. - Claro que sim. Pen�lope pode dizer.

- N�o, n�o basta. - Quer que pegue o disco como prova?

Gostaria de fazer meio dia de caminhada?

H�rcules!

Temos que falar com o rei Laertes. Venha comigo.

Voc� queria justi�a, conseguiu. A culpa � sua.

Minha?! Quem teve a ideia de vir ao rei Laertes?

Rei Laertes, o monstro apareceu de novo.

E mais uma vez o sangue de um de n�s manchou o mar de �taca.

Admetos, filho de Isminis e Feri.

E essa � Odissea, com quem iria se casar.

Se n�o nos livrarmos o quanto antes dessa maldi��o...

tudo ser� luto e mis�ria para n�s pescadores.

D�-nos um barco apropriado. E voc�, H�rcules, n�o negue a sua ajuda.

R�pido, antes que o monstro retorne novamente.

Temos que mat�-lo.

Quando estar� pronto o barco?

Imediatamente, se est� disposto a partir.

Irei com voc�.

- N�o pode ir sem mim. - Certo. Ei irei.

Muito obrigado, rei Laertes.

Seja cuidadoso!

Ou�a-me, se p�r tr�s de Tebas frente a tr�s de �taca...

- quantos soldados tem no total? - Quatro.

O que disse, s�o mais de quatro.

Meu pai sempre diz que para ser um de Tebas faltam tr�s de �taca.

Assim, tr�s de �taca ante a um de Tebas...

No entanto um, e tr�s mais um s�o quatro.

Pergunte a ele! Pai, pai...

- Quanto s�o cinco menos dois? - Voc� tamb�m...!

Ol�, Anticlea. Ol�, Asclepios.

J� vou partir. N�o � nada grave.

Embarcaremos imediatamente. Vamos ca�ar um peixe bem gordo.

- Vamos nos divertir. - Vou com voc�.

N�o h� nenhum perigo. Voltamos amanh� � noite.

- D�-me mais uma raz�o. - Quer deix�-lo sozinho?

Anticlea est� aqui.

Sei o que pensa. N�o h� com que se preocupar.

Talvez n�o tenha Ihe contado toda a verdade, mas...

sei que os deuses me protegem.

Os deuses, n�o pode continuar acreditando.

S�o muitos para serem verdadeiros.

Depressa! Carreguem!

Ulysses!

Posso?

Est� brincando, sou mais forte que voc�.

Pombos-correios! Para que v�o servir?

Leve-os!

Estaremos de volta antes do anoitecer.

J� viu os suprimentos que H�rcules est� levando?

H�rcules sempre exagera.

Sua prud�ncia se parece com a sua for�a.

Ulysses, ou�a seu pai. Nunca se sabe.

- Tente ser mais s�bio do que H�rcules. - Est� bem.

E voc�, Penelope, n�o tem nenhuma recomenda��o?

Meu destino ser� o mesmo deles.

Ainda n�o estamos casados.

Soltar as cordas! l�ar �ncora!

M�e.

Obede�o ao meu rei.

Esta noite estaremos de volta.

Aos remos!

Remar!

O vento est� aumentando e o mar piorando.

Voc� veleja o barco.

- � melhor voltar. - Vamos.

Em frente de n�s. A estibordo!

- � enorme. Est� vendo? - Veja. � minha direita.

Abaixar vela.

- Remar � direita! - Aos remos, rapazes!

For�a nos remos!

Ulysses. Ulysses.

O que est� esperando? Des�a!

Se nossos bra�os aguentarem...

poderemos estar em �taca antes da tempestade cair.

Venha comigo!

D�-me o arp�o!

- Aproxime-se! - Remem!

- Eles n�o aguentam mais. - N�o importa, temos que tentar.

Mas est� muito longe.

Todos � proa!

Todos puxem a corda.

Vamos perder a presa.

- Corte com o machado. - N�o, H�rcules, n�o. Vai escapar.

Fa�a o que Ihe digo.

Aos remos!

Mais r�pido, rapazes! Virem � direita!

- For�a nos remos. - N�o podemos ficar aqui.

Remar!

Est� abaixo de n�s?

- Responda! Vou ficar louco... - Acalme-se.

H�rcules o acertou. N�o h� o que temer.

N�o vai viver por muito tempo.

- O monstro nos atingiu. - Assuma o comando, H�rcules.

Ulysses, venha comigo.

Todos aos remos.

Remem com toda a for�a!

- A quilha quebrou. - Quer nos afundar antes de morrer.

- E conseguiu o maldito. - E agora?

Logo vamos afundar.

Talvez j� estavam fora.

Que a tempestade que houve aqui em �taca, n�o significa que...

Voc� mesmo p�de distinguir a velas quando apareceu as primeiras nuvens...

A quem est� tentando enganar?

Pergunte ao mar...

E nos perguntam... como se soub�ssemos alguma coisa...

e nossos sentimentos n�o fossem os mesmos que experimentaram.

Olhem!

- Uma pomba! - Com certeza � de Ulysses.

Venha filho. Venham comigo!

Que mensageiro! Muito valente!

O monstro se mostrou muito teimoso,

deu muito trabalho, mas fomos mais teimosos que ele

e dentro de alguns dias estaremos levando

o seu esqueleto �s fronteiras de �taca.

Vamos levar a not�cia �s fam�lias dos pescadores.

"Dentro de uns dias"!

Ent�o n�o � o que dizia H�rcules.

E tampouco Ulysses. Sempre levando na brincadeira.

Eu sei, mas o amo. Assim como voc� ama H�rcules.

- Pare! - S� um gole.

- N�o. - N�o � para mim, s�o para eles.

A pr�xima ra��o ser� ao anoitecer. Para todos!

Nos nega um pouco de �gua mas ele pode dar comida �s pombas.

Por que � o filho do rei?

Ele alimenta as pombas com minha ra��o.

N�o importa. Ent�o comemos n�s, assim saciar�amos a fome.

Sendo assim, se as comermos, quem indicar� ao meu pai onde afundamos?

N�o saber�o nada de n�s. Pensar�o que morremos.

E as fam�lias de voc�s?

Voc� fala demais...

- Ningu�m vai tocar nas pombas. - N�o. N�o.

- Vou repartir a �gua. - Sim. Sim.

- Quando e o tanto que eu quiser. - Sim. Sim...

�timo. Podem subir de novo.

Uma gaivota!

L�! Terra!

Louvado seja Zeus!

�nimo!

Estamos aqui tamb�m.

N�o seja ego�sta, jogue-nos alguma coisa.

D� para n�s tamb�m. Vamos. Vamos, vamos.

Jogue para n�s.

- N�o coma tudo sozinho. - S�o marinheiros. Subam aqui!

Voc� j� tem bastante. Pense em n�s.

Peguem!

- Largue! - � meu.

N�o! � meu.

A� vai outro!

Socorro! Socorro! Fujam!

- Deve estar louco. - Socorro!

N�o sei que animal � este, mas � delicioso.

Se soub�ssemos que animal � este, saber�amos onde estamos.

- Ou poder�amos deduzir. - Parece-me um lugar acolhedor.

Dei uma olhada ao redor enquanto fazia a refei��o.

E ent�o?

Olhava ali embaixo. E vi que h� um caminho que leva ao interior.

- Ent�o poder�amos ir at� l�! - Sim, vamos!

Ei, um momento!

Nossas mensageiras.

Antes t�nhamos a sombra na frente, agora est� de lado.

J� andamos por cerca de quatro horas.

- Logo sairemos da floresta. - Esperamos que sim.

T�m medo de n�s.

Talvez seja nossa apar�ncia, ou por algum outro motivo.

Se estamos onde penso, fizemos uma longa viagem.

H�rcules, onde acha que estamos?

- Na Judeia. - Na Judeia?

Sim. Suas casas, roupas, as pessoas...

seu temor... Acho que n�o me enganei.

- Talvez seja um sacerdote. - Eu n�o sei.

- Adonai esteja convosco. - Adonai?

N�s somos da Gr�cia. Uma tempestade nos trouxe pr� c�.

Que pa�s � este? H� a possibilidade de encontrarmos um barco?

Um barco? N�o. O mar est� muito longe.

Voc� deve saber bem, j� que veio dele.

Se � verdade como disse... que s�o gregos.

Quem s�o eles? O que querem?

E al�m do mais, somos muito pobres. Seren � o �nico que pode ajud�-los.

Seren?

Rei dos filisteus. Devem ir para Gaza.

Gaza?! O que est� dizendo?

Estamos na Judeia?

- Sim, o que � estranho? - Parece imposs�vel...

- Somos da tribo de Dan. - Gaza est� longe?

- A p� n�o chegariam nunca. - Ent�o nos d� cavalos.

Pagaremos com estas pedras. S�o pedras preciosas.

Acha que bastam?

Claro, mas aqui n�o h� cavalos.

S�o bonitos.

- Ajudaremos como pudermos. - Olhe quantas coisas boas.

S�o muito generosos.

- Isto � para voc�. - Que garota bonita!

- Como se chama? - Lia.

� minha filha.

Se parece com meu filho, s� que um pouco maior.

Querem ir para Gaza. Fique atento.

Podem ser espi�es filisteus � sua procura, Sans�o.

Talvez dizem a verdade, mas � bom ter cuidado.

Ningu�m escapar� do massacre do rei filisteu,

se souber que me escondo com voc�s.

Mande-os a Azer que depois irei embora.

Os soldados do rei est�o � minha procura, logo vir�o aqui.

V� at� eles! Depressa!

- Ouvi que est� procurando cavalos? - Sim.

Atr�s daquela colina, encontrar� Azer, um mercador filisteu.

- Que te servir� bem. - Qual � o caminho?

L� atr�s, na sa�da, virando � esquerda, ver� um farol na orla.

Siga em frente.

E concluo afirmando que voltaremos logo.

- Certo! - Claro!

Veja!

- O que voc� fez, Azer? - S�o bonitas, n�o �?

Todos os nossos cavalos por quatro pedras.

N�o me diga que isso foi um bom neg�cio.

Valem 100 moedas de ouro e os cavalos foram emprestados.

- � verdade? V�o trazer de volta? - Eles n�o, eu vou.

Eu j� disse!

S�o gregos indo para Gaza encontrar uma embarca��o.

Vamos acompanh�-los e voltaremos com os cavalos.

- N�s? - Sim. Daros vem comigo.

- Mas vai me deixar sozinha? - Por poucos dias.

- Por quantos? - N�o sei.

Pare com isso! Ningu�m vai me roubar.

Se te raptassem seria a minha sorte.

Azer!

Sigam-me! Por aqui!

A primeira mensagem era clara.

Naufragaram.

Ser� que conseguir�o uma embarca��o para traz�-los de volta?

Eu n�o acredito.

Quem sabe! Para mim tamb�m parece improv�vel.

Pelo que sei, n�o h�...

Somente um barco como de Argos poderia fazer uma jornada t�o longa e perigosa.

Tem raz�o. Chamaremos Argos.

Vamos consult�-los.

Prometemos uma recompensa de 100 moedas de ouro...

a qualquer um que ajudar nossos soldados a capturar o danita Sans�o...

estamos procurando o rebelde e agitador.

Podem ver o selo de Seren...

nosso generoso senhor,

rei dos filisteus e governante da Judeia.

N�o, esperem! Ningu�m se mexa! � uma ordem!

Como podem ver, o rei n�o promete apenas palavras.

Quietos! Ou�am-me todos!

Sans�o matou um le�o perto da aldeia de voc�s.

Com a for�a dos bra�os, estrangulando-o.

E ele foi visto vindo para este lado.

Agora os soldados v�o procurar em todas as casas.

Revistar�o tudo, e se encontrarem...

um �nico sinal que esteve aqui. Passaremos a aldeia a ferro e fogo.

O que respondem?

- Comecem! - Desmontar!

- Encontrou alguma coisa? - N�o.

Procure melhor.

- O que tem aqui? - Estas peles.

- Olhe! - Sou um curtidor de couro.

Nenhum sinal de ferimento.

Ainda nega que � do le�o estrangulado por Sans�o?

- Em nome Deus, te garanto... - Que Deus? O seu, talvez?

Sans�o esteve aqui. Encontramos as provas.

O que eu te disse? Vou voltar ao pal�cio.

O cheiro de carne queimada me d� n�useas.

N�o se esque�a.

Destrua as plantas at� as ra�zes.

Que nenhum de seus filhos se torne um outro Sans�o.

Levem-nos!

Exterminem todos...

menos os jovens para se tornarem escravos.

Deixem a aldeia em cinzas!

Logo estaremos l�. O o�sis Gaza est� no fim do vale.

- Ent�o chegamos? - N�o. Tem o mesmo nome...

para a cidade ainda h� um longo caminho.

Se � assim, pararemos um pouco para descansar.

Como quiser.

Quieto!

Calma! O que houve?

Vamos. Calma!

Fuja! Vamos, Ulysses!

Nem precisa dizer.

Vamos!

Bravo. Bravo, H�rcules! Muito bem!

Sans�o?

- Quem outro poderia ser? - Como ontem, n�o lembra?

Ontem n�o vi o seu rosto, estava longe.

N�o existem dois homens em toda a Judeia...

capazes de enfrentar e matar um le�o sem armas...

somente com as m�os.

- Mas ele disse que � grego. - Claro, e quem diria

que � um danita e se chama Sans�o?

O naufr�gio e tudo o mais s�o hist�rias inventadas...

para se aproximar ileso ao nosso rei para mat�-lo.

- Mas n�o conseguir�. - O que vai fazer?

Eu vou para Gaza, e voc� vai traz�-lo a uma armadilha.

- A recompensa ser� minha. - Ser� nossa.

- Azer, Daros... - Responda!

Sim, j� vou imediatamente.

- N�o vejo Azer, onde ele est�? - Ficou com medo e foi para casa.

Tem problemas com a esposa...

N�o se preocupe, eu tamb�m sei o caminho. Por aqui. Vamos.

- Vamos Ulisses! - Estou indo!

L� embaixo, no precip�cio, o o�sis!

Algu�m est� � frente de n�s. Alguns viajantes estranhos. Acampados.

- Estrangeiros? - N�o s�o filisteus.

- S�o em quantos? - Seis ou sete.

Vamos.

Com certeza n�o creio que sejam rebeldes danitas.

Sans�o � muito inteligente para se expor assim.

E n�o viria sem escolta.

Em todo caso, vamos interrog�-los.

- H�rcules! - O que foi?

L� em cima. Haviam tr�s homens, mas sumiram.

N�o posso afirmar, mas pareciam soldados.

O que te interessa? Depressa!

Daros!

- Sim, Sr. - Mostre-nos o caminho.

Por aqui.

- S�o estrangeiros? - Sim. Gregos, de �taca.

Tivemos um naufr�gio e vamos a Gaza para

encontrar um barco que nos leve para casa.

E vossos cavalos?

N�o s�o nossos. Explique a ele, Daros.

Alugaram de Azer, meu amo.

- Ah, sim, Azer. Onde ele est�? - Voltou para casa.

Voltarei com os cavalos quando embarcarem.

Suas roupas n�o provam que s�o gregos.

Pelo que levamos, prova o nosso naufr�gio. N�o?

Sim, � evidente. Encontrar�o o que vestir ao chegar em Gaza. Boa viagem!

Azer que falar com o senhor.

- O que diz � verdade? - Sim!

Basta! Saiam!

Para quem acha que dan�o? Para mim mesma?

Se Azer diz a verdade...

n�o voltar� a dan�ar. Para mais ningu�m.

Verdade? Por qu�?

Sans�o... vem aqui com um grupo de danitas.

Melhor. Assim vai acabar a sua ca�ada.

Dalila, n�o entende? Ele vem ca�ar a mim.

Me desafia abertamente. Est� disposto a tudo.

Certo. Ent�o defenda-se! Contra-ataque, lute!

Acha que � f�cil combater contra algu�m

que se diz enviado por um Deus hostil e terr�vel?

E por que devo me defender?

Esta terra me pertence por direito de conquista.

E os judeus s�o meus s�ditos. E todos eles me devem obedi�ncia.

E impostos e escravos. Por isso te odiaram.

Meu senhor.

Sans�o jurou me matar.

E diz isso? Perdeu seu valor talvez...

ao atacar � desafortunada aldeia danita?

Ningu�m sabe quem � Sans�o.

S� conhecemos suas fa�anhas.

Famosas.

Nunca o vimos antes. N�o sabemos nada dele.

S� sabemos que existe.

Mas tamb�m existe Dalila.

E eu sei como receb�-lo e como domestic�-lo.

Alto! Alto! Parem!

Parem!

Parem! Uma mulher caiu!

Parem! Parem!

Esperem!

Piedade.

- Levante-se! - N�o precisa do chicote.

Melhor solt�-la.

Agora d� conselhos! Disse para solt�-la.

Fa�a, ent�o!

Estamos livres!

Tragam-no aqui!

Os outros preparem as correntes!

Voltem para tr�s!

Todos atr�s dele, cuidaremos dos prisioneiros depois...

n�o poder�o ir muito longe.

- De onde v�m? - Da aldeia de danita.

Mataram as crian�as, os velhos e os doentes.

Todas as pessoas que n�o podiam ser vendidas como escravas.

Queimaram as casas.

O que houve com o velho das peles?

Morto!

Gregos?

Acha que mentiram, que n�o naufragaram como disseram?

Eram espi�es dos filisteus.

Serpentes enviadas de Gaza...

que usaram uma falsa amizade.

Tomara que eu viva, at� encontrar esse homem de novo!

Quanto falta?

Antes do sol se p�r, chegaremos na cidade.

N�o s� nos defendemos, contra-atacamos bravamente.

Todos lutaram com f�ria.

Consegui me salvar porque fingi que estava morto.

Eram em quantos.

- S� havia ele, Sans�o! - Estava sozinho?

� imposs�vel. O medo o cegou.

Foi terr�vel. Lan�ava com uma poderosa for�a...

as Ian�as penetravam implac�veis.

Pareciam serem Ian�adas por cem m�os.

Mas era Sans�o sozinho, n�o havia mais ningu�m.

N�o acredito em voc�. Jamais vou acreditar.

Sans�o...

Ent�o, como ele �?

Robusto, alto como um jovem carvalho.

Nunca tinha visto um homem como este antes.

Parecia a imagem de um deus vingador.

Reconheceria ele se o visse de novo?

Reconhec�-lo? Seria mais esquecer...

o rosto do meu pai.

S�o eles.

V�, Azer! N�s te acompanharemos.

Esperem aqui.

Todo pa�s tem os seus costumes, mas em hospitalidade somos muito mais...

Eles foram informados da nossa chegada.

E neste caso?

Bem-vindos a este reino. Posso pergunt�-los o motivo de vossa visita?

Pela forma como fomos recebidos, presumia que j� nos conhecia.

Somos gregos, viemos de �taca, n�o por nossa vontade...

- e queremos voltar, se voc�... - �taca? Est� muito longe.

Muito, sim.

Mas as tempestades n�o medem dist�ncias.

- O que significa isto? - Isto � uma precau��o.

Entre voc�s h� algu�m que n�o precisa de armas para matar um le�o.

E portanto, pode ser perigoso amea�ar a vida do seu rei.

N�o preciso de armas para matar um le�o.

- Viu? - E voc� n�o � meu rei.

Sim, eu sei. Que est� dizendo isso,

e est� convencendo o povo a me repudiar e a me odiar.

- Tudo o que disse n�o � verdade! - Sim, � verdade.

Sei que toda a Judeia est� em seus bra�os...

que pode esmagar ossos de feras...

e exterminar sozinho, sozinho. Entende?

Dezenas e dezenas de meus soldados.

Pelos bra�os de Sans�o, o danita.

Sans�o? N�o sei quem �.

� a primeira vez que ou�o este nome.

Repito que eu e meus companheiros somos gregos...

E nosso rei � Laertes.

- � ele? - Sim.

Azer!

Ele mesmo, vi com meus olhos. Ele matou o le�o.

Ele!

- Sem usar armas? - Sim, sem armas.

N�o nego e confirmo. N�o foi o primeiro.

J� matei outros na Gr�cia. Mas isso, o que significa...?

Acalme-se! Espere!

� Sans�o? Olhe, reconhece?

Este homem...

Est� morto!

Para a porta!

Preparem-se! Aponte para eles.

Mas agora ser� diferente...

os danitas queriam sair vivos daqui...

s� se eu quiser!

Deixe este homem provar o que diz.

Quem realmente pode provar que seja Sans�o?

Azer tamb�m, s� pensa na recompensa.

Se este homem diz a verdade...

ele � o �nico que pode enfrentar Sans�o.

Voc�, me ou�a.

Quero acreditar em voc�.

Vou te dar tr�s dias para provar o que afirma.

Traga-me Sans�o at� aqui como prisioneiro

e te darei a liberdade, o barco, tudo o que quiser.

Mas se acabar o prazo e n�o estar de volta...

ou voltar sozinho...

seus companheiros ser�o executados...

e voc� tamb�m morrer�...

em seguida, ou na primeira ocasi�o.

Aceite.

- N�o h� outra sa�da. - Temos certeza que vai conseguir.

E onde posso encontrar esse danita?

V� at� a pra�a e espere.

Algu�m vir� para mostrar-Ihe o caminho.

Procuram uma carruagem com cavalos brancos. Siga-me!

- Recebeu a recompensa? - Parece que n�o � ele.

- O qu�? - N�o � ele.

Em tr�s dias saberemos.

Se � grego, se � danita, ou o raio que seja.

� uma grande confus�o. Deixe-me em paz!

- N�o esperava te ver. - Por que, te incomodo, H�rcules?

N�o. Como sabe meu nome?

N�o se lembra que deixou seus companheiros no pal�cio?

H�rcules.

N�o. Voc� n�o mentiu.

Por que n�o veio o rei com os guardas? Por que uma mulher?

Porque j� havia um homem... adequado.

H�rcules! N�o quer vir tomar banho comigo?

Quando encontro uma coisa desse tipo, gosto de tirar as penas eu mesmo.

- � um requinte grego? - Prud�ncia, grega.

Vamos, venha. �nimo.

Suponhamos que eu n�o aprisione o rei dos filisteus...

pense por um momento.

Significaria n�o voltar para a Gr�cia.

E eu quero voltar para a Gr�cia.

Logo que te vi, compreendi que n�o era Sans�o.

J� me disse isso.

Sim, mas antes de dizer a voc�, disse a Seren.

Por que acha que fiz isso?

- Por qu�? - Eu n�o sei.

Porque... porque queria te salvar.

Embriagante!

N�o invejo um homem que se apaixona por tanta beleza.

N�o invejo como deveria.

Vamos!

Dalila!

Dalila!

- Dalila! - Sim?

Por que est� vestida assim? Onde est� a carro�a e as mulheres?

A caminho de Gaza.

- Estamos sozinhos, H�rcules. - Mas...

Vamos ca�ar. Sabe, � assim que nos vestimos para ca�ar.

J� estou pronta. Agora � a sua vez. Vamos?

Estamos em sua �rea.

Fique atento!

Se ouvir um ru�do, curve-se imediatamente.

Suas armas atacam inesperadamente.

E nunca erram o alvo.

O chamado campe�o da Judeia,

n�o tem coragem de lutar com armas iguais?

Ser� a primeira vez. Nenhum outro lutou comigo sozinho.

� voc�! � voc� o espi�o!

Ent�o � assim?!

N�o tenho nada contra voc�, Sans�o.

N�o sei porque luta contra os filisteus...

mas tenho que entreg�-lo ao seu rei.

Por 100 moedas de ouro?

Te arrastarei at� Gaza, antes que o rei mate meus companheiros.

- Que companheiros? - Que s�o ref�ns do rei.

Gregos como eu.

- Quem � voc�? - Me confundiram com voc�.

N�o sou um deles.

Jamais havia encontrado um advers�rio com a sua for�a.

Estava pensando o mesmo.

Ou�a-me, meus amigos est�o nas m�os do rei...

e h� uma recompensa pela sua cabe�a.

Em vez de lutarmos sem motivo, n�s dois

libertamos meus companheiros...

e voc� zombar� mais uma vez do rei filisteu que te quer morto.

Essa mulher, Dalila, n�o � danita.

Foi ideia dela se disfar�ar e tamb�m...

Estava ouvindo.

- Tarde demais. - Talvez n�o.

N�o entendi por que estava correndo.

Ele me entrega ao rei e voc� recebe 100 moedas de ouro.

- Sans�o! - Sans�o.

Sans�o est� aqui.

Sans�o voltou para n�s.

- Est� partindo? - Sim. N�o queremos ficar aqui.

- Abandonamos nossas casas destru�das. - Aonde vai?

Aonde nos levar. Como sempre.

Sua vontade � nossa lei.

Antes do anoitecer, temos que terminar...

de sepultar os nossos mortos.

Na colina?

Sim.

Compreende agora porque chamamos de opressores...

e porque o combatemos?

- O Senhor esteja convosco. - E com voc�, Sans�o.

Des�a!

N�o! N�o pode fazer isto.

Est� me machucando.

Tome!

Deixo aos seus cuidados. Se ela escapar, seremos massacrados.

Eu sou filisteia, tenho que obedecer.

N�o podia imaginar tanta crueldade pelos guardas do rei.

Se eu soubesse, havia me rebelado, acredite em mim, Sans�o.

Acredite em mim!

Mesmo que pagasse com a vida.

- Leve-a! - N�o.

N�o, Sans�o, n�o. Eu te imploro.

Sans�o, n�o me deixe nas m�os deles.

Se tenho que ser prisioneira, prefiro ser sua.

Sans�o. Sans�o, tenha compaix�o.

Ajude-me!

N�o, n�o. Sans�o. Sans�o.

Quem Ihe deu for�a, tamb�m Ihe deu piedade...

Voc� � nobre, Sans�o. Generoso.

Ajude-me! Ajude-me!

Deixe-a!

Liberte-me, Sans�o.

- Escute, Dalila... - N�o sei quais s�o os seus planos...

mas sei que v�o falhar.

Conhe�o o rei, ele � mais forte que voc�s, muito mais.

Matar� voc�s e os seus companheiros.

Importa tanto para voc� a nossa vida e a deles?

Sim. Sim.

Vou dizer o que fazer.

Ir� ao templo de Dagora, no litoral...

onde um barco te espera, Sans�o deve aparecer acorrentado.

Depois chegar� seus companheiros gregos escoltados pelos guardas.

Acorrentado s� aparentemente.

E depois?

Assim que o barco filisteu zarpar, os guardas vir�o te capturar.

Pode fugir com o cavalo que H�rcules deixar� para voc�.

Por que n�o acreditam em mim? Eu quero ajud�-los.

N�o h� outro jeito, � a �nica forma de enganar o rei...

sem despertar suspeitas.

Mas. � preciso que me liberte...

tenho que voltar...

para poder tentar salv�-los.

- � t�o inteligente como bela. - E igualmente sincera?

Tamb�m pensa que minto. Ent�o mate-me sem piedade agora mesmo.

Morrer pelas suas m�os, n�o me importa.

Mas n�o me humilhe, me entregando ao seu povo.

Esqueceu que s�o meus irm�os de f�?

Eles me desprezam, e eu n�o suporto o desprezo.

Voc� � diferente deles, talvez me odeie...

mas �dio � outra coisa.

E a morte tamb�m.

- Est� se sentindo mais calma? - S� quando estiver em �taca...

com H�rcules, me sentirei mais calma.

�taca est� longe, mas seu marido est� perto.

Amanh� estaremos em Gaza.

Se Argos disse...

O que Ihe disse? H�rcules � grego e o �nico homem em toda a Palestina...

capaz de capturar Sans�o.

Mas sabe por que isso foi poss�vel?

Por que interviu entre os dois.

Bem...

Arranjou a troca dos prisioneiros gregos...

no templo de Dagora.

Espere!

Dalila manteve a sua palavra.

Um barco n�o � mais que um barco. E uma mulher...

� sempre uma mulher. N�o �?

Veja l�!

V�o!

- Nem mais, nem menos. Como havia dito. - Ao menos por ora.

- Vamos! - Um momento.

Agora � conosco.

Fique alerta! Ficaremos descobertos.

- Cuidado com os soldados no por�o. - Diga a eles.

- H� soldados no por�o. - H� soldados no por�o.

Se Dalila n�o nos enganou, n�o tem que se aproximar...

antes que o barco tenha partido.

Veja!

- Boa sorte, Sans�o! - Boa sorte, H�rcules!

H�rcules...

H�rcules, os filisteus est�o escondidos.

Venham! Sigam-me!

Acho que encontrei! Venham!

Aqui!

- Aonde foram? - Acalme-se.

Voltaremos a v�-los.

N�o tem como escapar.

Mas por que pararam?

Os soldados devem ser encorajados...

motiv�-los... e sobre tudo... ajud�-los!

Avancem!

Avancem!

O que Ihe disse?

Esta noite celebraremos o fim de Sans�o...

e do seu amigo grego.

Maldi��o!

L� est�o eles!

Venha conosco!

Atirem!

Atirem!

Atirem!

Todas de uma vez!

O barco de Argos! Voltem!

H�rcules! Sans�o!

Meu p� prendeu em uma pedra.

Levantar remos!

Estava escrito que a salva��o teria o nome de uma mulher.

lole...

A perdi��o tamb�m poderia ter o nome de uma mulher.

Cuide de Dalila.

Adeus, gregos! Que tenham uma boa viagem!

- Adeus, Sans�o. - Adeus, Sans�o.

Come�ou o vento. l�ar a vela.

Tradu��o: KUNCKA

FIM

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