Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
DESORDEM NA TERRA DOS GRINGOS Tradu��o de Cjamango
Se correr tudo bem desta vez, Duke...
vou-me retirar.
E vais para onde?
Para um lugar onde possa encontrar um bom peda�o de terra para comprar.
Com a Susan?
Quero ter uma fam�lia.
Um lar. Vida pr�pria.
Isso � imposs�vel, Steve.
Uma vida como a nossa est� presa a uma pistola.
Empunha-la s� uma vez e tens de a usar para sempre.
Matar para n�o ser morto.
E depois, mais cedo ou mais tarde, aparece um jovem pistoleiro
e acabar� contigo seja l� para onde fores enterrar o teu passado.
E poder� gabar-se
que foi ele quem matou o famoso Steve Blane.
Quero tentar.
Como eu tentei?
Uma �nica bala matou minha mulher.
Ningu�m se incomodou a escrever "destinada a Duke McCannon."
Espero ter mais sorte.
Eu tamb�m espero.
Mas n�o penses em incluir a minha filha nos teus planos.
N�o desejo nada ser o tal pistoleiro
que tem de a perseguir e enfiar-te uma bala no meio da testa.
- Que est�o a fazer? - Por que nos amarraram?
Levem o dinheiro.
Levem o que quiserem, mas, por favor, n�o nos magoem.
Estamos a levar o dinheiro adiantado.
No caso de conseguirmos libert�-los do bandido Ramirez, como combinamos.
Por outro lado, se falharmos e acabarmos a fertilizar a vossa terra,
amarrados como est�o agora, podem dizer que vos roubamos
E assim, � poss�vel serem capazes de salvar a pele.
Os bandidos! Os bandidos!
� melhor amorda��-los, Steve...
Eles est�o aqui. Todos eles.
H� algu�m aqui?
Est�o todos mortos? Que raio se passa?
A aldeia inteira est� a dormir a sesta?
Venha c� algu�m pagar ao homem que vos protege dos bandidos!
Conta at� 20, Steve.
N�o pares a�! Aproxima-te! Despacha-te!
E levanta as m�os mais um pouco.
Foram todos eliminados.
N�o foram todos eliminados.
Na pr�xima vez tens de os acertar no meio da testa.
- Tragam um m�dico! Depressa! - N�o temos m�dicos aqui.
- Eu trato dos animais doentes. - Qual � a diferen�a?
Somos todos animais para abate.
Est� num lugar mau.
Vou ter de tentar retir�-la.
Vamos lev�-lo para dentro da casa.
Traz �gua quente, Consuelo.
Vai buscar os meus instrumentos, Paco. R�pido!
Quero sentir a dor toda, Doutor.
Assim, pelo menos, serei capaz de saber que ainda estou vivo.
- N�o deve falar. - Tenho de falar!
V� l�, fa�a o seu trabalho.
- Steve... - Sim, Duke.
� aqui que nos separamos.
Leva isto...
e entrega a minha parte � Susan...
sem lhe contar o que aconteceu.
- E gostaria de ver a Fabienne. - Sim, Duke.
Steve...
N�o te esque�as do que eu te disse.
Ande l� com isso! De que est� � espera?
A minha filha n�o � para ti, Steve.
Por isso, deixa-a em paz!
Se descubro que te aproximas dela,
voltarei e irei atr�s de ti...
Mesmo morto.
Terei de encontrar-te... e meter-te...
Uma bala no meio da testa. Eu sei.
Como podes ver, voltei de novo.
Queres girar a roda?
N�o, quero-te a ti.
Que pre�o ofereces?
O pre�o que pedires.
Nesse caso, deves ser muito rico.
S� preciso da minha pistola.
Eu j� tenho um homem com uma pistola.
E o que ele me oferece � mais do que suficiente.
E eu matarei esse teu homem.
Ent�o a tua ambi��o � acabar com uma bala no meio da testa.
Diz-me quem � ele? Como se chama?
J� basta.
Viva, Steve?
Ficas bem todo vestido como um cowboy.
Preciso de falar contigo.
Primeiro do que tudo, onde est� o Duke?
�s duro de ouvido? Quero falar com a senhora!
Duke foi ferido em Casas Grandes.
� grave?
Ele vai passar um mau bocado. Se recuperar.
Ele quer ver-te.
O que vais fazer?
Eu vou encontrar um peda�o de terra,
instalar-me l� e viver em paz.
Por favor, leva-me contigo. Eu quero sair daqui.
�s a mulher do Duke.
Mas sabes que te amo, Steve.
Lamento.
Mas para onde eu vou, n�o h� espa�o para duas mulheres.
Vais levar a Susan?
N�o fa�as isto. Duke matar-te-ia.
Matar-me-ia � mesma se te levasse.
Pelo menos assim, arriscarei a vida
por algo que vale a pena.
O Duke deu-me isto para entregar � Susan.
Mas a partir de agora, eu � que vou cuidar dela.
� ele. � o meu homem.
Ei, �s um ladr�o e um grande cobarde!
Ouviste-me?
Olha-me na cara, se tens coragem.
Vou contar at� tr�s, seu c�o cobarde!
Depois atiro!
Um... Dois... Tr�s!
Aquele gringo atira bem.
Sim, mas... tem muito dinheiro.
- Est�s cansada, Susan? - Um pouco.
Ent�o, podemos passar a noite aqui.
Sabe-me dizer onde posso encontrar o gringo que foi ferido aqui?
Sim, acompanhe-me.
Eu � que estou a cuidar dele.
J� se sente muito melhor.
Porque n�o tentas dormir um pouco, Susan?
Porque n�o consigo, pelo mesmo motivo que n�o consegues.
� o meu pai.
Diz-me l�, quando ele chegar a casa e n�o me vir l�...
como achas que vai reagir? - Mal.
Sabes, nesta vida, mais cedo ou mais tarde, todo o homem
tem de retirar a filha a um pai.
E quando esse homem se torna um pai,
ele n�o quer que aconte�a o mesmo � filha.
Ent�o o que nos vai acontecer?
Nada.
Porque quando o Duke nos encontrar,
j� estaremos casados.
E talvez sejamos capazes de...
o acalmar, mostrando-lhe um neto.
Steve!
Quem est� a� em cima?
Tr�s pobres mexicanos, senhor.
- Que querem de mim? - S� um pouco do seu dinheiro, senhor.
E se nos der um pouco, deix�mo-lo em paz.
Nem pensar!
Sem dinheiro, n�s, pobres mexicanos, j� nos sentimos injusti�ados.
Aconselho-o a entregar-nos o saco de dinheiro, senhor.
Desce da� e vem busc�-lo.
Vai magoar-se a falar assim, senhor.
Lamentamos muito pela sua ador�vel jovem senhora,
mas as nossas espingardas est�o a cobrir os dois
e os cavalos tamb�m, por isso n�o t�m escapat�ria.
� o relincho do meu cavalo.
Steve!
Eu... tive de o matar, Susan.
Ele tinha uma perna partida.
E sem mais nem menos, ele foge com a minha filha e com o meu dinheiro!
E usar� o dinheiro como um dote. Que idiota fui para...
N�o te irrites demasiado. Assim podes abrir a ferida.
Steve j� se assegurou de a abrir.
E s� sarar� quando eu o apanhar e mat�-lo!
Eles amam-se, Duke. S�o apenas crian�as.
Um pistoleiro j� � um velho aos vinte anos.
J� est� com um p� na cova.
- Isso serve para ti tamb�m? - Sim, tenho praticamente os dois.
Susan pode derramar algumas l�grimas agora.
Mas ainda assim pode iniciar uma nova vida.
Procura-o, Fabienne. Encontra-o!
E quando o localizares, avisa-me.
Depois compra-lhe um belo caix�o com al�as de lat�o.
Vou-lhe proporcionar um funeral bonito,
que ser� digno das primeiras e �ltimas l�grimas da minha filha.
- Boa pontaria! - Boa pontaria!
- A melhor vista em anos! - Obrigado! Obrigado!
Agora podem ir. J� n�o vou precisar mais de voc�s.
O branco est� tonto.
- Corta-lhe aos peda�os! - V� l� vermelho, acaba com ele!
Algu�m quer cobrir a aposta de 10 d�lares em que o vermelho morre?
Ei, cowboy, eu cubro. Aceito a aposta.
Perdeste, meu amigo gordo.
- Como chegaram a esta conclus�o? - Ele est� morto.
Veja o velho vermelho ali.
Se ele n�o estiver morto, devolvo-lhe o dinheiro.
Um momento, um momento!
O meu amigo tem raz�o. N�o o enfure�as. Percebido?
Agora, desaparece!
- P�ra a�! - Bom dia, senhores.
Tenta encontrar-nos um bom quarto, Susan.
- Eu j� volto. - J� significa quanto tempo?
O tempo necess�rio para eu ver se h� alguma quinta � venda.
A terra � boa.
- Agora vai e descansa um pouco. - Est� bem, Steve.
Desculpe, xerife, mas h� algo que n�o percebo.
Esta cidade chama-se Jackson e Burns?
A cidade chama-se Providence, mas pode cham�-la o que quiser.
- N�o vai mudar nada. - Este banco � seguro?
T�o seguro como a morte.
Eu garanto-lhe, Sr. Stone, que esta mina de prata � uma boa compra a este pre�o.
S� estou interessado na cria��o de gado.
Antes de recusar, d� uma olhadela da localiza��o da mina no mapa.
O Banco Jackson e Burns est� ao vosso dispor, senhor.
Em que lhe posso ser �til?
Os donos deste banco devem ser homens muito importantes, suponho.
Cuidamos de n�s.
- O senhor � o Sr. Jackson? - Burns.
Chamo-me Blane. Steve Blane.
Quero depositar este dinheiro no vosso banco.
Cuida do Sr. Stone, eu atendo o Sr. Blane.
Vai ficar muito tempo aqui em Providence?
Se encontrar um bom peda�o de terra para comprar, ficarei.
Talvez tenha alguma dificuldade.
A totalidade da boa terra por estas bandas � nossa.
Sabe, compr�mo-la toda porque os agricultores n�o conseguiram cuidar dela!
E gostar�amos de ver Providence tornar-se numa cidade rica e importante.
Vejo que preza muito pelos interesses da cidade.
Exacto!
No entanto, se quiser investir bem o seu dinheiro...
talvez lhe consiga arranjar uma mina de prata.
N�o, obrigado. N�o confio nada em...
- Em mim? - Na mina.
Se tem prata, porque est� � venda?
Neste caso, est� a cometer um erro.
Eu cometo muitos erros.
Que diferen�a faz mais um ou menos um?
Est�o seis mil d�lares aqui.
Jim, passa um recibo desse dinheiro.
Sr. Steve Blane,
pelo dep�sito de seis mil d�lares.
Escreve bem com a sua m�o esquerda.
Diria que � observador demais para o seu pr�prio bem.
Na minha profiss�o, aprendi a observar tudo.
E a sua profiss�o, se me permite,
� o cultivo da terra, Sr. Blane?
Se encontrar o terreno certo... Sim.
Gostaria de trocar as ferraduras do meu cavalo.
J� tenho servi�o a mais, tentarei acabar ao anoitecer.
- Por mim, pode ser amanh�. - Trata deste cavalo, Charlie.
Um momento, por favor.
H� algu�m que queira vender o rancho por estas bandas?
N�o sei. Acho que n�o.
- Serve-me outra bebida. - Mostra-me a cara do presidente
ou uma moeda... - Eu pago amanh�.
Pagas amanh� e bebes amanh�!
Serve-lhe uma bebida!
E serve-me uma cerveja.
N�o o ouviste? Ele mandou-te servires-me uma bebida.
- Espera! Quem paga bebe primeiro. - N�o importa.
Serve-lhe. Eu posso esperar.
Ouve, sabes de algu�m que se queira desfazer de uma quinta?
N�o, n�o sei. N�o sou o indicado para pedir esta informa��o.
- Espera, eu sei quem... - O qu�?
Nada, s� queria agradecer-te a bebida. � tudo.
Deve vir de muito longe, senhor.
Nem por isso. Porqu�?
N�o aconselharia ningu�m a comprar uma quinta por aqui.
Os animais s�o magros demais e morrem.
Os animais por aqui morrem todos como moscas.
E voc�s?
Que quer dizer com isso?
Quero dizer, voc�s, o povo desta cidade n�o fazem nada para parar estas mortes?
Eu trabalho para o Jackson e para o Burns...
J� tinha percebido isso.
Bem, para os meus patr�es...
Os animais engordam e a seca n�o os perturba nada.
Conseguem fazer os cereais crescer num �pice, o que quiserem.
� mesmo? Pensei ter visto belas pastagens e gado por aqui.
Quanto quer por este cavalo?
- Oxal� pudesse vend�-lo a si. - N�o � seu?
Sim, mas n�o consigo arranjar os 150 d�lares para pagar o banco.
Agora tenho de leiloar estes tr�s cavalos por um quarto do valor.
De que est� � espera? Comece l� com isto, est� bem?
Bom dia, Sr. Jackson!
Senhores, a licita��o j� pode come�ar!
Vamos come�ar com este magn�fico animal!
A base de licita��o � 40 d�lares.
Cavalheiros, ou�amos as vossas ofertas! N�o sejam acanhados, Licitem!
- 45 d�lares! - Ofere�o 45 d�lares.
Obrigado, Sr. Jackson!
Tenho uma oferta de 45 d�lares do Sr. Jackson.
Espere!
45 d�lares, uma!
- 45 d�lares, duas! - Cinquenta d�lares!
45 d�lares...
Eu disse cinquenta.
Ele pagar� caro pela brincadeira que fez.
- Podemos... - Aqui n�o.
Prefiro esperar pelo momento certo.
- Ofere�o 75 d�lares! - Eu dou 90!
- 100 d�lares! - 120 d�lares!
150 d�lares!
Continua!
O que diz, senhor? Terminou a sua licita��o?
Desisto. N�o consigo bater a oferta dele.
Fez uma boa compra. Parab�ns!
Ei, tu, forasteiro. Anda c�.
Se � mesmo o que queres, ou seja, comprar um bom rancho,
devias ir falar com o velho Williams.
Ele tem um dos melhores terrenos de toda a regi�o, acredita-me!
E na propriedade dele fica a represa que irriga o vale inteiro.
O que te faz pensar que ele quer vender?
Williams � um velho rabugento
e matar-se-ia antes de vender o rancho por uma bagatela ao Jackson.
Mas acho que se lhe fizeres uma proposta razo�vel,
ele aceitar� num instante!
Que te levou a contares-me isto tudo?
Porque foste am�vel o suficiente para me pagar uma bebida.
E tamb�m porque fui guia de manadas do Williams.
Isso foi antes de lhe matarem o gado todo, um a um.
Ent�o, para n�o acabar como o gado, sa� de l�.
Entendo... Onde fica a quinta?
10 km a norte daqui. Logo a seguir ao rio.
N�o te preocupes, n�o h� que enganar.
Bem, desejo-te muita sorte, jovem.
Certamente que vais precisar.
Tens a certeza que n�o bebeste demais, velhote?
Como? Beberia mais se pudesse pagar.
O u�sque ajuda-me a esquecer muitas coisas, muitas coisas m�s que fiz.
E esquece tudo sobre mim tamb�m, est� bem?
Toma.
Toma! D� as cartas!
Aqui est� a tua moeda de prata com a cara do presidente.
Agora d�-me uma bebida!
P�ra!
Que tiveste de fazer para ganhar este d�lar?
Responde ao Oliver quando ele fala contigo, percebido?
- V� l�, velhote. - D�-me a minha bebida!
Que bebida?
Ent�o n�o me vais responder, pois n�o? Bem, nesse caso...
Deixa-o em paz, Oliver!
N�o precisa de ficar t�o excitado, xerife.
Est�vamos s� a divertir-nos. N�o era, velhote, s� a divertir-nos?
Aqui est� a sua cerveja, xerife.
Fizeste-me derramar a minha bebida!
Ele fez-me derramar a minha bebida, Xerife.
Que pretendes, Oliver?
N�o tive culpa de ele ter deixado cair. Foi a m�o tr�mula dele.
Veja, xerife, veja como ele est� a tremer.
D�-me outra! Disse para me dares outra!
J� bebeste o suficiente para um dia.
Podes beb�-la amanh�, Buck.
Ouviste? O xerife pagou-me um u�sque. D�-mo!
Ele disse que era para amanh�.
Que diferen�a faz?
Que hoje n�o te sirvo a bebida.
Eu pago-te uma bebida, est� bem?
Mas em troca, vais ter de me contar o que disseste ao forasteiro.
Falei-lhe sobre o rancho do velho William!
- Estou cheia de medo. - De quem? Do teu pai?
N�o sei.
Que tiroteio todo � aquele l� fora?
� s� a feira.
Est�s a ouvir? Parece uma luta.
Beberam demasiado como � costume. � s� isto, e est�o felizes.
N�o gosto deste lugar, Steve.
- Vamos para outro lugar. - Mas porqu�?
Um lugar � t�o bom como outro.
Aqui talvez sejamos capazes de encontrar uma quinta.
Soube de um bom peda�o de terra.
O melhor das redondezas. Parece perfeito para n�s.
At� tem uma represa que irriga o vale inteiro.
Vais ver. Ser�s feliz l�.
Espero que sim, Steve.
Ainda est�s com medo?
N�o te preocupes com o tiroteio.
N�o haver� nada disto na quinta.
S� virei � cidade agora e quando vier buscar mantimentos.
Tenho muito a aprender sobre agricultura.
Os agricultores n�o usam pistolas, Steve.
N�o te preocupes.
Assim que terminar o assunto que tenho aqui,
ser� a primeira coisa de que me livrarei.
Prometo-te. Para sempre.
Porque te amo, Susan.
N�o atire!
N�o atire! Eu quero falar consigo.
Diz-lhes que a minha resposta � n�o! Pela �ltima vez, n�o!
Nunca venderei um mil�metro da minha terra
aos miser�veis dos teus patr�es.
N�o tenho patr�es. Sou um amigo, senhor.
O Buck mandou-me aqui.
Qual Buck? Referes-te �quele b�bado?
Quando o vi ele n�o se aguentava em p�.
Est� bem, aproxima-te.
Pode apontar a espingarda para cima, senhor.
N�o at� olhar-te nos olhos, jovem.
Sim, pareces ser bom. N�o pareces um daqueles pistoleiros a soldo deles.
Acho que posso arriscar e confiar em ti.
- Que queres? - Quero comprar a sua quinta.
- J� devia ter calculado. - Ao pre�o que pedir.
Deves ser forasteiro e parece-me que procuras sarilhos dos grandes.
Quero seis mil d�lares pela minha terra.
E vale cada centavo.
Eu sei. J� dei uma vista de olhos.
�s um jovem muito esperto.
Eu n�o gosto de perder tempo.
Mil d�lares!
Uns rid�culos mil d�lares, foi o que aqueles bandidos miser�veis me ofereceram!
Amea�aram-me e tentaram matar-me!
E depois mataram o meu gado quase todo!
Sim, tentaram matar-me duas vezes.
Mas enquanto este velho Williams conseguir segurar uma destas nas m�os
e apontar, aqueles bandidos nunca me obrigar�o a vender.
Queres o meu rancho?
Est� bem, eu vendo-to.
Mas pensa bem nisto antes de o comprar,
porque digo-te j�
que estou de partida desta cidade miser�vel.
Mas ter�s de ficar aqui.
Jackson e Burns n�o me assustam.
Ainda bem para ti, �s um homem como eu.
Estou bastante orgulhoso por vender a minha terra a algu�m como tu.
Que dizes? Neg�cio fechado?
Voltarei amanh� de manh� com o dinheiro.
Diz l�, como chamas a este g�nero de agricultura?
Nunca ouvi falar em plantar pistolas.
S� espero nunca mais precisar dela.
Se come�arem a brotar algumas pequenas, corte-as pela raiz.
- Vemo-nos amanh�. - Adeus.
Ali est� nosso homem, mesmo na hora.
E tamb�m est� desarmado.
Que bela vis�o.
Consigo ver um homem sem a pistola a dois km de dist�ncia.
- Deixa-o comigo... - N�o. Ele � meu.
Apanho-o com uma bala apenas.
- Bela pontaria, Joe. - S� precisaste de um tiro.
Deixa-me ir l� p�r-lhe mais uma bala no...
Calma, Mike, ele j� estava morto antes de eu o acertar.
Mas assim podemos ter a certeza absoluta.
- Deixa-o ir divertir-se, Joe. - Vai.
Durante dois anos foi volunt�rio de pelot�es de fuzilamento mexicanos.
E estes pequenos pormenores d�o-lhe um enorme gozo.
Jack! Olha ali!
� imposs�vel! Deve ser o fantasma dele.
D� uma olhadela nisto. A ferradura enfiou-se no casco.
� um trabalho dif�cil. Terei de ir buscar ferramentas � oficina.
- Quando voltar�s? - Dentro de alguns minutos.
Quando acabares, deixas-lhe amarrado � frente do hotel?
- Sim, senhor. - A prop�sito...
- Mais alguma coisa, senhor? - Onde posso encontrar um Juiz de Paz?
- Fica logo � sa�da da cidade. - Obrigado.
Boa noite, Sr. Jones!
Lamento, o banco j� fechou por hoje.
J� que estou c� dentro, est� aberto.
O caixa j� foi para casa.
Depositei o meu dinheiro aqui e posso levant�-lo quando quiser!
� tarde! Devia ter vindo mais cedo.
Vai buscar o meu dinheiro, r�pido!
Jones, o que se passa aqui?
Nada! S� quero levantar o meu dinheiro.
O seu neg�cio � urgente? Podes ir embora, Jones.
Algo me diz que encontrou o rancho que procurava. Estou certo?
Isso � assunto meu.
Agora, devolva-me os meus seis mil d�lares!
Porque n�o pode esperar at� amanh� de manh�?
Muita coisa pode acontecer at� amanh� de manh�.
A prop�sito, encontrei tr�s homens quando regressava � cidade.
Algo me diz que eles... precisam de ser enterrados.
Est� a bater na porta errada, isto n�o � uma casa funer�ria.
Que pena, o senhor enriqueceria depressa.
Quanto dinheiro quer levantar?
Tudo.
Aqui est�o os seus seis mil.
- E aqui est� o seu recibo. - Espere!
- Tem de assinar primeiro. - Onde?
Aqui.
- Tirem-no daqui, r�pido! - Que fazemos com ele?
O que quiserem.
Pelo menos, ele n�o nos incomodar� mais.
- Como disse que se chamava? - Fabienne.
Que lindo nome.
- � francesa? - Sim, de Lyon.
Uma cidade muito afortunada.
E de que modo posso ser-lhe �til, minha cara?
Mas eu � posso ser-lhe �til, Sr. Jackson.
Sei tudo o que � preciso saber sobre a arte de rodar a roleta.
E os dados n�o t�m segredos para mim.
E se quiser, tamb�m posso cantar.
� exactamente a mulher que eu procurava.
E diga-me, se n�o se importa...
Como aconteceu escolher Providence?
� uma cidade pequena demais, para uma mulher t�o bonita e talentosa,
se me permite que o diga.
N�o, se estiver aqui por um motivo especial.
Se � esse o caso, n�o poderia encontrar um ref�gio melhor.
Nesta cidade, eu � que fa�o a lei.
N�o � uma quest�o de lei.
Tenho de lidar com um homem. Na verdade, com dois.
- N�o me diga que odeia homens. - N�o, pelo contr�rio.
Talvez esteja aqui a fim de procurar... o homem certo.
E eu podia ser o homem certo?
Quem sabe?
Acredite-me, eu saberia como ser muito bom para si, minha cara.
E muito generoso, tamb�m.
N�o precisa de fazer nada para o provar.
- Porque n�o bateste � porta? - Porque deveria bater?
Desde quando h� segredos entre n�s?
Nunca houve, sabes disso. Est�vamos s� a falar de neg�cios.
Bem, diria que isso era perfeitamente �bvio.
Este � o meu s�cio, Burns.
Fabienne.
Oferecer a m�o esquerda n�o � exactamente um sinal de amizade.
Preferiria esta?
Desculpe-me, por favor.
Foi apenas um tiro, que felizmente para ele, errou o alvo.
A jovem gostaria de trabalhar para n�s.
Maravilhoso. D�-nos jeito uma jovem como ela, se estiver mesmo interessada.
Estava a dizer-lhe que Providence � uma cidade demasiado modesta
para uma senhora com o seu talento.
E podemos pagar bem, se trabalhar arduamente para n�s.
H� alguns minutos fechei um neg�cio
que nos rendeu um lucro l�quido de seis mil d�lares em dinheiro.
Diz-me, como est� o nosso valente e jovem her�i?
Tenho a certeza que est� em boa forma.
Os rapazes est�o a ajud�-lo a embalar as coisas dele para a viagem.
Posso rir da vossa piada, tamb�m?
Quando nos tornarmos amigos mais �ntimos, poderei contar-lhe tudo.
Steve!
Temia que te tivesse acontecido algo, que n�o voltarias.
Williams � um velho teimoso.
Mas acabei por o convencer. - E isso significa...
Que em breve a quinta ser� nossa.
Steve, isso faz-me t�o feliz!
- O que � isto? - Nada.
Acho que apanhei um pouco se sol a mais.
Ent�o � melhor deitares-te. Deves estar cansado.
N�o! Temos de sair daqui imediatamente!
Faz a tua mala e espera-me l� em baixo.
Aonde vais?
Tenho de ir buscar o meu dinheiro ao banco.
Mas a esta hora, o banco est� fechado, est�o todos a dormir.
Estes banqueiros n�o est�o. T�m os olhos sempre abertos.
- 200. - Passo.
- Passo. - Eu tamb�m.
500.
Igualo os seus 500. Tenho uma sequ�ncia.
Full House.
Esta n�o � a minha noite.
Lamento muito, Jody. Da pr�xima vez dou-te uma hip�tese de vencer.
H� algu�m que queira tomar o lugar dele?
Eu tomo.
- Jogamos com apostas altas. - Eu tamb�m.
Tem dinheiro suficiente para perder?
Sim, seis mil d�lares.
O dinheiro que levantei do seu banco esta noite.
- Passo. - Abro com 100.
Jogo.
Passo.
- Subo para 500. - Pago para ver.
Primeiro, deixe-me ver algum do seu dinheiro, meu amigo.
Est� mesmo aqui.
N�o se mexam!
Quebraria uma promessa se tivesse de matar algu�m.
Coloquem as m�os na mesa. Todos!
E a outra tamb�m, Sr. Burns.
Agora j� sei porque usa apenas uma m�o.
Conte os meus seis mil d�lares, Jackson.
Vamos! Seis mil d�lares e despache-se!
Sen�o, ter� um s�cio com duas m�os de madeira.
De que est�s � espera, Jackson?
D�-lhe o dinheiro! D�-lhe o dinheiro!
Todo! D�-lhe o dinheiro todo!
Steve...
E despache-se.
Tu, pega no dinheiro e entrega-mo.
A minha pistola continua apontada � sua m�o, Burns.
E lembre-se disso se a quiser manter para acariciar as mulheres.
� melhor dizer aos seus homens para se comportarem bem.
Ningu�m se mexe! Deixem-no ir!
Aonde v�o, idiotas?
Voc�s s�o todos testemunhas de que este homem roubou o nosso dinheiro.
E afinal, o pobre xerife n�o devia ser impedido de ganhar o seu sal�rio.
O banco estava aberto, querido?
N�o, Susan. Mas mesmo assim os banqueiros deram-me o dinheiro.
- Para onde vamos, Steve? - Vamos para a quinta.
Mas primeiro, vamos fazer uma paragem e acordar o Juiz de Paz
e ver se eles nos pode casar.
- Que est� a fazer aqui, xerife? - Estou � tua espera.
- Que pretende dele? - Houve um roubo no saloon.
- Steve! - Contaram-lhe tudo mal, Susan.
Ningu�m foi roubado no saloon, xerife.
S� recuperei o meu dinheiro, que o Sr. Burns roubou-me,
depois dos homens dele me terem batido na cabe�a quando fui levantar o dinheiro.
Ontem mesmo depositei seis mil d�lares.
- � verdade, xerife! - E sabe disso.
N�o sei, mas pode ter acontecido como disseste.
- E da�? - Vais ter de prov�-lo.
Entretanto, eles t�m testemunhas suficientes para te enforcar.
N�o!
Larga a pistola!
N�o sou eu quem te vai enforcar.
S� vim aqui buscar o dinheiro.
Esse dinheiro � meu! Preciso dele para comprar essa quinta.
N�o te vai servir para nada.
H� pouco tempo atr�s, o Sr. Connely acabou de enterrar o velho Williams.
Ele n�o fez nada de errado!
Eu sei.
Esta pistola pertence ao Oliver.
J� que ia ser agricultor, achei que n�o precisaria da minha.
O velho Williams sabia que, mais cedo ou mais tarde, mat�-lo-iam.
E ent�o, para que as terras n�o ca�ssem nas m�os daqueles dois,
ele passou toda a propriedade para o meu nome.
� toda tua, Blane.
Mas d�-me os seis mil d�lares.
N�o o entendo.
Por que entra no jogo deles?
Fui eleito xerife de Providence antes de o Jackson e o burns chegarem.
Ent�o a autoridade da cidade foi-me retirada das m�os.
Sou um velho, Blane, e vi muita gente nascer nesta cidade.
E vi outras tantas morrer.
Deixaram-me ficar no cargo s� para salvarem a face
e eu ando a salvar tudo o que posso.
Seria muito melhor se me tivesse ido embora.
Espero que sejas capaz de trabalhar o teu peda�o de terra sem problemas.
E sempre que achares necess�rio ir � cidade,
lembra-te de ter o bom senso de deixares a pistola em casa.
Adeus e boa sorte para ambos.
E a prop�sito, esqueci-me de te agradecer
por me teres livrado daqueles tr�s reles assassinos.
� sempre t�o am�vel assim com os seus clientes?
N�o com todos. S� com aqueles que me causam problemas.
Quer dizer... Como o Steve Blane, por exemplo?
Conheces aquele homem?
Conhe�o o homem que pode livrar-se dele por si.
Eu j� tratei disso
incumbindo o xerife de se livrar dele por mim.
Agora d�-me um beijo, Fabienne.
N�o seria m� ideia se batesse � porta.
Lamento muito, Jackson. Desculpe.
Estou aqui para lhe devolver o seu dinheiro, Sr. Jackson.
Bom trabalho, xerife. E o ladr�o?
O senhor n�o tem nada contra ele.
Acontece que eu pr�prio vi o jovem depositar o dinheiro no seu banco.
Que est� a tentar insinuar?
Tem sido pago por n�s para cumprir o seu dever e mais nada.
Pretende dizer-me ent�o que tenho de o prender pela morte do velho Williams?
� melhor ter cuidado com o que diz, xerife!
E o senhor � melhor ter cuidado com o que faz!
Mais uma das sua negociatas e chamarei os federais.
Atreve-se a amea�ar-me?
Suportei todos os seus crimes apenas para impedir os maiores!
Mas agora vai parar!
Parar� em Providence quando eu mandar!
Acabou, Jackson.
Agora Aconselhe os seus homens a manterem-se longe da quinta do Williams.
Aquela peste do Williams est� morto e a quinta dele � praticamente minha.
Est� enganado, Jackson. Ela pertence ao Steve.
Steve Blane.
O Williams deixou-lhe tudo.
Sai! E fecha a porta atr�s de ti, idiota!
Aquele miser�vel! Reles miser�vel!
Passou-me a perna com o melhor peda�o de terra do vale inteiro.
H� sempre o Duke, Sr. Jackson.
Fabienne, manda-o vir falar comigo.
Esse dinheiro ser� todo teu se o conseguires trazer o mais r�pido poss�vel
Ele tem de abater o Blane como um c�o!
Em frente de toda a gente na cidade!
Obrigado.
Bom dia, em que lhe posso ser �til hoje, Sra. Cooper?
- Bom dia, Sr. Blane. - Bom dia, Buck.
Quer que o ajude?
Obrigado, �s muito am�vel.
Toma.
� pesado. Tem cuidado.
� mesmo pesado, como disse. Que tem aqui dentro, chumbo?
� apenas cimento.
Nunca pensei que cimento seco pudesse pesar tanto.
Ultimamente n�o o tenho visto muito pela cidade, Sr. Blane.
H� muito trabalho na quinta e eu e a Susan n�o damos conta de tudo.
A prop�sito, conheces algu�m que me possa ajudar?
Por estas bandas a maioria das pessoas n�o s�o assim t�o valentes ou idiotas
para se arriscarem a morrer por irem contra o Jackson e o Burns.
�s assim t�o valente ou idiota?
N�o s�o esses dois que me barram o caminho.
Lembrar-me do trabalho pesado � que me assusta.
Eu n�o sabia disso. Desculpa-me.
N�o devia ter-te assustado fazendo-te carregar aquela saca.
Vem, velhote. Precisas de uma bebida depois de tanto trabalho pesado.
Barman, barman! Voltei!
- Dois u�sques! - Um. Quero uma cerveja.
Est� bem. S�o dois para mim.
Como est� a minha filha, Steve?
Queres dizer a minha mulher? Ela est� bem, Duke.
E achas mesmo, Steve, que isto vai mudar as coisas para mim?
As coisas mudaram para mim.
Por que j� n�o usas a tua pistola?
Porque n�o se pode lavrar a terra disparando sobre ela.
Tens raz�o, Steve. N�o podes.
Seja como for vais ter de disparar mais uma vez.
E se eu n�o quiser?
Ent�o obrigar-me-�s a matar-te perante a Susan.
Seja como for vais perd�-la.
J� a perdi quando a levaste de mim.
E tu perd�-la-�s tamb�m.
Se ela vai odiar quem matou o marido,
Tamb�m odiar� quem matou o pai.
� isso que tu queres, Duke?
� exactamente o que queres tamb�m.
N�o. Eu queria um lar... uma mulher e filhos.
- J� tive uma filha. - N�o. Ainda tens.
Isto �, se desistires da ideia de me enfiares uma bala no meio da testa.
Tenho de o fazer, Steve. Sabes disto, sabes que tenho.
Um pistoleiro � um tipo de homem que nunca hesita quando tem de matar.
� a nossa for�a e a nossa honra tamb�m.
Acontece que sou um pistoleiro
e prometi que mataria Steve Blane.
Duke!
Trouxeste-a atr�s para ela ver a tua filha chorar?
- Acreditas nisso? - N�o, ela mandou-te chamar.
Isso n�o � verdade. N�o o fiz, Steve.
Agora diz-me uma coisa. N�o trabalhas aqui?
Que diferen�a isso faz, Steve?
Nada. � melhor eu morrer pela Susan.
Est�s a dizer que podias ter escolhido entre a Susan e a Fabienne?
N�s, os pistoleiros, temos a nossa honra, disseste tu.
A tua honra leva os meus seis mil d�lares em considera��o?
Est�s a dizer que ela n�o te deu o dinheiro?
N�o acredites nele, Duke. N�o acredites nele!
Se acredito ou n�o, saber�s quando eu ajustar...
Espera a�, Duke. Escuta-me!
N�o tens nada para me dizer.
Eu sei muito bem qual de voc�s est� a mentir.
Amanh� de madrugada estarei aqui � tua espera.
E n�o te esque�as da tua pistola.
Seria desagrad�vel para todos se tivesse de ir � quinta para te matar.
O que pensas disto?
Serei capaz de te dizer mais alguma coisa amanh�.
Agora vai, Oliver.
E assegura-te que dois dos teus homens partam imediatamente
para norte com 100 cabe�as de gado.
O velho xerife sofre de ins�nia.
N�o se importa de os perseguir toda a noite.
Harold! Desculpe.
N�o precisas de ficar envergonhada, querida Fabienne. Burns sabe tudo.
Se me amas vais ter de me ajudar, Harold.
Quero ficar contigo.
- Quem te impede? - O Duke!
Amanh�, depois de matar o Steve, vai obrigar-me a ir com ele.
Por que est�o a rir?
Porque para onde o teu Duke vai,
n�o � lugar para uma mulher bonita como tu.
- Acho que j� podemos voltar. - Porqu�, xerife?
Porque ningu�m se atreveria a roubar gado ao Jackson e ao Burns.
E ocorreu-me que se eles me querem fora da cidade,
algo se deve estar a passar por l�.
Vamos embora, r�pido!
Steve! Steve!
- Quem �s tu? - Um amigo vosso.
Mas eu n�o te conhe�o.
Queria dizer que sou amigo do seu marido.
- Ele n�o est� aqui. - Eu sei.
Esperei que ele sa�sse para poder falar consigo.
N�o se atreva a aproximar-se.
Estou demasiado velho para lhe fazer mal, Sra. Blane.
E demasiado cansado tamb�m. Vim at� aqui a p�.
Que queres?
Estou aqui para lhe dizer que o seu pai est� na cidade.
- N�o... - Sim!
Ele e o Steve t�m um encontro ao amanhecer.
Percebo, por isso o Steve...
� a �nica que pode impedir que se matem um ao outro.
Que posso fazer? Que posso fazer?
Dentro de alguns minutos o sol estar� bem no alto
e acho que n�o tem muito a tempo a perder.
Ent�o despacha-te! Sela os cavalos, r�pido!
Est� bem!
Os homens est�o todos a postos.
�ptimo. Diz-lhes para atirarem logo que a primeira pistola disparar.
Eles j� sabem tudo o que t�m de fazer.
Vai buscar os cavalos e n�o percas tempo. Despacha-te!
Idiota. Em que raio isto se est� a tornar?
Eu j� lhes mostro!
- Larga-me. - Que est�s a tentar fazer?
- Sai da minha frente. - P�ra!
Eu mostro-lhes como �. Larguem-me!
Nem mais um passo, Burns!
Estou a us�-la como escudo.
Deixe-me passar! Deixe-me passar, ouviu?
N�o quereria matar uma mulher inocente, pois n�o, xerife?
Deixe-me passar, ouviu? Juro que a mato!
A minha m�o!
Acertou-me na m�o! Que vou fazer?
Vai-te doer nos pr�ximos dias, Burns.
Depois disso ser�s enforcado.
Steve! Steve!
Steve! Steve... Sou eu.
Levanta-te, Steve! responde-me, por favor!
Queria sentir entre os dedos o calor da madeira de um arado.
As espigas espinhosas do trigo.
O cabelo macio da minha mulher.
Mas n�o posso, porque tenho de matar.
FIM
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.