All language subtitles for Fort Yuma (1955) PORTUGUÊS

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Original subtitles

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Sou Mangas Colorado.

O meu filho Mangas.

Ant�nio, o feiticeiro do meu povo.

Capit�o Philipe Santley.

O tenente Wilson.

O vosso governo quer paz. Manbrinas querem paz.

Que a guerra entre os nossos povos chegue ao fim.

Eu falo pelo meu povo, e pelo meu governo.

Quando digo que os direitos dos Manbrinas, ter�o o respeito e a protec��o do...

Porco assassino...

Parem esse homem.

Quem � ele?

Nunca o vi antes capit�o.

Parecia doido senhor.

Ficou maluco.

E que altura escolheu.

Como est� ele?

Est� morto. N�o soube o que aconteceu.

Tenente Wilson. Sim Senhor.

Quem cavalga para forte apache? Cassidy Senhor.

Bem, estamos quase no fim de Dezembro.

A coluna de mantimentos sai de forte apache a qualquer momento.

Vinte homens e uma carro�a carregada de muni��es nunca passar� pelo Mangas.

As coisas podem ficar quentes com toda aquela p�lvora.

Os Manbrinas n�o s�o grandes cavaleiros capit�o.

Sim eu sei. Mas as muni��es mudam as coisas,

De qualquer maneira n�o quero correr riscos.

Vou pedir duas companhias para refor�ar o posto.

Cassidy apresenta-se para receber ordens senhor.

Entrega isto pessoalmente ao general Krook Cassidy, compreendes?

Sim senhor. Vou sair agora senhor.

Muito bem, usa as esporas.

Cassidy, Mant�m os olhos abertos.

Estou praticamente a regressar senhor.

Caso n�o regresse a tempo, Feliz ano novo capit�o.

O mesmo para si tenente. Obrigado.

Feliz natal para ti.

Obrigado Sam.

Se n�o estiver c� para a ceia de natal,

Diz ao cozinheiro para dar a minha parte aos homens.

V� l�, sai daqui.

Feliz natal. Feliz natal.

O meu pai queria paz.

Eu quero o Fort Yuma!

N�o sabem que n�o me podem fazer isto?

Levo o tratado de paz.

N�o sabem isso?

Sabem o que o exercito dos Estados Unidos vos far� por isto? Sabem?

� um assunto do governo dos Estados Unidos.

V�o ter que responder ao general Crook por isto.

Que v�o fazer? V�o meter-se em sarilhos por isto.

N�o est�o a cumprir o tratado.

N�o fa�as isso.

N�o ficas imune, v�o enforcar-te.

A todos voc�s.

Nada mais a fazer.

Faz isso bem, Vou lev�-la bem carregada.

Alec.

Chamou-me tenente?

Partimos para Fort Yuma pela manh�.

Apaga as luzes daqui a uma hora. Sim senhor.

Desculpe tenente.

Acerca do meu exame para o treino de oficiais.

Tenho as t�cticas de comunica��o memorizadas, senhor.

Que tal?

Consegues ler-me as t�cticas?

Sei-as de cor, senhor Sabes ler?

N�o senhor.

Sabes escrever?

N�o senhor, Mas sei...

Quando souberes, dou seguimento ao teu pedido.

Nunca se ouviu falar de um oficial dos US que n�o soubesse ler, ou escrever.

Sim senhor.

Diz-me que n�o resultou Milo.

Parece que n�o tem tempo agora, � tudo.

H� foi isso?

Andas a estudar demais, para perdes tempo a ter pena de ti mesmo.

Vamos

N�o sinto pena de mim mesmo.

E disse-te um milh�o de vezes para n�o me chamares Milo.

Ok Mike, Ok. Sim.

Ol� Ben.

Tenente Keegan

Que est�s aqui a fazer?

Vou a Fort Yuma consigo.

Quem te deu as ordens?

O General Crook.

N�o contes com isso.

� melhor voltares para a barraca.

Feliz Natal tenente.

Obrigado senhor. O mesmo para si.

Quer um Ponche?

N�o obrigado, senhor.

Que tem na ideia?

Fui designado para levar a coluna de mantimentos a Fort Yuma.

Sim, De acordo com a escala, � a sua vez.

Exactamente senhor.

Bom, qual � o problema?

Nenhum problema senhor, Estou a pedir outro batedor.

Porqu�?

N�o quero ter a companhia de um �ndio, senhor.

Esteve com o comandante Jonas durante anos. Conhe�o-o h� muito tempo.

Por isso passou a ser um amigo n�o apenas outro �ndio.

N�o h� nada pessoal neste pedido, senhor.

Claro que n�o.

� assunto seu, suponho.

N�o h� outro batedor dispon�vel.

Ent�o vou sem nenhum.

Daqui n�o sai nada sem um batedor.

Escolha a escolta. Deixe o resto dos homens comigo.

Sim senhor.

Espere a�. Ainda n�o o dispensei.

Olhe tenente.

J� est� neste territ�rio h� muito tempo

Ningu�m sabe melhor que voc� o trabalho d� acabar a confus�o com os apaches.

P�r um fim a estas matan�as.

Est� comigo desde o princ�pio.

Conhece-os a todos,

Jer�nimo, Nana, Victoria, Cochist, todos eles.

E h� mais nisto tenente,

do que ver quantos apaches podemos matar antes de acreditarem no "tio".

� suposto faze-los acreditar nisto.

� suposto convencermos os �ndios que queremos viver em paz com eles.

Sei que n�o � uma tarefa f�cil quando os matamos.

Mas n�o podemos perder mais tempo.

Mangas Colorado dos Manbrinas est� a caninho de Fort Yuma neste momento.

E est� pronto para assinar.

Quer dizer que acabou. Excepto alguns renegados.

Mas isso � f�cil, podemos acabar com eles.

Ent�o n�o mais ser�o necess�rias matan�as neste territ�rio.

Sabe o que isso significa?

Isso significa que os colonos podem vir. Trabalhar nas minas,

sem se preocuparem que as fam�lias sejam penduradas pelos apaches num poste.

Este pa�s pode voltar a viver em paz.

H� uma coisa que aprendi aqui senhor,

Foi nunca confiar num apache.

Nunca confiei, nem vou confiar, com tratado ou sem tratado.

Tem um grande palmar�s tenente, falando militarmente.

� um bom soldado, combate bem, mas tem um outro lado,

Nunca conheci ningu�m que odei tanto os �ndios como voc� odeia.

� o �nico oficial no forte que nunca fez um prisioneiro.

Tem mais marcas de apaches na espingarda, que o resto dos seus homens.

Onde est� o Jonas? Mandei-o de volta � sua unidade.

O qu�? O qu�? Contrariou uma ordem minha?

N�o se atreva! Faz isso outra vez, e vai a tribunal de guerra.

Agora encontre o Jonas. Traga-o aqui.

Sim senhor.

Entrem. Os dois.

Feixe a porta.

Voc�s conhecem-se. S�o os dois soldados.

Homens de mundos completamente diferentes. Mas s�o ambos americanos.

H� 15 anos que tento trazer paz, entre as pessoas dos vossos dois mundos.

Em �ltima an�lise penso que isso, depende de cada individuo.

Voc�s dois v�o a Fort Yuma!

E se arranjarem sarilhos, enforco-os aos dois.

Entre.

N�o queria interromper general Crook. Apenas queria dizer boa noite.

N�o interrompeu menina Crown, era um assunto militar, mas j� acab�mos.

Oh, este � o tenente Ben Keegan. A menina Melanie Crown.

Como est� tenente. Como est�?

O tenente Keegan vai comandar a coluna para Fort Yuma.

Sim. A menina Crown vai viajar com voc�s,

vai para o Forte para fazer uma escola para as crian�as.

A menina Crown � mission�ria.

Um prazer irm�.

Obrigado, irm�o.

N�o conhe�o este cavalheiro. Desculpe, � o sargento Jonas Arabia,

o batedor do tenente Keegan.

� um prazer conhece-lo.

"Obrigado".

N�o vou interromper mais general Krook, obrigado pela festa maravilhosa.

Boa noite. Boa noite.

Boa noite.

Bem, ainda tenho convidados. Lembrem-se do que vos disse, os dois.

Tenho estada � tua espera.

Que est�s aqui a fazer?

Algu�m te viu entrar?

Ningu�m.

Era melhor n�o vires aqui.

Vais partir amanh�. Exacto.

Como � que sabes?

O Jonas disse-me.

Disse-me que vai contigo.

Sim, vai comigo.

O teu irm�o sente muito a minha falta.

E n�o me perde de vista por muito tempo.

Gosta de estar sempre perto. S� para o caso.

Para o caso de qu�?

Para o caso do meu cavalo cair. E eu partir o pesco�o.

Para o caso de uma cobra me morder. At� uma insola��o o deixava satisfeito.

Porque quer ele isso?

O que � que achas?

O Jonas n�o pode mudar o que sinto por ti.

� o que vai contra a sua sens�vel alma apache.

� t�o certo como eu estar a partir.

Eu vou contigo.

Que disseste?

Estarei contigo.

Viajarei com a menina Crown para Fort Yuma. Est�s louca? O Jonas vai comigo.

� melhor ficares aqui. N�o posso ficar sem ti.

Tens que ficar aqui. N�o posso.

Eu amo-te.

Esquece, disse que n�o podes ir.

Eu amo-te. N�o vale a pena se n�o te calas.

Tens medo.

Vai-te embora.

Sabes, n�o � m� para padre.

N�o � padre, ela � mission�ria. Como uma professora.

Sim? Talvez me possa ensinar. O qu�?

Sabes, Ler, escrever... coisas.

Que tipo de coisas?

Sabes... como podes pensar nessas coisas? Isso n�o � religioso.

Hallock. Sim senhor.

Verifica se a roda do carro das muni��es est� firme e n�o abana. Sim senhor.

Espeto que esteja a viajar confort�vel, irm� Crown.

Muito confort�vel, obrigado.

Tenente, sei que � um cavalheiro respeit�vel. Mas eu n�o tenho t�tulo.

Sou uma mulher vulgar.

Erro meu senhora.

Se precisar alguma coisa, vou aqui mesmo � frente.

� muito gentil.

Tentarei n�o lhe dificultar as coisas.

� bom sab�-lo. Vou ter isso presente.

Tenho a sensa��o de que o tenente se acha do tipo irresist�vel.

� poss�vel que uma mulher pense o mesmo dela.

Est� a rodar bem senhor. Obrigado Hallock.

Que est� a ler sargento? � s� para passar o tempo.

Estou a ler umas passagens, das escrituras.

Parece interessante. Porque n�o l� alto?

Com certeza.

� do 5� salmo.

Tenham confian�a os justos,

Nunca temam porque eu os defenderei.

Bendigam o meu nome e acreditem em mim.

Muito bem sargento, muito bem. Importa-se de ler um pouco mais?

Est� bem. Deus aben�oa os justos e protege-os na terra.

Muito bem, excelente sargento.

Muito bem lido Hallock. Obrigado tenente, n�o sabia que estava a ouvir.

Esses salmos s�o os meus preferidos.

Que tal mais alguns? Mais?

Sim, estou particularmente interessado no pr�ximo.

...Tende piedade... em mim... Deus... eu sou... fraco.

H� Deus ajuda-me porque os... meus ossos...

H� Deus...

Vamos.

Hallock. Sim senhor.

Chega por hoje, prepara o acampamento. Sim senhor.

Desmontar!

S�o as cores mais bonitas que j� vi.

� dif�cil imaginar que um territ�rio seco e deserto, era assim.

Gostava que visses de onde vim Francesca, Acho que gostavas.

H� quatro esta��es e as cores s�o diferentes em todas.

� sempre lindo.

Esta � a minha terra. Para mim � lindo aqui.

Claro que �. S� quis dizer... � lindo nesta altura do dia.

N�o � o que estou habituada a ver.

Na minha terra, agora est� tudo branco.

Coberto de neve.

Para si, neve � beleza.

Para mim s� significa doen�a e fome.

Fazes-me uma coisa?

Que quer que fa�a?

Queria que aceitasses isto.

Porqu�?

Gostava que o tivesses. Eu tenho outros.

Somos muito deferentes, menina Crown.

Tudo acerca de n�s � diferente.

N�o preciso disto para me lembrar.

Sargento.

Importa-se?

Obrigado.

Sargento.

Receio n�o saber armar uma tenda.

Desculpe n�o poder ajudar.

� muito gentil. Obrigado.

A sua irm� parecia ansiosa por fazer a viagem comigo.

Esperava podermos ser amigas.

Mas receio n�o ter tido muito sucesso.

Com nenhum de voc�s.

Desculpe.

Ela admira o meu espelho.

Ofereci-lho como presente. Acho que se ressentiu disso.

A minha irm� � orgulhosa.

� um orgulho genu�no. Eu respeito-o.

Se fiz alguma coisa que a ofendesse, pe�o desculpas.

Porque � importante que a minha irm� seja sua amiga?

Somos dois seres humanos. Isso devia ser raz�o suficiente.

O meu trabalho � muito importante para mim. Quero... conhecer o seu povo.

O modo como vivem, como pensam, os costumes,

Antes de aprender os nossos costumes, para seu bem, sugiro que se familiarize com os seus.

Menina Crown, eu n�o sei nada do servi�o dos mission�rios,

mas se est� interessada em �ndios, sugiro que comece com os pequenos,

como as crian�as, em Fort Yuma.

Desmontem.

No principio Deus criou o c�u e a terra.

E a terra... era sem forma... e... fertente.

e a escurid�o estava... e o ep�r... esp�rito de Deus

moveu as �guas.

Que tal?

N�o estavas a ouvir. Eu estava a ouvir, Milo.

Mike! Desculpa Mike.

Dei alguns erros? S� em... fertente.

� o que diz.

Eu sei, mas � fervente.

Por este andar vou estar reformado, antes de ser tenente.

Ser tenente, � assim t�o importante para ti?

Sim. Porqu�?

Porqu�? Sim, porqu�?

�s sargento mor, reformas-te com um bom ordenado..

Olha,

V�s isto? Comprei-as quando me alistei, h� oito anos.

N�o s�o todos que as podem usar.

Quando usas isto, �s mais que um oficial.

�s um cavalheiro.

Ningu�m poder� dizer que o Hallock n�o � um cavalheiro.

� isso que eu vou ser.

Cavalheiro Milo Hallock Primeiro.

Qual � a piada?

Disseste Milo.

Bem, isso � para quando for um cavalheiro.

At� l�, chamas-me Mike. OK Mike.

Boa noite. Boa noite rapaz.

Ferv... fervente.

N�o consigo dormir. � t�o calmo.

Estou habituada a ouvir um pouco de barulho.

Espero n�o o estar a incomodar.

N�o devia estar aqui.

Porque n�o?

Era melhor se n�o estivesse.

N�o me disse porqu�.

Devia ser �bvio.

Sabe, tudo isto � novo para mim.

N�o sei qual de n�s deveria p�r objec��es.

� muito delicada. N�o, n�o estou a ser delicada.

Apenas honesta.

N�o posso dizer que sou popular aqui.

Devia ser mais cuidadosa na escolha das companhias.

N�o compreendo. Eu sou um apache menina Crown.

Este uniforme, n�o muda isso.

Tem que ver um pouco mais de perto.

E se o fizesse? Que teria visto?

O que todos eles v�em, um selvagem primitivo,

possivelmente um pouco mais civilizado que os demais,

um para ser vigiado, de perto,

de muito perto.

H� uma anedota na cavalaria

� qualquer coisa sobre o �nico bom apache.

� ser um apache morto.

Talvez o mais bonito.

Os seus sentimentos s�o mais fortes que os deles.

� a sua opini�o profissional?

Desculpe.

N�o queria que parecesse um serm�o. Porque n�o?

N�o � para isso que est� aqui? Um padre para os selvagens.

Por favor. Desculpe.

Menina Crown.

Sim. Perdoe-me.

Por favor.

Por vezes � dif�cil para mim esquecer, que luto contra os meus.

Sempre acreditei que o meu povo, estava errado.

Que devia-mos viver em paz.

Ainda s�o o meu povo.

E para mim agora, n�o h� lar.

N�o tenho terra.

Pode compreender?

Eu compreendo.

Obrigado.

Boa noite.

Alto!

A que dist�ncia pensas que est� o pr�ximo po�o?

Depende do caminho que escolher.

Qual � o que escolhias?

O da esquerda, longe das montanhas.

Vamos pelo da direita.

Pode haver �ndios ali. Tamb�m pode haver �gua vinda das montanhas

Hallock. Sim senhor.

Quero dois homem na frente. Sim senhor.

Ali o trilho divide-se em dois.

Um vai pela direita, ao lado das montanhas, o outro vai pelo deserto.

V�o pela direita, pelo lado da montanha.

Ali algures h� um po�o.

Esperas l� por n�s, a n�o ser que esteja seco.

Se estiver seco, voltem para tr�s e sigam o caminho do deserto.

Em frente!

Coluna, alto.

Que se passou? N�o posso dizer.

...caminhando pelo vale das sombras da morte.

E na manh� do terceiro... dia Dois deles enterrados ali.

Como podiam saber que estava envenenada?

O qu�? O po�o.

Bem, se n�o tivessem bebido antes, talvez estiv�ssemos todos mortos agora.

� verdade.

Francesca. Sim.

Quero falar contigo.

J� sei o que vais dizer � melhor n�o ouvir.

Francesca.

Tu �s minha irm�, preocupo-me contigo.

N�o sou uma crian�a.

�s uma mulher e deves ter dignidade de mulher.

Dignidade.

Dignidade � para mulheres como a mission�ria.

Dignidade � o direito de qualquer ser humano.

O que � que eu fiz de t�o errado?

Ben Keegan, � o que est� errado.

Porque � que � errado? �s louca.

N�o �s o mundo dele.

Com um homem do meu mundo, posso ter a dignidade que falas?

N�o, seria s� um pouco mais do que gado.

Quando caminhasse com um homem do meu mundo, caminharia a seu lado?

N�o, n�o caminhava,

Teria que caminhar atr�s a uns passos de dist�ncia da sombra.

� isso dignidade?

Com o Ben Keegan, n�o podes caminhar de todo.

Ele n�o se importa contigo. Como podes dizer isso?

Tu n�o sabes. Eu conhe�o-o.

N�o tem amor ou respeito para as pessoas do seu sangue.

Eu observo-o, estou no forte com ele. � um homem cruel.

Mata com um prazer selvagem, porque s� tem �dio no cora��o.

Um �ndio para ele � um animal.

E tu �s �ndia.

Ele usa-te. Como um animal.

�s escondida dos olhos de todos, pela vergonha que ele teria se soubessem.

N�o � verdade. � verdade.

Porque �s minha irm�, eu tamb�m sinto a tua vergonha.

E a tua vergonha? N�o usas essas roupas e matas os da tua esp�cie?

A dignidade de uma mulher � menos importante que a honra de um homem?

N�o houve outra escolha para mim.

N�o houve outra maneira. Nem para mim.

Duas palavras podem fazer diferen�a para cada um de n�s.

Eu amo-o.

Eu amo-o.

Hallock. Sim senhor.

Que raios � isso? N�o sei, vem dos lados do rio.

Vai ver. Sim senhor.

Acendam a fogueira.

Est� bem? Sim mas o nosso batedor est� ali.

Apache! Vamos lev�-lo vivo.

De onde � ele?

Talvez mescaleros.

Qual � a tua tribo?

Quem � o teu povo? Tenente Keegan.

Tenente Keegan. O Truman e o Sand est�o mortos senhor.

Foram despidos. Est�o nus.

Aqui tens o po�o envenenado. Descobre de que tribo s�o.

Pergunta-lhes para que querem os uniformes.

est� bem, diz-lhe isto.

Ou me diz o que quero saber, ou asso-lhe os miolos naquela fogueira.

Queimem-no.

N�o, eu falo. Esperem!

Sou Membrino. Membrino?

O bando de Mangas Colorado. Mangas Colorado est� morto.

O seu filho Mangas, � agora o chefe.

Ent�o o mais pequeno tomou as r�dias.

Isso explica umas coisas.

Para que querem os uniformes do ex�rcito?

Ouve animal.

Tu e os teus irm�os vermelhos mataram quatro dos meus homens.

Portanto quando falo contigo, � melhor que respondas,

ou arranco-te as tripas e doas aos lobos.

Onde est� Mangas e para que quer os uniformes?

N�o chegar�o a Fort Yuma vivos.

Hallock. Sim senhor.

Enforquem-no e preparem a coluna para partir imediatamente.

Tenente Keegan.

Aquele rapaz � um prisioneiro indefeso. N�o o pode enforcar.

Quem disse que n�o posso? � um ser humano.

Humano? Matou quatro homens e quase lhe cortou o pesco�o.

E n�o est� s� menina Crown, h� muitos mais de onde este veio.

E nenhum deles sabe o que humano significa,

Portanto se est� a fim de ora��es, sugiro que diga algumas por n�s.

Vamos precisar.

Deus tenha piedade da sua alma.

Milo. Mike.

Achas que nos v�o apanhar? Pode ser.

Achas que s�o muitos?

N�o sei.

N�o est�s preocupado com uma escaramu�a, est�s?

N�o.

S� estou a pensar no que pode acontecer se nos deitarem a m�o.

Esquece.

Tenente! Roubaram a carro�a.

Coluna, em frente!

Onde est� o Taylor?

Taylor! Taylor!

Ainda te rebentam a cabe�a. N�o encontro o Taylor.

N�o podemos cuidar de todos, cada um tem que tomar conta de si.

Tenente, tenente olhe!

Milo.

Taylor.

Onde pensa que vai? O mi�do, tenho que ir buscar o mi�do.

Fica aqui. Tenho que o ir buscar.

Vais ali e ficas ao lado dele. � isso que queres?

Quero o Taylor. Hallock.

Hallock.

Hallock.

Sim senhor.

Procura os homens e conta-os.

Conta-os.

Diz-me quantos!

Diz-me quantos!

Diz-me quantos!

N�o o deixes Milo!

Larga-o!

Hallock.

Hallock.

Hallock, responde idiota.

Se continua a gritar assim, v�o encontr�-lo.

Francesca.

Ben, n�o.

Francesca.

Ben.

Eu... eu amo-te.

Francesca.

Francesca.

V�o para o forte vestidos com os nossos uniformes.

Se passarem as muralhas, os soldados n�o v�o ter hip�teses.

J� n�o � a minha luta.

Que o deixem em cinzas.

Jonas. N�o volto a combater o meu povo.

N�o para homens como ele. N�o Jonas.

N�o por homens como ele, Pelo Hallock, o Taylor e os homens do po�o.

Sabes porque � que morreram?

porque h� uma barreira. Um muro invis�vel

Entre o homem branco e os �ndios.

Jonas, era a luta da Francesca.

� a nossa luta.

Ou haver� sempre uma barreira entre n�s.

V� se h� alguns cavalos. Tr�-los para aqui.

Olha, j� n�o faz diferen�a.

Ela est� morta e n�o a posso trazer de volta.

As coisas podiam ter sido diferentes.

Podia t�-las feito diferentes.

� algo que n�o vais ter que recordar.

Tratas de mim mais tarde. Agora vamos procurar os cavalos.

Sargento da guarda. Uma coluna aproxima-se.

Uma coluna, aproxima-se do forte. Deve ser a de Forte Apache.

Abre os port�es. Sim senhor.

Abram os port�es.

Os port�es do forte est�o abertos. Temos que passar agora,

� melhor ficar aqui.

S�o apaches senhor, vestidos como soldados.

Fechem os port�es.

Abram o port�o, abram.

Engra�ado.

Posso pensar numa s�rie de coisas que gostaria de lhe dizer.

Levo lembran�as vossas ao general.

Ele tinha raz�o, sabem?

Quando se tenta juntar os dois mundos,

� o individuo que conta.

Vejo-os na pr�xima viagem.

Adeus tenente. Adeus Ben.

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