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Original subtitles

- Ei, adeus. - Adeus!

- Vemo-nos quando chegarmos! - Gostamos de voc�s!

At� depois, porra!

Viste a cara da minha m�e?

� o nosso casamento e podemos fazer o que quisermos!

P�ra!

- Que vamos fazer, mal cheguemos? - Ir � praia.

Danny e Sandra, ponham o vosso traseiro aqui j�!

- Obrigado, tio Barry. - Gosto de ti, tio Barry.

N�o acredito que chegue para o m�s todo.

- O qu�? - Adivinha.

Portugal.

- N�o acredito. - Eu sei.

- Minha mulher. - � isso mesmo.

Eh, v� isto!

Porque n�o fazemos uma festa das boas?

- Bolas, n�o temos nem uma pinga de leite. - Bebe um sumo!

N�o me molhes!

Danny, acorda!

- Danny, Danny! - Sai-me de cima!

Est�s bem?

- Fa�am alguma coisa! - Fazemos o que podemos.

Sente-se e tente estar quieta.

� o meu marido. Como quer que fique quieta?

Pronto!... Pronto!... Pronto!

Senhora, o seu marido est� morto, fiz�mos tudo o que pod�amos.

Oh, meu Deus!

O teu cora��o deixou de bater durante 10 minutos.

- Morri? - Sim, durante 10 minutos.

O importante � que agora est�s aqui e est�s bem.

Danny, como te sentes?

- Sinto-me bem. - Precisa de descansar.

- N�o, estou bem, estou bem! - N�o, escuta-o! N�o te canses, descansa.

O qu�?

Podemos subir?

Tens fome?

N�o sei. Acho que n�o.

Fazemos assim, amanh� � noite fa�o-te uma sopa para o jantar.

A minha preferida!

Umas velas... uma garrafa de vinho...

Perfeito.

Quero dizer... corrige-me se estiver errada...

legalmente, n�o se pode ter uma lua de mel se n�o houver um jantar � luz das velas.

- Vamos fazer com assim seja. - Sim.

Primeiro, vou �s compras.

Deixa-me ser eu a ir �s compras.

- N�o gostaste muito, da ultima vez. - N�o, a s�rio!

Porque n�o te calas e n�o me beijas?

Querido? Devias usar protector solar.

Desculpa.

Est� bem. Gostei.

Bons dias.

- Estiveste a ver isto? - O qu�?

Lembro-me que te incomodou ver essa coisa.

Creio... que me perguntava o que faria sem ti.

- Tu �s forte! - Sim, Danny, mas se tiveste morrido ontem?

- Mas n�o morri! - Mas se tivesses morrido?

Mas n�o morri.

Fecha os olhos.

- P�ra! - Fecha os olhos.

Imagina que acordamos depois de um sonho de uma hora.

Sesta, chama-se sesta.

A sesta final. Pomos o b�b� a dormir... est� bem...

ela...

Ela � bonita... canta para dormir... � como um anjo...

- Danny, p�ra! - Que foi?

Estou cansada de falar disso, n�o quero que ir a Portugal seja s� uma fantasia.

Sempre promessas felizes... as pessoas prometem fazer coisas juntas,

e depois esquecem-se das promessas que planearam fazer juntas.

- Qual � a diferen�a? - Quem diz que h�?

Digo eu.

A quem est�s a ligar?

Sim, Howard, � o Danny, estamos aqui...

Estou-te a ligar porque queria o pagamento de duas semanas.

Sim, sim, est� tudo bem. Sabes, �s um tipo fixe.

Oh, merda!

Mariana, sou Denise, vou-me embora.

N�o acho que vender caixas de comida seja trabalho para mim, lamento.

Quem... puta que pariu.

Marty, sou Danny Sanders, a minha esposa e eu quer�amos deixar o apartamento...

Veejo que grandes coisas te suceder�o agora... l� fora.

O que quer que seja, � melhor que seja um TV maior.

Deixa-me dar uma olhada mais profunda.

- Um grande. - Est�s-te a rir de mim?

N�o, n�o. Devias comprar uma destas.

- Sabes que mais? Tenho que me ir embora. - O qu�?

Se quiser que me gozem, eu ligo para um desses numeros de valor acrescentado.

- N�s vamos para Portugal! - O qu�?

N�o acredito nesta merda!

Escuta, traz o teu c� para aqui agora mesmo!

E traz c� o Buddy, quero v�-lo antes que termine o s�culo.

Agora! Adeus, adeus!

Oh, merda! J� o fizemos!

Oh Deus, larg�mos os nossos empregos.

- Despedimo-nos! - Deix�mos o apartamento.

Que se fodam todos!

Tenho que ir �s compras.

Tenho que fazer o jantar, lembras-te? Tenho que preparar a sopa.

Senhora Anders, sou o agente Carp, da pol�cia de Springlake.

- O seu marido est� em casa? - Sim, entre.

A minha mesa!

- Senhor Anders, sou o agente Carp. - Obrigado, agrade�o-lhe imenso!

N�o h� problemas, a esquadra est� s� a 5 minutos daqui.

Esta mesa foi presente dos meus 15 anos, era completamente insubstitu�vel.

Bom, sente-se!

Vou-vos confessar, em 20 anos de servi�o, esta � a vez que passo mais tempo na vila.

J� identificaram o tipo da praia?

Estamos a trabalhar nisso. Talvez mais uns dias.

Por curiosidade, o nome Jack Birch diz-vos alguma coisa?

N�o!

Estava no hospital, foi o seu companheiro de quarto.

- Ah, sim! - � engra�ado, o tipo desapareceu.

Lembra-se se ele fez ou disse alguma coisa fora do normal?

- Visitas? Telefonemas? Qualquer coisa... - N�o.

- Vai-te embora! - Tens a certeza?

- Agente Carp, foi um prazer. - Igualmente, falaremos mais vezes.

Espera!

- Espera, n�o te v�s, por favor! - N�o me toques!

Eu preciso de ti!

Por favor, n�o te v�s embora! Por favor, por favor!

Sai do meu caminho!

Onde vais? N�o sei o que se passou, tens que acreditar em mim!

Eu preciso de ti. Por favor.

- Desculpa. - N�o me toques, merda!

Disse para n�o me tocares!

� rid�culo.

O tipo do hospital...

Como sei que n�o me vais matar, Danny?

Porque nunca te poderia fazer mal.

Como sei que n�o me vais matar, Danny?

Porque te amo.

Aceitas Danny como teu esposo fiel, para ter e partilhar de hoje em diante,

amar e ser amada, na doen�a...

- ...at� que a morte vos separe? - Sim, aceito.

Tens a certeza de que queres fazer isto?

J� passaram sete meses e meio.

A minha m�e diz que se gostas de algu�m, n�o lhe deves fazer mal.

Lamento tanto.

O tipo da praia. Deve ter-me infectado, ou coisa parecida.

Sei que parece mal, mas n�o consigo controlar-me.

N�o me deixes, por favor, n�o me deixes.

N�o sou uma m� pessoa. Sabes disso.

- Est� bem? - Tu n�o tens a culpa. Acho.

Vamos resolver isto, est� bem? Tu e eu, juntos, vamos resolver isto.

Amo-te tanto.

Merda! A Nikki e a Buddy v�o chegar dentro de um minuto.

- Morreste! - Sim.

- O teu cora��o deixou de bater? - Sim, por 10 minutos, n�o foi?

Como te sentes?

Sinto-me bem, acho eu.

Ent�o v�o para Portugal.

Fa�amos um brinde.

Ao casal que se mudou mais rapidamente da America!

E pela puta de fim de semana em que tiv�mos festa, lua de mel...

- ...morte, ressurei��o e despedimento. - Sa�de!

Bom, Denise, agora que �s um morto-vivo, posso aconselhar-te no teu trabalho.

- Que foi? - N�o tens a menor sensibilidade!

- N�o � engra�ado! - �s um artista, v� l�.

Porque achas que se interessam as pessoas, por coisas como esta?

V�! Obviamente, est� vivo.

N�o sei se morreu e ficou morto bastante tempo...

mas se morreu mesmo e voltou como um deles...

Merda, parvo!

- Eh, colega, desculpa. - Tenho fome.

- Rapazes, t�m fome? - N�o muita.

Eu vou comer.

Sabes, estava a guiar e a trans estava mal...

- A trans? - A transmiss�o.

- Era tudo uma merda, nesse carro... - Buddy, cala-te!

Querido, disseste que tinhas fome.

Estou cansado de tantas verduras.

Perdi-lhes o gosto. Nunca seria vegetariano.

Ei, vamos, deixa o homem fazer o que quiser.

N�o � o que ele queria, pois n�o?

Como sabes o que quero? Que merda � esta?

Bem, faz o que quiseres.

- Queres o meu bife? - Ser� um prazer.

Porra, Buddy.

Agora como vou tirar esta n�doa?

� uma roupa vermelha, Denise, n�o se nota.

J� volto, idiota.

- D�-me mais dois. - Essa � a palavra m�gica. - J�!!

- Est�s bem? - Sim, claro.

Ou�a, traz-me uns cinzeiros?

- Isso foi rude, colega. - Aonde queres chegar?

Querem sobremesa?

- Dois cognacs, por favor. - � para j�.

Parece-se com aquele docinho do clube, como se chamava?

- Quem? - Tammy.

- N�o me lembro de ningu�m chamado Tammy. - Como assim, n�o te lembras?

N�o sei. N�o me diz nada.

Vamos! Andaste a sair com ela durante dois anos.

A s�rio?

Sabes que mais? Amanh� vou � praia e vou l� ficar o dia todo,

at� � noite. Assim, tu e o Danny podem resolver os vossos problemas.

Eh, n�o � para discuss�o!

Gosto de ti.

- Danny, deixa-me entrar! - Estou bem.

- Querido, por favor! - Estou bem, espera um pouco.

- Que se passa? - Nada.

Est�s a vomitar?

- Estou bem. - Vou-te trazer �gua.

Danny, deixa-me entrar!

N�o sei o que fazer.

- Um pouco de �gua... - N�o, n�o te v�s embora.

Acho que as verduras n�o me cairam bem.

- Quero ir a Portugal. - Eu tamb�m, iremos a Portugal, prometo.

- Podes mudar de musica? - Claro, querido. Qual queres?

A faixa 4.

- Deixem-me adivinhar, a familia Anders? - Por favor, chame-me Phylis. Sentem-se.

Obrigado por nos receber.

N�o h� problema. T�m sorte de me encontrar ao fim-de-semana.

Querem uma ch�vena de caf�?

- Temos alguma pressa, se n�o se importa. - Isto ser� r�pido.

Dois bilhetes para Portugal?

- Ida e Volta? - N�o. S� ida, por favor.

- Ser� mais barato se... - S� ida, por favor.

Seja, s� de ida, quando querem partir?

Amanh�.

- Amanh� bem cedo. - Est� bom �s 10:15?

10:15 est� �ptimo.

Tudo pronto. Saem amanh� �s 10:15 de Newark,

e chegam a Lisboa �s 22:15.

- Muito obrigado. - Esperem, esquecem-se do recibo.

Temos que ir! Por favor, Danny, escuta.

- Danny, ouve-me! - Tenho fome!!

- Desculpa. - Desculpas?

Que merda vamos fazer agora, Danny?

Pois, isto � bem diferente agora. Pensei que estavas bem,

mas mataste esta mulher � minha frente!

- N�o foi por vontade pr�pria! - Pois, n�o foi.

Juro-te.

Bom, foi culpa minha.

- Por favor! - N�o me toques, Danny!

N�o me toques!

Que aconteceu?

N�o percebo, porque tenho que pagar se a fita estava estragada?

� assim, se devolve o filme com atraso, tem que pagar mais.

Isso � uma merda! Estragou-se no caminho!

Posso dar um aluguer de gra�a, mas n�o posso fazer nada sobre o pagamento.

Nem sequer era um bom filme!

N�o tenho culpa de que o filme n�o preste!

N�o, eu � que tenho!

- Sra Anders, sou o agente Carp, de ontem. - Sim?

- Posso entrar? - Sim, claro.

- � seu filho? - N�o.

- De f�rias? - Estamos em lua de mel.

Quer beber algo?

Quero uma destas.

Meninos, est�o t�o bonitos.

Sumo ou refrigerante?

Sumo.

Gosto deste.

Espere, que tipo de sumos tem?

- Uva? - N�o gosto muito.

� sauve.

A minha m�e dizia que o sabor da laranja ajuda a passar a noite.

- A s�rio? - Sim, bem... ent�o, venha sumo de uva.

Senhor Carp, que posso fazer por si?

S� responder a umas perguntas sobre o seu marido.

- Talvez possa ajudar. - Ele est� aqui?

- Quando voltar�? - N�o sei.

- V�o para algum sitio? - O qu�?

- Est�o a vender as vossas coisas. - Sim, mas somos independentes.

N�o h� nada de mal nisso, muitos largam as suas obriga��es, hoje em dia.

Sra Anders, por acaso sabe o que aconteceu mesmo a Jack Birch?

Incr�vel! O meu marido quase morreu ontem, voc� ainda n�o tem um suspeito...

Senhora, lamento o que sucedeu ao seu marido.

Mas � que j� falei com todos os do hospital e n�o fazem ideia do que pode acontecer.

N�o sabem se saiu a andar, ou pelas janelas, embora n�o coubesse...

h� outra possibilidade, pode ter-se evaporado.

- Olhe, agente, n�o sei o que quer. - Deixe-me dizer-lhe uma coisa, sra Anders.

Quando algu�m me tenta enganar com disparates, n�o durmo bem � noite,

e quando n�o durmo bem, o meu c�rebro explode,

n�o consigo pensar como deve ser para salvar a minha vida,

e digo-te, � uma grande foda.

- Vou repetir a pergunta. - Sr agente, j� lhe disse que gostava de ajudar.

E eu ouvi. Ouvi bem.

Fa�a-me um favor, se tiver alguma informa��o nova, ligue-me.

Oh, esquecia-me, encontrei algum sangue na casa de banho.

Agradecia que avisasse o seu marido. Fique bem.

Por Deus, Danny, entra!

A pol�cia esteve aqui!

- Estava esfomeado. - Que se passa com o pol�cia l� fora?

- O pol�cia sabe. - Sabe de qu�?

Sabe do tipo do hospital.

Foram coisas que tiveram que acontecer.

Porra, Danny, n�o vou ficar a ver meterem-te na cadeia.

Tenta matar o menor numero de pessoas poss�vel at� nos irmos embora.

Quando chegarmos, vamos procurar ajuda.

�, vou ser um zombie portugu�s.

V� se percebes, estaria melhor morto.

N�o digas isso, Danny.

- � verdade! - N�o � verdade!

� uma infec��o, como uma doen�a, e h� rem�dios para ela!

- Eu vou morrer. - Tu n�o vais morrer, Danny.

- Porra, fiquemos aqui quietinhos! - N�o me agarres!

- Olha para mim! - Vai-te foder!

Promete-me que n�o me abandonar�s.

Prometo. N�o te vou deixar.

Lava a cara, Danny.

- Est�s c� com uma cara, Buddy! (????) - Desculpa!

Lembras-te destas noticias? (?????) Sabia resolv�-las quando tinha 16 anos.

Ei, Danny, est�s com m� cara!

- Est� bem. - N�o parece.

- Estou bem. - Danny, acho que devias ir ao hospital.

- Est� bem. - Talvez sejaa cansa�o.

N�o estou muito bem.

- Nikki? - Estou aqui, Danny.

- Podes ler-me a palma? - Vou tentar.

Relaxa.

V�s isto? As tuas m�os est�o nojentas

Precisas � de um banho, jovem.

V�s esta? � a linha do teu matrim�nio.

E esta aqui, � a linha dos teus filhos.

Que disse?

H� uma linha, isso quer dizer um filho.

Ainda bem!

Espantoso! Tens a linha da vida mais larga e funda que j� vi.

- N�o pode estar bem. - O qu�, Nikki?

Que merda?

Que est�s a fazer? Conduz!

- Conduz, Denise! - N�o posso, Nikki.

- Danny? - Tu assustas-me.

Onde est�o os amigos?

Foram-se, para n�o chegarem tarde.

Acho que � tempo de preparar um jantar � luz das velas.

Merda!

Queres que te ajude?

Iiiirrrr.... Portugal.

A Portugal!

Come, amor.

Desculpa se est� muito quente.

Quieto!

Danny Sanders, est� preso pelo assass�nio de Jack Birch e Buddy Cooper.

Estou a avisar, mais um passo e disparo!

Oh, meu Deus!

Danny, sou eu! Por favor, n�o!

P�ra, p�ra, p�ra!

- Ele morreu? - Sim, durante 10 minutos.

Lamento.

N�o posso faz�-lo!

Oh meu Deus, afasta-te!

Quero o meu marido de volta!

Lamento.

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