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LEGENDA ADAPTADA, LINHA POR LINHA DO PT/PT POR ZHORO
A morte do seu pai foi o ponto de virada na vida de Winnetou.
Agora era ele o chefe e era respons�vel...
por todos os Apaches que viviam na regi�o
entre o Texas e o Novo M�xico.
A invas�o de cada vez mais brancos
estava quase provocando outra guerra com os �ndios.
O jovem chefe dos Apaches fez da sua miss�o de vida
tentar evitar essa guerra que iria significar o fim de todo o povo Apache.
Os Apaches entendem pouco da linguagem dos Assini-Boines.
A filha do bosque do Urso fala a l�ngua dos caras p�lidas?
Os Assini-Boines combatem os ladr�es das suas Terras.
Mas muitos de n�s aprenderam a sua l�ngua.
- E como te chamam? - Ribana.
- Eu sou Winnetou. - Winnetou?!
Ribana est� ferida. O meu cavalo vai lev�-la.
Ribana n�o sente a dor.
Os Assini-boines devem ser grandes guerreiros se forem t�o valentes como as suas mulheres.
- Ribana pode andar. - N�o!
Mas ela quer!
S�o guerreiros da minha tribo.
O Apache n�o sabe a nossa fala mas sabe a l�ngua do homem branco.
Ent�o pergunto ao chefe dos Apaches o que faz nas terras dos Assini-boines?
Ele quer falar com o seu grande chefe, Tasha-Tunge.
WINNETOU Parte 2
O chefe dos Apaches salvou a vida de Ribana.
quando a minha bala s� feriu um urso
Tasha-Tunge agradece. A sua �nica crian�a significa muito para ele.
Se Winnetou tiver um desejo que me diga agora.
Poupem os caras p�lidas dos postes. Libertem-nos de novo.
O chefe dos Apaches sabe o que est� exigindo?
Ele sabe. Ele pede isso a Tasha-Tunge em nome da paz.
Winnetou me siga.
Ouviram que o Winnetou quer nos ajudar? Talvez ainda haja esperan�a.
Desenterramos o machado de guerra porque eles invadiram as nossas terras.
Por isso juramos matar todos os caras p�lidas nos postes.
que nos ca�rem nas m�os.
O chefe dos Apaches fala de paz
mas eu pergunto em nome do meu povo
fomos n�s que a quebramos?
Em ambos os lados aconteceram injusti�as. J� correu sangue suficiente.
� melhor morrer em honra do que viver como escravo.
Isso � verdade. Mas o que far�o as suas mulheres, crian�as e velhos
quando j� n�o viver ningu�m que os alimente?
N�o, Tasha-Tunge. Manitou nos fez para viver, n�o para morrer.
Guerra significa morte, a paz vida.
As palavras de Winnetou acertam como flechas. O que quer ele?
As tribos do sul querem paz.
Por isso � que Winnetou veio para o grande mar.
Para ganhar a paz das tribos do norte.
Winnetou ir� se encontrar com o seu irm�o de sangue, Old Shatterhand.
A sua palavra vale muito com os brancos.
Ele, Winnetou e Tasha-Tunge ir�o cavalgar para o forte New Bara.
L� vamos encontrar todos os chefes e representantes dos homens brancos.
V�o se reunir todos para tentar acabar com estas mortes desnecess�rias.
Winnetou n�o desfez todas as d�vidas no cora��o de Tasha-Tunge.
- Mas ele salvou a vida da sua filha... - Winnetou traga-nos a paz.
Isso vale mais do que a vida de uma garota.
O meu pai deve decidir livremente. Guerra... ou paz.
Est�o demorando muito. O que pode estar acontecendo?
N�o sei. V�m a�!
- Sabem o que os espera? - Sim.
- Quem � voc�? - Tenente Merrill de forte New Bara.
- Sabe quem trata com o chefe em Washington? - Sim, eu sei.
� o major, John Frederic Merrill, meu pai.
Esta livre. Leva ao seu pai a seguinte mensagem:
Quando a lua ficar redonda, os chefes das tribos estar�o em New Bara,
para juntos falarem de paz.
Obrigado.
Agora Winnetou nos deve um favor.
Ele deve permanecer como convidado na nossa tenda
at� chegar a hora de irmos juntos para forte New Bara.
Bob, Roney!
- Olhem ali! - Para onde v�o eles?
N�o sei bem. Mas acho que naquela dire��o fica a aldeia dos Ponka.
Viemos em paz!
O que procuram os caras p�lidas da aldeia dos Ponka?
Queremos ir para Blue Waters mas nos enganamos no caminho.
Caras p�lidas fiquem parados!
Talvez os nosso amigos Ponka possam indicar-nos o caminho.
Caras p�lidas fiquem parados!
Amigos, lhes damos uma carro�a de �gua de fogo
se ajudarem a encontrar de novo o caminho.
Assassinos! V�o ser julgados por isto!
S�o loucos? O que � que lhes fizeram os �ndios?
- Um �ndio morto � um bom �ndio. - E criminosos como voc�s
- s�o enforcados. - Desapare�am!
- Quem s�o voc�s para? - Desaparece!
Vou apresentar queixa ainda hoje.
� uma bela id�ia.
- Cuida deles. - Est� bem.
Bill, Joe! Os tr�s v�o � vida!
Quando o rifle de Anke estala � certo os bandidos irem parar � vala.
Partiram a grande velocidade para ver se chegam a mais idade.
- N�o est� mau. Fica quieto. - Desde quando a cavalaria anda desarmada
- pelo territ�rio? - Desde que fomos capturados pelos �ndios.
- Os Ponkas? - N�o, os Assini-boines.
- E se n�o fosse o chefe dos apaches... - Winnetou?
Foi de rasp�o. Teve sorte.
Sim, Winnetou. Se n�o nos ajudasse perder�amos mais
- do que os rifles. - E quem eram os homens que os atacaram?
N�o sei. Pertencem a um homem que com cinq�enta homens destruiu a aldeia dos Ponka.
- E por qu�? - N�o fa�o id�ia. Winnetou me mandou levar
uma mensagem de paz ao major Merrill no forte New Bara.
Mas enquanto houver bandidos que matam crian�as e mulheres indefesas
esta terra n�o ter� paz. Infelizmente chegamos atrasados...
Deixem isso comigo. Est�o desarmados. O meu amigo ir� lev�-los.
- Ele � um bom batedor. - Um dos melhores do este, sul e oeste.
Perante voc� em pessoa neste dia est� Anke, o poeta da pradaria.
Muito obrigado, senhor. Ser� que agora pode me dizer
- a quem devemos a nossa vida? - Me chamo Old Shatterhand.
Todas as flechas acertaram no alvo. Porque n�o d� Winnetou os parab�ns a Ribana?
Winnetou n�o gosta de armas nas m�os de uma garota.
Ribana aprendeu a us�-las quando crian�a.
Ela tentava substituir o filho homem que o seu pai desejava.
Ribana.
- Winnetou n�o sabia disso. - Ribana gosta muito do seu pai.
Winnetou sabe isso.
Porque n�o disse Ribana quando nos conhecemos que era filha do grande chefe?
Assini-boines dizem que: Mulheres que falam como um rio, roubam a paci�ncia de um homem.
E as silenciosas roubam-lhes o cora��o.
Esta gruta � o �ltimo ref�gio das mulheres e crian�as quando h� perigo.
� o grande segredo dos Assini-boines.
- Winnetou � o �nico estranho que sabe dela. - Winnetou continua sendo um estranho?
Ribana vai responder � pergunta de Winnetou se ele esperar.
Ribana fala baixo mas Winnetou pode ouvi-la.
Ele j� n�o � um estranho.
Tamb�m Winnetou fala baixo...
Mas o seu cora��o fala alto.
- E o que diz o seu cora��o? - Ribana.
M�os para cima!
Ser� que isto acontece outra vez?
Mas � o...
- Kassepool! - Old Shatterhand!
- Ent�o de onde veio? - Diretamente da Esc�cia, senhor!
- Veio ca�ar de novo borboletas? - N�o, senhor, desta vez n�o.
Desde que peguei no Lago de Prata o Puppillio Polinesta vermelho,
acabei a minha cole��o. Agora comecei outra cole��o.
- Verdade? E o que coleciona agora? - Aventuras, senhor.
- Decidi colecionar aventuras. - Tem muito para colecionar aqui.
- Espero que tenha sorte. - J� a tenho pois o encontrei.
E onde est� acontece sempre alguma coisa. E se me levar com voc�...
Gostaria de fazer isso. Mas persigo dois canalhas perigosos.
Eles foram nesta dire��o.
Engano, senhor. Os rastros acabam l� na frente. Os canalhas foram nesta dire��o
E esconderam as suas pegadas. Eu os vi fazendo isso.
- Me fez um grande favor. - Vem, H�rcules.
Acho que podemos acompanhar este senhor.
Est� bem. Pode vir comigo. Mas tenho que te avisar.
Os homens que eu procuro pertencem a um bando perigoso.
Isso � espl�ndido. A aventura come�a.
- Chefe, n�s... - Ent�o, j� sei. Luka j� me contou tudo.
- Mataram os cal�as azuis? - N�o, ca�mos numa armadilha.
O qu�?
Deixaram-nos escapar? Sabem o que isso pode significar?
Eram por a� vinte homens. Tivemos muita sorte.
Luka. Vai com dez homens a Tekamo. L� sempre h� soldados.
Tenta saber o que vai acontecer em New Bara. O xerife esconde tudo at�
que as coisas com a nova concess�o de petr�leo estiver pronta! Algu�m os seguiu?
N�o. N�o. Com certeza que n�o. Pelo menos penso que n�o.
Est� bem. Veremos isso.
Dois estranhos!
Para o que est�o parados olhando? Continuem trabalhando!
C�o! Quer que isto queime tudo?
Quantas vezes eu j� disse que n�o se fuma aqui!
Quem s�o voc�s? E de onde v�m?
- Do oeste. - E querem ir para este, sim?
- Sim. - N�o gosto de espertalh�es!
P�ra! Deixa disso, Carter!
Parece que temos visitas importantes!
- � voc� o chefe? - Sim, sou eu.
- N�o gosto de estranhos. O que querem aqui? - �leo.
Querem �leo?
Posso lhes dizer que todo este �leo aqui pertence a mim?
Mas quero s� muito pouco. Aqui para esta minha lamparina.
- E pode atestar. - Est�o brincando?
N�o. J� viajamos h� muito. Queremos comprar aqui provis�es.
N�o podem comprar nada aqui. Mas podemos fazer umas trocas.
- Gosto do seu cavalo. - Sim, eu tamb�m.
Escute vou propor-lhe uma coisa. D�-me o seu cavalo
e em troca recebe provis�es no valor de... 100 d�lares?
- N�o, Sr. Forrester, n�o quero... - Certo, 200 d�lares.
Mas isso inclui a sela e as duas espingardas.
N�o se incomode. N�o vou separar-me do meu cavalo.
300 d�lares pelo seu cavalo e o do seu amigo.
- Com tudo inclu�do. - Desculpe. Est� indo longe demais.
N�o � um bom neg�cio para voc�s?
Ent�o? Kat Forrester consegue sempre o que quer.
Cavalheiros! Tantos contra dois? Isso n�o � justo.
Acalme-se, Kassepool. Por favor. Ent�o...sirva-se.
Cuidado! Para tr�s! Ele � perigoso!
- N�o atire! - Idiota!
Ouviram isso? S� pode ser o Old Shatterhand!
V�? O meu cavalo � muito esperto.
Levem as armas para o armaz�m. E fechem o cavalo no est�bulo.
Quero depois a chave.
Venham!
- O que � que cheira t�o mal? - N�o me cheira a nada.
Acho que este covarde precisa de um novo par de cal�as.
E voc� um novo rosto!
Parem! Para tr�s!
- Eles s�o nossos convidados. - Vamos matar os dois.
N�o. Temos que arranjar um pretexto para isso. S�o brancos, n�o �ndios.
Isso n�o deve ser dif�cil. Daqui j� n�o saem. Amanh� coloque-os com os outros trabalhadores.
Old Shatterhand.
Venha conosco l� para dentro. Tenho que falar com voc�.
Cuidado! � um Ponka! Peguem-no!
Fomos enganados por esse canalha. Forrester est� extraindo petr�leo.
Ele prometeu boas condi��es de trabalho e bom ordenado, mas n�o cumpriu.
� que � um canalha!
Ele tem a concess�o para todo o vale de Nomaha.
- Forrester tem posse de um territ�rio �ndio? - Sim.
Os Ponka deviam ter sa�do de l� mas eles atacam-nos
porque aquelas terras pertencem-lhes. Forrester mandou arrasar a aldeia deles.
Agora estou entendendo tudo.
Forrester � um bandido.
- Quantos s�o voc�s? - 50 homens prontos a atacar.
N�o temos � armas. Forrester tirou-as e trancou-as no armaz�m.
Est� guardado dia e de noite.
Tem pessoas de confian�a entre os condutores?
- S�o todos dos nossos. - Boa. Tentaremos recuperar as armas esta noite.
- Se conseguirmos atacamos esta noite. - Esta noite?
Embora a minha alma seja escocesa compro tr�s destes. Por seguran�a.
Agora sem muito mais a dizer. Ca�ar b�falos � o que vou fazer.
At� a pr�xima. Agora que vai ficar escuro n�o se esque�am de Anke, o duro.
Mas s�o o Merrill, Bob e o Roney!
- Ol�, Bruce! - Merrill, pregaram-nos um valente susto.
- J� est�vamos pensando que... - Faltou pouco. J� estivemos nos Postes.
O major est� muito preocupado com voc�s. Vamos.
- O meu pai est� l� dentro? - Sim, tenente!
Tenente Merrill de volta com dois homens. Um deles est� ferido.
Ainda bem, Tenente Merrill. Mais tarde espero de voc� um relat�rio completo.
Pai! Pai.
Meu filho, fico feliz que tenha voltado para n�s.
- Susan! - Robert... Robert!
- Estava t�o preocupada! - Eu tamb�m tinha saudades, mana.
N�o � preciso berrar, Susan. Finalmente ele j� est� conosco.
Os Assini-boines nos capturaram. E j� est�vamos pensando que seria nosso fim.
- Mas ent�o chegou Winnetou. - O chefe dos Apaches?
A ele devemos a nossa vida. Ele me mandou a voc� com uma boa not�cia.
Winnetou mandou todos os chefes das outras tribos virem falar conosco sobre paz.
Ent�o a miss�o de Schillington teve sucesso.
Escuta, pai. Est� enganado. Pelo contr�rio. Ele s� fomentou mais disc�rdia e �dio.
Winnetou quer negociar conosco na base do correto e da boa vontade.
Voc� � e continua sendo um idealista, filho. Com peles vermelhas � sempre a mesma hist�ria.
N�o te entendo. Porque � que lhes atribui sempre a culpa, pai?
Os �ndios nos pouparam as vidas. Mas umas horas depois tive que ver
como bandidos brancos massacraram uma aldeia ind�gena.
- Quem fez isso? - N�o sei, mas um homem os persegue.
Alto!
- O meu rev�lver. - Sim, chefe.
Venham ajudar!
H� a� trinta rifles e muitas muni��es.
Agora podemos lutar com eles.
Espero que ningu�m tenha visto nada. Tenho um mau pressentimento. Correu tudo bem demais.
As armas t�m que ser distribu�das depressa para todos os trabalhadores. Mas discretamente.
- Clark! - Sim.
- Assim que as armas forem entregues d� o sinal. - Sim, est� bem.
- E o que fa�o eu? - Tem a miss�o de...
- M�os para cima! - Um cavalheiro bate antes de entrar.
Voc� tamb�m!
Mais alto!
Ent�o voc� � o Old Shatterhand. O poderoso her�i.
- O protetor dos �ndios. - E voc� massacrou os Ponkas!
- Ou n�o? - Tem raz�o. Eu encontrei petr�leo aqui.
- Mas eles n�o gostaram disso. - � um mentiroso, Forrester.
- Um mentiroso e um assassino. - Eu fa�o as minhas pr�prias leis.
E uma delas � que aquele que amotinar os trabalhadores contra mim
ser� enforcado. E ele provocou este motim, certo?
- Sim, tem raz�o. - Enforquem-no!
Atirem!
Toma!
Saiam daqui! Vamos!
Para os cavalos!
V�o ao armaz�m. V�o buscar armas e muni��es!
Um Ponka! Matem-no!
- R�pido! Quem tem os explosivos? - Eu! - Atire-os!
- Para tr�s! O fogo vem nesta dire��o! - Vamos! Correu bem!
Agora v�o ter aquilo que mereceram.
- Foi-se tudo! Foi tudo pelos ares. - Foi a �nica maneira de nos livrarmos deles.
Apagamos o fogo e reconstru�mos New Winango!
Kassepool!
Winnetou.
- O que viu o meu irm�o? - Ainda h� muita fuma�a.
Mas Winnetou viu l� muitos homens. Mais do que os dedos de uma m�o.
- O que est�o fazendo l�? - Tentam apagar o fogo.
- Um deles tem um uniforme preto. - Esse deve ser o Forrester.
N�o podemos perd�-los de vista.
Eu fico aqui at� que Winnetou venha com os soldados
N�o! A paz � mais importante. S� quando estiver assegurada � que Forrester ser� castigado.
Agora Winnetou e o seu irm�o devem partir para Forte New Bara.
- Quando partimos? - Temos que ir.
Temos que passar pela aldeia Assini-boines. Eu prometi ao chefe que viajar�amos juntos.
- E o nosso amigo Kassepool? - � tempo de me despedir.
E mil obrigados pela aventura de New Winango. Ter� um lugar de destaque na minha cole��o.
E para onde vai agora?
Se me permite eu fico por aqui vigiando o Forrester.
- Isso � importante. - Eu admiro a sua coragem
mas te desaconselho a fazer isso. Poderia ser a sua �ltima aventura.
Est� bem, como quiser. Ent�o vou para Laramy, l� tamb�m deve haver aventuras.
Est� bem. Mas desvia de New Winango.
N�o se preocupe, senhor. Kassepool agora � um verdadeiro homem do oeste
que conhece todos os truques.
Olhem! Olhem s�! O que � aquilo!
- Olhem s� para este! - Ele tem mesmo pressa!
- Bem-vindo a New Winango! - Eu fico com esse brinquedo!
O que acha que est� fazendo? Vou me queixar ao xerife!
Sil�ncio! Mas que gritaria � essa? Quem � ele?
Tragam aqui o sujeito.
- O que procurava l� em cima? - Morangos. Morangos silvestres.
N�o sei... Acho que o conhe�o de algum lugar? Mas � claro...
esteve aqui com o Old Shatterhand, amotinando os meus trabalhadores.
- Pensei que tinham morrido no fogo. - Infelizmente n�o. Quer dizer gra�as a Deus.
- E onde est� o seu amigo agora? - N�o fa�o id�ia, senhor.
- N�o sabe mesmo? - N�o. - Ent�o tenho pena.
Ent�o fica aqui at� que se lembre.
Amarrem-no a um poste. Pode ser que o sol lhe fa�a bem � cabe�a. Vamos!
L� est� ela... Ribana.
Esta � Ribana.
Assim que voltarmos de New Bare, Winnetou pede ao grande chefe Tasha-Tunge
a sua filha para minha mulher.
Senhor, se me permitir uma observa��o. Acho que � cedo para se preocupar.
O que quer dizer com cedo? Est� dizendo nesta carta:
"O presidente Lincoln pede que se evite nestes pr�ximos tempos"
um novo conflito com os �ndios. Evitar a qualquer pre�o uma guerra com os �ndios" "
Mas como evitamos isso? Ningu�m nos diz como podemos fazer isso.
Ningu�m sabe nos dizer como devemos lidar com o incidente da aldeia Ponka.
Talvez Old Shatterhand possa nos aconselhar.
Acho melhor nos perguntarmos como podemos convencer pessoas que enganamos muitas vezes
- de quer desta vez estamos s�rios. - Isso n�o pode se provar.
Mas � a pura verdade. N�s invadimos estas terras. Elas pertencem aos �ndios.
Eu digo a voc�s que isso s�o contos de fadas. S�o hist�rias antigas que...
aconteceram h� 200 anos atr�s.
Mas ainda hoje acontece. Os �ndios s� se defendem
quando n�s invadimos e os expulsamos das suas terras.
Agrade�o a sua preocupa��o, Old Shatterhand.
Se visse as vitimas do massacre dos Cheyennes em New Ulm, como eu, n�o falaria assim.
Major, eu pensei que estiv�ssemos aqui para encontrarmos solu��es para uma paz duradoura.
Mas � isso que queremos. Eu sou um soldado e s� sigo ordens.
V�m a�!
Durante muito tempo ambas as nossas armas falaram. Agora temos uma boa oportunidade
para fazermos uma paz duradoura.
Fizemos tudo para estarmos preparados para esta grande e hist�rica hora.
Por isso enviamos mensageiros ao Este do pais. E tamb�m de l� vieram as respostas de paz.
O grande pai de Washington fala atrav�s de mim aos seus filhos vermelhos.
Recebemos a mensagem de Winnetou e � com grande felicidade que vemos aqui
quantos grandes e famosos chefes responderam ao seu chamado.
Eu sa�do os valentes guerreiros dos Assini-boines, Manhes, Pony e Chipauas
Osagas, Sioux e Navajos, Chochones, Corvos e Dakota.
Para cada um de voc�s � valida a palavra do grande pai em Washington.
Um chefe Ponka!
Um chefe dos Ponkas.
Agora vai tornar-se mais dif�cil.
A nossa sauda��o dirige-se ao grande pai em Washington. E aos irm�os brancos.
Vamos enterrar o machado de Guerra. A nossa terra � grande e permite
que todos podemos viver nelas, lado a lado, se nos respeitarmos uns aos outros.
Sabemos que em ambos os lados se cometeram injusti�as.
N�s vamos ajudar a minimizar isso. Vamos castigar os culpados.
Quanto valem a vida de 200 guerreiros, mulheres e crian�as da minha aldeia?
Viviam em paz e foram impiedosamente mortos pelos homens brancos.
N�o vale mais ou menos que as vidas dos colonos de New Ulm
que foram assassinados pelos Cheyennes!
Guerra!
Guerra!
Guerra!
Guerra!
Pe�o aos chefes que entendam que isso foi feito nas nossas costas sem nosso conhecimento.
E quem garante aos chefes que isto n�o voltar� a acontecer?
Eu, Old Shatterhand, lhes dou a minha palavra! Assim que a paz entre n�s estiver acertada
eu e o meu irm�o Winnetou vamos atr�s dos bandidos para que eles tenham o seu castigo!
Acreditamos na sua palavra, mas n�o conseguem estar em todo o lado.
Os caras p�lidas do Forte New Bara s�o respons�veis pela lei e ordem.
Chiquiti, Navajo!
Os brancos quebram todas as promessas porque se julgam melhor que n�s. Guerra!
- Guerra! - Guerra!
- Ent�o continuar�o falando apenas as armas. - N�o!
- J� correu muito sangue! - Escutem o que lhes diz um Ponka!
- N�o tememos nenhuma luta ou a morte! - Guerra!
Decidem com grande �dio! N�o foi isso que os nossos pais quiseram!
Vamos aconselhar-nos. Com calma e tranq�ilidade!
Qual � o pre�o que exigem para a paz?
Quem vai mediar isso? Quem de voc�s dar� o primeiro passo?
Eu! Eu digo a voc�s que n�o pode haver mais guerra!
Acreditem que h� muitos entre n�s que pensam da mesma maneira!
Sabemos que entre todos os povos e ra�as h� pessoas boas e pessoas m�s!
- Independentemente da cor. - Cale-se, tenente Merrill!
- Pro�bo-o de continuar conversando. - N�o, pai!
Disseram que nos julgamos melhores que voc�s! Eu digo que isso n�o � verdade!
E quero provar isso.
Deve ser feito uma liga��o entre os nossos povos, atrav�s de Ribana
filha do chefe dos Assini-boines... e eu!
Pe�o a voc�s, me d� Ribana para ser minha mulher.
Tenente Robert Merrill, espero que saiba que ter� que renunciar ao seu cargo.
O que � o meu posto militar perante a paz?
Quando Ribana viver na casa do homem branco, assinaremos a paz!
Winnetou!
- O que aconteceu? - O cora��o de Winnetou est� triste, Ribana.
O seu sol escureceu-se. Vamos at� � tenda.
Ribana ir� saber de tudo l�.
N�o.
N�o, Winnetou. Ningu�m vai nos separar.
Conhe�o um caminho pela montanha que ningu�m mais conhece.
- N�o, Ribana. - Vou buscar o meu cavalo.
- O chefe dos apaches falou com Ribana. - Sim. Ela j� sabe.
Ela sabe que o destino dos Assini-boines e de todas as outras tribos est�o em suas m�os.
Guerra ou Paz. Viver ou morrer.
Obedece ao seu pai.
Kleki-Petra ensinou Winnetou a gostar da paz.
Agora a paz exige uma oferta dele, que deixa o seu cora��o sem alegria.
Winnetou agradece ao seu irm�o. Ele entendeu tudo.
- Ainda h� muito a fazer. - Sim, eu sei. Forrester.
- O que diz? Paz? - Sim, todos falam disso.
O major Merrill esteve tratando disso com chefes �ndios em Forte New Bara.
A melhor parte � que o seu filho... esse tal Tenente Merrill,
ir� casar com a filha de um dos chefes.
Cesar, Carter, quero falar j� com voc�s!
- E com os outros homens tamb�m. - Sim, chefe. O que foi?
Acabei de saber que em forte New Bara houve uma reuni�o de paz com os peles vermelhos.
- Sabem o que isso significa! - Sim, sabemos!
Voluntariamente os �ndios n�o nos dar�o mais nenhuma terra.
E al�m disso os cal�as azuis iriam ter tempo para tratar de n�s.
- Temos que evitar isso de qualquer maneira - Isso mesmo!
Vamos estragar os planos deles todos!
E at� j� sei como. Vamos impedir isso tudo.
Ou�am as palavras do livro dos salmos "Tirou-me o cora��o com os seus olhos"
Me marca como um ferro quente no seu cora��o e no seu bra�o.
porque o amor � forte como a morte e o ci�me � quente como o inferno
"a sua brasa � quente e � uma chama do Senhor. Am�m"
Preparem-se diante de Deus para o pr�ximo passo.
Robert Merrill, aceita Ribana, como sua amada esposa?
Sim, aceito.
E voc�, Ribana, aceita esse homem Robert Merrill, como seu amado esposo?
Sim, aceito.
Pelos poderes conferidos a mim declaro-vos marido e mulher.
A sua uni�o deve servir-nos de exemplo e trazer-nos a t�o aguardada paz. Am�m
O Kassepool est� preso naquele poste. Ele n�o disse que ia para Laramy?
- O Forrester deve t�-lo capturado. - Se o meu irm�o proteger-me
- Winnetou ir� libert�-lo. - Sim, mas...
H� poucos cavalos na cerca e s� um homem como guarda.
Ent�o o Forrester n�o deve estar aqui. E a maioria dos seus homens tamb�m n�o.
Kassepool ir� nos dizer onde podemos encontr�-lo.
Fica bem.
Hei, sabe quanto � que me custou esse chap�u? 6 d�lares!
Isso n�o me interessa. O que interessa � que n�o custe nada a mim.
S� queria dizer com isto que o chap�u � mal empregado nessa cabe�a de melancia!
Espera que j� vou te fazer calar essa boca!
Como � que estamos hoje? Continua apanhando ar fresco?
- Boa noite, sua excel�ncia. - Boa noite, senhor.
6 D�lares!
- O que foi isto? - Onde est� o Joe?
Est�o ali! Ali em cima!
Eu sei onde est� o Forrester. Eu ouvi o plano todo.
Ele foi com quarenta homens ao Greystone Canyon. Ele quer assaltar l� uma caravana de colonos
- E culpar os �ndios. - Temos que avisar essa caravana.
Vamos demorar um dia a chegar ao Greystone, Canyon mas temos que tentar. Venham!
Alto!
- N�o s�o �ndios! - S�o brancos.
Vamos atac�-los!
Nunca conseguir�o sair daqui vivos! Rendam-se j�!
Vamos sair daqui. Depois vai pagar pela morte desses pobres colonos!
Engano! Um dos meus homens j� deve estar chegando a New Bara!
Ele vai chegar l� como �nico sobrevivente da caravana
que ir� dizer como o ataque dos �ndios foi terr�vel! E h� mais tr�s corpos identificados.
Os seus!
Ele � o �nico sobrevivente da caravana, os �ndios devem ter parecido diabos
Diabos vermelhos... os Assini-boines.
O que t�m os Assini-boines?
Eles mataram todos. Ningu�m escapou... est�o todos mortos.
A minha mulher... os meus filhos.
Meu jovem, tem que ser corajoso. Muito corajoso. Passou por muito.
O destino acertou-lhe em cheio. Cuide do bem estar do senhor...
- Como � o seu nome? - Luka, senhor. David Luka.
Cuide que ele repouse e cuide do seu bem-estar.
Ele deve beber para poder esquecer um pouco de tudo.
- Leve-o � tenda dos oficiais para descansar. - Sim, senhor.
- Capit�o Bruce... - Sim, senhor?
Leve j� 20 homens ao Greystone Canyon. Quero que me diga se o que encontrar l�
� aquilo que este senhor est� dizendo.
E se for verdade...a aldeia dos Assini-Boines ser� reduzida a cinzas.
- Alguma pergunta? - Senhor, estou pensando que...
s� temos 22 homens no forte. Dev�amos esperar que o tenente
- Jackson regresse com os homens do treino. - Est� bem.
Vai partir s� hoje � noite.
N�o podemos confiar nesses canalhas vermelhos. Eu j� sabia disso.
Falam de ordem, paz, justi�a e amizade
mas na primeira oportunidade mostram como s�o na verdade.
Mas destas vezes pagamos na mesma moeda. Sem perd�o.
Eu sou um soldado e tenho o meu juramento de sil�ncio. E obedecer ordens.
Voc� sabe que isto pode me custar o pesco�o, mas como seu amigo tive que lhe contar.
- E onde est� esse tal sobrevivente. - Na tenda dos oficiais.
- Mas se o major souber que... - N�o se preocupe, Tom. N�o vou te entregar.
- Nunca esquecerei isto. - Fica bem.
- Ribana! - N�o quebramos a paz. � tudo mentira.
- Aonde vai? - Quero ir at� o meu pai.
Ent�o vamos os dois juntos. Eu tamb�m n�o acredito que ele quebrasse a paz.
Tem que me ajudar, Ribana. Temos que mostrar a verdade a todos.
O que devo fazer?
Dobra a guarda. Se algo se mexer l� fora, d�em logo o alarme.
Embala rifles e muni��es. Leve-as para os cavalos.
Prepare-os para partir e leva um cavalo de carga.
Al�m disso preciso de um mapa da tenda e uma corda forte.
Se algu�m te perguntar alguma coisa diz que vamos partir esta noite para o Rio Nebuloso
para irmos ca�ar. Entretanto vou procurar esse "sobrevivente".
V�m a�!
- Isso � antiquado. Como na idade m�dia. - Uma bala n�o faz nada.
Mas quatro no mesmo lugar... Olha s�!
Ele est� nos atingindo! Para tr�s!
Maldi��o!
J� perdemos dezessete homens, chefe. Dev�amos desistir.
Est� doido? Eles sabem que fomos n�s que atacamos a caravana. N�o podemos deix�-los ir.
S� podemos atac�-los pela frente. E se eles ag�entarem at� chegarem os soldados...
Cale-se. Essas suas lam�rias est�o me deixando doente.
Vamos tratar deles e de uma s� vez. Anda.
Forrester sabe o que est� em jogo. Eles n�o v�o desistir.
Temos que distra�-los. Para ver se conseguimos chegar ao lago.
Um dos mortos ali tem um la�o. Podemos fazer cord�es dele.
- Eles tem 3 rev�lveres e 3 rifles. - O meu irm�o l�-me o pensamento.
Ali dentro pode descansar.
Nenhuma palavra. Fica de barriga para baixo e m�os em cima das costas.
Se gritar, te espeto a faca.
- � uma bela id�ia. - Eles v�o ter uma surpresa.
- Tragam a p�lvora. - Isto � uma bela inven��o.
Vamos, continuem!
Segura isso.
Aqui est� a p�lvora.
Pronto.
- J� est� queimando. - V�o ter uma surpresa.
Agora!
- N�o est�o aqui. S�o tr�s dos nossos. - N�o pode ser.
- Porque est�o parados? O que aconteceu? - Eles j� n�o est�o aqui.
Est�o doidos? Ainda agora dispararam sobre n�s.
H� tr�s dos nossos ali mortos. Ligaram uns cord�es �s espingardas.
- Deixe-me ver. - Red, h� rastros at� o lago.
- Nos enganaram. - Enquanto n�s escond�amos as cabe�as...
- fugiram eles para o lago. - Vamos procurar perto do lago.
Eles n�o est�o aqui. A �gua � claro. J� os dever�amos ter visto. Maldi��o!
N�o podem estar longe. Vai com alguns homens procurar nesta dire��o.
- Eu vou com os outros por ali. - Certo. Rapazes, a cavalo!
Guerreiros dizem que mereceu a morte lenta.
Mas o meu filho diz outra coisa.
Vai ter um julgamento imparcial.
Vamos lev�-lo como ref�m.
Assim que as tendas forem recolhidas, partimos.
Eu sei que n�o � f�cil para o meu filho ficar aqui enquanto n�s procuramos os assassinos.
Mas � f�cil numa luta haver balas perdidas e voc�s devem viver para a paz viver.
Alto!
Mas aquele � o... Old Shatterhand!
Capit�o Bruce. Viemos de Greystone Canyon!
Mas � para onde vamos. Viram a caravana que os Assini-boines massacraram?
N�o foram os �ndios. Foi o Bard Forrester e o seu bando.
- Eu sou testemunha disso. - Eu os levo at� os bandidos.
Winnetou vigie-os. N�o vai deix�-los de ver um �nico momento.
Ent�o vamos. Com que ent�o o Bard Forrester.
- E ent�o? Apanharam-nos? - N�o chefe. Cavalgamos por tr�s horas
e procuramos em todo o lado mas...
- Esses c�es! - E agora?
- Vamos voltar. Precisamos de muni��es. - E os feridos?
Ficam aqui. S� nos iriam atrasar.
Porque est�o parados? Vamos partir! Vamos at� New Winango.
- Os nossos cavalos est�o cansados e... - Eu disse: J� para New Winango.
Os soldados podem estar chegando a qualquer momento. Se n�o tivermos amanh� em Blackroad,
est� tudo acabado!
Um mensageiro disse que Forrester n�o est� em New Winango. Onde est� ele?
Est� bem. Vamos esperar essa raposa na sua toca. Se at� amanh� ele n�o vier voc� morre.
Saiam com as m�os levantadas! Sen�o colocamos fogo em tudo!
J� chega. Temos que continuar. Vamos!
Hei, chefe! Vem ali um cavaleiro!
- Mas � o Luka! - Luka? O que faz aqui? Devia estar no forte.
Correu tudo mal! N�o podem voltar! Os Assini-boines os esperam em New Winango.
Se n�o podemos voltar a New Winango e se vierem � sua procura encontram os nossos rastros.
Assim n�o ter�amos s� os soldados mas tamb�m os �ndios atr�s de n�s.
- E se n�o conseguirem nos encontrar? - O que quer dizer com isso.
S�o 14 dias a cavalo at� � fronteira. E s� temos tr�s horas de avan�o.
- D� para chegar � aldeia dos Assini-Boines. - Est� louco?
- O que ir�amos fazer l�? - Arranjar uns ref�ns.
O filho do major Merrill e Ribana, filha dos chefes dos Assini-boines!
- Repete outra vez. - Quando sa�mos da aldeia o sol estava a oeste.
Ele queimava-me a orelha direita... Podem me ter vendado os olhos
mas sabia que �amos para sul. Da aldeia fui contando todo o caminho. Paramos em 820.
Deve haver um esconderijo por perto. Uma gruta ou algo assim.
Eles est�o de volta!
N�o s�o eles. S�o os bandidos. Mas n�o podem ter nos visto. R�pido para a gruta.
R�pido.
806.
800... a gruta. Aquela deve ser a gruta.
Descobriram a gruta! Podem vir acampar ou ent�o esconder-se aqui! Temos que ir mais para dentro!
Est�o cercados, Merrill! Saia com a sua mulher aqui para fora!
Mas sem armas! Ou ser�o mortos!
- A gruta tem outra sa�da? - H� uma abertura em cima.
Mas as paredes s�o muito lisas. Ningu�m pode subir com elas.
Em frente!
Vamos ficar quietos e em sil�ncio. Talvez passem por n�s sem nos verem.
- Chefe, olhe! - Devem estar aqui. Venham.
Ali est�o eles! Atirem!
Vamos!
Robert! Robert.
Os soldados! Vamos tratar deles!
Deixem-nos aproximar.
Protejam-se!
Carter. Verifica se h� mais alguma sa�da. Vamos!
- Forrester foi mais r�pido que n�s. - Sim, mas Tasha-Tunge sabe o que temos a fazer.
Rendam-se. Forrester! A gruta est� cercada por todos os lados!
Prometemos um julgamento justo se largarem as armas e se renderem!
Cuidado! Vamos sair!
- Merrill e a sua mulher. - Como v�em eu fa�o as exig�ncias.
Exijo livre passe para mim e para os meus homens at� � fronteira do M�xico!
Quero cavalos, muni��es para mil tiros
e mantimentos para 14 dias. Ponham tudo perto do rochedo onde voc�s est�o.
Depois v�o com os soldados para um lugar fora de alcance de tiros! Se fizerem isso
libertarei os ref�ns perto da fronteira! Se n�o o fizerem...
eles � que pagam!
Temos que ganhar tempo. � a �nica coisa que podemos fazer.
Escuta, Forrester! Tem vantagem. Vamos satisfazer as suas exig�ncias.
Mas os nossos cavalos com as provis�es est�o longe daqui.
Precisamos de uma hora para traz�-los at� aqui. Depois t�m o que querem.
De acordo! Mas nem mais um minuto. Se algum de voc�s atirar
os prisioneiros pagam os preju�zos. Guarda com dez homens esta entrada.
V�o j� para as suas posi��es!
Muita aten��o! Ningu�m dispara sem eu dar a ordem.
Leve-os l� para tr�s e amarrem-nos!
Chefe! Procuramos em todo o lado. N�o h� mais nenhuma entrada exceto um buraco
- pequeno no teto. Mas s� com corda... - Quero v�-lo.
- Vamos prend�-los aqui. - Tragam a corda.
Venham comigo.
Aqui.
Ali em cima.
S�o pelo menos 40 p�s de altura. Sem corda n�o se pode sair.
Gostaria de saber se pode ver a abertura do lado de fora.
Voc�s dois ficam aqui. Assim que algo se mexer d�em o alarme.
Sim, chefe.
- O que faremos com os ref�ns ap�s a fronteira? - Matamos eles, � claro.
- N�o tenha medo, Ribana. Nada ir� nos acontecer. - Ribana n�o tem medo. Ela viu Old Shatterhand.
E ouviu tr�s gritos da coruja. Ela sabe que Winnetou tamb�m n�o est� longe.
Nada se mexe l� em baixo.
Quanto tempo ainda falta?
Exatamente 27 minutos.
Ali vem o Tasha-Tunge!
Daquele lado.
N�o sei porque, mas h� algo que n�o me agrada nesta hist�ria.
Mas a mim agrada, entendido?
Quanto tempo mais, chefe?
Acabou agora.
Saiam da�! O tempo acabou!
Escuta, Forrester. O chefe nos disse que os cavalos v�m devagar!
Um est� mancando. Nos d� mais 10 minutos!
Aviso-os! N�o v�o me fazer de idiota! Se os cavalos n�o estiverem aqui em dois minutos
cortamos a l�ngua aos prisioneiros!
- Aquilo n�o � um homem. � um diabo. - Mantenha os soldados preparados.
Antes que a amea�a se concretize atacamos.
41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50.
51, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 58, 59, 60. Acabou o tempo!
Vou mandar trazer os prisioneiros para verem o que lhe vai acontecer.
Traga-os!
O que foi isto?
- Ele est� aqui. Ribana sabia que ele vinha. - Quem est� aqui?
Para tr�s!
Para a Gruta!
Cuidado! Abriguem-se!
- Mas ele est� disparando l� de baixo. - Por isso mesmo.
Obrigado, Winnetou. Temos que encontrar o Forrester.
N�o!
Forrester pertence � vingan�a dos Assini-boines.
Tomem!
Eu sabia. S� com voc� � que temos as grandes aventuras.
- Muito obrigado, Old Shatterhand. - E o que voc� vai fazer agora?
Acho que vou primeiro at� Washington e cuido de arranjar uns chap�us extras.
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