Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
UMA SÉRIE ORIGINAL NETFLIX
EPISÓDIO 9
Oi, Dany.
Encontrou um lugar legal.
Impressionante, né?
Pensar que tudo isso era bosque.
Posso me sentar?
Sim.
Como está tudo em casa, Dany?
Como está a sua mãe?
Bem.
E o Christian,
como está com o seu irmão?
Bem.
Se precisar de qualquer coisa, estou aqui para ajudar.
Eu sei.
Então...
preciso te pedir um favor.
Não posso fazer isso.
Não estou pedindo muito, Dany.
Entra à noite. Já tem as chaves, então seria fácil.
Desculpe, Etienne.
Não posso fazer isso.
Não quero que bata nela.
Só quero que a filme. É fácil.
Só quero assustá-la um pouco.
Não sei, não.
-Preciso pensar. -Certo.
Pense bem nisso.
Não me decepcione, após tudo que fiz por você.
Abri a minha casa, cabeça, meu coração, te contei tudo.
E você...
Você mentiu para mim.
Me desculpe.
Não deveria tomar isso.
Pare de me julgar, Drummer.
Dei o meu melhor.
Dê o fora daqui.
Me deixe em paz.
Amo esta casa.
VENDE-SE
Imagine como vai ficar após as reformas.
Podem abri-la completamente,
derrubar essas duas paredes,
colocar porta dupla e se sentir no próprio jardim.
É ainda melhor que as fotos.
A propriedade já está disponível.
Que ótimo.
O homem se matou, ela vai pra um asilo.
Os filhos estão com pressa.
Talvez sejam flexíveis no preço.
Por que não?
No entanto,
sejam discretos, por favor. Ela ainda não sabe da venda.
Os filhos ainda não contaram.
Podemos?
Olá, senhora.
Por favor, não se levante. Não vamos demorar.
Como eu dizia, tem muito potencial.
Só precisa de uma pintura, móveis novos e será de vocês.
Ótimo, é bem grande.
Tem espaço pro aquário.
-Vou mostrar o segundo andar. -Por favor.
-Obrigado. -De nada.
Tchau.
Devemos ser rápidos. Uma pechincha dessa não durar.
Já receberam uma oferta.
Tudo bem, meu amor?
Marjo?
O que houve?
Não é o que pensa.
Não tive escolha, Marjo.
Marjo...
Excelência.
Inspetor?
Inspetor?
O que faz aqui?
Como não atendeu, dei a volta.
Não deveria estar aqui.
-Podemos conversar? -Não é uma boa hora.
Só um minuto. É importante.
Estava certa.
Estava errado. Dany Bastin é culpado.
Me enganei.
Pronto.
Está feliz agora?
Me deixe em paz.
Dany não é o culpado.
O quê?
O Karim.
Armou para Dany.
POLÍCIA
Uma reviravolta muito grande no caso de du Tilleul.
Um erro da polícia de Bastogne veio à tona.
Provas cruciais da acusação parecem ter sido falsificadas.
Os policiais por trás da armação foram suspensos.
Serão interrogados nas próximas horas.
Enquanto isso,
a juíza acolheu o pedido da defesa
e deu a liberdade condicional
a Dany Bastin.
Mais informações nas próximas edições.
Tudo bem, inspetor?
Achei que ficaria aliviado ao saber.
Não, é que...
estou cansado.
Acho que estou louco.
Sabe,
fiquei com raiva de você.
Muita raiva.
Sei que não foi culpa sua,
mas demorei pra superar a morte do Sébastian.
Muito tempo.
Achei que não fosse dar.
Que fosse enlouquecer.
Então, quando você apareceu do nada no outro dia,
tudo voltou à tona.
A tristeza, a raiva...
Todas as perguntas sem resposta.
Fiquei com raiva por trazer tudo de volta.
Escute, Marjo...
É por isso que não queria ouvir sobre Dany.
Era mais fácil fazer vista grossa.
Mas não é assim que funciona. Sabe disso.
Não podemos fazer isso.
Você me ensinou isso.
A investigação ainda não acabou.
Dany precisa de você.
Yasmina.
Sim?
Posso ir com você?
O quê?
Não quero voltar a Musso.
É difícil demais.
Posso ficar com você?
Sim, claro.
Obrigado.
Dany!
-Oi. -Tudo bem?
Venha, vamos para casa.
Não, mãe.
Não vou.
O quê?
Não quero voltar a Musso.
Vamos logo.
Desculpe, mãe.
Vamos, mãe.
Vamos embora.
Se eu dissesse que saiu às 17h30, não haveria investigação.
Só o teriam prendido.
Ele é inocente, Yoann.
Não, não é inocente e você sabe!
Tirou vantagem de mim.
Saia!
Saia daqui agora!
Yoann.
Liguei pro comitê da polícia.
Tenho uma reunião hoje.
Explicarei o que houve com Clémence.
Preciso contar tudo a eles.
Não.
Não vai fazer isso.
Não agora.
Preciso que me dê cobertura para a investigação.
Se sair, nada vai acontecer.
Não tem escolha, Rudy.
Deve isso ao Dany.
Bom...
sabemos que Bastogne investigou de qualquer jeito.
São os responsáveis.
Em vez de achar o culpado, armaram para Dany.
Perderam tempo, energia
e provas.
Vamos recomeçar a investigação.
Dany pode estar livre, mas ainda é o acusado.
Se quisermos provar que é inocente, precisamos do álibi dele.
É a nossa maior prioridade.
Marjo,
quero que se encarregue disso.
Certo.
Dany Bastin saiu da psicóloga
às 17h30.
Foi até a sentinela,
acima da obra.
SENTINELA
Então,
foi até a casa de Tilleul, onde a encontrou morta na piscina.
Entrou em pânico.
Rapidamente saiu de lá
e voltou à sentinela.
Buscou abrigo lá, já que tem medo de policiais.
Depois foi para casa mais tarde.
17h30 e 23h.
É o intervalo de tempo que interessa.
Marjo, verifique cada passo, de minuto a minuto.
Precisa achar alguém que possa limpar o nome dele.
Um lenhador, alguém caminhando, dirigindo,
qualquer pessoa.
Alguém tem que ter visto Dany Bastin naquele dia.
Certo.
Verelst, quero que investigue quem Tilleul conhecia.
Amigos, inimigos, não temos nada.
Não interrogaram ninguém.
Investigue a todos.
Está bem.
Investigo os Bastin também?
Todo mundo.
Fico com a construção da estrada.
A morte dela foi conveniente pra eles.
Tome.
O que é isso?
As minhas economias.
Só tenho 8 mil euros e são seus.
Por que está me dando?
Falei com a Estrada Ranco de novo.
Os 85 mil são a última oferta deles. Não vão subir mais.
É o que posso dar a mais.
Não sabia que era tão importante para você.
Musso é a minha vida.
Sem a estrada, a cidade não vai sobreviver.
Os negócios dependem dela.
Na própria serraria, 12 serão demitidos sem isso.
Não quero que acabe. Seria difícil.
Certo, fique com a grana.
Diga que podem construir a estrada.
Obrigado, Claudine.
RESTAURANTE
Não é bonito, mas dá pro gasto.
E é um espaço só seu.
Se precisar de algo, me avise. Estou aqui do lado.
Tome.
Yasmina?
Sim?
Obrigado por tudo.
Vou deixar se trocar.
Até mais tarde.
Porra, mãe, as cinzas!
Não pode falar com ele?
Falar do quê?
Não sei.
Mandar seu irmão vir aqui.
Ele não vai vir para casa.
Prefere ficar com aquela puta.
Nem ligo.
Ele que se foda.
Que morra.
-Não é mais meu irmão. -Christian.
Cale a boca.
Quando cheguei, a porta estava aberta.
Tinha sangue no chão.
Segui o rastro.
Eu a vi
boiando na piscina.
Notou algo em particular?
Concentre-se, Dany.
Visualize a cena.
ESTRADA RANCO CONSTRUIREMOS O FUTURO
Olá.
Oi, inspetor.
Como vai?
Bem.
Estão limpando tudo?
Essas coisas são cheias de química.
Tino é alérgico, estamos limpando.
Como podemos ajudar?
Tenho algumas perguntas.
Sabem se a sua irmã recebeu ameaças
ou foi pressionada em relação à estrada?
Como assim, ameaças?
Ligações anônimas, cartas, insultos...
Duvido que todos adorassem que impedisse a construção.
Não foi a primeira vez que minha irmã fez inimigos na cidade.
É claro que a estrada não ajudou em nada.
Criou tensões, alguns insultos...
mas não houve ameaças de morte.
Estamos nas Ardenas, não na Sicília.
Mesmo assim, ela acabou na piscina.
Acho que não tem a ver.
Provavelmente.
Se pensarem em algo, me liguem.
Pode deixar.
Bom dia.
Para você também.
Acha que suspeita de algo?
Não.
Acho que tudo bem.
Dany.
-Tudo bem? -Sim.
Tomei banho quente.
Era o que precisava.
Dany...
Vi o seu caderno.
O que dei para você.
Estava na minha bolsa. Desculpe, talvez não devesse.
Tenho uma dúvida.
Disse que quando chegou à casa,
Tilleul estava morta.
Não é?
É.
Nos seus desenhos da cena, parece que tem alguma outra coisa.
Um movimento,
alguém andando.
Quando chegou à casa,
ainda havia alguém lá, não é?
Viu quem matou Astrid du Tilleul.
A viu sendo morta.
Não vi.
Não me lembro.
Sabe que pode me falar, Dany.
-Quero ajudar. -Não faço ideia.
Não vi nada.
Quem está protegendo?
Dany...
Quem está protegendo?
Não se esqueça das iniciais aqui.
Uma revisão de onde a estrada cruza a propriedade.
A madeira que cortarmos será sua.
Está mencionado no anexo,
no artigo 4.2.
Pode assinar aqui.
PUTA
Está tudo bem?
Sra. Sevrin?
Sra. Sevrin?
Com licença, eu...
preciso tomar um ar.
-O que está fazendo? -Vou ver o que houve.
Claudine.
Está tudo bem?
-O que houve? -Foram eles.
O que quer dizer?
Foram eles que mataram a Astrid.
Do que está falando?
-Viu os envelopes? -Que envelopes?
Os envelopes de papel pardo.
São os mesmos das cartas de ameaça.
Fizeram o vídeo, Etienne.
Ameaçaram a Astrid.
A mataram.
Meu Deus...
Calma, Claudine. Está louca.
Não, foram eles!
Há centenas de envelopes desse tipo.
-Precisamos voltar. -De jeito nenhum.
Não vou voltar lá dentro.
Não assino com assassinos.
Escute aqui, sua idiota.
Essa sua choradeira está me irritando.
Vai assinar essa merda de uma vez por todas.
Caralho.
Você é um deles.
Que ridículo, Claudine!
Vou chamar a polícia.
Contar o que fez.
Vão prender você.
Vai, liga para eles.
Assim conto do punk apodrecendo no seu jardim.
Que punk?
Eu te vi, Claudine.
Vi você e Tino cavando.
Foi um acidente.
Claro que foi.
Agora vamos assinar. Estou esperando.
Alô?
Verelst, é o Yoann.
Preciso que pesquise uma coisa.
-Sim. -Etienne Brunard.
-O prefeito? -Sim.
Pegue tudo que encontrar.
Está armando algo com Claudine e a Ranco.
Não sei o quê, mas é suspeito.
É importante, seja rápido.
Certo, pode deixar.
RESTAURANTE - HOTEL
Alô?
Yoann, sou eu.
Preciso falar com você. Está ocupado?
Não, pode falar.
Desculpe por ontem.
Pelo que fiz.
Sinto muito por aquilo.
Também sinto muito.
Foi um erro procurar você.
Estava cega
e fui egoísta.
Não liguei por isso.
Falei com o Dany.
Acho que viu o assassino.
O quê?
Estava vendo o caderno dele.
Fez uns desenhos da cena do crime.
Em alguns deles, havia uma sombra.
Uma presença.
Acho que sabe quem matou du Tilleul.
Certo.
Perguntei a ele, mas congelou.
O cérebro se recusa a lembrar.
Está protegendo a si e ao assassino.
Acho que é alguém próximo a ele.
Alguém que ele ama.
Deve ser por isso que assumiu tudo.
-Preciso falar com ele. -Claro.
Vamos tentar ir amanhã.
Claro. Quando quiser.
Até amanhã.
17h34. Certo.
Vamos lá, Marjo.
Senhor?
Oi.
É perigoso andar na obra assim.
Desculpe.
Tenho umas perguntas.
O que você quer?
Queria saber se já viu essa pessoa.
Não é o que matou a moça na piscina?
É Dany Bastin. Está sendo investigado.
-Você o conhece? -Não.
O vi aqui algumas vezes,
ali perto do mirante.
O viu na quinta, dia 17?
Não, não estava trabalhando.
-Sabe quem estava aqui? -Não tinha ninguém.
Era 17 de maio, feriado, então ninguém estava aqui.
Nenhum guarda?
O babaca não veio e os pestinhas vandalizaram as máquinas.
Furaram pneus, quebraram 20 janelas,
mas o pior...
são os pintos.
Pintos?
Encontramos as latas ali perto do banco.
Pode dar uma olhada. Ainda estão ali.
Obrigada.
Tome.
Obrigado, Daniel.
Eu que agradeço.
Consegui a grana.
Podemos ir embora agora.
Vamos para longe de Musso.
Longe do meu irmão e dessa merda toda.
O que disse exatamente?
Não me lembro, Tino.
Mas, basicamente, ele matou a Astrid.
Tem certeza?
Absoluta.
Ele é sujeira.
Um crápula.
Matou Astrid por causa da merda da estrada.
Se contarmos, nos denuncia pelo punk.
O que ele sabe?
Tudo, Tino.
Tudo.
Viu e descobriu tudo.
Fodeu pra nós.
Não deveria ter matado o cara.
Foi um acidente, Claudine.
Não quero ser presa, Tino.
Calma.
Prometo que não vai ser presa.
Tem a gente na palma das mãos.
Minha única esperança é que é velho.
Espero que morra logo.
-Verelst? -Inspetor, sou eu.
Estava certo sobre Brunard.
-Precisa muito da estrada. -É?
Comprou 50% da serraria no ano passado.
Se não for construída, ele perde tudo.
Meu Deus.
Não é só isso. Descobri que é muito próximo do Dany.
Acho que é padrinho dele.
-Filho da puta. -Espere, inspetor...
Me deixem sair!
Não têm o direito de me perder.
Vão pagar por isso!
Olha o que tinha na bolsa dele.
Vídeos e cartas ameaçando du Tilleul.
Pra chantageá-la.
Pode ir. Faça-o falar.
Por que estou aqui?
Caras como você são os piores.
Um pouco cansados, desgastados.
Com a barba branca amigável.
Escute, Sr. Peeters,
não sei o que quer de mim, mas sei quem é.
E sei que não é policial.
Não pode me prender nem me interrogar.
Foi conveniente a morte de Tilleul.
O quê?
O defunto nem esfriou e já pegou a terra dela
pra merda da estrada.
Qual é o seu jogo?
Qual é o seu, Brunard?
A estrada não é pra cidade, é para a serraria.
Seus eleitores sabem que comprou 50% da serraria?
-Quero falar com um juiz. -Vai falar.
E em breve.
Quer falar do quê?
Das suas cartas anônimas?
O seu amor pelo cinema?
Não fiz os vídeos.
-Quem foi? -Não fui eu, prometo.
É? Então o que faziam na sua bolsa?
Claudine os encontrou. Foi ela quem me deu.
Quem fez os vídeos?
Eu juro.
Nem sei segurar a câmera.
-Foi isso que pediu a Dany? -O quê?
Pediu para ele fazer os vídeos?
Não!
Botou o garoto para ameaçá-la por você?
Não, não!
Fez o garoto cometer um crime, Brunard!
Matar!
Não, não!
Pedi, sim, para ele filmar a Sra. du Tilleul.
Mas não queria machucá-la.
Só queria assustá-la...
Pela estrada, por Musso!
Seu merda! Estragou a vida do garoto.
Não foi o Dany!
O quê?
Dany não fez os vídeos.
Como assim?
Pedi, mas ele não quis.
Gostava da chefe e não queria fazer mal a ela.
Não fez os vídeos.
Então quem fez?
Não faço ideia!
Juro para você!
Provavelmente quem cortou a garganta dela.
PUTA
Sr. Brunard,
venha assinar o seu depoimento.
Tino.
Não faça isso.
Tino?
Meu Deus, Tino.
O que fez?
Você disse que...
não queria que falasse.
Nunca disse isso.
Meu Deus...
O que faremos agora?
Ia colocá-lo com o Boris.
Meu Deus.
Tino!
Ande logo!
Vamos, rápido.
Vai.
Juro por Deus, Tino.
Eu te amo, Tino.
-Sim? -Oi, Stéphane.
Posso entrar? Tenho algumas perguntas a fazer.
É muito talentoso.
Mas parece que tem um problema com pênis. Estou errada?
Não sei do que se trata.
Não lembra das pichações na obra?
Não.
Ninguém te ensinou a usar o lixo?
Não faço as pichações.
São o Matt e o Ben. Só assisto.
Juro.
Escute,
vou fazer uma pergunta.
Se me disser a verdade,
não vou te encher pela pichação.
Combinado?
Ótimo.
Na quinta, dia 18,
quando estava pichando os tratores,
viu este homem na obra?
Eu o vi.
Mas não quinta.
Não na quinta.
Normalmente fica no mirante, mas não naquela quinta.
Não vimos ninguém o dia todo.
Por isso pichamos os tratores.
Está bem.
Com licença.
Tenho algo pra mostrar.
PUTA
Mão na mesa!
Me solte! Não fui eu!
Me solte! Me solte!
É aqui!
Boa tarde, Dany.
Marjorie Blanchot, polícia de Musso.
Oi.
Posso entrar?
Sim, é claro.
Não vou demorar muito.
Só queria te perguntar sobre o que fez no dia 18.
Refiz os seus passos
e disse que estava no mirante perto da obra.
Sim.
Mas, naquele dia, não tinha ninguém lá.
Certo, por isso não vi ninguém.
Só algumas crianças.
Crianças?
Sim, picharam os tratores.
Não falou isso no seu depoimento.
Não os vi.
Então,
me mostre onde estava.
Não corresponde ao ponto que marquei.
A obra fica aqui e as crianças aqui.
Marquei você aqui.
Teria visto eles.
Precisa me mostrar exatamente onde estava.
Legendas: Gustavo Sobral
Legendei.com
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.