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"COUNTRY TEACHER"

Sabe onde encontro o Diretor?

É você... estava preocupado que mudasse de idéia.

Espera um momento.

Todos para o recreio! Nada de fugir! Eu vejo tudo!

Se apresse!

Sentem-se.

Bem-vindo, Sr. Odehnal.

Ele lhes ensinará ciências naturais.

E lembrem-se, ele tem ensinado para alunos muito inteligentes...

em aulas preparatórias na cidade.

Por favor, colega, a classe é sua.

Meu nome é Petr Odehnal. Juntos estudaremos a natureza.

Gostem ou não, todos somos unidades da natureza.

E por isso temos que tentar compreender a natureza.

Se não a compreendemos...

não poderemos também nos compreender.

Vou lhes mostrar algo que encontrei.

Alguém pode nos dizer o que é?

- Uma lesma. - Não, não, não.

Não é uma lesma, o que é?

Vamos, meninos, quem sabe?

Quem sabe a resposta correta? Como é chamado?

- Terezka? - Uma lesma, o que mais?

Um jardim de lesmas! Ninguém nunca ouviu falar antes?

Ninguém sabe nada! Ninguém se interessa, se preocupa...

Boa sorte, professor!

Realmente não é uma lesma. Nem um jardim de lesmas.

O que é? Apenas a casca, a pequena casa da lesma.

O morador morreu, só restou a natureza morta.

Aqui não há nada vivo.

Mas da casca, podemos estudar a sua vida.

Está tudo impresso aqui.

Nasceu aqui uma estrutura pequena, que cresceu... cresceu.

Parece que passou o seu primeiro inverno aqui.

Aqui, algo aconteceu. Vejam!

Algo quebrou a sua casca, talvez uma pedra, mas ela se recompôs.

Pode-se ver isso perfeitamente aqui.

Vê, a pequena cicatriz?

Ouça, o que realmente está fazendo aqui?

O que acha?

O que podemos lhe oferecer?

Não preciso de nada.

É jovem, livre, ensina na escola preparatória em Praga.

O que está fazendo aqui?

Eu lhe direi: está confuso. Não precisa dizer nada.

Não estou interessado se está ou esteve com algum problema.

Mas se veio para cá, hoje, por sua própria escolha, está louco.

Um idealista. E do ponto de vista educacional não nos oferece nada.

Então... dois mil por mês.

- Está bom? - Certamente.

"Geist und Nature". Espírito e Natureza!

6 meses! Não ficará mais que isso.

Sem luxo, mas para nós é também um investimento.

Desse modo, terá alguma privacidade.

para *ulises*

Tradução/ Legendas *espantalho*

- Desliga isso! - Por quê?

Alguém está dormindo. Jesus, desliga isso!

- Por quê? - Porque alguém está...

Desculpa, se estou atrapalhando...

Está bem, durma. Apenas carregamos algum feno e sairemos.

Até logo!

Deixou cair algo.

Mexa-se!

Comece a jogar.

- Sr. Professor... - Sim.

Por favor, deixe ligada. Desse jeito, fico menos ansiosa.

Me perdoa.

- Posso apagar a luz? - Pode.

- Então, boa noite. - Boa noite. Obrigada.

Tentemos de novo, Marushka. Não iremos desistir.

Vamos prensar isso juntos.

Pode observar aqui. Seu foco está aqui, vê?

- Sr. encontrei algo. - Deixe-me ver.

Isso é musgo. Terá que lavar ou não conseguirá nada.

Sr, consegui! Achei um "urso de água doce"!

- Vamos ver. - Mostre-me.

Acho que encontramos.

Martin, dê uma olhada.

Vê as patas?

- Como um urso. - Também quero ver.

- Está bem. - Aqui tem outro.

- Aqui estão juntos! - Não. Não juntos.

Cada um deles vive sozinho. Não sabem uns dos outros.

Olá, Professor. Suba!

É muito simpático.

- Bom dia. - Bom dia.

- Venha, sente-se aqui. - Obrigado.

Tenho um neto. É seu aniversário em breve.

Ele está louco pelo microscópio. Sabe onde posso conseguir um?

Lhe conseguirei um.

Olá.

Saúde!

Virá ao nosso monte de feno de novo?

- Oh! Eu sinto muito. - Pelo quê?

- Pelo quê? - Mary.

- O que está fazendo comigo? - Nada.

- Por que nem me olha? - Me deixe sozinha!

- Posso ajudar? - Pegue algum feno ali em cima.

Para!

O que se passa com o feno?

Olá... desculpa!

Professor?

Bara?

O que faz aqui?

Jogue um pouco para baixo.

Venha comigo e lhe mostrarei o paraíso.

Não quero ver o seu paraíso.

Posso lhe chamar de Papai?

Você? Precisa ser mantido em rédea curta.

- Fuma, Papai. - Para de me encher!

- Acalme-se! - Quando irá parar de me encher?

- Esfria, papai! - Isso já chega.

O que pensa, seu merdinha?

- Por favor, vá e sente-se.. - Está indo comigo ou não?

- deixe-me sozinha. - Está indo comigo?

- Ao menos está vindo? - Irei contigo.

Não seja estúpido!

Josef, não seja tolo.

Que lata velha!

- Dê a partida! - O que mais?

Agarre com força!

Aceita um trago?

E não seja tão formal comigo.

É engraçado, professor, nos encontrarmos assim.

A oportunidade é a mãe da mudança, como vimos, Bara.

- Já tentou ir mais profundo? - Estamos próximos da rocha.

Meu marido cavou até aqui, não deixaram avançar mais.

Seu marido?

Ele já morreu.

Sinto muito.

Ele era um bonito e jovem homem.

Eu o amei muito.

Mas ele fugiu com outra mulher. Lada ainda era um bebê.

Ela o pôs pra fora porque ele voltou.

Cometi o erro de aceitá-lo de volta.

Mas...

Não pude amá-lo de novo. Não fazia mais sentido.

Ele começou a beber.

Começou a me bater.

Sei que parece cruel, mas quanto o caminhão foi para cima dele...

foi a minha salvação.

Ele estava voltando do bar.

Não para lá. Para o banheiro.

Obrigada.

Trouxe água.

- Está desperdiçando água! - Ela precisou fazer a limpeza.

Amanhã você traz a água.

Abra!

Quer quebrar a porta? Deixe-a entrar.

Venha.

- Pode pegar ali? - Sim.

Posso fazer isso.

Gire-a um pouco.

- Doces sonhos. - Você também.

- Obrigada, boa noite! - Boa noite!

Olá.

- Bom dia. - Estou colhendo cerejas.

Por favor, me passe a cesta.

- Posso ajudar? - Sim, venha.

- Está tocando para a missa? - Não sei.

Acredita em Deus?

Gostaria...

Mas não sei como...

E você, já teve namorada?

Tive uma.

O que houve?

Se casou, está grávida.

Acho que é feliz.

Você parece um homem muito bom.

Por quê?

Por desejar bem a ela.

Nunca pude ser assim.

Nunca o perdoei por ter encontrado outra.

A traição foi grande demais.

Por que deixou a escola de preparação?

Imagine ensinar na mesma escola de sua mãe.

Madame Curie. Entendo. Ela é a mesma em casa?

- Não. Ela é pior. - Jesus, mal posso imaginar isso.

Não foi um erro deixar Praga?

- Na verdade não. - Não poderia ficar sem as pessoas.

Então não somos pessoas?

- Eu disse isso? - É o que pensa.

O que eu penso? Como pode saber o que penso?

- Para você, não somos pessoas. - Deixa pra lá. Já ouvi bastante.

Não penso desse modo.

- Gosto mesmo de você. - Coma!

Estive pensando, não nos damos bem juntos.

Por quê?

Depois, para você, sou mesmo um estúpido.

- Não é verdade. - É sim.

Não nos damos bem, juntos.

Não é verdade.

Bom, já chega!

Pegue!

Tive um avô maravilhoso.

Uma vez, havia uma pedra gigante no quintal dos vizinhos.

Eles queriam construir, mas ela atrapalhava.

Tentaram de tudo: furadeira, britadeira... sem sucesso!

Meu avô não aguentava mais o barulho.

Ele os fez trazer uma cadeira.

Estava meio cego e não andava.

Ele sentiu a pedra com as mãos e perguntou-me o que eu via.

Procuramos pelas nervuras.

Para mim, aquela pedra era uma montanha.

Ele a examinou por longo tempo depois pegou um formão...

bateu firme e aquela pedra imensa se partiu em duas.

Foi a coisa mais bonita que já vi.

Veja como cheira bem!

- É verdade. - É do último verão.

Você também cheira bem.

Desculpa, esqueci. Sou uma mulher velha.

Vem lanchar?

- Acho que vou em casa. - Certo.

Quer um pouco de café?

Sim, obrigado.

Olá.

Ouça.

Não podemos dar aulas na mesma escola.

Tenho uma proposta. Você fica e eu saio.

Não faz sentido.

Por que sempre foge de tudo?

Quis ser um cientista, e fugiu.

Quis dar aulas em uma boa escola e fugiu.

Fugindo. Está sempre fugindo de tudo.

- Olá, Papai. - Olá.

- Estão te tratando bem? - Sim.

Estou satisfeito.

Satisfeito? Que ele esteja destruindo a sua vida?

É a vida dele. Ele é um adulto. Lembre-se disso, querida.

Adoro a sua habilidade para desfrutar da sua própria mediocridade.

Nossa mediocridade não pode influenciar nas coisas dele.

Obrigado.

Chamou Alena?

Está casada, Mamãe. Não quero interferir.

Ainda não entendi porque vocês terminaram.

Se entendiam um ao outro tão bem!

Sou um homossexual, Mamãe.

Mas...

uma pessoa inteligente...

ainda pode ter uma relação de qualidade.

Alena precisa de um homem simples, não eu.

Sexo não é tudo. Ela entenderia.

Já contou a ela alguma vez?

Contei a ela. E todas as coisas belas entre nós se acabaram.

Não podemos contar isso a Papai.

Ele sabe, Mamãe.

Ele fala disso três vezes ao dia. Não posso suportar mais isso.

- Me dê um. - Não deveria fumar.

Tem um namorado?

Não.

Não pode ficar sozinho. A solidão é terrível!

Mamãe está certa.

Vlasta...

Lhe trouxe algo.

- Olá. - Olá, obrigada.

- Como está? - Bem, bem...

Vem aí um vento e haverá miséria.

E o que disse Sybil?

Inverno seguirá inverno. Os caminhos não se cruzarão.

E os homens não se entenderão um ao outro.

- Não se preocupe, estarei bem. - Eu sei o que sei.

Olá.

Tenho um favor a pedir.

Pode ajudar o meu garoto nos estudos?

Não sei se terei muita utilidade.

Mas certamente, se ele quiser.

Fui uma estudante pobre também. Ele tem por onde puxar...

Quer leite? Peguei uma garrafa.

Sim.

- Aqui. - Obrigado.

O que está ouvindo?

Muito triste!

- Quer me explicar? - Sim.

Por favor, pode desligar?

Estamos tentando ajudá-lo.

- Pode prestar atenção? - Assim não vale!

- Me dê isso aqui. - Não darei.

Não irei dar a você.

Vá estudar!

Eu peço desculpas.

É a vida média da abelha operária, por outro lado.

Elas não são macho nem fêmea.

Elas não têm gênero daí não podem se reproduzir.

Estão ali apenas para trabalhar.

O que sabemos é que a rainha secreta substâncias químicas...

que suprimem a energia sexual das operárias

e elas não se confundem e trabalham para ela

Com licença. Olá!

Sou o inspetor escolar e estou aqui para observar.

Por favor, continue... com o seu trabalho.

Continue, professor, como se não estivesse aqui.

Mas podemos olhar para isso de outro modo...

podemos dizer que uma abelha operária...

só existe para servir a rainha.

A abelha operária não é uma perdedora...

Elas... lutam para...

Pode explicar de algum modo?

O que tudo isso significa? Estou esperando.

Para com isso!

Deixe-me ir.

Por que veio aqui?

Estou com saudades!

Desculpa, está tudo acabado.

Café ou chá?

Peter, não suporto ficar sem você.

Olá, Peter, tem algum café?

- Claro. - Tudo está demais, hoje!

Muito obrigada.

Eles sabem de você, aqui?

Não.

Isso faria um inferno de sua vida?

Acho que sim.

Então terá uma doce vida, Sr. Professor.

- É o bastante, obrigado. - De nada.

Quer um?

Não, obrigado.

- Tem alguém aqui? - Não.

É duro encontrar alguém, não é?

- Não estou procurando. - Não acredito em você.

Quero ficar sozinho, já lhe disse. Para mim é a única solução.

Solução para quê?

Desculpa. Esqueci que é um rapaz espiritual.

Precisa estar sozinho com a divina ordem da natureza.

Para com isso.

- Transar sozinho, também? - Você é nojento.

Isso não me incomoda. Sou um homem...

Não entendo porque estamos juntos e eu não posso te tocar.

Não te amo.

Nunca me apaixonei por você. Não funciona.

Tudo foi um engano.

Pode me perdoar?

Claro, já o perdoei.

Então, vamos transar. Não precisa falar de amor.

Para mim não faz sentido sem amor.

Boa noite.

Saudações, Professor. Estamos felizes porque veio.

Dei ao garoto o microscópio.

- E ele gostou? - Claro, mas já está entediado.

As crianças de hoje têm de tudo e nada as interessa.

Nós não tínhamos nada, mas sempre era alguma coisa,

que fosse uma brincadeira com um patinho na lagoa.

- Não pode imaginar. - Que bonito!

Senhores, um pouco da cada coisa. Estou aqui com Peter.

Crianças, suspendam os beijos!

À beleza da vida!

- Prometeu não... - Um não atrapalha.

Me prometeu.

- Deixe-me sozinha. - Vamos, foi só um.

- Então, até! - Saúde!

Olá.

Droga, tudo vazio aqui!

Vou dar um jeito nisso.

Esse é meu amigo. Veio me visitar.

Olá. Sou George mas todos me chamam Mihi.

Mary.

Já não nos vimos antes?

Não sei... onde?

Não sei também. Trabalha na justiça?

Não. Não fale comigo tão formal.

- Claro, desculpa. - Olá.

Aonde eu a vi? Trabalha com notícias?

Não. Eu cuido de vacas.

- Se nos conhecemos foi daqui. - Quão grande é o seu rebanho?

- Grande. - Grande?

Com quem estaria me confundindo? Eles ficam "altos", aqui?

- Podemos? - Não eu.

- O que é isso? - Fumo holandês, vai tentar?

- Então vamos. - Você vem?

- É seu amigo? - Sim.

Se conhecem há muito?

Moços, os drinques.

Você também.

- Mary, é um encontro amigável. - Dá um tempo!

Está sozinha, estou sozinho. O que faremos? - Nada.

- O que se passa? - Foi o suficiente...

- Divirta-se. - Aguenta aí. Está indo?

Sim.

- Boa noite. - Boa noite.

Noite...

Quando era garoto, torrava lesma.

Quando a casca quebrava sabíamos que era hora de comer.

Que desagradável! E que sabor tem?

- Como frango. - Comi minhoca quando criança.

Nunca fiz isso.

Comi crianças pequenas.

Costumava ser mais divertido.

Hey, acham que animais têm almas?

- Por que não poderiam? - Que tipo uma minhoca teria?

- Pequena, provavelmente. - Pequena, grande... eis o mistério!

Não queria ser uma minhoca.

Eu queria. Escavaria a terra e só voltaria quando quisesse.

Pena que não seja. Os idiotas que nos tornamos estão inúteis.

- Espera. - O quê?

- Atrás do rapas? - E o que estou fazendo?

Deixe-o sozinho.

Filho da puta, está apaixonado!

Hey, não tenha medo , Petey.

Seja feliz, ainda é jovem.

- Por que não dançamos? - Não é para mim.

- É um idiota - Eu sou.

É jovem. Um homem deveria dançar quando pode.

Senhores, à beleza da vida!

O que está mesmo fazendo aqui?

Só venho nos fins de semana. Minha avó mora aqui.

- O que faz? - Eu? Trabalho com pessoas.

- Como? - Caço cérebros no Leste.

- Que tipo de cérebros? - Os capazes.

- Isso é interessante. - Tento entender as pessoas.

Se quer arranjar alguém precisa conhecer o seu mapa,

achar o seu ponto fraco. Todos têm um.

Tem que perceber isso.

É um bonito e duro trabalho, mas gosto dele.

Encontrou a minha fraqueza?

- Você é capaz? - Eu sou.

Excelente! É um começo excelente.

Quero fazer Faculdade de Direito.

Ótima escolha. Há muitas oportunidades para advogados.

Advogados só roubam das pessoas.

Por que roubariam? Isso é outra coisa, certo?

Advogados são todos iguais. Roubam de pessoas simples!

Está falando merda! Conhece algum advogado?

Não e não me interessa...

Você é um perdedor!

Hey, crianças, já chega. Posso merecer essa dança?

- Sim. - Com licença.

Corra atrás dela.

Por favor, vá!

- Estamos indo para casa. - Não vou a lugar algum.

- Eu disse vamos para casa! - Deixe-me aqui!

O que está fazendo, cara? É assim que trata as garotas?

- O quê? - O que está fazendo? Calma!

Me solta!

Vá com ele, por favor!

De jeito nenhum.

Peter, venha dançar!

Venha, dança comigo.

E sabe o que mais? Pode me chamar de Milena.

- Peter. - Prazer em conhecer.

O que acha de nossa festa?

Estou realmente aproveitando.

Tem comida aqui.

Venha.

Temos que ficar quietos.

Quieto! Ela está dormindo. Apaga. Está me ouvindo?

Deixei cair o balde.

- Um chapéu pra você! - Você é demente?

Fique quieto.

Temos que ficar quietos.

O que está fazendo?

Desculpa... Destruí a TV.

É melhor ir dormir.

- Desculpa, Peter. - Saia de perto de mim!

Vamos fazer a três! Isso te faz excitado?

Vá se foder!

Deixe-me entrar, é minha cama.

Deixe-a sozinha, entendeu?

Vou dormir contigo, então.

Quieta.

Ela está aí?

Não vá lá dentro.

Me ouviu?

Deixe-me ir!

Deixe-me ir!

Vlasta?

Vlasta, ainda está dormindo?

Vlasta?

- O que há? - Saia já daqui.

- O quê? - Caia fora daqui. Acorda.

- Não é o que parece. - Não me importa.

Vai começar?

O que se passa?

O que é?

Até.

O que houve aqui?

Me diga o que aconteceu aqui.

Vlasta está morta.

- Que confusão é essa, cara? - Saia da minha frente!

Então, espera!

- Aqui está cavalheiro. - Obrigado.

- Olá. - Olá, Professor.

- Outra cerveja. - Pague tudo e vá pra casa.

- Uma cerveja ou algo para comer? - Um cerveja.

Calma, rapaz!

- Me dê uma cerveja. - Pague e vá embora.

- Me dê uma cerveja! - Não grite. Caia fora!

- Fecha a sua buceta! - O que disse?

- Fecha a sua buceta! - Caia fora desse bar.

- Você mostrou a ele. - É o bastante para esse merda!

- Pagarei para ele. - Tudo?

- Outra cerveja? - Não, obrigado.

O que há?

Tentei falar com ela. Desligou na minha cara.

Sinto muito sobre o que aconteceu.

Não se preocupe, ela voltará.

Não voltará.

Tem que aprender a acreditar em si mesmo.

Está certo. Mas já está feito!

Tente gostar mais de si mesmo.

Isso não funciona. Não há razão.

Comam tudo, meninas.

Não está com fome?

Olá. Posso entrar?

Olá.

Olá.

- O que precisa? - Poderia me ajudar?

Claro!

Sente-se aqui.

- Gostaria de chá ou... - Não, obrigado.

- Vamos ver. - Compreendo Pitágoras,

mas não sei como se aplica a isso.

Espera.

Vamos escrever aqui em baixo.

R- quadrada igual (R menos V)- quadrada...

mais U-quadrado...

Agora, tente... O parênteses primeiro.

R-quadrada igual...

R menos V...

times R menos V...

- O que falta? - Mais U-quadrado.

Agora multiplica o parênteses. R-quadrada é...

R-quadrada é... R-quadrada...

menos RV...

menos RV...

menos...

V vezes... menos V igual...

Negativo vezes negativo nos dá...

- Mais. - Então negativo V vezes negativo V...

- Positivo V-quadrado! - Excelente.

- É parte de um engenho? - Algo bem pequeno.

Um pequeno engenho?

- Um relógio. - Realmente?

O que é?

Eu não sei.

Olá, Betty. Boa garota.

É o primeiro dela?

A cabeça está inchada. Tem que vir pra fora.

Agarre em suas patas. 10cm acima.

Empurre, Betty!

Mary, a vaca está parindo.

Mary, levanta. A vaca está parindo.

- O quê? - A vaca está parindo.

Vamos.

Queria assisti-la?

Eu não a via daquele jeito há muito tempo.

Ela me lembrou Papai.

Tenho essa cicatriz por causa dele.

O que aconteceu?

Quando ele começou a bater em Mamãe de novo,

agarrei uma cadeira... e o acertei na cabeça.

- Quantos anos tinha? - Não sei bem... 8 ou 9.

Eles sempre brigaram.

O pior foi quando Mamãe também começou a beber.

Ela se tornou muito asquerosa. Papai tentou ser melhor então.

Eu os odiava.

Fique bem calmo, sem pânico. Você sabe a matéria.

Sei que irá passar. Até.

Olá.

Como foi?

Eu passei!

Estou tão feliz, sabe o quanto? Você é um ótimo garoto.

- Obrigado. - Sente-se um pouco.

Tenho trabalho a fazer. Obrigada.

Sente-se conosco. Não vá. Fique um pouco, Mary.

Estou indo, até mais.

- Vou ligar para ela. - O quê?

- Vou ligar para Bara. - Dedos cruzados.

Você é uma boa influência para o garoto.

O garoto precisa de um pai como você.

Bebam, rapazes, bebam!

Uma batida!

E então?

Ela está na Alemanha com seu colega. Só vim dizer olá para você.

Me dê uma também.

Mais uma.

Estou indo depois dela. Onde aquela merda mora?

Vá pra casa. E por favor, se cuida!

Isso é tolice.

- Está bem? - Vou achar aquela merda...

Que estúpido!

Hey, está bem?

- Onde aquela merda mora? - Não importa.

- Onde? - Longe... deixa!

- Onde? - Deixe estar. O que faz?

OK?

- Onde ela mora? - Em um salão!

- Que tipo de salão? - Esqueça disso.

- Aqui tem uma toalha limpa. - Obrigado.

Pode vestir isso.

Sentem-se.

Vim me desculpar. Pelo que aconteceu.

Vá embora!

Vá.

Pode me desculpar, por favor?

Foda-se!

Ouviu?

Defenda-se!

O que está acontecendo? Deixe-o.

O que houve?

- Eu o violentei. - O que quer dizer?

Pode me perdoar, por favor?

Saia fora daqui!

O que houve?

- O que houve? - Não quero falar disso.

O que ele te fez?

O que ele te fez?

Ele me tocou.

Como ele o tocou?

- Onde ele o tocou? - No meu pau.

Olá.

Desculpa, foi muito repentino, mas sabe, o tempo é curto.

Achei um lugar pra você. Não é barato mas ao lado da escola.

Suas coisas estão ali... é só dar uma última checada.

Deixe... tudo aqui.

Pode explicar porque deixou hoje a escola?

Sinto muito. Não me sinto bem. Posso me ausentar por uns dias?

- Foi ao médico? - Não.

Me faça o favor de ir ao médico.

- Meu deus! O que faz aí? - O que há, querida?

- Por que contratou esse idiota? - Ele me disse para fazer isso.

Não compreendo, o que há de errado aqui?

Tudo. Deixei claro que os azulejos ficariam separados.

Então preste atenção ao que deveria estar fazendo.

Combinamos que os azulejos não seriam tocados.

Vamos, meninas!

Levanta! Acorda!

Acorda seu merda!

Isso é tudo o que sabe fazer, covarde?

Tente outra vez.

Bom...

Vamos.

Não durma. Vamos.

- O que ele faz aqui? - Ele tentou se matar.

Quero ele fora daqui!

Pode me ajudar com ele?

Vá! Saia daqui, viado!

Deixe-o por aí! Ele não pode se defender.

Já se esqueceu do que ele fez comigo?

- Quer que o deixe morrer? - Sim.

Gostaria de ver esse viado maldito morto.

- Aonde está indo? - Estou partindo.

O jantar é às 8 horas.

Vamos!

Levante-se!

Até. O que faz aqui?

- Quero falar com Bara. - Bara não está aqui.

O que é que há, cara?

Ache ela.

Entra e confira se ela está ou não. Vamos!

Pode olhar onde desejar. Ali é o banheiro... Bara!

Ali é o quarto... sinta-se em casa.

- Onde ela está então? - Ela voltou para casa em Praga.

Não acredito em você.

Veja, se pensou que dormi com ela, está enganado, certo?

Sou gay, entendeu?

Está com fome?

- Não, não estou. - Espera.

Espera. Coma alguma coisa. Eu o levarei à estação, depois.

Você pode ir para ela, certo?

Problema?

Aqui. Espera.

- Pegue. - Obrigado.

Mande meus cumprimentos.

Até mais.

- Espera por mim no carro? - Claro.

Olá.

O que faz por aqui?

Posso ficar em sua casa por dois dias?

É impossível.

Apenas poucos dias. Quero achar um trabalho.

Por quê?

Quero estar contigo.

Vá pra casa, Lada.

Você não pertence a esse lugar!

Não posso existir sem você.

Volta pra casa, por favor.

Acha que essa pedra diminuirá a sua carga?

Bara ligou. Lada foi vê-la.

Onde está ele?

Eu não sei.

Por que não me disse que preferia rapazes?

Estava... com medo.

Medo? De quê?

Que perderia vocês dois.

Esse é um grupo funcional do primeiro dos derivados halogenados.

Escreverei abaixo a estenografia. CH2X. Esse é o grupo.

O primeiro e completo derivado halogenado é o RCH2X.

Isso significa que esse carbono sustenta um radical, um halogênio...

e pode-se racionar a quantidade de hidrogênio.

Olá.

Com licença, poderia falar com Bara Panek?.

Por favor.

- Sabe onde está Lada? - Ainda não voltou para casa?

- Não. - Por que o procura?

- O que está acontecendo? - Então... Até mais.

Mamãe, posso voltar para casa?

Pode explicar, por favor, o que está acontecendo?

Não posso mais dar aulas.

Eu não entendi. Eu não entendo você.

Lada!

Novidades?

O mundo é um grande lugar.

E você, como está?

Estou voltando para Praga. Encontrarei um trabalho...

Tudo certo.

Entra.

- Bom dia. - Colega, vamos, entre.

Então, o que decidiu?

- Posso ficar? - É claro.

Como um excelente professor é um troféu para a escola.

- Bom dia. - Pode começar imediatamente.

- Olá, Peter. - Olá.

Preciso saber se não aborrece vocês eu ser homossexual?

Bem, hoje é...

algo oficialmente reconhecido, não é?

Sim.

Nós reconhecemos uma lesma porque se parece com uma lesma.

Mas olhem para essas cascas. Todas são parecidas,

mas se olhar com atenção verá diferenças em cada uma.

A Natureza produz apenas originais. Todos nós temos a nossa diferença.

Diversidade é às vezes uma armadilha e outras um presente.

Depende do que fazemos com ela.

Imagine que terrível se fôssemos todos os mesmos!

Imagine se fôssemos todos como eu.

Ou como Spejla aqui.

- Ou como Strouhal! - Ou como Soucek!

Ou como nosso diretor.

Então acho que deveria sair de novo.

Espera. Lada.

Estou feliz que esteja em casa.

- O que houve contigo? - Ele está morando aqui?

Sim.

Estão se ajeitando um com o outro?

- Então está com mulheres também? - Não se preocupe, estou indo embora.

Por favor, entre.

Está com fome?

- O que está acontecendo entre vocês? - Nada.

Então, o que ele faz aqui?

Todos precisamos de alguém!

E você precisa de mim.

Queria que soubesse disso.

Mary, ela começou a parir.

Lada...

por favor...

Por favor, o perdoe.

Precisa perdoá-lo.

Por outro modo, esse sentimento ruim irá nos corroer para sempre.

Sabe o que penso?

Lada.

Por favor.

- Espera. - Agarre, certo?

Boa menina!

Puxe!

Agora, com vontade!

Bom, bom...

Está quase!

Venha aqui.

Meu pequenino, você é tão fofinho!

especialmente para http://www.glsportugal.com

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