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Arquivo 82, cobaia n�12.
Agente Ricardo Dicker interrogando.
Diga seu nome, por favor.
Toninho. Toninho Rodrigues.
- Conte-me sobre o incidente. - Bem, tem essa garota...
na minha sala. Eu a vi na pista de corrida.
- Voc� � a Violeta, n�o �? - Sou eu.
Eu meio que conhecia ela, mas ela mudou, ficou gata.
Ficou mais confiante, legal. Convidei-a para ver um filme.
- Na sexta-feira? - Sexta-feira.
E eu fui ver a corrida.
N�o muito depois, essa coisa aconteceu no estacionamento.
Eu sou o Escavador!
Estou sempre abaixo de voc�s, mas ningu�m est� acima de mim!
Como se j� n�o fosse estranho, eu olho e vejo essas botas.
- Voc�s ficam aqui. - Devemos fazer isso?
- Ainda � ilegal. - Pareciam super-her�is.
- Vamos perd�-lo! - Tudo bem.
Um de voc�s mant�m a multid�o segura.
O outro cuida de Zez�.
- Achei que �amos... - Voc� ouviu sua m�e!
Me jogue para cima.
- Eu cuido do per�metro! - Voc� n�o vai a lugar nenhum!
Vejo minha chance de sair dali,
mas tem algo familiar na voz de um dos filhos.
A garota ficou chateada, tirou a m�scara e...
E era ela!
Toninho! Oi. N�o � o que voc� pensa.
Foi t�o louco que eu corri.
Me sinto um pouco mal.
Talvez eu devesse ter dito "oi" ou algo assim.
N�o � culpa dela super-her�is serem ilegais.
N�o que eu n�o goste de garotas fortes, sou seguro.
Masculinidade... O qu�? O que � isso?
Contou isso a mais algu�m? A seus pais?
N�o, n�o tive coragem.
- Voc� me entende? - Claro, garoto.
Gosto dessa garota, sr. Dicker. Vou sair com ela na sexta-feira.
Agora as coisas s� v�o ficar... esquisitas.
Eu queria poder esquecer que a vi naquele traje.
Voc� vai, garoto. Voc� vai.
OS INCR�VEIS 2
Vamos.
Considere-se... esmagado!
Escavador, nos reencontramos...
Droga! Agora ele foi sugado!
Incr�vel, conhe�a a britadeira!
Tchauzinho.
N�o!
Pessoal, afaste-se, tudo bem? Afaste-se!
Voc� n�o vai me deixar de bab�.
N�o consigo mov�-lo ou par�-lo e o Escavador fugiu!
Deixe-me parar... Beto, o monotrilho!
Gelado, isso!
Precisamos parar isso antes que chegue na ponte!
Vou tentar manter longe dos pr�dios!
Senhora!
Muito obrigada, jovenzinho.
Violeta!
Parem! Todos, parem!
- Pense r�pido, pai! - Flecha!
Violeta, quem est� com Zez�?
- Flecha! - Violeta, fique com ele!
- Est� indo para a Prefeitura! - Mam�e precisa de ajuda!
Est�o em p�blico de novo! � nossa chance. Siga-os!
Beto, me ajude com a caldeira!
Isso deve funcionar.
O que est�o fazendo? Saiam daqui!
- Isso vai explodir! - N�o d� tempo!
Conseguimos!
- Parados, super-her�is! - O que n�s fizemos?
Com licen�a. Senhor... Gelado.
Desculpe, mas eu n�o deveria estar aqui.
O que parece errado. N�o � mesmo?
N�o estaria interessado em mudar esta lei?
Super-her�is, incluindo Gelado, Sr. Incr�vel e a Mulher-El�stica
causaram danos � cidade. O Escavador segue desaparecido.
- N�o come�amos a briga! - Tamb�m n�o acabaram!
- Impediram mais destrui��o? - N�o.
- Impediram o roubo de bancos? - N�o.
- Pegaram o Escavador? - N�o!
Os bancos tinham seguro.
T�nhamos como lidar com esses assuntos.
Se n�o tivessem feito nada,
tudo estaria acontecendo da maneira correta.
Preferiria que n�o tiv�ssemos feito nada?
Sem d�vida!
- Voc� n�o ajudou muito. - Quer sair do buraco?
Ent�o primeiro largue a p�.
Isso foi p�ssimo.
Pai, essa provavelmente n�o � a melhor hora
para te contar isso, mas outra coisa aconteceu hoje.
Com um garoto... e a minha m�scara.
Ricardo...
Violeta acha que um amigo dela, Toninho,
viu-a usando o traje, s� que sem a m�scara.
- Ele � tagarela? - N�o sei.
- Sobrenome Rodrigues. - Toninho Rodrigues.
Irei checar.
Beto, Helena, preciso falar com voc�s.
- O programa ir� fechar. - O qu�?
Pol�ticos n�o entendem pessoas que fazem o bem
s� porque � certo. Deixa-os nervosos.
Est�o atr�s dos her�is por anos.
Hoje foi tudo de que precisavam.
Hoje... acabou para mim.
Duas semanas em um hotel � tudo o que posso fazer.
- N�o � muito. - J� fez o bastante, Rick.
N�o esqueceremos.
Foi uma honra trabalhar com pessoas boas como voc�s.
Obrigado por tudo. E boa sorte.
Para voc�s tamb�m.
Lavou as m�os?
Com sab�o?
Voc� secou?
O qu�? S� vegetais? Quem pediu s� vegetais?
Eu pedi. S�o saud�veis e voc� vai comer tudo.
- Vamos conversar? - Sobre o qu�?
- O elefante na sala. - Que elefante?
- Acho que n�o. - Est� falando de hoje?
Sim! Qual o problema com hoje?
Todos cometemos erros. Por exemplo,
voc�s deveriam ter cuidado de Zez�.
Ser bab� enquanto voc�s faziam as coisas importantes.
Conversamos sobre isso. Voc� n�o tem idade para decidir.
Temos idade para ajudar! N�o � o que sempre diz, pai?
Sim, mas ajudar significa muitas coisas.
Devemos ajudar se houver problemas.
- Sim... - N�o est� feliz que ajudamos?
- Eu sei... - Disse que estava orgulhoso!
- Eu estava... estou! - Queremos lutar contra vil�es!
N�o, n�o querem.
Voc� falou que tudo seria diferente.
E foram, na ilha.
Mas n�o quis dizer que de agora...
Ent�o quer que voltemos a n�o usar nossos poderes?
- Define quem eu sou. - N�o estamos dizendo...
- O qu�? - Algu�m na TV disse isso.
Podemos apenas jantar? Enquanto a comida est� quente?
Fizemos algo de errado?
- Sim. - N�o. N�o fizemos nada errado.
Super-her�is s�o ilegais! Justo ou n�o, � a lei.
A lei deveria ser justa. O que estamos os ensinando?
- A respeitar a lei! - Mesmo que seja desrespeitosa?
Se as leis s�o injustas, existem leis para mud�-las.
- Sen�o vira um caos! - Que � o que temos!
- Isso tudo foi at� que legal. - O que foi?
Lutar contra o crime como uma fam�lia.
Foi legal.
Mas acabou. O mundo � assim.
- Precisamos nos adaptar. - As coisas est�o ruins?
Est� tudo bem.
Ent�o com licen�a.
Quanto tempo vamos ficar no hotel, pai?
N�o muito, querida.
- O que iremos fazer? - Eu n�o sei.
- Talvez Ricardo... - Ricardo n�o ajudar�, Beto.
A ideia de voltarmos a ser super-her�is � fantasia.
- Um de n�s precisa trabalhar. - Um de n�s?
Trabalhou por um bom tempo com seguro...
Eu me sentia horr�vel.
Sei que foi dif�cil, talvez seja a minha vez no setor privado.
- E voc� cuida das crian�as. - N�o, eu consigo.
Preciso fazer isso.
Sabe onde o meu terno e gravata est�o?
Queimaram quando invadiram a nossa casa.
N�o podemos contar com mais ningu�m, Beto.
Apenas n�s. N�o podemos esperar por...
N�o precisam se assustar. Podem ficar frios.
Para onde foi hoje? Percebi que perdeu a divers�o.
N�o fique bravo por eu saber quando ir embora.
Tamb�m sou ilegal. E outra, sabia que seriam soltos.
- Beto at� tentou. - Pois �.
Ouvi que o programa foi cancelado.
At� quando v�o ficar no hotel?
- Duas semanas. - A oferta ainda est� de p�.
� muita generosidade, mas estamos em cinco.
- N�o far�amos isso com Mel. - A porta est� sempre aberta.
Nem todas as not�cias s�o ruins.
Enquanto estavam detidos,
fui abordado por um cara que representa esse magnata.
- Winston Deavor. - Ele quer conversar comigo
e com voc�s sobre coisas de her�is.
Ele � leg�timo, falei com Ricardo. Quer nos conhecer.
Mais encrenca de super-her�is.
Acabamos de sair da delegacia, L�cio.
- Quando? - Hoje. Estou indo agora.
Divirta-se, j� chega para a gente.
- Ele quer n�s tr�s. - Querida,
vamos ouvir o que ele tem para dizer.
J� sabem o endere�o. Encontro voc�s l�.
- Vamos uniformizados? - Sim.
Usem os trajes antigos. Ele curte uma nostalgia.
Aonde est�o indo?
O ar fresco est� muito bom hoje.
- E se Zez� acordar? - Eu sei o que fazer.
Crach�s de seguran�a. Por favor, por aqui.
- Voc� � meu maior f�. - Bom saber.
N�o, eu sou seu... maior f�. Merda.
Eu amo super-her�is!
Os poderes, os trajes, as dificuldades mitol�gicas!
Winston Deavor, podem me chamar de Winn.
� um prazer conhec�-los. Gelado!
- Mulher-El�stica! - Prazer conhec�-lo.
- Sr. Incr�vel! - Ol�.
Sr. Incr�vel, Incr�vel, Incr�vel.
- Usando os punhos! - Usando os punhos!
Sempre frio, n�o importa onde,
quando as chances de sobreviver s�o quase zero,
Gelado, Gelado!
- Gelado! - Gelado!
Nem imaginam o quanto isso � emocionante. E essa �...
Ol�, super-her�is. Desculpem-me.
Essa � a minha irm�, Evelyn.
J� estou me acusando, ent�o voc� n�o precisa.
Espetacular.
Meu pai estaria t�o orgulhoso por eu estar
remotamente conectado com voc�s.
Ele os chamava de a �ltima linha de defesa.
Ele foi seu maior apoiador.
Ele doou para as causas dos super-her�is,
arrecadou dinheiro para a est�tua do D�namo.
Conheceu muitos super pessoalmente, criou um telefone
com linha direta para Olho Lazer e Fironic em emerg�ncias.
Ele os amava. Exibia-os para todo mundo.
Ele ficou arrasado quando tiveram que se esconder.
Nosso pai acreditava que o mundo seria mais perigoso sem voc�s.
E ele estava certo, ficou mesmo.
Houve uma invas�o.
Meu pai ligou para Olhos Lazer.
Na linha direta, mas n�o houve resposta.
Ele ligou para Fironic, tamb�m sem resposta.
Super-her�is haviam sido ilegalizados.
Os ladr�es o descobriram no telefone e...
atiraram nele.
- Deve ter sido dif�cil. - Especialmente para mam�e.
Ela morreu alguns meses depois.
- Cora��o partido. - Se super-her�is
n�o tivessem que se esconder, isso n�o teria acontecido.
Ou poderiam ter ido se esconder no quarto do p�nico.
Discordo, mas n�o vou discutir sobre isso agora.
O ponto � que ningu�m esperava
que ser�amos capazes de comandar a empresa de meu pai.
Com Evelyn como designer e eu como operador,
nos dedicamos a construir a Devtech como � hoje:
a melhor empresa de telecomunica��o do mundo.
Maior do que nunca. Na perfeita posi��o
para consertar algumas coisas erradas.
Por isso, a reuni�o.
Deixem-me perguntar.
Qual a principal raz�o de terem que se esconder?
- Ignor�ncia. - Perspectiva.
Hoje, por exemplo, com o Escavador.
Situa��o dif�cil, tiveram que fazer decis�es dif�ceis.
- Nem me fale. - N�o posso.
Porque eu n�o vi. Nem mais ningu�m.
Quando voc�s lutam contra vil�es como hoje,
as pessoas n�o veem a luta ou como aconteceu.
Eles veem o que pol�ticos querem que vejam.
Eles veem destrui��o e veem voc�s.
Se quisermos mudar a perspectiva das pessoas sobre super-her�is,
precisamos que compartilhem sua perspectiva com o mundo.
- Como? - Com c�meras.
Compartilhem sua perspectiva com o mundo.
Como?
Colocaremos c�meras min�sculas nos trajes de voc�s.
� t�o pequena! E a imagem � �tima.
Obrigada, eu mesma que fiz.
Temos recursos, marketing, conex�es mundiais.
E, muito importante, seguro.
- Seguro � a chave. - Tudo que precisamos
s�o os super-her�is, que s�o voc�s.
Vamos l�! Ajudem-me a legalizar os super-her�is!
Parece incr�vel! Vamos nessa. Qual a minha primeira miss�o?
Esse entusiasmo � importante. Atenha-se a ele.
Para o primeiro ato, Mulher-El�stica ser� escolhida.
Melhor do que eu?
Digo, ela � boa. Ela � muito dedicada ao...
Voc� sabe.
Com respeito, vamos evitar a ideia "o seguro pagar� tudo"
logo de primeira, tudo bem?
Espere a�. O que est� dizendo? Eu sou atrapalhado?
Evelyn calculou sua efic�cia
nos �ltimos 5 anos de luta ao crime,
antes de se esconder.
Os dados da Mulher-El�stica se explicam.
Essa compara��o n�o � justa!
Problemas pesados requerem uma solu��o pesada.
Claro, resolveremos todo tipo de problema juntos.
Ap�s um lan�amento perfeito com a Mulher-El�stica.
- Ent�o, o que voc� diz? - O que eu digo?
Eu n�o sei.
Como assim voc� n�o sabe?
H� algumas horas disse que n�o seria mais uma hero�na.
Recebeu a oportunidade da vida e n�o sabe?
N�o � t�o simples, Beto. Quero proteger as crian�as!
- Eu tamb�m. - Da pris�o, Beto!
Como vai proteg�-los? Recusando a chance
de mudar a lei que os for�a a esconder quem s�o?
Ainda n�o decidiram quem s�o. S�o crian�as!
Crian�as com poderes, o que os torna especiais,
queiram usar ou n�o os poderes.
- Isso os beneficiar�. - N�o � bom eu me afastar.
Flecha tem dificuldade na escola.
Violeta est� preocupada com o encontro com Toninho.
- E Zez�... - Zez�? O que tem de errado?
N�o h� nada errado com Zez�.
Mas at� um beb� normal precisa de muita aten��o.
- Quero ter certeza se posso ir. - Claro que pode, voc� precisa.
Para que eu... n�s possamos ser super-her�is de novo
e nossas crian�as possam fazer uma escolha.
- Para que voc� possa escolher. - Certo, tudo bem.
Para que eu fa�a a escolha!
E eu faria um �timo trabalho!
N�o importa o que os dados digam!
Mas eles querem voc�.
E voc� faz um �timo trabalho...
tamb�m.
Isso foi doloroso de ver.
N�o vou mentir, � bom ser necess�ria.
- Faz bem ao ego, sabe? - Qual a escolha?
Um, fazer isso direito, sermos pagos, sair do hotel
e as coisas melhoram para todos, inclusive nossos filhos.
Ou dois, encontro um trabalho ou ficamos sem teto.
Isso � loucura, n�o �?
Para ajudar a fam�lia, partirei e quebrarei a lei.
- Voc� se sair� bem! - Eu sei.
- Mas o que farei? Temos filhos! - Eu cuido deles, ser� f�cil.
F�cil? Voc� � uma gracinha.
Se houver um problema, largo tudo e volto.
N�o ir� precisar, deixe comigo. Pode fazer esse trabalho.
Fa�a para que eu possa fazer melhor.
- Deavor. - � a Mulher-El�stica. Eu topo!
Sr. Deavor, isso � incr�vel! Mas � muita generosidade.
� o m�nimo que podemos fazer, somos parceiros agora.
N�o posso deix�-los viver em um hotel.
Casa de quem? � uma casa?
� uma das minhas casas, mas n�o a uso.
Fiquem o quanto precisarem.
- N�o sei o que dizer. - Que tal agradecer?
Esta � nossa nova casa?
Calma, ela n�o nos pertence.
- � mais ou menos. - Olhe esse lugar.
Deavor comprou de um bilion�rio exc�ntrico
que gostava de entrar e sair sem ser visto,
ent�o a casa tem muitas sa�das secretas.
Ser� bom para n�s, j� que n�o queremos
- atrair aten��o desnecess�ria. - Tem um jardim grand�o!
- Isso n�o � muito? - E uma floresta!
- Preferiria ficar no hotel? - E uma piscina!
O que exatamente � o novo trabalho da m�e?
O importante � que sa�mos do hotel.
Gostei do novo trabalho da mam�e!
Olhe s� essa cachoeira!
Irado!
- Flecha, pare! - Pare com isso!
Pare com esse controle!
Essa n�o sou eu...
O que � isso? Esta roupa � toda escura e apertada.
Sou a Mulher-El�stica! Sou flex�vel.
- Eve que fez? - N�o.
Foi um cara chamado Alexander Galvak.
Que bom que � voc� e n�o eu, Evelyn vai ficar furiosa.
- Essa anota��o veio junto. - O qu�?
MULHER-EL�STICA, H� UM ACESS�RIO NA GARAGEM
- Minha nossa, � a Elastimoto! - Elastimoto?
- N�o sabia que teve moto. - J� tive moicano.
Tem muita coisa que voc� n�o sabe sobre mim.
- Voc� teve um moicano? - Voc� n�o perdeu nada.
- Cara! Essa � el�trica! - O que isso quer dizer?
Que � perigosa. Eu vou pegar o jeito.
- Vai se sair bem! - Vou mesmo, e voc� tamb�m.
- N�s dois vamos. - Tchau, querido.
- � a Mulher-El�stica! - � ela mesmo!
Voc� arrasa, Mulher-El�stica!
L� vem a Mulher-El�stica!
Pare com isso, sen�o eu vou embora.
Olhe s�, Nova Urbem.
Quer combater o crime causando impacto?
V� para onde o crime domina.
- Estranho animar-se com isso. - � a divers�o dos super-her�is!
Sem bombas de a��car comigo por perto.
- Cad� a m�e? - Foi trabalhar.
Ela tem que trabalhar sendo hero�na.
Pensei que super-her�is ainda eram ilegais.
- Eles s�o, por enquanto. - Ela trabalha ilegalmente.
Ela n�o est�... Ela � defensora de super-her�is.
- � um novo trabalho. - Mam�e est� l� fora ilegalmente
para explicar por que n�o deveria ser ilegal?
O �nibus chegou! Peguem suas coisas!
Andem, saiam daqui!
Coloque a tarefa na sua mochila.
At� mais!
Vamos nos dar super bem
porque voc� n�o faz perguntas dif�ceis.
Aten��o, unidades, precisamos fazer...
� estranho esperar pelo crime.
Relaxe, voc� est� na pior
�rea criminosa da cidade. � perfeito!
- � a divers�o dos... - Dos super-her�is, certo.
Depois de nos escondermos, meu marido costumava
ouvir policiais, esperando algo acontecer.
Eu ficava louca com ele por isso.
Como sou hip�crita.
- Todas as unidades. - Aconteceu algo!
Inaugura��o da linha de trem, o prefeito est� no local.
Perturba��o ou amea�a?
Ambos. Esta��o da 54� e Nottingham.
Um poss�vel crime! Perfeito! V� para a esta��o!
Vi, quero voc� aqui at� 22h30.
- 23h? - Na verdade, falei 21h30...
- T� bom, 22h30. - Aproveite o filme.
Na cidade da Cochil�ndia, todos os duendes dormiram
e todos os anjinhos lindos roncavam.
Controle na horizontal.
Controle na vertical.
NOVA Matem�tica PARA A VIDA
N�o � assim que se deve fazer, pai. Querem que fa�amos...
N�o sei desse jeito! Por que mudam a Matem�tica?
- Tudo bem, pai... - Matem�tica n�o muda!
- Vou esperar minha m�e voltar. - O qu�?
Voc� acha que ela sabe mais do que eu?
Por toda a Nanal�ndia
eles v�o dormir, porque n�o aguentam mais.
Por toda a Nanal�ndia, j� est�o nanando.
Eles n�o conseguem se manter acordados...
Como eu dizia, todo mundo na Nanal�ndia j� est� nanando!
Todos est�o nanando porque n�o aguentam mais.
Prefeitos sempre se gabam de suas cidades.
N�o sou uma exce��o.
A pol�cia n�o se importa mesmo?
Claro. � at� mais f�cil para eles.
N�o nos perdoaram pela �ltima vez que facilitamos.
Conhe�o o chefe de pol�cia. N�o h� problema.
Como todo respeito, se s� voc�
tivesse enfrentado o Escavador, teria sido diferente.
S� estou falando.
Lan�amento do novo trem magn�tico.
Ele pode te levar aonde voc� precisa ir
a uma velocidade incr�vel.
O futuro est� aqui!
Esperem. O trem parou.
Est� indo na dire��o errada.
Est� indo para o lado errado!
Vou atr�s dele.
� muito r�pido, est� a 160km/h! Quanto tem de trilho?
Cerca de 40km.
Ningu�m consegue parar essa coisa?
Tentaram. N�o funcionou.
� a Mulher-El�stica?
- Fa�am parar! - O sistema est� bloqueado!
- N�o tem sistema de seguran�a? - N�o h� tempo!
Tem algu�m ligando. Deve ser ajuda!
Oi, m�e. N�o acho meu t�nis e nem o papai.
- Ele n�o queria ligar. - N�o ligue para sua m�e!
Flecha, n�o posso falar. Olhe debaixo da cama.
- Quanto tempo mais? - Dois minutos.
H� um atalho. Vire logo � frente.
N�o sei se consigo acompanh�-lo!
Todos est�o bem? Algu�m machucado?
Voc� est� bem?
� bom que sua hist�ria seja boa!
O que houve?
BEM-VINDA DE NOVO, MULHER-EL�STICA
HIPNOTIZADOR
- Querida, o que voc�... - N�o diga nada.
� o papai. Como voc� est�?
Estou bem. N�o quero falar sobre isso.
Toninho nem te ligou?
- N�o quero falar sobre isso! - Querida...
Pai! Se quer que eu me sinta melhor,
me deixe em paz. Por favor.
Vamos para casa.
M�os para o alto! � um assalto!
Coloque as m�os atr�s da cabe�a!
N�o se mexa!
Largue isso e fique ali.
Vigie a porta!
Agora!
- Eu disse agora! - Consegui!
Vamos!
N�o, n�o, n�o!
N�o!
N�o.
N�o, n�o, n�o.
N�o!
Voc� tem poderes!
Beb�! E n�o teve nenhum arranh�o!
Atravessou a porta trancada com seus poderes.
Pode se multiplicar como coelhos e atravessar qualquer coisa.
Meu Deus!
- Al�. - Oi, querido.
- N�o ia me ligar? - O qu�?
N�o. Quero dizer, sim.
S� n�o queria te acordar.
Uma coisa esquisit�ssima aconteceu no quintal.
Estava indo dormir?
N�o, n�o. � que Zez�...
Acidentou-se. Eu sabia! Estou voltando!
N�o, n�o. Nada de acidentes! Fique e finalize a miss�o.
Voc� nunca deveria... O qu�?
N�o acha que consigo?
Desculpe. Falei errado. Precisa que eu volte?
N�o! N�o. Eu cuido disso. Tudo est� �timo.
O que aconteceu com Zez�?
- Nada. Ele � excelente. - Que bom.
Como foi o encontro de Violeta? Era hoje � noite, certo?
Sim, era. Tudo legal e bem.
- E Zez� dormiu sem problemas? - Sim, sem problemas.
- Flecha fez o dever de casa? - Tudo feito.
As coisas n�o enlouqueceram quando dei as costas?
Por incr�vel que pare�a, nada saiu do controle.
E voc�?
Salvei um trem antes de bater!
Foi t�o bom!
O prefeito foi l� para inaugura��o...
A Mulher-El�stica correu atr�s do trem e ativou...
Ele discursou, cortou o la�o, mas o trem andou para tr�s!
O lan�amento do novo trem...
- O novo trem... - A Mulher-El�stica...
- Ela conseguiu... - Mulher-El�stica...
Nenhuma v�tima!
E da� fui atr�s dele. Querido, foi incr�vel!
Que demais, querida!
E na sua primeira noite. Eu me orgulho de voc�!
- S�rio. - Eu que me orgulho de voc�.
Sei que quer sair por a� e logo poder�.
Voc� ser� incr�vel.
Eu n�o teria feito isso sem sua ajuda por a�.
- Obrigada por cuidar de tudo. - Sim, querida.
Eu te amo, querido. Logo estarei de volta.
- Bons sonhos. - Bons sonhos, querida.
Sim, pai. Est� tudo bem. Vou esperar a mam�e voltar.
Como se eu n�o soubesse.
Entendo de Matem�tica.
Espere a mam�e!
Sou t�o ruim assim?
N�o tenho culpa se mudaram a Matem�tica.
Vamos, amig�o.
Acho que entendi sua mat�ria.
Ainda d� tempo de estudar antes da sua prova.
Primeiro coloque todos n�meros sozinhos...
Ent�o o mais vira menos e o menos vira mais.
Conseguiu? Boa, garoto!
- Ol�. - Mudei de casa.
Escrevi meu novo endere�o no seu arm�rio
com tinta permanente.
- Ent�o era isso? - Voc� esqueceu?
Esqueci o qu�?
Que engra�ado.
Adoro gracinhas.
Foi por causa da roupa estranha?
Tem um motivo! Eu fa�o teatro.
Eles querem fazer Shakespeare, mas querem algo infantil.
Ent�o me vesti de hero�na, crian�as adoram.
Falei para vestir uma coisa e queriam que eu vestisse outra.
Eu te conhe�o?
Muitos dizem que seu discurso � cr�tico.
Ambas as partes querem o melhor para o povo.
Estamos muito perto de atingir a paz na regi�o.
Faz tempo que n�o fa�o isso.
Isso � bom. Esse trem foi bom para n�s.
� s� ir l�, ser voc� mesma e vender sua imagem.
Sr� Mulher-El�stica? Est�o te esperando.
Estique as pernas.
- � a embaixadora! - E voc� � a Mulher-El�stica!
Por isso estou apertando sua m�o.
Foi triste ter que viver escondida.
Estou feliz em v�-la de volta no seu uniforme brilhante.
Significa muito vindo de voc�.
- Boa sorte no discurso. - Por aqui.
E que voc� restaure a paz.
Irei restaurar quando voc� vencer o mal.
Tr�s, dois...
H� 15 anos os super-her�is v�m se escondendo
for�ados por uma sociedade que n�o mais os apoiava.
Mas em breve isso mudar�
devido a um movimento para traz�-los de volta.
Aqui, logo ap�s salvar um trem fora de controle,
e exibindo um novo visual, est� a hero�na Mulher-El�stica.
- Bem-vinda. - Ol�, Chad.
- Sua popularidade aumentou. - � verdade. Aumentou.
- Ol�. - Ol�?
Est� prestando aten��o?
- Sim, Chad. - � claro que estou.
Estou aparecendo na sua tela. Lendo palavras de outra tela.
H� telas por todo lado. Voc� � controlado por telas.
E telas s�o controladas por mim.
O Hipnotizador!
Estou controlando esta transmiss�o
e este �ncora pat�tico que est�o vendo.
- O que houve? - Roubaram o sinal.
- Vou checar. - N�o olhe para as telas.
Posso controlar o helic�ptero da embaixadora enquanto voa.
N�o �, Mulher-El�stica?
Preciso de uma janela!
- Onde fica a mais pr�xima? - Ali!
- O que houve? - Cad� a Mulher-El�stica?
Qual desses?
Mulher-El�stica, o que faz aqui?
A embaixadora est� em perigo. Onde ela est�? Cuidado!
Siga-os e aproxime-se.
Parem de voar e pousem em seguran�a.
Abaixe isso! � a Mulher-El�stica.
Fique sentada, senhora!
Estamos sendo atacados! R�pido, proteja a embaixadora!
- Abra a porta! - Fa�a o que ela disse!
Sabem nadar?
- Sim! - N�o!
Teremos que pular. Segure firme!
- A senhora est� bem? - Perfeitamente bem.
Garotos s�o uma droga e her�is tamb�m.
Bom dia!
Bastou eu vestir aquilo uma vez
e ele fingiu que me esqueceu.
Ele est� se protegendo.
Ele te viu, � melhor mesmo ele esquecer.
E para voc� tamb�m.
Nem sei quantas mem�rias Dicker precisou apagar...
sempre que algu�m descobria nossa identidade.
Ent�o foi Dicker! Voc� contou de Toninho!
- Querida... - Fez apagar as mem�rias dele!
Odeio super-her�is e renuncio a eles!
Renuncio a eles!
� adolesc�ncia que ela tem?
Um novo relat�rio mostra que quando se trata de decis�es,
confiamos mais em macacos do que no congresso.
O que est� havendo, Tommy? � um protesto?
Vieram para dar apoio.
Apoio? Para apoiar o qu�?
Para apoiar voc�.
Obrigada por virem. Ol�.
Meu Deus. Muito obrigada.
Ol�. O que est� escrito na placa?
O HIPNOTIZADOR CONTINUA SOLTO
Mas que surpresa!
Decidiu retornar as liga��es sobre os super-her�is.
Depois eu ligo de volta. Espere sentada.
Pegue todas as liga��es.
Est� dando certo! A embaixadora discursou sobre super-her�is.
Parece salvar algu�m e cai muito bem.
Quem adivinharia? Est�o me ligando do mundo todo.
Sua aprova��o na m�dia subiu 72%.
A legaliza��o dos her�is agora � um movimento global.
Tenho grandes planos adiante.
Faremos uma confer�ncia no mar.
Usarei o navio para reunir l�deres e her�is do mundo...
Que bom. Fico feliz.
Fico feliz com o apoio, pela embaixadora ser pr�-her�is.
Fico feliz por voc� estar feliz.
J� entendi, mas n�o � o que est� parecendo.
Porque eu n�o o peguei. O Hipnotizador ainda est� livre.
Eu joguei o jogo dele e ganhei a partida.
Ele vai querer mais. Enquanto puder jogar, ele vence.
Aproveite seus momentos, aprendi isso com os neg�cios.
N�o acontecem sempre. O que quer ler em sua l�pide?
- "Ela se preocupava muito"? - Certo, chega de conversa.
Mostre para ela.
- Mulher-El�stica, � voc�! - Ol�!
Eu... Se recomponha, Karen!
Oi, meu nome de hero�na � Void.
Eu gostaria de agradec�-la por existir.
E eu... eu s�... Est� bem.
Isso � o que consigo fazer.
- Pois �. - Impressionante.
� muito interdimensional.
Eu me sentia exclu�da antes.
Mas agora, com voc� sendo como �,
eu me sinto...
feliz por ser eu.
Eu os trouxe de todo lugar. Eles estavam escondidos.
Eles t�m poderes e pseud�nimos pr�prios.
Eu sou Screech, prazer.
Sempre a considerei como padr�o de hero�na.
Obrigada, voc� � muito gentil.
- Eu me chamo Brick. - Prazer em conhec�-lo.
- De onde voc� �? - Winsconsin.
Sou a Mulher-El�stica, imagino que seu poder seja...
Destruir coisas com eletricidade.
Eletrificar, impressionar, essas coisas.
Meu nome � Refluxo.
Doen�a ou superpoder, voc� decide.
� uma brincadeira que eu fa�o.
- Sou um f�. - Imagina, Refluxo, adorei.
Sim, impressionante. Continue praticando.
Estou exausto. Meus parab�ns, grande dia.
- Boa noite, mo�as. At� amanh�. - Boa noite.
Deve ser bom ser o destaque depois de tanto tempo.
- Destaque? - Passou muito tempo sem atuar.
E sempre ficou na sombra do Sr. Incr�vel.
- Eu discordo. - N�o � que voc� fosse ruim.
Voc� n�o �. E � uma estrela!
Mas agora o palco � todo seu. As pessoas prestam aten��o.
Porque o mundo � machista.
E o seu mundo? Seu irm�o comanda a empresa.
N�o quero o trabalho dele. Eu invento, ele vende.
Me diga, qual de n�s � mais importante?
Qual resposta voc� quer? A sincera ou a c�nica?
- C�nica. - Vender � mais importante.
O melhor vendedor tem mais compradores.
N�o importa o que vende, apenas o que as pessoas compram.
Verdade. Se eu descobrisse a origem do universo,
meu irm�o encontraria um jeito de vender como... massageador.
Ent�o, e a resposta sincera?
Diria para voc� fazer sua presen�a.
N�o espere por permiss�o, se imponha.
- Imponha sua vontade. - Parece meu irm�o.
- O qu�? - Falou como ele.
Ele n�o est� errado. Causar rea��o � uma arte.
- Sei como peg�-lo! - Meu irm�o?
N�o! O Hipnotizador!
Com sua tecnologia! Algo que rastreie um sinal.
Que horas termina e leva no aeroporto?
- Aeroporto? - Preciso sair da cidade.
- Terei tudo at� as 5h. - Preciso aparecer na TV. Chad!
Meu irm�o pode arranjar uma exclusiva para esta noite.
- Fa�o por telefone! - Faremos todos verem!
- Nos livramos do Hipnotizador! - Esta noite no Chad!
- Dicker. - E a�, cara?
Lembra do garoto que falei, Toninho Rodrigues?
Apaguei a mem�ria dele, garoto legal.
Voc� tamb�m apagou o encontro dele com minha filha.
Na verdade, voc� apagou minha filha.
- Pode acontecer, Beto. - Ricardo, precisa me ajudar.
Violeta odeia a mim, voc� e super-her�is.
Preciso corrigir isso. O que sabe sobre Toninho?
N�o muito. Parece um bom garoto.
Popular, gosta de esportes, m�sica.
Os pais s�o donos do Bom de Boca.
- Ele trabalha l�, meio turno. - Bom de Boca?
BOM DE BOCA
Por que atravessamos a cidade para vir ao Bom de Boca?
Queremos uma mesa por ali, perto das plantas.
Perto das plantas � legal, n�o �?
Esse Bom de Boca n�o parece bom.
- Nada de bom. - Meia Boca.
Achei que a Vi quisesse dar um tempo no fast-food.
- Eu gosto de fast-food. - Teremos que comer vegetais?
Dietas balanceadas t�m vegetais, voc� tem que se acostumar.
Boa noite, pessoal.
Que nojo!
- Ela est� bem? - Est� bem?
Estou bem!
- Est� tudo bem. - Ela nunca faz essas coisas.
- Gostaria de �gua, senhor? - Sim, eu gostaria.
Esta � minha filha. Deve conhec�-la.
- Ol�. Ol�, Violeta. - Violeta.
- Vamos l�, cumprimente... - N�o for�a, pai!
- Sou Flecha, irm�o mais novo. - Ol�.
Muito boa essa �gua, refrescante. � mineral?
N�o sei, senhor. Deve ser da torneira.
- � boa. - �tima torneira.
Prazer em conhec�-los.
- Aonde ela foi? - Ficar brava em outro lugar?
Boa noite. Agora, uma entrevista remota com a Mulher-El�stica.
Como voc� est�, Chad? Est� bem?
Estou bem, os m�dicos me avaliaram.
Eu n�o me lembro de nada.
� muito estranho ver uma grava��o sua
e n�o me lembrar de absolutamente nada.
Ningu�m precisa se preocupar, tomamos todos os cuidados hoje.
- Onde voc� est� agora? - Em um caso.
Em uma localiza��o segura e secreta.
Quero falar sobre voc�, como salvou o trem desgovernado.
Temos um v�deo exclusivo e original da sua superc�mera.
Est� indo muito r�pido!
Est� a 160km/h! Quanto tem de trilho?
Cerca de 40km.
Interrompemos a transmiss�o para um an�ncio importante.
- Caramba, ela acertou. - Veremos se vai funcionar.
- N�o percam seu tempo. - Peguei voc�!
Mulher-El�stica n�o salvou o dia.
Ela apenas adiou a derrota.
Enquanto isso, voc�s ficam comendo
e a veem cuidar de coisas das quais voc�s t�m pregui�a.
Super-her�is fazem parte do est�pido desejo
de trocar experi�ncias pr�prias por simula��es.
Voc�s n�o conversam, assistem a entrevistas.
Voc�s n�o jogam, assistem aos outros jogarem.
Viagens, relacionamentos, riscos.
Cada experi�ncia significante precisa ser empacotada
e entregue para voc�s assistirem de longe.
Para voc�s permanecem abrigados.
Sempre passivos.
Transformados em consumidores
que n�o se d�o ao trabalho de sair do sof�.
Incapazes de participar da vida.
Querem super-her�is para proteg�-los.
E tornam-se impotentes no processo.
Acham que eles est�o cuidando de voc�s?
Que est�o servindo a voc�s?
Que est�o sendo defendidos?
O sistema continua roubando voc�s
enquanto voc�s assistem.
V�o em frente, mandem seus her�is me pegarem.
Peguem seus aperitivos, vejam o que acontece nas telas.
Voc�s n�o est�o mais no controle.
Eu estou.
Achou alguma coisa?
Desculpe!
- O que aconteceu? - Voc� destruiu minha evid�ncia!
O que est� havendo? O que eu fiz?
- O que fizeram comigo? - Isso mesmo, culpe o sistema.
Seu rastreador foi �timo, Evelyn.
- Voc� � genial. - Imagina.
Sou s� o g�nio por tr�s do g�nio.
Pai, estamos vendo fra��es,
"deciminais" e porcentagens.
- Eu n�o entendo! - J� n�o estudamos?
Estudamos, agora estamos vendo fra��es,
- porcentagens e "deciminais"! - Decimais.
O Incrim�vel, este supercarro,
antes dirigido pelo super-her�i Sr. Incr�vel.
S�o coisas que a gente compra quando j� tem de tudo.
- Disseram que era irrepar�vel. - Estava em perfeitas condi��es.
- Voc� dirigia aquilo? - Disseram que foi destru�do.
Ele n�o estava destru�do,
o carro apareceu em leil�o particular.
Eles disseram que estava... Esse carro � meu!
Por que tem isso na sala?
O carro tem v�rias fun��es. Poderia demonstrar?
Adoraria, mas n�o descobrimos como fazer funcionar.
Voc� que fez isso?
O que est� fazendo? Isso n�o � brinquedo!
- � um lan�ador de foguetes! - Caramba!
- Qual bot�o lan�a o foguete? - O carro n�o � seu!
- N�o � seu tamb�m! - Acho que �, � o Incrim�vel!
- Por que est� com ele? - N�o deveria.
Lance o foguete! Lance!
N�o vou lan�ar nada! Acha que quero o cara rico
vindo atr�s de mim agora, quando tento n�o...
distrair a sua m�e?
O cara rico comprou o meu carro...
Ent�o n�o vai roubar de volta seu carro do cara rico?
Que coisa � aquela?
- Zez� tem poderes? - Bem, ele tem...
- Voc� sabia disso? - Sabia.
- E n�o contou? - N�o sei.
Somos seus filhos! Precisamos saber essas coisas!
- Contou � mam�e? - N�o.
- Por que n�o? - Sua m�e est� ocupada...
- Por que n�o contou? - Porque n�o quis...
- O qu�? - Porque n�o � hora...
- Por qu�? - N�o � legal!
Porque estou pensando!
Estou pegando a informa��o, estou processando,
fazendo contas, consertando namorado,
tentando impedir o beb� de virar um monstro em chamas!
Como fa�o isso? Dan�ando conforme a m�sica!
Posso lidar com qualquer coisa!
Porque sou o Sr. Incr�vel, n�o o Sr. Mais ou Menos
ou Sr. Cara Med�ocre. Sou o Sr. Incr�vel!
Acho que dever�amos chamar L�cio.
N�o, eu dou conta! Sem chances de eu...
Vou chamar L�cio.
Parece normal para mim. Quando come�ou a acontecer?
- Quando Helena foi trabalhar. - E ela sabe?
Est� brincando? N�o posso contar a ela.
- N�o quando est� sendo hero�na. - Mam�!
Qual �? Deixaremos o mundo ser salvo pelos homens? N�o.
Eu preciso ter sucesso, para que ela tenha sucesso,
para que n�s tenhamos sucesso.
J� entendi, Beto, j� entendi. Qual a �ltima vez que dormiu?
Quem � que liga para isso? E ele � um beb�.
Eu dou conta. Estou cuidando de tudo.
Ent�o voc� est� bem? Tem tudo sob controle, certo?
Como assim?
Olha o biscoito. Zez�, quer um biscoito?
Zez�, olha o biscoito. Zez�? Quer biscoito?
- Biscoito? Biscoito? - Meu Deus!
- Ele te ouviu... - Da outra dimens�o.
Isso � do caramba. Ele n�o �...
N�o como as outras crian�as. N�o �, n�o.
V�rios poderes e totalmente aleat�rio.
- E agora? Est� normal? - Acho que sim, n�o �?
� obvio que n�o posso ficar dando biscoito!
Mas se eu paro...
N�o, sem morder o papai! Sem morder...
Prontinho.
Acho que s� preciso de um tempinho para mim
e estarei pronto de novo.
Voc� precisa de mais do que isso, Beto.
Precisa reajustar sua vida em v�rios n�veis.
Come�ando pelo beb� aberra��o!
Precisa pensar muito fora da caixinha.
Galbaki.
O supertraje da Mulher-El�stica � de Galbaki?
Explique-se!
Filho, � pior do que pensei.
� o beb�. Eu trouxe o beb�.
Muito peculiar.
Voc� est� horrendo, Roberto.
Decepcionei minha filha, mudaram a Matem�tica,
precis�vamos de pilha AA e comprei pilha palito.
Ent�o n�o funcionaram.
Coloquei uma roupa vermelha com brancas,
agora tudo est� rosa. Os ovos acabaram.
Quando se faz direito, ter filhos � um ato heroico.
Mas quando se faz direito.
Felizmente, isso nunca me aconteceu.
Mas n�o veio at� mim por ovos e pilhas, Roberto.
Eu desenho trajes de her�is.
A Mulher-El�stica precisa de um traje novo!
Na verdade, � Zez�.
Tamb�m quer um traje novo para o beb�?
Eu n�o classificaria isso como emerg�ncia.
Bem, � um caso especial. Acredite.
Se eu pudesse deix�-lo com voc�...
Deix�-lo aqui?
N�o gosto de beb�s, Roberto. N�o tenho coisas de beb�.
Sou uma artista! Eu n�o me envolvo
no dia-a-dia... de ningu�m.
Fascinante.
Est� vendo isso, Roberto?
Meu Deus.
Aceito.
Claro que pode deixar o beb�.
Ficar no lugar de Helena � um desafio e voc� cansou.
As outras crian�as precisam de voc�.
Tia Edna cuida de tudo. Dirija com cuidado e adeus.
Adorei receber os dois.
Tia Edna?
Aten��o!
Agrade�o a todos que vieram em apoio aos super-her�is,
trazendo-os de volta � sociedade!
Voc�s fizeram acontecer.
A necessidade disso ficou bem clara recentemente,
com atores ruins, como o tal Hipnotizador,
amea�ando nossa paz. O reinado dele foi curto!
Gra�as a esta mulher, uma grande super-hero�na,
que voc�s amam e sentiram falta.
Bem-vinda de volta, Mulher-El�stica!
Suba aqui, n�o seja t�mida. Venha, suba aqui!
Quero que fique com isto.
Uma lembran�a.
Obrigada, Winston, Evelyn e todos da Devtech.
Sou eternamente grata. Obrigada a todos voc�s.
Seu apoio fez toda a diferen�a.
Fizemos um grande progresso em pouco tempo,
o que me leva a um importante an�ncio.
Neste momento, em uma confer�ncia mundial,
l�deres dos pa�ses mais influentes concordaram
em legalizar os super-her�is novamente!
Reuniremos super-her�is e l�deres de todo planeta
em nosso navio, o Everjust,
para uma cerim�nia transmitida do mar!
Se nos derem licen�a, temos um navio para pegar!
Oi! Sou eu, outra vez.
- Queria fazer uma pergunta. - Claro.
Como conciliam o lado her�i com a vida normal?
Sei lidar com as coisas de her�i...
Poderia me dar licen�a?
Sim, nos vemos depois. Adorei a conversa!
- Oi, Vi. - Oi.
- Onde est� Zez�? - Est� com Edna.
- Edna sendo bab�? - Sim.
- E voc� acha isso bom? - N�o sei por qu�, mas acho.
Quero falar uma coisa para voc�.
Desculpe por Toninho.
N�o pensei em Dicker apagar a mem�ria dele,
ou em voc� pagar o pre�o por uma escolha que n�o fez.
N�o � justo, eu sei.
E piorei tudo no restaurante, tentando...
Enfim, eu sinto muito.
Eu costumava saber o que era o certo a se fazer.
Mas agora n�o tenho mais tanta certeza.
Eu s� queria ser...
um bom pai.
Voc� n�o � bom.
Voc� � um superpai.
A super-hero�na pode beber em servi�o?
Com certeza n�o estou em servi�o.
- Relaxe um pouco. - Sei que deveria estar l�.
Mas precisei me afastar um pouco de tudo aquilo.
Faz bem se afastar �s vezes, sei como �.
O que voc� est� evitando?
Coisas da empresa, sabe? Meu irm�o, principalmente.
Mas voc� o ama, voc�s s�o os dois lados dessa companhia.
Sou boa com as coisas, e ele com pessoas.
Sabe agrad�-las, envolv�-las, descobrir o que querem.
Nunca sei o que as pessoas querem.
O que acha que querem?
Facilidade. Elas sempre trocam qualidade por facilidade.
Pode ser idiota, mas � conveniente.
- Parece com esse caso. - O Hipnotizador?
Tem alguma coisa errada, foi f�cil demais.
Aquilo foi f�cil demais?
- Encontrei. - O qu�?
O que � isto?
Um dos monitores do Hipnotizador est� transmitindo a superc�mera.
Como assim?
- N�o � um circuito fechado? - �.
- Ent�o como ele tem acesso? - Talvez tenha hackeado.
Ele tem esse n�vel de tecnologia,
mas usa fechaduras comuns nas portas?
- Talvez fosse de prop�sito. - Ele queria ser pego?
Ele queria que voc� vencesse.
Isso n�o faz sentido, ele � brilhante!
Se � capaz de desenvolver uma tecnologia assim,
� capaz de pensar em como us�-la.
Prendemos um entregador de pizzas.
E da�? Einstein j� foi atendente.
- Voc� venceu! Pegou ele. - Espere!
Tudo que ele precisa para hipnotizar algu�m
� colocar telas em seus olhos.
Mas e se a tela n�o parecer uma tela?
E se o entregador de pizzas for apenas um entregador,
mas foi controlado pela tela em seus �culos?
Voc� � boa.
Veja, o rob�! Est� decolando.
N�o estou captando nada. Igni��o, agora!
- Mais pot�ncia. - Espero que funcione, pai.
Achei que seria bom deix�-lo dormir,
por 17 horas. Como se sente?
Superbem.
Voc� conseguiu, pai!
N�o sei como agradecer por voc� cuidar de Zez�.
Tenho certeza de que est� muito grato.
N�o pe�a outra vez, querido. Estou exausta.
Estou brincando, Roberto. Foi divertido.
Ele � esperto, sou estimulante. Nascemos um para o outro.
Seu filho � um polimorfo.
Como todo beb�, ele tem grande potencial.
Sabe-se que her�is apresentam algum poder na inf�ncia,
mas esse pequeno tem muitos.
Sim, voc� tem muitos poderes.
Entendo sua incoer�ncia e falta de sono, Roberto.
Beb�s podem ser qualquer coisa e o seu n�o � exce��o.
Ele � potencial puro e ilimitado!
Dormiu enquanto eu trabalhava na cria��o.
E tia Edna passou a noite acordada
para garantir que ficasse fabuloso em seu traje.
- Voc� vai coloc�-lo na... - Na c�mara, Roberto.
Faz parte da demonstra��o, ele ficar� bem.
Seu desafio � administrar um beb� com v�rios poderes
e nenhum controle sobre eles, certo?
Sim, parece que � isso.
Eu trabalho com m�sica e percebi que o beb� responde bem a isso.
Especificamente a Mozart.
Misturei aramida com carbono para a rigidez.
E algod�o para o conforto.
Inclu� pequenos sensores no tecido
que monitoram as propriedades f�sicas do beb�.
Santo Deus! O que... o que ele est� fazendo?
� Mozart, Roberto. N�o pode culp�-lo.
O importante � que o aparelho previu a mudan�a e alertou voc�.
N�o! Biscoitos! Preciso de biscoitos!
Ele n�o precisa de biscoitos. Foi a dif�cil li��o da noite.
Qualquer solu��o com biscoitos atrai o beb� demon�aco.
Combust�o iminente? O que isso significa?
Significa fogo, Roberto.
O traje tem prote��o contra isso.
Sugiro que apague as chamas antes que acione o alarme.
O retardador de chamas � de lavanda e mirtilo.
Eficaz, comest�vel e delicioso.
Ora, veja s�, isto � �til.
Embora j� tenha superado suas expectativas em uma noite,
o traje tem mais algumas fun��es que precisamos discutir.
Obrigado, mais uma vez. Por tudo.
- Quanto eu te devo por... - N�o seja tolo.
Meus servi�os ser�o pagos sendo estilista exclusiva
do Sr. Incr�vel, da Mulher-El�stica e do Gelado.
Em todo o universo e at� o fim dos tempos.
Mas cuidar dessa gracinha � gr�tis, querido.
Eu resistiria � vontade de se esticar.
A temperatura est� al�m de congelante.
Se tentar se esticar, vai quebrar.
- Ent�o voc� � o Hipnotizador. - Sim e n�o.
Digamos que criei o personagem e as mensagens.
- Winston sabe? - Claro que n�o!
Sabe o que Sr. Livre Iniciativa faria com minha tecnologia?
Coisas piores que voc�?
Estou usando tecnologia para destruir a confian�a nela.
Como estou fazendo com super-her�is.
- Quem eu prendi? - O entregador de pizza.
Ele tinha peso e altura certos, e te deu uma boa luta.
Ou melhor, eu dei uma boa luta atrav�s dele.
Um inocente estar preso n�o incomoda voc�?
Ele foi grosseiro. E a pizza estava fria.
Eu contei com voc�.
- Foi onde voc� falhou. - Como assim?
Por que voc� contaria comigo? Porque dei uma moto para voc�?
Porque meu irm�o sabe a letra da sua m�sica?
- N�o nos conhecemos! - Mas voc� pode contar comigo.
Eu deveria, n�o �?
Voc� tem habilidades estranhas e um traje brilhante,
ent�o dever�amos deixar nossas vidas nas suas m�os.
Foi nisso que meu pai acreditou.
Quando nossa casa foi invadida, minha m�e queria se esconder.
Pediu ao meu pai para irem para o esconderijo.
Mas ele insistiu em chamar seus amigos super-her�is.
Ele morreu. R�pido e estupidamente.
Esperando por her�is que salvariam o dia.
- Mas por que... seu irm�o... - Ele � uma crian�a!
Ele se lembra de quando t�nhamos pais e super-her�is.
Como uma crian�a, Winston confunde os dois.
Mam�e e papai sumiram porque her�is sumiram.
Nossos pais foram idiotas de confiar suas vidas a algu�m.
Super-her�is nos fazem ser fracos!
Voc� vai me matar?
N�o... usar voc� ser� melhor.
Voc� vai me ajudar a tornar os her�is ilegais para sempre.
Pap�.
Pronto? Use o laser.
- Pare. - Que legal, Zez�!
Isso n�o � tudo. Vejam isso.
Zez�, tiros de laser prontos?
- Fala s�rio! Quero tentar! - Quero tentar!
Foi s� uma demonstra��o.
N�o podem us�-lo para atirar pela casa, entendido?
Isso pode ser perigoso.
E estamos tentando ensin�-lo a usar os poderes, certo?
Pare. Olhe para a tela.
Ele desapareceu. Isso � muito legal.
Certo. � o seguinte, est� vendo esse bot�o? Clique.
Veja a leitura, a dimens�o. V� a forma? Esse � o c�modo.
Procure por ele. Ent�o, onde ele est�?
Ali!
Zez�, pode aparecer. N�o quer um biscoito?
- � isso a�, Zez�! - Ele � muito legal.
- Al�. - Sua mulher corre perigo.
- O qu�? O que houve? - Desculpe contar por telefone.
- Venha ao navio da Devtech. - No navio? Chego em 15 minutos.
O que tem o navio da Devtech?
L�cio, preciso ajudar Helena. Voc� pode olhar as crian�as?
Vista o traje, pode precisar.
Estou a caminho. Chego em 15 minutos.
Vai aonde t�o r�pido? Volte rapidinho e deixe o traje!
Tenho que ir, mas volto logo.
L�cio j� deve estar chegando. Nada de atirar Zez� pela casa.
O que tem no navio da Devtech e por que est� com o traje?
S�o os trajes da mam�e?
Pode ser que precise, ningu�m sabe.
O que est� acontecendo?
N�o sei, mas o papai chamou L�cio
porque ligaram falando da mam�e e depois ele saiu.
Achei que tinha renunciado.
Pois �! Mas renuncio a ter renunciado!
Vista isso.
- Ol�, amiguinho. - Oi.
Voc�s est�o em perigo, os Deavor nos mandaram para...
Bem, teve uma mudan�a.
Os Deavor acabaram de me enviar para proteger a casa.
Porque as crian�as est�o em perigo.
Foi um mal-entendido. Pode deixar comigo, srt�...
- Voyd. - Srt� Voyd...
At� logo.
O problema � que ele quer que levemos voc� tamb�m.
Isso n�o vai segur�-los!
Flecha, v� pegar o beb�!
Espalhem-se!
Flecha! Temos que pegar o carro.
- O qu�? O que est� acontecendo? - A� est� voc�...
Funcionou!
Incrim�vel, abaixe os vidros!
Entrem no carro!
Incrim�vel, identifique-os! Digam seus nomes!
- Violeta P�ra. - Roberto "Flecha" P�ra J�nior.
L�cio!
Incrim�vel, fuja!
- E as not�cias? - H� boas e m�s.
N�s a achamos fisicamente bem,
mas ela encontrou o Hipnotizador e est� um pouco esquisita.
Aqui dentro.
Estranha como?
Helena!
Helena, o que est�...
Helena, sou eu!
Incrim�vel, encoste.
N�o podemos ir at� Edna.
Voc� viu os �culos que colocaram em L�cio.
Eles estavam usando tamb�m.
Algu�m est� controlando todos eles.
Provavelmente fizeram o mesmo com a mam�e.
Certo, est�o atr�s da gente, e estamos sem a mam�e e o papai.
E sem L�cio.
Mas temos nossos poderes, este carro,
e... o que mais?
Incrim�vel, leve-nos para a Devtech.
As crian�as fugiram em um carro, mas n�s pegamos o Gelado.
Tragam-no j� para o navio.
Chegamos tarde!
Queria que o Incrim�vel pudesse seguir o navio.
- O que voc� fez? - N�o sei.
- O que voc� fez? - Eu n�o fiz nada!
Este carro faz tudo que eu mando.
- N�o planejamos isso bem. - Como assim? Estamos aqui.
Sim, n�s estamos aqui. Mas temos que chegar l� em cima.
E se o carro tivesse assentos ejet�veis?
- Espere, o qu�? N�o. - Sim!
- N�o d� para fazer isso! - Vamos!
Vamos.
Ol�, que bom que vieram.
- Sejam bem-vindos. - Prazer em v�-lo.
Onde est�o nossas estrelas?
- O evento j� vai come�ar. - N�o querem ofuscar os outros.
V�o aparecer na hora certa.
Sejam bem-vindos, v�o gostar de terem vindo.
Este navio � o maior hidrof�lio do planeta.
Segurem-se, porque n�s vamos decolar!
Precisamos achar a mam�e e o papai.
- Fique aqui. Vou atr�s deles. - Espera a�...
- Quem vai olhar Zez�? - Pare de reclamar, eu j� volto.
Espere, o que... Espere! Espere!
Isso � importante. Eles est�o em perigo.
Eles dependem de n�s. De n�s, entende?
Distraia Zez�, mas fiquem quietos.
Zez�?
Zez�? Zez�?
- Zez�? - J� sabem que estamos aqui.
Mas achei a mam�e e o papai. Cad� Zez�?
- Sei l�. - Voc� o perdeu?
Voc� s� tinha isso para fazer!
O rastreador. Use o rastreador!
- Ele est� subindo? - Est� em um elevador!
Vamos l�!
Oi, bebezinho. Cad� seus pais?
E aqui est�o eles, pessoal! Os her�is que come�aram tudo.
Disse que eles chegariam a tempo.
- Voc� fez novas m�scaras? - Sim. Vis�o noturna e tal.
- Ficou bom, n�o �? - T�o f�cil, que at� ele faz.
E voltamos ao vivo em 3, 2, 1.
Esse � um momento hist�rico. Todos conseguimos conquistar
algo incrivelmente raro no mundo de hoje.
Concordamos em algo.
Concordamos em desfazer uma m� decis�o.
Vamos garantir que pessoas com poderes extraordin�rios
em v�rios pa�ses sejam tratados de forma justa,
convid�-los a usar seus poderes de novo para ajudar o mundo.
Agrade�o a todos por representarem suas na��es
como apoio aos super-her�is. Em especial � embaixadora Sally.
- Isso, mais alto. - Obrigada. Muito obrigada.
Obrigado, embaixadora, pelo apoio antecipado e crucial.
N�o imagino ningu�m mais para assinar primeiro
o Acordo Internacional de Her�is.
A� est�.
Carambolas!
Sei que est� pegando fogo, � s� eu apagar.
Est�o vindo.
- Ele est� bem? - Tem uma ideia melhor?
N�o!
Vamos, Zez�, temos que ir. Quer um biscoito?
- Achei! Ele est� fugindo. - Saia da frente!
- Droga! - Est� indo para a mam�e.
Pronto! O mundo tem super-her�is de novo.
Venham. Vamos l�. Venham todos.
Arrumem espa�o. Isso a�. Ocasi�o hist�rica.
Todos sorriam.
V�o para a fase 2.
Anos de ref�gio e de sil�ncio for�ado
nos deixaram irritados. Voc�s nos trouxeram de volta
s� para arrumar a bagun�a que a indisciplina causou.
Seus corpos e suas �ndoles s�o fracos,
suas promessas s�o vazias e voc�s v�o pagar por isso.
N�o servimos mais a voc�s! Servimos apenas a n�s mesmos!
Que os melhores sobrevivam!
Foram alguns momentos bem complicados l�.
Antes dos problemas t�cnicos. Continuem conosco.
- Mayday! Mayday! - Esperem. Deixem-no falar.
Super-her�is tomaram o navio � for�a!
- Repito, super-her�is... - Agora.
Um pouco mais.
S� mais um pouco. Parem!
O qu�? Um beb�?
Mam�e e papai! Tio L�cio?
Zez�, n�o!
Um superbeb�?
N�o, n�o! Coloque-o no ch�o!
- Peguem-na! - N�o! Segure Zez�.
N�o!
- Sou eu! - �, foi o que pensei antes!
O que voc�s...
- Voc�s vieram por n�s? - N�o fique brava.
Querida... Brava? Estou orgulhosa.
N�o que eu queira acabar com o momento, mas onde estamos?
� o navio da Devtech?
Evelyn controla o Hipnotizador e, at� pouco tempo atr�s, n�s.
- Cad� a tripula��o? - Rota de colis�o. Mudar curso.
- Eu fiz isso? - M�e. O traje.
Use este.
Fase 3. V�o para a fase 3!
O que elas fazem aqui? N�o foi at� a casa?
Eu fui! N�o fugiram? Como n�o?
N�s que salvamos voc�!
Fugiram? Fugiram de quem?
Deles!
O qu�? Zez� tem poderes?
J� sabemos! Vamos lutar, depois conversamos.
Zez�.
Laser.
Venha comigo, Winston.
- Eu desmaiei? - N�o � seguro aqui.
Seguro? Seguro de qu�?
E os diplamatas, os super-her�is?
Est�o hipnotizados.
O que voc� fez?
Evelyn est� fugindo!
Ent�o v� atr�s dela. Termine sua miss�o.
N�o posso simplesmente ir. E as crian�as? E Zez�?
- Quem vai... - M�e! V�. Cuidamos disso.
Voyd, venha comigo.
- Vou parar os motores! - Vou desacelerar o navio!
Espere, est� faltando algu�m. Cad� o tal do Arrasador?
Ponha o cinto agora!
� para o seu pr�prio bem.
N�o! Isso �.
- Chegamos tarde demais! - Me leve at� o jato!
N�o!
Voc� fez isso. Consegue desfazer?
- Quer que eu "desarrase"? - Ningu�m nunca pediu isso?
N�o. "Desarrasar" para qu�? Que besteira.
Para entrar na sala de m�quinas. Esquece, n�o temos tempo.
� que nem pedir voc� para "dessocar"!
Bem vinda-� bordo, Mulher-El�stica.
Mesmo n�o tendo atingido altitude de cruzeiro,
fique � vontade para conhecer a cabine.
Ou s� relaxe a� que cuido de tudo.
Vou fazer esse favor!
N�o cheguei � sala de m�quinas.
Temos que fazer algo! A desacelera��o n�o rolou!
- E se mudarmos a dire��o? - Destru�mos a navega��o.
- E pelo lado de fora? - Isso a�!
Se congelarmos um dos lados e virarmos o leme,
conseguiremos desviar o navio.
- �tima ideia. - Eu viro a proa e voc�, a popa.
Usando o leme? Mas ele est� debaixo d'�gua,
como que irei... Esquece.
- Vamos, crian�as. - Pai!
Sei que isso vai funcionar,
mas se n�o funcionar e a gente bater,
meu escudo � uma prote��o melhor do que o navio.
Ent�o � melhor eu ficar aqui com Zez�.
Essa � a minha garota.
Ande logo! Vamos virar para a direita!
Sabe o que � triste?
Se n�o fossem as suas convic��es,
acho que ser�amos boas amigas.
Pelo menos tenho... convic��es...
Temos not�cias urgentes.
Enquanto ainda n�o h� contato por r�dio,
o navio mudou de rumo
e est� indo em dire��o � costa em grande velocidade.
Flecha,
estou indo para o leme.
Quando eu virar o navio, aperte o bot�o.
- Beleza, pai! - Agora me des�a devagar...
A reputa��o dos super-her�is est� arruinada.
Voc�s nunca ser�o legalizados. Nunca.
- Nunca? - Nunca.
- Nunquinha? - Nunca.
- Nem um pouquinho? - Entendi, � a hip�xia.
Quando falta oxig�nio, o c�rebro fica dormindo.
Voc� vai ficar bobinha at� morrer.
- Eu n�o quero morrer. - Ningu�m quer.
S�rio.
N�o � uma forma de morrer t�o ruim assim.
Pessoal, precisamos ir para o final do navio!
Her�is, protejam os seus embaixadores!
Venham!
O papai est� debaixo d'�gua h� muito tempo!
- Tenho que pux�-lo! - Espere, ainda � muito cedo!
- Vou apertar o bot�o! - Ainda n�o!
Est� virando! Est� funcionando!
- Agora! - Flecha, agora!
Salve-se, fa�a uma paraquedas!
Fa�a um paraquedas, fa�a logo!
Segurem-se!
Vai bater!
Eu perdi o primeiro poder de Zez�?
Na verdade, voc� perdeu os primeiros 17.
Mesmo voc� tendo me salvado, voc� ainda n�o est� certa.
- Mas, ao menos, voc� est� viva. - E sou grato por isso.
� uma pena, mas ela ir� para a pris�o.
Pena � ela ser rica e s� ficar de castigo por isso.
Primeiro de tudo, Violeta, gosto de voc�.
E quem sabe o que o futuro nos trar�?
Mas tenho uma sensa��o boa em rela��o a voc�s.
Sensa��o boa? Dever�amos nos preocupar?
Voc�s ficam com o pr�ximo turno. Venha c�.
Eu vi o que voc� fez l�, foi incr�vel.
- Perd�o pelo trocadilho. - Perd�o pelo soco que dei.
� isso a�, o meu carr�o!
Reconhecendo o servi�o incr�vel que eles mostraram,
eu aqui declaro restaurada a situa��o legal dos her�is.
Voc� n�o me conhece, n�o �?
Acho que n�o... Calma.
- Voc� � a garota da... - Meu nome � Violeta P�ra.
- Meu nome � Toninho. - Certo.
- Toninho, esta � a minha m�e... - � um prazer.
- O meu pai... - J� nos conhecemos.
- E esse, que vergonha... - E a�, perdedor?
Esse � meu irm�ozinho, Flecha. E o beb� � Zez�.
Tentei s� trazer um pai...
Tamb�m vamos ver um filme, n�o se preocupe.
Sentaremos do outro lado da sala.
N�o iremos ficar olhando.
Ele est� brincando, s� v�o deixar a gente no cinema.
Eles t�m outras coisas para fazer.
- Voc�s s�o pr�ximos, n�o �? - �, acho que sim.
- Podemos ficar mais ainda! - Beto...
Parem, deixem a gente sair! Quero pipoca grande e refri.
Guarde-me um lugar. Prefiro no meio e atr�s.
Volto antes de os trailers acabarem!
Legende conosco! www.maniacs.ga
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