Afrikaans
Akan
Albanian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bihari
Breton
Cambodian
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Corsican
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Frisian
Ga
Galician
Georgian
Guarani
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Interlingua
Irish
Javanese
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Quechua
Romansh
Runyakitara
Samoan
Scots Gaelic
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Slovak
Slovenian
Somali
Sundanese
Swahili
Tajik
Tatar
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkmen
Twi
Uighur
Uzbek
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Antigamente, sempre que Bravos recebia amea�as,
o Tit� aparecia com fogo nos olhos.
Entrava no mar e esmagava os inimigos.
� s� uma est�tua.
N�o tenha medo. Ele est� anunciando nossa chegada.
N�o estou com medo.
A Casa do Preto e Branco.
� aqui que encontrar� o homem que procura.
� aqui que nos separamos.
Obrigado por me trazer.
Qualquer um em Bravos teria feito o mesmo.
- Valar Morghulis. - Valar Dohaeris.
Ol�.
Valar Morghulis.
Jaqen H'ghar me deu isso.
N�o tem ningu�m com esse nome aqui.
Por favor!
Eu cruzei o Mar Estreito. N�o tenho para onde ir.
- Pode ir para onde quiser. - Mas espere!
Cersei, Walder Frey...
O Montanha, Meryn Trant.
Cersei, Walder Frey...
O Montanha, Meryn Trant.
Cersei, Walder Frey...
O Montanha, Meryn Trant.
Cersei, Walder Frey...
O Montanha, Meryn Trant.
Cersei, Walder Frey...
O Montanha, Meryn Trant.
A comida deve ser boa para estar cheio.
Cerveja?
Cerveja?
Antes de partirmos, o meistre te deu um recado.
Voc� est� se tornando uma jovem muito observadora.
Minha m�e dizia: "C�es enfraquecem palavras de c�es."
Um velho ditado. Pouco preciso nesse caso.
Ent�o, s�o boas not�cias.
Meu pedido de casamento foi aceito.
Achei que ainda estava de luto pela morte da tia Lysa.
- Cerveja? - Eu aceito.
Minha Senhora...
- O que �? - Sansa Stark. N�o olhe!
- Tem certeza? - Pintou o cabelo, mas � ela.
Est� sentada com Petyr Baelish.
- O Mindinho? - E muitos cavalheiros ao redor.
"Muitos"? Seis, vinte?
Dez, eu acho. Demais.
- Minha Senhora, n�o acho... - Prepare os cavalos!
- Temos apenas um cavalo. - Encontre mais.
Gostou do sabor?
N�o entendo o alarde por causa disso.
Por que os homens gostam tanto?
- D� coragem a alguns homens. - D� coragem a voc�?
Pare a�.
Lorde Baelish. Senhora Sansa.
Meu nome � Brienne de Tarth.
Nos conhecemos com Renly Baratheon.
O que ele disse sobre voc�?
Ele disse:
"Sua lealdade n�o teve pre�o".
Algu�m parece ter pagado muito por ela desde ent�o.
Senhora Sansa.
Antes da morte da sua m�e, jurei minha espada para ela.
Prometi que encontraria e protegeria voc�.
Irei lhe conceder prote��o e aconselharei.
E darei minha vida por voc� se for necess�rio.
Juro pelos Antigos e os Novos deuses.
Por favor, Senhora Brienne.
Tanta formalidade n�o � necess�ria.
Voc� jurou sua espada � Catelyn Stark.
- Sim. - Que estranho.
Eu a conhecia desde crian�as. Ela nunca mencionou voc�.
Foi depois do assassinato do Renly.
Sim. Voc� foi acusada de mat�-lo.
- Eu tentei salv�-lo. - Mas foi acusada.
Por quem n�o viu o que aconteceu.
E o que aconteceu?
Ele foi morto por uma sombra.
Uma sombra com o rosto de Stannis Baratheon.
Uma sombra?
Com um rosto?
Essa mulher jurou proteger Renly... falhou.
Jurou proteger sua m�e...
falhou.
Por que eu iria querer algu�m com seu hist�rico de falhas
- protegendo a Senhora Sansa? - O que tem a ver com isso?
Eu sou o tio dela.
Casei-me com a tia dela, Lysa, pouco antes dela morrer.
Somos fam�lia agora. E voc� � uma estranha.
Perdoe-me, Senhora Brienne.
Mas a experi�ncia me fez ser muito cuidadoso com estranhos.
Senhora Sansa...
- se pudermos falar a s�s... - N�o.
Por favor, se eu explicar...
Eu a vi no casamento de Joffrey ajoelhando-se para o rei.
Nenhuma de n�s queria estar l�.
- �s vezes n�o temos escolha. - E �s vezes temos.
Voc� devia partir.
N�o queremos nossa nova amiga vagando pelo campo sozinha.
As estradas nessas partes n�o s�o seguras.
Por que n�o fica?
Vou pedir que fique.
Atr�s dela!
- Pare! Pare! - Atr�s dele!
Podrick!
Pare, pare...
Pare!
Bom garoto. Vamos.
Vamos!
N�o, n�o, n�o, pare!
Ent�o est� desarmado.
Abaixe-se, Podrick, abaixe-se!
Podrick?
Sim, minha Senhora?
Pode se levantar agora.
Sim, minha Senhora.
Sansa Stark?
Cansada de estranhos, como deveria estar.
Eu a vi cavalgando pela estrada leste com Mindinho.
- N�s os seguiremos. - Minha Senhora...
se as duas garotas Stark recusaram seus servi�os...
talvez voc� esteja livre do seu voto.
- Eu jurei que as protegeria. - E se elas n�o quiserem?
Acha que ela est� segura com Mindinho?
N�o, minha Senhora.
Pegue seu cavalo.
Uma intima��o da Rainha.
H� apenas dois iguais no mundo.
O que estou usando e o que dei a Myrcella.
- � uma amea�a. - � claro que � uma amea�a.
Nossa filha est� sozinha em Dorne
cercada por pessoas que odeiam nossa fam�lia.
� uma amea�a.
Sem notas?
Eles nos culpam pela morte de Oberyn e a irm� dele.
E todas as outras trag�dias
que ca�ram sobre o maldito pa�s deles.
Eu queimarei suas cidades se tocarem nela.
- Fale baixo. - O qu�?
- N�o t�o alto. - Nossa filha est� em perigo
e voc� querendo que eu fale baixo?
Ningu�m pode saber que ela � nossa filha.
Ent�o n�o a chame de filha.
Nunca foi um pai para ela.
Seriam apedrejados nas ruas se eu fosse um pai para eles.
E o que sua precau��o trouxe?
Nosso mais velho morto no pr�prio casamento...
nossa �nica filha enviada a Dorne...
nosso beb� prometido
�quela vadia sorridente de Jardim de Cima!
- Melhorarei as coisas. - Nunca tornou nada melhor.
Eu vou para Dorne.
E trarei nossa filha para casa.
N�o pode apenas pedir a Doran para devolv�-la.
Ela est� prometida ao filho dele.
N�o irei pedir nada a ele.
Se for com um ex�rcito � um ato de guerra.
Sem ex�rcito.
Sabe onde est�o mantendo ela?
Oberyn mencionou os Jardins de �gua.
Eu a encontrarei.
Precisa de mais alguma coisa, Vossa Gra�a?
Voc� ir� a Dorne.
Um homem de uma m�o s�.
Sozinho.
Quem disse que vou sozinho?
Sem girass�is. N�o gosto de amarelo.
Rosas s�o agrad�veis, definitivamente rosas.
E m�sica. Eu adoro m�sica.
Mas sem flautas. Odeio flautas.
Pode ter harpa, se quiser, mas sem flauta.
E tem a comida, o mais importante, n�o acha?
Vamos precisar de tortas de pombo.
� o que comem na Capital, n�o �?
N�o comem?
- Quem? - As pessoas comem...
torta de pombo na Capital.
Eles certamente comem, querida.
Certamente comem.
� um �timo lugar, n�o �?
Um �timo lugar.
Nunca pensei que eu moraria em um lugar como este.
- Voc� n�o ir�. - O qu�?
N�o vamos morar em Stokeworth.
Quando m�e morrer, o castelo � da minha irm� mais velha.
Ela me odeia.
Ela me xinga e �s vezes
at� puxa o meu cabelo quando mam�e n�o est� olhando.
Sabe o que eu acho?
Acho que voc� � uma boa pessoa.
- E sua irm� � m�. - Ela �.
Estive por todo o mundo
e se h� uma coisa que aprendi
� que maldade tem retorno.
Pessoas como a sua irm�...
alguma hora sempre recebem o que merecem.
De um jeito ou de outro.
Quem � aquele?
O maldito Jaime Lannister.
- Sor Jaime? - Sor Bronn da �gua Negra.
Fiquei muito triste ao ouvir sobre o seu pai.
Obrigado.
Esta � a minha noiva, Lollys.
Prazer.
V� na frente, amor.
Bonita jovem noiva que voc� escolheu.
Quando planeja se casar?
- V� direto ao assunto. - Que assunto?
O porqu� de estar aqui.
N�o h� como essa visita significar algo bom para mim.
� muito bom para voc�.
"Lollys se casar� com o Sor Willys Bracken".
Sua irm� e eu fizemos um acordo.
- Eu teria sido contra. - Como isso � bom para mim?
Porque vir� comigo e me ajudar� com algo importante.
E quando retornarmos
te darei uma garota e um castelo muito melhores.
Retornar de onde?
De t�o ao sul quanto o sul estende-se.
Voc� � a minha Rainha.
O pr�ncipe n�o deseja ser incomodado.
Retire-se do meu caminho
ou pegarei esse machado e enfiarei...
Capit�o.
Deixe-a passar.
O seu irm�o foi assassinado.
E voc� senta-se aqui nos Jardins de �gua
encarando o c�u sem fazer nada.
Oberyn morreu durante um julgamento
por combate por um lorde. N�o � assassinato.
- O seu irm�o... - N�o precisa me lembrar.
Ele era meu irm�o muito antes de ser algo seu.
- O que far� sobre sua morte? - Eu o enterrarei e chorarei.
- E depois? - Voc� me levaria para a guerra.
Todo o pa�s o levaria � guerra.
Ent�o temos sorte dessa decis�o n�o ser do pa�s.
As Serpentes de Areia est�o comigo.
Temos o amor de seu povo. Eles vingar�o seu pai
enquanto voc� senta-se em sua cadeira sem fazer nada.
Oberyn est� morto.
E a garota Lannister passeia pelos Jardins de �gua,
comendo nossa comida, respirando nosso ar.
Quantos de seus irm�os e irm�s eles t�m que matar?
Deixe-me cuidar dela.
Deixe-me mand�-la para Cersei, um dedo de cada vez.
Eu amei o meu irm�o.
E voc� o fez muito feliz.
Por isso, voc� sempre ter� um lugar em meu cora��o.
Mas n�o mutilamos garotinhas por vingan�a.
N�o aqui.
N�o enquanto eu governar.
E quanto tempo isso durar�?
Os Imaculados s�o chamativos demais.
Qualquer um pode v�-los a quil�metros.
Claro que voc� n�o encontrou os Filhos da Harpia.
Encontrou?
Meus Segundos Filhos, por outro lado...
Eles bebem, pegam putas,
lutam nas ruas. Eles se misturam.
Eles ouvem coisas em tavernas.
Seguem pessoas das tavernas para agrad�veis becos calmos.
Quebram alguns dedos, ouvem mais algumas coisas...
antes de voc� saber.
N�o h� ningu�m aqui.
- Vamos embora. - Est� com pressa?
- Est� com medo? - Imaculados nada temem.
Certo.
Esse � o problema de voc�s.
H� muito tempo voc�s entenderam o medo,
mas esqueceram o que significa.
Algu�m que se esqueceu do medo...
esqueceu-se de como se esconder.
O medo � �til assim.
Os Filhos da Harpia...
querem colocar uma corrente em meu pesco�o.
Em nossos pesco�os. Por favor, Vossa Gra�a...
- Precisa mat�-lo. - Mandaria uma mensagem.
Acho que deveria se conter,
- Vossa Gra�a. - Por qu�?
Ele pode ter informa��es valiosas.
O Filho da Harpia n�o tem mais informa��es valiosas.
- Como sabe? - Pois perguntei a ele.
E a informa��o que conseguiu. Ele � jovem e...
- Ele nasceu livre. - Por que ele quer escravid�o?
- Como isso ajudaria? - Talvez o que o dava orgulho
era saber que havia algu�m inferior.
Eles os pagam.
Grandes fam�lias com medo de fazer algo.
- Pagam homem pobres. - E como sabe disso?
- Todo mundo sabe disso. - Eu n�o.
- E sou l�der de uma fam�lia. - N�o sabemos o que ele fez.
D� ao menos um julgamento a ele.
Um julgamento justo.
Mostre aos cidad�os de Meereen
que � melhor do que quem quer te depor.
Ensine uma forma melhor.
N�o conhe�o o lugar de onde o senhor vem.
Talvez as coisas sejam diferentes l�, espero.
Mas aqui, em Meereen, antes de Daenerys,
eles eram nossos donos.
Ent�o aprendemos muito sobre eles...
ou n�o sobrevivemos muito.
Eles me ensinam o que eles s�o.
Miseric�rdia, julgamento justo...
Isso n�o significa nada para eles.
Eles s� entendem de sangue.
Obrigada pelo conselho de voc�s.
Vossa Gra�a. Uma momento, por favor, imploro.
- Sobre o qu�? - Sobre seu pai.
- Sobre o Rei Louco. - O Rei Louco?
Veio lembrar-me que os inimigos mentem?
- Considere feito. - Vossa Gra�a...
Servi na Guarda Real dele.
Estava ao seu lado desde o in�cio.
Seus inimigos n�o mentiram.
Continue.
Quando o povo ergueu-se e revoltou-se contra ele,
seu pai queimou a l�ngua deles.
Ele matou filhos na frente dos pais.
Queimou homens vivos com fogovivo
e riu enquanto eles gritavam.
E seus esfor�os para causar diverg�ncias...
levaram a uma rebeli�o que matou todos os Targaryen...
Exceto dois.
N�o sou meu pai.
N�o, Vossa Gra�a, gra�as aos deuses.
Mas o Rei Louco deu aos inimigos a justi�a que achou necess�ria.
E todas as vezes, ele sentiu-se poderoso
e correto...
at� o fim.
N�o executarei o Filho da Harpia sem um julgamento justo.
Vossa Gra�a.
- Tem um inseto. - Sim, melhor ter cuidado.
Pode ser que consuma comida s�lida.
Quando aceitei vir com voc�, n�o fui claro nas inten��es?
Al�m do mais...
o que h� para se fazer dentro dessa maldita caixa?
- N�o gostou? - Quero caminhar.
N�o pode. Cersei ofereceu terras
ao homem que trouxer sua cabe�a.
Ela devia oferecer a boceta.
A melhor parte dela pela minha melhor parte.
Uma caixa � t�o boa para mim quanto outro local.
Vamos mesmo passar o caminho at� Volantis
falando sobre a futilidade de tudo?
Est� certo, n�o tem motivo.
O caminho at� Volantis?
Disse que ir�amos a Meereen. O que tem em Volantis?
O caminho at� Meereen.
E o que espera encontrar no fim do caminho para Meereen?
Eu j� disse. Uma governante.
Mas j� possu�mos um governante.
Todo lugar j� tem um governante.
Toda pilha de merda ao lado de toda estrada
tem a bandeira de algu�m pendurada.
Voc� era muito bom, sabia?
Em governar.
Durante seu pequeno tempo como M�o.
Eu n�o governei, era um servo.
Ainda assim, um homem de talento.
Consegui matar muitas pessoas?
Sim, mas mostrou progresso em outras �reas tamb�m.
Ela queria que eu deixasse Porto Real.
Ela implorou.
Eu n�o quis ir.
- Por qu�? - Porque eu gostava.
Poder...
At� mesmo como servo.
As pessoas seguem l�deres...
e nunca ir�o nos seguir. Nos acham repugnantes.
Eu nos acho repugnantes.
E n�s os achamos repugnantes, e � por isso...
que nos cercamos de confortos para afast�-los.
E ainda assim...
N�o importa o que fa�amos...
Pessoas como n�s nunca se satisfazem dentro da caixa.
N�o por muito tempo.
Voc� est� certo.
- Vamos caminhar. - N�o.
Quantos an�es existem no mundo?
Cersei vai matar todos eles?
N�o � ele.
Est�o tentando enganar sua rainha?
Devo jog�-lo em uma cela, Vossa Gra�a?
N�o ser� necess�rio, Sr. Meryn.
N�o quero dissuadir os outros ca�adores.
Erros ser�o cometidos.
- Obrigado, Vossa Gra�a. - Obrigado.
- Levem a cabe�a. - Eu levo, Vossa Gra�a.
Quero lev�-la, se n�o se importar.
Pode ser �til ao meu trabalho.
Muito bem.
Ali est� bom.
Ouviram o homem, ali.
- Voc� � a M�o do Rei? - N�o, tio.
Claramente, n�o seria adequado uma mulher assumir esta posi��o.
Aconselho meu filho at� ele atingir a idade
de escolher a M�o sozinho.
Vossa Gra�a, eu estaria disposto a servir como M�o do Rei
- at� que ele tenha� - � um bom homem, Lorde Tyrell,
mas n�o acho que teremos tempo.
Al�m de ser Mestre dos Navios,
o Rei nomeou voc� como Mestre da Moeda.
- Vossa Gra�a. - Ele chamou seu conhecimento
em assuntos financeiros de incompar�vel.
Ele disse que seria uma honra
voc� representar os interesses da Coroa.
A honra � toda minha, Vossa Gra�a.
Vossa Gra�a, no passado, em muitas ocasi�es,
um Grande Meistre serviu como M�o do Rei.
O Rei nomeou Qyburn
o novo Mestre dos Sussurros.
Vossa Gra�a. Este homem?
Este constrangimento � Cidadela?
Vossa Gra�a...
Quais qualifica��es ele tem para este posto?
Uma qualidade chamada lealdade, Grande Meistre.
� muito mais do que o eunuco jamais teve.
Mais do que muitos jamais tiveram.
- Devo dizer, eu n�o posso... - Tio Kevan,
por sua posi��o como Comandante dos Ex�rcitos Lannister,
seria de agrado do Rei se voc� servisse como Mestre da Guerra.
Nenhum outro homem merece esse t�tulo.
Isso � o que voc� diz.
Eu gostaria de ouvir do pr�prio Rei.
- O Rei est� ocupado. - Ele deveria estar aqui,
- aprendendo a governar. - Ele est� aprendendo.
Nesta ocasi�o, no posto de governante,
ele me pediu para falar em seu nome.
Retornei � capital para prestar meus respeitos a meu irm�o,
a voc�, e para servir ao Rei.
N�o retornei � capital para servir como sua marionete,
para v�-la encher de bajuladores o Pequeno Conselho.
Afastar seu pr�prio irm�o...
Meu irm�o deixou a capital
- para liderar uma miss�o. - Qual miss�o?
N�o � da sua conta como Mestre da Guerra.
N�o reconhe�o sua autoridade para ditar
o que � e o que n�o � da minha conta.
Voc� � a Rainha M�e.
Nada mais.
Abandonaria seu rei em seu momento de necessidade?
Se ele quiser falar comigo, estarei o aguardando.
No Rochedo Casterly.
Vamos, voc� conhece esse.
Parece um animal.
Serpente.
Ser...
"S". � um "S".
Certo, muito bem.
Sabia que o Comandante mais jovem da hist�ria,
Osric Stark, foi eleito quando tinha 10 anos?
Eu sei "S".
Voc� aprender�, prometo.
Ensinei o Sr. Davos. E idosos s�o terr�veis nisso.
Bem, voc� � uma �tima professora.
- Muito paciente. - Eu apenas disse,
que quanto mais praticar, mais r�pido aprender�.
Est� tudo bem.
Estamos indo bem.
Tenha certeza que voc� e Ostrich Stark
t�m muito a discutir.
Com quantos anos voc� aprendeu a ler?
- 3. - 3?
Sua m�e lhe ensinou?
N�o. Meistre Cressen me ensinou.
Tive muito tempo para praticar. Minha m�e me mantinha aqui pois�
Como voc�s chamam no Sul?
O que aconteceu com seu rosto.
Escamagris.
Como chamam no Norte da Muralha?
Eu n�o sei.
Mas duas irm�s minhas tiveram. As duas morreram.
Como eles curaram voc�?
Eu n�o lembro. Eu era um beb�.
Muitas pessoas vieram e tentaram, eu acho.
Seja o que fizeram, funcionou.
O que houve com as suas irm�s?
Meu pai fez elas se isolarem, l� fora.
N�o nos permitiam nos aproximar delas.
Mas as ouv�amos,
especialmente � noite.
Elas come�aram a n�o soar como elas mesmas.
Nunca mais as viu?
Apenas uma vez, no fim.
Estavam cobertas por aquilo.
Seus rostos, seus bra�os.
Agiam como animais.
Por isso meu pai as arrastou atrav�s da floresta.
O que ele fez com elas?
M�e.
Deixem-nos.
Vossa Gra�a.
- Fique longe daquela garota. - Por qu�?
- � uma selvagem. - Ela se chama Goiva.
Ela � legal, estou a ensinando a ler.
Ela � uma selvagem. Seu pai derrotou o povo dela.
Ele executou o rei deles por trai��o.
Eles poderiam atingi-lo atrav�s de voc�.
Goiva n�o faria isso.
Voc� n�o sabe do que as pessoas s�o capazes.
Todos esses livros e ainda n�o entende.
Mandei queimarem Mace Rayder na fogueira.
Voc� impediu que essa ordem se realizasse.
Voc� demonstrou miseric�rdia a Mance Rayder.
A palavra do Rei � a lei.
Pergunte a sor Davos quanta piedade
eu demonstro aos infratores.
Seja muito gentil e n�o o temer�o.
Se n�o o temerem, n�o o seguir�o.
Com todo respeito, o povo livre nunca o seguir�
n�o importa o que fa�a.
Foi voc� quem queimou o rei deles.
E seguir�o a quem?
- Voc�? - N�o.
Apenas a um deles.
Conhece essa miser�vel?
- Lyanna Mormont. - Sobrinha do Senhor Comandante.
Senhora da Ilha dos Ursos.
Tem 9 irm�os.
� a resposta a meu pedido de submeter-se � minha corte.
"A Ilha dos Ursos s� conhece o Rei no Norte,
cujo nome � Stark."
Isso o agrada.
Perd�o, Vossa Gra�a.
Nortistas s�o como o povo livre.
Leais apenas a si mesmos.
Eu sei. Meu irm�o, Robert, reclamava muito
do qu�o dif�cil era control�-los.
Mesmo com a ajuda de seu pai.
Hoje, a Patrulha da Noite elege um novo Senhor Comandante.
Sor Alliser Thorne ir� vencer.
- Prov�vel. - Um homem simp�tico.
Ele acha que voc� � um traidor.
Como ser� sua vida na Muralha,
- com Thorne no comando? - Desagrad�vel, espero.
Sua bravura fez ele parecer fraco.
Ele vai puni-lo por isso.
Eu n�o puno homens por bravura.
Eu os recompenso.
N�o duvido, Vossa Gra�a.
Mas sou um irm�o da Patrulha da Noite.
Jurei-lhes minha vida, minha honra, minha espada.
N�o sei o que sobrou para lhe dar.
Pode me dar o Norte.
N�o posso.
Mesmo que eu quisesse, sou um bastardo.
Um Snow.
Ajoelhe-se perante a mim. Ponha sua espada aos meus p�s.
Sirva-me e ressurgir� como John Stark,
Senhor de Winterfell.
Ele o tornar� um Stark com apenas uma assinatura.
� a primeira coisa que me lembro de querer.
Eu sonhava que meu pai pediria ao rei.
Assim eu n�o seria mais o Bastardo de Winterfell.
N�o, voc� merece isso. Merece.
Eu n�o poderia estar mais feliz por voc�.
Irei recusar.
Mas�
voc� seria o Senhor de Winterfell.
Fiz um juramento � Patrulha da Noite.
Se eu n�o honrar minha palavra,
que tipo de Senhor de Winterfell eu seria?
Ei.
Lotou, achei que server�amos guisado de veado.
Algu�m deseja falar para os candidatos�
antes de come�armos a vota��o
pelo 998� Senhor Comandante
da Patrulha da Noite?
Sor Alliser Thorne n�o � s� cavaleiro,
� um homem de verdadeira nobreza.
Ele era o Comandante Ativo quando a Muralha foi atacada
e nos guiou � vit�ria contra os selvagens.
� veterano de 100 batalhas,
e defende a Patrulha e a Muralha por quase toda a vida.
- Ele � a escolha certa. - Sim.
Sor Denys Mallister est� na Patrulha desde crian�a
e serviu lealmente mais do que qualquer um.
Serviu por 10 invernos.
Como Comandante da Torre Sombria
manteve os selvagens afastados.
N�o h� escolha melhor.
Se n�o h� mais ningu�m vamos come�ar a vota��o.
As fichas triangulares s�o para o Sor Alliser Thorne.
As fichas quadradas s�o para o Sor Denys Mallister.
- Cada uma... - Meistre Aemon.
Samwell Tarly, pode falar.
Sam, o Matador.
Outro amante de uma selvagem, como seu amigo, Jon Snow.
Como est� sua amada, Lorde Matador?
O nome dela � Goiva.
Sor Slynt a conhece muito bem.
Esconderam-se juntos na despensa na batalha pela Muralha.
- Mentiras! - Uma selvagem, um beb�,
e Lorde Janos.
Encontrei ele l� ap�s a batalha.
Em uma po�a do seu pr�prio mijo.
Enquanto ele se escondia com a mulher e a crian�a...
Jon Snow estava liderando.
Sor Alliser lutou bravamente, � verdade,
mas quando ele foi ferido, foi Jon quem nos salvou.
Ele deu conta da defesa da Muralha,
matou o Magnar dos Thenns,
foi ao Norte lidar com Mance Rayder.
Mesmo sabendo que poderia morrer.
Antes disso...
liderou a miss�o de vingar o Senhor Comandante Mormont.
O pr�prio Mormont escolheu Jon para ser seu intendente.
Ele viu algo no Jon. E agora todos n�s vimos tamb�m.
Ele pode ser jovem...
mas ele � o comandante a quem recorremos
quando a noite estava mais escura.
Isso a�!
N�o posso argumentar contra isso.
Mas quem Jon Snow quer comandar?
A Patrulha da Noite?
Ou os Selvagens?
Todos sabem que ele amava aquela garota selvagem.
Falou com Mance Rayder muitas vezes.
O que teria acontecido na tenda entre os dois velhos amigos,
se o ex�rcito de Stannis n�o tivesse chegado?
Vimos ele acabar o sofrimento do Rei-Para-L�-Da-Muralha.
Querem escolher um homem que lutou contra os selvagens,
ou um homem que fez amor com eles?
Est� na hora.
Parece ser um empate, meistre.
Jon Snow! Jon Snow! Jon Snow! Jon Snow!
Voc�!
O que tem a�?
- Eu disse... - Vire-se e v� embora.
Vire-se...
- e v� embora! - Que espadinha bonita.
Uma espada dessas deve valer uns 100 pombos.
Nada tem valor para um homem morto.
R�pido, v�!
Quem � voc�?
Por que eles estavam com medo de voc�?
Voc� perdeu isto.
Voc� disse que n�o h� Jaqen H'ghar aqui.
N�o h�.
Um homem n�o � Jaqen H'ghar.
Quem � voc�, ent�o?
Ningu�m.
E � isso que uma garota deve se tornar.
Ela n�o pertence a este lugar.
N�o importa o quanto voc�s a chamam de "Mhysa".
Ela nunca ser� sua m�e.
MATEM OS MESTRES
Por qu�?
Por voc�, Mhysa.
Voc� queria a Harpia morta,
mas suas m�os estavam atadas.
Eu a libertei, como fizeste a todos n�s.
Ele era nosso prisioneiro, aguardando julgamento.
Voc� n�o tinha o direito.
Ele preferiria destruir a cidade a deixar um escravo livre.
N�o h� mais escravos.
N�o h� mais Mestres.
Ent�o quem vive nas pir�mides?
Quem usa m�scaras douradas e mata seus filhos?
Quando Verme Cinzento veio a n�s,
eu fui o primeiro a empunhar uma faca por voc�.
Lembro-me do olhar de meu pai quando eu matei o Mestre dele,
que trocou o filho por um c�o.
Meu pai morreu durante a luta.
Se permitirmos
que os Filhos da Harpia nos acorrentem novamente...
ele nunca viveu.
Voc� n�o tinha direito de tirar a vida da Harpia.
Antes, os Mestres eram a lei.
- Agora voc� � a lei. - Lei � lei.
Levem-no.
Mhysa!
Mhysa!
Mhysa!
Mhysa!
Ela deveria ter decepado o traidor na Grande Pir�mide.
� o que digo a ela para fazer com voc�.
Voc�s abriram seus port�es para mim
porque prometi a voc�s liberdade e justi�a.
Uma n�o existe sem a outra.
Irm�o! Irm�o!
Mhysa, por favor!
Perdoe-me.
Um cidad�o de Meereen aguardava julgamento
e este homem o matou.
A puni��o � a morte.
Piedade, piedade!
Mhysa!
Mhysa!
Ficarei de guarda hoje, Vossa Gra�a.
Todos ficaremos de guarda hoje.
Deixem-me.
Drogon!
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.