Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romansh
Runyakitara
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Sabe, a vila de Bosham � uma das mais bonitas da Inglaterra.
� uma das mais antigas tamb�m.
A filha do rei Canuto est� enterrada no cemit�rio.
� a� que eu estava quando isso aconteceu.
Como isso aconteceu? Seu palpite � t�o bom quanto o meu.
Meu carro era o �nico no estacionamento quando cheguei
e ainda �.
Talvez um monstro marinho o tenha atingido.
Ou um iatista irado ou o fantasma do rei Canuto.
Desculpe-me. Este carro � seu?
- Sim, �. - Lamento muito.
Sempre viro meu carro aqui porque a rua � muito estreita.
N�o posso imaginar como eu bati nele.
- Mas conseguiu, n�o �? - Receio que sim.
- Surpreendente. - N�o �? Com todo esse espa�o.
Vou pagar por qualquer dano. Meu nome � Florence Warshed.
Moro em Rose Cottage, Smugglers Lane.
Florence Warshed? J� nos conhecemos em algum lugar antes?
N�o, nunca.
Seu rosto � muito familiar.
Meu nome � Simon Templar.
N�o... n�o o famoso Simon Templar!
O SANTO
S02E25 - As Senhoras Gentis
Legenda por Susanawho
Adivinha quem?
- Simon! - Fico feliz que tenha dito isso.
- Encantada em v�-lo! - O prazer � meu. Joe.
- Ol�, senhor. - Posso ter um quarto?
- Sempre h� espa�o para o senhor. - E mais dois Martinis.
Toda vez que a vejo, est� mais linda que da �ltima vez.
- Como faz isso? - Navegando e Martinis.
O que o traz � vila de Bosham?
A: queria sair de Londres por alguns dias,
B: queria navegar
e C: queria v�-la.
Por que n�o me avisou?
Poderia mudar de ideia no �ltimo minuto e ir pra China.
Veio dirigindo?
Sim, e uma simp�tica solteirona bateu na minha lanterna.
- Qual � a melhor oficina local? - Charley Butterworth.
- Quem era essa simp�tica solteirona? - Uma Srta. Florence Warshed.
O que, de novo? Kathleen, me apresente.
Conheci as pessoas mais encantadoras
atrav�s dos carros que Florence destruiu.
Simon Templar, Comandante George Marsh.
Como vai?
- George � o advogado de Florence. - Ent�o meu interesse � pr�tico.
- Ela se ofereceu para pagar pelo dano? - Ela foi muito decente.
- Ela sempre �. - Entendo que ela faz disso um h�bito.
Pobre Flo. Ela e suas duas irm�s s�o encantadoras, exceto em um carro,
quando se comportam como lun�ticas e tenho que consertar seus erros.
N�o � que acelerem demais,
est�o muito interessadas em tudo e em todo mundo
para olhar para onde est�o indo.
� apenas um farol arrebentado.
Vou dizer a elas. Jantaremos juntos esta noite.
- Bom dia, Comandante. - O que vai beber?
- � muito gentil. Cerveja amarga. - Aqui.
Obrigado.
- Quanto tempo tenho que esperar? - Desculpe, senhor. Como posso ajudar?
Posso ter um quarto com banheiro para esta noite?
- S� por esta noite, senhor? - Ainda n�o tenho certeza!
Venha por aqui, senhor.
- Trago seu troco em um minuto. - Est� bem, fique pra voc�.
- Quem � ele, George? - N�o parece um tipo esportista.
Ele provavelmente � pintor.
Simon, tem que conhecer o resto das irm�s Warshed antes de partir.
Eles s�o uma institui��o da cidade.
Florence, Violet e Ida.
Para Florence, Violet e Ida. Sa�de!
Simplesmente adoro carne assada.
O mesmo acontece com George, quando n�o est� cozido demais.
O que est� atrasando a Flo? Ela prometeu chegar
em casa �s sete e j� passou quase meia hora.
Ela estar� aqui.
Sabe como ela � quando est� dirigindo.
N�o se preocupe. Passe-me a tigela de salada.
Devemos chamar a pol�cia? Ela � t�o descuidada nesse carro.
A �ltima coisa que algu�m faz nesta casa � telefonar para a pol�cia.
Eu n�o... n�o sei o que... o que me fez sugerir isso.
- Est� tudo bem, querida, esque�a. - J� o fiz.
Tirei isso da minha vida, como se nunca tivesse acontecido.
Est� tudo bem, claro. Corte-me um pouco de aipo.
- Ida? - Sim, querida?
Acha que Flo vai se casar com George Marsh?
N�o pode. Se ela se casasse com ele, teria que lhe contar a verdade.
� simples assim, ent�o n�o pode.
Certamente, querida, depois de todos esses anos?
- N�o poder�amos arriscar. - Suponho que tenha raz�o.
Mas � uma pena.
George � encantador e a pobre Flo gosta tanto dele.
A pobre Flo tem idade suficiente para se controlar.
Gostaria que ela chegasse aqui. Tenho a sensa��o de que algo aconteceu com ela.
A� est� ela!
- Onde esteve? - George estar� aqui a qualquer minuto!
- Desculpe, n�o pude evitar. - Est�vamos preocupadas!
Trouxe o alho?
- Onde esteve? - Sofri um acidente.
- Novamente? - Foi apenas um farol quebrado.
- Por que se preocupar? - Uma libra ou duas.
- N�o, n�o � isso. - O que?
- Ent�o o que? - � o homem que � dono do carro.
- Quem? - Simon Templar.
- O Santo? - Sim. E ele me reconheceu.
- Tem certeza? - Oh c�us!
Ele disse que achava que tinha me visto antes.
- N�o estava seguro? - N�o positivo, n�o.
- Podemos esperar, n�o �? - � tudo o que podemos fazer.
V� e se vista. George estar� aqui a qualquer momento.
- Charley Butterworth! - Senhoras.
- Charley, est� b�bado. - Deveria se envergonhar!
Envergonhar-me? Quando me tornei pai de tr�s meninas ador�veis?
- Trig�meas? - Se s�o tr�s delas, s�o trig�meas!
- Que maravilha! - Sua pobre esposa...
Bessie? Como descascar ervilhas.
E sabe o que vamos fazer?
Porque a Srta. Flo teve 17 acidentes no ano passado
e me trouxe muito trabalho,
vamos nomear nossas garotinhas como as tr�s.
Isso � absolutamente... final! O que vamos fazer?
Florence, Violet e Ida.
- Isso n�o � doce? - Querido!
S� queria que soubessem as boas not�cias.
Agora devo ir celebrar com os rapazes.
- Bem! - Isso n�o � doce? Nomeadas como n�s!
- Tr�s garotinhas. - Ador�vel!
- Pobre Bessie... - Sim, est� sozinha, exceto pela parteira.
Voc�s duas peguem o carro e vejam se h� alguma coisa que possamos fazer.
- Levaremos algumas frutas e um cheque. - Quanto?
- Cem libras? - N�o muito. Torna as pessoas curiosas.
- Melhor fazer 50. - Oh, Flo, � t�o s�bia.
- E quanto ao George? - Posso cuidar dele e do jantar.
V�o em frente, corram.
S�o tr�s mulheres, todas entre 50 e 55 anos,
e elas se mudaram para c� h� cerca de dez anos atr�s.
- Elas t�m parentesco? - Desculpe.
As irm�s Warshed se mudaram para c� h� dez anos.
Irm�s?
Sim, possivelmente.
- Como eu as encontro? - Bem, j� � um pouco tarde.
- Voc� � amigo delas? - Sabe o endere�o delas?
- Voc� o encontrar� na lista. - Obrigado, senhorita.
Muito obrigado.
- Estranho, n�o �? - Ele � diferente, sem d�vida.
Por que acha que ele � um pintor, Simon?
Sabe, sou um estudante profundo da natureza humana.
- Ador�veis! - Encantadoras!
N�o devemos incomod�-las, n�o �?
N�o, n�o. Claro.
Direi � Sra. Butterworth como foram gentis em vir,
mas ela acabou de ser sedada e n�o vai acordar at� de manh�.
Ela est� perfeitamente bem e n�o h� nada para se preocupar.
- Fico feliz. - Exceto Charley, ele est� bebendo.
Posso cuidar do Charley. Agora, v�o embora.
Podemos ligar amanh�?
S� entre duas e quatro. Devemos deixar a Sra. Butterworth descansar.
- Ah sim, claro. - Muito obrigada.
- De nada. - N�o foi nada, na verdade.
- Tchau. - Adeus.
Adeus!
Que espl�ndidas!
Finalmente!
Bem, faz muito tempo.
� o Freddie!
- O que est� fazendo aqui? - Visitando-as.
Acendam algumas luzes.
Ora, ora! Isso n�o � acolhedor?
E que tempo eu tive perseguindo voc�s tr�s.
N�o imaginam os problemas que passei!
Ah, isso � ador�vel!
Gosto de reuni�es, n�o gostam?
Freddie, o que quer?
Vamos direto ao assunto, Freddie.
Alfred, n�o Freddie. Alfred Powls.
� um bom nome, n�o acham? Alfred Powls.
Sofisticado, mas s�lido e respeit�vel.
Como eu.
� um bom Porto, esse.
Agora que bebeu, pode ir.
Freddie, ou v� direto ao ponto ou saia. Queremos ir dormir.
- Acho que devemos chamar a pol�cia. - Mas...
V� em frente. Chame-os.
- O que quer? Dinheiro? - Claro.
- Quanto? - Bem, n�o decidi.
Para come�ar, digamos... � 50?
- N�o temos muito aqui. - Amanh� ent�o.
- Amanh� � domingo. - E os Bancos est�o fechados.
Algu�m por aqui vai descontar um cheque.
S�o bem conhecidas e seu cr�dito � bom.
Flo, n�o vai parar nos 50.
- N�o. - N�o, n�o vou.
Vejam, tenho gostos caros.
E um anseio pela paz, em um local calmo junto ao mar,
como este.
As casas s�o muito caras por aqui?
- Flo, n�o haver� nada disso! - Tem uma ideia melhor?
Por favor, n�o briguem por mim, n�o sou dif�cil de agradar.
Um pequeno chal� bastar�
e um rendimento razo�vel, digamos � 2.000 por ano,
um pequeno carro, nada chamativo, e uma empregada.
Eu me vejo no papel de cavalheiro aposentado.
Com tr�s senhoras gentis e graciosas por perto,
que s�o velhas amigas.
Amigas encantadoras.
� uma perspectiva agrad�vel, n�o acham?
- Freddie... - Alfred, por favor.
- Alfred, n�o podemos permitir isso. - Seu rato sujo!
- Ida... - Bem, ele �!
Seu chantagista sujo! Gostaria de v�-lo flutuando no porto!
Obrigado, Srta. Jean Benson, por essas palavras am�veis.
- Ida, acalme-se. - Acalmar-me?
Enquanto este monstro sujo amea�a dizer a todos a verdade?
Perder nossa reputa��o? Perder nossa casa?
Seu porco desprez�vel!
N�o vou esquecer isso.
Acabou de adicionar � 1.000 ao custo da minha casa.
E n�o se esque�am das minhas 50 libras. Voltarei amanh� ao meio-dia.
Boa noite, Srta. Edith Cooper.
E para voc�, Srta. Ethel Scott.
- N�o chore, querida, ele n�o vale a pena. - Mas o que vamos fazer?
Vamos vender e ir para a Su��a ou algum outro lugar.
Oh, sim, a primeira coisa de manh�.
- N�o, Violet. - N�o conseguiria encarar as pessoas, Flo.
Por favor, vamos fugir.
Mas Violet, fizemos uma vida aqui e � boa.
N�o somos mais jovens.
N�o podemos simplesmente fugir ao redor do mundo como coelhos assustados.
N�o. Tudo o que podemos fazer � pagar.
- �quele rato sujo? - Ida, vamos ser sensatas.
Ele quer que lhe compremos um chal�.
Digamos � 5.000. Podemos arcar com isso.
Ent�o ele quer � 2.000 por ano. Bem, podemos arcar com isso tamb�m.
E enquanto ele mantiver sua barganha, vamos nos ater �s nossas.
- E se ele n�o fizer? - Ele n�o vai.
Bem, se ele n�o o fizer, devemos pensar novamente.
Mas enquanto isso, n�o fa�amos nada do que possamos nos arrepender mais tarde.
Vamos. Vamos, vamos para a cama.
Sempre tive medo que isso acontecesse.
Que um dia o passado nos alcan�aria.
- Ida! - N�o se preocupe. Vamos.
- Oh c�us! - Vamos.
Vamos, agora.
Trabalhando em uma manh� de domingo, deveria ter vergonha.
- Tenho algumas coisas para p�r em dia. - Tem tempo para o almo�o?
D�-me cinco minutos.
Bem, mesmo por cinco minutos, ver outras pessoas trabalharem
� um dos maiores prazeres da minha vida.
Voc� tem outros.
Como voc�, gra�as a Deus.
Agora, cinco minutos de trabalho e sem papo.
Sabe, tem uma boca muito bonita e tentadora.
Vou observar. Ou talvez eu observe a sarda na ponta do seu nariz.
Cale a boca.
Com licen�a.
Lamento incomod�-los, mas estou procurando uma casa.
Bem, � domingo. Receio que estamos fechados.
- A menos que... - V� em frente. N�o se importe comigo.
- Gostaria de se sentar? - Obrigado.
- Uma casa ou chal�, para alugar ou comprar? - S� um chal� para comprar.
Qual � a sua faixa de pre�o?
Cerca de � 5.000. N�o quero um lugar grande. Estou aposentado.
- Do que? - Dos meus neg�cios.
Gostaria de ver algo hoje, se pudesse.
Isso pode interess�-lo.
Chal� Harbour na Sea Road. Tem tr�s quartos, um banheiro,
cozinha, sala de estar e sala de jantar, e um jardim muito bonito.
� 4.750.
Ou aqui est� outro. Chal� Lookout em Smugglers Lane.
Smugglers Lane? Perto das Warsheds?
Sim, abaixo da estrada delas.
- Pouco acima do seu pre�o. � 5.600. - N�o, gosto desse.
O excedente 600 n�o vai me incomodar, se for realmente bom.
Quando poderia v�-lo?
Talvez esta tarde.
Pode me dar seu nome?
Powls. Alfred Powls.
Entrou em contato com as Warsheds na noite passada?
Sim, tivemos uma reuni�o bastante agrad�vel. Eu as conheci h� anos atr�s.
Posso us�-las como refer�ncia, ent�o?
Sim, claro. Tenho certeza de que elas me atestar�o.
Obrigada, Sr. Powls. Vou deixar uma mensagem sobre o chal� Lookout.
- Espero que goste. - Acho que vou gostar muito.
- Obrigado e bom dia. - Bom dia.
Eu me pergunto de onde ele conhecia as irm�s Warshed?
- De onde elas vieram? - Na verdade, n�o sei.
Elas s�o t�o identificadas na cidade que nunca pensei sobre isso.
- Tem um envelope para isso? - Sim, por que?
- Posso pegar um? - Sim, mas n�o entendo.
Obrigado.
Ora, tia Flo. Que agrad�vel v�-la!
Obrigada, querida. Bom dia, Sr. Templar.
- Srta. Warshed. - Seu carro est� pronto?
Estar� assim que Charley ficar s�brio.
Pobre Charley! Ele � um excelente mec�nico.
Afinal, n�o se tem trig�meas todos os dias.
Gra�as a Deus.
Kathleen, querida, �s vezes n�o recebe alugu�is em um s�bado?
- Sim, �s vezes. Por qu�? - Pensei que poderia me fazer um favor.
A Ida tem a oportunidade de comprar uma linda c�moda da Regency,
mas as pessoas querem em dinheiro e, claro, todos os Bancos est�o fechados.
- Sim, claro. Quanto? - 50 libras, receio.
N�o tenho tanto assim.
Eu posso.
Obrigada, Sr. Templar. Nem sonharia em pedir.
Tenho o suficiente.
Obrigada.
A prop�sito, conhece um Sr. Alfred Powls?
Sim. Sim, ele � amigo de Ida.
Oh c�us!
Sr. Templar, receio que vai ter que me emprestar sua...
Oh! Muito obrigada.
Flo?
- Vamos � casa de Charley Butterworth. - A enfermeira disse depois das duas.
Mas isso � para Charley. Frango e presunto. O pobre homem deve comer.
A julgar pela celebra��o, duvido que Charley esteja com fome.
Ah, alguns t�m e outros n�o. Quando fiquei chapada, sempre podia comer.
Ida, por favor!
- Algu�m est� vindo. - Deve ser Powls. Saiam por tr�s.
- Essa � uma ideia muito boa! - V�o em frente!
- Tchau, Flo. - � o George!
- George? Mas Powls deve estar chegando! - Oh, querida!
- Supondo que eles se encontrem? - Temos que deter o George.
Deter-me por qu�?
- Bom dia, garotas! - Bom dia, George.
- Deter-me por qu�? - Oh nada.
Desculpe-nos, estamos indo � casa de Charley Butterworth.
- Devemos voar. - Bem, vejo voc� mais tarde.
Bom... Adeus, George.
Adeus.
Bem, o que devo ser impedido de fazer?
Propor de novo? Minhas aten��es de repente se tornam t�o embara�osas?
- Claro que n�o, George. - Ent�o, o que �?
Ida e Violet sa�ram como dois m�sseis teleguiados!
Bem, elas est�o com pressa.
- Flo, qual � o problema? - Nada!
- Talvez eu possa ajudar? - N�o � nada, George, s�rio.
Por favor, n�o se preocupe.
Posso ser um tolo, mas te amo. Sei muito bem que algo est� errado.
E, como seu amigo, e certamente como seu advogado h� dez anos, acho...
N�o h� nada de errado e nada que eu precise de ajuda.
Lamento. N�o acredito em voc�.
Oh, por favor, pare de me incomodar!
Sinto muito, George, eu... n�o quis dizer...
Com licen�a.
Bom dia, Sr. Price.
Qu�o gentil de ligar. Essa torneira simplesmente n�o para de pingar.
Plug, plug, plug a noite toda. Est� nos deixando loucas.
Tem algu�m na sala de estar, meu advogado.
N�o podia deix�-lo v�-lo, ele j� suspeita.
Se ele continuar suspeitando, o seu jogo acabou.
E o seu.
Onde est� o dinheiro?
Qual � o problema?
Bem, deixei na sala de estar.
- Bem, pegue! - Mas o que posso dizer?
Deveria ser o encanador, ent�o est� me pagando!
Ou quer que eu pegue?
N�o. N�o, � melhor esperar aqui.
- Quem era? - O encanador. Temos uma torneira com vazamento.
O encanador? Em um domingo?
Sim, ele � muito am�vel.
Dez novas de cinco. Obrigado.
N�o h� de que.
Vou precisar de mais em um dia ou dois.
A prop�sito, estou olhando uma casa que est� � venda.
� 5.600.
N�o aqui, na vila?
Melhor ainda. Apenas acima na estrada.
Lookout Cottage.
S� vi do lado de fora, mas acho que vai gostar.
Freddie, por favor, n�o precisa viver por aqui. H� outros lugares.
Gosto de estar perto dos meus amigos.
Deve ir agora. N�o posso manter o Comandante Marsh esperando.
Tudo bem, mas se eu gostar desta casa, vou compr�-la.
Ent�o � melhor ter um cheque de � 6.000 para mim em um ou dois dias.
- O que? - Haver� honor�rios legais, impostos.
- 6.000 devem cobri-lo. - Tudo bem, mas por favor, v� agora.
N�o! N�o por a�. Pelo caminho de tr�s.
Oh, a porta dos comerciantes? Isso tamb�m � adequado.
At� logo.
Sinto muito por deix�-lo esperando, George.
Tudo o que precis�vamos era de uma nova m�quina de lavar.
Chama um encanador para substituir uma lavadora no domingo?
Eu lhe disse, ele � muito cooperativo.
Am�vel foi a palavra que usou.
- George, n�o acredito que tenha ci�mes. - � poss�vel.
Qualquer um pensaria que tenho um amante.
- Bem, voc� tem? - N�o seja rid�culo.
Ent�o, o que estava no envelope pelo qual voltou?
Oh, esse foi apenas o meu cheque em pagamento ao seu �ltimo trabalho.
Oh, que raro em voc�. Sempre paga suas contas t�o prontamente.
Flo, por que est� mentindo para mim?
N�o estou mentindo para voc�
e me ressinto em ser questionada em minha pr�pria casa.
N�o est� no Tribunal agora. Por favor, v� embora!
- N�o precisa gritar. - Tem raz�o.
Mas voc� continua. Apenas v� embora e me deixe em paz!
Bem, se � isso que quer.
Sim, George. Isso � o que quero.
De acordo.
Mas Flo, se algu�m est� lhe incomodando, qualquer pessoa,
se eu descobrir quem �, vou quebrar o pesco�o dele.
Adeus.
Adeus, George.
Telegrama, Sr. Templar.
Obrigado.
Alguma resposta, senhor?
N�o, obrigado. Neste caso, nenhuma resposta � necess�ria.
- Obrigado. - Obrigado, senhor.
Como anda a ca�a da casa, Sr. Powls?
Muito bem, obrigado. Gar�om, conhaque duplo, por favor.
Inspecionou o chal� Lookout?
Sim, � encantador.
- Vai comprar? - Acho que sim.
Um pouco grande para uma pessoa, n�o �?
Gosto de muito espa�o.
O que o fez decidir morar na vila Bosham?
Bem, gosto de navegar e gosto de Sussex.
Que interessante.
Sete xelins, por favor, senhor.
- N�o tem nada menor que esta? - N�o, sinto muito.
Permita-me.
- Obrigado. - Muito obrigado, senhor.
- N�o h� de que. - Sete xelins de uma libra, senhor.
- Ora, ora, ora. - Algo errado?
Sim, o n�mero de s�rie do seu cinco.
� consecutivo aos da minha carteira.
- � mesmo? - Sim. Isso merece uma explica��o.
Tire a m�o do meu bra�o!
Quem acha que est� empurrando?
Por que n�o chama a pol�cia?
Vou lhe dizer porqu�.
Lembra das fotos que tocou no escrit�rio de Kathleen Howard esta manh�?
Aluguei um carro e as enviei para um amigo na Scotland Yard
para verificar suas digitais.
- Ele acabou de me enviar um telegrama. - Tudo bem. Ent�o estive preso.
N�o sou procurado por nada agora.
Ainda n�o est�.
Mas foi um garoto ocupado no passado, n�o � mesmo, Freddie Weekes?
Ali�s Frederick Walsh, tamb�m conhecido por Frederick Powls,
atualmente conhecido como Alfred Powls.
Fraude, tr�s anos, 1940. Fraude, sete anos, 1953,
e agora cavou algo com as irm�s Warshed.
N�o sei do que est� falando.
De chantagem, o crime mais imundo do c�digo!
N�o estou chantageando ningu�m, dou a minha palavra!
Pode come�ar me dando sua carteira.
- Por qu�? - Porque eu a quero.
- Para que? - O cinco que troquei no andar de baixo
foi um dos dez que dei a Florence Warshed esta manh�.
Quero ver o resto!
Ainda estou esperando pela carteira.
Foi o que pensei.
- Ela descontou um cheque para mim antes. - Acabei de descartar isso.
Pode come�ar a fazer as malas, Freddie, est� saindo da cidade.
Ou�a, Templar, esta � uma mina de ouro.
As garotas Warshed n�o s�o irm�s de jeito nenhum! 19 anos atr�s...
Escute-me, Freddie.
N�o precisa come�ar a esvaziar sua mente de lixo em meu benef�cio!
O que as garotas Warshed fizeram no passado, elas viveram
e n�o quero os detalhes sujos.
Elas s�o amadas nesta cidade, e s�o felizes aqui.
E nenhum idiota mal-intencionado vai chantage�-las, entendeu?
- Eu n�o... - Voc� entende?
Sim!
Fa�a as malas!
Se estiver na cidade at� o meio-dia de amanh�, eu lhe darei outra li��o!
Pagarei pelos estragos!
Simon, como poderia saber que ele esteve preso?
Meu sexto sentido sobre o �mpio.
Nunca teria adivinhado em um milh�o de anos.
Um condenado pode se passar por vendedor da B�blia nesta cidade
e ningu�m lhe pediria para citar os quatro Evangelhos.
O que acha que ele tem com as irm�s Warshed?
- N�o sei e n�o me importo. E voc�? - Claro que n�o.
O que quer que tenha sido, elas viveram com isso, n�o concorda?
Completamente.
Bom dia, Freddie.
- Est� a caminho? - Sim.
Bom, posso velejar com uma mente relaxada.
- Encontra-me para o jantar? - Adoraria.
10.000 libras e as deixarei em paz para sempre.
- Ter�amos que vender t�tulos! - Isso leva tempo!
Converse com seu banqueiro, mas entenda. Estarei fora daqui amanha � noite.
- Por qu�? - N�o importa porqu�, apenas consiga!
- Vou precisar de um quarto. - Vai dormir aqui?
- Sim, vou! - Mas n�o temos um quarto extra.
- Pode dormir com ela. - Mas, Freddie!
� a cama que eu quero, n�o voc�!
E como n�o vou sair de casa,
tragam-me duas garrafas de u�sque e alguns cigarros.
- Est�o esperando algu�m? - N�o, mas as pessoas costumam entrar.
Bem, quem quer que seja, livrem-se deles!
Bom dia, tia Flo. Espero n�o ser muito cedo.
Kathleen, desculpe, estamos ocupadas.
Disse que pod�amos discutir as decora��es para o Bazar.
Estamos transformando a cozinha.
N�o posso convid�-la. Estou ocupada para conversar.
Alguma outra hora, querida.
Al�, Joe? Aqui � Florence Warshed.
Bom dia, Srta. Washed. Em que posso lhe ajudar?
Poderia enviar duas garrafas de u�sque, por favor?
U�sque? Bem, claro, Srta. Warshed. Alguma marca em particular?
Oh, n�o, n�o me importo. Qualquer marca que goste.
E cem cigarros, por favor.
Est� certo. Receber� em uma hora.
Muito obrigada, Joe.
Simon, simplesmente n�o entendo. Flo � um encanto.
Geralmente ela tem todo o tempo do mundo para todos e tudo mais.
E o Bazar, � apenas o evento mais importante em seu calend�rio.
De fato, as irm�s s�o o Bazar.
- Ela fechou a porta na sua cara? - Sim, parecia t�o estranha.
Est� me incomodando o dia todo.
Teve um vislumbre do amigo Powls, por acaso?
N�o.
Eu lhes farei uma visita. Caso contr�rio, estar� me incomodando a noite toda.
Espere por mim aqui, sim?
Edith!
Edith!
Edith!
Freddie! Vai acordar toda a vizinhan�a!
- S�o apenas dez horas. - O que quer?
Isso est� vazio. Quero uma bebida.
Teve duas garrafas de u�sque. Tudo o que resta � um pouco de xerez.
- Onde est�? - No arm�rio da sala de estar.
Certo!
- Freddie? - O que aconteceu?
- Bem, ele caiu. - Mas como?
Bem, ele trope�ou.
- Ele est� morto. - N�o.
N�o pode estar!
Est�. Acho que ele deve ter quebrado o pesco�o.
Flo, o que vamos fazer?
Ele n�o pode estar morto apenas caindo pelas escadas.
Eu lhe digo, est�.
Quem vai acreditar em n�s quando dissermos que ele caiu da escada?
Quem vai acreditar em n�s quando souberem a
verdadeira raz�o pela qual ele veio aqui?
Flo, o que podemos fazer?
Descubra quem �.
- Quem �? - Simon Templar.
� Simon Templar!
� melhor ele entrar. Ele saber� o que fazer.
- Mas... - V� em frente!
Srta. Warshed, lamento vir...
- Como isso aconteceu? - Ele caiu.
- Ele estava intoxicado. - Foi um acidente.
Veja, ele estava nos chantageando.
- H� muito tempo atr�s... - Sabia que ele estava chantageando-as.
Ele disse que nos deixaria em paz se lhe d�ssemos 10 mil libras.
N�o conseguimos o dinheiro imediatamente,
ent�o ele disse que ia ficar aqui at� conseguirmos.
Ent�o ele ficou muito b�bado. Duas garrafas de u�sque desde antes do almo�o.
E ele caiu da escada.
Eu lhe dou minha palavra de honra, foi acidental.
Acredito em voc�.
Mas na hora que a pol�cia terminar com isso, seja o que for que Powls
estivesse chantageando, ser� de dom�nio p�blico.
Esse � o nosso problema. Evitar que a hist�ria seja divulgada.
Mas como?
Bem, devemos pensar em outra raz�o para ele estar aqui.
Sim, ele veio para roub�-las.
Ouviu um estrondo, encontrou-o morto. Chamaram a pol�cia.
Ser� que vai dar certo?
Vamos fazer funcionar. Peguem a jaqueta e a gravata dele.
- As coisas dele est�o l� em cima? - Sim.
- Embale-as e me traga seus sapatos. - Muito bem.
Coloquem ali. Vou pegar a jaqueta e a gravata dele em um minuto.
Olha, isso � apenas uma precau��o. Ele subiu as escadas com os sapatos enlameados
mas n�o desceu.
- Flo, onde est�o suas joias? - Naquele quarto.
- Venha comigo, sim? - Sim.
Ponha essas joias no bolso do palet�.
- Ah n�o. Acho que vou desmaiar. - N�o se atreva.
N�o h� tempo. Livre-se das pontas de cigarro e lave os cinzeiros.
Senhora, limpe toda a mob�lia.
Quando eu o vestir, levarei a mala dele para o cais e despejarei.
Ent�o vou parar aqui depois, como se estivesse passando.
Quando eu for embora, quero que chame a pol�cia e George Marsh.
- George? - Sim, Flo.
Porque se isso n�o der certo, vai precisar realmente de um advogado.
Parece bem claro, senhor.
Usa sua amizade para avaliar o local, arromba, rouba as joias,
come�a a descer as escadas, escorrega, cai, quebra o pesco�o.
N�o � de surpreender, senhor. Ele certamente fedia a bebida.
Sim. Vai me informar sobre o inqu�rito, n�o �?
- Certamente, senhor. Boa noite. - Boa noite.
Boa noite, Sr. Templar. Obrigado pela ajuda.
Foi um prazer. Boa noite, Sargento.
- Algo que eu possa fazer? - Sim.
Pode falar.
Voc� vem?
E agora, senhoritas, como seu advogado e seu muito bom amigo,
gostaria da verdade, por favor.
- A verdade? - Sim, Flo.
Joe Tracey me disse que telefonou para ele
e pediu duas garrafas de u�sque e cem cigarros.
Agora, j� que voc�s n�o bebem u�sque e n�o fumam,
- gostaria de saber o porqu�. - Oh c�us!
- Comandante... - S� um minuto, gostaria que Flo respondesse.
George, n�o posso.
Powls n�o era amigo seu, era?
N�o. Ele estava nos chantageando.
Chantageando-as? Mas... mas por qu�?
Tr�s senhoras gentis?
Comandante, permita-me.
Ethel Scott,
Edith Cooper,
Jean Benson.
Voc� sabia?
Sim. No dia em que quebrou meu farol, sabia que seu rosto era familiar.
Lembrei-me. Dois anos atr�s, fiz algumas pesquisas sobre roubos de arte.
Olha, algu�m vai explicar tudo isso para mim?
Conte a ele, Flo.
Ser� o melhor.
Bem, 17 anos atr�s, um desenho de Delacroix foi roubado da Galeria Nacional.
- Era chamado "Uma Ora��o �rabe". - N�s o roubamos.
- Voc�s... o qu�? - Roubamos.
Escutem. Deveria levar esse tipo de coisa a s�rio?
Sim. � verdade.
- �ramos uma equipe. - Foi um �timo trabalho, na verdade.
Muito f�cil. N�o me admiro que tenham escapado com o Goya.
Veja, George, eu trabalhava l�.
Trabalhou na Galeria Nacional?
Sim. Como secret�ria.
E eu era secret�ria do chefe da empresa
que forneceu � Galeria Nacional os alarmes contra roubo.
E eu trabalhava com um negociante de arte.
Ent�o tudo se encaixava. Mais emocionante.
- Especialmente os alarmes contra roubo. - Voc� n�o cortaria.
Estava com medo de receber um choque.
Estava apavorada.
De qualquer forma, o desenho estava na oficina da galeria sendo limpo.
E n�s o roubamos.
Est� me pedindo para acreditar que voc�s tr�s s�o... ladras?
- Sim, George. - S� uma vez.
- N�o somos profissionais. - Apenas bem sucedidas.
Depois que roubamos, Ida entrou em contato
com um colecionador terrivelmente rico.
- Um americano. - Do Texas.
Ele nos pagou 300.000 d�lares por isso.
- E foi uma barganha. - Oh eu sei.
Eu digitei o formul�rio de seguro. Valia o dobro disso.
- E ficaram com o dinheiro? - Sim.
� por isso que vivemos t�o bem.
- E ajudamos as pessoas. - Exatamente.
- Claro, eles recuperaram o desenho. - Quando o homem morreu.
O FBI encontrou em sua casa no Texas.
Eles enviaram de volta para a Galeria Nacional.
Ent�o todo mundo ficou feliz.
Veja, George, fomos pegas.
- Foram pegas? - Sim.
Eles n�o encontraram o dinheiro, mas nos pegaram.
Fomos levadas � pris�o de Holloway.
- Por dez anos. - Com redu��o por bom comportamento.
E ent�o viemos aqui e nos estabelecemos.
O que lhes deu a ideia de roubar o desenho?
- Foi a� que o Freddie entrou. - Foi ideia dele.
- N�s o ajudamos. - E demos a ele sua parte do saque.
- Mas ele gastou. - E ent�o ele come�ou a procurar por n�s.
- E nos encontrou. - E chantageou-as.
Sim.
George, tentamos ajudar as pessoas com o dinheiro.
E dou minha palavra de honra, nunca roubamos nada desde ent�o.
Jamais.
E pagamos nossa d�vida para com a sociedade.
- Por roubar o desenho. - E George,
- juro que n�o matamos Powls. - N�o. Foi um acidente.
Ele estava embriagado e caiu da escada.
Comandante Marsh, acho que � �bvio que nenhum crime foi cometido aqui.
- N�o, nenhum, George. - Acredita em n�s?
N�o vai nos delatar, vai?
Certamente o farei.
- George! - Comandante!
- N�o pode falar s�rio? - Vou entregar as tr�s para a pol�cia.
Comandante, n�o pode simplesmente esquecer o incidente?
- E ser justo? - E generoso?
E compreensivo?
Tudo bem. Estou preparado para esquecer o incidente.
Com uma condi��o.
Senhoras e senhores, um brinde!
Um brinde � bela noiva e ao noivo bem apessoado. Deus os aben�oe!
Sa�de!
- Eu a chantageei nisso? - N�o, querido.
S�rio.
Vamos, vamos fazer um pouco disso, hein?
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.