Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romansh
Runyakitara
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Abaixo o fascismo!
a ral� mongol-judaica!
Continuaremos declarando nossas pol�ticas
aos verdadeiros ingleses arianos que lotaram esta pra�a!
Voc�s est�o apoiando os grandes ideais
que o Partido Nazista Brit�nico leva adiante como uma tocha
em mem�ria de Adolf Hitler.
Menos de 20 anos atr�s, ganhamos a guerra contra a tirania nazista
e hoje o espectro est� emergindo novamente.
� a mesma doutrina surrada... o �dio racial, a sobreviv�ncia do mais forte,
a intimida��o brutal da oposi��o.
Eu j� ouvi isso antes... e isso me deixa doente.
Assim como adoece a maioria das pessoas aqui hoje.
Abaixo o fascismo, abaixo o fascismo!
... que se alimentam dos trabalhadores brit�nicos!
E quanto a Belsen?
O forte bra�o do fascismo...
Su�no fascista! Eu vou te pegar!
- Jacko! - Simon!
N�o me diga que o editor da Nova Na��o saiu de sua mesa?
- Por isso, sim. - Assustador, n�o �?
Aterrorizante!
- Fazendo alguma coisa sobre isso? - Estou trabalhando com John.
Este � um dos meus escritores mais brilhantes.
John Kennet, este � o Simon Templar.
O SANTO
S02E11 - O Santo Brinca com Fogo
Legenda por Susanawho
- O que voc� est� fazendo? - Afiando um l�pis.
Este � o escrit�rio particular do l�der. Fique fora daqui.
Eu quebrei meu l�pis. Eu estou aqui h� cinco segundos.
- N�s agitamos as coisas. - Todos os homens seguem um l�der forte.
- Parab�ns. - Eu n�o te vi no com�cio.
- N�o, sa� cedo. - Saiu cedo.
Quando as coisas come�aram a ficar dif�ceis?
N�o, senhor, as contas. Eu voltei para acabar com elas.
- O que achou da reuni�o? - Maravilhosa!
N�o foi maravilhosa, Sr. Windlay.
Eu apenas provei um ponto psicol�gico perfeitamente simples.
Nossa demonstra��o foi um magn�fico exemplo do esp�rito de nossos homens.
Sim!
Posso lhe trazer uma bebida? Ch�, talvez?
Nada, obrigado.
- H� quanto tempo o Windlay � membro? - Tr�s anos, por que?
- E aqui neste escrit�rio? - 17 meses.
- Qual � o problema, Sr. Norton? - N�o tenho certeza.
- Voc� viu Windlay no com�cio? - N�o.
- E voc�? - N�o. Mas nessa multid�o...
Sim, sim, poder�amos facilmente sentir sua falta. Ainda...
O que � isso, senhor?
Bem, eu poderia jurar que arquivei isso esta manh�.
Agora aparece aqui na minha mesa.
Como?
- Ralph, entre. - Johnny, hoje eu tive sucesso.
Fotografei os arquivos. Veja.
Uma lista completa dos nomes dos contribuintes financeiros.
Sir Robert Sangore, Sidney Fairweather?
Todos s�o banqueiros e comerciantes.
Relacionamento com as partes alem� e norte-americana
- financiamento, metas e objetivos.
Planos para intensificar a Guerra Fria com projetos detalhados de sabotagem.
- � dinamite pura! - Deve aquecer o artigo.
- � maravilhoso! - � tudo o que vai conseguir.
O que quer dizer?
West me encontrou no escrit�rio de Norton.
- Agora ele suspeita. - Desista agora.
- Temos todo o material que precisamos. - Talvez tenha raz�o.
Mude-se pra c�. Poder�amos terminar o artigo em alguns dias.
- O sof� do est�dio � muito confort�vel. - Eu vou.
Estar� por conta pr�pria neste fim de semana. Eu estou indo para Whiteways.
- Casa da Fairweather? - Sim.
- Quer dizer, ele te convidou? - Ah n�o.
Os arranjos foram feitos por cortesia de Lady Valerie Woodchester.
Mas ele � um defensor ativo.
� por isso que vou. Ele espera
colocar algum ju�zo na minha cabe�a.
- Quer dizer, suprimir o artigo? - Quero ver at� onde ele vai.
- Sidney, sua casa! - Como isso aconteceu?
- Nenhuma ideia. - E os empregados?
Foram a um baile em Reading.
- Valerie, tudo bem com voc�? - Sim! Ken, me carregou nos bra�os!
- N�o estou paralisada. Posso andar. - Se eu n�o tivesse...
Ela sabe que voc� � um her�i, s� est� sendo pr�tica.
- E sendo pr�tico, tem algu�m l�? - Quem � voc�?
Apenas um transeunte. Por que n�o faz a chamada?
Sim. H� Gwendolyn, Robert, Valerie, o Sr. Luker. Estamos todos aqui.
N�o, n�o estamos. Falta o John Kennet.
- Ele deve ter ouvido o alarme. - Ele n�o pode estar l�.
Oh, � muito horr�vel!
- Em que quarto ficava o Kennet? - Eu n�o sei.
O �ltimo � esquerda. Aquele ali.
- Existe uma escada? - Ele deve ter escapado, tenho certeza.
- Detenha-o! - � suic�dio!
Um esfor�o admir�vel, rapaz, mas n�o deveria ter tentado.
N�o importa, algu�m conseguiu uma escada?
- Escada? - Por que n�o?
- Qual � o problema, pessoal? - Uma escada � in�til agora.
Fez tudo que era poss�vel. Nunca chegaria ao seu quarto.
Cheguei � porta.
Mas n�o consegui entrar. A porta estava trancada e n�o havia uma chave.
- � isso mesmo? - � verdade.
Deveria ver um m�dico. Ele est� atendendo Lady Sangore.
Lady Sangore? Ent�o voc� deve ser Sir Robert Sangore.
Sim. Este � o Sr. Fairweather, o dono da casa.
- E este � o Sr. Kane Luker. - Sr. Luker, parab�ns.
� o �nico que conseguiu vestir uma roupa.
- Revela presen�a de esp�rito. - N�o, apenas tenho um sono leve.
Uma vantagem que o Sr. Kennet n�o compartilhava.
Ele era o redator da Nova Na��o?
- Sim. Voc� o conhece? - Eu o conheci.
Se pudermos oferecer-lhe qualquer... bem,
qualquer hospitalidade que nos resta...
Obrigado. N�o preciso ir longe e
dormirei melhor em casa do que em pijamas de amianto.
N�o posso dizer que tenha sido um prazer.
Teve uma atitude espl�ndida.
A prop�sito, nem sequer sabemos o seu nome.
Simon Templar. Vai ouvi-lo de novo no inqu�rito.
Jacko, este artigo que Kennet estava trabalhando, me fale sobre isso.
Era uma exposi��o sobre os nazistas brit�nicos.
Pessoas importantes nos bastidores.
Aparentemente ele tinha algum material devastador.
Voc� n�o leu isso?
Meus editores fazem suas pr�prias pesquisas.
N�o vejo os artigos at� o est�gio final.
Simon, o que o est� incomodando com isso?
Kennet estava escrevendo uma exposi��o envolvendo altos nomes em lugares altos
e ele morre muito convenientemente em um inc�ndio de origem desconhecida.
- Acha que foi um inc�ndio criminoso? - Vamos ver o que sai no inqu�rito.
Robert, acho que todos dever�amos conversar
com o Magistrado, antes do inqu�rito come�ar.
- Excelente ideia. - Acompanhe-nos, tamb�m, Lady Sangore.
Claro.
- Vai me desculpar por um momento? - N�o se preocupe, vou ficar bem.
Jacko, espere. Eu quero conhecer Lady Valerie.
Seja cuidadoso. H� rumores de que ela � muito cara.
Vejo que n�o houve efeitos nocivos do fogo.
Nosso her�i da outra noite.
Sou?
N�o que esteja terrivelmente impressionada.
Est� certo aos fort�es se expor ao perigo, fazendo coisas nobres,
s� acho que deveria haver um lugar reservado para eles - como zool�gicos.
Voc� foi resgatada, n�o?
Quando Luker entrou correndo, achei que estava em um destino pior que a morte!
Da pr�xima vez que precisar de resgate, ligue para mim.
Talvez eu pudesse fazer isso de forma mais divertida.
Talvez voc� possa.
- Onde est�o os outros? - Eles foram conversar com o Magistrado.
- Sobre o qu�? - N�o tenho a menor no��o.
Sobre o que as pessoas falam nos inqu�ritos?
Geralmente do falecido.
- O que pode me dizer sobre ele? - Pobre John.
N�o consigo pensar no que aconteceu. Ele deve
ter ouvido o alarme. Ele n�o estava b�bado.
N�o poderia ser suic�dio. Ningu�m poderia cometer suic�dio assim.
- Parece uma suposi��o razo�vel. - Eu me sinto t�o respons�vel.
- Por qu�? - Ele n�o queria vir para Whiteways.
- Fiquei importunando-o. - Voc� o conhecia bem?
Eu o encontrei algumas vezes. Sidney me pediu para lev�-lo � sua casa.
Sidney � rico e generoso com o dinheiro...
Sidney Fairweather pagou para trazer John para Whiteways?
N�o, claro que n�o! Que sugest�o nojenta!
Aten��o, aten��o! Todos as pessoas que v�o comparecer neste Tribunal
que prestar�o testemunho ao Magistrado da Rainha para este condado
com rela��o � morte de John Kennet, aproxime-se e d� sua colabora��o.
- Eu lhe disse que ela era cara. - Mais cara do que pensa, Jacko.
Sr. Templar, que bom v�-lo.
- De fato. - Obrigado, Sir Robert.
Deveria contat�-lo antes, mas as coisas estavam t�o desorganizadas.
Eu posso muito bem imaginar.
- Esse inqu�rito ser� privado? - N�o. Por que deveria?
Suas entrevistas com o Magistrado.
Sabe como s�o esses jornais. Tenho que evitar muitas fofocas idiotas.
O Magistrado � sensato. Morte acidental � o �nico veredicto poss�vel.
- � realmente? - Devemos entender que discorda?
- Sim, diria que discordo totalmente. - Mas por que?
Porque John Kennet morreu em um inc�ndio que n�o foi um acidente.
Estamos aqui para investigar as circunst�ncias
relacionada � morte de John Kennet.
� seu dever escutar as evid�ncias apresentadas a voc�s
e retornar um veredicto de acordo com essa evid�ncia.
V�rias pessoas estavam na casa quando o fogo come�ou.
Todas elas est�o aqui no Tribunal hoje.
O j�ri, se assim o desejar, tem o direito de ver o corpo. Algu�m quer v�-lo?
Muito bem.
Ouviremos evid�ncias de como o corpo foi encontrado. Chame a primeira testemunha.
Sr. Theodore Bream.
Pegue o livro na sua m�o direita.
Est� prestes a comprovar o veredicto deles.
Muitos deles correram como lebres e deixaram
Kennet para morrer naquele inc�ndio.
- Sabe o que vai acontecer? - Vai ser abafado.
O nariz da justi�a perde o sentido do olfato.
Voc� � o Oficial da Esta��o de Bombeiros?
- Sim, senhor. - Voc� examinou as ru�nas de Whiteways?
- Sim, senhor. - O que encontrou?
Nas ru�nas da biblioteca, entre muitos destro�os, encontrei o falecido.
- Tamb�m uma cama queimada. - O que voc� deduziu?
Que eles devem ter ca�do do teto de um quarto acima.
Descobriu o que poderia ter sido a causa do inc�ndio?
N�o, senhor. O lugar estava queimado por completo, era imposs�vel dizer.
- N�o tem ideia de como isso come�ou? - N�o, senhor.
- Veja... - Tudo bem.
Tem alguma pergunta para esta testemunha?
Pr�xima testemunha, por favor.
Passei pelo Sr. Luker a caminho do quarto de Lady Valerie.
Ele gritou para mim: "Os outros est�o todos do lado de fora."
Havia muita fuma�a e o calor era terr�vel.
Eu corri para o jardim. Isso � tudo que posso lembrar.
N�o sei como nos esquecemos de John, at� que fosse tarde demais.
- N�o tem ideia de como o fogo come�ou? - N�o, eu sinto muito.
Obrigado, Sr. Fairweather. Pr�xima testemunha, por favor.
S� um minuto. Tenho algumas perguntas, se n�o se importa.
- Qual � a sua pergunta? - N�o havia nenhum empregado?
V�rios. Estavam em uma festa em Reading.
Nenhum voltou at� que estava quase terminado.
Est� bem. Ningu�m tentou apagar o fogo?
Sem esperan�a. Ele se generalizou com for�a.
Se os alarmes estivessem funcionando corretamente,
n�o poderia ter se alastrado t�o r�pido.
N�o posso responder pelo funcionamento dos alarmes.
Isso � para os especialistas.
Dever�amos ter chamado um especialista em alarme, Sr. Magistrado. Chamamos?
N�o, agora. Devemos ouvir o resto das provas primeiro.
Podemos encontrar a resposta. Pr�xima testemunha, por favor.
Passei pelo Sr. Fairweather e gritei: "sabe se todos sa�ram?"
No calor e confus�o, ele deve ter perdido minhas primeiras palavras
e ouviu que eu disse: "Todos sa�ram". Foi um erro tr�gico.
Sr. Luker, tenho certeza que n�o pode se culpar ou ao Sr. Fairweather.
- Alguma pergunta? - Quanto beberam nesta noite?
N�o posso ter certeza de quanto, mas bebemos moderadamente.
- Kennet n�o estava b�bado, ent�o? - N�o.
Sabe se ele tomou alguma coisa? P�lulas para dormir?
- Lamento, n�o tenho ideia. - Por que ele n�o ouviu os alarmes?
A testemunha dificilmente pode responder isso.
Talvez ele tivesse um sono pesado.
Essa parece ser a �nica explica��o razo�vel. Obrigado, Sr. Luker.
Pr�xima testemunha.
Sr. Simon Templar, por favor.
Pegue o livro na sua m�o direita. Leia as palavras.
Juro por Deus Todo-Poderoso que a evid�ncia que darei
ser� a verdade, toda a verdade e nada al�m da verdade.
Voc� chegou � cena do inc�ndio depois de ter passado algum tempo.
Sim.
Voc� ouviu que o falecido ainda estava na casa e entrou para tir�-lo.
Est� me dizendo ou me perguntando?
Estou reiterando o que j� foi estabelecido.
Posso perguntar por quem? Devo ter perdido essa parte.
Ou houve uma audi�ncia preliminar � qual n�o fomos todos convidados?
Este Tribunal n�o precisa dar contas de seus atos a voc�.
Gostaria de lembrar que esta trag�dia foi totalmente relatada nos jornais.
Pe�o que confirme certos fatos. Voc� os confirma?
Sim, confirmo.
- Em que condi��es estava a casa? - Em chamas de ponta a ponta.
- A ala oeste? - Oeste, leste, a coisa toda.
Mas diria que na ala oeste estava mais do que no resto?
Talvez sim, sim.
Ent�o o fogo poderia ter come�ado na biblioteca.
Poderia.
Ent�o a fuma�a subindo pelo ch�o do quarto acima
poderia ter asfixiado o falecido em um est�gio inicial.
- Entende meu racioc�nio? - Sim, entendo.
Acha que isso fornece uma solu��o para sua morte?
- N�o... eu n�o. - Por que n�o?
O cheiro de fuma�a reage como um alarme na mente humana, mesmo quando dorme.
Em todos, talvez, mas n�o em um sono pesado.
Ou drogado. Ou inconsciente. Ou j� morto.
O Tribunal considera como uma opini�o pessoal,
n�o amparada por fatos m�dicos.
Obrigado, Sr. Templar. Aproveito esta oportunidade
para elogi�-lo por uma not�vel demonstra��o de hero�smo.
Pode se retirar. Pr�xima testemunha, por favor.
- O j�ri n�o tem alguma pergunta? - Sim, eu tenho.
Qual � a sua pergunta?
Na sua opini�o, acha que havia algo suspeito nesse inc�ndio?
- As opini�es do Sr. Templar n�o s�o... - Sim, certamente acho!
Sil�ncio! N�o estamos interessados em suas teorias, Sr. Templar.
N�o estou oferecendo teorias, estou chamando a aten��o para alguns fatos
- que n�o me foi permitido mencionar. - Quais s�o?
Todas as janelas do andar de baixo estavam abertas,
criando uma ventila��o atrav�s dos quartos.
Era uma hora da manh�. Por qu�?
- Responda isso. - Eu posso responder a essa pergunta.
- Sr. Fairweather. - Foi uma noite quente.
As janelas estiveram abertas todo o dia.
O mordomo as trancaria antes de se retirar.
Ele teria fechado as janelas, mas o fogo come�ou antes disso.
Obrigado. Um exemplo instrutivo do perigo de tirar conclus�es precipitadas.
Tudo bem. Ent�o por que a porta do Kennet estava trancada?
- Estava trancada? - Estava.
- Como voc� sabe? - Eu tentei abri-la.
Se a porta estivesse aberta, poderia ter salvo a vida de Kennet. Estava trancada.
Eu olhei atrav�s. N�o havia uma chave nem no interior nem no exterior.
Ent�o peguei um machado da parede para quebrar a porta
mas o teto inteiro desmoronou.
Supondo que a porta estivesse trancada, por que ele n�o deveria trancar a porta?
Posso imaginar v�rias raz�es.
Quando um homem passa a noite com seus inimigos mais terr�veis,
ele � um tolo por n�o trancar a porta.
Normalmente, quando um homem tranca a porta, ele deixa a chave por dentro.
Onde estava a chave?
Sil�ncio! Sil�ncio!
Desculpe, senhor. Eu encontrei a chave sob os destro�os da biblioteca.
Obrigado. Este � um caso de morte por acidente.
N�o h� provas que justifiquem suspeitas de crime.
Pe�o desculpas, mas n�o concordo. H� todo tipo de evid�ncia.
Essa chave poderia ter sido plantada.
Digo que este caso todo � uma rid�cula farsa!
Sil�ncio! Sil�ncio!
Acho que este Tribunal est� tentando suprimir a verdade!
Sil�ncio!
Acredito que John Kennet foi covarde e brutalmente assassinado!
Sil�ncio! Por favor, fiquem quietos! Sil�ncio, por favor!
Por favor, sil�ncio.
Morte por acidente, uma ova! Onde arrumaram esse Magistrado?
- Sir Robert. - O que �?
Meus parab�ns. Voc� distorceu a verdade lindamente.
- Como ousa falar assim! - Um desempenho nojento!
N�o perca tempo conversando com ele.
Sr. Templar, oficialmente o caso est� encerrado.
Extraoficialmente, est� muito aberto.
Simon, n�o tem muito para continuar.
Vou conseguir mais. Espere no carro, sim?
Eu quero falar com Lady Valerie.
Por que sou exclu�do das conversas com Lady Valerie?
Talvez voc� restrinja meu estilo.
- Lady Valerie. - N�o tenho nada para dizer a voc�.
Tenho muito a lhe dizer. Voc� � encantadora, linda.
- Adoraria lev�-la para jantar. - Essa � a sua desgra�a.
Vou fazer valer a pena.
Combinarei o valor que Fairweather pagou para atrair John Kennet a Whiteways.
N�o recebi dinheiro. Foi um carro novo esportivo. Pode equiparar a isso?
- Um pouco caro pelo jantar. - Depende de como est� sua fome.
Poderia desenvolver bastante um apetite.
Ligue-me. Estou na lista.
Lady Valerie...
Gostaria de dizer que eu acho que � uma garota doce e sincera.
Sou t�o sincera quanto voc�.
Aposto que faz amor com montes
de mulheres e nunca foi sincero.
Sidney Fairweather. Ele � dono dessa casa h� dez anos.
Ele est� no conselho da Qu�mica Norfelt.
Solteiro, bem respeitado, rico.
E os Sangores?
De Harrow, Cambridge, um oficial e um cavalheiro!
- Kane Luker? - Industrial alem�o.
- Um pouco de mist�rio. - Que tal a nossa Lady Valerie?
Vai a todas as festas certas com todas as pessoas certas.
- Ela conhece o amigo de Kennet? - Ralph Windlay?
- N�o tenho ideia. Por qu�? - S� um pensamento.
Depois de deix�-lo no escrit�rio, acho que vou ter uma conversa com o Windlay.
Templar!
- O que diabos est� fazendo aqui? - Inspetor, posso lhe perguntar o mesmo?
- Ele est� morto. - Quem � ele?
Suponho que seja Ralph Windlay.
- Voc� � a senhoria? Voc� o encontrou? - Meia hora atr�s.
Telefonei imediatamente para a Scotland Yard. Oh, � horr�vel!
Pobre Sr. Windlay. Ele era um jovem t�o bom.
Tome sua declara��o. Segure os outros enquanto eu falo com meu amigo aqui.
A ambul�ncia estar� aqui em um minuto. Fale r�pido.
O exame do corpo ir� provar que ele est� morto h� pelo menos tr�s horas
e tr�s horas atr�s, como a maioria dos nativos pode testemunhar,
estava em um inqu�rito em Anford.
- De quem � o inqu�rito? - John Kennet.
- Aquele inc�ndio na casa de campo? - Nossa! Leu os jornais.
E depois do inqu�rito?
Deixei Jackman, editor da Nova Na��o, em seu escrit�rio e dirigi at� aqui.
- Por qu�? - Para falar com Ralph Windlay.
Esperava antes que algu�m o fizesse, mas cheguei tarde demais.
- Qual foi o veredicto do inqu�rito? - Morte por acidente.
- E acha que algo est� errado com isso? - Inspetor, sei que algo est� errado.
Se eu fosse voc�, investigaria n�o um assassinato, mas dois.
Voc� o matou, ent�o nem mesmo encontrou os pap�is!
Ele caiu e bateu a cabe�a, Sr. Luker!
Procuramos em tudo. Simplesmente n�o est�o l�!
Idiota! Estupidamente, idiota!
N�o estamos exagerando o dano que este artigo poderia causar?
Voc�s s�o tolos, todos voc�s! Ralph Windlay era um espi�o!
Voc�s o deixaram entrar na Organiza��o!
Ele estava em posi��o de ver nossos documentos mais confidenciais!
S� um minuto, Sr. Luker...
Houve uma quebra de seguran�a incrivelmente est�pida!
Quem sabe o que viu durante o tempo que trabalhou neste escrit�rio!
Por tudo o que sabe, ele p�de fotografar tudo nesse arquivo!
Bem... ele estava bem vigiado.
Bem vigiado!
17 meses sob seu nariz
e afirma ser capaz de ter olfato para traidores!
Essa sua cabe�a dura... este artigo pode nos desacreditar na Inglaterra!
N�o tem c�rebro? N�o � nada al�m de uma figura pol�tica?
Os m�todos da Gestapo s�o perigosos na Inglaterra!
N�o nos atrevemos a ir t�o longe!
N�o ir� a lugar algum a menos que esse artigo seja encontrado e destru�do!
- Oh, entre. - Obrigado.
- � bem pontual. - Estou ansioso.
- � encantador. - Obrigada.
- E caro. - Muito.
Preparei os Martinis muito secos. Pode servir?
- Onde vamos jantar? - No melhor restaurante em Londres.
Ador�vel! Um jantar divino, um homem bonito e ainda ganho dinheiro!
N�o sou assustadoramente inteligente?
Quero dizer, em compara��o com as garotas
pobres que ganham 10 libras por semana.
Pelo menos elas s�o honestas.
Vou receber uma li��o sobre a moralidade vitoriana?
Estaria quil�metros al�m da sua cabe�a.
E da sua.
- � voc�. - Pobre, mau pra mim!
Podemos ficar s�rios por um momento?
Devemos?
O assassinato � um assunto bastante s�rio.
� como fogo.
Voc� n�o brinca com ele sem queimar os dedos.
E, como resultado de sua rela��o, um jovem escritor brilhante foi morto.
- John Kennet n�o foi morto. - Sim, foi.
Junto com seu amigo Ralph Windlay.
- O que? - Est� nos jornais da tarde.
Ou voc� n�o l�?
- N�o acredito nisso. - � verdade. Eu o vi.
- Mas quem...? - A pol�cia est� trabalhando nisso.
N�o entendo nada disso.
N�o adianta chorar,
mas se voc� se importa, pode cooperar com o que Kennet queria fazer.
- O que quer dizer? - Sabe sobre o artigo dele?
N�o. Ele nunca falou sobre isso.
- Voc� o levou para Whiteways. - Sim.
Ele tinha alguma bagagem com ele?
Suponho que tivesse uma maleta para a noite.
Ele estava carregando alguma coisa?
Acho que ele colocou um envelope marrom
no bolso de sua jaqueta.
- Ele disse o que havia nele? - N�o.
N�o participou da reuni�o em Whiteways?
- N�o, me disseram para ficar longe. - Ah, sim, eu esqueci.
J� tinha sido paga com o carro esportivo.
N�o se atreva a cobrar moralidade!
Voc� tem uma boa reputa��o, por isso n�o me diga sobre honestidade!
Tudo o que realmente importa � dinheiro e eu pretendo ter fortunas!
- Planejando uma pequena chantagem? - Saia!
- N�o recebi o valor do meu dinheiro. - O acordo acabou! Saia!
Sinto muito por voc�, realmente sinto. N�o sabe o que est� enfrentando.
Espero que voc� descubra antes de se machucar
ou ser assassinada.
Sidney, � t�o gentil da sua parte vir.
- Estou feliz por isso. - Eu realmente preciso do seu conselho.
- � sobre o John Kennet. - O que tem ele?
Cerca de uma semana antes de morrer, ele esteva aqui bebendo.
Discutimos sobre seu assunto de estima��o
o ressurgimento do Partido Nazista.
Ele disse as coisas mais incr�veis sobre voc� e o Sr. Luker
e Sir Robert.
Eu disse a ele que estava falando cal�nias absurdas.
Ele p�s um envelope cheio de pap�is na minha m�o e me disse para l�-los
e depois disse que eu mudaria de parecer.
Tem fogo, querido?
Obrigada. Bem, eu tinha mil coisas para fazer.
N�o li tudo at� o fim na ocasi�o... era muito longo!
- Ent�o eu larguei. - Como assim, largou?
Isso � o que n�o sei, querido.
Deve estar em algum lugar, n�o joguei fora no topo de um �nibus ou algo assim.
N�o consigo lembrar onde coloquei.
Entendo.
Caro Sidney, um homem t�o compreensivo.
- Quanto? - Bem, n�o quero ser gananciosa.
Mas voc� possui uma fortuna e uma garota tem que...
- Quanto? - � 15.000.
- N�o seja idiota. - Sei que n�o tenho cabe�a para n�meros.
Provavelmente o artigo n�o vale tanto assim.
Talvez fosse uma boa ideia se vendesse ao Sr. Templar.
Ele � t�o bom em descobrir informa��es e detectar coisas.
Muito bem. � 15.000.
- Quando? - Amanh�?
Ador�vel.
- Aqui. - �s 18:00hs para as bebidas.
- Ter� o artigo? - Sidney, claro.
Tenho o dia todo amanh� para pensar onde coloquei.
- Boa noite, Valerie. - Boa noite.
� 15.000 e foi t�o f�cil.
- E ela quer dinheiro? - Sim.
- Como sabe que n�o est� blefando? - Sei o que significa neg�cios para ela.
Realmente acredita que isso vai acabar quando pagar a ela?
Sem o artigo, ela n�o � uma amea�a.
O que a impede de fazer c�pia?
- N�o, o dinheiro � uma solu��o tempor�ria. - O que voc� sugere?
Medidas permanentes para lidar com ela e Templar.
N�o, Kane, eu absolutamente pro�bo isso!
- Sua piedade suburbana me deixa doente. - Como se atreve a falar assim comigo!
A hora da conversa passou. Lady Valerie � perigosa.
Absurdo! Ela � uma oportunista!
Ela n�o tem ideia do que est� envolvido.
Olha, Kane, tente do meu jeito primeiro. � o meu dinheiro. Posso pagar isso.
Tudo bem. Como diz, � o seu dinheiro.
� tudo em que ela est� interessada. A pol�tica a aborrece.
Muito bem, ent�o. Pague-lhe o dinheiro e traga o artigo diretamente para c�.
- Trarei. - At� amanh�, ent�o.
- Boa noite, Kane. - Boa noite, Sidney. Boa sorte.
Chame isso de Nazismo, Fascismo, o que voc� quiser,
mas � baseado na capacidade de criar um movimento de massa.
Ent�o, use o terror espiritual e f�sico.
Todos n�s vimos o que aconteceu na Alemanha sob Hitler.
N�o acho que a mesma coisa possa acontecer aqui.
As pessoas que esquecem o passado �s vezes s�o condenadas a reviv�-lo.
- Vou sair. Boa noite. - Boa noite.
- Al�? - Simon, querido... � Valerie.
Lembra daquele envelope que lhe dei?
Qual envelope? Do que est� falando?
Algo importante surgiu. Pode chegar aqui imediatamente?
- Isso � um sinal de socorro? - Isso mesmo.
- Quer que eu v�? - Sim, querido. N�o conte � ningu�m.
- Eu explicarei quando chegar aqui. - 10 minutos.
Entre.
O que � isso?
Ou�a, eu n�o fiz nada. Valerie ligou, eu...
Trouxe o envelope?
Sim, mas... tem que me apontar essa arma?
Pegue!
Abra.
Largue! Ou o Sr. M�sculos estar� procurando uma nova cabe�a!
Desamarre-a.
- Voc� matou Windlay. - S� bati nele uma vez e ele morreu.
- E quanto ao Kennet? - Eu n�o sei.
- Pense de novo. - Foi o Luker, juro que foi!
- Simon! - Traga a arma.
Tudo o que faz � dar dicas.
Eles n�o iniciam o assassinato sistem�tico
para impedir que leiam cartas de amor.
Chame a pol�cia.
N�o que voc�s dois mere�am justi�a policial. Talvez...
Simon!
Simon?
Simon, voc� est� bem?
Acho que sim.
- Ficou inconsciente por horas. - O que aconteceu?
Luke veio atr�s de voc�, bateu em voc�.
Ent�o eles nos amarraram... e nos colocaram
em um carro e n�s dirigimos por horas.
- Onde estamos? - No campo. Eu n�o sei.
Simon, tudo � minha culpa. Fui t�o gananciosa e est�pida.
N�o vou discutir com voc�, mas chorar n�o vai ajudar.
Veja se consegue se levantar.
Oh, Simon, estou com tanto medo.
O que eles far�o conosco?
Eles querem esse artigo o suficiente para nos matar por isso. Onde est�?
No correio. Eu o enderecei para mim e enviei.
Chegar� l� esta manh�.
Bem, est�o de p�?
Onde estamos? O que vai fazer com a gente?
O Sr. Luker ter� uma longa conversa com voc�s dois e v�o cooperar.
- 100%. - Vamos ter que ver isso.
N�o h� d�vidas sobre isso.
Caso contr�rio, Austin ir� coloc�-los fora de a��o permanentemente.
- Quem �? - Relaxe.
� Sangore chegando de Londres.
Bem, Sr. Templar, direi ao Sr.Luker que est� pronto para conversar.
Fa�a isso.
Robert, pensei que nunca chegaria aqui.
Exijo uma explica��o! O que diabos est� fazendo?
� bem simples. Estou usando seu por�o.
Tenho apoiado todos voc�s, mas n�o posso
ultrapassar a linha de aprisionar pessoas em minha casa!
Templar e Lady Valerie sabem onde est� esse artigo. Eles v�o me dizer.
Mas como ousa nos envolver? Isso � monstruoso!
Por qu�? Este � o lugar mais seguro para traz�-los.
A casa est� isolada e Lady Sangore estava sozinha.
Ele for�ou o caminho at� aqui! Fiquei apavorada!
Tire-os daqui! N�o suportarei mais viol�ncia!
N�o se op�s a assassinar Kennet! Fa�a como lhe � dito!
Robert, o que ele est� dizendo?
Atribuiu sua morte � interven��o divina?
- Sabia disso? - Claro que ele sabia!
- Responda-me, Robert! - Bem, eu... O fato � que eu...
E voc� suspeitou, ent�o n�o finja que � um choque t�o grande!
S�o ambos c�mplices no assassinato.
Se tiver alguma d�vida... ligue para a pol�cia.
Seria dif�cil explicar seu sil�ncio no inqu�rito.
Gwen...
Nunca percebi... nem por um segundo que a morte do Kennet...
- Ent�o � uma mulher muito est�pida. - Minha querida, havia riscos.
N�o correu nenhum.
N�o se importa com quanto trabalho sujo est� envolvido, desde que n�o o fa�a!
- Seu hip�crita! - Tenho cooperado! Fiz a minha parte!
Abra�ou a for�a din�mica que tornou a Alemanha nazista pot�ncia!
� tarde demais para sair agora!
Est� comprometido at� o seu pesco�o e vai ficar de boca calada!
Se esse artigo sair, estamos acabados, todos n�s!
Pela primeira vez, preciso da sua ajuda e vai me dar!
Sabia disso. Estava realmente envolvido em assassinato.
Tinha que ser feito. Kennet era uma amea�a. Poderia ter arruinado tudo.
- Sr. Luker, Templar est� consciente. - �timo.
Valerie, tem um isqueiro no bolso.
O isqueiro vai queimar as cordas. Tire.
Sim.
Sr. Templar, n�o tenho muito tempo. Sabe onde est� o artigo. Quero isso.
- Tenho a certeza que sim. - Onde est�?
Sei que pode resistir ao interrogat�rio por um longo tempo
portanto, trabalharemos com Lady Valerie.
Existem alguns m�todos muito eficientes de infligir dor.
Ent�o o grande novo regime nazista come�a com a tortura de uma garota.
Cale-se!
Lady Valerie, eu lhe darei 10 minutos
para convencer o nosso galante Sr. Templar a falar.
Se falhar, voc� ser� entregue a Austin.
Saiam.
O isqueiro. R�pido, vire-se. Acenda isso.
Novamente. Continue.
Mantenha firme.
Segure firme!
N�o posso ver!
- Eu n�o posso ver! - Mantenha firme!
� suficiente. D� um descanso.
- Como parece? - Suas m�os!
- Est� bem, tente novamente. - Tem certeza de que aguenta?
Provavelmente n�o � t�o ruim quanto o que
Austin tem reservado para voc�. Est� bem.
Sinto muito!
Estava tentando desistir de fumar, de qualquer maneira.
Sabe como isso come�ou, Gwen.
Estou convencido de que essa forma democr�tica
de governo � absolutamente in�til.
As massas simplesmente n�o podem se governar.
E para provar isso, permitir� que duas pessoas sejam mortas.
- Eles n�o ser�o mortos. - Acha que Luker vai libert�-los?
Para conversar?
Bem?
Simon, tenho que contar a ele!
Est� em um envelope que me enderecei e enviei ontem.
- Para o seu apartamento? - Sim.
8:15. A que horas � a sua primeira entrega?
Deve estar l� agora. O porteiro leva as cartas para os apartamentos individuais.
- Sua chave. Onde est�? - Eu n�o sei. Estava na minha bolsa.
- A bolsa est� no carro dela. - Pegue.
Pelo seu pr�prio bem, eu sinceramente espero que esteja dizendo a verdade.
Tive que dizer a eles, Simon. N�o suporto dor f�sica.
Eles nos deixar�o ir?
O que voc� acha?
Muito obrigado. Foi muito �til. Adeus.
- Est� l�. - Devo ir com voc�?
N�o. Fique aqui e cuide deles.
- O que vai fazer? - Anime-se.
N�s nos livraremos do que poderia ter sido uma situa��o delicada.
Responda-me! A garota e Templar, o que vai acontecer com eles?
Vamos chamar de Solu��o Final.
De cara na parede!
Simon!
N�o!
O que voc� �, o matador de porcos? O carrasco do novo regime?
Voc� descobrir�.
Tome isso!
N�o diga nada. Apenas saia.
Jackman publicar� o artigo em sua pr�xima edi��o.
Uma exposi��o completa do Partido, o dinheiro
por tr�s disso, as pessoas envolvidas, tudo.
- E Luker? - Acusado de assassinato.
Vamos falar de outra coisa? Estou farta deste assunto horr�vel.
- Voc� escolhe. - Onde vamos jantar?
Em algum lugar glamoroso e caro!
Al�m da comida, o que mais nos custar�?
Tudo na minha conta. Voc�s dois s�o meus convidados.
Eu n�o acredito nisso!
Simon, brinquei com fogo.
- Aprendi minha li��o. - E o que � isso, Lady Valerie?
Que s� o Santo brinca com fogo!
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.