All language subtitles for The Saint.S03E16 - The Rhine Maiden

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian Download
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian Download
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Danke sch�n.

- Bitte. - Danke sch�n.

Um abutre pairando sobre sua presa

� uma pomba da paz em compara��o com um gar�om alem�o

esperando uma gorjeta.

[Em ingl�s T-I-P-S]

"Para Garantir Servi�o R�pido".

Originado por Samuel Johnson no s�culo XVIII.

Eu me pergunto se ele sabia o que estava fazendo.

- Bitte. - Danke sch�n.

Desculpe-me, mein herr, por mencionar isso,

� imperdo�vel, eu sei.

O que � imperdo�vel?

N�o � para algu�m na minha posi��o pedir, mas veja,

tenho esposa, filhos,

netos pequenos.

Sim, entendo perfeitamente.

Oh, n�o, n�o, n�o, � um prazer servi-lo.

Mas seus netos pequenos...

E eles nunca v�o me perdoar

se eu n�o conseguir para eles o aut�grafo do famoso,

maravilhoso, Simon Templar.

O SANTO

S03E16 - Donzela do Reno

Legenda por Susanawho

- Obrigado. - Foi um prazer.

Esse � um conhaque dos deuses?

- Um conhaque muito bom, senhor. - Sim, voc� me convenceu.

Boa tarde, senhor.

- Schnaps, por favor. - Claro, senhor.

- No sagu�o, temos um dep�sito. - Deixe-a.

Senhor?

Sei que h� um dep�sito no hotel,

- s� me traga minha bebida. - Sim, senhor.

Diga-me, quem � o homem com a maleta?

O nome dele � Voyson, senhor, da Inglaterra.

- Ele est� muito doente. - Como sabe?

A camareira do quarto dele, ela me disse.

S�rio?

Ele parece saud�vel o suficiente para mim.

Herr Voyson, telefone!

Herr Voyson, telefone!

Telefone, senhor, da Cl�nica Schreiber.

Diga � telefonista que atenderei no meu quarto, o n� 12.

- Al�? - Herr Voyson?

- Sim, falando. - Sua liga��o, Dr. Schreiber.

Al�, Dr. Schreiber.

Boa tarde, Sr. Voyson.

Desculpe-me faz�-lo esperar tanto tempo,

mas o esp�cime chegou faz apenas duas horas.

� satisfat�rio?

Sim, � perfeito em todos os aspectos.

Podemos prosseguir de uma vez.

Voc� tem o dinheiro?

- Eu viria aqui sem ele? - � em dinheiro vivo?

Um quarto de milh�o de libras, sim.

� em libras esterlinas?

N�o, n�o, em marcos alem�es.

Tem certeza de que deseja continuar com isso?

Sabe que sim.

Bem, o que quero dizer �,

depois de se comprometer, n�o h� como voltar atr�s, jamais.

- Voc� entende? - Sim, � claro.

Tem os comprimidos?

Sim.

Voc� se lembra do que fazer?

- Dois com um copo de �gua. - Sim, eles agir�o rapidamente.

Tudo bem, Dr. Schreiber. Estarei na cl�nica logo de manh�.

Tudo bem, estaremos prontos para voc�.

- Obrigado. - Auf wiedersehen.

Adeus.

- Como ele est�? - T�o bem quanto se pode esperar.

Ele est� com medo.

Sim, ele est� com medo.

- Mas ele vir�? - Amanh� de manh�, como planejado.

Voc� tamb�m, doutor, est� com medo.

A vida de um m�dico � cheia de riscos, Hans.

Mas quando algu�m est� desesperado, deve se arriscar.

N�o h� mais nada que eu possa fazer.

E pare de comer essas ma��s aqui!

Posso ajud�-la, fraulein?

Eu perguntei na recep��o pelo Sr. Charles Voyson.

Eles disseram que estava no bar.

Ele est� sentado aqui. Sua bebida o aguarda.

Ele foi chamado ao telefone.

- Vou esperar por ele. - Quer tomar algo?

- Obrigada, s� um caf�, por favor. - Imediatamente, fraulein.

Venha comigo.

- Al�? - Aqui � o Sr. Voyson, quarto 12, olha,

ligue-me com a Cl�nica Schreiber novamente, sim?

- � urgente. - Sim, Sr. Voyson.

Obrigado.

- Al�? - Sim?

- Dr. Schreiber? - Sim Voyson, o que �?

Olha, h� uma terr�vel complica��o.

Uma garota chamada Julia Harrison.

Ela � filha do meu s�cio nos neg�cios,

ela acabou de entrar neste hotel.

- Mas como ela o encontrou? - N�o tenho ideia.

- Disse a ela que est� muito doente? - N�o, claro que n�o.

Ent�o eu acho que deveria.

Prepare-a, por assim dizer.

Isso � muito perigoso.

Ajudaria se entrasse na cl�nica agora?

Acho que sim.

- Posso estar a� em meia hora. - Estarei esperando por voc�.

Tudo bem. Hans e eu sairemos imediatamente.

Tem certeza de que os comprimidos s�o seguros?

� bastante seguro se seguir minhas instru��es.

Sim, entendo.

Ah, e o dinheiro estar� na minha maleta

- embaixo da cama. - �timo.

- Bem, n�o se preocupe. - Sim.

- Adeus, Sr. Voyson. - Adeus, doutor.

Mas essa garota, se ela o vir, qual � a diferen�a?

Pelo pre�o que o Sr. Voyson est� nos pagando,

ele merece nossa total coopera��o.

Era para ser amanh�.

Estou dirigindo esta cl�nica, n�o voc�.

Sim, doutor.

Sente-se melhor?

Nunca fiquei t�o assustada em toda a minha vida.

Acidentes v�o acontecer.

Sou muito grata a voc�, Sr. Templar.

Est� hospedada no hotel?

N�o, acabei de chegar de Londres.

Estou � procura de um amigo.

O Sr. Voyson?

Como sabia?

Eu a ouvi conversando com o gar�om.

Por que n�s dois n�o procuramos o Sr. Voyson?

Quem �?

Sr. Voyson, poderia abrir a porta, por favor?

Quem � voc�? O que quer?

Lamento incomod�-lo.

Voc� estava por acaso na sacada h� alguns momentos?

- Do que est� falando? - N�o tenho tanta certeza.

Mas acho que � hora de voc� e a Srta. Harrison se encontrarem.

Julia?

Ol�, Charles.

Voc�s dois obviamente t�m muito o que conversar.

Estarei do lado de fora da porta se voc� precisar de mim.

Quer se sentar?

Como me encontrou?

Eu procurei por voc�.

Por qu�?

Oh, Charles.

Estive t�o preocupada e confusa nos �ltimos quatro dias, eu...

N�o fui capaz de pensar direito.

Qual � o problema?

Voc� sacou um quarto de milh�o de libras para pagar Ritter em Hamburgo.

Bem, tem que ser em dinheiro quando lidamos com Ritter.

Telefonei para Hamburgo

e Ritter n�o tinha not�cias suas.

Voc� n�o estava no hotel e...

comecei a suspeitar.

Suspeitar do qu�?

Que eu estivesse roubando o dinheiro?

S�rio.

Charles, por favor.

Por favor, n�o foi falta de confian�a.

Mas foi falta de confian�a.

Seu pai n�o era apenas meu s�cio nos neg�cios,

ele era meu melhor amigo at� o dia em que morreu.

Isso voc� diz com bastante frequ�ncia.

O que isso significa?

Mesmo que eu n�o seja uma s�cia ativa,

a parte do papai nos neg�cios me pertence.

Tenho o direito de saber o que est� acontecendo.

Bem, pergunte-me o que quer saber

- e vou lhe dizer. - Por que n�o est� em Hamburgo?

O que est� fazendo em Baden Baden?

Eu vim aqui para consultar um certo Dr. Schreiber,

ele est� me tratando ultimamente.

Por qu�? Voc� est� doente?

Estou morrendo.

O Dr. Schreiber � um dos melhores especialistas em cardiologia da Europa.

Eu n�o tinha ideia.

Sinto muit�ssimo.

Est� tudo bem.

Quais s�o as suas outras perguntas?

Estou t�o envergonhada, realmente estou, eu...

N�o. N�o, continue.

A metade dos neg�cios � sua.

O que quer saber?

Onde est� o dinheiro?

Est� absolutamente seguro.

Todo ele.

De fato...

Simon!

Simon!

Ele apenas desmaiou!

Acho que � o cora��o dele.

Por favor, chame um m�dico.

Sou o m�dico do Sr. Voyson.

Traga a maca.

Depressa.

Ele est� em condi��o cr�tica.

- � amigo dele? - N�o sou, mas...

- esta jovem �, doutor. - � o Dr. Schreiber?

Sim.

O Sr. Voyson me telefonou.

Ele reclamou de dor card�aca aguda.

Podemos acompanh�-lo, por favor, doutor?

N�o, acho melhor, n�o.

Mas pode me telefonar hoje � noite. Aqui est� o meu cart�o.

Senhorita?

Srta. Harrison. Julia Harrison.

Obrigado.

Arrume as roupas dele.

Sabe, Srta. Harrison,

o Sr. Voyson est� muito doente h� algum tempo.

- Pronto, Hans? - Sim.

Com licen�a, tenho que cuidar do meu paciente.

Est� seriamente sugerindo que ele estava carregando

um quarto de milh�o de libras em dinheiro?

Tenho quase certeza.

Sim, estou quase certo de que n�o h� 250 mil libras aqui.

Suponho que a beleza loira do Schreiber tenha colocado na mala.

Julia, h� quanto tempo conhece Voyson?

Desde crian�a.

Ele j� mencionou sua condi��o card�aca antes?

Nunca. Por qu�?

Tenho a sensa��o de que seu ataque card�aco � falso.

- N�o est� falando s�rio. - Sim, estou.

� tudo muito raro.

Schreiber aparecendo bem na hora.

Mas por qu�? Quero dizer, qual � o objetivo?

Voyson planeja morrer e se estabelecer na Su��a

com um quarto de milh�o de libras e um novo nome.

Oh, n�o, n�o posso engolir isso.

� rid�culo.

Tudo bem, vou lhe dizer o que vamos fazer.

Em vez de telefonar para Schreiber hoje � noite na cl�nica,

vou lev�-la at� l�.

Poder� ver Voyson e perguntar cara a cara.

Se esta cl�nica estiver fechando,

por que de repente aceitamos esse paciente, Voyson?

Ele � amigo do Dr. Schreiber.

O �nico, ent�o.

Voc� fala demais, Helga. Faz muitas perguntas!

- Hans, eu... - Voc� � paga para ficar calada, n�o �?

Agora, fa�a isso, sim?

- Boa noite. - Boa noite, posso ajud�-lo?

Sim, gostar�amos de ver o Sr. Charles Voyson.

- E seu nome, senhor? - O meu � Templar, esta � a Srta. Harrison.

Um momento.

- Dr. Schreiber? - Ja?

Um Sr. Templar e uma Srta. Harrison para ver o Sr. Charles Voyson.

Mande-os entrar, por favor.

Gostariam de ir ao consult�rio do Dr. Schreiber, por favor?

Obrigado.

Boa noite, Srta. Harrison. Estava prestes a ligar para voc�.

- Boa noite, Sr. Templar. - Doutor.

Como est� o Sr. Voyson, doutor? Tenho estado t�o preocupada.

Lamento, Srta. Harrison, tenho m�s not�cias para voc�.

O Sr. Voyson morreu na ambul�ncia a caminho daqui

de agudo ataque card�aco e acidente cerebral.

Acidente cerebral?

Uma hemorragia no c�rebro.

N�o acredito!

Sinto muito, Srta. Harrison.

N�o havia nada que eu pudesse fazer.

- Podemos v�-lo, por favor? - V�-lo?

Sim, doutor.

Mas quer dizer que deseja ver o corpo?

- � exatamente isso a que me refiro. - Simon, por qu�?

Quero ter certeza de que Charles Voyson est� morto.

Sr. Templar!

Quero ver o corpo.

Agora, doutor.

Para fins de identifica��o.

Muito bem. Sigam-me.

Por aqui, por favor.

Julia?

Bem?

Srta. Harrison, sinto muito mesmo.

Obrigada.

Dr. Schreiber?

A Srta. Harrison e Charles Voyson eram velhos amigos.

- Tamb�m eram s�cios nos neg�cios. - S�cios?

Meu pai era seu s�cio. Eu herdei 50% dos neg�cios.

Entendo. E?

Ela gostaria de examinar seus pertences pessoais.

- Quer dizer as roupas dele? - N�o.

Apenas a maleta dele.

Bem, n�o vejo mal nisso.

Claro, n�o pode tirar nada.

Isso exigiria a permiss�o da pol�cia.

H� alguma correspond�ncia que � bastante importante.

Entendo.

Bem, vou consegui-la ent�o, se me derem licen�a.

Sua teoria sobre Charles fingir sua morte est� completamente errada.

Ele est� morto.

A �nica prova que terei se esse caso for aut�ntico

� se Schreiber voltar com o dinheiro.

- E ele n�o vai. - O que quer dizer?

Acha que Schreiber o matou?

Por um quarto de milh�o de libras, tudo � poss�vel.

Doutor, o que estamos fazendo � muito perigoso. Deve levar a s�rio!

A Srta. Harrison � uma idiota agrad�vel.

Quando vir a maleta, ela vai embora.

Agora v� e pegue!

Simon, devemos ir � pol�cia?

Infelizmente, em Baden Baden, a pol�cia e eu

n�o temos rela��es exatamente amig�veis.

- Por que n�o? - Uma vez fiz

uma brincadeirinha com o Inspetor Glessen. Ele nunca me perdoou.

N�o me incomodaria em abri-la, n�o h� nada nela.

Obrigado, doutor, voc� foi muito �til.

Se houver mais alguma coisa que eu possa fazer.

J� fez o bastante. Julia?

Por que paramos?

Porque n�o creio na hist�ria do Schreiber, nem uma palavra.

Notou o cofre em seu escrit�rio?

Acha que o dinheiro est� nele?

L� ou em outro lugar da cl�nica.

Vou voltar para dar uma olhada.

- Que horas voc� tem? - 21:15hs.

Tudo bem, se eu n�o voltar at� �s 22:00hs,

dirija at� a principal delegacia de pol�cia em Baden Baden, chame o Inspetor Glessen.

N�o diga que estou com problemas ou que preciso de ajuda.

Por qu�?

- Porque ele ficaria encantado. - Bem, o que eu vou dizer?

Diga que estou roubando a Cl�nica Schreiber. Isso o trar�.

- Hans? - Ja?

Venha ao meu escrit�rio, por favor.

Sim, doutor?

Acho que podemos ter uma visita hoje � noite.

Esta noite?

Aquele homem, Templar, que acabou de sair com a Srta. Harrison.

Sim?

N�o acho que ficou totalmente convencido.

Veja que o local seja patrulhado a noite toda.

Levante as m�os e n�o se mova.

Venha comigo.

Est� dando uma festa?

Obede�a-me.

� um pouco rude apontar com essa coisa.

Helga?

Helga?

Doutor.

- Checou o trem? - Sim, doutor.

O expresso Donzela do Reno sai de Baden Baden �s 23:10hs.

Obrigado. Pode ir para casa agora.

- N�o preciso mais de voc� hoje � noite. - Obrigada, doutor.

- Helga? - Sim, doutor.

Diga a Hans para vir ao quarto n� 7 agora.

Posso fazer alguma coisa?

N�o, basta fazer o que eu digo e depois ir para casa.

- Hans? - Ja?

Dr. Schreiber quer voc� imediatamente no quarto n� 7.

Estou indo.

- O que ele quer? - Ele n�o disse.

Nunca me dizem nada por aqui.

Boa noite, senhores.

Deixe-me adivinhar, quer que eu seja o 4� no "Bridge".

Hans?

Eu o pro�bo.

Continue, Hans.

Obviamente, Sr. Voyson,

os informes de sua morte s�o um pouco exagerados.

Atire nele.

Antes que o "Ben Casey" aqui me derrube,

satisfaria minha curiosidade

e me diria quem � o nosso amigo na gaveta?

Um trabalhador que morreu em um hospital de Baden Baden.

E como ele acabou aqui?

Eu convenci a vi�va, por uma pequena quantia,

a doar o corpo do marido para pesquisas m�dicas.

Que bom.

E ele ser� enterrado como Charles Voyson.

Cremado.

Economiza todo esse absurdo post-mortem.

E o ataque card�aco no hotel?

- Foi simulado. - Voc� � um ator muito bom.

Ah, n�o, o ataque foi genu�no,

provocado por uma nova droga alem�,

anulada mais tarde por uma inje��o.

Muito esperto.

Acho que sim.

Para ser franco, acho sua hist�ria muito dif�cil de acreditar.

Por que diabos Simon Templar entraria na Cl�nica Schreiber?

Inspetor, desculpe, menti para voc�.

Estava com medo. Se eu dissesse a verdade, voc� n�o viria.

Qual � a verdade?

Um homem chamado Charles Voyson foi assassinado.

De fato?

- Por quem? - Acho que pelo Dr. Schreiber.

- Por qual motivo? - Um quarto de milh�o de libras.

Srta. Harrison, sua hist�ria � rid�cula

e est� me custando uma noite de sono.

Sim?

Inspetor Glessen, pol�cia de Baden Baden.

Muito bem, Inspetor.

Ent�o, vai se mandar do pa�s com 250 mil libras?

Muito convenientemente morto aqui em Baden Baden.

E ent�o voc� assume uma nova e rica identidade.

Em poucas palavras, essa � a ideia.

Agora, sua curiosidade est� completamente satisfeita, Sr. Templar?

Nem tanto.

Escutem!

- Est� esperando algu�m? - N�o.

- Quem �? - N�o sei.

Eu sei.

� o meu carro.

Com o Inspetor Glessen da pol�cia de Baden Baden.

Pol�cia?

Cara legal, o Glessen.

S� tem uma falha,

ele reage de maneira alarmante ao som de tiros.

Fica extremamente curioso.

- Livre-se dele. - Mas como?

Bem, voc� o conhece, pode lidar com ele. Livre-se dele.

- Mas se ele quiser procurar no lugar... - Ele n�o vai.

Agora, v�, n�o fique a� parado.

- Eu cuidarei do Sr. Templar. - Hans?

N�o acho que agradou ao loiro.

Conhe�o-o pela reputa��o, Sr. Templar.

Agora, fique atr�s da mesa e coloque as m�os sobre ela.

Eu o aviso.

Com Glessen ou n�o, um movimento e eu atirarei.

Boa noite, Inspetor. O que posso fazer por voc�?

Dr. Schreiber, gostaria de saber se poder�amos falar em seu escrit�rio.

Claro.

Acha a situa��o divertida, Sr. Templar?

- Francamente, sim. - Por qu�?

Bem, se algu�m tem que ser morto,

n�o consigo pensar em um lugar mais adequado.

Entendo o seu ponto.

Inspetor, isso � um absoluto absurdo.

O Sr. Voyson tinha apenas algumas roupas e

uma pasta contendo alguns documentos comerciais.

E a Srta. Harrison os viu ela mesma.

- Viu? - Sim.

E a Certid�o de �bito do Sr. Voyson?

Bem aqui.

- E Templar? - O que tem ele?

Ele veio aqui junto com a Srta. Harrison

e ent�o eles sa�ram juntos.

Inspetor, n�o pode procurar no pr�dio?

Tenho certeza de que Simon est� aqui.

Se pensa por um momento

que permitirei que 10 pacientes sejam perturbados

a esta hora da noite s� porque uma garota hist�rica

- est� fazendo essas acusa��es rid�culas... - N�o s�o rid�culas!

Charles tinha o dinheiro e Simon est� nesta casa!

Inspetor, posso falar com o senhor em particular, por favor?

Desculpe-nos, Srta. Harrison?

Ele vai tentar torcer tudo o que eu digo...

Por favor!

Espere l� fora, vou me juntar a voc� em um momento.

Inspetor,

a Srta. Harrison n�o est� bem.

De fato, ela j� foi paciente aqui.

Lamentavelmente, n�o consegui ajud�-la.

Quer dizer que ela � um pouco...

Paramnesia e megalomania. Lembrando de coisas que nunca aconteceram.

Estado agudo de ansiedade e distor��o emocional

provocados pelo cansa�o e anemia.

Muito triste.

Obrigado, doutor, por sua compreens�o.

Nem um pouco, Inspetor. Sei que tem um trabalho a fazer.

Venha, Srta. Harrison.

N�o vai fazer nada?

Voltaremos amanh� depois de uma boa noite de descanso.

Boa noite, Inspetor.

Boa noite, doutor.

Bem, eles se foram. Venha, Hans.

Claro que vou sentir falta do meu lar,

mas o melhor que a Inglaterra pode me oferecer agora

� um longo per�odo de pris�o por fraude.

- Eles foram embora? - Sim.

Era Glessen?

Sim, e agora ele est� firmemente convencido de que a pobre Srta. Harrison

est� � beira de um colapso mental completo.

Tudo bem, Templar.

Pare.

Voyson, n�o atire.

Se eu puder sugerir...

Uma ideia muito boa, Schreiber. Hans?

Com prazer. Seja meu convidado, Sr. Templar.

Bons sonhos, Templar.

Por favor, siga meu conselho, Srta. Harrison.

V� para a cama e tenha uma boa noite de sono.

N�o posso, preciso encontrar Simon.

Conhe�o o Sr. Templar h� muitos anos,

ele � um bom amigo, mas problem�tico.

Tenho certeza de que ele pode cuidar de si mesmo.

Por que n�o procurou na cl�nica?

Porque um: o Dr. Schreiber � um cidad�o respeitado,

dois: n�o encontrei absolutamente nada para fundamentar sua hist�ria.

Agora, por favor, v� para a cama.

Sabe, Schreiber, se pudesse,

enviaria meu cad�ver para a Inglaterra para o enterro,

s� para ver quantos dos meus amigos apareceriam.

Voc� ainda n�o est� na Su��a.

Estou a apenas tr�s horas de dist�ncia.

Hans est� ficando impaciente.

Hans est� apavorado. E voc� tamb�m.

Isso o surpreende?

Estou desistindo de tudo o que constru� aqui desde o fim da guerra.

Sou respeitado.

Sou apreciado.

- Tenho amigos. - Ningu�m tem amigos neste mundo,

s� conhecidos que querem coisas.

Tenho amigos, muitos deles.

E ainda assim quer fugir.

Eu preciso.

Agora veja, Schreiber,

como eu, est� metido nisso at� o pesco�o,

ent�o � melhor fazer algo sobre isso.

Quer dizer matar Templar?

Sim. N�o seria a primeira vez para voc�.

Todas aquelas experi�ncias m�dicas durante a guerra.

Fui for�ado a fazer essas coisas.

A Comiss�o de Crimes de Guerra n�o pensa assim.

Qu�o perto est�o de encontr�-lo?

Duas semanas, um m�s, talvez.

Ent�o, continue com isso.

Darei a Hans 50.000 libras em marcos alem�es

no momento em que cruzar a fronteira su��a.

Obrigado e adeus, Voyson.

Siga meu conselho.

Mate Templar.

Ele poderia tomar o meu lugar no cremat�rio.

Vou ter que pensar.

Voc� � um tolo.

Vou ligar para um m�dico.

Por aqui.

Partiremos em dois minutos.

Veja que n�o somos perturbados.

- Claro, senhor. - Obrigado.

Obrigado, senhor.

Oh, Simon, estava fren�tica! Voc� est� bem?

Sim, estou bem agora.

N�o temos muito tempo.

- O que descobriu? - Voyson n�o est� morto.

O que? Mas n�s o vimos!

- Era uma m�scara em outra pessoa. - Mas onde ele est� agora?

Em um trem. Esta��o de Baden Baden partindo para a Su��a em um minuto.

Mas n�o poderemos peg�-lo.

Poderemos se chegarmos a Offenberg.

- H� uma parada l� � meia-noite e meia. - Qual � a dist�ncia?

Cerca de 80 km.

Bem, Hans, conseguimos.

- Sim, Sr. Voyson. - Erickson, Hans.

Arthur Erickson.

Novo nome para uma nova vida.

Agora sou um agricultor ingl�s de meios modestos

estabelecendo uma aposentadoria tranquila na Su��a.

Simon, sempre esteve certo sobre Charles.

S� espero que esteja certo em chegar a Offenberg a tempo.

Se n�o o fizermos, pode dizer adeus a um quarto de milh�o de libras.

Mas por que Schreiber arriscaria sua reputa��o

se envolvendo em algo assim?

A comiss�o � melhor do que tratar amigdalite.

Simon, a� est� o trem!

Est� diminuindo a velocidade para Offenberg.

Offenberg.

Bem na hora.

- Tudo certo? - Sim.

Suponha que eu pegue a frente do trem e voc� pegue a traseira?

Sim, mas se encontrar Voyson, n�o fa�a nada.

Encontre-me aqui em 10 minutos, ok?

- Perd�o. - Obrigado.

- Em que cabine est�, senhor? - Receio n�o ter uma.

- Tem uma reserva? - N�o.

- Posso ver sua passagem, por favor? - Bem, eu...

tamb�m n�o tenho. Entrei no trem com pressa.

Lamento, tenho que informar qualquer irregularidade.

- Vem comigo? - Ficaria feliz em comprar minha passagem.

Mas a 1� classe est� cheia.

Bem, na verdade, estou procurando por alguns amigos.

Um deles � alto e loiro, o outro tem bigode escuro.

Voc� os viu?

H� tantas pessoas. Realmente n�o consigo me lembrar.

Tenho certeza de que poderei encontr�-los

e compartilharei sua cabine. Pagarei pela passagem

e isso pelas irregularidades.

Muito obrigado, senhor.

- Boa sorte. - Boa sorte para voc�.

Lamento incomod�-lo.

Ja?

Equivoquei-me.

- N�o perturbe. - Desculpe-me.

Hans.

Hans!

V� me pegar mais alguns cigarros. O camareiro ter� alguns.

Voyson!

Voyson!

Voc� � muito persistente, Julia.

- Ela estava sozinha, Hans? - Ja.

Mas como ela poderia saber que eu...

Templar.

Ele est� com voc�?

Responda-me, Templar est� neste trem?

N�o!

Ent�o, como voc� est� nele?

Tem que ser Templar.

Mas o Dr. Schreiber disse...

O Dr. Schreiber � um tolo, n�o conseguiu mat�-lo.

Hans,

V� e pegue Templar.

Caso contr�rio, n�o receber� um centavo do dinheiro.

V�!

Estava procurando por dois homens. Sinto muito.

Onde est� Voyson?

Onde est� Voyson?

N�o sei.

Onde ele est�?

Agora mesmo h� um t�nel chegando!

Em que cabine ele est�?

Em que cabine ele est�?

Vamos l�, decida-se!

Ele � um dos seus amigos?

Sim, ele n�o est� se sentindo t�o bem, receio.

Poderia abrir a porta, por favor?

Acredito que ele est� desmaiado.

Se n�o interferisse, Julia,

a not�cia da minha morte chegaria � Inglaterra

e eu seria esquecido em quest�o de semanas.

Como est�, terei que me desfazer de voc�.

Devemos chegar � ponte Riseberg em cerca de dois minutos.

� a� que voc� vai sair.

Voyson! Sei que est� a�.

Cuidado, Simon, ele tem uma arma!

Que extraordin�rio.

- Deve ser estrangeiro, querido. - � mesmo.

N�o fechou a janela.

Oh, deixe-me ir!

Saia!

Saia!

Simon!

Srta. Harrison, a atitude oficial permanece inalterada.

Para mim, esta maleta

cont�m documentos comerciais e correspond�ncia.

Obrigada, Inspetor.

E o Schreiber?

Ele e Hans foram presos.

- Isso acaba com o caso. - N�o � bem assim.

O que � isso, uma cita��o?

Sim, por abandonar seu carro durante � noite

na esta��o ferrovi�ria de Offenberg. A multa � de 20 marcos.

Acho que posso pagar agora, Simon.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.