All language subtitles for The Saint.S02E02 - Starring The Saint

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Original subtitles

- Sinto muit�ssimo. - Est� tudo bem.

Voltando a Londres de qualquer outra capital mundial

� como passar da tempestade para a calma.

Os funcion�rios s�o educados e eficientes.

E as pessoas, na t�pica moda brit�nica, s�o educadas, calmas e ordeiras.

Ningu�m nunca se intromete em sua privacidade.

- � ele! - Sr. Templar!

Quietos, por favor!

Quietos!

Obrigado. Ser� que algu�m poderia me dizer o que � isso tudo?

Foi no jornal desta manh�. Ou�a:

Byron Ufferlitz, o proeminente produtor de filmes,

planeja fazer um filme baseado na hist�ria

da vida do famoso Simon Templar.

O SANTO

S02E02 - Estrelando O Santo

Legenda por Susanawho

- Ele est�? - O Sr. Ufferlitz est� em confer�ncia.

- Tem um compromisso? - Eu n�o preciso de um.

As legalidades s�o o seu problema.

Eu sei, Byron, mas estamos em terreno inst�vel.

- Ufferlitz. - � ele!

Sr. Templar, estou encantado em conhec�-lo.

- N�o tenho certeza se � rec�proco. - A hist�ria do jornal.

- Exatamente. - Este � David Brown, meu advogado.

Voc� pode precisar dele. Sr. Brown.

- Um prazer. - Aproveite enquanto durar.

Sente-se. Sente-se. Sente-se.

Sr. Templar, estou t�o irritado com este

comunicado prematuro da imprensa quanto voc�.

Conhece rep�rteres, qualquer coisa por uma hist�ria.

Pe�o desculpas do fundo do meu cora��o.

Est� bem.

Sr. Templar, tenho alguns planos maravilhosos.

Primeiro uma campanha publicit�ria pessoal.

Percebemos que � uma celebridade agora.

Publicidade nunca fez mal a ningu�m.

E eu tenho o melhor agente de imprensa em Londres.

Est� se adiantando demais. Temos muito a conversar.

Sr. Templar, tive essa ideia h� algum tempo.

Foi originalmente chamado Sauda��o para a Aventura.

- Planejei faz�-lo com Orland Flane. - Ele � um �timo ator.

Ele n�o � nada. Muitas pessoas fizeram filmes sobre her�is modernos,

mas este ser� real.

Voc� ser� Simon Templar na hist�ria.

Um composto de suas aventuras da vida real.

David aqui elaborou um contrato.

- Olhe isso. - Contrato?

Se este � o contrato, qual � o tamanho do roteiro?

A cl�usula importante � de � 1.000 por semana,

mais 5% do produto bruto.

Termos muito generosos.

Senhores, posso engan�-los e ler isso.

Vamos fazer quaisquer concess�es que deseja.

- E sobre o roteiro? - Tenho dois escritores maravilhosos.

Vic Lazaroff e Bob Kendricks.

Eles ter�o um rascunho esta semana.

Presumo que tenho aprova��o do roteiro.

Oh, completamente.

Peggy, este � Simon Templar. Minha secret�ria, Srta. Warden.

Ol�.

- N�s j� nos conhecemos. - Apresente-o a Vic e Bob.

- Certamente. - Volte quando tiver conversado.

- Tenho planos para hoje � noite. - Este filme vai fazer hist�ria.

- E dinheiro. - Vejo-o mais tarde.

Tenho que admir�-lo, n�o achei que funcionaria.

Isso sempre funciona.

Conhe�o o tipo de Templar.

Ele � um egoc�ntrico.

Anuncie um filme sobre sua vida, ele corre para a minha porta.

- Nunca o conseguiria de outra forma. - E ele acha que sou encantador.

Parab�ns.

O que quis dizer, dizendo-lhe que faria qualquer concess�o que ele queira?

Sabe exatamente o que eu quis dizer.

N�o lhe damos nada e a tornamos retroativa.

H� quanto tempo est� nesse neg�cio louco?

- Cerca de seis meses. - E antes disso?

- Um escrit�rio em Brisbane. - Seu lar � na Austr�lia?

Vim para Londres em busca de fama e fortuna.

- Voc� acabou com Ufferlitz. - O que voc� acha dele?

- Acho que ele � encantador. - Mesmo?

Tamb�m acho que ele � uma fraude, um trapaceiro e um mentiroso. Concorda?

Eu sou sua secret�ria, lembra?

- Aqui, segundo andar, sala 83. - Quais s�o os nomes deles de novo?

Vic Lazaroff e Bob Kendricks. Observe-os.

- Por que? - Eles s�o palha�os profissionais.

- Coceira em p�, explodindo charutos. - Disse profissional ou amador?

Acho que pode cuidar de si mesmo.

- Isso � diabolicamente ruim. - Nenhum eufemismo, por favor.

- Quem escreveu este disparate? - N�s escrevemos.

Bob, n�o h� uma maneira de sair dessa?

Estamos sob contrato. Ufferlitz nos possui de corpo e alma.

Poder�amos invadir sua casa, for��-lo a ficar de joelhos.

Ou cortar a cabe�a dele no pesco�o.

- � ele. - Em pessoa.

- Mas sem metralhadora. - E sem halo.

Estou fazendo um invent�rio deste circo

e vejo que cheguei � casa dos macacos.

- Bem-vindo ao Clube. Sou Vic Lazaroff. - Sr. Lazaroff.

Meu companheiro confinado Bob Kendricks.

Muito prazer em conhec�-lo.

- Como vai o �pico? - Justo.

- Temos problemas. - Tais como?

- Principalmente Ufferlitz. - � seu nome verdadeiro?

- Est� na sua ficha policial. - Ele j� teve problemas?

Principalmente mulheres.

� o jeito como ele assina seus cheques.

Ele n�o � mais ignorante do que um monte de produtores de filmes sem uma ficha.

Voc�s t�m as pr�ximas dez p�ginas prontas?

- Obrigado. - Esse g�nio est� dirigindo seu �pico.

Este � o diretor do seu �pico. Jack Groom, Simon Templar.

Sr. Groom.

- Qual � sua altura? - 1,88m.

Pode crescer um bigode em dez dias?

- Existe um mercado para eles? - Voc� deve ter um.

Seu cabelo deve ser alisado. Voc� n�o se parece com o Santo.

- Eu sou o Santo. - Que diferen�a isso faz?

- Posso ver que seremos amigos. - N�o h� necessidade.

Ufferlitz disse a Orland Flane que ele n�o est� mais nesse filme?

- N�o fa�o ideia. - Flane vai ficar muito bravo.

- Byron, estou lhe implorando. - N�o. � embara�oso.

Mas eu preciso desse filme. Estou falido.

Ent�o fez tolices com seu dinheiro.

Talvez. Talvez. Mas o fato � que eu contava com isso.

- E voc� me prometeu. - Eu mudei de ideia.

N�o pode fazer isso comigo.

J� fiz isso. Templar aceitou o neg�cio.

- Ent�o vou process�-lo. - N�o seja est�pido.

Olha, existe um contrato verbal e eu tenho testemunhas.

Est� me amea�ando? Est�?

Byron, tudo que eu quero �...

N�o ligo para o que voc� quer. Se me der problemas, vai se arrepender.

- Tudo que quero � um acordo justo. - Vamos nos posicionar corretamente.

Eu me lembro quando voc� era um ca�ador de

talentos naquele neg�cio menos glamoroso em Roma.

Houve uma garota que morreu repentinamente.

Olha, se quiser jogar sujo, est� tudo bem comigo.

Eu posso me lembrar tanto quanto voc�, Byron.

Tenho algumas coisas sobre voc�, tamb�m, acredite,

quando eu puni-lo, vou puni-lo para sempre!

Sinto muito. Voltarei mais tarde.

N�o, n�o, Simon. Entre, entre.

Eu terminei meu neg�cio atual.

- Aquele era Flane, n�o? - Esque�a-o; j� o fiz.

N�o gosto de fazer ningu�m desempregado.

Absurdo. Arranjei um encontro para voc� esta noite. � para fins publicit�rios.

Arranjei um fot�grafo.

Voc� vai jantar no Chateau Marmont com April Quest.

Quem?

Quero colunistas de fofocas colunistas para peg�-los.

- O grande romance do ano. - A coopera��o � limitada.

Ela n�o � apenas bonita, ela pode ler e escrever. Aqui est� ela.

- Simon, quero que coopere. - A que horas?

Entre.

Ol�, Sr. Templar.

Ol�.

Pensei que nunca estaria pronta. O est�dio enviou

quatro vestidos. Tive que experimentar todos.

- Quase sentiu falta. - Gostaria de uma bebida?

- Permita-me. Martini? - Sim, mas seco.

- � claro. - � um jeito ruim de conhecer, n�o �?

- N�o sei. - Sabe alguma coisa sobre mim?

Sim. Vamos ver. Seu nome � April Quest.

Na minha Certid�o de Nascimento � Agnes Quist.

- O que mais? - Voc� foi criada fora de Edimburgo.

Seu pai � um latifundi�rio escoc�s. Voc� podia

tocar a gaita de foles antes que pudesse andar.

N�o. Nasci na Esc�cia, tudo bem,

mas meu pai n�o era um latifundi�rio escoc�s.

Vamos pelo menos come�ar honestamente.

Antes de estarmos prontos para o Chateau Marmont, fale-me de voc�.

Est� bem.

A n�s.

- Obrigado, George. - De nada, Sr. Flane.

Sabe o que mais Ufferlitz me disse? Ele disse que eu estava fl�cido.

Isso � rid�culo, Sr. Flane. Voc� parece �timo.

- Passado, George. Acabado. - N�o diga isso.

A maneira que homens como Ufferlitz se

tornam importantes neste neg�cio...

Sujo, vigarista...

Olha onde ele est�. George, vou me igualar a ele.

Claro, Sr. Flane. Com licen�a.

- Boa noite. O que gostaria? - Dois Martinis secos.

Espere, Srta. Quest.

Excelente. Obrigado.

Byron organizou todos os tipos de surpresas.

Tais como?

Simon. A� vem encrenca.

Bem, nosso passarinho certamente est� com belas penas esta noite.

Cuidado, querido, ou esse passarinho vai arrancar seus olhos.

Voc� ainda n�o viu nada. Espere at� que ela tire os c�lios posti�os.

- Cuidado, Flane. - April certamente brilha, n�o �?

Se voc� gosta de flash barato.

E como o contrato antigo j� expirou,

a quest�o de uma garantia � negoci�vel.

Sugiro que nos encontremos para uma discuss�o explorat�ria.

Com os melhores cumprimentos...

Veja quem �, sim?

- Ol�, Peggy. - Ol�, Sr. Groom.

Como ele est�?

Peggy, o que voc� acha que ele diria se...

- N�o. N�o, isso n�o importa. - O que � isso?

- N�o, nada. Nada. - Mas...

Byron, desculpe interromp�-lo. Gostaria de falar com voc�.

N�s terminamos. Peggy, digite isso amanh� de manh�.

N�o vou estar no est�dio at� �s 11. Obrigado por trabalhar at� tarde.

- Pegue um t�xi por conta da empresa. - Obrigada. Boa noite.

- Boa noite. - Boa noite.

Qual � o seu problema, Jack?

Jantei com o presidente da Liberty Productions.

Sid Mayo. Como ele est�?

Oh, ele est� �timo. �timo.

Eles querem que eu dirija "Ontem e Amanh�".

� um or�amento de milh�es de libras.

O maior filme que j� fizeram.

Mas est� sob contrato comigo.

Eu sei, mas pensei que talvez me deixasse sair.

Qualquer valor dentro da raz�o.

Jack, odeio ficar no caminho de um homem.

Mas eu simplesmente n�o posso ficar sem voc�.

Isso � um absurdo e voc� sabe disso.

- Voc� � muito modesto. - Esta � a oportunidade de uma vida.

Voc� disse isso quando eu lhe ofereci seu contrato atual, h� dois anos.

Sim, eu sei, mas as coisas mudam.

Contratos n�o.

Eu simplesmente n�o posso recusar isso.

Receio que voc� precise.

Por favor. Isso significa tudo para mim.

Lamento.

- Byron, voc� dorme bem? - Por que n�o deveria?

S� pensei que sua consci�ncia pode mant�-lo acordado.

- N�o acontece. - Deveria.

Voc� usa as pessoas impiedosamente e depois as joga no lixo.

Como Orland Flane, por exemplo. Percebe o que fez com ele?

- Ele � um homem falido. - Ele � um tolo.

Mas ele � humano. Ele fez dinheiro para voc�.

Orland Flane � um fracasso. N�o poderia me importar menos.

Voc� se importa que n�o h� uma �nica pessoa

nesta unidade que n�o te odeie?

Nem um pouco. Eu pago pelo trabalho, n�o pela afei��o.

E agora eu estou muito ocupado para uma palestra sobre �tica.

Voc� assinou um contrato comigo que

o deixou feliz naquela �poca.

Agora quer sair porque h� grama mais verde em outro campo. Que pena.

Byron, por favor.

Pela �ltima vez, deixe-me comprar minha sa�da.

Em uma palavra ... n�o.

Parece que vou ter que te pressionar.

Esperava n�o ter que fazer isso.

Fazer o que?

Lembra-se de Trilby Andrews?

Garotinha est�pida.

Os jornais podem querer a hist�ria completa.

- Est� tentando me chantagear? - Em uma palavra, sim.

Nunca deixei me amea�arem. � uma quest�o de princ�pio.

Eu explodiria tudo, minha carreira, minha vida, tudo,

antes que eu cedesse a esse tipo de press�o.

Tudo o que quero de voc�, Sr. Groom, � a resposta para uma simples pergunta.

Voc� quer viver...

ou quer morrer?

- Sr. Templar, isso acabou de chegar. - Oh, obrigado.

Um taxista entregou h� um instante atr�s.

Obrigado.

- O que � isso? - � de Byron Ufferlitz.

- Ele quer me ver imediatamente. - Mas s�o 22:30hs.

Ele diz que � urgente.

- N�o pode entrar para uma bebida? - Byron me quer.

Eu tamb�m.

Pode ser importante. Pode ser mais tarde?

- Por quanto tempo? - Estarei de volta em uma hora.

Eu vou esperar.

A porta est� aberta. N�o caia pra fora.

Oh, Simon! Simon, eu o encontrei!

Vamos, Peggy, tenha calma. Venha e sente-se.

Conte-me o que aconteceu.

Quando eu lhe ouvi, pensei que quem tinha feito isso estivesse voltando.

Comece desde o in�cio.

Ele me pediu para trabalhar at� tarde hoje.

Cheguei aqui cerca de 19:30hs.

Ele n�o est� morto desde �s 19:30hs.

Sa� �s 21:00hs, quando Jack Groom chegou aqui.

O Groom esteve aqui esta noite?

Sim. Byron me disse para tomar um t�xi para casa.

Quando cheguei em casa, percebi que tinha esquecido o meu bloco de ditados.

- Ainda est� aqui? - Sim.

- � esse? - Sim.

Bem, continue.

Continue.

Quando eu entrei, a porta estava aberta.

E ent�o eu o vi.

- A que horas foi isso? - S� agora, quando ouvi seu carro parar.

Oh, Simon, estou com tanto medo.

- Voc� tocou em alguma coisa? - N�o.

Pensei que eu ia desmaiar.

Vamos sair daqui.

Tem algu�m em casa?

Sargento, venha r�pido!

Um cara foi baleado.

Essa foi por pouco.

Por que n�s fugimos? N�o temos nada a esconder.

- N�o poder�amos ter ... - Quem atirou nele quer me culpar.

Venha � minha casa. Urgente. Mas esta n�o � a letra de Byron.

Eu sei. Voc� a reconhece?

N�o.

Foi muito bem planejado. A pol�cia chegando segundos depois que eu.

Peggy, notou a foto sobre a escrivaninha?

N�o, estava com muito medo.

Estava assinado Trilby alguma coisa.

- N�o significa nada? - N�o.

Como estava Groom quando chegou? Ele estava relaxado, natural?

Acho que sim.

Peggy, a pol�cia vai ver o seu nome no

bloco do calend�rio na escrivaninha dele.

Saber�o que voc� tinha um compromisso. Estar�o no seu apartamento em uma hora.

Diga-lhes a verdade, mas n�o que voltou. Entende?

- Mas isso � mentira. - N�o diga a eles.

Tudo bem. Se voc� diz.

N�o diga nada sobre mim.

N�o quero nenhuma interfer�ncia da pol�cia.

Sim, est� bem.

Sim.

A bala atravessou o c�rtex cerebral. Emergiu sob a regi�o septal.

- E quanto a hora? - Eu diria que entre 10 e 11.

Obrigado.

Inspetor, o nome da garota � Peggy Warden.

- � a secret�ria dele. Tenho o endere�o. - Burns.

- Traga-a para interrogat�rio. - Senhor.

Ent�o, algu�m finalmente o matou.

Obrigado. Deduzo que n�o est� muito chateada.

Chateada? � a melhor not�cia que eu tive nos �ltimos anos.

- Voc� o odiava? - Junto com milhares de outros.

- Por que? - Ele era brutal. Feria as pessoas.

- Incluindo voc�? - Olha, n�o quero falar sobre isso.

April, j� ouviu falar de uma garota chamada Trilby alguma coisa?

- Trilby Andrews? - Voc� a conhece?

N�o. Eu a encontrei uma ou duas vezes. Ela � uma atriz. Pequenos pap�is.

Eu n�o a vejo h� meses.

Por que?

A fotografia dela estava na mesa de Byron.

Sabe quem � essa garota, Srta. Warden?

N�o, n�o sei.

Al�m do Sr. Groom, o Sr. Ufferlitz teve outros interlocutores?

- N�o. - Sem telefonemas?

- Ele telefonou para o Chateau Marmont. - Sobre o que?

- Ele queria organizar fotografias. - De quem?

Deve ter lido que o Sr. Ufferlitz estava fazendo um filme sobre Simon Templar.

Sim.

O Sr. Templar e April Quest estavam jantando no restaurante.

O Sr. Ufferlitz queria uma fotografia deles juntos.

O Sr. Ufferlitz tinha algum inimigo?

S� o conhecia em hor�rio comercial. Sabia pouco sobre sua vida particular.

- O Sr. Groom, senhor. - Isso � tudo, Srta. Warden.

- Vamos lev�-la para casa. - Peggy, o que � tudo isso?

Vou responder a isso, Sr. Groom. Meu nome � Inspetor-Chefe Teal.

- Quero lhe fazer algumas perguntas. - Sobre o qu�?

Byron Ufferlitz. Ele est� morto.

Jack Groom poderia ter escrito esse bilhete?

N�o. Nenhum motivo. E podemos eliminar Kendricks e Lazaroff.

Eu mal os conhecia. Ent�o, quem nos resta?

Quem n�s temos que odiava Ufferlitz o suficiente para mat�-lo

e me odiava o suficiente para me culpar?

- Orland Flane. - Certo.

Ufferlitz expulsou-o de um emprego e depois me contratou em seu lugar.

E esta noite voc� bateu nele.

E ele sabia onde eu estava.

Simon, eu sei que o Orland est� confuso, mas n�o posso...

Tente isso. Flane deixa o Chateau Marmont, vai para a casa de Ufferlitz,

mata-o e pede um motorista de t�xi para me trazer esse bilhete.

E, em seguida, chama a pol�cia.

Bem, o que voc� acha?

Simon, simplesmente n�o sei.

- N�s brigamos. Admito isso. - Discutiram violentamente?

- Sim, mas n�o o matei. - Foi totalmente verbal?

- Sim. - Nada f�sico?

- N�o. - Sobre o que foi?

Sobre o meu contrato.

Estou esperando, Sr. Groom.

A Liberty Productions queria que eu dirigisse um filme para eles.

Tinha um contrato com Byron. Queria comprar minha sa�da.

O novo contrato envolvia mais dinheiro?

- Sim. - Quanto mais?

- Muito. - Sr. Groom, quero detalhes.

Byron me pagou 5.000 pelo filme. Liberty estavam me oferecendo 12.000.

- Um grande aumento. - Sim.

Qual � o status do seu contrato agora que Ufferlitz est� morto?

- N�o sei. - Era um contrato pessoal?

N�o sei. Teria que consultar meus advogados sobre isso.

Ter� que consult�-los de qualquer maneira.

Inspetor, eu n�o matei Byron Ufferlitz.

Meu motorista lhe dir� que ele estava vivo quando eu sa�.

Sr. Groom, acredite em mim, vamos investigar seu �libi com cuidado.

Receio que terei que mant�-lo para interrogat�rio.

Se encontrar este motorista de t�xi, ele vai jurar isso.

Vamos encontr�-lo. N�o se preocupe.

Muitas pessoas odiavam Byron Ufferlitz.

- Por que n�o fala com eles? - Eu pretendo.

Burns, leve-o pela Delegacia.

Sim, senhor. Por aqui, por favor, senhor.

- O que voc� acha? - Dif�cil dizer.

April Quest, tem o endere�o dela?

- Sim, senhor. Quer que a traga? - Acho que n�o.

Quando Simon Templar est� conectado mesmo remotamente

com um caso meu, isso significa uma coisa.

Problema.

Vou deix�-lo me levar ao apartamento da Srta. Quest.

Sr. Templar pode apreciar o meu boa noite.

A quest�o � como Flane teria certeza de que eu iria?

Eu poderia ter ignorado o bilhete e chamado Ufferlitz em vez disso.

A mente de Orland n�o funciona dessa maneira.

Por que n�o?

Bem, ele imaginaria que, por 1.000 libras por semana,

voc� faria qualquer coisa que Byron lhe pedisse.

- � uma e meia. - Eu atendo.

Bem, o c�o farejador da Yard.

- Ol�, Templar. - Claude.

April, posso lhe apresentar um velho amigo meu.

Inspetor Claude Eustace Teal da Scotland Yard.

- Como vai? - N�o passou da sua hora de dormir?

N�o vou dormir sem saber o que voc� fez esta noite.

Algu�m arrombou o Banco da Inglaterra?

Onde esteve hoje � noite?

Jantei no Chateau Marmont com a Srta. Quest.

O Sr. Templar esteve com voc� a noite toda?

Geralmente os homens ficam comigo a noite toda.

- Ele a trouxe para casa? - Eles fazem isso tamb�m.

E voc� est� aqui desde ent�o?

- Correto. Por que todas as perguntas? - Apenas interessado.

- Estou profundamente tocado. - Tenho certeza que est�.

- Bem, vou v�-los por a�. - Inspetor, gostaria de uma bebida?

N�o, obrigado.

- Boa noite, Templar. - Boa noite. Durma bem.

Eu vou... agora.

Fui muito boa, n�o?

Voc� foi �tima.

Sabe, para um homem redondo, Claude tem um nariz muito comprido.

Agora, do que est�vamos falando?

- April Quest. Que nome rid�culo. - Acredita nela, senhor?

Nunca acredito em nada sobre o Templar at� provar isso tr�s vezes.

Mesmo assim, estou sempre disposto a mudar de ideia.

Antes de encerrar a noite, vamos passar pelo Chateau Marmont.

Certo, senhor.

- Boa noite, senhor. - Boa noite.

- Desculpe, estamos fechados. - Eu sou da Scotland Yard.

- O gerente est� aqui? - N�o, senhor, foi para casa.

- Esteve aqui a noite toda? - Sim, senhor.

- Simon Templar jantou aqui esta noite? - Sim, senhor, jantou.

- Com quem? - Com a Srta. Quest.

- Quando eles sa�ram? - �s 22:32hs, senhor.

- Voc� � muito preciso. - Isso � por causa do bilhete.

Bilhete? Que bilhete?

O bilhete que chegou para o Sr. Templar.

Bem, olhei para o rel�gio.

- O que estava nele? Sabe? - Bem, senhor, dei uma olhada.

- E? - Era de Byron Ufferlitz, o produtor.

O que dizia?

Era para o Sr. Templar ir imediatamente � casa do Sr. Ufferlitz.

Dizia urgente.

Amanh�, o Sr. Templar vai ter muitas explica��es a dar.

- Ol�, Peggy. - Ol�, Simon.

- Como est� se sentindo? - Tudo bem. N�o dormi bem. Sente-se.

Teal dificultou as coisas?

N�o. Na verdade, ele foi bastante simp�tico.

Eu disse o que voc� me falou. Eu n�o o envolvi.

- N�o disse que voltei ao Byron. - Boa menina.

N�o gosto disso. Depois de come�ar a mentir

para a pol�cia, tudo pode acontecer.

- Suponha que Teal pergunte... - Peggy, relaxe.

Tudo bem.

- A prop�sito, Dave Brown ligou. - Quem? Oh, o advogado.

Ele quer que todos sob contrato pessoal de Byron

estejam no escrit�rio �s 15:00hs esta tarde.

Todos os suspeitos sob um mesmo teto.

Exceto um. A pol�cia est� prendendo Jack Groom.

Ele n�o fez isso, Simon. N�o podia.

Este � o homem que voc� levou para a casa de Ufferlitz?

- Sim, estou certo. - Consegue se lembrar a que horas?

- Era cerca de 20:55hs. - E ele pediu para voc� esperar?

- Isso mesmo. Esperei. - Quanto mais?

- Oh, cerca de 20 minutos. - E depois?

Este cavalheiro saiu com o outro cara, aquele no necrot�rio.

- Ufferlitz. - Isso mesmo. Eles estavam discutindo.

O outro cavalheiro disse ao Sr. Groom para ir

para o inferno e fazer o que lhe foi dito.

- Viu os dois homens claramente? - Sim.

Depois o que?

Ele me pediu para lev�-lo a Kensington.

Tudo bem. Obrigado. Voc� pode ir agora.

- Voc� est� certo. - Obrigado, motorista.

De nada. Quando quiser.

Sr. Groom, lamento pelo inconveniente.

Est� satisfeito que meu �libi se sustenta?

Sim. Est� livre para ir agora.

Obrigado.

Por que voc� n�o deixa isso para a pol�cia?

Porque Byron foi assassinado com a inten��o de eu ser acusado disso.

Mas n�o foi acusado. Ainda n�o.

- Parab�ns, Templar. - Sab�amos que poderia faz�-lo.

Vic, por favor.

Uma maneira magistral de se livrar dele.

- Voc�s dois s�o os pr�ximos da lista. - Peggy, n�o pare�a t�o desaprovadora.

- Que mau gosto. - Talvez, mas Byron era um fedorento.

N�o espere quaisquer l�grimas de mim. Venha, amigo.

- Eles s�o imposs�veis. - Mas sinceros.

Eu me canso de seu humor pastel�o o tempo todo.

Estamos prontos, Sr. Templar. Pode vir, Srta.

Warden, no caso de precisar fazer anota��es?

N�o vou comentar sobre os aspectos pessoais dessa trag�dia.

Todos est�o ansiosos como a morte de

Byron ir� afet�-los. Eu posso dizer.

Seus contratos eram todos pessoais.

Normalmente reverteriam para seus herdeiros.

Gostaria de saber quem herdou April.

- Podemos dispensar o humor? - Desculpe.

O Sr. Ufferlitz n�o tem herdeiros,

ent�o legalmente todos voc�s s�o agentes livres,

sujeito � confirma��o quando o testamento de Byron for validado.

Seus sal�rios ser�o pagos inclusive at� ontem.

Data, em que o Estado sustenta que todas

as obriga��es foram mutuamente encerradas.

A �nica dificuldade surge com o Sr. Templar.

Que n�o est� nem aqui nem l�.

Voc� e Byron realmente n�o tinham assinado um contrato,

Ent�o, como seu executor, estou lhe oferecendo 1.000 libras,

o sal�rio de uma semana em liquida��o total.

- Isso � satisfat�rio? - Eu diria que foi justo o bastante.

Muito bem. Pode levar uma semana antes que eu possa pegar seus cheques,

mas vou cuidar disso assim que eu puder.

Eu acho que � tudo, a menos que haja alguma d�vida.

- Eu tenho uma pergunta. - Sim, Sr. Templar.

Quem sabe sobre Trilby Andrews?

Deixe o nome de Trilby fora disso! Ela j� sofreu o suficiente.

� bem poss�vel que eu possa cumprir uma ambi��o vital�cia

- Prender Templar? - Estou razoavelmente otimista.

- Espero que tenha raz�o. - Sargento, tamb�m espero.

Ele ter� uma explica��o, mas como Groom j� n�o � um suspeito,

ela vai ter que ser boa, muito boa.

N�o entendi. Por que ningu�m fala sobre Trilby Andrews?

Eu n�o sei.

- Ela � a chave para o mist�rio. - De que maneira?

N�o tenho certeza, mas h� uma conex�o.

Por que sua foto estava na mesa de Byron quando ele foi assassinado?

E por que o Groom saiu da sala com a men��o do nome dela?

- Claude Eustace, como vai? - Nunca me senti melhor em minha vida.

Fico feliz em ouvir isso. Alguma raz�o especial?

A possibilidade de voc� ser condenado pelo assassinato de Byron Ufferlitz.

Ou voc� est� brincando ou perdeu o ju�zo.

Voc� recebeu um bilhete dele ontem � noite.

Recebi?

Recebeu. Foi entregue no restaurante Chateau Marmont �s 22:32hs.

Ele lhe disse para ir a sua casa imediatamente.

Voc� tem estado ocupado.

�s 22:40hs, Ufferlitz fez uma liga��o para a pol�cia.

Disse-lhes que algu�m estava rondando os jardins. A pol�cia chegou.

- Disse que Ufferlitz ligou? - Sim.

- Voc� atendeu a liga��o? - Claro que n�o.

N�o pode ter certeza de que era ele. Algu�m poderia dizer que era Ufferlitz.

N�o confunda a quest�o. Voc� foi para a casa.

- Sim, Claude, eu fui. - Ent�o por que n�o admitiu?

- Inspetor, Sr. Templar... - Aqui est� o bilhete.

Venha � minha casa imediatamente. Urgente. Byron.

- Naturalmente eu fui. - Quando voc� escreveu isso?

Sabia que ia perguntar isso.

Cheguei � casa de Ufferlitz e ele estava morto.

A pol�cia chegou. Sabia que eu seria acusado.

� verdade.

- Como voc� sabe? - Ela acredita em mim.

- Bem, eu n�o. - Naturalmente.

Se n�o tem nada a esconder, por que mentiu?

Por que disse que estava com April Quest a noite toda?

Voc� n�o teria acreditado em mim.

Al�m disso, precisava de tempo para pensar.

- Pensou? - Por que n�o fala com Orland Flane?

Ele amea�ou Ufferlitz ontem.

Ele me odeia porque achou que eu estava tomando o lugar dele no trabalho.

Ele � forte o bastante para matar Ufferlitz

e cruel o suficiente para me incriminar por isso.

- Bem ... - Prenda-me e o assassino vai fugir.

- Simon, voc� n�o acha... - Claude, d�-me 24 horas.

Vou lhe entregar o assassino numa bandeja.

Voc� tem at� a meia-noite.

Simon, gostaria que me deixasse contar a ele.

Peggy, quando eu precisar da sua ajuda para me limpar, eu pedirei.

- Bem ... - Confie em mim, sim?

- N�o tenho muita escolha. - N�o fique t�o desesperada.

- Onde voc� vai? - Falar com Jack Groom.

Venho peg�-la �s sete para jantar, est� bem?

- Jack, quero falar com voc�. - N�o temos nada para conversar.

- Acho que temos. - Est� enganado.

Podemos ir a algum lugar privado para conversar?

Por que?

- Quer falar sobre Trilby, n�o �? - Sim.

Bem, eu sinto muito.

S� cheguei a cent�metros de ser preso. Voc� foi mantido durante a noite.

Uma vez que n�o tivemos nada a ver com o

assassinato de Byron, n�o podemos cooperar?

N�o estou interessado. Estou limpo. N�o poderia

me importar menos com o que acontece com voc�.

Jack, do que est� fugindo?

Nada.

- Est�. � Trilby Andrews? - Sim.

- Quem � ela? - N�o � ela. N�o mais. Ela est� morta.

Ela tinha tudo, sabe. Beleza, talento, tudo.

- E voc� estava apaixonado por ela? - N�s �amos nos casar.

- O que aconteceu? - Eu a apresentei a Byron.

- E ent�o? - O de costume aconteceu.

Uma iniciante bela conhece produtor.

Ele fez promessas. Antes que eu soubesse...

- Ele a tirou de voc�. - Eu era t�o ciumento.

Tivemos uma briga. Ela se recusou a me ver, at� mesmo falar comigo.

Ent�o, uma noite ela... tomou quatro d�zias de comprimidos para dormir.

- Por que? - Quem sabe?

A solid�o, desespero, derrota, as raz�es habituais...

Eu n�o estava l� para descobrir.

Eu a entreguei a Ufferlitz e deixei que a destru�sse.

- Voc� j� falou com ele sobre ela? - Sim. Ontem � noite.

- E? - Ele a chamou de pequena est�pida.

Ent�o ele riu. Ele achou que era uma grande piada.

- E agora ele est� morto. - Sim. O tiro saiu pela culatra, n�o �?

Estou com vontade de beber muito.

Estou com vontade de acompanh�-lo.

- Ele deve ter cheirado a bebida. - Dia de mudan�a?

Os reis sem coroa do mundo do cinema est�o de volta ao trono novamente.

O que significa?

Jack est� nos levando para a Liberty Productions.

Estamos escrevendo "Ontem e Amanh�" para ele.

- Isso � definitivo? - O contrato ser� assinado amanh�.

Se ainda pudermos segurar uma caneta.

Sei que voc�s s�o uma �tima equipe de com�dia

mas tentar me culpar pelo assassinato foi um pouco incomum.

Voc� escreveu o bilhete, chamou a pol�cia,

disse algo sobre um ladr�o com a inten��o

que eu fosse pego na casa com o corpo dele.

- N�o, isso n�o � verdade. - � melhor contar a ele, Vic.

- Tudo come�ou com uma piada. - Estou pronto para rir.

Por causa do roteiro que escrevemos. Os policiais tentam lev�-lo preso.

- Ent�o escrevemos o bilhete. - E chamamos a pol�cia.

N�o estou rindo.

Pensamos que se a estrela do filme �

presa por rondar a casa do produtor...

- N�o teria sido uma boa publicidade? - Isso teria sido esclarecido.

- Voc�s s�o um tumulto! - Templar, dou minha palavra de honra.

N�o t�nhamos ideia de que Ufferlitz estaria morto. Foi uma coincid�ncia.

Sempre fazemos esse tipo de coisa.

Enviamos um cart�o postal para o primeiro-ministro da Espanha.

"Querido, eu ainda te amo. Beulah."

Tivemos at� uma imagem mental do Primeiro-Ministro

tentando explicar isso para a esposa.

E at� onde iria essa piada?

N�o deixar�amos nada acontecer com voc�.

N�o dissemos nada quando falhou porque...

Est�vamos com vergonha.

Nenhum dano real foi feito. N�o �?

N�o. Bem, senhores,

Nunca se diga que Simon Templar n�o tem senso de humor.

Ele n�o tem, sabe?

Ufferlitz ofereceu a Templar � 1.000 por semana.

Por que ele iria matar seu vale-refei��o?

N�o faz sentido.

Inspetor Teal.

Obrigado. Localizaram o Orland Flane. No Marmont Chateau.

- Boa noite, Sr. Templar. - O que vai querer?

- U�sque com soda. - Fa�a dois.

- Sim, senhor. - Vejo Orland Flane ali.

- Com licen�a, por favor. - Simon, n�o brigue com ele, por favor.

N�o tenho nenhuma inten��o de brigar com ningu�m.

Se importa se eu falar?

Bem, o famoso Simon Templar.

- Flane, eu gostaria... - Vai ser uma grande estrela, hein?

- Nome nas luzes. - N�o mais.

Voc� mereceu. Voc� tirou meu papel.

O filme n�o est� sendo feito. N�o importa.

Pode apostar que importa.

Isso foi um truque sujo.

� melhor deixar algumas coisas em ordem.

Voc� estava fora antes de Byron discutir qualquer acordo comigo e sabe disso.

Sim.

Acho que tem raz�o. Olha, eu quero

pedir desculpas pela noite passada.

- Eu n�o quis insultar a pobre April. - Est� tudo bem.

- Sem ressentimentos? - Nenhum.

Aperte.

- Voc� � legal. - Obrigado.

Voc� poderia me contar o que sabe sobre Trilby Andrews?

Trilby?

Ela era uma garota bonita. Legal tamb�m.

Tipo intocada. Muito bonita.

Eu a conheci no local fazendo o "Outback".

- Eu a levei para alguns ... - Quero lhe fazer algumas perguntas.

Claude, que bom que veio. Houve alguns avan�os.

- Estou falando com o Sr. Flane. - Este � o Inspetor Teal.

- Vou me apresentar. - O que � isso?

Quero lhe perguntar sobre o assassinato de Ufferlitz. Barman!

- Se voc� acabou de ouvir... - Cuide da sua vida.

Sim?

Sou o Inspetor Teal, da Scotland Yard..

Onde posso falar com este homem em particular?

O escrit�rio do gerente, por ali.

- Espere um minuto. - Continue!

Fique fora disso, Templar.

O que est� acontecendo?

Claude Eustace est� prestes a fazer outro de seus famosos erros.

- Voc� amea�ou Ufferlitz. - Sim, mas n�o o matei.

Voc� odeia Templar e tentou culp�-lo pelo assassinato.

Isso n�o � verdade.

Ufferlitz n�o lhe despediu? Templar n�o bateu em voc�?

- Sim, mas eu mereci. - Mas voc� estava queimando por dentro.

Voc� matou Ufferlitz, enviou esse bilhete

ao Templar para que ele assumisse a culpa.

O que � isso? Voc� e Templar est�o tentando me culpar?

- Tenho que lev�-lo para a Central. - N�o, voc� n�o.

Vejo voc� em sua casa.

- Claude, est� enganado. - N�o estou.

- Flane n�o matou Ufferlitz. - Por que ele est� fugindo?

- Pobre diabo. - Sim, Claude.

Isso resolve o caso do assassinato de Ufferlitz.

Parab�ns, Claude. Voc� fez isso de novo.

Ent�o a pol�cia est� satisfeita que Flane matou Ufferlitz?

- Sim. - Bem, estou contente que acabou.

N�o est� acabado, n�o �, Peggy? Voc� o matou.

O motivo, Trilby Andrews.

Andrews e Warden, s�o quase um anagrama e eu quase perdi.

Depois, havia a fotografia na escrivaninha de Byron.

Achava que o rosto era familiar e tinha que ser algu�m.

Ent�o eu percebi que era como algu�m.

Como voc�.

Quem era, Peggy?

Minha irm�. Como voc� descobriu?

A semelhan�a na fotografia.

Ent�o me lembrei Flane tinha me dito que ele conheceu Trilby

enquanto ele estava filmando O Outback na Austr�lia.

Voc� disse que veio da Austr�lia.

- Quer me contar o resto? - Trilby era minha irm� mais nova.

Ela era muito bonita. Ela conheceu Orland Flane

quando ele estava filmando na Austr�lia

e foi mordida pelo bichinho do cinema.

Ela decidiu vir a Londres.

Ela poupou seu dinheiro e finalmente veio.

Ela me escrevia regularmente e, em seguida, as cartas pararam.

Ela estava morta.

Eu n�o podia acreditar.

Voei da Austr�lia, determinada a descobrir o que aconteceu.

Consegui um emprego no escrit�rio de Byron.

Ent�o eu descobri que ele era o respons�vel.

Pelo que?

Ela estava esperando um filho. Filho dele.

Lamento. E ontem � noite?

Sa� e voltei.

Fingi que gostava dele.

Servi-lhe algumas bebidas. Ele disse que eu o lembrava de algu�m.

Perguntei-lhe se era a garota da foto.

Eu o fiz falar sobre ela. Ele admitiu tudo e depois riu.

Eu vi a arma na gaveta da escrivaninha.

E eu o matei.

- E agora? - Eu n�o sei.

Peggy, a pol�cia acha que t�m o assassino dele.

Orland Flane, e ele est� morto, ent�o o caso est� encerrado.

Ou n�o?

Inspetor Teal, por favor.

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