Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL TEM SIDO VISTA COMO UMA GUERRA EM PRETO E BRANCO
A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL TEM SIDO VISTA COMO UMA GUERRA EM PRETO E BRANCO AT� AGORA
Traduzido para PTBR por cbsgrillo out/2010
AGORA PELA PRIMEIRA VEZ, VOC� VER� A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
AGORA PELA PRIMEIRA VEZ, VOC� VER� A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL EM CORES
AS IMAGENS S�O ORIGINAIS
AS IMAGENS S�O ORIGINAIS A COR � REAL
VOC� VAI OUVIR CARTAS E DI�RIOS DOS QUE VIVERAM E MORRERAM NESTA GUERRA
A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL EM CORES
UMA NOVA ORDEM MUNDIAL
ALEMANHA 1937
Um com�cio Nazista no cora��o da Alemanha.
O filme em cores revela o teatro do Fascismo.
Estas imagens v�vidas capturam a emo��o de um povo esperando ver seu lider,
Adolf Hitler.
Durante estes anos de governo Nazista Ruth Andreas Friedrich manteve um di�rio,
um testemunho desta adora��o do F�hrer.
Todo mundo estava t�o feliz e animado. De repente, uma onda de "Heils" cresceu
e se tornou mais e mais forte para n�s. "O F�hrer est� vindo !",
alguns espectadores gritaram em �xtase,
e um mar de bra�os levantados seduzidos.
Eu tentei dar uma olhada em Hitler.
Hitler estava no poder h� quatro anos
e as suas tropas j� estavam travando uma guerra na Europa.
CASTELLON Espanha.
A guerra civil na Espanha.
Um ensaio do que estava por vir
com a Segunda Guerra Mundial.
Uma guerra contra alvos civis atacados do ar.
Uma guerra da tecnologia e terror,
atrocidades em massa e morte indiscriminada.
Tropas alem�s volunt�rias lutavam ao lado do ex�rcito Fascista de Franco
para derrubar o Governo Republicano eleito.
Entre eles estava Klaus K�hler, de Hamburgo:
Espanha, um pa�s maravilhoso!
Estou orgulhoso de ajud�-lo durante a sua liberta��o das hordas vermelhas
para que voc� possa lutar ao lado da Alemanha e da lt�lia
contra o Bolchevismo, que est� minando as funda��es da Europa.
Pessoas de todo o mundo foram volunt�rias
para defender o Governo Republicano e derrotar o Fascismo.
O Gal�s Comunista Bill Paynter:
� quando voc� v� tudo isso
que voc� percebe que a guerra est� em toda parte.
� aqui que voc� pode sentir a amea�a terr�vel para a Fran�a
e as pessoas da Gr�-Bretanha
se os Fascistas n�o forem esmagados neste momento.
Em 1939 Franco e seus aliados Fascistas sa�ram vitoriosos.
As democracias dos Estados Unidos e Gr�-Bretanha n�o interviram.
Uma oportunidade para desafiar o Fascismo tinha sido perdida.
Uma nova ordem mundial amea�ada.
INGLATERRA 1937
Enquanto durou a guerra na Espanha
a Gr�-Bretanha celebrava o Rei, o pa�s e o Imp�rio
com a coroa��o de Jorge VI.
(Notici�rio) Apenas uma ou duas vezes na vida de cada um de n�s
temos um dia com este: assistindo a hist�ria sendo feita.
Sentimentos das pessoas sobre a coroa��o foram registrados
em uma vis�o da multid�o em observa��o.
(Mulher) A prociss�o come�a passar.
Fico surpresa ao descobrir um n� na garganta e l�grimas nos meus olhos.
Foi uma vis�o maravilhosa de ver os soldados no exterior da abadia.
Eu nunca vi nada como isso antes.
(Notici�rio)A carruagem real, certamente o ve�culo mais bonito em todo o mundo.
100 mil rostos est�o voltadas para ele
e 100 mil vozes expressam a sua lealdade.
(Mulher) Eu chorei ao ver a escolta montada com pessoas de v�rias origens
Indianos, Australianos...
Isto me levou a pensar como a influ�ncia da Inglaterra chegou t�o longe.
(Homem) � a �ltima coroa��o que eu verei.
Eu tenho 77 anos.
Eu servi por 30 anos o Imp�rio Brit�nico
e eu n�o mudaria nada. � o melhor pa�s do mundo.
(Mulher) Eu fiquei muito irritada com a decora��o vermelha, branca e azul.
Mas eu fiquei surpresa o quanto eu respondi
para a atmosfera da multid�o, os aplausos e tudo.
Eu senti um orgulho desafiador e emo��o de pertencer ao Imp�rio,
que, no meu dia-a-dia, com o meu vi�s pol�tico,
� exatamente o oposto do meu verdadeiro sentimento.
Vemos como tudo isso � muito perigoso.
As cren�as e convic��es de uma vida
podem ser anuladas com tanta facilidade. Isto � muito perigoso para ser uma arma
nas m�os das pessoas no poder atualmente neste pa�s.
M�sica "Rule, Britannia!"
Abalados pela carnificina da Primeira Guerra Mundial,
os pol�ticos Brit�nicos estavam ansiosos para evitar novas guerras,
ansiosos para ver se o l�der alem�o era algu�m com quem poderiam negociar.
Um ano antes da coroa��o, David Loiyd George, Primeiro-Ministro Ingl�s
durante a Primeira Guerra Mundial,
foi convidado para um encontro com Adolf Hitler.
Seu ajudante, Thomas Jones, registrou a visita em seu di�rio:
As 4:45 horas deixamos o Grand Hotel para moradia do F�hrer.
Ele mesmo nos recebeu, sem chap�u,
no topo da escada,
apertando a m�o de cada um de n�s.
A reuni�o teve lugar no retiro de Hitler na montanha,
o Berghof.
Era provavelmente cinco e meia quando nos sentamos
em um grande c�rculo de poltronas
para tomar ch� e caf�, com fatias de presunto frio,
e ovos quentes.
O pr�prio F�hrer tinha o que pareciam torradas... e comeu, mas muito pouco.
V�rios membros do partido trouxeram fotografias com eles,
e estas Hitler assinou.
Loiyd George estava t�o encantado com o Chanceler Alem�o que
ele escreveu um artigo para o jornal Daily Express:
Eu vi agora o famoso l�der Alem�o
e tamb�m um pouco da grandes mudan�as que ele tem efetuado.
Ele conseguiu uma maravilhosa transforma��o
no esp�rito das pessoas, na sua atitude em rela��o uns aos outros,
e em suas perspectivas sociais e econ�micas. � uma Alemanha mais feliz.
O que Hitler disse em Nuremberg � verdade.
Os Alem�es v�o resistir at� a morte contra todos os invasores de seu pa�s.
Mas eles n�o t�m mais o desejo de
invadir qualquer outra terra.
ESTADOS UNIDOS 1939
Na v�spera da guerra na Europa, os Estados Unidos
estava emergindo da Depress�o
e estava relutante em se envolver em problemas Europeus.
Em Junho de 1939
O rei George VI e a rainha Elizabeth visitaram Washington DC.
O Di�rio Secreto de Harold L.Ickes,
Secret�rio do Interior do Presidente Roosevelt:
O rei e a rainha deixaram uma impress�o muito boa.
Ela parecia ser bastante ador�vel e excepcionalmente bonita.
Eu sempre pensava nele como um homem alto, mas, na verdade, ele n�o �.
Embora ele seja magro, a rainha � menor.
Eles pareciam pigmeus ao lado do Roosevelts que eram muito grandes.
Eu n�o sei qual a impress�o de n�s o Rei e a Rainha v�o levar embora,
mas eles foram bem recebidos aqui.
De seu pr�prio ponto de vista eles conseguiram alguns benef�cios,
embora eu duvide que haver� um abrandamento da nossa desconfian�a
com rela��o a poss�veis complica��es em assuntos externos.
Em 1939, a Alemanha Nazista era forte e confiante.
Hitler anexou a �ustria e ocupou
a Tchecoslov�quia.
Munique:
Um festival para celebrar a cultura alem�,
filmado por cinegrafistas amadores
e testemunhado por Josefa Hammann, de 18 anos:
� sempre um dia claro e bonito
nessas ocasi�es festivas.
As pessoas chamam isso de "tempo de Hitler".
� incr�vel como a cidade brilhava!
A cidade inteira foi exibida a um custo muito alto.
Uma gestante foi transferida para escrever uma carta
ao seu filho ainda n�o nascido.
Isto � como uma segunda primavera na Alemanha.
O F�hrer est� conseguindo grandes coisas,
coisas que ningu�m se atreveu acreditar ser poss�veis. O Tratado de Versalhes
foi abolido, e a Austria voltou a pertencer ao Reich.
A Alemanha est� florescendo.
Depois de anos de desemprego, as pessoas est�o trabalhando novamente.
Todo mundo ganha um bom dinheiro
e nossa ind�stria est� ficando cada vez mais forte.
Estes s�o tempos hist�ricos para o nosso Reich Alem�o,
meu filho.
Um jovem de 15 anos membro da Juventude Hitlerista escreveu ao seus tio e tia na Inglaterra:
Queridos Ol�via e Alfredo, eu n�o tenho escrito para voc�s
porque muitas coisas interessantes v�m ocorrendo na Alemanha.
Duas semanas atr�s eu vi Hitler.
Ele causou uma grande impress�o em mim.
N�s vamos lutar e morrer, por ele e pela nossa Alemanha.
Muitas sauda��es do seu Hans-Ulrich, e...Heil Hitler!
(Hitler) Se os finacistas internacionais Judeus dentro e fora...
Durante anos, os nazistas vinham perseguindo seus inimigos,
especialmente os Judeus Alem�es.
Werner Lehmann escreveu a seu amigo no Estados Unidos em apoio � pol�tica nazista:
Caro Howard, como voc� est� lutando contra os Judeus
em seu pa�s? N�s finalmente nos livramos deles este ano.
J� era tempo, porque os Judeus estavam prejudicando
e infestando o nosso povo. Eles t�m mergulhado nosso povo num
alto desemprego e mis�ria financeira.
� por isso que apoiamos nosso F�hrer e como ele lida
com os judeus. Voc� ainda tem tamb�m muitos Judeus em seu pa�s.
E � por isso que voc�s tem tantas pessoas desempregadas.
Eu sinto muito por voc�.
N�s temos uma vida cheia de paz agora.
Nenhum Judeu pode mais se mobilizar contra o nosso povo.
Tudo de bom da Grande Alemanha.
Do seu, Werner.
UNI�O SOVI�TICA 1939
O desfile anual de esportes em Moscou.
Um dos primeiros filmes coloridos realizados na Uni�o Sovi�tica.
O pa�s estava completamente sob o controle de Stalin.
O di�rio de Andrei Arzhilovsky:
Os retratos dos nossos l�deres s�o agora exibidos da mesma forma que
os �cones usados em uma medalha, emoldurados e presos a um mastro.
Muito conveniente.
� s� levantar ele sobre o seu ombro e sair caminhando.
� da mesma forma como as pessoas costumavam fazer nos feriados religiosos.
Eles tiveram os seus ativistas,
ent�o, n�s temos os nossos agora.
Caminhos diferentes,
a mesma velha bobagem est�pida.
Os desfiles mascararam a realidade da vida sovi�tica.
A fome matou seis milh�es de pessoas.
A Pol�cia Secreta fez pris�es em massa, incluindo muitos oficiais do Ex�rcito Vermelho.
O ferrovi�rio Yevdokim Nikolayev era uma testemunha:
O terror e a viol�ncia s�o comuns.
Eu continuo ouvindo sobre pris�es e buscas
acontecendo em todos os lugares em minha volta.
Os tribunais est�o repletos de pessoas que est�o sendo levadas a julgamento
pelo tipo de coisas que antes tinham sido incentivadas a fazer.
Todo mundo est� com muito medo de pensar,
muito menos de falar sobre sua a fome horrenda...
...e escravid�o.
O di�rio de Yevdokim Nikolayev
foi usado como prova contra ele.
Ele foi executado.
Durante estes anos pr�-guerra de terror
os expurgos de Stalin custou a vida
de mais de 700.000 pessoas.
BAVIERA, ALEMANHA 1939
Os filmes amadores da amante de Hitler, Eva Braun,
revelam o c�rculo de intimidades em torno do F�hrer.
Aqui nas montanhas Hitler ir� pensar
e planejar.
No Ver�o de 1939 ele decidiu invadir a Pol�nia.
Mas ele tinha que ter certeza que a Uni�o Sovi�tica
n�o defenderia os Poloneses, em alian�a com a Gr�-Bretanha e a Fran�a.
Em 23 de Agosto
Hitler fez um acordo com Stalin.
Seu Ministro da Propaganda, Joseph Goebbels,
registrou a not�cia sensacional em seu di�rio:
Ontem: anunciado um pacto de n�o-agress�o com Moscou.
Grande sensa��o no mundo inteiro.
Todo o equil�brio do poder na Europa foi abalado.
Londres e Paris n�o podem acreditar nisto.
O F�hrer fez
uma jogada de xadrez inteligente. Vamos ver como o mundo vai reagir
a esta cortina de fuma�a.
O pacto de Hitler com Stalin continha uma cl�usula secreta:
Um acordo para dividir a Europa Oriental.
Uma semana depois, no dia 01 de Setembro de 1939,
a Alemanha invadiu a Pol�nia.
GR�-BRETANHA, SETEMBRO 1939
A Gr�-Bretanha marchou para a guerra.
(Mulher) � inacredit�vel mas � verdade.
�s 11:15 horas o Sr. Chamberlain falou.
Chamberlain) Esta manh�, o Embaixador Brit�nico em Berlim
entregou ao Governo Alem�o um ultimato.
(Mulher) Eles enviaram um ultimato para Hitler retirar suas tropas da Pol�nia.
N�o tinha havido nenhuma resposta
e o ultimato expirou �s 11:00 horas.
N�s agora estamos em guerra com a Alemanha.
(Chamberlain) Este pa�s est� em guerra com a Alemanha.
(Mulher) Isto me fez chorar.
Meninos de uniforme c�qui em todos os lugares.
A evacua��o acelerada dos tr�s milh�es de crian�as e inv�lidos
das cidades.
Todas essas coisas v�m at� n�s
supostamente pessoas civilizadas.
Vars�via foi bombardeada.
Tanques e avi�es Alem�es
foram derrubados,
e a guerra mais uma vez est� avan�ando pelo nosso mundo.
Em 27 de setembro, a Alemanha tinha conquistado a Pol�nia.
O Professor Chaim Kaplan testemunhou a queda de seu pa�s:
A bela de Vars�via foi destru�da
como Sodoma e Gomorra.
Existem ruas que foram
varridas da face da terra.
No meio das ru�nas,
milhares de seres humanos
est�o enterrados.
Hitler agora voltou sua aten��o
para o Ocidente.
Com a eclos�o da guerra
a Gr�-Bretanha est� preparada para o pior.
GR�-BRETANHA 1940
Um exerc�cio de defesa antia�rea de uma escola em Hove, Sussex.
Nos meses que se seguiram, tudo parecia
um pouco quieto para uma guerra.
A Srta. Vivienne Hall foi uma estenotipista de Putney:
Esta guerra parece distante de n�s ainda.
As noites e dias calmos, em contraste aos ataques a�reos constantes que esper�vamos,
s�o desconcertantes.
Mas estamos certos que eles vir�o mais cedo ou mais tarde.
Todos n�s estamos esperando pelos c�us tremerem com centenas de avi�es
que ir�o despejar fogo, g�s e morte sobre n�s.
Mas o g�s, o fogo e morte n�o vieram.
Boa noite, crian�as.
Em todos os lugares,
sua mam�e pensa em voc�
esta noite.
Embora voc� esteja longe,
ela est� com voc� noite e dia.
Boa noite, crian�as, em todos lugares.
Cansados de normas, regras e rotinas,as pessoas come�aram chamar de Guerra Chata,
a Guerra Falsa.
(Vivienne Hall) Mais um m�s se foi.
As not�cias variam muito pouco. N�s ainda estamos esperando
as grandes coisas que devem acontecer, e, incrivelmente, ainda n�o aconteceram.
N�s estamos s� um pouco cansados disto depois de todos estes longos meses.
A vida � t�o sem sentido, n�o vale a pena fazer for�a para garantir o �xito disto,
o que parece nos levar a lugar nenhum.
FRAN�A, MAIO 1940
Ent�o, em 10 de Maio de 1940
as tropas Alem�s invadiram, a Fran�a, a B�lgica,
Holanda e Luxemburgo.
A Dinamarca e Noruega j� haviam ca�do.
As tropas Brit�nicas na Fran�a estavam em retirada.
Sargento Pexton lutou com o Regimento de Infantaria Ligeira Durham:
07:00 horas.
Os Alem�es apareceram do nada.
Nos surpreenderam completamente.
Sa�mos a c�u aberto e lutamos tudo o que n�s sab�amos.
Fomos os primeiros a ser eliminados desta vez, tudo bem.
Eles estavam enviando tudo que eles tinham contra n�s.
O soldado Franc�s Gustave Folcher era filho de um fazendeiro de Languedoc:
N�s marchamos por algum tempo sobre as colinas.
N�s vemos ve�culos
de vez em quando:
carretas de abastecimento, caminh�es de artilharia que foram bombardeadas.
Alguns cavalos estripados aqui e ali, feridos.
Alguns ainda n�o est�o mortos e soltam gemidos melanc�licos
quando n�s passamos.
A Blitzkrieg destruiu a Europa.
O di�rio do Alem�o de 22 anos Hans Perels:
Pela manh�, n�s procuramos nas casas. A popula��o aqui est�
com muito medo de n�s, os "b�rbaros".
Uma mulher foi se jogando aos meus p�s
me implorando para n�o matar os seus filhos.
Eu disse a ela no meu franc�s mal falado que est�vamos apenas � procura de armas.
Mas ela n�o acreditou em mim.
Ela chorou e implorou...
...e chorou.
Como ele recuou, Gustave Folcher testemunhou a queda da Fran�a:
Os civis juntaram seus poucos pertences.
Isto � triste
e me dilacera.
Pobres pessoas!
A abandonar as suas casas, seu gado,
e aves, e tudo que parecia estar
prosperando
e lhes dava prazer na vida.
As crian�as olham com os olhos arregalados
ainda n�o entendendo tudo o que est� acontecendo.
O dia chega ao fim, e todo o tempo
os refugiados passam com todos tipos de transporte.
N�o demorou muito para Folcher ser capturado:
N�s eramos prisioneiros agora,
e uma nova vida estava come�ando. Para n�s...
...a guerra tinha acabado.
Por volta do meio-dia
eles nos fizeram formar em grupos de tr�s,
formar uma coluna e marchar pela estrada.
A marcha foi muito dif�cil.
De repente, lembrei que
n�s n�o t�nhamos comido por um longo tempo.
Se pelo menos pud�ssemos ter tido algo para beber!
Mas, isto era imposs�vel.
(Notici�rio) A For�a Expedicion�ria Brit�nica, com seus aliados Franceses,
est�o lutando uma batalha desesperada na Zona Norte do Fronte Ocidental.
Eles se retiraram alguns quil�metros em dire��o ao litoral.
Em 20 de Maio, o Sargento Pexton tamb�m foi feito prisioneiro.
(Notici�rio) As for�as Aliadas n�o perderam coes�o e seu moral est� alto.
(Sgt Pexton) Estava farto de tudo. N�o seria preciso muito para mim
parar de lutar. Seria uma sa�da r�pida, de qualquer maneira.
Tanto � que ele atirou imediatamente.
Acho que n�o devemos pensar dessa forma e apenas continuar.
Ela n�o pode durar para sempre.
Para os vencedores, a boa vida.
Gravado em v�deos caseiros de oficiais Alem�es.
Querida Freya, estamos alojados como reis nas propriedades mais luxuosas
de toda a �rea. E voc� n�o vai acreditar o que eu tinha para o jantar ontem!
Caviar e presunto,
pato, cr�pe suzette e um maravilhoso vinho Bordeaux,
seguido do conhaque local.
Eu tentei n�o beber muito, mas est�vamos todos de muito bom humor ap�s o jantar.
Quando souberam que eu precisava de um presente para voc�
um oficial me enviou um grande pacote de sab�o franc�s
e �leos de banho.
Ent�o, minha querida, voc� estar� cheirando a rosas em breve.
Com muito amor, Helmut.
Agora eu sei porque, em tempos de guerra, aumentam tanto os abusos sexuais.
Voc� n�o sabe se voc� vai sobreviver a cada dia,
assim voc� quer aproveitar a vida tanto quanto voc� puder.
Eu n�o conseguia entender num primeiro momento,
que as mulheres comuns estavam t�o interessadas.
Mas elas sentem o mesmo que n�s soldados.
Isto � um apetite quase insaci�vel por sexo.
A guerra tem tirado todas as barreiras entre classes, pa�ses e idades.
Queridos pais, Eu vi ontem o Oceano Atl�ntico,
pela primeira vez na minha vida.
Era uma vista maravilhosa,
se elevando e majestoso.
Eu pensei para mim mesmo,
o qu�o longe eu j� viajei
por causa da guerra.
N�s capturamos um n�mero das cidades ao longo da costa.
Mas muitas vezes eu me sentia muito triste quando via quantas belas constru��es
foram destru�das.
Olhando para todos aqueles corpos
voc� come�a a odiar a guerra.
N�o � porque estou com medo ou sens�vel.
� s� porque parece um desperd�cio.
No o final de Maio de 1940, os Aliados na Fran�a estavam batidos.
300.000 soldados exaustos lotaram as praias em Dunquerque.
Entre eles
o Capit�o Bell-Macdonald:
N�s sentamos na praia. N�o parecia ter nenhuma organiza��o.
Meus nervos estavam em peda�os. Est�vamos sempre sendo bombardeados.
O porto mostrava isto. Fuma�a e chamas subiam para os c�us,
a fuma�a pairando como uma enorme mortalha negra sobre a cidade.
Ah, o terror daquelas horas na praia, deitado na areia,
ouvindo o silvo dos bombardeiros e o estrondo dos explosivos.
Nunca vou esquecer aqueles 15 minutos enquanto n�s �ramos embarcados.
Foi uma eternidade.
Mas, finalmente, n�s nos retiramos.
As linhas foram cortadas, as escadas deixadas.
Assim, com uma onda enorme na proa,
n�s navegamos para Dover.
est� acabada.
A Batalha da Gr�-Bretanha est� prestes a come�ar.
Desta batalha depende a sobreviv�ncia
da civiliza��o crist�.
Como a Gr�-Bretanha ficou sozinha,
Nellie Carver e Joan Wildish registraram com humor.
(Nellie Carver) 17 de Junho.
A Fran�a pediu um armist�cio. E agora?
O sentimento predominante � de al�vio.
(Churchill) Hitler sabe
que ele vai ter de nos destruir nesta ilha ou perder a guerra.
(Nellie Carver) Agora sabemos onde estamos.
Eu tenho certeza de que podemos fazer melhor se n�o tivermos ningu�m conosco.
Eles nos decepcionaram
mais uma vez. Agora n�s podemos realmente come�ar a lutar.
Suponha que sejamos sitiados na nossa pequena ilha.
Eu me sinto muito alegre depois de me preocupar tanto.
(Churchill) Vamos, portanto, nos fixar aos nossos deveres...
(Joan Wildish) Agora temos que colocar o grande discurso de Churchill em a��o.
Agora o lobo realmente est� na porta da Inglaterra e est� mostrando as suas
su�sticas desagrad�veis.
(Churchill) Se o Imp�rio Brit�nico e esta Comunidade
durarem mil anos,
os homens ainda v�o dizer
"Este foi o seu melhor momento".
Chega a hora...
...Churchill assume.
Esse l�der muito distinto foi observado de perto por seu secret�rio,
John Colville:
Fui at� o quarto do Primeiro Ministro por volta das dez horas.
Ele estava deitado na cama, em um roup�o vermelho fumando um charuto,
e ditando para a Sra. Hill, que estava sentada com uma m�quina de escrever
nos p�s da cama.
O seu gato preto Nelson
estava estirado na cama,
e de vez em quando
Winston olhava para ele com afeto e dizia: "gatinho querido!".
Este foi um l�der cuja cada a��o
simbolizava o esp�rito Brit�nico.
O Primeiro Ministro far� o sinal em V com dois dedos,
apesar de v�rias vezes terem lhe dito
que este gesto tem outro significado.
Para resistir a esperada invas�o Nazista uma nova for�a de defesa foi criada.
A Londrina Carver Nellie ficou bastante impressionada com isto tudo:
Os Volunt�rios de Defesa local est�o assumindo grandes propor��es agora
e s�o vistos em toda parte.
O Primeiro Ministro os renomeou de
Guarda Dom�stica. Muito mais agrad�vel
e mais adequado.
Muitos deles s�o velhos soldados e parecem bem dispostos, fortes e duros.
Brian Poole, um jovem que gostava de colecionar selos e modelos de avi�es:
Eu estava ansioso para aprender sobre como combater.
Eu vou fazer 17 anos na pr�xima 4a.feira e vou ter idade para poder me alistar
nos Volunt�rios da Defesa local.
Eu dei a not�cia aos poucos para a minha m�e h� duas noites.
Ela acha que sou muito jovem para lutar, mas acho que ela n�o vai tentar me parar.
O que eu mais tenho receio s�o das botas do Ex�rcito.
S�o muito grandes e pesadas com cravos na sola.
O primeiro dia nas minhas botas do Ex�rcito.
Oh, n�o! Eu acho que cada uma pesa uma tonelada!
Est� muito emocionante aprendendo como
avan�ar numa investida r�pida, numa carga de baionetas.
O que n�s queremos n�o � atirar nos Boches (Alem�es),
mas sim fur�-los com a baioneta. Aquilo que os Alem�es n�o gostam, a�o frio.
N�s tivemos muito treinamento de baionetas de nosso instrutor:
Onde espet�-la na garganta, nos pulm�es ou no est�mago,
dando-lhe uma girada antes de voc� retir�-la.
Estamos lutando a guerra de guerrilhas: como matar uma sentinela sem barulho...
...como essa.
Oh, rapaz! Que divertido!
Coisas como essa eu nunca teria feito antes da guerra!
O que menos tinha gra�a foram os regulamentos e os intrometidos.
De Ponders End, Londres, Maude Ceeley:
Tivemos uma campanha de sil�ncio
e fomos amea�ados com essas san��es terr�veis para quem tagarelar
que tivemos medo de falar. N�o era uma quest�o de amorda�ar a imprensa,
mas � claro que isso n�o vai acontecer na Inglaterra.
Estamos lutando por liberdade.
E ent�o houve o racionamento.
O que fazer,
tinham filas para absolutamente tudo.
O ch� � racionado: 60 gramas por cabe�a por semana.
Como estamos em uma fam�lia de seis � suficiente para n�s.
N�s n�o podemos comprar leite condensado, ou ovos, agora.
O melado Golden tamb�m est� fora.
Todos n�s ganhamos 750 gramas de a��car semana passada para fabricar gel�ia.
Eu tamb�m colhi algumas batatas.
Elas est�o produzindo bem.
He's up each morning
Bright and early
As mulheres responderam ao apelo da m�e do Rei, a Rainha Mary,
para vestir um uniforme.
(Rainha Mary) Chegou a hora de cada mulher no pa�s
atender o chamado ao dever.
LONDRES, SETEMBRO 1940
Ent�o, o pesado bombardeio das cidades Brit�nicas come�ou.
A Blitz.
Em Londres, a jornalista Phyllis Warner
registrou a mudan�a de rea��o dela para esta guerra que vem dos c�us:
Pela 01:00 hora eu ouvi o som de um bombardeiro se aproximando pela 1� vez:
Um som estridente terr�vel como um apito de trem chegando cada vez mais perto
e depois um estrondo repugnante fazendo a terra tremer.
Por per�odos a noite toda
n�s ouvimos o mesmo som temido e, a cada vez,
n�s prend�amos a respira��o em alivio por termos escapado,
mas a gente sabia que algum outro lugar tinha sido atingido com agonia e horror.
15 de Setembro.
As manh�s s�o maravilhosas. � como um triunfo
acordar vivo,
para ver o sol brilhando e ter um dia inteiro pela frente.
� claro que o maior medo nosso � ser enterrado vivo.
Pessoas j� foram retiradas dos escombros
depois de quatro dias,
e devem ter v�rios que nunca foram resgatados.
08 de Outubro.
A noite passada foi uma noite ruim.
Alguma bomba caiu que sacudiu o ch�o debaixo de n�s.
Isto causou danos colossais.
Haviam bra�os e pernas espalhadas por todas as ruas em volta.
Rapazes ador�veis estes Nazistas.
12 de Novembro. � quase certo que, se voc� sobreviver
ao primeiro m�s de bombardeio,
voc� pode enfrent�-lo indefinidamente. Na primeira semana eu teria fugido
se tivesse chance. Agora eu n�o quero estar em outro lugar a n�o ser Londres.
No per�odo do bombardeio pesado entre Setembro 1940
e Maio de 1941,
40 mil pessoas foram mortas
e mais de dois milh�es de casas foram destru�das.
O pior da Blitz tinha acabado, mas nos pr�ximos anos
ainda haveriam ataques pela Luftwaffe.
Este ataque � luz do dia a dois �nibus em Bristol
foi gravado pelo cineasta amador Rai Lawrence.
Mas na Primavera de 1941 a Batalha da Inglaterra tinha sido ganha.
Planos para uma invas�o Alem� foram adiados.
Hitler estava preparado para uma nova guerra:
Uma invas�o da Uni�o Sovi�tica.
Terror no Oriente.
BAVIERA, ALEMANHA 1941
Na primavera de 1941, Hitler tinha decidido
quebrar o pacto com Stalin. Com o nome de c�digo Opera��o Barbarossa,
ele planejou a invas�o da Uni�o Sovi�tica.
A estrat�gia do F�hrer pelo genoc�dio foi registrada no di�rio
de seu Chefe de Gabinete, General Franz Halder:
Reuni�o com o F�hrer. Ele fala sobre Barbarossa.
Ele diz que n�s devemos deixar de lado a id�ia de
camaradagem militar.
Esta � uma guerra de exterm�nio.
A luta vai ser muito diferente da guerra no Ocidente.
No Leste, dureza agora significa calmaria no futuro.
Os l�deres devem fazer sacrif�cios
e deixar de lado os seus escr�pulos.
Tr�s milh�es de homens come�aram a se deslocar para o Leste.
Adolf G�rtz, de 21 anos e de Col�nia, escreveu sobre a confus�o:
6 de Junho de 1941.
Um monte de boatos.
Voc� pode sentir que algo grande vai acontecer. H� semanas agora que
comboios militares est�o indo para o Leste dia e noite.
Por que as tropas v�o para o Leste? N�s temos um tratado com os russos.
N�s n�o dever�amos estar lutando contra a Inglaterra?
N�s n�o dever�amos acabar com os Tommies (Ingleses)?
Na v�spera da Opera��o Barbarossa,
os oficiais brindaram � maior for�a de invas�o
na hist�ria.
Em 22 de Junho
Adolf G�rtz ouviu que as tropas Alem�s atravessaram a fronteira:
No in�cio, n�o conseguia acreditar.
Heinz invadiu nossa sala e gritou: "Guerra!"
"N�s estamos em guerra com a R�ssia!"
Agora a guerra realmente come�ou.
Mas todos acham que a guerra vai acabar em quatro semanas.
O F�hrer deve saber que est� fazendo.
Em Leningrado, a estudante Yelena Skrjabina
ouviu o Ministro de Rela��es Exteriores Molotov, no r�dio.
Molotov estava falando r�pido, como se ele estivesse com falta de ar.
O seu apelo encorajando soou
completamente fora de prop�sito.
Eu imediatamente me senti como se um amea�ador monstro vagaroso
estivesse se aproximando e assustando a todos em seu caminho.
Mais de 3.000 tanques atacaram em tr�s frontes, se alongando por 1.600 km,
desde o B�ltico at� o Mar Negro.
Em 28 de Junho, o soldado Sovi�tico Alexander Golikov escreveu a sua esposa:
Querida Tonechka, eu n�o sei se voc� ler� estas palavras.
Mas eu sei com certeza que
esta � a minha �ltima carta.
Uma luta � uma luta feroz, mortal.
Nosso tanque foi atingido.
Os Fascistas est�o nos cercando.
A Rua Ostrovsky est� cheia de cad�veres.
Eles se parecem com grandes lagartos im�veis.
� insuportavelmente quente
e eu estou com sede.
O seu retrato est� em cima dos meus joelhos.
Eu estou olhando para ele, e nos seus olhos azuis claros.
N�o chore.
Voc� provavelmente n�o vir� para a minha sepultura.
Eu terei uma sepultura?
No dia em que ele escreveu esta carta
Alexander Golikov foi morto.
O avan�o Alem�o foi r�pido, at� 40 quil�metros por dia,
capturando vastas �reas da Uni�o Sovi�tica.
Arkady Perventsev,
Correspondente de Guerra Russo:
Cada dia � cheio de trag�dias humanas e Russas.
A guerra continua, tr�gica e cruel.
Smolensk caiu.
Bessarabia, Tiraspol,
Zhitomir, Minsk, Riga,
Orsha, Bobruisk, Volynskiy-Novograd,
Kamenets-Podolskiy,
e muitos outros.
Todas t�m ca�do.
A Ucr�nia est� em chamas.
A Bielo-R�ssia est� queimando.
O fogo da guerra est� se aproximando da R�ssia central.
Mais de tr�s milh�es de soldados sovi�ticos foram capturados.
O soldado Alem�o Benno Zieser
testemunhou a tr�gica marcha.
De repente eu vi uma grande coluna marrom-terra
se arrastando lentamente pela estrada em nossa dire��o.
Desde que ela chegou surgiu um fraco zumbido, como se fosse uma colm�ia.
Eram os prisioneiros de guerra.
Russos.
N�s rapidamente nos afastamos da nuvem de fedor que os rodeava. Ent�o...
...o que n�s vimos nos espantou,
e esquecemos a nossa n�usea.
Eles foram realmente seres humanos, estes figuras acinzentadas,
essas sombras cambaleando em nossa dire��o? Figuras em movimento
a beira da morte.
Criaturas, que s� algumas �ltimas centelhas de vontade de viver
os permitiu continuar marchando.
Todo a mis�ria do mundo
parecia estar concentrada aqui.
A brutalidade do campo de batalha e anos de propaganda
tinha criado um �dio e um desprezo
que fez a matan�a de prisioneiros ser admiss�vel.
Hugo Lapp, de 21 anos
foi um artilheiro do Grupo Panzer 23:
Querida M�e, cada vez que eu olho no rosto
dos Russos capturados,
e vejo a esc�ria dos Asi�ticos desprez�veis,
eu fico convencido cada vez mais que esta luta � necess�ria
para garantir a sobreviv�ncia de nossa p�tria e da nossa cultura.
Muitas vezes n�s n�o temos tempo de levar prisioneiros,
e para que eles n�o possam nos atacar pelas costas, n�s os matamos
e pronto.
Toda esta matan�a requer nervos fortes.
Um dos nossos rapazes n�o pode aguentar por mais tempo.
Ele se matou.
Ele deixou uma esposa, pais, e dois filhos para tr�s.
Sempre seu, seu filho mais novo.
Em seis meses, 600.000 prisioneiros de guerra Sovi�ticos morreram.
Em Agosto de 1941,
Hitler visitou o Fronte Oriental. Euf�rico com as vit�rias Alem�s,
a vis�o de um Reich de mil anos e uma nova ordem mundial
ainda estava clara na mente do F�hrer.
Tanques Alem�es estavam se aproximando de Moscou.
Na capital Sovi�tica houve p�nico
e medo do colapso total.
O Coronel Alem�o Kress compartilha da confian�a do F�hrer:
Setembro de 1941.
N�o h� nenhuma necessidade de n�s termos pressa de entrar em Moscou.
O fato dos Russos estarem jogando mais e mais tropas contra n�s
n�o faz diferen�a para n�s.
N�s tomaremos Moscou
quando quisermos.
Mas os Alem�es estavam come�ando a respeitar os seus inimigos:
Os Russos s�o muito tenazes na defesa, e particularmente h�beis
na constru��o de fortifica��es.
N�s n�o podemos negar a coragem dos Bolcheviques
e o desprezo pela morte.
N�s nunca enfrentamos um advers�rio assim antes.
Em Dezembro de 1941, os Alem�es ainda n�o tinham tomado Moscou.
Haveriam muitos anos de derramamento de sangue pela frente.
Ent�o, os Estados Unidos entraram na guerra.
PEARL HARBOR, HAVA� DEZEMBRO 1941
(Roosevelt) 07 de Dezembro de 1941.
Uma data que viver�
na inf�mia.
Depois que o Presidente Roosevelt se dirigiu � na��o,
George Radamaker da Marinha dos EUA
escreveu em seu di�rio:
Bem, finalmente aconteceu.
O Jap�o bombardeou a base naval em Pearl Harbor, no Hava�,
e a cidade de Honolulu.
Ouvi boletins atrav�s do r�dio.
O consenso da opini�o � que o mundo inteiro
vai estar em conflito real esta tarde.
Um conflito europeu
tinha se tornado uma guerra mundial.
Tradu��o para PTBR por cbsgrillo Outubro/2010
Subtitles by Visiontext
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.