All language subtitles for La.llamada.del.vampiro.1972.DVDrip.x264-AC3

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Original subtitles

N�o! O que est� fazendo? N�o! N�o! Margaret!

N�o! Margaret! N�o!

Margaret!

O CHAMADO DO VAMPIRO

Os �dolos dessa gente s�o prata e ouro.

Obra das m�os dos homens.

T�m boca, mas n�o falam. T�m olhos e n�o v�em.

T�m ouvidos, mas n�o ouvem. Senhor,

que sua infinita luz

ilumine sua alma pela eternidade.

Dr. Mersch era um grande homem.

Agrade�o Sr.Bar�o, por usar sua influ�ncia para nos enviar

um m�dico o mais r�pido poss�vel.

Como prefeito,

devo confessar minha preocupa��o com essas estranhas mortes.

Temos que remover as est�pidas supersti��es das pessoas.

N�o se preocupe. Sempre que precisar conte comigo.

Obrigado.

Bom dia. � aqui a prefeitura?

Sim, Srta. � aqui.

Bom dia. Voc� � a nova m�dica, certo? Entre.

O prefeito a espera.

Sr. Rohan, a doutora Materlick e sua enfermeira.

- Por favor, sente-se. - Obrigada.

Aqui est� a nomea��o.

Sei que solicitaram a presen�a de um m�dico en�rgico

para lutar contra a supersti��o nesta comarca.

� precisamente por isso que pedi para ser nomeada.

A senhorita Erika � minha assistente.

Bem.

Voc�s v�o ocupar a casa do Dr. Mersch.

A prop�sito, no relat�rio que enviava ao Minist�rio da Sa�de,

ele mencionou uma doen�a que parece ter se espalhado

com certa regularidade nesta comarca.

Poderia me falar dela?

N�o sei nada. Melhor voc� ler o di�rio do Dr. Mersch. Ele anotava tudo.

Aqui est�.

O guardei para o caso de me pedirem.

- Obrigada, Sr. Prefeito. - De nada.

Meu nome � Christopher Rohan.

- Imagino que queiram descansar. - Sim.

Eu as acompanho.

Querem algo mais?

O que me diz da...

misteriosa doen�a que mata jovens?

Nem me fale. S�o os vampiros!

Dr. Mersch riu quando falamos sobre isso. Ele disse que era piada!

Que vampiros n�o existem. Mas talvez sim!

- Boa noite. - Boa noite.

N�o encontro explica��o cient�fica para estes casos

que se repetem com frequ�ncia em per�odos regulares.

As pessoas da comarca

atribuem essa terr�vel doen�a a mordida de vampiros

Chupadores de sangue que ressuscitam nas noites de lua cheia.

� absurdo reconhecer esta id�ia

mas a lenda diz que os vampiros s�o seres vivos

que se alimentam de sangue humano.

E a noite ressuscitam.

Dizem tamb�m que o vampiro morre quando se crava uma estaca no cora��o.

O reconhecemos porque sua imagem n�o reflete nos espelhos.

Uma cruz pode imobiliz�-los.

Repito, que essas supersti��es s�o inadmiss�veis

a um cientista como eu.

Mas reconhe�o que algo estranho...

V� abrir.

Dra. Materlick?

Sim. Sou eu.

Sou o servo do Bar�o Von Rysselbert. Ele est� muito doente.

Teve um ataque card�aco.

Seu filho me mandou busc�-la.

Pe�o-lhe para me acompanhar. O carro est� na porta.

Bar�o Von Rysselbert? Erika, prepare a maleta. Espere um minuto.

Vamos.

� a empregada. Vai lev�-la ao quarto do Bar�o.

Por favor, siga-me.

Entre.

Boa noite, Dra. Materlick. Sou Carl Von Rysselbert, filho do bar�o.

Diga-me, o que aconteceu com seu pai?

Um ataque. Acontece as vezes. Parece o cora��o.

Coramina.

Ent�o, doutora?

Fique ao lado dele.

Por favor, venha.

Como ele est�?

Ele tem insufici�ncia card�aca, mas vai se recuperar. N�o se preocupe.

Aqui estamos longe da civiliza��o.

Temo que ocorra outro ataque.

Poderia ficar no castelo?

Deixamos tudo, eu n�o sei...

N�o se preocupe! Otto levar� a enfermeira ao povoado,

para pegar o que for preciso.

Tenho medo.

Medo de ficar sozinho neste castelo.

Meu pai, com suas manias, tirou o telefone

e tudo que representa o progresso.

Est� bem. N�s ficaremos.

Muito obrigado. Quer tomar algo?

N�o, obrigada.

Que tranquilidade ter um m�dico por perto!

Voc� bebe muito?

N�o, s� quando estou nervoso.

Aqui est�.

Vai te fazer bem.

� estranho.

Estas marcas me lembram o que escreveu o Dr. Mersch.

Estas marcas?

As pessoas dizem que s�o as marcas dos vampiros.

Mas como pode ver...

estou vivo.

Eu gosto, voc� sabe.

Gosto do imposs�vel.

Do que � al�m da vida.

Gosto do mist�rio proibido.

Se eu fosse Ad�o,

n�o teria esperado a tenta��o de Eva.

O que � proibido me agrada porque � aventura.

A vida real.

� como encontrar uma luz na noite terr�vel em que vivemos.

Por isso...

na lua cheia...

me sinto renascido.

Sou como os outros.

N�o me d� aten��o.

Nesta fam�lia, somos um pouco loucos.

N�o � maravilhoso ...?

O castelo foi constru�do h� 600 anos pelos Cavaleiros Templ�rios.

Aqui celebravam suas cerim�nias secretas.

Aqui conspiraram, enterraram seus tesouros e torturaram seus inimigos.

Algumas noites eu ouvi o lamento dos torturados.

Eu acredito em reencarna��o.

Compreendo que isso possa parecer um absurdo.

Mas sinto dentro de mim como se tivesse ressuscitado um de meus antepassados.

Eu o ou�o como um chamado do al�m...

que me faz renascer.

Doutora, sua enfermeira chegou.

Se me permite, vou acompanh�-las aos seus quartos.

Obrigada. Boa noite.

Descanse bem, doutora.

Deixa que eu guardo, doutora.

- Quer alguma coisa? - N�o, obrigada.

- Boa noite. - At� amanh�.

Bom dia.

- Bom dia. O que deseja? - Quero enviar um telegrama.

� a nova m�dica, n�o �?

- Lamento. - Lamenta?

Sim, voc� � muito jovem e muito bonita para se enterrar neste povoado.

Acho muito agrad�vel.

Sopram ventos ruins. Acredite em mim. Em seu lugar,

partiria agora mesmo. N�o esperaria amanh�.

Por qu�?

Uma quest�o de sa�de.

- Quanto lhe devo? - Trinta francos.

- Adeus. - Adeus, senhorita.

A doutora disse que precisa tomar este rem�dio.

Eu n�o a vi esta manh�.

Sabe onde est�?

Foi ao povoado.

Para chamar um especialista. Quer fazer um exame.

Me sinto muito bem.

Quando tenho uma crise como a de ontem, me recupero em horas.

Voc� sabe jogar?

- N�o, Sr. Bar�o, mas posso tentar. - Vamos ver.

� muito f�cil.

Pegue.

Voc� deve bater com o taco na bola branca.

N�o assim. Mais para a direita.

O taco reto para tocar a bola vermelha!

Por pouco acertou.

Bom dia, senhorita.

Vou lev�-la para visitar os arredores do castelo.

�timo! Se me permite, Sr. Bar�o.

Sim, querida.

N�o se aproxime dos p�ntanos, Carl.

Voc� me lembra uma mulher que foi muito importante para mim.

Ela n�o � mais?

Seu nome � Margaret. � minha prima.

Um dia foi para a Su��a e n�o soube mais dela.

- Se casou com outro. - N�o.

Bem, acho que n�o.

As vezes a noite ela aparece.

Mas � seu fantasma.

Olhando para mim.

- Venha. Vamos ao p�ntano - Mas seu pai disse para n�o...

S�o manias de velho!

N�o sei porqu�, mas o p�ntano me atrai.

As vezes passo horas contemplando a �gua.

Como se uma for�a estranha me ordenasse.

Veja.

N�o � maravilhoso?

Impressionante!

A �gua � o princ�pio e o fim da vida.

Senhora da morte.

Aqui neste lugar, beijei pela primeira vez Margaret.

� um lugar lindo.

Vamos sair daqui. Tenho medo.

Medo?

Sim.

Medo de saber que n�o sou como os outros.

N�o entendo.

No centro do p�ntano, h� areia movedi�a.

Quando era crian�a, vi meu cavalo afogado.

Afundava pouco a pouco.

Lentamente.

Lentamente.

Fiquei doente por um longo tempo.

Eu n�o posso...

N�o posso esquecer.

Margaret.

Voc� estava aqui!

Voc� n�o viu tamb�m?

N�o me deixe.

N�o se afaste de mim.

Est� aqui.

Voc� n�o a v�?

N�o.

Margaret!

Margaret!

Margaret!

Espere por mim!

Margaret.

Vem. Vamos �s ru�nas.

O que aconteceu?

Posso entrar?

Acabei de chegar. Sirva-se da bebida!

Me adiantei um pouco.

Nunca pensei que para casar se sofria tanto.

Quer?

Tenho que ir.

Compreenda, Max. Temo por ela.

Sempre teve enorme interesse por vampirismo.

Essa paix�o a fez solicitar o cargo de m�dica neste lugar.

Se � verdade o que dizem. Pode estar em perigo.

Faltam poucos dias para o casamento.

Mas, claro, a noiva recebeu um telegrama e foi embora.

Ao noivo ela disse: "Compreenda, Max."

E ele compreende.

Querido, sabe que te amo, mas n�o posso deix�-la sozinha.

N�o entendo.

N�o ser� um subterf�gio para adiar o casamento?

- Voc� sabe que n�o. - Ent�o qual a raz�o?

Quando �ramos estudantes, meus pais tiveram um acidente fatal.

Eu n�o tinha recursos para continuar estudando.

Mas Greta e sua fam�lia me deram tudo que eu precisava.

Gra�as a ela, me tornei m�dica.

Se me envia um telegrama que diz

"Venha, preciso de voc�", tenho que ir. Voc� entende agora, Max?

N�o mandou o endere�o. Vou procurar na prefeitura.

Voltarei o mais r�pido poss�vel.

No fundo te agrade�o. Terei tempo para aproveitar a solteirice.

Bobo!

Levarei o seu carro. O meu est� com defeito.

- Tenha cuidado. - Agora, v�!

Tenho que me vestir.

Com meus problemas de sa�de, n�o posso beber.

Mas esta noite...

se me permite, doutora, vou fazer uma exce��o.

Quero que prove o brandy que guardo no meu por�o.

Tem mais de cem anos.

� muito forte e perigoso! N�o estou acostumada a beber.

N�o acha que precisa conhecer o Diabo antes

de se tornar um santo?

Um grande pecador est� mais perto de ser um santo

do que outro que n�o conheceu os prazeres da vida.

Para alcan�ar o verdadeiro amor � necess�rio ter amado muito.

Voc� me entende?

Para saber o que � amor. Basta amar uma vez.

Boa resposta.

N�o quero eliminar a ilus�o do seu romantismo.

E voc�, doutora?

Compartilha a opini�o da sua ador�vel assistente?

Sim.

No entanto, n�o tenho amado o suficiente.

Me interessa muito minha profiss�o.

E isso � tudo.

O que acha do brandy?

O primeiro impacto � incr�vel, e n�o d� tempo de sabore�-lo.

� verdade.

Bem. Algu�m se atreve a repetir?

Eu, sim.

Otto, sirva-me outro copo.

Com sua permiss�o, vamos nos retirar. O bar�o deve descansar e n�s tamb�m.

Boa noite.

Devemos obedecer a doutora.

Doutora!

Entre.

O Bar�o teve outro ataque. Por favor, me acompanhe.

Um momento.

Acalme-se. Acalme-se, Bar�o.

Estou aqui, doutora.

Me d� a maleta.

Bar�o, acalme-se.

Coramina.

- Quantas gotas? - Vinte.

Vai se sentir melhor.

Margaret.

Margaret.

Margaret.

Margaret.

Margaret.

N�o � f�cil para a sua amiga Dra.

Enfrentar um povoado de gente supersticiosa.

Greta � muito valente.

N�o se preocupe.

- Ela sabe o que faz. - Eu espero!

Est� sozinha neste povoado

e confia na sua colabora��o como analista.

Trabalhamos muito tempo juntas.

Voc� � casada?

Por que me pergunta?

Por nada.

N�o quero ocultar que me preocupam os ataques do seu pai.

Naquela noite, apesar dos calmantes, n�o dormiu tranquilo.

Tem obsess�o com um nome, que repete constantemente.

Margaret.

Sabe quem � ela?

Sim. Minha prima.

Ela desapareceu.

Dizem que foi � Su��a, mas nunca soubemos mais dela.

Meu pai a amava acima de todos.

Este bras�o, o que significa?

S�o as armas da fam�lia.

Esta grade n�o � mais usada?

Claro que n�o.

Belo castelo.

Segundo a lenda, foi constru�do h� mais de 600 anos.

Ol�, Otto.

- Bom dia. - Temos que ver a doutora.

Entrem, por favor.

- Bom dia. - Bom dia.

- Ol�, Carl. - Como est�?

- Doutora. - Bom dia.

Carl, esta � minha amiga, Dra. Nell.

O filho do Bar�o.

Encantado e bem-vinda. Quer almo�ar conosco?

Obrigada. Almo�amos no caminho.

Espero que nos honre como convidada do castelo.

Muito obrigada. Aceito com prazer.

Assim posso falar com a Dra. Materlick.

A prop�sito, Sr. Prefeito. Posso falar um momento com voc�?

Quando quiser.

- Doutora. Por favor. - Obrigada.

Tenho boas not�cias.

O equipamento que solicitou chegar� antes do fim de semana.

Obrigada, Sr. Rohan. Amanh�, espero abrir a cl�nica.

A chegada da Dra. Nell � providencial.

Estou disposta a lutar com todas as minhas for�as

contra essa estranha anemia que fala o Dr. Mersch em seu di�rio.

Esta noite come�a a lua cheia,

e ao que parece...

� quando desperta essa enfermidade.

H� algo misterioso...

que mant�m a supersti��o e eu gostaria de elimin�-la definitivamente

Voc� sabe que apesar do tempo que vivemos essa gente acredita em vampiros?

E voc�, Sr. Rohan?

Acredita neles?

Um homem culto n�o pode crer em vampiros.

Mas, apesar disso,

a noite fecho minha porta com cadeado.

O amante bateu � porta da casa da sua amada.

Ela perguntou: "Quem �?"

Ele respondeu: "Sou eu."

Ela n�o abriu a porta.

Desesperado, for�ou a m�o e ela perguntou outra vez: "Quem �?"

Ele respondeu: "Sou voc�." E a porta se abriu.

Eu n�o abriria a porta.

Porque se ele a amasse de verdade

teria respondido apenas: "Voc�".

Esquecendo-se dele mesmo.

Voc� � muito sutil, Erica.

Desde o momento que a vi no castelo,

Me dei conta de que nada poderia nos separar.

No entanto, estaremos sempre separados.

Por qu�?

Sinto a ang�stia de n�o ser livre e ter as m�os atadas.

Erica, quero que me entenda, estou doente!

Pelo meu amor por voc�. Que � mais que a minha vida. Pe�o que deixe o castelo.

N�o espere, nem mesmo esta noite.

Erica, est� louca. Mais louca que eu!

Afaste-se de mim. Posso te fazer muito mal.

Me perdoa.

O Bar�o sofreu um acidente e ningu�m mais viu sua sobrinha.

Dizem que estuda na Su��a.

Tudo isso � fascinante.

Aqui est� o di�rio do Dr. Mersch.

Ele confirmou minhas suspeitas.

O Bar�o pede para desculp�-lo. Ele n�o vir� jantar.

- E o Sr. Carl? - Ele teve que sair.

Pergunte ao Bar�o se depois do jantar posso ir ao seu quarto.

- Tenho que fazer um exame. - Muito bem, senhorita.

Interessante. O Dr. Mersch insinua a exist�ncia de vampiros.

Quase, quase... Devia ser um homem muito imaginativo.

Entre.

Me desculpe, Bar�o. Vim fazer um exame.

Bem...

� s� um minuto.

N�o te far� mal.

Seu bra�o.

Flexione.

Feche o punho, por favor.

Aqui est�.

Vai sentir uma leve picada.

- Ent�o, doeu? - N�o.

O que houve?

Greta, estou muito assustada. Ouvi um grito terr�vel.

Eu tamb�m. Tudo que acontece neste castelo � muito estranho.

Vamos ver o que �.

Acho que a empregada nos escondeu algo.

Garanto que os gritos n�o foram do Bar�o.

Vou para o meu quarto trancar a porta.

Quando concluir o exame, nunca mais voltarei a este castelo.

Fale mais baixo.

Erica...

Erica...

Algo errado, Srta?

N�o.

Parece que ouvi o riso de uma mulher.

Estava procurando minha enfermeira que n�o est� em seu quarto.

Deve ter ido a um passeio com o Sr. Carl.

A noite est� linda.

Margaret...

Erica...

Entre.

Bom dia, Sr. Rohan.

Bom dia, Brenda.

Se me permitir vou pedir um favor.

Sei que Marisa e voc� foram criadas juntas.

Voc� eram boas amigas.

Depois do que aconteceu, Marisa est� em choque.

N�o pode ficar sozinha.

Como n�o tem parentes. Pensei que talvez voc�...

N�o se preocupe, Sr. Rohan. Vou lhe fazer companhia.

Sei como deve se sentir.

Se casou a pouco tempo.

Eu agrade�o.

Fico feliz em ajudar. Diga-me, Sr. Rohan.

� verdade que o pesco�o tinha mordidas de vampiro?

Fofocas! Fofocas dessa gente!

Os vampiros n�o existem.

� verdade que tem algumas mordidas.

Mas o corpo ficou fora a noite toda Pode ser qualquer animal!

Mas as pessoas dizem...

Outra vez as supersti��es!

N�o me diga que tamb�m acredita em vampiros?

Sr. Prefeito. O Dr. Mersch dizia a mesma coisa. O certo � que...

Est� bem! Vamos mudar de assunto.

Bem. Se n�o precisa de mais nada...

N�o, nada. E muito obrigado.

Fique tranquilo. Agora mesmo irei � sua casa.

- Est� bem. - Bom dia, Sr. Prefeito.

Voc� deveria descansar.

Vou ajud�-la no que puder. N�o a deixarei sozinha.

O que espera?

V� andar e me deixe s�.

Eu canto, eu canto porque tenho medo.

N�o tem nada a temer. Estou com voc�.

Como no internato. Voc� lembra?

�ramos companheiras de quarto. Sempre juntas em todos os lugares.

Depois voc� casou.

E nos afastamos. Agora ser� como antes.

Vou cuidar de voc�.

Em breve vai esquecer. Vamos, v� descansar.

Vou te fazer companhia.

N�o chore, minha filha.

Sua m�e n�o te abandonar�.

- Venha. Sabe que estou esperando. - Ningu�m vir�.

Sabe muito bem que seu marido morreu.

Era t�o jovem, acab�vamos de casar. Foram os vampiros que o morderam.

Ele n�o est� morto.

Voc� ainda � muito jovem. Vamos, deite-se.

Ele est� l�.

Temos que evitar que saia do castelo!

Ele se foi. N�o voltar� at� que se oculte a lua.

� horr�vel. Pobres pessoas que ca�rem em suas m�os.

Tem que estar aqui.

Carl!

L� est� ele!

A Srta Erica n�o est� em seu quarto.

- E o Sr. Carl, onde est�? - Dormindo.

Foi ontem � cidade e voltou tarde.

Erica seguramente foi ao povoado.

Sem me avisar?

Acredite, est� tudo tranquilo.

Tenho que busc�-la.

Nunca saiu sem me dizer nada.

Brenda?

Ele vem.

O que houve, Brenda? Por favor, responda!

Ele vir�.

N�o vai demorar.

Brenda?

Ele vir�. Eu pressinto.

Se aproxima.

Se aproxima.

Ele vir�.

Espere um minuto. Vou falar com o prefeito.

Com licen�a Sr. Prefeito. A Dra. Materlick quer lhe falar.

Diga para entrar.

Bom dia.

Desculpe incomod�-lo.

Estou muito preocupada.

Minha ajudante, a Srta Rosenberg, desapareceu do castelo.

Ningu�m a viu desde ontem.

Al�m disso, Brenda, a nossa assistente, teve uma crise nervosa.

O mais alarmante � que tem uma marca que parece mordida...

De um vampiro?

Por favor, doutora.

Voc� est� nervosa. Esta tarde irei ao castelo.

Certamente sua enfermeira voltar�.

O �nico perigo � ela se aproximar do p�ntano.

H� areia movedi�a e n�o seria a primeira v�tima. Mas n�o creio nisso.

N�o sei onde se meteu Erica. A procurei em toda casa.

Acha que ela se tornou um vampiro?

Temos que encontr�-la logo.

O estranho � que o mordomo disse que a noite sa�ram juntos.

Temo por ela.

Acho que Carl sabe onde est�.

- N�o disse que estavam apaixonados? - � precisamente por isso.

Carl � um psicopata.

N�o me assuste, Greta.

Vamos formar grupos.

Esta garota se perdeu nas ru�nas do mosteiro ou no p�ntano.

Carl, voc� conhece bem as ru�nas, v� na frente.

- Vou com Carl. - Irei para o p�ntano.

Vou com voc�.

Boa sorte!

Otto, n�o perca Carl de vista.

Ouvi dizer que n�o passou a noite no castelo.

Sem indiscri��o, pode me dizer onde estava?

Na noite passada? Sim, estava na cidade.

Erica, minha enfermeira, saiu algumas tardes com voc�.

- N�o a viu esta noite? - N�o. Por isso a procuramos.

N�o entendo por que me fez esta pergunta.

Gosto muito da Erica e estou preocupada com seu destino.

Esta manh� fui ao povoado.

Brenda estava inconsciente e pronunciava palavras sem sentido.

Al�m disso,

tinha a mesma marca que voc� no pesco�o.

� noite de lua cheia.

N�o teme ficar sozinha comigo?

Sua pele pode tentar um vampiro.

Caro Carl, n�o acredito em vampiros!

Acredito em psicopatas e assassinos.

Voc� me acusa?

Olhe. Estas s�o as ru�nas. � melhor nos separarmos.

Sim, Carl. Como quiser.

N�o vai fazer nada?

N�o.

N�o estou tranquila.

Penso que � o fim.

Tentamos esconder Margaret todos estes anos.

Foi mordida. Tornou-se um monstro e tamb�m destruiu seu filho Carl.

Nas noites de lua cheia, nenhuma for�a humana poder� det�-los.

Sobre nossa consci�ncia pesa as v�timas que caem em suas garras!

O Dr. Mersch tinha previsto. Por isso provocou o acidente

que lhe custou a vida. E agora a Dra Greta ter� o mesmo destino.

N�o posso continuar assim! Vou confessar tudo ao prefeito!

Cale-se! Cale-se!

N�o vai dizer nada! N�o pode revelar o que acontece neste castelo!

� o nosso segredo.

E seu filho Carl? Que pensa fazer com ele?

Prend�-lo. Para que nunca possa sair.

Voc� est� louco!

Est� ferida?

- N�o. N�o � nada. - Tem certeza?

Vamos.

Erica!

Erica, volte!

Erica, n�o siga em frente! No fundo h� areia movedi�a.

Coitadinha.

A emo��o foi muito forte.

Ningu�m poder� provar as suspeitas do Dr. Mersch. Ela enlouqueceu.

Por favor, mais r�pido!

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