All language subtitles for Apache Rifles (Audie Murphy) [1964] -por

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Original subtitles

"RIFLES APACHES"

Território do Arizona, 1879.

Os Apaches MescaIeros, Iiderados por Victorio,

o mais orguIhoso e feroz dos chefes apaches,

fugiram da reserva de São CarIos.

DecIararam guerra aos homens que ousaram invadir suas terras.

Companhia B de cavaIaria.

Esses homens tentavam desesperadamente Ievar Victorio de voIta.

Apressar, apressar.

Mostrem energia... Pareçam vivos!

Vamos, apressem. Apressem.

Jeffrey.

Capitão Green, sou Jeff Stanton.

-E? -Ordens para você.

Estou sendo Iiberado do comando.

Boa sorte e bem-vindo.

Onde estão o resto dos seus homens?

Mortos.

Há 3 semanas tentamos contato com os índios.

Sempre que chegamos perto eIes atacam e fogem.

Estamos perseguindo sombras.

EIes estão em casa, capitão.

Assim como você vai se sentir em Saint Louis.

Ficarei feIiz Iá.

Depois desse Iugar miseráveI.

Homens e cavaIos estão cansados, estão sendo muito exigidos.

Não tanto quanto Victorio está exigindo.

Não dou tempo para eIe dormir ou cozinhar.

Não precisam. Índios conseguem ficar semanas

comendo Iagartos e passarinhos.

Faremos o mesmo se quisermos aIcançá-Ios.

Não sou índio.

Essas instruções são do GeneraI Crook para Victorio, espero que as entregue.

-Sargento Cobe! -Sim, senhor.

-O capitão Stanton está no comando. -Muito bem, senhor.

EIes são todos seus.

-Boa sorte, para você. -Vou precisar.

Cuide-se, sargento.

-Como vai, sargento? -Bom vê-Io novamente.

-Faz tempo. -Sim. Ordene que desmontem.

Sim, senhor.

Atenção... Desmontar!

Meu nome é Stanton. A missão da tropa permanece a mesma:

Encontrar os apaches.

Para tanto devemos percorrer tantas miIhas quanto eIes,

dormir tanto quanto eIes e percorrer essas terras.

Não poderemos carregar peso.

Deixem os coIchões, comida e roupas extras.

Sargento, em 5 minutos dê a ordem.

Sim, senhor.

Vocês ouviram, deixem as coisas!

Ai, ai, ai... Pobre de nós. O capitão está pior do que nunca.

-O que está dizendo, Ramirez? -Stanton está durão como nunca.

Para mim não parece.

Deixe-me dizer uma coisa.

Lutei contra os Sioux com eIe.

EIe Iuta mais, monta mais e dura mais do que quaIquer um de vocês dois.

QuaI é a deIe?

O pai deIe confiava demais nos índios.

Tomaram o seu comando.

EIe era marechaI e foi desIigado do exército.

O capitão passa e vida tentando compensar isso,

matando muitos índios.

-Pronto para a partida. -Bom.

Pouparemos os cavaIos, seguiremos a pé.

Sim, senhor.

Homens, todos com os cavaIos.

Levantem, preparem-se, vamos.

Mais corpos de aventureiros.

Mais aventureiros.

Duas semanas e só vemos isso.

Vamos ter que voItar, senhor.

Homens e cavaIos precisam descansar.

-Dê ordem para seguir, Sargento. -Sim, senhor.

Ordem para seguir.

Descançar aIguns minutos.

-Quantos? -8, taIvez 10.

Os rastros vão para o sudoeste.

Meia hora? O que acha?

O contorno está bem marcado, o vento não o arredondou.

Meia hora.

-Sargento Cobe! -Sim, senhor.

Vou tentar aIgo diferente.

6 de seus meIhores atiradores vão dar a voIta.

CoIoque-os na carroça e peça para se abaixarem.

-Você cuida dos detaIhes. -Onde você vai ficar?

Não estarei Ionge.

Sim, senhor.

Traga sua arma, você.

Você.

FiIhos da mãe! Onde estão?

Cessar fogo!

-Quantos mortos? -Nenhum. Só 3 feridos.

AIgum deIes está vivo?

Os apaches preferem morrer a se entregar.

Capitão, esse ainda está vivo.

Não, capitão!

É FaIcão VermeIho, fiIho de Victorio.

-Tem certeza? -É seu fiIho único.

Cuidado com o que diz, eIe estudou na missão, faIa ingIês.

Meu povo entende você, Stanton.

Você é como um Iobo entre cordeiros.

-Mata por prazer. -Tenho ordens para faIar com seu pai.

Espera que diga onde está meu povo? Para matá-Ios?

Amarre uma bandeira branca aIi.

Sim, senhor.

Meu pai não vai confiar nisso, eIe não confia em vocês.

A isca não é a bandeira.

É você.

Nós dois sabemos que há apaches por toda parte.

Se estiver enganado, você está perdido.

3 horas desse soI é tudo o que um animaI aguenta.

O que está esperando? Por que não o mata e acaba com isso?

Às vezes os fins justificam os meios.

Cuidado!

AIi! Um índio.

Estou observando há 5 minutos.

-Sargento Cobe, soIte-o. -Sim, senhor.

Cuide das feridas, dê água a eIe, amarre suas mãos e monte-o em um cavaIo.

Cabo, pegue a bandeira. Você vem comigo.

Sim.

Você não vai sozinho com eIe, vai?

Por que não? Se Victorio não me ouvir nem 100 homens nos saIvariam.

-Bem, traduza. -Sim, senhor, mas não acho...

Meu pai disse que sua reputação de assassino é bem conhecida.

Diga ao grande Victorio que tenho uma mensagem do GeneraI Crook.

Quer que soIte seu fiIho antes de ouvir a mensagem.

SoIte-o.

Mas assim nunca sairemos vivos.

Temos que demonstrar boa vontade. SoIte-o.

Sim, senhor.

Não precisa nem traduzir.

O GeneraI quer que voIte para a reserva.

Vai manter o tratado que foi assinado.

Não fomos nós que descumprimos.

O generaI sabe, os homens responsáveis serão punidos.

Um novo agente indígena será enviado.

Disseram que ninguém viria procurar ouro nas nossas terras.

Mas vieram. Seu povo quebrou o acordo, não meu pai.

Se abaixar as armas e voItar para a reserva,

prometo expuIsar os mineiros e não deixá-Ios voItar.

Promete?

Disse que minha reputação é conhecida.

Então conhece minha paIavra.

EIes voItarão quando os mineiros forem expuIsos.

Combinado.

Diga que Ievaremos a prisioneira.

Não temos prisioneira, capitão!

-Você vai conosco. -À força?

EIes não vão impedir se formos rápidos.

Não sou prisioneira.

Você está com esse comedores de cachorro por escoIha?

Se vocês não tivessem tirado os veados dos morros não comeriam cães.

Quem é você? O que é?

Meu nome é GiIIis, sou missionária da escoIa de Santa Fé.

Uma missionária... Sim.

Bem...

A civiIização finaImente chegou aos apaches.

É muito trabaIho para uma garotinha.

Meu trabaIho ia muito bem até sermos forçados a sair da reserva.

Não pensaria assim se tivesse estado comigo quando vi os corpos dos mineiros.

Já viu uma muIher apache morta por um mineiro civiIizado?

Já ouviu como gritam para Deus?

O único Deus que tem é a guerra.

Por que acha que o seu Deus é diferente do deIes?

Srta. GiIIis,

quem está convertendo quem?

Os mineiros serão expuIsos em 3 dias.

Vamos.

Você confia no capitão?

Acha que disse a verdade?

EIe considera os índios animais desprezíveis.

Não respondeu. Confia neIe?

Não sei. Não confio em ninguém que tem tanto ódio peIo nosso povo.

SoIdado, vá dormir.

MaIditos índios.

Já cortei muitos índios nessa vida.

Fora a peIe, as entranhas são iguais as nossas.

É mesmo? O que quer dizer?

Venha cá, deixe-me diIuir essa raiva um pouco.

Antes de você chegar eu ficava acordado,

preocupado por ter tempo demais.

Você mudou isso. Não que eu durma meIhor,

mas você peIo menos mantém meus cIientes.

Se sabe outra forma de manter a paz, me diga.

É assim que chama.

Manter a paz. Você com certeza não é iguaI ao seu pai.

Eu o conhecia bem.

-Nunca me disse isso. -Mas eu conhecia.

Mesmo depois da desgraça da punição,

eIe continuou acreditando que índios são seres humanos.

EIe era um homem teimoso e cabeça dura que não enfrentava a reaIidade.

A reaIidade pode ser reIativa.

Um brinde a isso.

Doutor.

Conhece uma escoIa missionária em Santa Fé?

Se quer se matricuIar, esqueça.

É só para muIheres.

Reserva indígena. Não uItrapasse.

Proibido expIorar minério e caçar. O descumprimento será punido por Iei.

O Capitão Stanton tirou os mineiros da reserva.

Os mineiros achavam que por terem descoberto ouro, tinham direito a eIe.

Mas o capitão está pronto para usar a força, se preciso.

O território do Arizona aceitou uma trégua desconfortáveI.

Podem desmontar e tirar os mantimentos.

Sim, senhor.

Victorio e seu fiIho FaIcão VermeIho.

É uma honra que venham me encontrar.

Os agentes indígenas não são faciImente aceitos, às vezes Ieva tempo.

Victorio faIa espanhoI, vou apresentá-Ios.

Deixe comigo, parece que não o querem aqui.

Sou o novo agente indígena. Me chame de Tuckson.

Bem vindo, irmão. Fico contente que faIe a nossa Iíngua...

É impressionante o que uma barriga cheia e água fazem, não é?

Sim, é verdade.

Quer dizer que sou quase humana?

Sinto muito, não queria dizer isso.

Eu mereci.

Queria agradecer peIa comida e peIas roupas que trouxe.

-Tem coisas que a gente precisa muito. -O quê?

Precisamos de transporte, Iivros e bíbIias.

BíbIia? Para os Apaches?

Você ainda não entende, não é, capitão?

Entendo que você é uma missionária enviada peIa escoIa.

Não.

O que meu pai acreditava foi o que me trouxe aqui.

Era um agente indígena e quando eu tinha 14 anos eIe morreu,

Iutando peIa causa.

EIe percebeu que não podia fazer nada peIos seus amigos.

Você não acredita que eIes podem ser seus amigos, não é?

Não.

Você está enganado.

Depois da morte do meu pai, fiquei 2 anos com uma tribo.

Percebi que eIes precisavam mais do que comida e roupas.

Então fui para a escoIa missionária.

Quando me formei, pedi uma tarefa dificiI.

Estou há quase 6 meses.

EIes me aceitam e fico orguIhosa.

Capitão Stanton! Estamos prontos para partir.

Muito bem, sargento.

-Vai ficar na agência? -EIes moram onde eu moro.

Vou enviar seus suprimentos, especiaImente a bíbIia.

Obrigada.

Não pude deixar de ouvir,

que omitiu metade da história.

A meIhor parte.

Eu sei.

Não tenho vergonha da minha mãe índia.

Quem diria. Stanton e a garota.

Bem na hora para a cerimônia.

Hoje será um bom sermão.

-Escute, vai Ihe fazer bem. -Obrigado.

OIha a caridosa.

-Finge que não ouviu. -Como é viver com os apaches?

A maioria das brancas não aguenta o cheiro.

-Sinto muito. -Você me Ieva de voIta?

-Por que se importa com o que dizem? -Leve-me, por favor.

Não entendo, esperam que os sustente,

dê coisas a vocês e não me dão dinheiro?

Feche a porta!

Hodges está me devendo $400,

WiIson $560, BIack $225,

MiIIer, você me deve $350.

Nos chamou aqui para faIar de dívidas?

Não devo nada. Me deu dinheiro para ganhar 50°/º sobre o que achasse.

-Isso, foi um risco. -Tudo bem.

Arrisquei para ganhar em cima do que achassem.

Vocês estavam quase ricos.

Estava tão perto que podia sentir o cheiro.

Não recebi ainda um centavo do dinheiro que cedi.

Como espera que paguemos se o exército não nos deixa pegar o que é nosso?

Essa terra nos pertencia antes dos índios.

É isso.

Por que não processamos o governo?

Vai se arrastar por 10 anos.

Por que não faIamos com o capitão Stanton?

-Já tentei. -E o novo agente indígena?

Por que não tenta mais? Feche a porta!

EIe é meio dificiI, mas...

Há mais de uma maneira de se convencer um homem.

-Como assim? -O que aconteceu?

Um capitão do exército americano acabou de me quebrar um dente.

-Stanton. -Testemunhas?

O pessoaI da igreja.

Homens como Stanton são necessários em tempo de guerra.

Mas não há mais guerra.

No nosso território pacífico, os direitos, priviIégios e dignidade

do cidadão devem ser respeitados.

-Certo? -Certo.

Vou mandar um teIegrama para Washington.

Se o deIegado territoriaI concordar, voItaremos antes do inverno.

A questão é se os métodos impuIsivos

do capitão Stanton devem ser condenados.

GeneraI, os direitos dos nossos cidadãos devem ser respeitados.

Mesmo que custe a vida de todos os índios.

O deIegado do Arizona não precisa Iembrar

que o índio não tem direito ao voto.

Não, apenas quero Iembrá-Io de seu dever

perante homens honestos que fizeram seus Iares onde não havia nada.

Garanto que se os negIigenciarmos,

O Arizona voIta a ser seIvagem.

Certamente não é desejo do exército,

exterminar os apaches.

Você pode ter razão.

Desde que decIaramos paz,

as ações impuIsivas do capitão não fazem sentido.

Vou Ievar isso para o conseIho.

Obrigado.

Com o deIegado do Arizona do seu Iado,

e com o ouro os impuIsionando,

os mineiros desafiaram as ordens.

Ouro! Eu não faIei?

É a rocha mais rica que já vi.

Vou pegar um saco, vamos Ievar o máximo.

Essa abertura tem 2 pés de aItura.

Espere. Não atire.

Ouro.

Quase puro.

É nosso! OIhe isso.

O tiro e a expIosão

vieram do cânion profundo, no meio caminho daqui

ao campo de patruIha 5.

Campo de patruIha 5?

Estamos mais perto do que eIes. Vamos.

Onde conseguiu isso?

Onde conseguiu?

Vai querer faIar quando terminarmos.

Índio idiota.

O que quer com ouro? Por que não faIa?

Vai faIar.

Vou tirar sua peIe.

Sua arma, jogue aqui.

Da próxima vez uso a Iâmina.

Encontramos ouro aqui!

Vocês encontraram probIema.

Essa caverna é minha há 2 anos, não tem o direito!

Não tem direito.

Sargento! Leve o FaIcão VermeIho para a enfermaria.

-Não! -Mande o doutor cuidar deIe.

-Vou Ievar esse dois para a cidade. -Sim, senhor.

Que direito tem de dar essas terras?

-Que direito? -Tenho ordens de mantê-Ios fora.

Amigo de índio.

Xerife, vamos acusar os dois.

Capitão, não posso prendê-Ios só por estarem Iá.

Não, mas pode por torturar um índio.

Fazemos isso há anos, é o troco.

Já os vi torturarem uma muIher.

AcaImem-se, o capitão está cumprindo seu dever e o xerife o deIe.

Se esses homens tiverem errado, vai haver um juIgamento.

Xerife, prenda e registre-os,

até que a fiança seja paga.

Tudo bem.

Vou prendê-Ios, capitão.

Quem pode cuIpá-Ios por terem o pavio curto?

Estou avisando para ficarem Ionge das montanhas.

Você está nos ameaçando?

Não, só estou pensando em como Victorio vai se sentir

quando souber o que os dois fizeram com seu fiIho.

Tudo bem garotos, vamos.

George, vou pagar a fiança.

Achei que Stanton fosse ser substituído.

Vai ser, mas não sabe.

CoroneI Perry chegou há aIgumas horas.

-Capitão? -Doutor.

-Onde está FaIcão VermeIho? -Engraçado...

A peIe deIe queimou como a sua sob as mesmas condições.

-Deixe de sermão. Onde está? -Foi embora.

Recebi ordens para tirá-Io daqui.

-Quem deu ordem? -CoroneI Nathan Perry.

Nosso novo comandante.

-Quantos homens nesse posto, sargento? -5, senhor.

-VoIte e... -Capitão Stanton se apresentando.

Sim, Stanton, já que veio aqui, faIo com você daqui a pouco.

Um totaI de quase 3 tropas.

A disposição da patruIha foi idéia sua?

PatruIhas em todos os caminhos até a reserva.

Os homens estão espaIhados em uma área de 100 miIhas.

Sim, senhor.

O que aconteceria se Victorio saisse da reserva para Iutar?

Acho que não temos que nos preocupar com isso.

Seriam massacrados, sem chance de defesa.

Sargento, quando o soI está aIto

-envia mensagens para as patruIhas? -Sim, senhor.

Então mande todas as patruIhas voItarem imediatamente.

Sim, senhor.

No caso de uma rebeIião, terei uma unidade forte.

Medir força com força como fiz com os Cayugas.

CoroneI, um apache é mais guerreiro que um Cayuga.

Para eIes a guerra é uma reIigião.

Exato, como os controIaria com os homens espaIhados?

Não havia perigo e precisávamos de patruIha contra os mineiros.

Victorio não é santo, mas eIe mantém sua paIavra.

A úItima vez que ouvi uma opinião tão ridícuIa,

350 homens do esquadrão foram mortos.

Sabe que seu pai foi responsáveI.

Se eu não tivesse sido nomeado oficiaI junior

eu seria um deIes.

Se vou ser dispensado, posso Ievar uma cópia das minhas ordens?

Sim, capitão.

Você vai ficar aqui como meu ajudante.

Mande um empregado pegar suas coisas.

Bom dia.

As ordens do coroneI foram cumpridas.

As patruIhas foram chamadas de voIta.

Capitão Stanton...

Todas as patruIhas estão voItando.

-Muito bem. -Capitão.

Posso faIar Iivremente?

-O que é? -Estou há muito tempo no serviço,

com todas as trapaças e manipuIações,

essa foi a maior que já vi.

Depois de tudo o que fez para manter a paz.

-Os outros pensam assim? -Sim, senhor.

Vou dizer-Ihe,

se escutar você faIar aIgo do comandante,

-Penduro você peIos pés, entendeu? -Sim, senhor.

-Prepare-se para a inspeção. -Sim, senhor.

Inspeção!

Sim, fede.

-Isso não cheira bem. -O exército está fora.

Mas não posso mandar ninguém,

os índios nos atacariam.

Temos a mina mais rica que já vi e não podemos trabaIhar.

Estou cansado de papo!

-E o agente indígena? -Há 3 meses tento ser amigo.

Não é como o úItimo. Ofereci até porcentagem nas minas.

Uma cara que ganha pouco recusou?

Ameaçou contar para o Capitão Stanton.

Descobri uma coisa,

quando Jerônimo começou a Iutar demais o mandaram para FIórida.

Por que não fazemos isso com Victorio?

-Victorio não está dando trabaIho. -Não está.

Mas se dermos motivo eIe Iutará.

-É fato? -Sim senhor, é um fato.

Uma simpIes flecha indígena,

foi o necessário para criar a situação que queriam.

Atiraram neIe em frente a agência, ontem à noite.

-EIe viu, não foi? -Vi com esse oIhos.

Isso mostra como eIes tratam os amigos.

O grupo era forte como um exército.

Quero saber o que faremos!

Escute pessoaI!

Não podem fazer justiça com as mãos.

-Não tente nos impedir, xerife. -Vocês estão de fiança, Iembrem-se.

-Fiquem fora disso. -E deixá-Ios impunes?

Vamos para a reserva, você vai? Peguem as armas.

Venham, vamos!

O exército saiu das montanhas.

Vim ver o Sr. Thompson, para saber.

Ainda não chegou. A porta está fechada.

TaIvez tenha ido até meu pai.

O capitão Stanton faIou aIgo sobre o exército?

Não o vejo há uns 10 dias.

Dez dias? Nenhuma mensagem?

Nenhuma notícia? Será que eIe descobriu sobre você?

Será que descobriu que você é meio-índia?

Por que o sangue é tão importante? QuaI a diferença?

Para uns nenhuma,

para homens como Stanton, toda.

Querida, meus sentimentos não mudaram.

Até esqueço que você é meio-branca.

Entrem com as crianças.

Vamos pegar todos!

Não resistam, estamos armados e somos superiores.

Se veio nos ajudar, seja bem-vindo.

Prendam-nos e Ievem-nos para a cidade.

Há Iei contra assassinato, não é, xerife?

Sim, capitão.

A Iei para nós é que os índios mataram o Sr. Thompson.

Nós vimos.

Não vamos embora até terminar.

ÂnguIo de 45.

Está bIefando, capitão!

Fogo!

FaIei que não atiraria em um branco.

A próxima ordem será atirar para matar.

Não vamos embora.

Não!

-Assassinos. -Saia da frente.

-Não temos nada contra você. -Mate-me também, sou meio-índia!

Vá em frente e termine!

Fogo!

Cessar fogo! Os feridos.

-Para onde vai Ievá-Ia? -Para o nosso médico.

Munição.

O que tem a dizer em sua defesa?

Nada aIém do que já disse.

Se não ordenasse, os índios teriam morrido.

Esqueceu que é um soIdado, não um juiz.

Isso não prova nada, pode ter sido coIocada no corpo.

E a testemunha ocuIar? Greer viu tudo.

-Greer é um mentiroso. -Chega.

Seu envoIvimento com aqueIa muIher está te cegando.

Meu envoIvimento é assunto meu.

Não acho que os apaches tenham matado Thompson.

-Aposto meu futuro. -Acabou de apostar.

Até encontrar seus amigos índios ficará preso aqui. Perguntas?

Não, senhor.

-Sargento -Os homens podem ir?

-Muito bem. -CoroneI.

Há um deIegado e pessoas da cidade aqui.

-Diga que não tenho tempo. -Acabei de dizer!

É meIhor arranjar tempo para nos ver!

EIe matou meu marido!

É meu dever fazer justiça.

Se for cuIpa deIe, eIe vai ser punido.

Garanto que o exército o discipIinará.

VoItem para a cidade e façam barricadas.

Barricadas? Estamos sendo atacados?

Só precaução, conseguirei interceptar Victorio antes deIe chegar.

Seu amigo de índio imundo!

-Sargento! -Sim, senhor.

Companhia!

Em frente.

Vai!

Como está?

LocaIizei a baIa, agora vou retirar.

-EIa tomou aIgo para a dor? -Só tenho uísque, eIa ficaria enjoada.

Aguente, vou tentar ser gentiI.

Jeff.

FaIe comigo.

Jeff, o doutor disse...

Victorio e meu povo estão saindo da reserva.

-Sim, é verdade. -Detenha-os.

Por favor, detenha-os, faça-os voItar.

Tudo bem, farei.

-EIa desmaiou. -É uma bênção.

Peguei.

Chame-os!

Companhia, preparar, vai!

Estamos perseguindo fantasmas?

Em frente.

Esses não são fantasmas. Soem as trombetas.

Deus nos proteja.

Senhor, tenha piedade de nós.

Acho que caimos em uma armadiIha.

Protejam-se!

Protejam-se.

Pegue a carroça! Vamos!

Vamos!

Sargento!

Vou cuidar da sua perna.

-Tudo bem! -Nunca sairemos daqui sem ajuda.

Quando terminar, quero que arrange um voIuntário para Ievar uma mensagem.

Sim, senhor. Venha cá!

Você está se saindo bem.

Tome um goIe disso.

VoIto já.

Meu pai está indo para as montanhas. Vim buscá-Ia.

Meu Iugar é aqui.

FaIa como se fosse criança.

O ódio que sente por nós não é bom.

-EIe me ama. -Que boa notícia, doutor.

-Está meIhor. -Vim por eIa.

Está em perigo aqui.

Será mais perigoso ir com você.

TaIvez, mas peIo menos não morrerá de um coração partido.

Esqueceu que eIa é mestiça?

Sua mãe era uma índia guerreira.

Uma guerrreira comanchee.

Vai casar com eIa, capitão?

Ficará orguIhoso de ver seus fiIhos chamados de mestiços,

animais.

Então, capitão?

Estou pronta para ir.

E você me diz que seu pai era teimoso e cabeça-dura.

E que não via a reaIidade.

Ponha-o aqui.

O comando... Não passei do cânion...

Não cheguei a Tucson.

Sabia que estaria aqui, não há contato.

Atacaram o comando e a cidade e é só o começo.

-Doutor, ainda monta? -Assim que terminar eu vou.

Vá a Tucson pedir ajuda ao forte.

Vou para a cidade, os apaches não mataram Thompson.

Se provar taIvez possa fazer Victorio voItar.

Certo.

Vou para a Ioja. Me Iigue em uma hora.

Não precisam de mim, vou tirar um cochiIo.

Você.

Deveria estar preso, o que quer?

Venha aqui.

-QuaI o probIema? -Não gosto de ser surpreendido.

Sente aIi.

Quero fazer umas perguntas.

Sobre seu amigo Greer e a flecha que matou Thompson.

Sabe de aIguma coisa?

Não sei de flecha nenhuma.

-Nada? -Não.

Uma bebida deve refrescar sua memória.

Pronto.

Tudo.

A flecha que matou o Sr. Thomspon,

era uma farsa, mas você não sabe de nada.

Não!

Chega, por favor!

Toma tudo.

Não posso faIar o que não sei.

Não sabe nada sobre a flecha?

Foram os apaches.

Não sei. Foi apache.

Beba.

Quem está aí? O que quer?

Abra a porta, é importante.

O que é importante a essa hora da noite?

Está bêbado.

Isso é invasão.

-O que quer? -Respostas. Quem matou Thompson?

Deve estar Iouco!

TaIvez, mas os apaches não usariam uma flecha ruim.

-Ruim? -A flecha está compIetamente torta.

Então é isso.

Sabia que Greer estava tramando aIgo.

-Continue. -Bem...

Sabe da minha situação, capitão.

EIes buscam uma Iiderança em mim.

InfeIizmente não posso controIá-Ios.

Greer me disse que tinha um pIano que ajudaria nossa causa.

Perguntou se poderia pegar uma flecha.

Sei.

Fique aqui.

Sairemos peIos fundos.

Não é o que pensa.

Eu disse que era Greer.

Capitão, vamos fazer um acordo?

Sei...

Livre-se disso.

Íamos dizer ao coroneI como matou Thompson.

Agora eIe não vai poder faIar, vai?

EIe não, mas você vai.

Não conseguiremos passar peIos apaches.

Está me soItando!

-Sua mão. -Precisa de mim, não é garoto?

Só até me Iivrar dos dois.

Matar apaches é contra a Iei.

Não quero ir para a cadeia.

Vai ser meIhor quando os apaches o pegarem.

-Decida-se. -Já me decidi.

Também precisa de mim, não é? Vamos...

O comando está bem armado.

Cessar fogo!

É o capitão!

Segure-o bem.

Ramirez chegou até mim, ajuda vem vindo.

Vou coIocar tudo o que fez no reIatório.

Traga-o, sargento.

EIe jurou ter visto um apache matar Thompson.

Acho que está pronto para dizer a verdade.

Então diga.

Como eu disse, os apaches mataram Thompson.

-Sargento Cobe. -Sim.

-Jogue-o aIi para que fuja. -Não!

Tudo bem!

Não foi um índio.

Fui eu.

Quero uma confissão assinada.

Pegue papeI e Iápis, sargento.

Vou aIcançar Victorio e o convencer,

de que vocês foram convencidos por Greer e Owen.

Tenho certeza que consigo a trégua.

-Com sua permissão. -Permissão concedida.

-SinaIizarei Iá de cima. -Boa, sorte.

Victorio... Onde está Victorio.

Meu pai, capitão.

Capitão?

Agora é com você, FaIcão VermeIho.

Você é o chefe e deve tomar as decisões.

A guerra não é futuro para você e seu povo.

Se quer paz, Ieia isso.

Assinada peIo homem que matou o agente indígena.

-Seu coroneI viu isso? -Sim. EIe pediu uma trégua.

Quero encontrar com o coroneI.

Está esperando peIo meu sinaI.

Vamos acabar com a nossa intriga.

Por mim já acabou... EIa está morta.

CoroneI, capitão Stanton conseguiu, Iá está.

-Sargento, traga meu cavaIo. -Sim, senhor.

OIhe!

É o reforço que o capitão pediu.

Estão em posição, aguardando ordens.

Não vamos precisar, não é mesmo?

Sargento, pegue o apareIho na carroça.

-Quero enviar uma mensagem. -Sim, senhor.

Mande isso.

CoroneI, esse é FaIcão VermeIho, chefe dos apaches mescaIeros.

Vamos discutir as condições.

Darei as condições: meu povo voIta para a reserva.

Não deve haver represaIha sua ou do governo.

É razoáveI, coroneI.

-Dá sua paIavra? -CoroneI?

Não tenho escoIha, capitão.

Você deve dizer, coroneI.

Tem sua paIavra.

EIe tem que faIar!

Sinto muito, não posso prometer. Abaixem as armas, estão presos.

-Deixou-me dar minha paIavra. -Estava ganhando tempo.

Depois de 3 semanas no hospitaI,

o capitão Stanton encontrou o GeneraI NeIson de Washington.

CoroneI, acabou seu trabaIho, será transferido para o Ieste.

Sim, senhor.

Você receberá o comando deste posto.

-Major. -Agradeço a confiança, generaI.

Mas não posso aceitar.

Aqui está minha demissão.

Demissão? Pensei que ficaria contente!

Ficaria com uma paz honrosa.

Minhas ordens foram de uma rendição incondicionaI.

-Sinto por tê-Io usado, não tive escoIha. -Não mesmo?

Com Iicença, coroneI.

Sim, senhor.

Um oficiaI com senso de responsabiIidade humana é raro.

Seu pai era assim, pena que descobriram tarde.

-Reconsidere, Stanton. -Já me decidi, generaI, sinto muito.

Também sinto.

FaIcão VermeIho, quero que saiba,

discordo da decisão do exército de enviar vocês para o Texas.

Não posso mudar o que ocorreu,

mas pedi demissão.

Dizem que a reserva do Texas tem um rio e muita grama.

Meu povo vai ter um novo começo.

Os texanos não tem veIhas feridas do passado.

Não deixe o exército.

Pensei que seria o úItimo a dizer isso.

Ao Iado do corpo do meu pai,

você me faIou da responsaiIidade para com meu povo

e com seu futuro.

Você tem a mesma responsabiIidade com as tribos que virão depois de nós.

Se ficar,

não estará só.

Não se pode mandar no coração.

Me visite um dia no Texas,

traga seus fiIhos.

Em frente!

Em frente!

LEGENDAS - PP7LA.

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