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Tenho que levar um esp�cime desses para Edimburgo,
mesmo que seja a �ltima coisa que fa�a.
�nico. Inexplic�vel
Estamos prontos para seguir, se o Alec decidir aparecer.
Mas, onde ser� que se meteu?
N�o tem sa�da!
V�o para l�!
Meu Deus.
Segure-se no meu bra�o... no meu ombro.
Segure-se bem.
Deus seja louvado.
Professor, estou aqui.
Sal.
N�o podemos seguir assim. Estamos dando voltas, h� dias.
- N�o est� certo. - Vamos tentar aquele t�nel.
J� fomos por ali ontem. Deixamos marcas.
- Por ali n�o o encontraremos. - Tenho de encontr�-lo. Sou o respons�vel.
N�o � preciso traduzir, vejo que � uma passagem recente.
Consegue me ouvir?
Se esta ai em baixo, Nos d� um sinal.
Alec, ou�a com aten��o. Quando o eco terminar tente responder.
Se est� ferido ou n�o consegue falar. Fa�a um esfor�o.
Pegue um galho e raspe na rocha. Garanto que vamos ouvir.
D�-nos um sinal.
Uma lagoa fosforescente. Estranho t�mulo para um jovem escoc�s.
Professor, n�o adianta.
Como vou conseguir viver com isto?
Aceite a perda, como um soldado aceita a de um companheiro.
Tem que continuar com o que come�ou.
A expedi��o Lindenbrook deve continuar.
- A expedi��o Lindenbrook? - Sim. Continue com ela.
Era projeto dele, tanto quanto seu.
Tem raz�o.
Vamos prosseguir. J� n�o se chamar� mais expedi��o Lindenbrook.
De agora em diante vai se chamar, a expedi��o Alec McEwen.
Quebrou algum osso? As costelas est�o boas?
Ainda bem. Levante-se!
Tem �gua e comida ali. Recupere suas for�as.
Perdeu os seus amigos? Sozinho � melhor.
� o meu empregado.
Muito calor, muito peso e muito medo.
Voc� ainda � jovem. Pode carregar as minhas coisas.
N�o sou seu criado, Conde Saknussemm.
Orgulho? N�o � o lugar certo para isso.
Coma, beba e carregue minhas coisas. Tenho pressa.
- Para roubar o projeto do professor? - Roubar?
Presta aten��o, jovem estrangeiro. N�o preciso roubar o que � meu.
Voc�s est�o no meu mundo.
Pare! Preciso que leve o meu equipamento.
Jamais encontrar� os seus amigos. Precisa tanto de mim como eu de voc�.
Voc� me encontrou. Os meus amigos tamb�m v�o me encontrar.
Muito bem, vai carregar tudo com um bra�o s� e n�o com dois.
Tiros.
� um eco m�ltiplo, que soa atrav�s das c�maras nas rochas.
O �ltimo eco nos dir� a dire��o exata.
166� sudeste.
Achamos que estivesse morto mas, est� vivo, rapaz.
Estou vivo.
Que bom ver voc�s...
Onde ele est�?
N�o achei que fosse disparar, mas, disparou.
Claro que disparei. O que esperava?
S�o intrusos em propriedade. Sou dono deste territ�rio.
E � tamb�m o assassino do meu marido.
Reclamei os meus direitos, mas, ele n�o quis ouvir.
Conde Saknussem, em nome dos seus ancestrais abaixe essa arma.
N�o existir�o danos se aceitarem as minhas condi��es.
Voltar�o por onde vieram, e deixem o equipamento e esse homem.
Sir Oliver, n�o vai ouvir este assassino, n�o �?
Nunca interrompa um assassino.
Essa classifica��o vulgar, ofende-me.
Pouparei as suas vidas. Tem a minha palavra de honra.
Sendo assim, d�-me a sua m�o.
Um truque vulgar.
Lamento.
Antes de continuarmos a viagem, temos que cumprir nosso dever.
Vamos constituir um tribunal.
Aqui, h� a dezenas de quil�metros da superf�cie, n�s somos a lei.
O r�u enfrenta a acusa��o de um assassinato e mutila��o.
Tenho que perguntar a voc�s, como jurados,
se consideram o r�u culpado ou inocente?
Culpado.
Culpado.
A senten�a � a pena de morte.
Restam duas balas. Senhora, explique ao Hans,
que seguiremos o caminho indicado pelas marcas
ele deve esperar 10 minutos, e em seguida executar a senten�a.
Posso carregar algo com a minha m�o esquerda.
Preocupe-se apenas com voc�. N�o contaremos com voc� por enquanto.
H� um problema. Hans se recusa a atirar no conde.
Recusa-se, como assim? � uma ordem do tribunal.
A sua fam�lia foi leal aos Saknussemm durante gera��es,
e n�o pode tocar na arma.
� uma desobedi�ncia ao tribunal.
- Muito bem, Alec. - N�o, n�o, professor.
Seria incapaz de atirar com a m�o esquerda.
Eu n�o. N�o est� pensando que seria capaz de faz�-lo.
- Acima de tudo sou uma mulher. - Estou vendo.
H� semanas nega seu sexo e agora decidiu recorrer a ele.
Creio que o carrasco ideal deva ser o l�der da expedi��o.
Temos de enfrentar a realidade.
Somos muito civilizados para matar outro ser humano.
O que prop�e? Que nos acompanhe? Que partilhe a nossa gl�ria?
Pare de mexer nessas lanternas!
O que est� dizendo?
Eu lhe digo o qu�. Algumas lanternas n�o est�o mais funcionando .
E vou lhe dizer o motivo. O sal corroeu as bobinas.
Para nos salvarmos, insisto que devemos sair daqui agora.
Voc� insiste?
A verdade � que ele tem raz�o. Vamos embora.
Reparou que o Saknussem se soltou de novo e fugiu?
Que mal ele pode nos fazer? Ele volta para comer.
O mal, madame, � que ele vai desperdi�ar uma lanterna.
Pode testar a sua lanterna, por favor?
Est� descarregada.
Quando est�o descarregadas, j� n�o h� mais nada a fazer.
Senhora, fa�a uma nota final enquanto h� luz.
- Permita-me, o bra�o est� melhor. - N�o � necess�rio.
"Percorremos mais 92 km''.
''A temperatura baixou 7 graus''.
"Faz mais frio do que esper�vamos
e a escurid�o nos cerca''.
"Pode ser a �ltima anota��o".
Hans e eu podemos fazer tochas com a corda.
Boa id�ia. O que me intriga � que as marcas do Arne Saknussem
continuam a indicar este caminho.
Que tipo de lanterna ele devia ter?
Talvez n�o precisasse de nenhuma lanterna.
A partir daqui nem voc� precisa. Por que n�o a desliga?
Sim, apenas a desligue.
� um milagre.
Vejam isto.
O que � isso?
S�o algas com propriedades de luminesc�ncia.
Luz sem calor. � uma luz fria, qu�mica.
J� viu pirilampos, senhora? E vagalumes,
e certas formas de vida marinha que geram a sua pr�pria luz.
O princ�pio b�sico � o mesmo envolvido aqui.
''Dia 256''.
"Os fortes ventos desapareceram t�o r�pido como chegaram''.
"Estamos agora num fabuloso dep�sito de cin�brio'''.
Que marca t�o curiosa � essa em todas as p�ginas?
E.M. - Expedi��o McEwen.
Quer dizer, que cada vez que disse expedi��o Lindenbrook,
escreveu, expedi��o McEwen?
Devo lembr�-lo que h� meses atr�s deu-me ordens para o faz�-lo.
N�o me lembre! N�o quero que me corrija incessantemente.
� isso que estou fazendo?
Faz isso com olhares, com o tom de voz e a postura que adota.
A sua mera presen�a � uma critica constante para mim.
Estou chegando ao limite. N�o aguento mais.
J� n�o aguenta mais?
Deixe-me lhe dizer, homem rude. Se h� algu�m farto aqui, sou eu.
- Sou eu. - Sou eu!
Eu, Carla Goetaborg. Desisto e vou embora.
Quer que mande preparar a carruagem para a madame?
Ao menos sabe que tenho um temperamento forte.
A partir de agora, o Alec, encarrega-se das cartas.
Porque est� sempre sumindo?
Uma floresta de cogumelos.
Tem centenas de anos, mas podemos comer a vontade os mais pequenos.
S�o deliciosos.
S� de imaginar como cresceram sem luz e a esta profundidade.
Temos toda a comida que precisamos.
� mais duro que sola de sapato.
J� tenho solas novas para os sapatos.
Parece um carvalho.
A senhora � magn�fica. Bife e sopa de cogumelos.
Mais uma semana a base de carne salgada e tinha desaparecido.
N�o tenha ilus�es. Daqui a uns meses,
vai s� pensar em comer, carne salgada.
Sim, meses. Se pud�ssemos saber quantos mais.
Isso n�o s�o express�es para um cientista.
Deixe-me lhe dizer uma coisa. Se n�o tivesse vindo conosco,
esta viagem seria insuport�vel.
N�o � o que o professor Lindenbrook sente.
� o que eu sinto.
N�o temos sol, lua e estrelas.
Mas, temos a senhora.
Como se chama mesmo a sua amada?
- Desculpe? - A sua amada?
- Como se chama? - Jenny.
Porque quer saber isso agora?
Caro Alec! Existem momentos convenientes
para refrescar a mem�ria de um jovem.
Sopa de cogumelos, Sir Oliver.
Dormi como nunca tinha dormido em Edimburgo.
Sem ru�do das ruas, dos sinos da igreja ou o barulho das panelas da cozinha.
Talvez me mude permanentemente.
O que est� fazendo o nosso corpulento amigo?
N�o fa�o a m�nima id�ia.
Ordem especial de sua Majestade.
Ele recebe ordens daquele louco? Estamos no per�odo de descanso.
Enquanto voc� esteve dormindo, ele seguiu por aquele t�nel.
Quando voltou, ordenou que derrubasse os cogumelos.
Para que ele quer isso?
Veio perguntar porque n�o descansei?
Eu n�o durmo. Odeio esses pequenos flashes de morte.
- � o mar. - Um oceano com ondas e correntes.
O Oceano do sub mundo.
Algum terremoto pr�-hist�rico
abriu uma falha no fundo do mar e a �gua caiu pela fissura.
Depois a fissura voltou a fechar.
O Oceano Saknussem que nunca foi registrado antes.
Eu o batizei enquanto dormia.
� um privil�gio do descobridor. Eu o felicito por isso.
De agora em diante n�o vamos seguir mais marcas.
Por isso mandou construir uma jangada. Eu aprovo.
Um lagarto gigante.
Se estivesse com a minha arma, ter�amos carne fresca para o jantar.
Ele tamb�m est� pensando nisso. � carn�voro.
- Ele sabe nadar? - N�o, gra�as a Deus.
Que ventania faz na rua.
Tome.
Trouxe umas belas ma��s.
- Ser� que faz frio onde eles est�o? - "Onde est�o". Sem d�vida.
Se est�o em algum lugar.
McEwen, guarde esse brinquedo e tome conta do leme.
- N�o disse para o jogar fora. - Voou das minhas m�os!
O meu rel�gio.
- Salvem os instrumentos. - O que est� acontecendo?
O meu anel de casamento.
Um campo de for�a que atrai ouro. � isto, � isto!
A uni�o das for�as magn�ticas do P�lo Norte e P�lo Sul.
O Centro da Terra!
Estamos todos aqui?
Senhora Goetaborg,
Alec, Hans.
Gertrude.
E a sua Alteza, est� ali.
A expedi��o, com todos os nomes,
termina aqui.
Estamos vivos, n�o estamos?
Afinal de contas, atingimos o centro da terra.
Ele � que nos atingiu .
N�o precisa de tradu��o, madame. Quer saber para onde vamos.
Uma mente cansada n�o funciona bem.
Vamos dormir primeiro, depois planejamos o resto.
Quando era pequeno e me recusava a comer as papinhas,
a minha m�e e como todas as m�es me dizia:
"Oliver, chegar� o dia que vai querer todas estas papinhas".
Porque est� t�o surpresa? � dif�cil crer que tenha tido m�e?
Pensando em como ela se orgulharia do menino que n�o comia as papinhas.
Venha c�, patinho.
Gertrude?
Hans? Hans
Por que est� me olhando assim?
Precisava de comida, por isso a peguei.
Professor, diga-lhe para se acalmar.
N�o brigar por causa de um pato morto.
Professor, mande-o parar. Pare este louco.
Ingratos. O que seriam sem mim?
Somente eu posso mostrar a sa�da aqui do meu reino.
Cuidado!
� uma cidade submersa.
Ap�s 5.000 anos, o homem pode contemplar parte de Atl�ntida.
O pouco que sabemos dela � gra�as aos Gregos.
O mar se abriu e engoliu por completo a ilha de Atl�ntida.
Isto deve ser a pra�a do mercado.
Professor, parece uma esp�cie de pousada.
� uma pousada. Um lugar para comer.
''Comer''. Que palavra maravilhosa.
J� aprendemos uma coisa sobre os habitantes de Atl�ntida.
Comem ostras.
P�o seco. Temos de falar com o padeiro.
- Pergunta se era um templo. - Sim, tenho certeza.
� um tipo de pedra de altar onde ardia a chama sagrada.
- � serpentina, n�o �? - Uma enorme forma��o de asbesto.
Uma hora como essa e n�o tenho papel ou l�pis para registr�-lo.
Por favor, madame. N�o olhe.
O que �?
O grande Arne Saknussem, suponho.
Ent�o, foi o mais longe que conseguiu ir?
O h� com voc�s? Felicitem um grande homem.
Deve ter se arrastado at� aqui com uma perna quebrada. Olhem a t�bia.
- N�o vai achar nada comest�vel. - Por que n�o?
Os Chineses comem ovos com mais de 400 anos.
P�lvora.
Professor, repare na m�o direita.
Est� apontando para algum lugar.
Aquele po�o ali.
� claro! Por isso o dedo est� apontando nesta dire��o.
A sa�da � por aqui. Ele n�o conseguiria, mas, n�s sim!
� uma chamin� vulc�nica. A forte ventania significa
que nos leva diretamente a superf�cie atrav�s desta escotilha.
- E a podemos escalar. - Madame, explique ao Hans.
Que se aventure uns 100 metros para reconhecer o terreno.
A ventania n�o � suficiente para o levantar.
Dev�amos nos agasalhar, mas, n�o temos capas ou panos.
N�o temos muitas esperan�as. N�o podemos ir sem luz.
- Temos de arrumar ilumina��o. - E alimentos.
Vou ver se encontro. Vou procurar em todos os buracos de Atl�ntida.
Se tiv�ssemos tesouras poderiamos cort�-lo.
Poder�amos.
Encontrei algum s�lex! (Pedra para iniciar fogo)
Maravilhoso. J� n�o vamos caminhar na escurid�o.
M�s noticias. Tudo indica que � o caminho � perfeito para subir,
mais �ngreme do que fizemos para descer.
Mas...
H� um obst�culo. Um bloco gigante de pedra est� obstruindo o caminho.
O Hans diz que s� um desmoronamento pode mov�-la.
N�o. Deixe-o ficar sozinho.
Se ele n�o tivesse sido t�o ambicioso...
A mochila do Arne Saknussem. Pegue.
Se Deus estiver conosco e a p�lvora tiver conservado as suas propriedades,
conseguiremos provocar um desmoronamento.
Agora, maravilhosos companheiros,
suponho que estejam conscientes do enorme perigo que corremos.
� a nossa �nica chance.
Garanto que a detona��o vai mexer a pedra.
O que n�o posso garantir, � o que ir� ocorrer com as pedras � volta.
Vamos nos proteger da melhor forma.
Dentro da pedra do altar.
Meu Deus, Senhor da terra e do c�u...
N�o coloque nenhum limite nisso, rapaz.
Deus do Universo, estamos nas tuas m�os.
- Cuidado. - Fuja, professor. Um monstro.
Solte-me!
Provocamos um terremoto.
A lava est� nos empurrando para cima.
- Um abalo s�smico de uma magnitude estranha. - Acho que � uma erup��o vulc�nica.
Ou�am isto. ''Stromboli, lt�lia. Relato da primeira testemunha''.
''A c�psula de um vulc�o extinto apresentou uma tremenda explos�o".
''O vulc�o lan�a pedras ao mar de um tamanho extraordin�rio".
Onde est� o Alec?
O Hans, diz que o Alec caiu do altar,
muito antes de atingirmos a �gua.
Muito obrigado, mas, no momento n�o preciso de uma escada.
Preciso de cal�as.
Cal�as, cal�as.
N�o as tragam voc�s. Mandem um Frei, um monge.
Desculpem-me, senhoras.
Lindenbrook! Lindenbrook!
Discurso! Discurso!
Compatriotas, se esses gritos s�o para expressar a alegria de
termos regressado com vida, agrade�o do fundo do cora��o.
No entanto, se s�o o modo de louvar um cientista com sucesso,
devo recusar essa honra.
Se um cientista n�o pode provar o que f�z, ent�o, n�o fez nada.
N�o tenho um �nico registro, uma �nica prova.
N�o vou envergonhar a universidade pedindo que acreditem em mim.
Deixem-me s� dizer isso.
H� 300 anos, um corajoso homem iniciou uma perigosa viagem e nunca voltou.
Seguimos o seu caminho e voltamos, gra�as a Deus.
E a uma pedra de altar.
Um dia, outra pessoa...
talvez voc� meu rapaz, os seus filhos ou os seus netos,
v�o retomar o nosso caminho.
Somente uma coisa n�o pode ser detida... O esp�rito e for�a humana.
Brilhante, Oliver.
Professor, tem algu�m aqui que quer se despedir.
O seu barco parte �s quatro.
Hans, bom amigo. N�o teriamos conseguido sem voc�.
Ele quer falar.
Se algum dia voltar, ao centro da terra,
o Hans tamb�m ir�.
Obrigado.
Sofreu esses machucados na erup��o do vulc�o, devido a lava?
N�o, aconteceu no nosso casamento.
Estava com tanta pressa para ir para igreja que caiu escada abaixo.
Pobre noiva. Depois de tanto tempo a espera,
n�o pode desfrutar do matrimonio.
Esta subestimando o Alec.
Irei para Londres no Trem noturno e depois partirei para Estocolmo.
Estocolmo? Mas, tem trabalho a fazer aqui, em Edimburgo.
Quero escrever as minhas mem�rias. N�o espera que me lembre de tudo.
O que necessita � uma vi�va que lhe refresque a mem�ria e escreva para voc�.
Suponho, que quer que venha todos os dias das 9h00 �s 12h00?
N�o veja as coisas assim. Pode ficar em minha casa.
O que diriam em Edimburgo?
Uma coisa � passar a noite com um homem debaixo da terra,
outra � debaixo de teto na Esc�cia.
Muito bem. Ent�o o que prop�e?
Essa palavra n�o se diz dessa forma "leve", professor.
O que disse de mal? Que palavra?
A palavra que est� presa na sua garganta.
Senhora Goetaborg. Frau Goetaborg.
Carla!
Sim, Oliver?
Vou avis�-lo...
Estou de corpete novamente.
Tradu��o e sincronia: Geli Benetti
***V�deo sem fins lucrativos***
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