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COSTA VERDE - AM�RICA CENTRAL
Subtitles by sub. Trader
...mas na Am�rica Central, especialmente em Costa Verde...
Bruno Diaz � um �cone h� d�cadas.
Ele ganhou fama realizando as primeiras negocia��es do pa�s...
com os EUA em d�cadas, ap�s anos de turbul�ncia...
decorrentes do hist�rico e sangrento golpe de estado, em 1953.
Mas os esfor�os do Sr. Diaz finalmente dar�o resultado...
amanh� de manh�, no encontro com o presidente...
onde ambos assinar�o um acordo suspendendo o embargo comercial.
Eu fui informada de que o Sr. Diaz far� um pronunciamento.
A reuni�o de amanh� ser� em Washington, mas em segundos...
o Sr. Diaz falar� ao povo de Costa Verde sobre esse evento hist�rico.
Vamos para l�, ao vivo.
Isso acabou de acontecer.
Temos um rep�rter no local, mas eles est�o evacuando a �rea.
Parece que Bruno Diaz foi baleado.
Essa � uma reviravolta chocante.
O ATIRADOR: O FIM DE UM ASSASSINO
Sim, Sr. Secret�rio.
Eu garanto que encontraremos o respons�vel.
Entendido. N�o, ficar� sob sigilo.
Sim, senhor. Obrigado. Tchau.
Senhor, precisa ver isso.
Um cabelo foi encontrado na cena do crime. Conseguiram identificar.
Ele entrou e saiu de Costa Verde pr�ximo ao hor�rio do ataque.
- Peterson! - Sim, senhor?
Temos o nosso homem. Brandon Beckett � o principal suspeito.
- Mande uma equipe � casa dele. - SWAT local?
Particular. Se um dos nossos matou um chefe de estado...
precisamos acobertar at� sabermos de tudo.
Clover, continue investigando. Descubra o que puder.
Peterson, quando localizar Beckett, quero um esconderijo por perto.
- Est� bem. - Vamos l�.
Considere Brandon Beckett armado e perigoso.
Droga, Retcon. Seu filho da m�e.
Estamos nessa h� cinco dias e continuo suando pacas.
Ah, s�rio?
Ao contr�rio de voc�, eu tenho um emprego.
Mas tenho mais duas semanas de f�rias, amig�o.
Duas semanas para acabar com um pirralho de 13 anos.
Ah, quatorze.
Eu sinto muito.
Espere para ver.
Espere.
Bum!
Isso � o que acontece quando n�o cuida da retaguarda.
�, tome essa.
No ch�o!
No ch�o agora!
Para tr�s!
M�os ao alto! Vamos!
- Tudo limpo. - Deite no ch�o!
No ch�o, agora!
Merda.
Equipe bravo, tudo limpo.
Andrews!
Vamos indo.
- Ele foi levado. - O qu�?
Era essencial a morte dele parecer suic�dio.
Qual � o plano B?
Ap�s ser interrogado, ele ser� levado a um complexo de seguran�a m�xima.
Enviarei uma equipe para interceptar o comboio.
Deve parecer que eles trabalham com o Beckett.
Ningu�m sobrevive.
ESCONDERIJO DA CIA
Sabemos que voc� matou Bruno Diaz.
- Do que est� falando? - Sem papo furado.
Temos o seu DNA, registros de voo e o seu motivo.
O que quero saber �: seu pai est� envolvido?
Meu pai? Envolvido em qu�?
Seu pai estava numa miss�o em Costa Verde, as coisas deram errado...
Esse � seu jeito de acertar as contas.
�, eu li seus e-mails.
Obviamente, armaram contra mim.
Onde estava na ter�a-feira?
�s 19h32?
Eu n�o sei.
Na academia? Na cama?
Senhor, eu estou de f�rias pela primeira vez em cinco anos.
Com todo respeito, eu nem sabia que houve um assassinato.
Agente Franklin.
Perdoe a interrup��o.
Posso falar a s�s com o Beckett?
Quem diabos te chamou?
O coronel.
Achei que sua incapacidade de ver al�m da burocracia...
fosse uma preocupa��o ao lidar com algu�m cujo servi�o � admir�vel...
como � o caso do Sargento Beckett.
- Voc� tem um minuto. - Que tal cinco?
- Que tal um? - Est� bem.
Zeke Rosenberg, Seguran�a Nacional.
Pode me chamar de Zero.
Est� bem, Zero.
Eu n�o tive nada a ver com o que aconteceu.
Eu n�o vou julgar isso.
O que vou fazer � analisar os fatos...
e depois tomar uma decis�o, ao contr�rio do Agente Franklin...
que parece acreditar em tudo o que l�.
Agora, escute. Eles v�o lev�-lo para um local secreto.
Se for culpado, a coisa vai ficar feia.
Mas se for inocente...
o respons�vel por isso vai querer se safar,
e isso tamb�m n�o � bom.
Eu prometo que vou investigar.
Obrigado.
N�o me agrade�a ainda. Posso descobrir que � culpado.
Eu n�o sou.
- Espero que seja verdade. - Certo.
O tempo acabou.
Tirem-no daqui. Vamos.
Rosenberg, eu tenho ordens para manter isso sob sigilo...
ent�o n�o preciso de voc� mostrando seu distintivo por a�.
Entendeu?
Eu tamb�m tenho ordens.
E n�o se preocupe. Sei que s� tiram
algu�m do por�o quando a coisa � s�ria.
Certo.
Vamos ao trabalho.
Sim?
Est� bem. Precisamos do pagamento adiantado.
Tem um barulho de helic�ptero a�. Vou repetir, pagamento adiantado.
N�o � um helic�ptero?
Talvez seja o meu sotaque.
Vou repetir mais uma vez e depois desligar.
Pagamento adiantado.
Muito bom.
Franklin me disse que voc� identificou o Beckett.
Eu n�o estava trabalhando sozinha, mas,
sim, rastreei o passaporte e os e-mails.
Sobre o pai dele virando a casaca em Costa Verde?
� um pouco mais complicado do que isso, mas sim.
� bem mais complicado do que isso.
- Ou � a verdade. - N�o estou descartando isso.
Mas um homem que eu respeito muito acha que n�o.
Eu consigo entender.
Mas precisamos mais do que o palpite do seu amigo para recusar evid�ncias.
Por mais respeitado que ele seja.
Tem raz�o.
Por que n�o me mostra o v�deo do assassinato?
A �rea pr�xima estava sob forte vigil�ncia.
Baseado na trajet�ria e no tamanho do ferimento de sa�da...
a bal�stica criou uma simula��o que restringe o tiro para esse ponto.
A mais de 1,5 km.
S� algu�m com as habilidades do Beckett
seria capaz de planejar e executar o tiro.
Eu concordo.
Mas quem � esse cara?
Donald South, CEO da Farmac�utica Novasil.
Jos� Lucas, Gabriel Machado, Maria Garcia.
Esse cara, n�o lembro o nome dele, mas � o Ministro de Energia.
Todos eles s�o pol�ticos.
Ent�o, o que um CEO de uma empresa farmac�utica faz nesse palco?
Boa pergunta.
Hora do rodeio.
N�o est� a� para puxar o gatilho.
N�o precisamos de outra conspira��o de atirador.
S� garanta que os russos fa�am o trabalho deles.
S� mate como �ltimo recurso.
- Tem alguma coisa errada. - Cale a boca.
- Merda. - Vai, vai, vai!
Vamos sair daqui!
Me d� a chave das algemas para que eu possa ajudar!
Merda.
S�O FRANCISCO - CALIF�RNIA
Donald, Donald, Donald.
N�o se parece com a foto da sua esposa nos meus relat�rios.
Obrigado.
Com licen�a, Sr. South, antes que fique � vontade...
- podemos conversar? - Desculpe, n�o � o momento.
Ligue para a minha secret�ria e agende.
Est� bem.
Ele est� livre na ter�a-feira � tarde?
Quem � voc�?
Eu odiaria mostrar minhas credenciais...
e fazer mais cena do que j� fiz.
Pode nos dar um minuto?
Isso � �timo, obrigado.
Sua filha � muito bonita.
Eu sou o Agente Rosenberg, Seguran�a Nacional.
Farei algumas perguntas e j� vou.
Do que se trata?
Acha que sabe. Bruno Diaz.
O neg�cio � o seguinte:
Quero saber o que o CEO de uma gigante farmac�utica...
fazia no palco durante um discurso sobre rela��es comerciais.
Produtos farmac�uticos s�o uns dos mais exportados.
Claro, mas eu n�o vi ningu�m de outras empresas l�.
Est� me acusando de envolvimento no assassinato do Sr. Diaz?
N�o, s� quero saber o que estava fazendo l�.
Eu estava presente porque tenho defendido a quebra de embargo.
Sou amigo do Ministro do Com�rcio.
E tenho interesse no futuro...
para finalmente poder negociar com Costa Verde.
"Amigo". A morte dele deve ter sido dura para voc�.
Muito.
E profissionalmente?
Se eu tinha a ganhar? Est� brincando. Isso acaba conosco.
Sem embargo, nossas a��es subiriam...
antes da fus�o com as Ind�strias Phykus.
Novasil est� sendo adquirida por outra empresa?
Pelo amor de Deus.
A Seguran�a Nacional n�o tem acesso ao Google?
Est�vamos a poucas semanas da fus�o.
Siga o dinheiro. Algu�m n�o quis bancar.
Est� dizendo que a Phykus teve algo a ver com isso?
Siga o dinheiro.
As Ind�strias Phykus, de Vancouver, que tem rela��es com Costa Verde...
est� a semanas de comprar minha empresa, um peixe pequeno.
A quebra do embargo teria nos transformado num tubar�o.
- Agora n�o, Peterson. - � urgente, senhor.
Parece que o transporte do Beckett foi atacado.
Houve um estrago enorme perto de Olympia, e...
um dos nossos contratados estava entre os mortos.
E os outros dois?
Desaparecidos, com Beckett e o ve�culo.
Meu Deus. Ele n�o est� trabalhando sozinho.
Algu�m o tirou da nossa cust�dia. Sabemos quem?
Junto com nossos homens, havia mais quatro corpos.
Parecem ter envolvimento com a m�fia russa.
Ele est� trabalhando com os russos?
Estamos tentando descobrir a liga��o...
A liga��o est� no acostamento da maldita estrada, n�o?
N�o exatamente. Tem mais.
Nosso homem foi assassinado com um proj�til de longo alcance.
- Um sniper. - Sim, senhor.
O pai dele.
- Eu n�o sei dizer, senhor. - Eu sei.
Aten��o! Thomas Beckett agora � uma prioridade.
Parece que seu filho Brandon n�o est� trabalhando sozinho.
Ele tem o nosso ve�culo e dois dos nossos homens,
possivelmente como ref�ns.
Senhor.
A SUV transportando Beckett...
foi abandonada em uma serraria, em Aberdeen.
Os outros homens ainda estavam no carro, mortos.
Ele est� a p�, n�o pode ir longe, ent�o vamos cercar Aberdeen.
Ou seja, c�meras de tr�nsito,
c�meras de caixas eletr�nicos, celulares, tudo.
Vamos encontr�-lo. Agora.
Senhor, saia do ve�culo lentamente.
Sei que s� est�o fazendo o seu trabalho, mas n�o posso me entregar.
Quieto! De joelhos.
Tire-me daqui e eu prometo n�o te machucar.
- Pode p�r no porta-luvas? - S� dirija!
Est� bem, merda!
S�O FRANCISCO - CALIF�RNIA
Ei, fale comigo.
Beckett e nossa equipe foram atacados. Ele est� solto.
N�o posso mais te ajudar.
Ele � o principal suspeito de um assassinato pol�tico...
e agora � procurado por matar tr�s contratados do governo.
Ou quem o incriminou quer ele morto.
Ent�o por que ele n�o se entrega?
Ele se entregou. Parece que quase o mataram.
Quem fez isso sabia que ele estava sendo transportado.
Se eu sou o Beckett, penso que h� um espi�o.
Ele ficar� o mais longe poss�vel at� tudo ser resolvido.
Com Franklin no comando, eu sou a �nica esperan�a dele...
e n�o posso fazer isso sem voc�.
Do que precisa?
Checou a fus�o da Phykus com a Novasil? Viu algo fora do comum?
N�o muito. S� um pequeno alerta.
Tiveram uma quebra de seguran�a, m�s passado.
Um funcion�rio da contabilidade disparou um alarme...
tentando acessar uma �rea acima do n�vel permitido.
S� isso?
A pol�cia apareceu, mas foi dispensada pelo chefe de seguran�a.
Ele nem os deixou entrar no pr�dio.
J� � alguma coisa.
Qual � o nome do funcion�rio?
Josh Strayhorn.
Josh Strayhorn.
Est� bem.
Continue investigando. Eu a manterei informada.
O que vai fazer?
Bom, acho que vou para Vancouver.
Onde estava?
Sei que estamos ocupados, mas ainda podemos ir ao banheiro, n�o?
N�o.
Brandon Beckett acabou de fugir de dois policiais...
num estacionamento de Aberdeen.
Agora, ele � considerado fugitivo. Ent�o, at� o encontrarmos, segure.
Certo. Saia.
O qu�?
Comece a andar e n�o se vire at� chegar naquela estrada.
Qual �, cara? Estou nessa agora. Eu posso te ajudar.
J� me ajudou bastante.
Aquela sa�da fechada n�o foi culpa minha.
- Eu estava chapado... - Garoto! Apenas ande.
N�o se preocupe. Eu cuidarei bem do seu carro.
Est� bem.
Est� bem.
Ei.
Eu sinto muito.
Drake Phoenix, chefe de seguran�a.
Como posso ajudar?
Puta merda.
Oi. S� vim buscar uma prescri��o.
Rosenberg, � para a minha m�e. N�o, � brincadeira.
Que tal Josh Strayhorn, da contabilidade?
- Pode me ajudar a encontr�-lo? - Josh Strayhorn.
Infelizmente, est� doente em casa.
Se eu puder responder suas perguntas.
Talvez.
- Vamos para a sua sala? - Isso vai demorar?
Depende do que ter� para dizer.
O Sr. Strayhorn disparou um alarme...
tentando acessar uma �rea segura.
Certo, eu me lembro.
E a pol�cia apareceu, correto?
Sim, claro. � o protocolo quando h� quebra de seguran�a.
Mas foi s� um mal-entendido.
Posso saber por que pergunta sobre esse pequeno incidente?
Bom, se � ou n�o um pequeno incidente, ainda teremos que ver.
Veja...
eu tenho motivo para crer que o Sr. Strayhorn esteja envolvido...
no assassinato de Bruno Diaz.
- Parece um pouco de exagero. - Eu sei.
Eu vi a foto dele. Parece aqueles caras que se fantasiam e v�o a Comic Con.
Exatamente.
Mas, mesmo assim, eu tamb�m vou.
Ent�o, voc� sabe...
Bom...
o que eu posso dizer � que naquela noite...
o Sr. Strayhorn foi beber com colegas de trabalho.
Ap�s beber um pouco demais,
ele percebeu que havia esquecido a carteira.
Quando voltou, e n�o estava 100 por cento...
ele saiu do elevador no andar errado.
Acidente de b�bado.
- Certo? - Certo.
�, eu entendo.
Mas e aquela fus�o?
A aquisi��o da Farmac�utica Novasil.
O trabalho de voc�s vai dobrar, eu imagino.
Quer dizer que seu sal�rio tamb�m?
N�o exatamente.
Talvez mais empregados sejam contratados, mas...
a rotina di�ria ser� a mesma.
Certo.
Obrigado pelo seu tempo, Sr. Phoenix.
Eu entrarei em contato.
Escute. N�s n�o concordamos a respeito disso.
- Senhor. - Depois eu te ligo.
Um homem deu queixa de roubo de carro para a pol�cia de Idaho.
Ele foi pego em um estacionamento em Aberdeen, onde Beckett foi visto.
Certo, ele vacilou. Se acharmos esse carro, achamos o Beckett.
EMPRESA DE MUDAN�A
- Ei. - Oi.
Eu de novo. O que descobriu?
Nada novo. Onde voc� est�?
Na frente do apartamento de Josh Strayhorn.
- O qu�?
- �, me disseram que ele estava doente.
Eu achei que era mentira.
Mas me enganei.
- Ent�o, n�o falou com ele? - N�o, mas falei com um cara...
chamado Drake Phoenix.
Fiquei meio desconfiado.
Veja se descobre algo sobre ele.
- Ele � um fantasma. - Isso foi r�pido.
Nos �ltimos cinco anos, eu tenho registros banc�rios, documentos, tudo.
At� a conta da Netflix.
Mas, de repente, desapareceu.
- Que diabos � isso? - Eu preciso desligar.
Zero... O Agente Rosenberg me pediu para
checar uma situa��o nas Ind�strias Phykus.
Zero. Ind�strias Phykus.
Caramba, Clover.
Eu falei para voc� se concentrar no Beckett.
Meu Deus, cad� o Zero?
Eu n�o sei.
Da pr�xima vez que ele ligar, passe para mim.
Agora, continue rastreando Beckett e pare com essa merda.
Entendeu?
- Sim, senhor. - �timo.
Peterson, eu estarei na minha sala.
SOBREVIVENTE DO ATAQUE AO COMBOIO. VASILY PETROV.
HOSPITAL ST. JOSEPH, EM CLYDE HILL.
- Parado a�. - Seguran�a Nacional.
Por que n�o vai ao banheiro, meu amigo?
Sim, senhor.
Agente federal, preciso ficar a s�s com o paciente.
- N�o pode estar aqui. - � quest�o de seguran�a nacional.
Deixem-me a s�s com o paciente ou eu prenderei os dois.
Entendeu?
- Ele acabou de sair da cirurgia. - N�o me importo. Acorde-o.
Ele pode morrer. Eu n�o vou acord�-lo.
Ele � suspeito de assassinato pol�tico...
e prov�vel respons�vel pela morte de tr�s homens.
Acorde-o.
Eu n�o posso. Sinto muito.
Por que temos de fazer do jeito dif�cil?
Acorde-o agora, porra.
NORTE DE MONTANA
Meu Deus, pai.
Eu podia ter atirado em voc�.
�, mas n�o atirou.
N�o parece que voc� saiu para pescar, ent�o...
O que voc� fez?
Olha, armaram contra mim.
Bom dia, bonit�o.
Quem o contratou?
Eu n�o perguntarei direito da pr�xima vez. Quem o contratou?
Doutor!
Quem o contratou, caralho?
Eu n�o sei!
Ele n�o me falou o nome dele!
- S� falamos pelo telefone! - Deixe-me estabiliz�-lo.
N�o at� ele terminar de falar.
Quem o contratou?
- Eu falei tudo que sei! - Eu n�o acredito. Fale mais.
Homem, mulher, americano, europeu, um som.
Vamos, me d� alguma coisa!
Uma voz embaralhada!
Eu n�o conseguia ouvir por causa do helic�ptero.
Eu n�o sei nada.
JOSH STRAYHORN CONTADOR S�NIOR
Mas eu s� ca�o esquilo com a m�o esquerda...
porque n�o seria justo ou desportivo.
Um dedo faltando n�o � defici�ncia o bastante?
Voc� j� me viu atirando.
Essa m�o ainda leva jeito.
� complicado, pai.
Acho que eu n�o teria me recuperado de algo assim.
N�o, voc� teria.
Voc� tem suas pr�prias cicatrizes de batalha.
Algumas.
Tive uma briga de faca em Calcut� uma vez.
Tenho uma cicatriz bem feia aqui na coxa.
Eu n�o quero ver.
E eu n�o quero mostrar.
E voc�?
Alguma outra cicatriz ou esqueletos de miss�es passadas?
Bom, tem...
algo que eu penso de vez em quando.
Foi no Vietn�.
N�s est�vamos no planalto central, bem na fronteira do Camboja.
E nossa miss�o era assassinar...
um cobrador de impostos do Ex�rcito do
Povo de Vietn� e seus acompanhantes...
que consegu�ssemos pegar.
Meu parceiro...
e suboficial s�nior...
Sargento-Mor Conrad...
Bom, n�s est�vamos completamente esgotados e...
Mas ele pirou.
Decidiu me deixar para tr�s e seguir adiante sozinho.
Eu nunca deveria ter deixado.
Mas ele entrou.
Suas m�os eram firmes como rochas...
mas suas p�lpebras estavam tremendo.
E ele ficava repetindo uma frase.
Sussurrando.
E ele entrou.
Depois, saiu...
com o bra�o torcido atr�s das costas, sangue correndo pelo rosto.
E atr�s dele, o filho da m�e que est�vamos tentando matar.
Com uma pistola enfiada na bochecha dele.
E ele gritava: "Beckett, atire!"
A dist�ncia era longa. Eles estavam grudados.
Cent�metros de dist�ncia.
Eu era muito bom na �poca,
mas n�o sei o que passou pela minha cabe�a.
Acho que foi emo��o e...
Eu atirei no meu alvo.
Mas tamb�m acertei meu bom amigo.
Meu Deus.
Eu nunca pesquisei.
Acho que era latim.
Talvez desse �ngulo.
Encontramos mais evid�ncia?
Esse padr�o aqui.
Agente Franklin. Se importa se eu der uma olhada?
- Eu me importo. - Senhor.
Achei isto no quarto.
"Se um dia quiser tomar cerveja. "
Coordenadas. "Pai".
Ele deve ter ido v�-lo. Enviaremos uma equipe.
Vamos voltar ao esconderijo.
- Ei. - Clover.
Confirme se Drake Phoenix estava no batalh�o do Brandon.
O da direita, atr�s.
Voc� disse "o da direita, atr�s"?
- Disse. - Tem certeza?
Tenho. Por qu�? Qual � o problema?
Parece que esse � o Sargento Clark McConnell.
Ele era procurado por crimes de guerra. Torturou um civil.
Mas morreu no exerc�cio da fun��o h� cinco anos.
Quem mais voc� acha que sabe sobre isso?
Vamos descobrir.
Est� bem.
ARQUIVO PRINCIPAL ASSASSINATO DE BRUNO DIAZ
Brandon.
Como est� sua m�e?
Bem.
Ela j� te falou que eu costumava perguntar de voc�?
N�o.
Ela sempre dizia que voc� estava trabalhando.
Bom, eu estava.
Mas perguntava de voc�.
Por telefone. Depois, por e-mail.
Mas eu devia ter feito isso pessoalmente.
A m�e me falou que voc� a pediu em casamento.
E ela recusou. � verdade?
Sim, eu pedi.
Tr�s vezes. Pedi ela em casamento tr�s vezes.
�.
Eu achei que ela s� estava se responsabilizando...
para eu n�o descontar em voc�, mas...
Apesar da resposta dela...
eu deveria ter sido presente.
Tudo bem.
Ei, eu sei atirar.
Devo isso a voc�.
O que quer dizer com isso?
Voc� imaginava o meu rosto no alvo?
N�o, eu...
Na verdade, eu sempre imaginava voc� l� comigo.
Quando eu era crian�a e o tio Rick me levava para ca�ar...
eu fingia que voc� estava l� do meu lado...
dando dicas.
Meu Deus.
Eu sinto muito.
Bom, n�s estamos aqui agora.
�.
Dois macacos velhos, n�, garoto?
IND�STRIAS PHYKUS - VANCOUVER
Sr. Strayhorn, oi.
Tenho uma pergunta sobre uma fatura.
- Onde est� Drake Phoenix? - Eu n�o sei.
Ele n�o apareceu hoje.
�, foi o que eu ouvi. Por isso estou perguntando.
Eu n�o sei, est� bem?
Eu estava doente ontem, e n�o o vejo desde sexta.
- N�o minta. - N�o estou mentindo.
Bruno Diaz.
Eu sei que n�o � o mandachuva.
- Ent�o, me diga para quem trabalha. - N�o trabalho para ningu�m.
Sou s� um contador.
Fale.
Est� bem.
Phoenix � louco, est� bem?
Eu n�o tenho nada a ver com isso. Eu juro.
Ele me for�ou. Amea�ou matar minha fam�lia...
For�ou voc� a fazer o qu�?
- Ele disse que ia... - Pelo amor de Deus.
Levante. Est� tudo bem.
- Est� tudo bem. Certo? - Certo.
Passou, passou.
- Fale comigo. - Phoenix.
Phoenix me procurou com um plano maluco.
De faturar milh�es da fus�o com a Novasil.
Se Costa Verde desistisse do acordo comercial com os EUA...
as a��es da Novasil despencariam.
Com o pre�o flutuante, era f�cil para mim.
S�rio, qualquer contador sabe como funciona.
Eles ganham por causa do baixo custo.
Eu me recusei a participar...
mas ele me agrediu e amea�ou machucar minha mulher.
Por isso, deteve a pol�cia quando a alarme disparou?
Eu estava preparando a conta no exterior.
O Phoenix me obrigou a fazer isso.
Ei, voc� quer caf�?
N�o, obrigado, pai.
Temos companhia.
Delta, prossigam com cautela.
Est�o lidando com dois indiv�duos altamente treinados.
� melhor sair daqui.
Tome.
Est� carregada.
Este t�nel o levar� para fora do per�metro.
Quando chegar l�, ver� um caminho. Siga na dire��o nordeste.
Entendeu? � uma caminhadinha.
Voc� pode tirar o homem dos Fuzileiros, mas n�o pode...
�, tanto faz. Vai, vai.
Al�?
� o Rosenberg. Ele quer falar com o senhor.
Certo, pode passar.
Pode colocar ali?
Aproximando do alvo. Assumindo posi��o.
Zero. O que foi? Estou no meio de algo aqui.
Adivinhe s�. Obtive uma confiss�o que prova a inoc�ncia de Brandon Beckett.
Do que est� falando?
Mande algu�m � Phykus imediatamente para pegar Josh Strayhorn.
Tudo isso � s� para fazer dinheiro na fus�o com a Farmac�utica Novasil.
O contador confessar� tudo.
Saia. M�os para cima.
Um alvo avistado. Thomas Beckett confirmado.
O outro alvo n�o avistado.
Aguardando.
Delta, recue.
Eu repito. Delta, recue.
Recuando.
Temos um atirador!
Meu Deus.
Merda!
Cubra a direita!
N�o temos visual! Responda!
Meu Deus.
Zero!
Seu amigo inocente acabou de matar dois dos nossos.
Estamos encurralados!
- Droga! - O que fazemos?
Na linha da �rvore!
- V� alguma coisa? - Nada.
Fique abaixado.
Pelo amor de Deus, Brandon.
Que parte de "suma daqui", voc� n�o entende?
Vamos.
O que voc� v�, pai?
Porque eu n�o vejo merda nenhuma.
Na mosca.
N�o � justo.
Vamos.
Atire.
Se exponha.
Eu te desafio.
Est� em desvantagem.
Eu estou na minha pr�pria casa.
Posso esperar o dia todo.
�timo.
Droga.
Eu vou persegui-lo pelo caminho, flanqueie pela direita.
Se o levarmos at� o rio, ele est� preso.
Temos que peg�-lo vivo.
Se ele � o atirador que me incriminou, preciso descobrir por qu�.
V�.
Calma.
Coloque sua arma no ch�o.
Ponha as m�os para cima.
Sr. Phoenix?
Agente Federal Zeke Rosenberg. Poderia vir at� a porta, por favor?
Ei, preciso que verifique um sistema de alarme para mim.
Rua Milo, 27.
Isso.
"Brandon Beckett"?
Inteligente.
T�xi aqu�tico.
Duneberry, Calif�rnia.
Certo.
Al�? Aqui � Brandon Beckett.
Agente Franklin?
O que tem a�?
Puta merda.
Abra a comunica��o.
Sargento Beckett, o que acha de colocarmos um fim nisso agora?
Eu adoraria.
Essa mulher aqui matou esses cinco homens hoje.
Estou convencido de que ela me incriminou pelo assassinato.
- Tente identific�-la. - Pode deixar.
Beckett, por que n�o resolvemos isso quando voc� chegar aqui?
Sim, vamos resolver.
- Estou indo agora. - N�o ser� necess�rio.
J� tenho outra equipe a caminho. Fique a�, e faremos do jeito certo.
Estamos esperando.
Escutem. Avisem a equipe...
que o suspeito est� l� para cumprir, e aguarda a chegada deles...
mas prossigam com cautela.
- Clover, onde estamos? - Achei! Yuki Mifune.
V�rios acordos com a yakuza, onde usa o codinome de Lady Morte.
Criada em uma fam�lia criminosa, setor privado, nenhum servi�o militar.
Escutem.
Precisamos de uma liga��o entre a Lady Morte e Bruno Diaz.
Todo mundo. Vamos. M�os � obra.
Vamos!
Meu Deus, parece que esse dia nunca acaba.
- Chequem o per�metro. - Entendido.
Vamos chamar apoio.
V� pelos fundos.
Com licen�a.
Ol�. Com que frequ�ncia voc� faz as viagens?
Bom, n�s fazemos um giro...
para atender todas as ilhas.
Temos mais ilhas do que barcos.
- � o dia todo. - Que tal 15h e 18h30?
- Que ilha voc�s atendem? - Tr�s.
Aquela, aquela e aquela.
Tr�s.
O russo disse que ouviu um helic�ptero.
O que disse?
Alguma dessas ilhas tem um heliporto?
Aquela com certeza.
- � uma resid�ncia privada. Enorme. - �, preciso que me leve l�.
Como eu disse, 15h e 18h30.
Eu n�o tenho tempo para explicar.
� uma quest�o de seguran�a nacional.
Ent�o...
pelo seu velho amigo Ben Franklin, leve-me l� agora, por favor.
Vamos.
Certo.
Bom, confere.
Confirmamos a presen�a dela em Costa Verde no dia dos ataques.
Ela confessou e nos deu o mesmo nome que Zero nos deu em Vancouver.
Desculpe. Eu sinto muito.
Sei que passou um inferno.
S� estava fazendo seu trabalho, Agente Franklin.
�.
Ent�o, o que sabemos?
Quem queria Bruno Diaz morto e por qu�?
Agente Clover?
Dinheiro.
Incriminar um americano pela morte de um oficial p�blico...
era garantia de impedir o acordo comercial.
Com licen�a.
As consequ�ncia fariam as a��es despencarem...
para uma empresa farmac�utica que estava em processo de ser adquirida.
Entra esse cara.
Parece familiar?
"Clark McConnell"?
Quando voc� o conheceu. Agora ele � Drake Phoenix.
Um funcion�rio tentando fazer fortuna em uma fus�o...
junto com um contador duvidoso, esse cara.
Clark McConnell est� morto.
N�o mais.
Vamos, levem-na.
Agente Franklin, a equipe ir� lev�-la.
Est� bem. Vamos.
Espere. Para onde v�o lev�-la?
O mesmo complexo de seguran�a m�xima para
o qual voc� iria quando ela interferiu.
O carma � fogo.
N�o.
Mantenha ela aqui. N�s podemos us�-la.
Por que eu faria isso?
Podemos us�-la para atrair McConnell... Phoenix.
Saiba uma coisa sobre esse filho da m�e.
Em servi�o, eu vi ele matar uma mulher e queimar a loja dela...
enquanto faz�amos o reconhecimento de um vilarejo.
Ele n�o tinha nada contra ela. Ela era inocente.
Ent�o, eu o denunciei ao nosso superior.
Mas antes de ele ser interrogado...
foi morto em batalha.
Supostamente.
Eu vi o corpo com meus pr�prios olhos.
Viu um corpo?
Ent�o, isso � vingan�a?
N�o.
Eu concordo com voc�. � por causa de dinheiro.
Vingan�a � s� o fato de ele tentar me culpar.
O trabalho dela � me matar.
Vamos deixar ele pensar que ela est� tentando.
Fa�a ela ligar para ele...
e dizer que est� comigo e quer fazer uma entrega.
Isso vai funcionar.
Tomara que funcione.
Aqui � a Agente Peterson. Aborte.
Eu repito, aborte.
Volte com o comboio.
Entendido. Voltando para a base.
Certo, pessoal, mudan�a de planos.
Vamos voltar.
Diga a ele que voc� me entregar� pessoalmente...
mas que n�o terminar� o servi�o at� receber.
Essa � a sua jogada.
Eu quero total imunidade.
Voc� ser� extraditada para o Jap�o...
onde � procurada por tr�s homic�dios dolosos.
O que v�o fazer com voc� � problema deles.
Aqui nos EUA, seus crimes ser�o anulados.
� o melhor que ter� aqui.
N�s vimos voc� matar cinco pessoas, e est� tudo gravado.
Agora, nos ajude.
Eu deveria te matar.
Ele n�o vai acreditar.
Fa�a ele acreditar.
S� assim vai funcionar.
Ele tem que acreditar em voc� ou ao menos sentir que est� irritada.
Isso ficou muito mais complicado do que deveria, est� bem?
Pense nesse sentido.
Agente Clover.
Tire as algemas.
Beckett est� morto?
Al�, eu repito, Beckett est� morto?
Eu estou com ele.
Vivo.
O acordo n�o � esse.
Eu matei 10 pessoas sem ver um centavo.
Entregarei o Beckett quando voc� me pagar.
Voc� pode mat�-lo.
- Como posso confiar em voc�? - Voc� n�o tem escolha.
Se n�o quiser, eu deixarei Beckett ir atr�s de voc�.
Chega de matar pela d�vida que tenho com voc�.
Voc� n�o pagou sua d�vida com Beckett ainda vivo.
Quando eu pe�o um bife, espero que esteja assado.
Eu sou japonesa.
N�s preferimos peixe cru.
Traga o Beckett.
Eu mandarei o endere�o.
Ele acreditou?
Eu devo te levar a esse endere�o.
Vamos come�ar a preparar a equipe.
Ela ter� uma arma vazia. N�o vou mand�-la carregada.
- Senhor, isso... - Fim de papo.
Voc� ter� algemas falsas e um pente cheio...
caso precise usar uma arma.
Se ela fizer qualquer movimento que pare�a estranho...
junte-se � equipe, e n�s iremos extra�-lo.
Voc�s dois estar�o l� para atra�-lo para fora.
Teremos uma equipe no per�metro para fazer a pris�o...
e um sniper caso haja necessidade.
Eu farei isso.
- Com todo respeito, est� aposentado. - N�o.
Est� mandando meu filho como isca e desarmado?
Ent�o pode acreditar que eu estarei pronto para atirar.
Sim, senhor.
Certo, vamos. Tirem-na daqui. Vamos indo.
Filho da m�e.
Calma, Drake.
N�o precisamos de outro cad�ver, especialmente na minha banheira.
Tenho outro jeito para silenciar o Sr. Rosenberg.
Certo, pessoal.
Hora do show.
Brandon e Lady Morte chegaram.
Equipe t�tica a postos.
N�s precisamos dar um jeito nele.
Logo ela estar� aqui com o Beckett.
Voc� ouviu o homem. Chega de conversa.
D� seu pre�o, todos t�m um.
Trabalhe comigo.
Estou oferecendo a vida a voc�.
N�o quero te matar, prefiro lidar com dinheiro. N�o sou um assassino.
Muita gente morreu por causa do seu dinheiro, mesmo sem puxar o gatilho.
N�o era para ser assim. Eu s� queria o que era justo.
Liderei toda a fus�o com a Phykus.
Tornei vi�vel, fiz todas as negocia��es, o acordo foi meu.
E, de repente, percebi que ap�s a fus�o...
eles n�o precisariam de dois CEOs.
Como empres�rio eu entendo isso, mas como arquiteto...
de uma empresa pr�spera, n�o.
Se eles querem me tirar...
vou levar o m�ximo que puder.
Tenho certeza que entende isso, Sr. Zero.
Mesmo que signifique matar inocentes?
Inocentes?
Bruno Diaz � um monstro.
� mais metido em sujeira do que voc� imagina.
O mundo � um lugar melhor sem ele.
Um pol�tico corrupto morto. Foi o que eu propus.
Agora, quanto ao seu amigo Brandon...
isso � assunto do Sr. Phoenix.
O Sr. Phoenix est� envolvido nos detalhes.
Eu sou mais...
um homem de ideias.
Esse � o segredo para qualquer empresa de sucesso: delega��o.
O Sr. Phoenix diz que cuida do Diaz, e eu n�o fa�o perguntas.
Quando voc� delega para um psicopata, acaba ficando com sangue nas m�os.
Ei.
Precisa convencer.
Aqui vamos n�s.
Toc, toc.
Eu entreguei Phoenix por crimes de guerra.
Qual � a rixa dele com voc�?
Eu ouvi voc� dizer que sua d�vida estava paga.
Eu recebi para matar o lixo do irm�o dele.
Mas seu sobrinho foi morto no fogo cruzado.
Eu sou profissional.
Isso n�o pode acontecer.
Aproximando-se da casa. Repito, eles est�o aproximando-se da casa.
Oi, Brandon. Voc� me reconhece?
Eu n�o tenho tempo para uma reuni�o.
Pode reviver seus dias de guerra depois. Ap�s me pagar.
Reviver nossos dias de guerra?
Eu nunca te contei que Beckett e eu servimos juntos.
Entrem aqui agora.
Por que n�o vem aqui me pegar, seu merda imprest�vel?
Voc� sempre me subestimou, Beckett.
Entrem agora.
Eles est�o entrando.
C�digo azul. Repito, c�digo azul.
Ela n�o conseguiu atra�-lo para fora. Extraiam Beckett e matem Phoenix.
Filho da m�e.
Tiros disparados! Repito, tiros disparados!
Delta, recuem.
Recuem! Beckett foi pego como ref�m.
Thomas, tem ele na mira?
Negativo. Eles est�o muito pr�ximos.
Eu quero um helic�ptero! Para me tirar junto com Beckett daqui.
Vamos.
Ei.
Ei, me desamarre. Sou agente federal e posso ajudar.
Vamos. Se me ajudar, eu ajudo voc�.
Hein?
Quero um helic�ptero para nos tirar daqui!
E quero US$ 10 milh�es ou Beckett morre agora!
Thomas, precisamos que voc� atire agora.
Tem ele na mira?
Negativo.
Tem muito vento na trajet�ria.
Eu n�o quero saber do vento. Atire!
Vamos.
Droga.
Tem ele na mira, Thomas? Atire.
Meu Deus.
Voc� tem ele na mira?
Voc� tem ele na mira?
O qu�?
Que diabos voc� est� dizendo?
Passado � passado.
Para mim, n�o �.
Voc� arruinou minha vida.
Voc� fez o que tinha que fazer...
assim como vai fazer agora.
Thomas, voc� precisa dar esse tiro.
Droga, atire!
Eu confio em voc�.
Com quem est� falando?
Meu pai.
Certo.
Vamos encerrar isso.
Bom trabalho, Delta.
N�o t�o r�pido, South.
Acabou.
Tudo limpo. Vamos.
Obrigado.
Obrigado por fazer seu trabalho.
Na verdade, foi ela.
Nos vemos por a�, Zero.
Meu Deus.
Foi o tiro mais dif�cil que eu j� tive que dar.
Nunca duvidei de voc� nem por um segundo.
Ah, �?
Bom, eu duvidei.
- O que acha daquela cerveja agora? - �, vamos abrir umas geladas.
O ATIRADOR: O FIM DE UM ASSASSINO
Eles me disseram que voc� est� cooperando.
Oito mortes confirmadas.
Tiro de dois quil�metros de dist�ncia de uma janela do 30� andar.
E voc� me ajudou a pegar o bandido.
Bom, parece que voc� perdeu seu voo.
Eu vou me apresentar.
Lady Morte, meu nome � Zero.
Resync by DanDee
Tradu��o: Alysson Navarro
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