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Original subtitles

Tradu��o e legendas: AMAURI NOGUEIRA PRODU��ES� RIO DE JANEIRO - BRASIL

N�o.

Bem, � uma estrela cadente.

Achei que voc� faria um desejo para a estrela cadente.

- Mas eu fiz. - S� vimos uma.

Mas voc� v� um mont�o delas aqui, de noite.

Quero dizer, sempre aparece um monte delas � noite.

Voc� n�o as pode ver da cidade. � por isso que venho aqui.

Oh, n�o, n�o � isso...

- Quer dizer, voc� pode v�-las melhor daqui... - Eu sei o que voc� quer dizer, Steve.

N�o, n�o, n�o � o que est� pensando, Jane gatinha.

Meu nome � Jane. S� Jane.

Por um momento pensei que "estrela cadente" n�o fosse s� parte de sua enrola��o.

Mas n�o �, Jane ga...

Jane, nunca trouxe ningu�m aqui, antes.

Nunca?

Nunca.

Bem, posso estar louca, mas...acredito em voc�.

N�o, voc� n�o est� louca.

Rapaz, esta passou perto!

Vamos. Quero ver se posso encontr�-la.

Cale-se. Volte para dentro.

- Fique a� dentro.

Tenho certeza de que caiu bem aqui na colina.

Talvez seja como o rel�mpago. Quando voc� pensa que caiu bem perto,

na verdade caiu quil�metros adiante.

N�o, continuo achando que foi bem perto.

Ent�o, quer voltar e tentar a outra estrada?

N�o...

Desculpe-me pelos solavancos da estrada.

Tudo bem, Steve.

Ou�a, vamos voltar para a cidade e eu me desculparei.

Pedirei desculpas com um sandu�che.

- Est� bem? - Est� bem.

Steve, cuidado!

- Que foi aquilo? - Pareceu que era um velho.

Para onde � que ele foi? Ei, voc� est� bem?

Oh! Leve-me at� um m�dico!

- Qual � o problema? - N�o consigo tirar isso aqui!

- Deixe-me tentar. Talvez consiga. - N�o! Voc� n�o consegue!

Certo. Venha. Entre no carro.

- Isso, isso, entre. - Est� doendo.

Cuidado, agora.

Tome, � melhor colocar isso. Tome cuidado.

N�s o levaremos t�o r�pido quanto pudermos. Rapaz, espero que o doutor esteja em casa.

Mrs. Porter, Dr. Hallen. Estou saindo agora.

Sim, estarei de volta amanh� � noite, provavelmente mais tarde.

N�o, n�o esqueci nada.

Si-sim, ficarei bem.

Olhe, Mrs. Porter, se puder dar uma olhadinha na casa enquanto eu estiver fora...

Obrigado. Adeus.

- Vamos!

- Ei, quem � o cowboy? - N�o � nenhum cowboy. � Steve Andrews.

- mesmo? - �, � o seu carro. Ele � mesmo um safado.

- Ora, ele n�o pode fazer isso conosco.

Ei, Doutor! Tudo bem. Venha.

Cuidado com a sua m�o.

Ei, Doutor Hallen, este homem est� ferido.

Est� bem, entre.

- Pode segurar a porta?

L� dentro.

Qual � o problema?

Eu...eu n�o sei. Tem alguma coisa na m�o dele.

- O que quer dizer?

- Bem, ele atravessou na nossa frente, na estrada velha do Norte.

- Correu para voc�s?

- N�o, Doutor, n�s o pegamos fora da estrada.

Estava gritando sobre essa coisa na m�o.

Vamos dar uma olhada. Aguente um pouco, amigo.

- O que � isso que ele tem na m�o? - N�o sei, Doutor,

� alguma coisa parecida com um...bem, com uma grande bolha nos dedos, n�o?

- Calma, agora, calma...

Como poderemos ajud�-lo, se n�o nos deixa ver o que � isso?

Doutor! Est� ficando maior! Estava apenas na sua m�o, antes!

Cubra com isso aqui, por favor. Tenho de lhe dar alguma coisa.

Tenha calma, amigo. Tudo vai ficar bem.

- Aqui, Steve, voc� sabe quem � ele? - N�o?

- Tem alguma ideia de quem seja ele? - Oh, n�o, n�o.

Tudo bem, vamos com calma.

Aqui vamos n�s.

- Steve. - Sim?

Voc� poderia voltar ao lugar onde o encontrou?

Veja se pode encontrar algu�m que saiba o que aconteceu.

Certo. Certo.

- Steve? - Sim?

Poderia desligar as luzes de fora quando sair?

- N�o quero ser perturbado. - Certamente, Doutor.

O que houve?

- Parab�ns. - �? Por que?

- Ele pergunta "Por que?". - Modesto.

Mooch, r�pido, a coroa.

Ok, eu desisto.

Voc� apenas ganhou do campe�o, amigo.

Um pouquinho antes, quando voc� vinha para a cidade.

Oh.

Eu a ganhei. De qualquer maneira, obrigado, mas pode continuar com a coroa.

N�o, n�o, n�o. Espere um minuto, Steve.

Voc� n�o pode deixar de ser o campe�o desse jeito. Tem de enfrentar um desafiante.

- Quer dizer, voc�? - Eu?

Falei alguma coisa sobre uma corrida, rapazes?

Hem? Nenhuma palavra.

Tudo bem, vejam, isto pode ser uma bela brincadeira, sabem, mas preciso ir.

�...Sabemos como voc� vai.

S� n�o estamos muito seguros que voc� deveria guiar por a� t�o r�pido.

Agora prestem aten��o: N�o tenho de provar nada para ningu�m esta noite, entenderam?

Quem est� pedindo para voc� provar qualquer coisa?

Podemos ganhar desse seu carrinho de brinquedo guiando at� de r�.

Oh, � um resultado bem previs�vel.

- Est� bem.

Agora voc� est� falando s�rio, majestade.

E vamos fazer do jeitinho que voc� falou.

- O que foi que eu falei? - De r�.

- Vamos ver se consegue guiar este carrinho de brinquedo, de r�.

- At� o sinal. - Certo. Voc� diz quando.

Est� bem.

- Quando!

Eu lhes disse. Tenho de ir agora.

Steve...

Est� bem, o que est� acontecendo?

Ol�, Dave. Ei, o que est� havendo?

Parece que estou perdendo alguma coisa. O que est� acontecendo?

Estamos apenas sentados aqui, esperando o sinal.

Oh, quer dizer aquele sinal ali?

Sim.

E voc�s sabem que est�o do lado errado da estrada?

Eu n�o...

Acharia isso t�o engra�ado, se seu pai,

e se o pai de Jane soubessem que voc� foi multado por dire��o imprudente?

Est� bem, n�o ponha os nossos pais no meio disso. Nunca mais farei isso outra vez.

- Far� o que? - Hem?

Far� o que, outra vez?

O que...o que voc� achar que estou fazendo, Dave.

Como dirigir do lado errado da estrada?

Bem...sim, sim.

Ou talvez at� mesmo guiar de r�?

Ei, Dave, � uma boa ideia.

Voc� sabe que 80 ou 90 por cento dos acidentes s�o colis�es de frente-traseira?

Sabe que, na Austr�lia, eles tem avi�es...

com assentos colocados para tr�s...

pois em caso de acidentes eles podem...

sem concus...

Nada bom, n�o �?

Ok...prenda-me.

Sabe voc� estava dirig...

Por que?

O que vou fazer com voc�s, garotos? Sabem que n�o posso prend�-los.

Sem mais loucuras por a�, Dave. S�rio.

Eu...ju...eu prometo. Certo, Jane? Huh?

- Certo. - Est� vendo?

- Nada de corridas. - Nada de corridas, Dave.

- N�o, nada de loucuras. - Caiam fora daqui.

L� vem eles.

Ei, o que aconteceu?

- Sargento Bert? - N�o, n�o, n�o. Dave.

- Oh, voc�s tem sorte de n�o ser Bertsie. - �, voc� n�o est� brincando.

- Voc� n�o sabe de metade da hist�ria. - O que?

- Na �ltima noite vimos o carro de Gig estacionado em frente da casa de Nancy.

Ent�o resolvemos tir�-lo dali e escond�-lo.

Enquanto o est�vamos empurrando pelo meio da rua

apareceu o Sargento Bert.

- Mooch lhe disse que n�o consegu�amos fazer o carro pegar, entendeu?

Ele disse: "N�o me interessa. Voc�s est�o atrapalhando o tr�nsito. Tirem-no da rua".

Ent�o ele saiu do carro, veio at� n�s...

e nos ajudou a empurrar o carro de Gig.

Justo nessa hora, Gig saiu de casa...

e gritou: "Quem est� roubando meu carro?"

- Achei que Bertie arrancaria seus dentes. - Aposto que o fez.

- Se Gig n�o tivesse nos dado cobertura, estar�amos numa bela encrenca.

�, tem raz�o. Odiaria encontrar Bertie novamente hoje � noite.

Ei, o que houve entre voc� e Dave?

Ganhei um serm�o. Prometi ser um bom menino.

Sabe, Dave � uma boa pessoa. Acho que, �s vezes, n�s o incomodamos muito.

H� quase 5 cent�metros de borracha na rua da casa do Doutor.

Ei, quase que me esqueci! Tenho de fazer algo para o Doutor.

- O que? - Tenho de procurar algu�m para ele, na rodovia Norte.

- Querem vir comigo? - Oh, n�o, vamos pegar um cineminha por a�.

- A essa hora da noite? - �, sess�o da meia-noite, filmes de terror.

Ficamos sabendo de algumas mulheres desprotegidas, na plateia.

Bem, ou�am, por que voc�s... Venham, venham conosco.

Depois podem ir ao cinema. N�o vamos demorar mais de meia hora.

- Vamos! - Est� bem para mim.

- Certo, cara, mostre o caminho. - Certo.

Groverton 4771 .

5296.

Al�. O Dr. Gilpen est�?

Dr. Hallen.

Oh, sim?

N�o, nenhum recado. Obrigado. At� logo.

Al�?

Kate? Dr. Hallen. Ainda estou no consult�rio.

Algo aconteceu. Preciso de sua ajuda. N�o, voc� tem de vir aqui.

H� um homem aqui com algum tipo de parasita no bra�o.

Est� assimilando sua carne com uma rapidez espantosa.

Acho que terei de amput�-lo.

N�o, eu...eu n�o sei o que � e nem de onde veio.

Olhe ali, est� vendo?

- O que �? - Uau, n�o sei.

- Ei, o que pousou aqui? - Devemos estar chegando bem perto do local.

Ei, por que algu�m teria deixado uma lanterna aqui?

- N�o sei. - O que � isto, Steve?

- Est� quente. - Esperem.

- Uma estrela cadente? - Ei, n�s tamb�m vimos!

Uma grandona, igual a um foguete.

- Ah, �, h� uma hora atr�s. - Acha que � ela?

- N�o sei. - Deixe-me ver.

Uau, um peda�o real do c�u. Aqui, Mooch.

Quer dizer que este pedregulho esteve viajando pelo universo?

Provavelmente era t�o grande quanto a Lua, no in�cio.

N�o brinque! Deixe-me ver, Mooch.

E isso foi tudo que sobrou?

Bom � tudo que temos aqui.

Aposto que tem uma casa aqui por perto.

N�o parece uma casa, parece mais um cachorro.

- Vamos, Steve. Vamos dar uma olhada. - �, vamos.

- Ei, espere um pouco.

- A� est� a casa.

- Ei, � bonitinha. - Acha que tem algu�m?

Ol�? Ol�? Parece que n�o tem ningu�m aqui, afinal.

N�o posso ver ningu�m, s� aquele cachorro.

Oh, Steve, abra a porta e deixe-o sair.

Est� bem. Venha.

- Venha. Venha. - Venha. Venha.

- Venha, amigo. - Venha. Ohhh. Venha para fora.

- N�o parece que tenha mais algu�m a�. - Venha.

Acho que � o cachorro daquele homem.

N�o se preocupe, baby. Voc� estar� bem.

- Acha que o lugar � esse? - Seguramente que sim.

� um lugar bem sossegado. Nada de vizinhos, carros, estradas, luzes.

�, e nem cinema. Vamos, rapazes, vamos dar o fora daqui.

- Vamos, Mooch. - Acho que n�o vamos encontrar nada aqui, Steve.

N�o, n�o, acho que n�o.

Por que n�o vem com a gente para a sess�o de terror? Voc� iria gostar.

- N�o, obrigado. - Ah, voc� precisa deixar de levar tudo t�o a s�rio.

Venha viver um pouquinho. Voc� precisa, sabe?

Sim, Steve, precisa se divertir um pouco, como eu.

- Sim, certo, a sess�o de terror. - Venha.

- Vamos, rapazes! - Estamos indo.

- Steve? - Sim.

- E o cachorro? - N�o sei.

Quer dizer, n�o podemos deix�-lo aqui. Ele vai morrer de fome.

- �, tem raz�o. - N�o poder�amos lev�-lo conosco?

Certo. Acho que � o m�nimo que podemos fazer pelo velho. Vamos.

Oh, ol�, Kate. Obrigado por ter voltado.

Tudo bem. O que quer que eu fa�a?

� melhor tomar o pulso dele. Mas n�o toque no material na m�o direita dele.

Ele absorve a carne em contato com ela, como um �cido.

Doutor, onde est� ele?

O que quer dizer?

Kate, fique parada. N�o se mova.

Deve ter absorvido o velho completamente.

N�o sei o que � isto, mas deve ser destru�do antes que fique muito maior.

- Oh, Doutor, estou com medo. - Tente ficar o mais longe poss�vel disso a�.

- Kate, fique calma ! Agora, fa�a como eu disser.

Atr�s de voc�. O �cido tricloroac�tico.

- Jogue nele! - Jogar nele?

Sim, mas pelo amor de Deus, n�o deixe cair nada em suas m�os.

Doutor, nada vai deter isso.

Uma arma. Na minha sala. Tenho de ir peg�-la, Kate.

Agora, tente ficar absolutamente im�vel.

- N�o v�. N�o me deixe. - Estarei de volta logo.

Doutor, volte! Volte!

-Kate, qual � o problema?

Kate! Kate, o que �? Kate!

Kate!

Ou�am, voc�s ficam aqui, e eu vou entrar e falar com o Doutor.

- N�o parece haver algu�m aqui. - �.

Talvez ele tenha levado o velho para o Hospital. De qualquer modo, vou verificar.

Est� bem.

Vou verificar a garagem e ver se o carro do Doutor est� l�.

Oh, ok.

Steve. Steve, qual � o problema?

- Steve, diga-me o que aconteceu.

- N�o posso. - Bem, o que aconteceu?

- Foi t�o... - Steve, o que foi?

- Foi o Doutor. Isso foi... - Qual o problema com ele?

Igualzinho � coisa na m�o do velho, s� que era maior.

Ent�o estava na sua cabe�a e, em um segundo, ele desapareceu.

- Desapareceu? - Ele se foi. Ele se foi.

- Sabe, ele simplesmente desapareceu. - Steve, do que voc� est� falando?

Desculpe-me. Entre no carro, Jane.

O que vai fazer agora, Steve?

Vamos � pol�cia. Eles saber�o o que fazer.

- Poderemos mandar algu�m amanh� cedo. Certo.

- Ei, o que � isso?

N�o misture as pe�as.

Ritchie, seu velho trapaceiro. N�o sabia que voc� jogava xadrez.

� o que venho tentando lhe dizer, Dave. Voc� n�o � o �nico que pensa, por aqui.

N�o � nada. � s� um hobby, sabe?

Espere! Espere um pouco! Acho isso legal. Quem joga com voc�?

Bem, � noite, quando estou sozinho, e as coisas est�o meio devagar...

Bem, voc� tem de fazer alguma coisa.

Tem de parar com o xadrez. Vai acabar gastando sua massa cinzenta.

Acho que eu poderia jogar melhor. Voc� tem de me ensinar, Ritchie.

Est� bem, Dave. Quando quiser.

Dave, o Doutor Hallen foi morto.

- O Doutor Hallen? O que aconteceu? - Voc� precisa ir l� agora!

S� um minuto, Steve. Conte-nos o que houve.

Estou tentando lhe dizer. Aquela coisa, ela matou o Doutor.

O que foi? Sem brincadeiras, rapaz...

Bem, � uma coisa parecida com uma ma...

� um tipo de massa que vai crescendo e ficando cada vez maior.

- Vamos, Steve, n�o faz sentido. - Eu sei, eu sei.

Dave, voc� tem de ver essa coisa, para acreditar no que estou lhe dizendo.

Talvez a coisa que voc� viu fosse um...monstro?

�, talvez sim. Eu n�o sei.

Espere, Jim. Agora, o que foi, Steve?

H� pouco, estava dirigindo de marcha-a-r� e agora, monstros.

Olhe, ele n�o est� inventando nada, Dave. Honestamente.

Dave, n�o estou brincando. Venha at� o consult�rio do Doutor e veja voc� mesmo.

Voc� � louco se for at� l�. N�o est� vendo que � uma brincadeira?

Ele diz que o Doutor Hallen est� morto, Jim. Temos de ir l� verificar.

Vamos. Ritchie, voc� cuida da delegacia.

Dave, escute...

Milharal do leste, Q. G. Cidade Baixa.

Cidade Baixa, Q. G. Milharal do leste.

Rainha para Rei-2.

Confirmando? Rainha para Rei-2?

Positivo.

Rei-9 para Rei branco-5.

Droga!

"Este consult�rio estar� fechado o s�bado todo. Dr. Hallen."

- Espere um pouco. - Qual � o problema?

A coisa deve estar a� dentro esperando por voc�.

- Temos de dar uma chance para ela, n�o? - N�o estou brincando.

Dr. Hallen?

Dr. Hallen?

Hum. Parece que houve um curto-circuito aqui.

Trouxe sua lanterna?

Tudo parece em ordem.

Ali. Acho que foi neste quarto que eu o vi.

- Est� trancado. - Verei se encontro uma chave que sirva.

N�o, a chave est� aqui. Foi trancada por dentro.

Ol�, quem est� a�?

� melhor sair e ver se a janela est� destrancada.

Se n�o, quebre o vidro, entre e destranque a porta.

- Est� bem. - Voc� n�o vai deix�-lo fazer isso.

N�o se preocupe, Steve. O sargento Bert sabe cuidar de si mesmo.

E essa � a �nica maneira de se esclarecer isto tudo.

- Vou ver se encontro a caixa de fus�veis. - Ok.

Steve, estou pensando onde o cachorrinho possa estar.

�...

O que acha que aconteceu com ele?

N�o sei.

Bem melhor assim.

Deve ter sido isso que queimou o fus�vel.

Jim?

Espere at� ver essa confus�o!

E isso aqui, Steve?

N�o sei, Dave. Mas sei que vi o Doutor.

Est� bem, rapaz, deixe de encena��o. O que aconteceu realmente aqui?

- N�o sei. - De repente deu um branco na sua mente?

- N�o. - Steve, tem certeza de que foi este o quarto?

Sim, tenho certeza.

Isto foi disparado.

Mas n�o vi nenhuma marca de bala em nenhum lugar.

Deixe-me dizer o que aconteceu, garoto.

Voc�, e mais quem quer seja, acharam que poderiam fazer uma brincadeira com a pol�cia.

- Ent�o vieram aqui, fizeram essa confus�o toda... - Espere, Jim.

Os garotos n�o poderiam ter feito isto. Voc� mesmo viu.

A janela estava fechada por dentro, e a porta tamb�m.

Fizeram isso com cord�es. � parte do plano deles para nos fazer de tolos.

Eu acho que o senhor j� est� fazendo isso sozinho, sargento.

Steve, havia mais algu�m com voc�?

N�o.

E quando eu parei voc� na rua Morgan?

Aqueles rapazes n�o tem nada a ver com isto.

- Quem eram eles? - Por que? Eram Tony e Mooch.

Eles? Bem, a� est� sua resposta!

Eles s�o justamente o tipo de garotos que fariam uma brincadeira dessas.

- Mas dessa vez eles foram muito longe. - O que est� acontecendo aqui?

- O que est� fazendo aqui, sra. Porter?

Espere s� at� o Doutor voltar e ver isso!

- Voltar de onde? - Tenente, isso foi um assalto?

Ainda n�o sabemos. Onde est� o Dr. Hallen?

Johnsonville, em uma conven��o m�dica.

Sabe, eu disse a ele que isso iria acontecer um dia desses...

Tamb�m, do jeito que ele deixa tudo aberto.

Mas tamb�m foi minha culpa. Ele me pediu para ficar de olho na casa.

Isso n�o � verdade, Dave. Ele nunca saiu daqui.

Acho que ainda n�o tive o prazer.

Este � Steve Andrews, sra. Porter.

Parece que ele acha que o Doutor se envolveu em alguma confus�o essa noite.

N�o, senhor! O Doutor n�o sabe nada disso aqui.

Ele me telefonou antes de sair.

Ele n�o foi. Olhe, Dave, aposto que o carro dele ainda est� na garagem.

Pode ser. O doutor �s vezes ia de carona com algu�m.

Dr. Gilpen, de Grovertown.

- Jim, telefone para o Dr. Gilpen. - Certo.

- Ele n�o deve estar em casa. - S� para verificar.

Sra. Porter, ouviu algum tiro esta noite?

Claro que ouvi! Esta noite e todas as outras.

As pessoas do andar de baixo ficam assistindo aqueles filmes na televis�o,

sempre tem tiroteios ou gritaria.

Quem quer que seja o ladr�o, n�o deveria roubar um lugar como este.

Sinto-me p�ssima.

Espere, sra. Porter, n�o quero que nada disto seja mexido.

Bem, n�o quero que o Doutor chegue amanh� e encontre tudo assim.

-J� � ruim o bastante a janela quebrada e tudo mais. -Mas, sra. Porter...

Rapazes, voc�s tem o seu servi�o para fazer, e eu tenho o meu.

H� um criminoso vagando l� fora, t�o livre como um p�ssaro.

V�o peg�-lo. Deixem-me limpar aqui.

Sra. Porter, n�o est� entendendo.

N�s podemos querer checar algumas impress�es por aqui, depois.

O Dr. Gilpen est� a caminho de Johnsonville.

Ele deu carona para o Dr. Hallen?

Falei com a Sra. Gilpen, e ela disse que o Dr. Hallen telefonou por volta de 11:00,

logo ap�s seu marido ter sa�do, mas ela achava que eles estavam indo juntos.

- Onde podemos ach�-los em Johnsonville? - N�o sei, n�o perguntei isso.

Hotel St. John. � onde o Doutor normalmente fica.

Bem, eles devem chegar l� daqui a algumas horas.

Vamos deixar uma mensagem para que ele nos ligue quando chegar l�.

N�o posso limpar entre as digitais?

Amanh�. Vamos, garotos.

Dave, isso est� tudo errado.

Est� bem, garoto, o show j� acabou. Foi tudo muito bonitinho, mas desta vez n�o funcionou.

Esse neg�cio da porta trancada realmente o pegou.

Se nada aconteceu, como voc� diz, aonde est� o Doutor?

E aonde est� o velho? E aonde est� o monstro enorme e horr�vel?

N�o sei.

D�-me aquele martelinho, sim?

- Por que n�o termina amanh�? - N�o sei se estarei aqui.

Estarei em uma ca�ada.

N�o sabia que voc� era um ca�ador.

Nem eu.

Temos uma pequena cabana na floresta, os rapazes e eu.

E estou lhe dizendo, Marty, que iremos para l� neste fim de semana

e vamos fazer tanto barulho, ficar t�o sujos e b�bados...

Nem eu queria estar l� para ver.

Ei, por que n�o vem conosco? Far� muito bem para voc�.

Oh, n�o acho que Marta concordaria com isso.

Voc� tem de contar tudo para sua mulher? Diga-lhe que...seu tio morreu.

Diga-lhe que voc� vai porque, quando voltar, estar� gostando muito mais dela.

Boa noite.

Rapaz, estou t�o cansado de ficar olhando as tripas desse carros de segunda m�o...

Eu poderia cuspir graxa.

Sabe, Marty, se eu n�o descansar pelo menos um pouquinho, acho que explodiria.

- Quando eu voltar na segunda-feira,

se o sr.Johnson fizer alguma gracinha...

s� uma...sabe o que vou fazer com ele, Marty?

Ei, Marty!

- Olhe, continue me falando de um monstro.

- Tudo o que quero � esclarecer essa coisa. - Est� bem, eu concordo.

- Mas ainda n�o entendo por que teve de chamar nossos pais. - Dave, � para voc�.

- O que mais posso fazer? - Pode nos dar uma chance de descobrir o que aconteceu.

Voc� sabe que n�o inventamos sobre a casa do Doutor. H� quanto tempo me conhece?

Est� bem, acredito em voc�s! Mas continuo achando que n�o est�o me contando tudo.

- Al�? Sim.

Muito bem, mocinha, quer me dizer o que estavam fazendo esta noite?

- Papai, est� tudo bem. - Oh, sim, tudo certinho.

Sempre venho at� a delegacia buscar minha filha.

N�o percebe o que isto pode trazer para mim?

- Pela manh�, toda a cidade vai ficar sabendo.

Est�vamos apenas tentando alertar o povo.

Al�m de tudo, sou o Diretor da Escola.

Jovem, esta foi a �ltima vez que saiu com a minha filha!

Steve n�o fez nada errado!

Sr. Andrews, pode fazer alguma coisa para deix�-os fora disso? Eu n�o posso.

Acalme-se, sr. Martin. Vamos esclarecer tudo. Ol�, filho.

- Papai, vi uma coisa terr�vel esta noite. - E ningu�m acredita em n�s.

Sr. Martin, Sr. Andrews,

aparentemente, o consult�rio do Dr. Hallen foi depredado por v�ndalos esta noite.

E Steve e Jane parecem saber alguma coisa.

V�ndalos? Minha filha?

Voc� n�o acha que nossos garotos tem algo a ver com isso, n�o �?

Tudo que sei � que eles nos disseram que aconteceu alguma coisa na casa do Doutor.

N�o estamos acusando ningu�m do que encontramos.

N�o podemos saber mais antes de falarmos com o Dr. Hallen em Johnsonville.

Papai, n�o houve nenhum vandalismo! O Dr. Hallen est� morto,

e foi morto por algum tipo de monstro.

Eu sei, porque eu vi tudo, papai.

Tenente, quero que saiba que Steve n�o tem o costume de contar mentiras.

Se ele diz que n�o foi vandalismo, pode ter certeza de que � verdade.

Voc� tamb�m viu esta coisa, Jane?

Bem...

N�o, n�o exatamente.

Bem, amigos, saberemos mais detalhes amanh� cedo, quando falarmos com Johnsonvile.

Acho que o melhor para n�s todos agora � irmos para casa e dormir um pouco.

Acho que � uma boa ideia, filho. Poderemos conversar em casa.

Certo, papai.

Saia de casa o mais r�pido que puder. Estarei esperando.

Talvez Bertie tenha raz�o.

Talvez isso seja s� uma brincadeira, como aquela que os estudantes fizeram o ano passado.

Lembra-se como eles colocaram aquele cal��o de banho na est�tua do General Hayes?

N�o acho que isso seja uma brincadeira.

Por que n�o deteve os garotos, ent�o?

Por que criar uma confus�o enorme hoje � noite, se podemos esclarecer tudo amanh�?

Rapaz, se fosse Bertie, ele os teria dependurado pelos polegares.

- Talvez...

Delegacia de Pol�cia.

Espere. � Bertie.

- Al�? - Dave?

- Sim. - Algumas pessoas acham que ouviram tiros, mas n�o tem certeza.

- Certo, Jim. O consult�rio do Doutor est� trancado? - Est�.

- Verifique l� de novo, ent�o. - Certo.

Arrancaremos a verdade desses garotos nem que leve a noite toda.

- Mandei os garotos para casa. - Para casa? Ficou doido?

Jim, podemos cuidar de tudo amanh�.

Sim, senhor. Isto � tudo?

Sim, � tudo.

Bertie faz alguma ideia do que est� acontecendo?

N�o me importo com as ideias de Bertie!

Ele age como se ainda estiv�ssemos lutando na guerra.

S� por que algum garoto bateu na sua mulher no ped�gio,

n�o � crime ter 17 anos!

Ok, n�o sei o que os garotos fizeram aqui esta noite,

mas n�o vou coloc�-los numa cela, como um par de vagabundos.

Resolveremos este quebra-cabe�as pela manh�.

Enquanto isso, pelo menos sabemos onde eles est�o.

- Ei, aonde est� indo? - Oh, shhh, Danny.

- Shhh. - Onde est� indo?

Tenho uma coisa muito importante para fazer, Danny, mas tem de ser em segredo.

N�o vou contar para ningu�m. Irei com voc�s.

N�o, querido, tenho de fazer isso sozinha.

- Voc� voltar� logo? - N�o sei.

N�o est� com medo de sair sozinha?

Sim, acho que sim, Danny.

Eu n�o tenho medo. Eu protegerei voc�.

Oh, n�o, Danny. Voc� tem um trabalho mais importante para fazer.

Tem de ficar aqui e proteger papai e mam�e.

Oh, eles n�o precisam de prote��o.

Oh, ou�a, Danny, v� para sua caminha.

Olhe, se for para a cama, prometo que lhe trarei um c�ozinho, s� para voc�.

Um cachorro! Verdade?

Verdade. De cora��o.

- Rapaz! - Agora v� para a cama.

- Qual � o nome dele? - Oh, qualquer nome que voc� quiser, Danny.

Posso cham�-lo de William?

Oh, � um lindo nome, Danny. Agora � melhor ir para a cama.

- V�. - Oh, eu n�o gosto de William.

V� para a cama, querido.

Steve? Steve?

- Ele j� est� dormindo? - Sim.

Acha que ele fez alguma coisa errada?

N�o sei. Acho que n�o.

Os policiais tamb�m n�o, ou n�o o deixariam vir para casa.

Senti que estava escondendo alguma coisa de n�s.

Parecia que ele estava com mais vontade de falar l� na Delegacia.

Acho que amanh� poderemos conversar e esclarecer tudo.

Talvez, ap�s uma boa noite de sono.

Sim. Boa noite.

Boa noite, querida.

Que susto voc� me deu! O que voc� est� fazendo aqui?

Jane, eu lhe disse para esperar l�.

Meus pais foram dormir, ent�o achei que deveria vir at� aqui.

Est� bem. Vamos para o outro lado.

- Steve? - Hem?

Oh, desculpe-me.

- Pelo menos posso agradecer voc� por ter vindo aqui agora. - N�o precisa.

Acho que nunca precisei conversar tanto com algu�m como estou precisando agora.

Bom, estamos juntos nisso, n�o �, Steve?

Sabe, queria que n�s...

Devo estar fazendo alguma confus�o.

Sei que vimos o velho, sei que o levamos at� o Doutor...

e sei que o Doutor nos mandou sair e procurar descobrir o que estava acontecendo.

E sei que o velho tinha alguma coisa grudada na sua m�o,

algo que ele n�o podia tirar, algo que crescia cada vez mais.

Eu tamb�m vi.

E ent�o eu...eu acho que vi o Doutor.

Ele estava em p� perto da janela, e ele...

ele estava tentando sair...

e aquela coisa ficou sobre ele...

e ent�o...ele simplesmente se dissolveu enquanto eu estava parado ali.

Acho que foi isso que vi.

Acredito que voc� tenha visto.

Sabe, muitas pessoas em plena consci�ncia pensaram ter visto coisas que n�o existiam...

Sabe, coisas como discos voadores.

A luz estava certa, o �ngulo de vis�o e a imagina��o...

Se o que realmente aconteceu foi isto, esta � apenas uma noite comum.

Ent�o vamos dormir agora, e, quando acordarmos amanh�,

o sol estar� brilhando, do mesmo jeito que estava ontem.

O velho e bom ontem...

Steve, voc� acredita que viu tudo aquilo, n�o �?

N�o sei. Eu...eu...

Isso n�o � verdade, Steve.

Bem, pode ser que agora voc� n�o queira acreditar.

Talvez voc� gostaria de dizer a voc� mesmo que n�o aconteceu nada.

Mas, Steve, voc� n�o � o tipo de pessoa que viraria as costas...

para alguma coisa que sabe que � verdade.

N�o sei.

Bem, agora mesmo voc� foi ver o que aconteceu com o Dr. Hallen.

Como sabe disso?

Porque conhe�o voc�.

Ok. O que vamos fazer agora?

Como poderemos proteger pessoas de alguma coisa em que n�o acreditam?

Bom, voc� pode tentar e esperar achar

algum tipo de prova que os conven�a.

Ok.

N�o gosto muito disso,

mas acho que a �nica maneira � sair e procurar.

Vou pegar o carro.

- Tem certeza de que quer vir comigo? - Tenho.

N�o acho que tenhamos muita chance...

andando por a� no meio da noite, tentando encontrar alguma coisa...

que, se encontrarmos, pode nos matar.

Se pelo menos pud�ssemos encontrar algu�m para nos ajudar.

Quem?

Seus amigos,Tony, Mooch e Al.

Ei, sabe...vale a pena tentar.

"Sim, estou aqui,"

"o dem�nio que vai possuir a sua alma."

"Espere um pouco. Estou chegando at� voc�."

"Tenho tanto para mostrar."

Tony, escute, quero falar com voc� l� fora.

Ei, o que h�? Achei que n�o gostassem de filmes de terror.

� muito importante. L� fora.

- Ei, o que h�? - Shhh.

Explico l� fora. � importante.

Voc�s perderam a maior parte do filme. N�o v�o conseguir o dinheiro de volta.

Nenhum de n�s, a menos que algu�m fique quieto.

Voc�s tem de vir conosco. N�o h� mais ningu�m que possa nos ajudar.

- Ok, garotos, fiquem quietos. - Venham!

O que? Largar o filme?

Vamos embora. Voc�s tamb�m v�o?

Eu n�o. Fa�o parte dessa cadeira, e n�o posso me mover.

Pare, Mooch !

Est� bem, Steve, j� nos fez perder 80 centavos. Qual � o problema?

�, qual � o neg�cio?

Qual � a grande ideia, Steve?

Voces acreditariam se eu dissesse que havia alguma coisa dentro daquela rocha que encontramos,

alguma coisa que poderia exterminar a cidade toda?

Ei, parem com isso! Continue, Steve.

Eu vi essa coisa matar o Dr. Hallen hoje � noite.

Matar o Dr. Hallen?

- Isso mesmo. - Bem, o que �?

N�o sei. Mas uma coisa � certa,

se pode matar o Dr. Hallen, pode matar qualquer um.

O que quer que fa�amos, Steve?

Vamos encontrar essa coisa, e fazer o povo acreditar em n�s.

Vamos tentar Johnsonville outra vez, Ritchie.

- Ok. - Vi uma coisa estranha.

O que quer dizer?

Quando estava voltando, vi o sr. Connors, que estava saindo daquele bar...

no pr�dio que ele tem na Rua Dois.

Ele deu uma paradinha l�, e de repente n�o havia ningu�m.

A coisa mais estranha que j� vi.

A TV estava ligada. A caixa registradora estava com todo o dinheiro nela.

Ningu�m l�. Nem o balconista, ningu�m.

Darei uma olhada l�, quando for para casa.

Esque�a. O lugar est� fechado agora.

Por que n�o vai para casa e dorme um pouco?

N�o pode fazer o nosso turno e o seu tamb�m, sabe?

�, eu sei. Gostaria de saber aonde est�o aqueles doutores.

-Conseguiu algo, Ritchie? -Nada, n�o est�o l�.

Quer que ligue para outros hot�is?

H� um punhado deles daqui at� Johnsonville.

N�o. Voc� tem raz�o. Acho que n�o h� nada aqui que n�o possa esperar at� amanh� cedo.

Bom, vejo voc�s amanh�, rapazes.

- Boa noite. - Boa noite.

Ol�, ol�, rapazes! Entrem!

Chegaram bem na hora!

- Viemos aqui para alert�-los. - Hem? Como?

-Viemos aqui s� para alert�-los... -Oh, um alerta!

Tudo bem. N�o sabia que estavam preocupados.

Ei, amigos!

Quero que conhe�am Paul Revere,

e esta � a sra. Revere.

Vieram nos prevenir sobre alguma coisa muito importante.

Os Ingleses est�o chegando!

Desculpe-me.

N�s s�...s� estamos procurando um monstro.

Monstros? Voc�s deviam conversar com aquele cara da Rua Dois.

Cara, n�o sei o que est�o servindo l�, mas deve ser muito bom.

Ou�a, estamos tentando lhe prevenir. N�o queremos beber nada.

Olhem, tenho monstros aqui o tempo todo, ent�o v�o embora.

De qualquer modo, n�o servimos crian�as.

Aonde ele est�?

Ali, na porta do armaz�m de seu pai.

- Venha. Venha. - Venha. Ei!

Engra�ado. A porta n�o est� trancada.

Acha que ficou aberta a noite toda?

N�o sei, � sexta feira.

O armaz�m fecha �s dez, e ent�o o sr. Weinermeyer limpa tudo...

e recolhe os carrinhos.

Ele fica trabalhando por algum tempo antes de trancar tudo,

mas tenho certeza de que nunca tenha ficado at� t�o tarde, n�o...

Ei, sr. Weinermeyer ?

Ei, sr. Weinermeyer, onde est� o senhor?

Vou acender as luzes.

- Steve, o que foi?

N�o sei.

A vassoura e o material que o sr. Weinermeyer usa para a limpeza.

Est� espalhado por todo o corredor.

O que aconteceu? Jane!

Fique aqui. Voc� est� bem?

Estou.

Steve!

Oh, Steve, nossos pais!

Eles pensam que estamos em casa, seguros, dormindo tranquilamente.

- Steve, � o cachorrinho!

Escute! Tudo vai ficar bem! Est� me ouvindo? Agora...

Tudo vai ficar bem.

- N�o sei se conseguiremos deter essa coisa.

- O cachorro, Steve. - Tenha calma, Jane.

- Oh, Steve, o cachorrinho! - N�o chore, Jane.

N�o podemos fazer nada.

Jane, coloque isto. Tudo ficar� bem.

Oh, Steve, o que faremos?

N�o sei. Aquela coisa, provavelmente, n�o est� muito longe.

Temos de sair daqui antes que ela volte.

Agora, vamos. Tudo bem?

- L� est�o eles! Ei, onde voc�s estavam? - Ei, a coisa est� l� dentro!

- Est� brincando! - Gostaria de estar. Ela est� l� dentro.

- Pegou o cachorrinho. - Oh, quer dizer o cachorro do velho.

- Acabamos de v�-lo correndo rua abaixo. - Oh, Steve!

- Que faremos agora? - Vamos chamar a pol�cia. Eles querem provas.

H� um telefone na esquina!

- V� em frente!

- Fale com eles, Tony. - Eu? Por que eu?

Acham que estou em casa, dormindo. Se acharem que sou eu, nunca acreditar�o em n�s.

�, tome uma moeda. Vamos. Vamos.

- Ei, o que vou dizer? - Pe�a para chamar Dave.

E fale francamente com ele. Diga-lhe para vir at� o armaz�m, e r�pido.

Diga-lhe para trazer toda arma que existir na delegacia.

Al�. Delegacia de Pol�cia.

�...Quem fala?

Arthur quem?

Ser� que todo garoto dessa cidade est� metido nisso?

N�o sei quem � voc�, mas vai come�ar a desejar nunca ter pensado nessas coisas.

Al�? Al�?

Grande coisa! Gostaria de pegar aquela moeda e...

- Foi Bert que atendeu? - Foi.

Tudo bem, tentamos fazer da maneira correta, agora vamos acordar esta cidade do nosso jeito.

- �, �, mas como? - �, como?

De qualquer modo que pudermos imaginar.

Precisamos parar de agir como bab�s e come�ar a agir como policiais.

- Somente garotos, Jim. - Somente garotos?

� a hist�ria mais louca que j� ouvi.

Todo criminoso do mundo j� foi garoto um dia. O que isso prova?

Sabe o que acho? Acho que est�o fazendo isso para me amolar.

- Voc�? - �.

Ouviram falar da minha condecora��o de guerra e isso os incomoda.

Est�o tentando me derrubar, descobrir o que me afeta.

Tudo que puderem tentar, eles tentar�o.

N�o penso assim, Jim.

- O que... - Parece at� a v�spera de ano novo.

Al�?

Tamb�m n�o sei... Senhora?

- Delegacia de Pol�cia.

Desse jeito v�o acordar a cidade toda.

O que est� acontecendo aqui? � um ataque a�reo!

Vamos juntos rapazes.

Oh, provavelmente � s�... N�o, talvez seja de verdade.

N�o � um exerc�cio. Onde est� meu capacete da Defesa Civil?

Onde est�? Est� aqui.

Aqui vamos n�s.

- Fogo. - Fogo?

Isso nunca aconteceu antes. O que � que vou vestir?

Henry, Danny sumiu!

O que?

E Jane tamb�m!

- Acalme-se, Elizabeth. - Olhei nos quartos. Os dois sumiram!

- Tem certeza? - Tenho! Tenho!

Talvez estejam aqui em baixo.

Danny est� aqui.

Danny!

O que est� fazendo aqui?

Estou protegendo voc�s.

Nos protegendo?

Nos protegendo contra o que, querido?

N�o sei.

Ser� que todo mundo nesta cidade enlouqueceu?

Danny, sabe onde est� a Jane?

Ela saiu.

Vou resolver tudo isso agora mesmo.

- Vamos, Elizabeth.

Ei, o que est� acontecendo aqui?

Qual � o problema?

Tudo bem, agora, desliguem as sir... Desliguem as sirenes!

Est� bem, parem com esse barulho, j�!

Ou�am-me...ou�am-me! Prestem aten��o, todos!

Essa cidade est� em perigo. V�rias pessoas j� foram mortas.

Tivemos que fazer essa barulheira para que pud�ssemos alertar voc�s.

Estamos em perigo, cad� a pol�cia?

Voc� de novo! Rapaz, dessa vez, voc� realmente est� com problemas!

Sargento, ou�a-me...D�-me uma chance para falar com eles, s� isso.

N�o sei que tipo de brincadeira est� fazendo,

Mas o que quer que seja, tem de parar agora mesmo!

Dave est� chegando.

O que est� acontecendo aqui, Jim? Steve!

Dave, fa�a com que me escutem! Existe mesmo um monstro!

N�s o vimos de novo, no armaz�m de papai. Dave, est� muito maior agora.

Sua hist�ria � que est� maior agora, garoto.

Dave, olhe para mim! Pare�o ser algu�m que esteja brincando?

Estou rindo... ou pare�o estar apavorado?

- O que vai fazer? - Ele est� falando a verdade.

Oh, espere um minuto! Uma coisa � fazer com que voc� pare�a um tolo,

mas outra coisa � fazer de tolos a pol�cia e a cidade inteira.

- Ele est� certo, tenente. - Voc� j� se enganou antes.

Talvez sim! Mas j� que estou no comando aqui,

vou conduzir isso do jeito que acho que devo.

E seu trabalho agora � me ajudar a restaurar a ordem aqui.

Sim, senhor.

Aten��o, todos, fiquem quietos um minuto!

Quietos, por favor!

Ou�am, isto � uma emerg�ncia,

e pode afetar cada um de n�s.

Isso � tudo que posso lhes dizer agora.

Estamos tentando manter as coisas sob controle.

E para fazer isso, temos de evacuar essa �rea, imediatamente.

Ent�o, por favor, v�o para suas casas e fiquem l�.

Manteremos contato com voc�s atrav�s do r�dio.

Agora, saiam cuidadosamente com os seus carros, desta �rea.

V�o para casa com muito cuidado.

Mantenham a calma. Tudo ficar� bem.

- Posso fazer algo para ajudar? - Tenente, o que est� havendo?

Pergunte para sua filha, sr. Martin. Ela pode lhe dizer bem mais do que eu.

- Phil, seus rapazes podem limpar a �rea? - Certamente.

- Voc�s tem algumas armas? - Algumas.

- Pegue-as. - Diga-me, Dave, o que � essa coisa?

N�o sei, mas se estiver no mercado, todos saberemos daqui a pouco.

"Agora todas as imagens de terror,"

"os dem�nios de sua mente, est�o assombrando voc�, para destru�-lo."

Phil, pode mover o caminh�o at� perto da porta...

e iluminar dentro do mercado?

- Certamente, Dave. - �timo.

O que...

Ei, quem est� l� dentro?

Hem?

N�o h� ningu�m, s� n�s, monstros.

Dave, l� no cinema!

N�o entre, Jim. N�o vai ser nada bom.

� a coisa mais horr�vel que j� vi na minha vida.

- Mas o que ele �? - Vamos, temos de evacuar esta �rea.

Tudo bem, parem!

Parem, todos!

A� vem ele!

Danny !

N�o, Danny, espere!

O que h�? O que est� acontecendo l� fora?

Oh, quase consegui.

N�o, Danny ! Danny, n�o podemos ficar aqui. Venha comigo, Danny.

Ou�a, � muito tarde. Vamos ver se conseguimos sair pelos fundos.

Espere um pouco! O que � isso?

- O que est� acontecendo? - Est� em cima de n�s.

- O que voc� quer dizer? Qual � o problema? - Fique calmo!

Jim, chame a companhia telef�nica. Fa�a com que eles o liguem com o restaurante, r�pido.

N�o vou ficar aqui!

N�o, espere! Se abrir aquela porta, a coisa entrar�!

- Voc� quer morrer? - O que acha que vai acontecer?

- Al�? - Steve?

- Ou�a, a coisa est� toda em cima de n�s!

N�o acho que possa ser destru�da, Steve,

- mas vamos tentar mais uma coisa. - Ok.

- Todo mundo est� bem? - Sim, mas n�o por muito tempo.

Podemos dar uma descarga el�trica nele, entendeu?

Deve haver bastante corrente naquela linha, para fritar a coisa como uma batata.

�, fa�a todos descerem para o por�o.

N�s atiraremos em um minuto, Steve.

Para o por�o!

Ok.

Jim, aqui est� o rifle.

- Pegue o telefone, Ritchie. - Est� bem.

Dave, esta coisa far� o truque. Est� tudo preparado.

Tente n�o errar, Jim.

Ok, vamos com as luzes!

- 15 segundos.

Tudo quieto agora. Acho que a parte de cima das escadas est� livre.

Bom. Fique de olho nesse telefone, Ritchie.

Ok, Jim.

N�o funcionou.

Por que n�o faz alguma coisa? Fa�a algo!

O restaurante est� pegando fogo.

Podemos tir�-los de l�?

Alguma sugest�o de como?

De qualquer forma, n�o h� oxig�nio bastante l� para manter o fogo por mais de 10 minutos.

Alguma coisa est� queimando.

- Ou�a, existe algum outro jeito de sair daqui? - As janelas.

Ei, fique calmo agora.

- N�o estou com medo. - Sei que n�o est�.

Ei, escute, Jane...

Tudo ficar� bem.

Querido, deite-se e tente dormir.

Tudo acabar� bem, Danny.

Ei, l� est� o fogo! Vou apag�-lo!

Espere um minuto...

CO2 ! � isso! � o frio!

Foi por isso que ele n�o pode entrar na geladeira. N�o pode ficar no frio.

- Tem mais algum desses? - N�o.

A coisa est� fugindo. O telefone. Ei, Dave !

Ei, Dave! Ei, Da... H� algu�m no telefone?

Ei, Dave! Dave, pode me ouvir?

CO2!

Dave!

- O que foi que ele disse? - Al, o que h�?

Shhh. Quietos.

CO2?

Phil! Phil, voc� tem extintores de CO2?

S� alguns.

Bem, traga os de CO2 aqui e os dirija para as janelas do por�o.

- O que? - Apenas fa�a isso, Phil !

E procure naqueles pr�dios, por extintores, mas somente os de CO2.

- Traga todos que puder encontrar. - Est� bem. Ok.

Ei, talvez possamos ajudar. Vamos levar alguns rapazes conosco.

- Tenente, sei onde existem 20 extintores. - �timo. Aonde?

- Na Escola. Quem pode ir comigo? - N�s aqui, Sr. Martin.

Bem, o que est�o esperando ? Vamos logo.

Ok, vamos. Entre aqui, sr. Martin.

A coisa est� fugindo!

Ei, Dave! Dave?

Dave, extintores de inc�ndio de CO2!

Dave, pode me ouvir? CO2!

- Ok, venha.

- Oh, est� trancada. - Claro que est� trancada.

- Aqui est� o sr. Martin. - Aqui est� o diretor.

S� pudemos encontrar quatro ou cinco dessas coisas, Dave.

- De quantos vai precisar? - Muito mais do que isso.

- Continue procurando. � tudo que podemos fazer.

Dave, o Coronel Spaulding me colocou em contato com Washington.

No in�cio pensaram que eu estivesse louco, mas est�o localizando algu�m agora.

Ei, aqui est�o os rapazes!

Nossa 'muni��o' est� terminando, n�o poderemos fazer muito mais em termos de refrigera��o.

Acho que temos tudo sob controle agora, mas n�o poderemos descansar enquanto essa coisa n�o estiver congelada.

Agora...

N�o, � muito grande para isso, e � imposs�vel cort�-la.

N�o, senhor, uma bomba iria espalhar isso por todo o pa�s.

Olhe, essa coisa matou 40 a 50 pessoas esta noite.

Em poucas horas teremos o sol sobre n�s.

Acho que voc�s deveriam nos mandar o maior avi�o de transporte que tiverem...

e levarem essa coisa para o �rtico ou para algum outro lugar aonde ela nunca descongele.

Oh, papai! Oh, papai!

Deixe-me v�-lo, filho. Deixe-me ver meu menino.

- Belo trabalho, Steve. Voc� est� bem? - Sim, estou.

Dave, ou�a, eu queria...

Bem, queria agradecer voc� por nos ter tirado de l�.

Sabe, por um momento achei que n�o conseguir�amos.

- Ent�o fomos dois. - O que v�o fazer com aquela coisa, Dave?

Bem, a For�a A�rea est� nos mandando um Globemaster. Eles a levar�o para o �rtico.

N�o est� morta, n�o �?

N�o, n�o est�.

S� congelada. N�o acho que possa ser morta.

Mas pelo menos n�s a detivemos.

�, pelo menos enquanto o �rtico permanecer congelado.

F I M

Distribui��o: AMAURI NOGUEIRA PRODU��ES� RIO DE JANEIRO - BRASIL

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