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ANTERIORMENTE...
� a Srta. Scarlet. Ela desapareceu.
- Lamento dizer que ele faleceu. - J� o vi antes.
S�o as falsifica��es mais perfeitas que j� vi.
Nathaniel!
� prov�vel que esses homens tenham matado seu pai.
Ficava dizendo: "Ele est� vindo atr�s de mim".
Um jamaicano conhecido como Moses.
SR. HENRY SCARLET DETETIVE PARTICULAR
Eu n�o vou beber isso.
N�o a machuque, eu imploro.
Voc� ir� para o inferno por isso.
Barry_Allan apresenta:
Legenda: Barry_Allan
Revis�o: Barry_Allan
Miss Scarlet And The Duke - S01E06- "O Caso de Henry Scarlet"
Explique-se, homem.
N�o sei o que aconteceu, Senhor, eu lamento.
Lamenta nossa testemunha estar morta
ou lamenta a culpa ser sua?
Em um minuto, eu vigiava o quarto dele no hospital,
tomando um ch�
Tomou uma x�cara de ch� enquanto estava de servi�o?
Em seguida, acordei no ch�o,
a x�cara e o pires quebrados ao meu lado
e uma perna escaldada.
N�o dou a m�nima para a sua perna!
Nathaniel Caine est� morto!
- Sim, Senhor. - Quem lhe deu esse ch�?
Uma enfermeira, Mary.
Ela quem limpou minha perna.
Se mencionar sua perna de novo, vou arrancar sua cabe�a!
Saia.
Acho que ele diz a verdade, Duke.
Havia vest�gios de l�udano no ch�.
Encontre essa Mary e a interrogue.
J� fizemos isso.
Ela � s� uma enfermeira com um baita traseiro.
Ela fez o ch� dele e o deixou de lado,
qualquer um poderia ter mexido.
- � uma ala agitada. - Temos uma pista a seguir:
o jamaicano. Encontre-o.
N�o deve deixar ningu�m entrar ou sair
e de forma alguma devem comer ou beber qualquer coisa.
Entenderam o que eu disse?
E n�o deixem Srta. Scarlet distra�-los,
ela pode parecer uma mulher indefesa,
mas marquem minhas palavras, ela enrolar� voc�s.
Sim, Senhor.
Encontramos Nathaniel Caine morto esta manh�,
algu�m o atacou no hospital.
Mas � claro que voc� j� sabe disso.
Eu poderia ter ouvido os guardas conversando l� fora.
Ouviu daqui de dentro?
Quando levei ch� para eles.
Voc� levou ch� para eles l� fora?
E bolo.
Eu disse especificamente que n�o deveria sair de casa.
N�o entende o perigo em que est�?
E voc� est� certo, William, voc� est� certo.
Desculpe.
Agora venha e sente-se voc� deve estar exausto.
N�o finja que voc� se importa.
- Ainda estou bravo com voc�. - Sei que est�.
Mas venha e sente-se de qualquer maneira.
- Como est� sua m�o? - Dolorosa.
Agora me conte mais sobre o caso.
Bem, esta � a maior opera��o de falsifica��o
que a Scotland Yard j� viu.
Achamos que as letras de c�mbio encontradas
equivalem a algo em torno de �70 mil.
Avisamos todos os grandes bancos de Londres,
mas os bandidos estavam adiantados.
J� haviam sacado as letras de c�mbio restantes
e escaparam com muito ouro.
Mas o grande tamanho de suas retiradas significa
que conseguimos identificar em quais bancos tinham contas.
Os gerentes podem descrever os homens, j� � algo.
E o fato de o ouro ser pesado, especialmente em tal quantidade,
n�o pode transport�-lo em uma mala simples.
Ent�o v�o escond�-lo e esperar para escaparem.
E ainda n�o h� informa��es sobre quem � essa gangue,
nenhum nome surgiu?
Ainda n�o.
Eu preciso voltar.
Mas antes de eu sair.
Preciso que jure que ficar� aqui dentro.
Eles s�o homens perigosos, Eliza.
Eu juro.
Este tal de Moses, voc� o viu recentemente?
N�o o vejo h� algum tempo. O que tem ele?
H� um cavalheiro querendo ver Srta. Scarlet,
mas os oficiais n�o o deixam entrar.
Isso � muito inconveniente,
preciso ver urgentemente a Srta. Scarlet.
Sr. Parker.
Que prazer v�-lo, inspetor Wellington!
Sim, agora, se veio ver a Srta. Scarlet,
- temo que ela seja... - Sr. Parker!
Sinto muito, mas voc� n�o pode entrar.
Ordens do inspetor Wellington, receio.
Mas isso � irritante, Srta. Scarlet,
j� que devo falar com voc� sobre um assunto urgente.
Embora, claro, respeitarei as ordens
de um policial de t�o alta patente.
E respeit�-lo, devemos.
Sabemos que isso n�o passa de uma visita social inofensiva,
mas devemos acatar a dilig�ncia do inspetor Wellington.
Deixem o Sr. Parker passar, mas mais ningu�m, certo?
Obrigado.
Tenha um bom dia, inspetor Wellington.
- Scotland Yard. - Sim, Senhor.
"Um assunto urgente".
Essa foi uma desculpa inspirada, Rupert.
N�o era uma desculpa.
Estou com um medo terr�vel.
E a sobrinha do Sr. Hildegard � a causa dele.
Lamento ouvir isso. Agora, trouxe a mensagem?
Conhe�o Srta. Hildegard
por n�o mais de 3 dias
e ainda assim ela j� me pediu em casamento.
Que aud�cia.
Aparentemente, a garota j� est� apaixonada por mim.
- Como pode ser? - Rupert, a mensagem.
Planejei cortej�-la pelo resto da estadia dela
e, quando voltasse para casa, em sua pequena vila alem�
iria propor um compromisso a dist�ncia por um, dois anos.
E agora meu plano acabou.
Acabou.
Acabou.
Bem...
talvez ela n�o queira voltar � vida na aldeia na Alemanha.
Sim, claro.
Talvez ela deseje uma vida de seguran�a financeira aqui.
Poderia ser um casamento de conveni�ncia para ela tamb�m.
Um casamento de conveni�ncia comum.
Isso.
Agora, voc� tem minha resposta do Moses?
Quando conheci a Srta. Hildegard,
ela mal deu um pio.
E esta manh�, o ingl�s dela estava muito melhor
do que no primeiro dia,
e quando eu disse que pensaria em sua proposta,
ela bateu o p�.
Quero mesmo uma esposa com tanta determina��o?
Ent�o diga a ela que n�o aceita.
- N�o? - Isso. E com firmeza.
Sim, voc� est� certa.
Um "n�o" firme.
� o mais seguro a fazer.
�timo. Agora, para o meu assunto.
Preciso da sua ajuda, Rupert.
De fato.
Voc� distrair� os guardas com algum tipo de desmaio.
E enquanto estiverem focados em ajud�-lo,
sairei pela porta dos fundos, esgueirando-me pelo lado.
O que foi?
� o desmaio.
- Al�m do fato de eu ser homem. - Homens tamb�m desmaiam.
Mas n�o parece um pouco dram�tico?
Bem, o que voc� sugere?
E se eu fingisse engasgar?
Excelente!
Distraia-os por tempo suficiente,
dois minutos devem ser o bastante.
Devemos nos apressar.
Quero sair pela cozinha enquanto Ivy est� l� em cima.
Eliza, boa sorte.
Que estranho.
O qu�?
Os policiais j� foram embora.
Voc� deve sair agora. N�o � seguro aqui.
Nosso amigo jamaicano est� bem preparado.
- Duke. - Sim.
Moses est� atrasado?
Encontrei seu bilhete no quarto dele.
O que faz no quarto dele?
Eu disse para ficar em casa, onde � seguro.
Voc� dispensou os guardas, que sentido isso faz?
- N�o os dispensei. - N�o estavam l� quando sa�.
Cabe�as rolar�o por isso.
- N�o viu ningu�m os instruir? - N�o.
E por que o interesse em Moses?
Parece que Moses faz parte da quadrilha que matou seu pai.
Encontramos essas letras falsas no quarto dele.
Por que dispensou os oficiais, Senhor?
Vigiar a casa da Srta. Scarlet � simplesmente excessivo.
Essa quadrilha criminosa, quem quer que sejam,
est�o se preparando para fugir de Londres.
Voc� disse que o jamaicano se escondeu.
A ideia de que perderiam tempo
tentando assassinar a filha de um detetive b�bado,
francamente, � rid�cula.
N�o quero correr esse risco, Senhor.
Se encantou por essa mulher, n�o �?
Minha preocupa��o � puramente profissional.
Estou inclinado a discordar.
Eu acho que seu julgamento foi nublado.
Respeitosamente, seu julgamento � que est� em quest�o aqui.
Como � que �?
Voc� n�o gosta de mim, est� claro,
mas n�o fa�a a seguran�a da Srta. Scarlet
v�tima desse desafeto.
Seria bom lembrar com quem est� falando.
Agora saia e v� fazer seu trabalho!
Ou arranjarei algu�m para faz�-lo.
Entendeu, Wellington?
Sim, Senhor.
Isso � mesmo necess�rio?
N�o se eu confiasse que ficaria no meu escrit�rio.
Ent�o eu prometo ficar l�.
Eliza, h� uma quadrilha que gostaria que voc� morresse.
Ent�o, at� eu reconhecer o terreno,
este � o lugar mais seguro para voc�.
Precisamos falar do Moses.
William, n�o acredito que ele fa�a parte disso.
Como seria poss�vel?
Como um criminoso experiente pode entrar em uma quadrilha?
Voc� n�o o conhece como eu.
Ent�o voc� o conhece bem?
- Conhe�o. - �timo.
Ent�o, o que sabe dos associados dele?
Ele falou de algu�m em particular?
N�o. De ningu�m.
Apostaria minha vida como ele n�o faz parte disso.
Bem, eu tenho evid�ncias em contr�rio.
Coma algo.
Pelo menos, deixe-me ajud�-lo com a investiga��o.
William!
Em algum lugar, neste pequeno lote
h� uma resposta para quem � essa quadrilha.
At� agora, tudo o que temos � esse tipo Moses,
mas ainda n�o h� outros elos.
Frank, analise os telegramas das for�as regionais.
Cruze os dados deles de falsificadores com isso.
S�o as descri��es dadas pelos bancos
dos homens que limparam suas contas esta manh�.
caramba, � isso?
Bem vestido, perfume caro, altura m�dia.
At� agora � tudo o que temos para seguir.
Voc�s dois, Caine esteve em Newgate.
Abril de 1877 a maio de 1880.
Vejam os registros dos presos durante esse tempo.
Vejam se algum deles era falsificador.
Pode ter sido recrutado enquanto cumpriam pena.
O qu�?
N�s vamos precisar de mais homens.
Arquivos sem rela��o ficam nesta pilha,
detetive Jenkins.
Arquivos que contenham algo v�o para esta pilha
e os que tem d�vidas d� ao inspetor Wellington.
Ele pode avali�-los.
Sigam o sistema, rapazes.
� como ter minha esposa aqui.
Frank, volte ao trabalho.
Voc� tamb�m, Srta. Scarlet.
A lista de 7 criminosos � curta, de fato,
e as liga��es com Caine s�o t�nues, para dizer o m�nimo.
- Mas ainda s�o liga��es. - E nenhuma a ver com Moses.
Amanh� questionaremos os gerentes do banco
e mostraremos as fotos dos 7 suspeitos.
- Precisa descansar. - N�o mais do que voc�.
Por que voc� tem que rebater tudo?
Causa esse efeito em mim.
Espero que n�o questione isso.
Quero que fique na minha casa.
- Como � que �? - Por seguran�a.
Dormirei na poltrona, voc�, no meu quarto.
N�o dormirei em sua casa. E minha reputa��o?
Desde quando liga para ela?
Voc� fica na minha casa. N�o discutiremos isso, William.
Muito bem.
Avisarei � recep��o o endere�o, caso precisem de mim.
E a palavra do Senhor disse a Jonas:
v� � grande cidade de N�nive, e clame contra ela,
porque sua mal�cia subiu at� mim!
Desculpe-me, Senhora. Que Deus esteja contigo.
- Ande, vamos. - E a palavra do Senhor...
� teu...
NA SUA CASA � MEIA-NOITE M
Acompanhe-me.
Tudo est� de volta em ordem.
Os policiais gostariam de algo?
N�o. E desta vez n�o deve ir l� perturb�-los.
� incr�vel ter feito Stirling colocar os guardas de volta.
Bem, posso ser muito persuasivo.
Pagou por esses guardas do seu pr�prio bolso.
N�o negue, William.
N�o sei do que est� falando, mas sei que estou com fome.
�timo. Porque o jantar est� servido.
Excelente!
� por jantarmos na cozinha?
Desculpe, eu deveria ter pensado.
Raramente como na sala de jantar.
Costumo me juntar a Ivy l� embaixo hoje em dia.
N�o, n�o � isso.
Pode ter um sabor melhor do que parece?
Sou um eterno otimista Eliza, mas temos que ser realistas.
N�o � minha culpa.
Voc� insistiu que Ivy ficasse no Rupert.
Que ego�sta da minha parte pensar na seguran�a da Ivy.
N�o � isso. Quis dizer que estou frustrada,
continuo querendo aprender a cozinhar,
mas sempre h� algo bem mais interessante a fazer.
Claramente!
Olha, voc� tem ovos?
- Tenho. - �timo.
Ovo cozido � bom.
Voc� n�o sabe cozinhar um ovo?
Meu Deus, Eliza.
- E � simples assim. - De fato.
Quanto tempo mais?
Quase pronto.
Comprou um novo rel�gio.
Sim, meu antigo n�o tinha mais serventia.
Sinto muito por isso.
Conhecia Henry por muitos anos, nunca estive nesta cozinha.
Se meu pai nos visse agora, confundiria-nos com um casal.
Garanto-lhe, Eliza, se cas�ssemos
ent�o eu n�o estaria cozinhando meus pr�prios ovos.
Ent�o que bom que n�o somos casados.
N�o � mesmo?
Acho que deu 3 minutos.
Sim.
Voc� est� com s�rios problemas.
Hist�ria da minha vida.
O que as letras de c�mbio faziam no seu quarto?
Seu inspetor as colocou l�.
Presumo que ele esteja dormindo.
Talvez eu devesse aproveitar e cortar a garganta dele.
- Voc� n�o faria isso. - Voc� n�o me conhece.
N�o sabe quem eu fui e o que fiz.
Sei o suficiente. Voc� n�o � um assassino cruel.
Mas voc� � um oportunista, ent�o�
Teve algo a ver com os homens que mataram meu pai?
Se eu disser que n�o, voc� vai acreditar em mim?
Sim. Sim, eu vou.
N�o. Eu n�o tive.
Por que o inspetor Wellington as colocaria no seu quarto?
Ele procura a quadrilha,
ele n�o me colocaria em risco perseguindo o homem errado.
Acredite, Srta. Scarlet,
Tenho sido o homem errado muitas vezes.
Conhe�o o inspetor Wellington h� muito tempo.
Ele n�o faria uma coisa dessas.
Eu confio nele, Moses.
Isso pode te fazer mudar de ideia.
Esse � o endere�o do irm�o do Nathaniel Caine.
A ficha dele diz que ele n�o tinha fam�lia.
Ent�o algu�m a alterou.
Benjamin Caine est� vivo.
Mas por quanto tempo eu n�o sei.
Ele foi amea�ado a manter a boca fechada, ou...
Por quem? Pelos falsificadores?
Pela Scotland Yard.
Espero que tenha dormido bem.
Sim, obrigada e voc�?
Na medida do poss�vel.
Acredite, Eliza. n�o coma esse ovo.
Se com�-lo, ficar� extremamente mal.
Por quanto tempo voc� os cozinhou?
William, eu tenho algo
para lhe contar e quando voc� ouvir
ficar� muito zangado comigo ent�o eu vou dizer rapidamente.
Recebi o Moses aqui ontem � noite.
Ele jura que � inocente em tudo isso.
Ele acredita que Nathaniel tem um irm�o.
Benjamin Caine.
Ele denunciou o sumi�o de Nathaniel, mas o amea�aram.
Foi um policial da Scotland Yard.
Sr. Caine.
Eu n�o quero problemas.
Ent�o � melhor me deixar entrar.
Disse ao jamaicano o que ele queria ouvir.
Nenhum policial me amea�ou.
Sou um homem razo�vel, Sr. Caine.
Ent�o, vou lhe dar uma chance de dizer a verdade
e se eu sentir que est� mentindo para mim,
eu ficarei muito chateado.
Eu lhe garanto que n�o quer me ver chateado.
Ent�o, n�s nos entendemos?
- Sim. - Como?
Sim, inspetor Wellington.
�timo.
Ent�o vamos recome�ar.
O jamaicano estava dizendo a verdade?
Sim.
Nathaniel n�o voltava para casa,
Fazia poucos dias, mas nunca tinha demorado tanto.
Ent�o fui � Scotland Yard e relatei o sumi�o.
Ap�s uma semana sem resposta, voltei e exigi falar com algu�m.
Eu fui colocado em uma sala e ent�o esse policial entrou.
- E o que ele disse? - Que eu n�o tinha irm�o.
Quando eu disse que tinha, ele foi agressivo,
disse para eu ir para casa ficar calado.
Caso contr�rio, acabaria no fundo do Tamisa.
Quem era esse oficial?
Ele era elegante.
Disse que o nome dele era Stirling.
Por que est�o tocando o alarme?
Algum idiota derrubou o cigarro,
causou um pequeno inc�ndio em um dos escrit�rios.
Est�o apagando-o agora.
Onde foi esse inc�ndio?
S�o arquivos dos desaparecidos dos �ltimos 6 meses,
o inc�ndio foi na sala de arquivos.
Qu�o conveniente.
- Voc� acha que foi Stirling? - N�o sei o que diabos pensar.
Mas est� claro que Moses n�o estava envolvido, armaram...
Eliza, por favor. Tenho coisas mais urgentes em minha mente.
Se Stirling estiver ligado aos falsificadores,
ele n�o se arriscaria a ir nesses bancos.
N�o, ele n�o se arriscaria.
Vamos mostras aos gerentes as fotos dos 7 criminosos.
Concordo.
Mas n�o aqui.
Algum desses homens parece
como os falsificadores que entram no seu banco?
Ele. Sim, ele era um dos homens.
E...
Sim. Ele estava com ele.
Irm�os Cartwright.
Diga-nos exatamente o que lhe disseram.
Disseram que eram empres�rios investindo nas ferrovias.
Abriram uma conta h� alguns meses.
Sempre foram educados, cavalheiros bem-vestidos.
E ontem, quando limparam as contas?
Disseram que haviam feito grandes neg�cios
com v�rias empresas ferrovi�rias
e receberam letras de c�mbio como pagamento.
Eles as trocaram e pegaram o dinheiro em ouro.
Uma grande quantidade, v�rias caixas.
Disseram que estavam indo para Newcastle?
Sim, Newcastle. Para montar uma nova empresa l�.
E n�o havia mais nada sobre eles,
nada de incomum ou estranho?
Havia uma coisa,
eles estavam bem-vestidos,
mas sempre tinham um cheiro estranho.
Eles usavam col�nia, muito perfume,
mas n�o conseguia disfar�ar o odor.
Pode falar livremente.
Era excremento.
Sutil, mas estava l�.
E eles tentaram disfar�ar?
A col�nia deles era excessiva.
Meu tio trabalhava em um curtume.
Ele usava bastante col�nia para disfar�ar o cheiro
do que usavam para amaciar o couro.
Merda de cachorro.
Desculpe-me, Srta. Scarlet.
Isso � tudo por enquanto.
Obrigado.
Muito obrigado.
Devo chamar o pr�ximo?
N�o, ele parecia certo de que eram os irm�os Cartwright
e o tempo n�o est� do nosso lado.
Ent�o o que vem agora?
Precisamos de um mapa.
Ent�o os bancos ficam
aqui, aqui e aqui.
Como diz, William, o ouro � pesado
precisariam de um lugar para escond�-lo
at� que possam fugir.
H� esconderijos nos curtumes, mas s�o cheios de trabalhadores.
N�o o curtume de Bermondsey, ainda cheira muito mal,
mas n�o � usado h� anos.
O que � isso, meu Deus?
Disse para garantir que ela ficasse na carruagem.
Eu tentei, Senhor, mas ela � muito determinada.
O �nico jeito de faz�-la ficar era segurando-a.
Ent�o era isso que deveria ter feito.
Na �ltima vez, fiquei com um olho roxo.
Estou aqui. Podem falar diretamente comigo.
Volte para a carruagem agora!
Estou cansada de esperar em carruagens.
Duque! Aqui!
Leve-a para a carruagem e enfrente-a, homem.
- Frank? - Aqui.
Stirling.
Deus todo poderoso.
O que aconteceu?
O chefe leva corrup��o policial muito a s�rio.
Uma investiga��o completa ser� feita no Stirling.
Est�o revirando este escrit�rio e a casa dele agora.
- E quanto a eles? - Havia uma passagem no Stirling,
primeira classe para Liverpool.
Achamos que ele combinou de encontr�-los,
mas eles o tra�ram, pegaram sua parte do ouro.
Isso n�o faz sentido.
Stirling era de uma fam�lia rica, por que se envolveria nisso?
Gan�ncia.
Ele era rico, mas queria mais.
Recebi um telegrama do escrit�rio em Liverpool.
Dois homens combinando com a descri��o dos Cartwright
embarcaram no navio Umbria com destino a Nova Iorque.
Passe a Nova Iorque os detalhes do caso.
Eles ser�o presos?
Essa � a esperan�a, mas a pol�cia de Nova Iorque
nem sempre � cooperativa.
Ent�o os assassinos do meu pai ficar�o livres.
N�o sabemos se foram um deles. Poderia ter sido Stirling.
Eliza, quero justi�a por Henry tanto quanto voc�.
Juro que enforcaria quem o matou com minhas pr�prias m�os.
Mas no momento, n�o podemos fazer mais.
Deixe-me te levar para casa,
podemos pegar Ivy no Sr. Parker no caminho.
Se Stirling estava trabalhando com algu�m do departamento,
ent�o voc� ser� a �ltima coisa na mente deles.
Voc� � um amigo de verdade, William.
Sou eternamente grata.
N�o sei como agradecer.
Jante comigo.
Esta noite.
Eu gostaria.
Mas primeiro precisamos encontrar Moses.
Como voc� gosta de me provocar.
Stirling incriminou Moses porque voc� n�o gosta dele,
deve desculpar-se.
N�o pedirei desculpa �quele homem.
Aquele homem?
N�s dois devemos muito ao Moses.
Voc� � propensa a exagerar, Eliza.
Ele ajudou para se beneficiar, nada mais.
O homem � um criminoso.
Ele arriscou a liberdade dele ao vir me ver.
Bem, talvez devesse lev�-lo para jantar.
Isso causaria muita agita��o entre os outros clientes.
- Pegarei meu pr�prio t�xi. - O que houve
com a sua eterna gratid�o, n�o faz nem um minuto?
Como voc� disse, William, sou propensa a exagerar.
Com licen�a.
Os rapazes est�o arrasados com a morte do nosso chefe.
Ao Frederick Alloysius Stirling.
Que o idiota repouse em paz.
- Sim! - Ao Stirling!
Trabalhamos bem, meu velho companheiro.
Merecemos ficar muito b�bados.
Se voc� diz.
S� tem uma mulher que te deixa t�o infeliz.
Briga de namorados?
N�o quero falar sobre isso.
Quer ouvir o segredo de um casamento feliz?
Na verdade n�o, Frank.
Eu e minha mulher sa�mos para dan�ar toda semana.
Ela vai �s ter�as-feiras e eu vou �s quintas-feiras.
Cristo.
Pena que ela n�o me achou t�o engra�ado quanto voc�.
Talvez ela n�o tivesse me deixado.
Ela deixou voc�?
Deixou.
Semana passada.
Porco.
Era assim que ela me chamava.
Tem algu�m aqui para te ver.
Inspetor Wellington?
Preciso falar com voc� urgentemente, Eliza.
Obrigado.
Srta. Hildegard est� vindo para aqui
e ela est� muito irritada.
- Ela est� brava com voc�? - N�o, est� brava com voc�.
- Por qu�? - Voc� me instruiu
a recusar a proposta dela, voc�
Foi mais uma sugest�o do que uma instru��o.
"Um n�o firme, Rupert". � o que disse. "Um n�o firme".
Rupert, por favor, n�o me diga que me culpou de novo?
De novo?
Quando voc� se mudou da sua m�e.
Sim. A m�e n�o gosta de voc� mais do que a Srta. Hildegard.
V� em frente.
Aqui.
- Sua esposa n�o vai voltar? - N�o!
E boa viagem para ela.
Fa�a isso, Frank, fa�a aquilo, Frank.
Fa�a isso e aquilo, Frank.
� um melhor imitador que um policial.
Eu posso imitar qualquer um.
Diga isso de novo e eu te enfio naquela parede.
- Era voc�! - � muito bom.
Voc� tem outra visita, Srta. Scarlet.
Voc� n�o vai levar meu noivo!
Srta. Hildegard, n�o sei como acontece na Alemanha,
mas n�o invadimos as casas das pessoas aqui.
N�o considere-se superior!
� voc� quem est� gritando comigo na minha sala de estar.
Ele � meu! Voc� tem seu policial!
- Como � que �? - Olhe para a inoc�ncia.
Vim aqui cedo falar com voc�.
Bati e ningu�m respondeu, mas eu o vi subindo suas escadas.
Esperando por voc�, sem d�vida. Prostituta!
Viu o detetive Wellington subindo minhas escadas?
N�o, n�o o bonito, o outro.
Qual outro?
Meu nome � superintendente Stirling.
Certo, voc� tem um cobertor extra?
Bem, era at� que alguns vil�es me fizeram entrar.
Sem cobertores, Frank,
Terei que me contentar com um casaco.
O que voc� fez, Frank?
Voc� matou Henry?
E isso teria sido o fim disso.
Mas voc� n�o manteve a filha dele na linha, n�o foi?
Interferindo!
Como s� uma maldita mulher faria!
N�o a culpe pelo que voc� fez.
E o que foi que fiz?
Fiquei rico.
Os irm�os Cartwright
n�o est�o a caminho de Nova Iorque, est�o?
Est�o no fundo do Tamisa.
As coisas...
ficaram muito complicadas depois voc� encontrou Caine.
Voc� amea�ou o irm�o dele
fingindo ser Stirling.
E agora eu tenho que me livrar de voc� tamb�m.
Sinto muito mesmo, velho companheiro.
Voc� fica a�.
O que diabos voc� est� fazendo aqui?
- Posso entrar? - Eliza, o que faz aqui?
Voc� me venceu uma vez,
isso n�o vai acontecer novamente.
Eu venho desarmada.
- O qu�? - O qu�?
N�o tenho uma arma.
� algo que, sem d�vida, eu deveria corrigir,
- dado o neg�cio em que estou. - Voc� perdeu a cabe�a?
Eu n�o preciso de arma.
Pretendo argumentar com o detetive Jenkins.
Senhor.
Argumentar?
Isso.
Voc� sabe que depois de mat�-lo...
Olhe para mim!
Eu tamb�m vou te matar.
Sim, eu entendi isso,
- mas pelo menos me ouviria? - N�o!
J� te ouvi o suficiente!
Sei onde escondeu o ouro que roubou.
Claro que sabe.
Agora mesmo,
Honeychurch e outros policiais est�o indo busc�-lo.
�?
Onde est� ent�o?
Antes, quero que solte o William e depois direi.
- Isso n�o faz sentido. - N�o tem sentido mesmo, Eliza.
Muito bem, n�o sei onde est�.
Foi s� uma t�tica de atraso.
Para qu�?
� isso que mais gosto em voc�, Moses.
Sua pontualidade.
Frank usou voc� para me distrair,
dando-lhe tempo para cuidar dos irm�os Cartwright
e incriminar o Stirling.
Bem�
Estou feliz por ter sido �til.
� melhor eu ir.
Obrigado.
O inspetor Wellington lhe dar� uma carona para casa, Moses.
Isso seria muito gentil.
N�o quero uma carona sua.
Bem, isso � um al�vio.
Posso ser sincero, inspetor?
Fique � vontade.
Gosto de voc� ainda menos do que voc� gosta de mim.
Mas pelo bem dela...
Deixe-me ser claro.
Vou ficar de olho em voc�
e ao menor sinal que lhe causou algum problema...
Compreendo.
Que bom!
Ent�o tenha uma boa noite.
Inspetor.
Acho que deixou cair sua carteira.
Descobriu a verdade e a justi�a ser� feita.
Precisa ficar satisfeita com isso.
Nunca ficarei satisfeita
porque n�o vai te trazer de volta.
N�o.
Mas voc� fez seu trabalho e o fez bem-feito.
As not�cias espalhar�o
que estava envolvida neste caso de alto n�vel
e sua reputa��o crescer�.
N�o fiz isso por isso.
Eu sei.
O que eu sempre disse sobre l�grimas?
Apenas pessoas idiotas choram.
Pessoas sem esperan�a e n�o est� sem esperan�a.
Est� longe disso. Minha garota inteligente.
Agora, seque os olhos ou n�o haver� jantar.
Sempre disse isso e depois h�.
E assoe o nariz,
n�o quer que ele te veja em tal confus�o.
Quem?
Ent�o, eu estive pensando...
Meu Deus.
Isso nunca � um bom press�gio.
Jantar.
Jantar?
Pedi desculpas ao Moses, como pediu,
agora podemos sair para jantar.
N�o pediu desculpas, agradeceu.
� a mesma coisa.
Est� pronta?
Agora? Por que a pressa?
Se esperarmos, brigaremos sobre algo irrelevante
e teremos que adiar novamente.
Ent�o, aonde est� me levando?
Gilberts. Podemos ir caminhando.
Mas � necess�rio fazer reserva no Gilberts.
Que bom que eu j� tenho uma.
E presumiu que eu aceitaria?
Como eu disse, sou um eterno otimista.
Voc� � um trapaceiro.
Vamos disputar chegar ao Gilberts sem discutir?
N�o sou eu quem discute, � voc�.
Est� certa, a culpa � sempre inteiramente minha.
Gostei deste jogo,
devemos jog�-lo mais vezes, William.
Sim, Eliza, qualquer coisa que voc� diga.
Valeu, pessoal!
Twitter: @Barry_AllanSub
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