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DIA DE MORRER
MORTE
Produ��o
Devo preocupar-me?
Por vezes, a morte simboliza a mudan�a.
N�o � sempre uma coisa m�.
Produ��o
O HIEROFANTE
Produ��o
Argumento
E esta?
O Hierofante.
Um leitor de sonhos, compat�vel com o seu dom de vis�o.
Realiza��o
Ou talvez algu�m que � pr�ximo de si. Um homem de poder,
tanto no mundo f�sico, como no mundo espiritual.
- Chega aqui. O que se passa? - Tive um sonho medonho.
Tinhas uma arma apontada � cabe�a.
Harlen, por favor, n�o v�s.
Ouve-me, os sonhos s�o simb�licos.
Frequentemente n�o querem dizer o que v�s. Mais tarde dizes-me o que viste,
e eu digo-te o que penso que significava.
Entretanto, dorme.
Volto daqui a pouco. Ouviste?
Onde arranjaste este quadro?
Vi-o num sonho e dei de caras com ele numa loja de antiguidades na Third.
Fui atra�da por ele. Parecia que estava destinada a possui-lo.
- E tamb�m achei que ias gostar. - Tens raz�o. Gosto dele. � bonito.
O tr�fico de droga tem sido rent�vel.
Obrigado por teres feito o trabalho pesado.
N�o conseguimos entrar at� tu teres desligado o alarme.
Fico contente por ter sido �til, esta noite.
Roubo sempre os estupores destes traficantes para dar aos pobres.
N�s sabemos muito bem que roubas tipos como eu...
...e que d�s aos pobres.
Mas a verdade � que guardas um bocadinho para ti.
- Descobriram-me a careca, n�o foi? - Sabes,
se isso te faz sentir melhor, considera-nos uma obra de caridade.
Isso at� me agrada, porque est� mesmo a apetecer-me dar.
� um velho celeiro adaptado. Deve estar pronto no m�s que vem.
Ningu�m sabe da sua exist�ncia.
Os sonhos s�o um sinal. E agora, a escrita no espelho...
Os sonhos nem sempre s�o o que parecem. Podem ter v�rias interpreta��es.
O resultado nem sempre � aquele que esperamos.
Mas a escrita era em ingl�s, misturada com franc�s.
Um aviso. Algo sobre matar-me no passado, enquanto inocente,
e fazer um juramento de sangue de arrependimento.
C�us, extinguiu-se antes de eu perceber tudo.
Eu acredito em ti, tu sabes disso.
S� acho que nem todos os esp�ritos s�o maliciosos.
Tens de mudar a tua vida, Harlen.
Eu deixei-me disso. Prometo. Prometo.
Estou a falar a s�rio. N�o aguento mais isto.
- N�o podemos ajudar toda a gente. - Eu sei, eu sei.
Deixei-me disso, prometo. Deixei-me disso.
Estou a olhar para isto tudo como se fosse um novo come�o.
Um amigo falou-me de oportunidades muito boas.
N�o sei. Acho que isto pode ser uma boa oportunidade dum novo come�o.
- A mim parece-me bem. - Eu estou entusiasmado.
HOSPITAL INFANTIL DE SAINT THOMAS - A ENCERRAR
A ENCERRAR
- Max Stevens. - Harlen. � um prazer conhec�-lo.
- Ouvi dizer que � um �ptimo condutor. - Isso n�o sei. Dou o meu melhor.
E a senhora chama-se?
- Jada. - Jada. � um nome encantador.
Tivemos um dia muito comprido. Gui�mos sem parar.
Sim, e amanh� voc� vai ter uma noite comprida.
- Tome a morada. � melhor descansar. - Muito obrigado.
- Caramba, aquilo � que � escumalha. - Pois �.
Para onde est�o a olhar?
- Est�s bem? - Sim, estou �ptimo.
Era s� para saber.
- Esta � a primeira recolha de hoje? - � a �nica recolha.
O Max diz que �s fixe e isso basta-me. Mas est�s aqui para guiar, s� isso.
- Sim. - Estamos entendidos?
- Sem d�vida. - Mant�m-te acordado.
- Sim, meu. - Muito bem.
Tenho cara de quem tem sono?
- Sim? - Porque est�s a sussurrar?
� o primeiro dia de trabalho. Nada de telefonemas pessoais.
Sim, eu estava a pensar nesse novo trabalho.
- � um trabalho, querida. - Com quem?
- Com o Max. - H� algo nele que n�o bate certo.
- N�o gosto dele. - Como eu disse, � um trabalho.
- Disseste que te ias deixar disso. - � um trabalho leg�timo.
Transporto dinheiro do Ponto A para o Ponto B.
- Quantas vezes � que j� ouvi isso? - Sabes uma coisa? N�o te ou�o.
Vou ter de te voltar a ligar.
Harlen. O dinheiro vai na tua direc��o.
Ent�o ela foi-se embora...
�s um novo empregado?
Sou seguran�a na DI. Um dos vossos colegas est� doente,
e eu vim substitu�-lo para fazer mais uns d�lares.
Pens�o de alimentos.
Quero ver se a minha ex-mulher me deixa em paz.
H� dois tipos de mulheres. As que n�o nos largam,
e as que n�o conseguimos ter.
- Boa sorte. - Pois...
O teu companheiro � muito sisudo. Como � que ela se chama?
Harlen, est� atento. Mant�m os olhos abertos.
Muito bem.
Certo.
Vamos.
Certo.
N�o fa�as essa cara t�o s�ria, � apenas dinheiro.
Muito bem.
Obrigado, rapazes.
Onde � que eu tenho a cabe�a? Tenho de assinar, certo?
C�digo 991, temos um 211 em curso! Homens armados em ve�culo armado!
V�, arranca!
- Isto era para ser leg�timo, meu. - Se paras, morres.
Max, que merda � esta? A b�fia estava � nossa espera.
Bruno, n�o entres em p�nico.
Faz aquilo que tiveres de fazer.
Merda.
Raios.
Os seus homens t�m a pol�cia no encal�o, � esse o problema.
Est� tudo sob controlo.
Isto era para ser feito sem levantar ondas!
- N�o vamos passar. - Cala a boca! Continua a guiar.
Os seus rapazes est�o a armar um caos. Tire-os da estrada!
Eles v�o para a casa do cofre. Est� tudo sob controlo.
N�o est� nada sob controlo, Max. Isto era para ser feito discretamente.
Agora est�o a ir na porra da direc��o contr�ria.
O que temos aqui � uma falha de comunica��o.
Estamos a ficar sem combust�vel.
MacCarran, Alpha Bravo Dois pede autoriza��o para aterrar.
Est�o a fazer-nos andar em c�rculos.
Cuidado! Cuidado!
Valha-me Deus!
Caramba! Tu sabes guiar! Tu sabes guiar, sacana!
- Valha-me Deus! - Queres que os despiste?
- Olha para isto. - Valha-me Deus!
Bruno?
Est�s a�? Bruno?
- Jada... - Harlen?
Foi uma cilada.
Que conversa � essa?
N�o me sinto muito bem.
Onde est�s?
Estou algures na baixa.
Harlen! Harlen!
Est�s bem, companheiro?
Preciso que coloque as m�os onde eu as consiga ver.
Acho que ele est� ferido. Chama uma ambul�ncia.
Daqui Quatro Adam Sete.
Tenho um C�digo 901 na esquina da Seventh com a Tropicana.
- Onde est� o cami�o? - Encontraram-no abandonado.
- A b�fia recolheu o Bruno da sarjeta. - Onde est� o dinheiro?
- Desapareceu. - Quero que encontres aquele condutor.
- Max, n�s temos... - Encontra-o!
Se perco aquele condutor sou um homem morto.
H� poucos pormenores, mas um guarda do casino e uma d�zia de pol�cias
identificaram-no como sendo o condutor do cami�o.
- Ele j� disse alguma coisa? - Ainda n�o.
Mas continuo sem perceber o que temos a ver com isto.
Ele faz parte de uma transac��o de droga que deu para o torto.
Ele vai ser libertado. Continua a alegar que n�o se lembra de nada.
Vai passar a noite na pris�o. Ele falar� amanh�.
Deixe-me tentar primeiro.
Voc�?
Eu consigo tratar disto.
- Se quer tentar a sua sorte, for�a. - Obrigada.
Vamos ver o que � que vale.
- Mais valia dar-lhe uma faca, certo? - N�o quero fazer mal a ningu�m.
Sei que passou por muita coisa. Eu sei.
- Mas preciso de umas informa��es. - Tais como?
H� um cami�o desaparecido com 20 milh�es de d�lares l� dentro.
O que sabe sobre isso?
A �nica coisa que sei neste momento � que preciso de falar com um advogado.
O meu patr�o acha que estou a perder tempo,
mas eu acho que voc� quer fazer a coisa acertada.
Harlen, h� testemunhas que o viram naquele cami�o.
Pol�cias ficaram feridos.
Sabe uma coisa, isto pode parecer prosaico,
mas eu fui mesmo contratado para conduzir. � essa a verdade.
Ent�o porque tentou fugir?
Uma pessoa que tinha uma arma apontada � minha cabe�a disse-me
que se eu n�o guiasse, matava-me. Foi essa a raz�o.
- O Bruno. - J� o prenderam?
Ora bem, ent�o onde est� o cami�o? E onde est� o dinheiro?
Bati com tanta for�a com a cabe�a que n�o me lembro de nada. O Max.
Aposto o que quiser em como o Max sabe onde est� o cami�o.
Isso seria dif�cil.
O Max levou um tiro na cabe�a, ontem � noite.
Esse patife que gostava de magia negra...
A lista de poss�veis suspeitos � intermin�vel.
Acabaram-se os seus �libis.
Sabe, eu estava agora mesmo a dizer � sua amiga
que isto era um trabalho leg�timo de condutor.
Condutores leg�timos n�o fogem da pol�cia.
Mesmo quando algu�m aponta uma arma � nossa cabe�a
e amea�a matar-nos se n�o conduzirmos?
Acredito em si.
Portanto, onde est� o cami�o?
Sabe uma coisa, eu acho mesmo que o Max sabe onde est� o cami�o.
O Max est� morto.
Tr�s agentes da pol�cia morreram na persegui��o.
Isso � homic�dio qualificado, amigo.
Pris�o perp�tua sem liberdade condicional.
Ou voc�s contam uma hist�ria que fa�a algum sentido,
ou eu ficarei t�o confuso que n�o saberei o que fazer.
Arranje um bom advogado.
Chega aqui, quero lamber-te!
Vamos passar um bom bocado!
- A pol�cia revistou a zona? - N�o.
� dif�cil. N�o paro de pensar que vou acordar e que vai ser outro pesadelo,
mas desta vez n�o h� milagres.
Se eu pudesse voltar atr�s, voltava.
Vais ultrapassar isto. Lembra-te dos tempos de faculdade
em que davas uma co�a em toda a gente
e eras uma campe�. Lembra-te disso.
Como � que isto p�de acontecer?
Eu ainda vou recorrer, sabes.
Pois...
O que foi?
- Tenho recebido telefonemas em casa. - De quem?
� por causa do dinheiro.
Vais ter de voltar para Memphis e de n�o dar nas vistas.
N�o, n�o, eu amo-te! N�o te vou deixar sozinho neste lugar.
- Eu amo-te, Jada. - Eu amo-te.
Tu! Harlen!
Ouve l�, sacana. � melhor perceberes a mensagem.
Podemos tratar de ti ou dela a qualquer altura.
� melhor passares para c� o dinheiro.
Qual dinheiro?
Vejo que o teu trabalho de m�os � porreiro.
Mas n�o te preocupes comigo. Esses tolos n�o s�o da minha equipa.
Soube porque � que est�s preso.
S� quero uma fatia do bolo. Um bocadinho do sol.
Entendes?
Compreendo que toda a gente tenha de molhar o bico, de vez em quando.
Vamos falar de neg�cios.
- Isso mesmo, de neg�cios. - Sim, senhor.
Esta casa � minha! � assim mesmo!
Para onde est�o a olhar?!
Vejam se os novatos ficam a saber a quem pagam os impostos.
Entendido.
S� o que se chama Ice. N�o queremos come�ar uma guerra.
� hora da vingan�a!
Onde est� o dinheiro? Diz-me ou eu arranco-te o cora��o!
Sabes uma coisa, Bruno? Tenho um conselho para ti.
Acho que me devias fazer a puta dessa vontade.
Seu sacana! Vou-te matar!
Quem est� metido nisto para al�m do Max?
Vai-te lixar!
- N�o me lembro de ver o Vai-te Lixar! - Est� bem. O Garret, o Vincent,
e um tipo chamado Taggert. - Sim? Taggert qu�?
� o dono da F�brica Taggert, na zona ocidental.
S�o eles que me indicam os trabalhos.
Se h� algu�m mais importante, s� o Max sabe.
- Pergunta-lhe. - N�o brinques comigo! O Max morreu!
O sacana n�o est� morto. N�o acredites em tudo o que ouves.
Ele foi visto. Ele tramou-te ainda mais do que me tramou a mim.
A s�rio? Quero que me fa�as um favor. D�s um recado meu ao Max?
Claro.
Estes latinos n�o querem come�ar uma guerra.
Mesmo que o que est�s dizer seja verdade, porque mo est�s a contar?
Sabes uma coisa? Se calhar ficas em d�vida comigo.
Fico em d�vida?
- O mundo funciona � base de favores. - Sim, senhor.
- Seja como for, tem cuidado contigo. - Tu tamb�m, Big Dog.
Viste as mamas da mi�da na revista? Ela � uma brasa.
Podes crer.
Luis, Raul, o sacana est� sozinho?
Quanto a mim, o sacana � um alvo f�cil.
Ele que v� ter comigo � lavandaria, sozinho.
Luis, vigia os guardas.
Raul, protege-me. Eu pr�prio vou tratar da sa�de deste sacana.
Ice.
� companheiro... Ice.
Andas � minha procura?
N�o leves isto a peito, companheiro.
Voc�s violaram as tr�guas. Querem evitar uma guerra?
O vosso companheiro morreu � merc� da minha faca.
Procurem um s�tio para esconder este sacana.
Os latinos pagam um imposto de 75 por cento nos cigarros
e de 100 por cento na coca. Estou esfomeado. Vamos comer.
Harlen, chega aqui.
O que fizeste foi muito honrado.
Est�o a acontecer umas cenas muito chatas por aqui, n�o �?
- Pois. Merda, salvaste-me a vida. - N�o foi nada.
Fico a dever-te uma. E como v�s, isso n�o me agrada.
Sim, n�o pareces muito feliz, mas pareces feliz.
Como te disse, podemos falar de neg�cios.
Se queres fazer uma coisa por mim, ajuda-me a sair daqui.
Este pode ser o teu dia de sorte.
Conhe�o um homem que faz tudo por dinheiro.
Ex-piloto do Vietname. Trabalha como mec�nico no Aeroporto de Loren.
Parece que t�m l� o helic�ptero do Xerife para fazerem a revis�o.
O helic�ptero do Xerife. Parece-me que isso pode resultar.
L� os pormenores e depois livra-te deles.
Se achares que queres alinhar,
�s bem-vindo. - Ouve...
Sei que �s esperto. Se o plano for inteligente, eu alinho.
Digo-te j� que s� quero provar essa massa que dizem que escondeste.
Segue essas indica��es. Se estiveres onde � suposto estares
na altura a� indicada, saberei que alinhas na viagem.
Eu gosto de partilhar.
Se o plano for inteligente, vamos viajar juntos, ouviste?
Sim.
Nos �ltimos dois dias, um recluso foi assassinado,
outro foi gravemente agredido.
- Diz-se que voc� est� envolvido. - Desde quando a Pol�cia de Narc�ticos
preocupa-se com reclusos assassinados?
H� 20 milh�es de d�lares que continuam desaparecidos.
Parece que tudo se resume a dinheiro, n�o �?
Onde � que ele est�?
Como j� lhe disse, bati com a cabe�a com muita for�a,
e estou com amn�sia. Quer parecer-me que a amn�sia � um seguro de vida.
Se cooperar, talvez a sua senten�a seja reduzida.
Fiz uma pesquisa sobre o Max e ele estava limpo.
N�o h� ficheiros, nem antecedentes em nenhuma base de dados.
- E parece t�o surpreendida. - Nada disto faz sentido algum.
- As pistas n�o d�o em nada. - Encontre-me o Max.
A minha mem�ria podia melhorar muito, muito depressa.
O Max est� morto.
Siga em frente.
Tem aqui o meu cart�o, caso precise de falar comigo.
Obrigado.
XERIFE
Correm uns boatos desagrad�veis sobre ti e aquela cabra do FBI.
Toda a gente quer o dinheiro, sabes?
- Quando estar�s pronto para subir? - Se � inteligente, estou pronto.
Garanto-te que uma mudan�a de cen�rio vai espica�ar a tua mem�ria
quanto ao saque. - Vejamos as coisas assim:
Que quem deve ser libertado siga o seu caminho.
- �s um sacana porreiro. - Porreira�o.
O qu�?
O qu�?
O qu�?
Tolo, n�o percebes nada. Diz "boa noite", preto!
- Estamos quase em casa, meu. - Sim, senhor.
- C'um caneco! Agora �s um bandido! - Quem � ele, porra?
Ele � o meu bilhete da lotaria. P�e-te a mexer daqui!
Vamos! Vamos!
Vai-te lixar! Vai-te lixar!
- � Ice, passa-me um telefone. - E imposs�vel n�o gostar disto.
- Estou? - Sou eu.
Est�s bem? Ouvi as not�cias. O que se passa?
Esquece isso. Preciso que saias de casa imediatamente.
- Mas o que... - Faz as tuas malas,
n�o sejas seguida e vai para o s�tio de que te falei. Sabes onde fica.
- Achas que isso foi boa ideia? - V�, meu, n�o � da tua conta.
- Ele tratou de ti? - O dinheiro j� est� no sul.
- Eu vou neste, tu vais naquele. - Nem pensar, est�s a delirar.
- N�o nos vamos separar. - Ouve-me, meu.
Tu foste leal comigo, eu vou ser leal contigo.
- Boa sorte no sul. - Obrigado.
O que vais fazer?
Vou procurar o Max.
O qu�?
- Acho que ele est� vivo. - Como � que isso � poss�vel?
Temos de sair daqui. Temos de voltar para Memphis.
Os meus pais arranjam-nos um s�tio para ficarmos.
Escuta. Tu n�o queres expor os teus pais a problemas com a Lei
por albergarem um fugitivo e por a� fora, percebes?
- N�o te lembras onde est� o dinheiro? - Enquanto n�o me lembrar,
n�o me v�o tentar matar porque nunca encontrariam o dinheiro.
Percebes?
Gente deste tipo n�o desiste a n�o ser que eu a detenha.
Sabes uma coisa? Faz o que for preciso para n�s termos uma vida depois disto.
Assim farei.
Uma espectacular fuga da pris�o, aqui no Nevada,
capturada pela c�mara de um fot�grafo amador hoje cedo.
Um dos fugitivos foi identificado como sendo Harlen Banks.
Que grande bronca.
Agente Knowles...
Diria que falhou.
- Sim, acontece. - Nada acontece por acaso, Knowles,
mas voc� � jovem. Eu aprecio isso.
- Quero-a fora da equipa. - O qu�? N�o pode fazer isso.
Encontrou-se com o Banks antes da fuga. Desobedeceu a ordens claras.
Eu segui as regras da Ag�ncia. E se ele entrar em contacto comigo?
Se ele lhe telefonar, voc� telefona-me.
Entendido? N�o fa�a asneira outra vez, Miss Knowles.
Sim, senhor.
O que foi, amor? O mesmo sonho? O Max, outra vez?
Vais ficar boa.
O mesmo mausol�u.
Desta vez, vi o nome da fam�lia.
- Bergere. - Parece franc�s.
Vi uma rapariga vestida de branco.
Ele � mau. Ele � uma coisa do outro mundo.
Descontrai, querida. Vai correr tudo bem.
Mas que raio?
� um diagrama de protec��o.
- Porque demoraste tanto? - Se te contasse, n�o acreditavas.
Estava a pensar que tinhas fugido da cidade sem o teu soldado.
- Enganaste-te no homem, meu. - Tamb�m te adoro.
Ouve, vamos tirar o dinheiro aos mauz�es para ficarmos com tudo, entendido?
Ambos temos a cabe�a a pr�mio. Eu protejo-te, tu proteges-me.
E eu ajudo-te a dar �queles pulhas um bilhete de 1�. Classe para o Inferno.
- Talvez isso cure a tua amn�sia. - Sabes? Sinto-a. Est� a voltar!
- A minha mem�ria est� a voltar. - Aleluia!
- Est� a voltar! - Boa!
Sabes, �s um merdas a conduzir, j� te disseram isso?
Conduzes como uma velhota.
Tudo bem? Ent�o, soldado? Ainda agora sa� daqui, certo?
Kool! Tudo bem contigo? Tudo na boa?
Este � o meu irm�o g�meo.
Sim, voc�s apareceram no notici�rio das 18:00.
Merda!
- O D. Est� l� atr�s? - Sim, sempre.
- O que se passa com o branco? - Eu responsabilizo-me por ele.
- Ele � genu�no. - Prazer em conhecer-te.
O Dinky-D est� � nossa espera.
- Dinky-D! - Ice. Tudo bem, meu?
A mesma merda, sanita diferente. Este � o Harlen, o meu companheiro.
Caminha como um negro, respira como um assassino.
Prazer em conhecer-te.
- A b�fia n�o nos larga. - Foi o que ouvi.
Vamos precisar de um favor teu.
- Vais dar-me que fazer? - Sim, mas pode virar-se contra ti.
Merda. O Dinky-D n�o viu nada, certo?
- Desde que n�o queiras. - � assim mesmo.
- Continuas um realista. - Aqui est� o menu.
Deus tenha piedade!
Tencionam pagar em dinheiro ou em dinheiro?
Gosto dela, � gira. Assim que eu tiver o dinheiro, � teu.
Na boa, meu.
Estive a pensar.
- Tipo, sabes manejar uma arma? - Sim.
E uma l�mina?
Sei que �s r�pido com as m�os, no karat�, ou isso.
Mas eu n�o pratico isso. Eu pratico "kara-espingarda", "kara-l�mina",
e esfolo o palha�o...
Vejo-te vir com essa l�mina ou a espingarda e s� digo, "M�os ao ar!".
- � aquele bacano? - Ele � a chave do dinheiro.
Tem um andar esquisito. Achas que esteve na pris�o?
Talvez. Pode estar a fazer publicidade � homossexualidade.
Parece-me que, pela maneira que ele anda,
ele pode ter sido aquilo a que chamamos um panasca.
- Sim, sabes uma coisa? - Ou a garina de algu�m.
Se ele � um panasca, vai entregar-nos o dinheiro depressa.
Vamos ter de pegar no dinheiro depressa.
- Sem d�vida. - Bem...
- Temos de ir. - Vamos a isso.
Porque n�o lhe mostras quantas l�nguas tu sabes?
Se ele n�o perceber, eu saio e ensino-lhe "Arma-Fu".
Sim?
- Fui enviado pelo Max. - Tretas. Ele est� morto.
- Essas merdas acontecem, sabes? - Quem �s tu?
E eu que pensava ser ignorante.
Este sacana � um chanfrado.
Podemos fazer isto a bem ou a mal.
A bem, tu dizes-me aquilo que eu quero saber,
eu deixo-te ir embora, ficas no carro e deixas-me ir embora,
vives a tua vida e eu vivo a minha.
A mal, eu pego nesta arma de 15 cent�metros,
e rebento a tua pila de 5 cent�metros. Est� apontada para l�,
e est� destravada.
E o meu dedo est� a come�ar a apertar cada vez mais.
Est� bem, est� bem.
Na esquina da Fourth Street com a porra da Main.
O Vincent e o Garret v�o fazer uma transac��o esta noite.
Tomaste a decis�o acertada. Vou deixar-te ires embora.
- Pensava que s� ias falar com ele. - Ele parecia uma crian�a.
N�o conseguia levar a sua avante, e suicidou-se.
Suicidou-se? Estava deprimido, era?
Acho que ele n�o se sentia muito bem consigo pr�prio.
- Ai sim? - Sim. Aquilo est� a pingar.
Que Deus tenha piedade.
J� pensaste em procurar ajuda para gerires a f�ria?
J�, sim, senhor. Mas isto funcionou melhor.
Deves ter raz�o. N�o disse que tinhas raz�o, mas que devias ter raz�o.
Fosse como fosse, foi divertido.
Ai sim? Lindo soldado.
Diz-se que isto � tudo gerido pela M�fia do Drag�o Negro.
Um tolo chamado Ming Lee � o l�der.
- Tenho o n�mero. - Disseste Ming Lee ou Mingaling?
- Tu tens piada. Eu disse Ming Lee. - Ming Lee, entendido.
Fazes-me um favor e ligas para o chinoca?
N�o me conheces, mas o pessoal que assaltou a tua joalharia no outro dia
vai estar na esquina da Fourth com a Main, no terceiro andar,
�s quatro horas.
Aparece l� e faz uma boa ac��o. Voc�s podem tratar dos neg�cios.
- Aquela era a tua voz sensual? - Sim, era a namorada dele.
Pensava que ias lix�-los, n�o fod�-los.
� disto que eu gosto!
Venham comigo
Manos, olhem bem Para o que v�em
Para onde v�o � noite?
Querem mesmo morrer? Porque � que ele morreu?
O que percebes tu disto?
Olha para isto. Olha, olha.
Lado sul.
Norte.
- Est� na hora da festa. - Vamos.
Vigia esta porta entreaberta.
Estes sacanas v�o morrer. Atr�s do poste.
Tu ficas comigo. Vamos recuperar o nosso dinheiro.
Porque � que o beb� est� a chorar? Mudaste-lhe a fralda?
Tens de mudar o raio da fralda! N�o estou a�,
n�o posso fazer tudo por ti. E que tal jantarmos hoje?
E n�o me refiro a irmos a um restaurante. Est� bem, obrigado.
Voc�s v�o ficar a� com os dedos no cu, ou v�o mostrar-me o que t�m?
Garret, topa l� isto, mano.
Porreiro.
- Mike, topa l� isto. - Baril.
- Lindo. - Limp�mos bem os amarelos.
Os chinocas nem perceberam o que lhes aconteceu.
Eu avisei os asi�ticos que pagassem a protec��o deles.
- Agora, apanham no cu. - Bem fundo.
Foi um belo assalto, rapazes. Muito bom.
E n�o te preocupes, T-Bag, todos vamos ter o nosso quinh�o.
- Aqueles Drag�es que se lixem. - V�o-se lixar!
- Suas cabras brancas de merda! - Vai-te lixar, sacana sino-americano!
Acham que podem vir ao nosso bairro roubar-nos?
Ai sim? O que � que vais fazer, sua cabra amarela?
Diz-me, onde est� o Max?
Est� no Inferno, seu idiota.
Est� no Inferno. Tens a certeza?
Vai-te lixar!
- Espera, espera. Quem �s tu? - N�o sabes quem eu sou?
- Sou o anfitri�o desta festa. - Santa Maria, m�e de Deus.
- Sei quem tu �s. N�o! Meu Deus! - Agora j� sabes quem sou!
� melhor dizeres as tuas ora��es, Deus � minha testemunha.
J� me esquecia... eu n�o deixo testemunhas.
- Tudo bem, Garret? - Ouvi dizer que o teu patr�o morreu.
Ouviste bem. Quem fala?
Sou algu�m que tu tramaste e mandaste para a pris�o.
- Harlen! - Voc�s lixaram-me, agora v�o pagar.
As coisas deram mesmo para o torto.
O Bruno vacilou, a b�fia foi avisada,
tu fugiste com o dinheiro.
Deixa-me dizer-te uma coisa. Voc�s tra�ram-me e eu vou vingar-me.
N�o sejas est�pido, Harlen. Isto n�o � pessoal.
Investig�mos a fam�lia e amigos do Harlen. N�o conseguimos nada.
Obrigada, Jackie.
Agente Knowles.
- Harlen, o que se passa? - Lucky's Bar, daqui a tr�s horas, certo?
Est� bem.
Sabes o que isto �? Est�s a conduzir a Miss Daisy.
� isso que isto �, o "Miss Daisy".
Eu sou a Miss Daisy?
Por falar em conduzir, tu n�o �s melhor do que eu.
� verdade. E sabes porqu�?
N�s, ex... Bem, n�o somos ex-condenados,
somos condenados actuais. - Condenados actuais?
Isso mesmo, somos condenados actuais.
Como � que uma brasa como voc� veio parar aqui?
- Vim encontrar-me com um amigo. - Aqui?
De certeza que n�o se enganou no s�tio, querida?
Absoluta.
- Ela est� comigo. - Eu estava s� a limpar a mesa.
Sim, eu percebi.
O que est� a fazer, Harlen?
- O Max est� vivo. - O qu�? � imposs�vel.
Um passarinho disse-me que ele est� vivo.
A sua informa��o est� errada. Eu vi o corpo.
Viu um corpo.
Mas n�o era o Max. O Max est� a ser protegido.
- Por quem? - Acho que pelos seus amigos.
- Pela Protec��o de Testemunhas? - Talvez.
- Devia investigar. - N�o tenho autoriza��o.
- Ent�o isto foi uma perda de tempo. - Espere, espere, por favor.
O que esperava?
Esperava que se preocupasse em descobrir a verdade.
- Que �? - Durante o assalto,
havia um carro � paisana a vigiar-nos.
Ele s� veio atr�s de n�s depois de termos fugido com o dinheiro.
O Max tem amigos bem posicionados, no seu Departamento.
O que est� a dizer? O Max e o Saunders?
N�o pode estar a falar a s�rio. Tem provas?
Gostava que acedesse aos computadores, custe o que custar.
Descubra qual � a rela��o entre o Max e o seu Departamento.
E acredite no que lhe digo: h� uma rela��o.
O relat�rio forense do armaz�m. N�o descobrimos nada.
- Merda. A equipa do ADN que avance. - � para j�.
Miss Knowles, � um prazer v�-la.
- Voltou a falar com ele ontem, n�o foi? - Sim. Como sabe?
N�o tinha ficado de me avisar imediatamente quando falasse com ele?
P�s o meu telefone sob escuta!
O que receia, Saunders?
Saia-me da frente!
Laurie, o que conseguiste?
Fiz uma busca a todos os arquivos, como me pediste,
e encontrei um ficheiro que menciona Max Stevens.
- Nem me digas. - Est� sob o nome "Killmaster".
Usei a autoriza��o da Ag�ncia e olha onde o encontrei...
O que � isto, Rusty?
Ol�, pessoal. Encontraram alguma coisa?
� melhor eu ir ver como � que a minha busca est� a correr.
- O que se passa, Rusty? - Eu fa�o a mesma pergunta.
- Que conversa � essa? - Gostava de saber
porque � que ando � procura de um ficheiro de n�vel seis
que j� est� no seu computador.
- Quem lidou com o caso do Max? - Basta. Eu nem devia falar contigo.
- Rusty, est�o a armar-me uma cilada. - O qu�?
O Saunders.
- S� podia... - Por favor.
Que raio se passa aqui?
- Estou a trabalhar. - D�-nos licen�a.
- O Max Stevens � seu informador? - Quer dan�ar com o Diabo? Dancemos.
Mentiu-me desde o in�cio. Sabia que o Harlen estava inocente.
Voc� alterou relat�rios, apagou ficheiros.
Sempre que eu seguia uma pista, voc� cortava-me as vasas.
O que est� a esconder?
N�o tem nada para usar contra mim, mas eu tenho muito contra si, querida.
Fazemos o seguinte...
Voc� traz-me o dinheiro e o Harlen, e eu fa�o com que tudo desapare�a.
- Sim? - Harlen.
Tinha raz�o. O Saunders est� envolvido. O Max era informador dele.
- Agora s� temos de provar isso. - Tenho a morada do Vincent.
1429, Oak Hill Road. Qual � o seu plano?
- Vou encontrar-me com eles. - E acha que eles v�o aparecer?
- T�m 20 milh�es de raz�es para isso. - N�o pode matar o mundo inteiro.
N�o tenciono matar o mundo inteiro, s� aqueles que me querem matar.
Acho que isto est� tudo relacionado com o Max: As vis�es, a apari��o...
- Ele � s� parte disto. - Mas � a maior parte.
Sabes disso. Ele � capaz de tudo.
Nos teus sonhos, ele aparece vivo ou morto?
Nem uma coisa, nem outra.
Ambas.
- Sim, quem �s tu? - Escuteiras da Am�rica...
Mas que raio?!
Eu sabia que virias atr�s de mim.
Isso � porque quando tramamos pessoas,
temos de estar sempre a olhar por cima do ombro,
� espera de momentos como este.
Se n�o tivesses fugido, n�o tinhas lixado tudo.
Homic�dio qualificado quando est�s inocente � complicado. Percebes?
- S�o neg�cios, Harlen. - Agora eu tenho neg�cios para ti.
Porque n�o me trazes o dinheiro, j� que n�o tens para onde ir?
Vim para onde vou.
Foste esperto at� agora, Harlen.
N�o comeces a ficar est�pido.
Ouve-me. At� eu ter a porra do meu dinheiro, tu �s meu!
Porra! N�o vale a pena tentares deter-me. Eu tenho s�cios!
Tenho s�cios. Se me matas, eles ir�o atr�s de ti.
Vais aparecer nas not�cias das 18:00.
Mas sabes uma coisa? Os teus s�cios est�o todos mortos.
N�o est�o nada. Espera a�.
Espera. Espera a�.
V�, telefona-lhe. A quem vais telefonar?
Ele est� aqui.
Deixa-me falar com ele. Quem fala?
Vai-te lixar.
Fazemos o seguinte... Queres o dinheiro, eu dou-to.
Se me prometeres que depois de terem o dinheiro, isto acabou,
e que eu n�o preciso de andar a olhar por cima do ombro. Combinado?
- Est� bem. - Muito bem.
Dez minutos antes, vou telefonar-te a dizer onde e quando, entendido?
Muito bem.
Eu sabia que eras esperto.
Vai buscar-me �s cinco. Faz isto e ter�s o dinheiro.
- Nasci com o diabo no corpo. - Que arrepiante.
Parece que tamb�m nasceu com uma queda extraordin�ria
para a m�sica.
Ainda bem que gostas.
- Vieste sozinho? - Sim, senhor.
Inoc�ncia.
� a� que est� o verdadeiro poder.
O que me interessa o dinheiro?
� na inoc�ncia que est� o poder.
O poder m�stico entre a inoc�ncia e o mal.
Encaremos os factos. O senhor n�o � um mestre de ilus�es,
� um mestre artista condenado, e um tipo doente que tem de ser detido.
- Eu diria que est� na hora. - Ent�o n�o me deixas trabalhar?
Bem, n�o te podemos alvejar.
Isso � demasiado desinteressante.
Mas podemos eliminar-te.
Talvez numa realidade com a qual estejas familiarizado.
Isso seria bom. Caso contr�rio, seria demasiado desinteressante.
Bartholomew...
Quero que conhe�as o Harlen.
A um novo come�o.
Ventos de leste est�o a formar-se com rajadas de 16 km/h.
A precipita��o � de 90 por cento, e est� a aumentar.
A um novo come�o.
Harlen!
Podemos fazer isto como pessoas civilizadas?
Sim, senhor. Era isso que eu esperava.
N�o � nada pessoal. Precis�vamos de algu�m que n�o soubesse do dinheiro,
que n�o fosse ficar ganancioso, nem est�pido.
Ou�am, s� quero ter a certeza de que quando vos der o dinheiro,
voc�s me deixam em paz.
Linda hist�ria. Larguem as armas! Agora!
- O que faz aqui? - Tudo bem.
- Miss Knowles, baixe a arma. - Por que raio demoraste tanto?
- Seu pulha! - N�o se pode confiar em ningu�m.
Harlen, eu acredito em ti,
mas esta hist�ria est� a come�ar a chatear-me,
por isso, precisamos de saber onde est� o dinheiro, imediatamente.
Ou espalho os miolos da Miss Knowles por todo o lado.
Saunders, acho que est�s em desvantagem. N�o trazes refor�os?
Vais ler-nos os direitos, ou est�s com problemas com os Assuntos Internos?
- Cala-te, seu delinquente analfabeto. - Voc� � uma vergonha!
Tens sido esperto, n�o fiques est�pido agora. Sabes o que me irrita?
A express�o "Guerra Contra as Drogas". Conhecem esta express�o?
� como travar uma guerra contra as aspirinas. Sabem o que fa�o?
Isto n�o se trata de drogas. Trata-se de dinheiro.
Portanto, onde est� o dinheiro? Mostra-me o dinheiro, Harlen.
- Cala a boca e vai buscar o dinheiro! - Tenho-o aqui para voc�s.
Est� aqui.
- Podemos resolver isto. - Que conversa � essa?
Eu mato a rapariga, tu tratas do Harlen. Dividimos o dinheiro.
Parece-me uma proposta justa, mas vai-te lixar!
Resposta errada.
Merda!
Acabou-se a gasolina? N�o me digas!
Hoje vais morrer, cabr�o!
Sacaninha!
Porra!
Merda!
O cabr�o alvejou o Ice Kool.
Raios!
- Rachael. - C�us!
Miss Knowles. V�, Rachel, o que est� a tentar provar?
- Sejamos razo�veis... - Deixe-me em paz.
As emo��es est�o a ficar exacerbadas.
N�o acredito que se preocupa com estes pulhas.
Rachael.
Estou prestes a come�ar a perder a paci�ncia.
- V�-se lixar. - Isto est� mesmo...
...a come�ar a chatear-me.
Oi�a. Somos uma equipa.
- N�o me pode contradizer. - O que se passa consigo?
Est� a magoar-me, querida.
- Sente-se bem? - Quem me dera ter feito isso.
Ice, est�s bem?
Apetece-me a cereja em cima do bolo. Sabem o que quero dizer, certo?
- Que raio de conversa � essa? - Que conversa � essa?
Um, dois, tr�s.
- Era disto que eu estava a falar. - C'um caneco!
Queremos manter este donativo an�nimo. Percebe?
N�o h� nomes na Su��a. Quer que a Seguran�a o leve ao aeroporto?
N�o � preciso. Esta � apenas uma pequena parte do total.
� s� para cobrir as despesas, entende?
Com certeza. E fique descansado, o Hospital Infantil de Saint Thomas
receber� o resto do saldo hoje. - Assim � que �. Muito obrigado.
- Fa�a boa viagem e volte sempre. - Tenciono faz�-lo, acredite.
HOSPITAL INFANTIL DE SAINT THOMAS
GRANDE REABERTURA
- Ol�. Como est�s? - Bem.
Isto � para ti.
Quero que uses isto para te proteger e dar sorte. Certo?
- Est� bem. - Muito bem, querida.
- � bom ver que est�s bem. - Obrigada.
- O que � isso? - Foi um senhor simp�tico que me deu.
- A s�rio? � lindo. - Obrigada.
�s uma rapariguinha com sorte. D�s-me um abra�o?
- Ela vai ficar bem. - Eu sei.
Tradu��o e Legendagem Alexandra Brum / CRISTBET, Lda.
Subtitle Ripped by olimac @ iNSPiRE
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