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Voc� est� prestes a entrar em uma outra dimens�o...
uma dimens�o n�o apenas de sentidos e sons, mas da mente.
Uma jornada a um fant�stico mundo da fantasia.
Pr�xima parada, Al�m da Imagina��o.
Vamos ver voc� pagar pelo seu drinque...
do seu jeito �nico e inimit�vel.
Uma m�sica, Denton.
Que tal?
Qu�o seco eu... - Vamos, vamos l�.
Vamos, Denton.
Levante-se.
Vamos l�, Denton.
Qu�o seco eu estou.
Qu�o seco eu estou.
- Charlie, n�o pode dar um jeito nisso? - Ningu�m pode.
Eu n�o gosto tanto quanto voc�, a mis�ria que fazem ele passar.
Qu�o seco estou. Ningu�m liga.
Qu�o seco estou.
Vamos l� rapazes, vamos beber algum u�sque.
Retrato de um b�bado da cidade, de nome Al Denton.
Este � um homem que come�ou a morrer cedo.
Uma longa e agonizante estrada, atrav�s de um labirinto de garrafas.
Al Denton, que provavelmente daria um bra�o, uma perna ou parte de sua alma...
para ter uma nova chance...
Para poder se levantar, sacudir a poeira de seu corpo...
e os pesadelos que infestam a sua consci�ncia.
Nas palavras da �poca, este � um vendedor ambulante...
Outro homenzinho de apar�ncia vistosa...
usando um fraque preto.
E este � o terceiro personagem principal de nossa est�ria.
Sua fun��o, talvez dar ao sr. Al Denton...
sua segunda chance.
Como est� Al?
Como est� srta. Smith?
Est� carregando uma arma agora?
Ela n�o � minha, a encontrei por a�.
Algu�m deve ter derrubado.
Voc� era muito bom com uma arma no seu tempo, n�o era?
Isto foi h� muito tempo atr�s, srta. Smith.
Quer saber de uma coisa?
Esta � a primeira vez que eu pego em uma arma desde...
N�o consigo lembrar quanto tempo faz.
Muito daquilo, n�o �?
Sim.
Porque Al?
Por que voc� tem de beber tanto?
Eu realmente n�o sei.
Eu apenas adquiri o h�bito um dia e continuei.
Esperem um minuto, rapazes.
L� vamos n�s de novo, amigos.
Vamos ver nosso passarinho cantor.
Ei, Denton!
Tr�s refr�es de "Qu�o seco estou".
Vamos ver.
Al, n�o fa�a isso.
Ele me dar� um trago, srta. Smith.
O Diabo em pessoa lhe daria um ou dois sem voc� precisar fazer isso.
Qu�o seco estou.
Qu�o seco estou.
Ningu�m sabe. Qu�o seco e...
Tudo bem, vai l� e pegue o seu drinque, molenga.
Voc� foi um bom garoto.
Espere um minuto, Denton.
Ei, pistoleiro!
Onde conseguiu a artilharia?
Eu...eu a encontrei...
encontrei bem al�, na rua.
� verdade?
Faz um longo tempo que voc� n�o usa uma, hein, molenga?
Sim, muito tempo.
Talvez, voc� possa us�-la agora.
Sim.
Talvez, voc� possa sacar para mim.
N�o, eu n�o saberia mais como us�-la.
Vamos ver voc� tentar. Vamos l�, voc� e eu sacando.
Muito bem j� chega, n�o tem gra�a mais.
Se afaste, Liz. O pistoleiro aqui e eu temos um duelo acontecendo.
Vamos l� pistoleiro. Levante...
- Oh Dan, pare com isso! - Vamos l� Dan, ela tem raz�o.
Volte para o bar Charlie. N�o v� que temos neg�cios pessoais, aqui?
Escute Dan...
Venha.
Vamos l�.
Venha aqui molenga.
Vamos!
Vou lhe dar uma vantagem.
Vou sacar com a m�o esquerda.
Senhorita Smith, diga a ele.
Por favor, diga a ele.
Por favor, srta. Smith, explique a ele...
Senhorita Smith...
por favor, explique que foi um acidente, eu n�o quero nenhum problema.
Senhor Hoatling...
Meu Deus que tiro, Al. Entre para tomar um drinque. Por conta da casa.
- Recuperou a mira, hein, Al? - Andou praticando ou algo do g�nero?
N�o o via atirar assim desde nem sei quando.
E contra o Hoatling!
- Ela nem sequer � minha. - Drinques por conta da casa!
Ei, molenga!
Me encare Denton...
Foi um acidente, sr. Hoatling.
- Vou enfiar isto direto no seu est�mago. - Dan, d� um tempo a ele.
Eu n�o queria...
eu nem queria...
eu n�o queria...
Senhor Denton me permita lhe pagar um drinque.
Como me chamou?
Eu... eu n�o quis ofend�-lo.
Eu s� perguntei como voc� me chamou?
Nada. Nada, senhor Denton, eu n�o o chamei de nada.
� isto.
Senhor Denton.
Ele me chamou de senhor, Charlie.
Tome aqui, Al.
N�o, obrigado,
j� tive o bastante.
Acho que vou l� fora me barbear.
E n�o me chame mais de molenga!
Al?
Acho que tudo ficar� bem, agora. Entendeu?
Charlie disse que voc� foi t�o bem agora quanto era antigamente.
Isto � o que o Charlie disse.
Eu era bom. Eu era realmente bom.
Eu era t�o bom que uma vez por dia...
aparecia algu�m na cidade para me fazer provar...
E toda manh�...
come�ava minha bebedeira mais cedo.
At� que um dia,
um dos rapazes, que me pediu para provar, tinha apenas 16 anos.
Eu o deixei al�, al� mesmo em frente ao saloon.
Eu o deixei sangrando at� a morte com minha bala nele.
Suponho que tudo voltar� a come�ar de novo.
Cada homem r�pido, que tem uma arma, vir� pela rua...
s� que desta vez serei eu ca�do, sangrando at� morrer.
Acho que farei a barba. Quero estar bem...
no dia que irei morrer.
Homem alto.
Normalmente n�o anda com sua arma.
Cabelo loiro.
Quem voc� descreveu?
Descrevo um homem chamado Al Denton.
Provavelmente, o melhor pistoleiro daqui.
- Podia ser o senhor? - Podia ser eu.
Tenho uma mensagem para o senhor, Denton.
Da parte de Pete Grant.
- Pois fale a mensagem. - Pete estar� na cidade amanh�,
� noite, �s 10 horas.
Voc� o encontrar� no saloon.
Olhe, diga...
diga que n�o tem jeito...
diga ao sr. Grant que estarei l� amanh� � noite.
Eu esperarei l�.
Assim ser�.
N�o leva muito tempo...
s� o necess�rio para uma barbeada.
Boa noite, sr. Denton.
N�o preciso de nada.
Como?
N�o preciso de nada. O senhor � um vendedor, n�o �?
Sim. Comerciante de tudo.
Utens�lios, ervas medicinais, alimentos e fortificantes...
ferramentas para s�tios, roupa e po��es.
Sim, po��es. Algo complementar, voc� diria.
Me chamo Destino, Henry J. Destino.
E, senhor Denton, voc� est� fugindo.
Sabe? N�o deveria. N�o deveria fugir.
N�o deveria?
Sim, suponho que tem raz�o.
Eu n�o deveria fugir. Deveria ficar e levar um tiro.
Acho que eu deveria fazer isso.
Maldi��o esta coisa. Maldi��o o momento em que a encontrei.
N�o, n�o, n�o. N�o amaldi��e, sr. Denton. Utilize.
Tome, essa � uma das minhas po��es.
Pode cham�-la assim ou de "elixir".
De todas as formas o ajudar� a resolver seu problema, sr. Denton.
O chamo de meu "revelador de pistola r�pida".
O homem que a beber ir� se tornar o mais r�pido de todos.
Ser� capaz de atirar num d�lar de prata no ar...
a cem p�s e sem apontar.
Est� garantido para uma dura��o de 10 segundos.
10 segundos?
E depois?
Depois, o usu�rio estar� sozinho.
Pegue. Prove.
Prove a mercadoria, para ver.
Vamos. Prove.
Vamos. Beba!
Al� est� o alvo, sr. Denton.
Vamos, saque.
Saque!
6, 7, 8, 9, 10.
Aqui vai, sr. Denton.
Agora, possivelmente, essa pistola n�o lhe ser� mais �til...
do que uma garrafa seria a um touro.
Pegue.
Tome isto uns segundos depois das 10.
Justo no momento em que o sr. Grant entrar no saloon.
Quanto eu lhe devo?
N�o lhe custar� nada.
Pode chamar apenas de um "servi�o".
Assim �.
Apenas um servi�o de Henry J. Destino.
Apenas, assim, poder� recordar, que uma vez, o destino interferiu.
Quer uma bebida, Al?
Que tal o senhor, Doc?
Deve ser Grant.
Voc� � o Denton?
Correto.
Escutei que � r�pido.
Ter� uma boa oportunidade para descobrir.
Essa � minha inten��o.
Saia do bar por favor, sr. Denton.
E saque.
� um empate gente. N�o h� vencedor.
N�o disparar� mais nada com essa m�o, Al.
Mais nada.
Um par de dedos tamb�m v�o ficar r�gidos.
Mas n�o far� diferen�a.
O jeito que voc� ficou al�...
ser� algo pra contar a seus netos.
E, como se pode ver agora, viver� para ter alguns.
Igual a mim.
Nunca ser� capaz de disparar uma arma de novo.
Foi aben�oado, filho.
Ambos fomos aben�oados.
Tem sorte.
Aprendeu a tempo.
Voc� o pegou, Pete?
N�o mais do que ele me pegou.
Sr. Henry Destino, comerciante de utens�lios, jarras, ca�arolas...
pomadas e po��es.
Um homem fant�stico, numa capa negra, que pode ajudar a um homem...
a sair de um po�o...
ou a outro homem a cair em um.
Porque, como v�, o destino pode funcionar assim...
em Al�m da Imagina��o.
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