Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
ACESSE O VELHO E ORIGINAL! COMANDOTORRENTS.ORG
MIST�RIOS OCULTOS
Chegamos, Olivia.
Finalmente encontramos esta maldita cidade!
O livro tem que estar em algum lugar daqui.
Aqui.
James, isso � loucura!
Viemos longe demais para parar agora.
Vamos at� o fim desta vez.
E vamos recuperar a nossa filha.
Estou com um mau pressentimento.
Nenhum livro pode trazer nossa filha de volta.
Eu temo por sua vida.
Vamos.
Isso n�o passa de medo do desconhecido.
Comigo, n�o h� o que temer.
Tem cheiro de morte.
N�o est�vamos enganados.
N�o temos tempo para discutir. Siga-me.
� isso!
Senhor, tenho que voltar.
Pode me pagar?
James, por qu�?
Ele viu demais. N�o tenha medo, querida Olivia.
Deite-se nesta pedra.
N�o nos curvaremos � vontade dele.
Vamos pedir a outro mestre para nos ajudar.
Com certeza vamos recuperar nossa filha.
James, pare. Isso n�o vai ajudar!
Esse livro abre um portal para as trevas.
O mundo precisa das trevas.
Agora as trevas v�o devolver o que a morte tirou de n�s.
O qu�?
A sua morte, minha querida, dar� vida.
- Uma vida eterna. - N�o... o qu�?
Por favor, n�o tenha medo, Olivia.
As trevas podem me ressuscitar.
As trevas s�o poderosas.
O livro � o chicote...
que pode trazer o que voc� precisa.
Voc� ser� atormentada para sempre.
Voc� poderia ter me salvado,
mas n�o fez isso.
Sinto muito.
A porta estava aberta.
Voc� parecia atormentada.
Sonhei com o livro de novo.
Parecia uma hist�ria barata de terror.
Voc� � desagrad�vel, doutor.
Pare de olhar para mim.
O livro � t�o importante assim?
Voc� pode ressuscitar os mortos sem ele.
Eu n�o posso ressuscitar os mortos.
Apenas lembran�as deles.
Quando invocamos os mortos,
eles n�o v�m s�s.
Eles trazem o Inferno com eles.
E o Inferno fica.
Voc� lida com poderes terr�veis, srta. Reed.
Realmente espero...
que o desaparecimento do meu livro seja acidental.
Vai ser um desastre
se algu�m com conhecimento o pegar.
E se isso j� tiver acontecido?
Ter�amos notado.
Senhor! Pode me dar uma moeda?
� para comprar um peda�o de p�o.
A minha m�e morreu, senhor. Por favor!
A minha m�e morreu, senhor.
A garota morta era linda.
E a l�ngua dela foi cortada.
Os l�bios foram costurados.
Pavlusha disse que foi um trabalho bem feito.
Com uma m�o firme. S� pode ser coisa do Diabo.
Ouvi dizer que elas s�o marcadas.
� para comprar p�o. Minha m�e morreu.
Bem, � �bvio.
Isso � coisa da gangue Vladimirskiy.
O que voc� quer com eles?
A l�ngua foi cortada. A boca, costurada.
Ela falou demais.
Por favor, senhor! Uma moeda para...
Escute, garoto!
N�o vai ganhar nada choramingando.
- Pe�a direito! - Deixe-o em paz.
Assassino!
Pol�cia!
Corra! Corra!
Precisava interferir, Ganin?
Tem uma quarta garota, senhor.
Ela est� costurada?
A barriga estava aberta, pronta para rechear.
Bela compara��o.
Eu n�o almocei.
N�o deveria ter vindo aqui sozinho, senhor.
Com sua posi��o e habilidades,
n�o deveria patrulhar as ruas.
Se for esfaqueado e morrer,
vou ter que lidar com um chefe novo.
Os policiais de rua vieram pegar os anarquistas.
E j� temos uma quarta v�tima.
Voc� usou massa para colar, n�o foi?
Deveria ter usado resina. Teria funcionado melhor.
Da pr�xima vez, voc� pode colar.
E n�o tenha pena dessas crian�as de rua.
Nem de ningu�m daqui.
Boa tarde.
Foi marcada ainda viva.
O mesmo que as outras.
E foi bem recente tamb�m.
O desgra�ado s� ataca mo�as bonitas.
Posso examin�-la mais de perto?
Por favor.
O que usaram para fazer o corte?
A l�mina era larga e muito afiada.
Talvez...
um cutelo de carne.
N�o h� tra�os de inflama��o.
Ela morreu quase que instantaneamente.
O que tem ali?
Que barb�rie...
O cora��o n�o est� aqui.
Foi tirado dela depois da morte.
Por algu�m sem experi�ncia.
Lave isto, meu amigo.
Ovo cozido.
Preciso de algu�m que explique o que � isto.
� um ovo, senhor. Parece um ovo de galinha.
E o desenho...
Bem, encontre um especialista.
Que curioso!
J� examinei v�rias coisas.
Antiguidades japonesas,
fragmentos cuneiformes
e at� maldi��es cabal�sticas.
Mas nunca examinei
um ovo trazido pela pol�cia.
Onde o encontraram?
N�o importa.
Como quiser.
Isto � um pentagrama.
A imagem em si n�o � um c�digo,
mas tem um significado.
Pentagramas n�o s�o malignos.
Eles servem de prote��o contra o mal.
Como s�mbolos m�gicos.
Voc� � um mago?
Sou apenas um amador. Um leitor.
Sou uma esp�cie de ocultista, mas n�o tenho o dom.
Ent�o por que o mesmo s�mbolo est� aqui?
Eu n�o me lembro.
� um s�mbolo muito comum, na verdade.
Eu gostaria de ir a esse show.
Pois eu o convido.
Isto � da �poca da Inquisi��o?
Um antigo instrumento de tortura?
N�o.
Isso �...
um equipamento muito moderno.
Afinal,
sou f� dos modismos ingleses.
E meu passatempo preferido dos ingleses
� o esporte.
Um entretenimento para os m�sculos.
Essencial...
para aqueles que se exercitam no escrit�rio.
Podemos nos sentar com vista para a plateia?
Ver os esp�ritos vai ser empolgante,
independentemente de onde se sentarem.
N�o estou interessado em esp�ritos.
Quero ver os vivos.
Parece um conto de fadas.
Parece t�o real!
Vejo que adora o circo.
Queria que bombeiros pudessem fazer isso.
- Esses ingleses... - Senhores!
Comportem-se! Est�o perturbando.
O senhor que est� gritando.
� preciso haver sil�ncio!
Como j� avisei a todos,
h� esp�ritos entre n�s.
Seria um espet�culo incr�vel, senhorita.
Tenho que pedir para o senhor se retirar.
N�o d� para ficar na sua, senhor?
Vou lhe dizer o que ele est� prestes a mostrar, senhor.
Talvez...
uma mulher.
Sim.
A mulher a quem voc� fez mal.
Todo homem j� fez mal a alguma mulher...
ou outra.
� um al�vio saber que voc� � como todo mundo?
Senhoras e senhores.
Sombras que voc�s todos cultivam
v�o aparecer nesta sala
por breves momentos.
N�o tenham medo.
Voc�s estar�o a salvo,
pois o meu pent�gono, meu s�mbolo de prote��o,
manter� os esp�ritos afastados.
Um!
Aqueles que voc�s perderam.
Aqueles por quem sentem culpa.
Dois!
Aqueles que voc�s n�o conseguem se esquecer.
Voc�s os ver�o agora!
Onde todos os outros s�o surdos e cegos.
Eu enxergo!
V�o embora!
Eu vi minha falecida m�e.
Eu a enganei.
Ela adorava geleia de cereja.
Uma vez, ela estava comendo, e uma abelha entrou no pote,
ent�o eu misturei quando ela n�o estava olhando.
Foi brincadeira.
Ficou tudo bem,
mas a l�ngua dela ficou inchada por 2 dias.
Ent�o voc� matou a sua pr�pria m�e?
Claro que n�o. Ela morreu bem velha.
Quem o senhor viu?
Ningu�m.
Ora, eu notei que o senhor viu algu�m.
O senhor n�o mente muito bem.
� bem �bvio. Est� na sua cara.
Estou curioso.
Nossa, senhor... At� gente morta interage melhor com os outros.
N�o ouso lhe dar conselhos, senhorita,
mas preciso perguntar...
O que a mant�m em S�o Petersburgo
quando outras cidades a chamam?
Este lugar ainda me chama.
Agora � o melhor momento para me apresentar.
As casas ficar�o lotadas.
Fico chateado por voc� n�o me contar toda a verdade.
Com licen�a.
Permita que eu me apresente.
Rostov Sergey Konstantinovich, da pol�cia de S�o Petersburgo.
Se voc� � da pol�cia, ent�o encontre o meu livro.
- Que livro? - Meu grim�rio m�gico.
Ele � inestim�vel e foi roubado de mim.
E a pol�cia n�o ajudou em nada. Nada mesmo.
Quero lhe mostrar algo.
Este ovo foi encontrado costurado
dentro do corpo de uma mo�a que foi assassinada ontem.
A senhorita conhece este s�mbolo.
Eu vi um bem parecido no seu p�ster.
Qualquer galinha pode p�r um ovo,
e um amador pode desenhar um pentagrama na casca.
- � o mais comum... - Srta. Reed.
A senhorita reconheceu esta coisa.
Por favor, olhe para mim.
Por que a senhorita est� aqui?
N�o est� curioso para ver de novo?
Para v�-la?
Vou coloc�-la sob vigil�ncia constante.
Certo. Vou designar 2 homens para ela.
Senhor, temos que descobrir se o crime foi por vingan�a,
como no Oriente.
Os ladr�es t�m as m�os cortadas.
Difamadores, as l�nguas.
E os estupradores...
Bem, enfim...
J� esteve no Oriente?
Como sabe?
J� estive.
Por meio dos livros, � claro.
Como o senhor � novo, ainda n�o conheceu todos.
E eles n�o o conheceram tamb�m.
Esse � nosso melhor agente. Esquilo.
Ele fica � vontade em qualquer gueto.
Uma alma pura e altru�sta.
N�o tenha medo, Esquilo. Ele � um de n�s.
Primeiro, o dinheiro. Ande.
Pare de pedir dinheiro. Parece um padre!
J� encontrou o assassino?
E ent�o?
Posso lhe contar a verdade,
mas ningu�m est� disposto a pagar por ela.
Primeiro, o dinheiro.
O Diabo as est� matando.
Diabo � voc�, seu louco!
Devolva o meu dinheiro.
Estou investigando h� 7 dias.
Ningu�m sabe de nada. As pessoas est�o com medo.
Elas tamb�m querem saber.
Est�o dizendo que o Diabo veio para S�o Petersburgo.
Devolva o dinheiro.
Belo detetive. Mas vou fazer com que ele fale.
Se o detetive acha que foi o Diabo,
ent�o que o Diabo o tenha.
Ele � bem habilidoso.
Deveria trabalhar no circo.
�timo.
Verifique seus bolsos, senhor. S� para garantir.
� um trabalho maligno, senhor.
Espero que ningu�m descubra.
Certo, senhor?
Tome mais 25.
Ningu�m vai descobrir se voc� n�o contar.
Bom dia, tenente.
Bom dia, Ganin.
Com licen�a.
Senhor, pare de dormir no escrit�rio.
A Catedral de Santo Isaac est� marcada no seu rosto.
Vim lhe dar boas not�cias.
Sobre a inglesa?
O que tem ela? Ela dormiu tarde.
Ent�o o sr. Golitsyn a visitou.
Eles almo�aram no Trushin.
Bem sem gra�a. Mas temos uma testemunha!
Evpraksia Semenova, a vi�va de um leitor de salmos.
Ela, em 14 de maio,
estava tomando uma sopa na janela
e viu um homem arrastar uma mo�a a uma carruagem preta.
Mais algum detalhe?
Depois da sopa, feita com caldo de carne,
ele comeu fil� de peixe cozido.
N�o foi o que eu quis dizer.
Certo. O homem que a arrastou estava com um sobretudo.
Tinha um capuz escondendo o rosto dele,
ent�o ela n�o soube dizer como ele era.
Estava com um sobretudo.
Sim. Tinha muita n�voa.
Ela enfatizou isso.
Disse que a carruagem era estranha,
um pouco inclinada para a esquerda.
Voc� disse que a inglesa estava em casa?
Voc� acha que ela...
consegue invocar
as almas das mulheres...
que foram assassinadas?
Ela � charlat�.
As mulheres bonitas s�o assim. Elas nos enganam e dominam.
Vamos falar com carpinteiros de carro�as
ou vendedores de cavalos?
Podem ter alugado um carro f�nebre.
Tem raz�o.
Veja isto aqui, meu caro amigo.
Veja. Se tra�armos uma linha aqui...
e outra aqui...
Meu Deus!
A pr�xima v�tima estar� aqui. Neste local.
Na Catedral de Caz�.
Minha nossa...
Vamos. Ore no caminho.
Temos outra v�tima.
A quinta.
- Na Catedral de Caz�? - Sim.
Repare no s�mbolo no peito dela.
O desgra�ado costurou bem.
Usou um ponto caseado.
Vamos. N�o quero ver isso.
S�o tempos terr�veis.
Por que voc� nunca carrega uma arma?
Porque n�o pretendo matar ningu�m.
Encontrou o meu livro?
Houve outro assassinato na cidade, srta. Reed.
Sinto muito.
Com licen�a.
N�o. Eu...
S� estou pedindo para me dizer algo
sobre estes itens e o dono deles.
Meus dons precisam de descanso.
Infelizmente n�o posso ajud�-lo.
Por favor, srta. Reed.
Sente alguma coisa?
Sempre sinto algo.
Est� bem.
Vou fazer uma sess�o particular para o senhor.
Vai custar 200 rublos.
- 200 rublos? - 250 rublos.
N�o reconhe�o nada.
� um �timo desenho,
mas fabricantes de carro f�nebre sempre amassam o papel.
Mas fabricantes de carruagem... � um prazer trabalhar com voc�s.
Stepan!
D� uma olhada.
Est� inclina para a esquerda. Consertou alguma assim?
N�o. Nunca.
Tem certeza de que este item era da v�tima?
Sim.
S� vou ver o que a falecida decidir me mostrar.
Provavelmente ser� o momento da morte dela.
A maioria dos esp�ritos...
gosta de falar desse momento.
� compreens�vel.
Afinal de contas, � um acontecimento marcante.
Vamos l�.
Aconte�a o que acontecer,
n�o solte.
A mulher...
que era dona deste anel...
e que partiu do nosso mundo...
comunique-se conosco.
Estou vendo algo.
Uma rua escura.
E uma garota
caminhando sozinha.
Ela fica olhando para tr�s.
Tem uma luz � frente.
Ela anda depressa.
De repente...
aparece um homem.
Estava no beco atr�s dela.
Altura mediana.
Cabelo escuro.
Ele est� mancando...
com a perna esquerda.
Ele consegue alcan��-la.
E a estrangula.
Medo.
Medo.
Morte.
Dor.
Chega, srta. Reed.
- Voc� interrompeu a sess�o. - Voc� � uma mentirosa!
Este anel era da minha esposa.
Como sabe que ela n�o foi morta agora?
Como consegue enganar uma plateia?
� por hipnose?
Alguma fuma�a intoxicante?
� um truque com a eletricidade?
- Truques baratos! - Como ousa duvidar do meu dom?
Eu estava quase acreditando em voc�.
Pegue as suas coisas
e venha comigo.
�s vezes eu me engano. Acontece!
Vamos tentar de novo. H� outros m�todos.
Fale diretamente com os mortos.
Metade do pre�o! 125 rublos. Eu encontro o assassino.
Maria Gorelova.
Governanta, 30 anos de idade.
Estrangulada.
O c�rebro foi retirado do cr�nio.
Sra. Hrisopolo.
Esposa de um pintor.
A l�ngua dela foi cortada.
A boca foi costurada com um barbante.
Olga Melekhova. Moradora de rua. 24 anos.
O sangue todo foi drenado. M�os e p�s cortados.
Anna Berzina, uma camponesa de Pskov.
35 anos de idade.
O cora��o foi retirado e substitu�do por um ovo
com aquela estrela desenhada.
O ovo que lhe mostrei.
Avdotya Kulikova. Costureira.
20 anos de idade.
Ela era costureira.
Os olhos foram removidos, e as p�lpebras, costuradas.
Eu lhe contei tudo, srta. Reed.
Por que esse sil�ncio?
Tem medo dos defuntos?
S�o pessoas mortas.
N�o s�o esp�ritos nem almas. S�o cad�veres.
Fale com eles. N�o vou interromper.
N�o quero ficar aqui.
Que pena...
Quer me diminuir?
Me desestabilizar?
Por qu�?
Voc� tem um belo rosto. N�o precisa se esconder.
Me solte...
Por favor!
Pelo amor de Deus...
Tem algu�m a�?
Algu�m?
Coronel Rostov.
Por favor, me leve at� ele.
A senhorita est� sangrando.
Foi um espasmo.
Juro que n�o houve viol�ncia.
V�.
Srta. Reed.
Sr. Rostov.
Tenho que contar sobre uma vis�o que tive na cela.
Ainda est� tentando ganhar dinheiro?
Eu estava me afogando
nas �guas escuras de um canal estreito,
perto de um castelo vermelho.
Eu era uma mulher forte de 30 anos, com cabelo comprido,
e morava em S�o Petersburgo.
Eu estava com dor e apavorada.
Eu estava machucada e amarrada.
Ent�o eu morria.
N�o havia como escapar.
- E o meu corpo... - Como ousa continuar?
Eu...
De volta � cela?
Pode ir.
O qu�?
Voc� est� dispensada.
Srta. Reed, voc� est� bem?
Chame um policial!
N�o conhece a cidade, mas encontrou o local exato.
Por favor, srta. Reed, pare de contar mentiras.
� in�til.
Quer participar da aut�psia?
Ou j� sabe o que vai ver?
- Qual � a marca desta vez? - �gua.
O tri�ngulo, apontando para baixo.
O s�mbolo do elemento.
Os assassinatos dele s�o parte de um ritual.
Todas as v�timas t�m um destino:
O Inferno.
Li na B�blia que o fim do mundo n�o seria t�o ruim assim.
Deixe que acabe.
J� est� na hora mesmo.
Assim o nosso Senhor pode enfim retornar.
Se o Inferno vier at� n�s, n�o haver� pessoas.
Cristo n�o vir� a um lugar sem pessoas.
N�o acredito em voc�.
Espere um pouco. Do que est�o falando?
O que voc� perdeu?
Quem era a mulher que viu na sess�o?
Voc� � uma mentirosa. N�o tente me enrolar.
Voc� n�o sabe nada sobre ela!
Ganin! �gua!
Depressa.
Srta. Reed.
Voc� � uma �tima atriz.
Preciso de uma pena.
N�o. Um l�pis e um papel, por favor.
N�o tente fazer bruxaria.
Seus truques n�o funcionam aqui.
Ela estava deitada...
N�o.
Sentada em uma barragem.
Um pentagrama.
Uma carruagem preta a levou l�.
A m�o de um homem...
com esta tatuagem.
Ela � mesmo uma feiticeira.
� a tatuagem de "Pavlusha, o Morto".
O s�mbolo � igual.
Caveira, ossos cruzados e o �s de espadas.
� o s�mbolo dele. Mas ele faria isso?
As v�timas desapareceram nessa �rea.
Ningu�m se importa com os moradores de rua,
mas cometer esses crimes t�o b�rbaros?
Ele nunca fez isso antes.
� preciso habilidade
para cortar, costurar e arrumar tudo.
Mas, se foi ele...
Quem pediu ganso e mingau?
Traga a vodca e os copos.
Voc� n�o pode mais jogar.
Vai perder at� a roupa. Sua mulher vai ter que busc�-lo.
Ol�, Esquilo. Lembra-se de mim?
N�o pode ficar aqui, senhor.
Preciso encontrar Pavluska, o Morto.
- Pode me ajudar, meu caro? - Saia daqui.
E ir para onde?
S� saio daqui quando encontrar Pavluska.
Aquele...
policial disfar�ado...
est� interrogando Esquilo.
Esquilo, �?
V�o me matar, senhor. Eu juro que v�o.
Esquilo! Pavlusha quer falar com voc� na cozinha.
Aonde vai, chefe?
Est� sentindo...
um cheiro de podre aqui?
Saia da frente.
N�o se movam, meus caros.
A nossa sopa ter� mais carne hoje.
Voc� � o Morto?
Precisa de um morto? Aqui est�!
Ele escapou de tantos apertos...
Por que n�o deste?
Minha nossa...
� morte por toda parte.
Quer conversar, Pavlusha?
As mo�as assassinadas...
- Foi obra sua? - De jeito nenhum!
J� tenho pecados o suficiente para assumir os dos outros.
Pense bem, Pavlusha.
Enquanto o estou segurando. Sabe quem foi?
Eu o vi.
Nesse caso...
Me conte o que voc� viu.
Era noite, perto da Catedral de Caz�.
Eu estava caminhando.
Ent�o vi algu�m...
carregando uma mulher.
Achei que ele fosse larg�-la por a�
depois de ter se divertido.
Mas notei que ela estava roxa.
Ent�o decidi ensinar uma li��o ao desgra�ado.
Olhe por onde anda!
Ele a matou brutalmente.
Sem um pingo de humanidade.
E d� para matar algu�m com humanidade?
Eu n�o sei, mas imagino que sim.
Se o assassino for humano...
Caso contr�rio, vale tudo.
E quanto a Esquilo?
Esquilo n�o era humano.
Onde est� o rel�gio?
Que droga, Ganin!
Precis�vamos interrog�-lo.
Voc� matou uma testemunha!
Ilegalmente e sem um processo.
A corte n�o � a lei.
A justi�a, sim. Ele merecia morrer.
E agora? Ele est� morto, e n�o temos nada.
S� uma hist�ria inventada sobre um rel�gio.
Este rel�gio?
Desgra�ado...
Tente se lembrar. Voc� viu um rel�gio antes?
S� queremos devolver ao dono.
Uma obra de arte
incr�vel e delicada.
Que tal ir direto ao ponto?
Por que tanta demora?
Quando ele trouxe para mim, n�o tocava m�sica.
Ele era t�o jovem na �poca...
Herdou o rel�gio do pai.
"Ele" quem?
A que devo esse prazer? Trouxe um novo achado?
Sim, sr. Golitsyn.
O que exatamente?
O seu rel�gio.
Como conseguiu?
Longa hist�ria.
De qualquer forma, temos muito o que conversar.
Ao trabalho.
O que est� acontecendo?
Que direito voc�s t�m de invadir a minha casa?
Ponha isso de volta!
� um item raro de colecionador. � fr�gil!
Senhor, tenha paci�ncia. Uma busca leva tempo.
N�o toque em nada.
N�o abra esse arm�rio! Est� vazio.
O que � isso?
Voc� � surdo? Mandei n�o abrir!
M�quina infernal...
Senhor, veja s� isto aqui, por favor.
O que � isto?
Eu n�o tenho que explicar nada.
Sangue humano? Ou o senhor estava fatiando lingui�as?
N�o devo explica��o ao senhor. N�o matei ningu�m.
Prendam-no.
Eu o amaldi�oo a uma vida solit�ria e infeliz.
Voc� vai estragar tudo o que tocar,
destruir tudo o que mais ama
e morrer de uma forma dolorosa!
Obrigado. Tamb�m gosto de voc�.
Estou livre desta vez?
Preciso que seja testemunha. Vamos interrogar um homem
que � suspeito dos assassinatos.
Algu�m que voc� conhece muito bem.
Vasiliy Golitsyn.
Eu almejava adquirir poderes...
e conhecimento.
Eu queria ser bem-sucedido.
Eu aprendi com a melhor, afinal.
Convidei a srta. Reed para a R�ssia,
para aprender com ela.
Ent�o foi Golitsyn?
Agora sei onde est� o meu livro.
N�o encontramos o livro.
Mas achamos um rel�gio sujo de sangue.
Vasiliy...
Comecei a dar aulas de m�gica a ele em Moscou.
Tenho medo de imaginar o que ele planejava fazer.
Quando estiveram em Moscou?
Eu nunca matei ningu�m.
Sim, participei de rituais,
mas s� sacrifiquei animais.
Para qu�?
Feiti�aria n�o � contra a lei na R�ssia,
mas eu n�o quis falar para todo mundo.
Chaves, por favor.
O sr. Golitsyn n�o � o assassino.
Posso?
Mudou de ideia?
Ele n�o � o assassino.
Os assassinatos come�aram quando voc�s estavam em Moscou.
Poderia me explicar?
Os primeiros crimes ocorreram em abril,
entre os dias 2 e 10, em S�o Petersburgo,
quando Golitsyn estava em Moscou.
Posso perguntar...
como o assassino pegou o seu rel�gio?
Eu conhecia uma das v�timas.
Avdotya, a costureira.
Ela fazia roupas...
para meus rituais.
Ela lavava o sangue...
e me ajudava com os animais.
Eu dei o rel�gio a ela...
em agradecimento
e para mant�-la calada.
Espero que entenda as circunst�ncias suspeitas
nas quais voc� se encontra.
Se quiser, pode prestar uma queixa oficial.
Mas n�o o aconselho.
Como p�de pensar t�o pouco de mim?
Nem preciso dizer que voc� n�o vai mais se apresentar aqui.
Olivia!
Eu a acompanho at� em casa.
Mas eu n�o entendo. Por que a sexta v�tima?
A estrela tem 5 pontas.
A estrela est� completa,
mas o ritual requer mais 4 sacrif�cios.
Um para cada um dos elementos.
O sexto representa a �gua.
O assassino n�o vai parar at� chegar � nona v�tima.
Com fogo.
Mas onde os outros assassinatos...
v�o ocorrer?
Em qualquer lugar. Eu...
A s�timo ser� a terra. Depois, o ar.
Mas...
eu sei exatamente onde vai ser o nono sacrif�cio.
Bom come�o.
O sacrif�cio do fogo.
Eu vou ser a v�tima.
N�o vai, n�o.
Eu vou salv�-la.
Eu posso salv�-la.
Mas, se voc� tem um dom como esse,
por que faz toda essa encena��o?
Por que usa truques de luzes?
Quando falamos um monte de bobagens lindas,
as pessoas ficam encantadas.
Quer ch�?
Sim.
Eu tinha pesadelos na inf�ncia.
Eles eram horr�veis.
Assustadores.
Meu pai dizia que eu tinha dem�nios em mim,
e eu fui for�ada a acreditar.
At� que um dia fui encontrada por algu�m
que parecia me aceitar por quem eu era.
Por quem...
Pelo que eu era.
A��car?
Ele via o meu dom n�o como uma maldi��o,
e sim como uma forma de ganhar dinheiro.
Ele se tornou o meu mentor.
E, mais tarde, meu marido.
Viver com ele era um tormento.
Mas eu o amava.
Ele era tudo para mim.
Todos os dias eu ensaiava e me apresentava.
E, se eu errasse algo, ele me batia.
Mas eu o perdoava.
Fazia isso pela nossa filha, nossa Audrey.
Ent�o, de repente, ela ficou doente e morreu,
e ele n�o conseguiu suportar.
Eu s� continuei a me apresentar por dinheiro
porque eu n�o conhecia nem queria conhecer outra vida.
E eu tinha perdido meu verdadeiro dom.
Tenha miseric�rdia, senhor.
Tenha miseric�rdia, por favor.
Miseric�rdia...
Tenha miseric�rdia, senhor.
Eu sou inteligente.
Vou ficar calada.
Me deixe viver...
em nome do Diabo.
Eu perdi quem eu era.
Quer dizer, at� agora.
Est� tudo bem.
Decida-se,
sen�o vai perder a esposa e o beb�.
Mas eu n�o sou m�dico.
� melhor do que se arrepender.
"� melhor tomar uma decis�o...
do que se arrepender."
Eu nunca contei a ningu�m.
Me amaldi�oo todos os dias por minha fraqueza.
Voc� foi em busca da sua pr�pria morte.
Foi ent�o que saiu da guarda, entrou para o ex�rcito
e foi para a pol�cia.
Eu sei muito bem o que � sentir culpa.
Quanto a isso, falamos a mesma l�ngua.
Mas, por favor, confie em mim.
Voc� n�o pode se culpar.
N�o precisa carregar essa cruz.
Cruzes!
Estou no ch�o.
Morte.
Terra nos meus olhos.
O que est� vendo? Continue!
- �gua. - Reconhece o lugar?
Um p�er de pedra, monstros...
G�rgulas.
Cruzes por toda parte!
Cemit�rio Nikolskoye? Lavra?
Mas ela ainda est� viva.
Olivia!
Boa tarde, pessoal.
Boa tarde.
Em que posso ajudar?
D� uma olhada.
Est� inclinando para a esquerda. Voc� j� consertou?
S� troquei algumas pe�as. Ainda est� inclinando.
Lembra-se do nome do dono?
N�o me lembro, senhor.
Tente se lembrar.
Talvez eu tenha o recibo.
Aqui est�, senhor.
Sempre deixo tudo em ordem.
Meu Deus, srta. Reed!
Est� tudo bem. Voc� est� bem, querida.
Est� tudo bem.
Vamos embora, senhorita. A pol�cia chegou!
�s vezes chegamos a tempo.
Atr�s de voc�!
Que vergonha! B�bado a essa hora.
Ou ainda � reflexo de ontem?
Por que est� t�o feliz?
Como chegou aqui? Quem � voc�?
Eu n�o me lembro.
Agora me lembrei.
B�bado...
Achamos o elemento ar.
Senhor!
Esse � o assassino?
� um empregado.
Senhor, tem algo no por�o.
Venha ver.
O que � isso?
N�o fa�o ideia.
FESTIVAL DE FOGOS NO DIA 20
Soube que um artista ingl�s famoso vai se apresentar.
Que tipo de show ele vai fazer?
Socorro...
Socorro!
Socorro!
Socorro!
Algu�m me ajude!
James...
Eu achei...
- Torci para que estivesse morto. - Eu sobrevivi.
Preciso ressuscitar a nossa filha.
A nossa filha...
Ela morreu.
Os mortos n�o podem voltar.
Os mortos n�o podem voltar!
Voc� est� prestes a perceber
que isso n�o � verdade.
O show j� come�ou.
Saiam da frente! Abram caminho!
"O sangue de um parente vai ser derramado nas chamas."
� o que est� escrito no livro sagrado.
Deixem-me passar.
Olivia, voc� � essencial para o ritual.
Voc� � o nono sacrif�cio.
Por favor...
Socorro!
Ningu�m pode ajud�-la agora.
Este � o Inferno, e ele pertence a mim.
Minha pobre Olivia...
Voc� nunca aprendeu a li��o mais importante:
S� o que acreditamos � real.
Eu perdi...
Eu perdi a pessoa que eu mais amava no mundo.
E posso t�-la de volta
com o sangue de um dos pais dela.
� um pre�o t�o alto assim?
Pare!
- Isso � parte do show? - Pol�cia!
James!
Eu prometi...
que n�o deixaria que a machucassem,
mas n�o cumpri com a minha palavra.
N�o v�.
Acabei de encontr�-la.
Tradutora: Marianna Tavares BRAVO STUDIOS.
Revisora: Gabriela Cardial
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.