All language subtitles for minis.first.time.2006.internal.1080p.bluray.x264-regret

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Como todos sabem,

os �ltimos meses da minha vida t�m sido muito dif�ceis.

N�o sei como seria sem a ajuda de todos aqui.

Penso que � um testemunho na Institui��o Loebmann,

que me apresento aqui hoje como a primeira aluna m�dia

na hist�ria da escola a ser considerada com o titulo Valedictorian (melhor aluna).

Apesar de poder n�o ter mostrado na sala de aula,

penso que a minha recente experi�ncia nessa grande escola que chamamos "vida"

ensinou-me algumas li��es que gostaria de partilhar com os meus colegas.

Sigam o seu cora��o e n�o o questionem.

N�o interessa para onde ele disser que devem ir.

Acreditem. Ele vai abrir um mundo de novas experi�ncias que n�o imaginam.

Aposto que est�o pensando no que uma aluna excelente quer com este discurso.

N�o foi f�cil. Acreditem.

Com desejo, concentra��o,

e com disposi��o de encarar cada obst�culo como uma oportunidade.

� incr�vel o que podemos conseguir.

Eu fui aben�oada com uma m�e terr�vel.

N�o s� me trata mal, como tamb�m me odeia.

Uns dias antes do meu anivers�rio,

soube que ela contratou para a festa um "streaper".

Nada como dizer "amo-te" com um belo homem saindo de um bolo!

E conhecendo a minha m�e, ela vai tentar "com�-lo" depois da festa.

Mas n�o sem antes tratar de assuntos mais importantes com a sua nova amiga,

Jelena Mariskova Flachsman,

o trof�u mais importante do advogado da nossa fam�lia,

Irv Flachsman.

A Peggy disse-me que arranjou um novo massagista.

- Ouvi dizer que ele �... - Tens raz�o.

Ent�o, posso ficar com o n�mero dele?

Veremos.

Aquele tipo junto do Flachsman... o nosso vizinho, Mike Rudell.

Produtor de TV, � o tipo que a minha m�e "come" quando n�o h� mais ningu�m.

Sou completamente viciada no novo programa dele.

Bem-vindo ao "Absolutly Positive" (Absolutamente Certo).

O show onde damos aos casais que est�o para casar

uma �ltima oportunidade para terem a certeza que est�o?...

- ... Absolutamente Certos! - � isso mesmo!

Est�o vendo? N�o consigo perceber as pessoas que vivem a vida como uma rotina.

Basicamente dizem

que n�o sou merecedora de uma experi�ncia �nica nesta terra.

Bem, desculpem, mas sou.

Que raio se passa aqui? Eu disse para esperar.

A aniversariante ainda nem est� aqui, seu est�pido!

A minha m�e mudou-se de Ohio para LA quando tinha 20 anos para se tornar atriz.

Ap�s alguns anos ficou gr�vida por causa de um produtor

que lhe disse que n�o podia entrar no programa a n�o ser que me abortasse.

A minha m�e n�o era um g�nio,

mas era esperta o suficiente para saber que 18 anos de pens�o de crian�a

era melhor do que algumas semanas na porcaria do programa.

Por isso acabei ficando.

O meu pai morreu de ataque card�aco 1 anos depois de eu nascer.

Olhem para mim! Est�o vendo como era um beb� feliz?

Isso porque eu n�o sabia as raz�es porque ela me tinha tido.

Aqui sou eu no meu primeiro dia de escola.

Porque � que estou sorrindo?

Porque tinha que passar 7 horas por dia com adultos

que n�o abusavam dos copos e de whisky barato.

Ali sou eu na casa da minha amiga Keyla.

Ela n�o podia ir dormir a minha casa.

N�o podia arriscar depois que um dos tarados que a minha m�e trouxe para casa

tentou me violentar depois dela ter adormecido.

A Keyla tamb�m tirou esta.

A minha m�e andava "chupando" um produtor para ter uma audi��o

para um programa chamado "Bikini Co.".

Conseguiu fod�-la e foi tudo.

De qualquer modo, em rela��o � minha formatura,

desta vez tinha uma boa desculpa para escapar.

Mini?

Mini?!

Quando te chamo espero que me respondas.

- Desculpa. - N�o me venhas com lam�rias.

Desculpa.

Se tentar me ligar � uma puta miser�vel que teve sorte.

N�o vou te dar satisfa��es.

Obrigado, m�e.

Eu vou sair e preciso que me espere aqui

por causa de uma entrega de uma loja daqui.

- Deve chegar por volta das 7. - Est� bem.

� bom que saiba que essa saia faz as suas coxas parecerem mais gordas.

Meu Deus! Tem raz�o, m�e. Sou uma vaca!

Querida.

Se eu n�o te disser estas coisas, quem dir�?

- Est� bem. Obrigada. - De nada.

� engra�ado como as minhas coxas gordas nunca incomodaram o cara da loja.

Ol� Mini. Como vai?

A minha m�e passou os 12 anos seguintes tentando apanhar outro cara.

Foi ent�o que, h� 5 anos atr�s, ela conheceu o Martin.

� s�cio numa empresa de rela��es p�blicas.

O que � ir�nico,

porque n�o me lembro da �ltima vez que foram vistos em p�blico juntos.

Ou que tiveram rela��es.

Chegou cedo.

Sim, hum...

O cliente cancelou o nosso jantar.

Por pensar naqueles pobres coitados ambientalistas?

Bem, algu�m tem que pagar as contas dos seus caprichos.

A sua m�e est� em casa?

N�o, foi a uma festa qualquer.

Estava muito feliz, por isso duvido que venha dormir aqui.

Para o caso de estar pensando em convidar algu�m para vir dormir aqui.

N�o estava pensando, mas obrigado pela sua preocupa��o.

Vai sair hoje � noite?

Vou.

J� terminou os trabalhos de casa?

Nem sequer peguei no livro.

Para me compreenderem, precisam compreender a minha vida.

Em minha opini�o, � tudo sobre novas experi�ncias.

"Primeiras" como as chamo.

E o objetivo da vida, de qualquer vida, devia se fazer

o maior n�mero de "primeiras" poss�vel.

Depois de ter saltado do bolo, eu sabia que tinha que ser mais arrojada.

Mas era dif�cil.

Paraquedismo? Bunging Jumping?

Por favor... � mais perigoso andar na estrada todos os dias.

Ent�o uma noite, quando passeava em Hollywood, algo me ocorreu.

Porque n�o fazer servi�o de acompanhante, s� para ver o que aconteceria.

Quando souberam a minha idade, vi logo que ia ser dif�cil experimentar.

A minha primeira noite como acompanhante foi realmente para esquecer.

O cara ajoelhou-se junto de mim e come�ou a rezar e a pedir perd�o.

Querida, o que est� fazendo aqui?

Divertiu-se esta noite, querida?

Para a minha primeira noite como puta,

podia ter sido melhor.

Que bom.

� t�o bom.

Excelente, m�e. Na minha cama.

Depois daquela noite,

disse para mim: N�o quero clientes com problemas de consci�ncia.

Consegui imediatamente um cara de classe alta

que parecia saber o que queria e com regalias de executivo.

Disseram que eu era do tipo dele.

Pois.

Est� aberta.

Ol�?

Conseguem acreditar nesta merda?

Ol�...

Desculpe chegar atrasada.

N�o h� problema.

Importa-se que eu me refresque um pouco?

N�o. V� l�.

O meu padrasto?

O meu primeiro pensamento foi: Que cara mais doente!

Mas depois pus-me a pensar,

J� que estou aqui, porque n�o?

Quer dizer, ele n�o � o meu pai verdadeiro...

e estamos falando do primeiro...

Depois pensei: Se a minha m�e pode levar estranhos para a minha cama,

eu tamb�m posso levar os meus para a cama dela.

Est� bem a�?

Impec�vel.

Escuta, doce. Importa-se de desligar as luzes?

Sou nova nestas coisas e sou um pouco t�mida.

N�o h� problema.

Est� tudo preparado para o espect�culo?

Fecha os olhos.

V� l�.

Quase n�o sentia o ch�o debaixo dos meus p�s.

A primeira � sempre a melhor de todas.

Eu havia de lhe contar um dia, mas quis guardar segredo por um tempo.

Hei?

Esqueceu-se das chaves.

Ora bem!...

L� se vai a minha ideia!

Voc� foi �timo.

De repente ele come�ou a ir a casa todas as noites

e at� me come�ou a perguntar acerca dos trabalhos de casa.

Como est�s, crian�a?

Como v�o esses problemas de Matem�tica?

Sabe que se precisar de alguma ajuda eu posso...

Voc� sabe.

Na verdade, estava pensando entrar num plano de 41 K no trabalho.

Pode ajudar-me com as coisas?

- S� deu uns beijos. - Sim. N�o acredita em mim?

- N�o. Claro que acredito em ti. - Hei, Keyla?

Tenho aqui mais daquilo que procurou na noite de S�bado.

Na realidade, Troy, acho que est� confuso por causa de sua av� doida.

Sabe, Mini?

Porque n�o usa a sua boca para alguma coisa �til,

e chupa a minha pica?

Est� bem.

Hei?!

Mas que merda?...

Deixa-me chupar a sua pica... O que diz?

- Isto n�o tem piada! - V� l�! Tira para fora!

J� estou de joelhos, ot�rio. Venha! Tira para fora!

- Raios me partam, Mini! - J� a encontrei!...

Obrigada.

Quero que saiba

que me sinto p�ssimo.

Mas n�o por causa do que aconteceu, porque... foi um acidente.

Mas continuo pensando...

N�o sabia que voce andava fazendo... aquilo.

E s� penso em como as coisas teriam sido se voc�...

... tivesse conhecido o seu verdadeiro pai.

Ent�o, o que est� dizendo, Martin?

Quer ser meu pai, agora?

Para ser honesta,

adorei... falem-me de electricidade!

Agora tinha uma coisa que era melhor que qualquer droga.

"Escala de tamanho"

A minha m�e achava �timo a nossa rela��o ter se tornado t�o pr�xima.

E eu estava satisfeita pelo Martin ter se interessado pela minha educa��o.

Mini?

Mini?

O qu�? N�o sabe bater � porta?

Viu o Martin?

N�o, acho que n�o vi.

Estava no escrit�rio, mas n�o consigo encontr�-lo.

Presumo que ele...

convidou um monte de gente para um coquetel.

e sabe como me chateio com as crian�as, por isso eu agradeceria...

se voc� e o seu amigo

ficassem aqui.

Ou que usem a porta dos fundos quando ele chegar.

Est� bem. N�o h� problema.

Ainda bem.

Agora que pass�vamos mais tempo juntos,

comecei a perceber melhor como era o Martin ela primeira vez.

N�o era o velhote que eu pensava que era.

Era engra�ado...

Charmoso...

Amoroso...

E mesmo assim, um pouco t�mido.

O cara fechado que, naquele momento, encontrou o amor.

Isto durou cerca de 2 meses

antes de termos uma conversa que ambos sab�amos que viria a acontecer.

Ent�o?

Ent�o?

Eu n�o quero andar escondido na minha pr�pria casa.

Bem, acho que contar-lhe n�o ser� uma boa ideia.

Eu j� nem quero viver debaixo do mesmo telhado com ela.

N�o pode sair. Ela vai ficar com metade.

Posso te perguntar como se casou com ela sem fazer um pr�-acordo?

Ela n�o era t�o m� atriz como voc� pensa.

H� outra op��o.

E qual �?

Vai precisar ser planejado.

E determina��o.

- Quer mat�-la? - Quero.

N�o! Claro que n�o. Ela � a minha m�e.

Ainda bem que te ou�o dizer isso.

Mas eu estava pensando...

Ela, subitamente, fica doente.

Doente?

Inst�vel... Imprevis�vel.

Irracional...

Perigosa para a seguran�a do seu marido...

... e para a filha.

Temos que envia-la para um lugar onde possam lhe dar a aten��o e cuidado que ela precisa.

T�.

E seria para o bem dela.

Que doloroso seria para mim ficar longe da minha mulher amada!

Faria isso para o bem estar da sua filha?

O �ltimo ato de um pai devoto.

Vamos encontrar um lugar para ela muito acolhedor no campo.

Com muito ar fresco.

E ser� uma vida muito melhor para ela.

Muito melhor!

Acordei na manh� seguinte mais excitada do que nunca.

N�o foi como uma das "Primeiras" que acaba r�pido demais.

Esta necessitava determina��o.

Padr�o...

e imagina��o.

Decidi come�ar da forma mais simples.

A enfermeira da escola, ou, permitam-me, que a trate por "Hot Fuhrer",

ou "The Fuhrer" como era afetivamente conhecida.

Fazia sempre um aquecimento para o trabalho da tarde.

Cerca de 45 minutos depois do almo�o, todos os dias.

O que permitiu que eu me servisse � vontade na loja de doces.

Dar-lhe os comprimidos era absurdamente f�cil,

porque, para a minha m�e, todas as manh�s era dia de Marguerita Bell.

E eu era a empregada do bar.

Ainda era mais f�cil quando o Sol desaparecia.

Transformei o copo da noite, nos copos de toda a noite,

e depois de 3 noites nisto, a festa estava prestes a come�ar.

Fase 1: Movimentos violentos e raiva incontrol�vel.

Que merda!

Onde elas est�o?

Vou chegar atrasada!

Merda do caralho!

Onde elas est�o?

Algum de voc�s viu elas? Espera Fabrizio...

Fabrizio Santana.

Massagista das estrelas e possuidor

de um dos maiores "paus" de toda a cidade.

Os rumores dizem que j� comeu todas as mulheres ricas de Malibu a Pasadena.

Agora vou perd�-lo,

porque n�o encontro o caralho das chaves!

Estou precisando de um pouco de ajuda aqui!

Diane, lembra-se onde deixou as chaves quando chegou em casa ontem?

Oh sim.

Pus no caralho da bola, perto do caralho da porta

como sempre fa�o.

Passou dos limites na noite passada.

N�o passei nada.

S� bebi um copo com a Peggy. Um!

- Tem certeza, querida? - Claro que tenho.

Porque parece estar um pouco...

Foda-se!

Mini, vou levar o seu carro.

O Martin te leva � escola.

- Tenho uma reuni�o com o Chapman. - Que se lixe isso.

� um dos maiores clientes!

Estou-me lixando!

Vai agradecer esta?

Obrigado.

- Al�? Fabrizio? - Sim. Quem fala?

� a Diane.

Diane mais o qu�?

- Tannen. - Oh, vamos ver-nos daqui a pouco, n�o?

Escuta. Vou ter que cancelar o nosso encontro.

Oh, aconteceu alguma coisa?

Sim, aconteceu uma coisa.

- Fabrizio? - Senhora Tannen?

- Jalena? - Diane. O que est� fazendo aqui?

Que voc� faz aqui?

Calma, senhora Tannen,

Voc� telefonou cancelando... h� uns 30 minutos atr�s!

Eu n�o telefonei cancelando, Fabrizio!

Eu pr�prio falei contigo... Voc� disse...

... que algo tinha acontecido.

Voc� sabia que eu tinha marcado para hoje. Telefonou e fez de conta que era eu?

Est� bebada? Como � que alguma vez eu podia parecer-me contigo?

Sim... � verdade.

- 5 minutos, senhora Tannen. - Puta!...

Senhora Tannen. Espere na sala de recupera��o.

Fabrizio, eu nunca precisei da sala de recupera��o. Voc� sabe disso.

Por acaso disse para parar?

Que parte do assunto voc� n�o v�?

5 minutos!

Mas esta hora � minha, Fabrizio! Saia de cima dela imediatamente!

Eu tenho direito a mais 55 minutos.

Espere pela sua vez.

Mas � a minha vez. � a minha hora!

Se n�o vai esperar l� fora, pelo menos fecha a merda da sua boca.

- Deixa-me saborear isto. - Sai de cima dela!

- N�o me foda... - P�ra imediatamente!

- Mais r�pido! - Sai de cima!

Sua... putinha de merda!

Acha que ela vai apresentar queixa?

Est� me gozando?

Ela ainda apanhava de 20 a perp�tua!

Quando eu contei � Peggy e � Margo

a merda que ela fez, as duas disseram que devia ter arrancado os olhos dela.

Ela tem sorte se as duas alguma vez voltarem a falar com ela.

L� vai o "xuxu".

Por amor de Deus, eu n�o parti as duas m�os!

Deus, n�o consigo acreditar que meteu a m�o na cara dela.

Foi internada em Hamilton.

Espero que ela n�o possa morder nunca mais.

Fase 2:

A selva aumenta um pouco criando mais confus�o.

Aqui fala Carlos da Devine Production.

Ol�, Carlos. � Diane Tannen.

Sra. Tannen, boa tarde. Como est�?

Escuta. Eu vou precisar de uma entrega aqui em casa.

Onde quer esta?

N�o sei onde a minha m�e a quer...

Sim, pode trazer uns potes e bambu e...

A girafa consegue limpar as suas pr�prias orelhas

com a sua l�ngua, porque a l�ngua dela tem aproximadamente

60 cent�metros de comprimento. Verdadeiro ou falso?

Carlos?... Que...

Que merda se passa aqui, Carlos?

Estava no seu tal�o. Foi o que voc� pediu para a festa ontem.

Pedi?

Eu n�o pedi nada! De que raio est� falando?

- Foi convidado? - N�o � festa. Acho que v�o ter um...

evento familiar...

- ... uma esp�cie de circo... - M�e, olha para o macaco?

Voc� pediu... Voc� disse... Me pediu isto pelo telefone. N�s convers�mos!

Eu n�o liguei! N�o liguei nada!

Estava falando de uma festa ao telefone...

Depois de ter limpo a maquiagem de manh�...

Eu n�o estou organizando uma festa, Carlos!

- Shangri-L�! Foi o que voc� me disse. - Shangri-L�, ah �...

Um... Dois... Tr�s.

E voc� nunca mais vai me ajudar,

sabe porqu�? Porque voc� n�o presta.

Oh merda!

Que merda � esta aqui, Carlos?

- Mandou trazer esta merda toda? - Eu n�o mandei trazer... eu... ah

N�o faria nada sem a sua permiss�o, mas...

A senhora Tannen...

Martin, eu...

Diane?

Encomendou esta coisa toda?

N�o. N�o encomendei.

- Eu n�o encomendei nada... - Vem comigo para dentro, Diane...

Nos dias que se seguiram,

enquanto a minha m�e se foi passando com a porcaria das bebidas,

peguei na carteira dela, vi a lista, e telefonei para qualquer um.

Ap�s uma semana da minha vers�o de rede de compras em casa,

a campainha tocando parecia o disparo de um canh�o!

Oh... Deus!...

Mini?

Jesus Cristo! J� pedi essa bebida h� 10 minutos atr�s.

Coloque aqui.

Me ajuda.

De nada!...

Jesus!

Mais alguma coisa que possa fazer por voc�?

Querida!

Est� um espect�culo!

O que colocaram?

Fase 3:

Discuss�o e gritos em p�blico.

Eu disse, desculpa Fabrizio, mas ela n�o � a mesma pessoa.

Ela quer foder todos n�s.

Sabe?

Sabe que gosto de ti!

Ela est� t�o bonita, n�o est�?

Est� bonita, mas eu n�o lhe metia as m�os. Tenho not�cias para voc�.

Oh, sim! Ouvi falar daquele incidente...

Jalena, meu Deus! O seu dentista � um g�nio.

Nunca vou saber se esses dentes s�o verdadeiros.

Fica longe de mim, sua doida... sua...

Deixa eu te falar uma coisa: O Fabrizio n�o responde �s minhas chamadas

por sua causa, sua puta de merda!

Deixa eu te falar uma coisa... funcionou na Sib�ria,

mas n�o funciona aqui, percebeu?

Ela bateu na minha mulher!

s�rio?

- Como eu disse, vai procurar ajuda. - Que seja!

Ela � inacredit�vel!

A melhor coisa que fiz foi meter a minha m�o na cara daquela puta.

- Foi... - Ela parece perturbada...

Lindo nariz... adoro o nariz dela...

Me sinto fant�stica!

Me sinto como se fosse capaz de espremer a Am�rica, t� vendo?

O juri!

Posso vir lhe ver e falar sobre o juri?

Sempre desejei dizer as palavras: Culpado!

O que acham que acontece naquelas situa��es mais complicadas?

Acham que os j�rados fazem sexo? Eu acho que eles fazem mesmo.

Para onde est� olhando?

Seu doido do caral...

Sabem, eu fui atriz... N�o sei se sabiam.

Eu quase tive um papel no "Bikini Co."

com um papel de 2 falas. A primeira fala ia ser:

"Quero outro... sexo na praia".

Aquele espect�culo foi um espect�culo do caralho!

Muito criativo. Vai uma bebida. Eu j� estou bebendo...

Eu gosto de Scotch... Isto n�o tem piada?

Eu acabei por fazer um boquete no produtor na audi��o,

e quase consegui o papel

- por isso acho que valeu a pena. - Eu tenho que ir...

- Nos de licen�a... - Mas estamos conversando...

- J�rados e sexo... e dizendo... - Com licen�a.

Espera a�, palha�o!

Foi um bom trabalho, mas preciso ser avisado,

porque estava jantando com o Chapman e n�o posso voltar a marcar.

Eu sei, mas era uma oportunidade de ouro.

Sempre disse que n�o podemos desperdi�ar a boa publicidade, certo?

Adeus, pessoal!

Te vejo mais tarde.

Neste ponto, com todas aquelas testemunhas,

pensei em arranjar um psiquiatra para mand�-la embora.

Pensei que, enquanto n�o lhe abriam as portas para ela desaparecer,

ainda havia mais trabalho a fazer.

Acha que pode me telefonar? Eu...

J� te liguei uma s�rie de vezes, por isso...

Preciso falar contigo.

Ent�o, h� alguma raz�o para n�o poder ser em minha casa?

Honestamente?

Porque quero testemunhas por perto no caso

- de perder a cabe�a outra vez. - No caso de eu?...

- Voc� � inacredit�vel. - N�o interessa. Vou ser direta.

Essas merdas que anda falando de mim � Peggy, � B�rbara e � Trish,

tem que parar!

Depois da sua performance na outra noite,

nem acredito que estou lhe avisando.

Um aviso?

- Posso fazer o meu marido... - O seu marido! Oh, sim...

- Deixa-me ver... - ... arranco sua l�ngua. Entendido?

Ol� rapazes.

Querem divertir-se um pouco?

- Est� perdendo a cabe�a. - Isso � engra�ado, sabe?

Fase final:

Completa quebra psic�tica.

Al�?

Diane?

Fabrizio, � voc�?

Como vai?

Eu consigo te ver. Consegue me ver?

Quem fala?

Sente-se segura?

Isto n�o tem piada. Vou desligar.

Desliga e estar� morta!

Isto � uma brincadeira?

Te Garanto que n�o sou de nenhuma brincadeira.

A prop�sito, essa coisa no pesco�o � muito fashion.

Quem fala?

- Tenha cuidado! - Me larga!

- Qual � o problema? - Me deixe em paz!

Talvez seja melhor ir naquele carro prata para casa...

Como sabe onde moro?

O que quer de mim?

- Senhora? - O qu�?

Tenho que lhe pedir para sair daqui.

N�o posso deixar isto...

- Ele sabe onde moro. N�o posso. - Quem sabe, senhora?

Este homem est� a me aterrorizando ao telefone.

Ele est�... Al�?

Daqui � o Frank. Temos um C�digo 7.

Senhora, vai ter que vir comigo, por favor!

N�o, n�o... N�o se atreva a tocar em mim.

Depois da performance na rua, tenho certeza que ela atingiu a condi��o necess�ria.

Mas n�o era suficiente. Eu queria que os garotos de capa branca a levassem.

M�e, n�s vamos sair para jantar.

Quer que n�s tragamos alguma coisa?

- Voc�s dois v�o? - Porque n�o vem conosco?

N�o sai de casa h� 3 dias.

N�o posso.

Est� bem.

Al�?

Al�?

Al�?

O que � que quer?

Oh, meu Deus! Oh, meu Deus!

Merda!

Por favor...

- "911, a sua chamada est� em espera". - Merda! Merdas! Merda!

Oh, meu Deus! Oh, meu Deus!

Oh, meu Deus!

Me deixem ... em paz... Oh, meu Deus!

O nosso trabalho estava terminado.

Volt�mos para casa na esperan�a de v�-la chorando como uma crian�a de 3 anos.

M�e, chegamos.

Diane, querida?

Te trouxemos uma costeleta de porco.

Diane, acorda. Somos n�s.

Acorda, m�e.

Diane, vamo.

Diane? vamo. Acorda.

Martin, eu arranjei este pote de comprimidos ontem.

� melhor chamarmos uma ambul�ncia.

Acha que podem salv�-la?

N�o sei.

Ela vai tentar de novo. Voc� sabe que vai.

Vai tentar se continuarmos a tortur�-la assim.

Isto est� errado. Vou chamar uma ambul�ncia.

Espera, espera...

Ainda n�o analis�mos as nossas possibilidades.

Foi ela que colocou os comprimidos na boca.

Acho que concordamos que o assassinato estava fora de quest�o.

Eu n�o chamaria isto exatamente um assassinato.

Se houve algo, n�s s� contribu�mos para o seu �ltimo desejo.

Mini, ela n�o teria feito isto a menos que n�s...

Mini, por amor de Deus! A mulher ainda tem pulso!

Escuta.

Pode deixar de lado essa coisa da indignidade, porque se voc� se importasse

j� tinha tomado medidas em rela��o a ela.

N�o podemos admitir a sorte que n�s temos?

� o �libi perfeito! Ela � que p�s as drogas no corpo.

Est� dizendo que devemos deixa-la aqui?

Conhece algu�m capaz de dizer que ela se salva disto?

Estamos t�o perto de ser livres.

Vamos deixar as coisas correrem no seu rumo.

Por isso pass�mos o tempo assistindo o meu programa favorito.

- Temos que acelerar isto. - O qu�?

N�o podemos esperar mais, Martin.

O nosso �libi s� ser� v�lido por mais uma hora.

Podemos dizer que fomos ao cinema depois de jantar,

mas se ela n�o morrer antes da meia-noite, podemos esquecer isto.

O que exatamente... esta sugerindo?

V� l�. N�o temos tempo.

Se agarrarmos nos detalhes poderemos dar cabo de toda a ideia.

J� est� terminando?

Ainda h� uma coisa que os nossos amigos v�o falar quando descobrirem.

Como ela estava?

Acha que v�o pensar duas vezes se disser que estava fabulosa?

Bem, se tem alguma coisa a dizer, acho que esta � a...

hora apropriada.

Voc� podia fingir que est� com alguns remorsos.

N�o, n�o... Espere, espere.

Ela vai ficar bem... Ela vai ficar boa?...

Sr. Tannen, pode levar a sua filha para dentro de casa?

Eu n�o quero ir para casa agora!

Ela vai ficar bem, n�o vai?

Primeiro me diga que ela vai ficar bem e depois eu vou para casa.

Est� tudo bem. Vamos para dentro.

Sr. Tennen?

- Sim... - Oi.

Sou o detetive Garson da pol�cia de Los Angeles.

Sinto muito por estar aqui neste momento, mas

quando acontece aparentemente um suic�dio

precisamos fazer uma investiga��o, s� para

- definir que n�o foi homic�dio. - Certo.

� apenas uma formalidade.

Formalidade?

A minha m�e acabou de se suicidar.

Ainda nem sequer a levaram embora. Qual o seu problema?

Mini, o homem est� apenas fazendo o seu trabalho.

N�o interessa. Fala pra ele sair. Isto � um desrespeito.

- Pode ser outra hora? - Claro, Sr, Tannen.

Agrade�o-lhe muito. Obrigado.

Mas vou ter que lhe fazer umas perguntas simples

antes de sair, se n�o se importa.

Desculpe, mas voc� escutou ele?

Acho que ele disse para voc� sair.

Querida, v� para o seu quarto para descansar um pouco.

Ent�o depois do jantar e do cinema, viemos para casa �s 11:30

e a encontr�mos na garagem.

Desliguei o carro e abri a garagem para

deixar os... gases sa�rem.

Ent�o,

a sua mulher deve ter feito isto em torno de

8 e 11 e 30 quando

voc� telefonou para a emerg�ncia?

Sim.

- Ent�o este � o carro da sua mulher? - Sim.

E...

j� estava na garagem quando voc�s foram jantar

- ou foi ela que o colocou aqui? - Isso � importante?

Oh, bem...

Estou s� a tentando reconstruir o que aconteceu.

Oh, bem...

quando a minha mulher veio do centro comercial, o carro estava aqui

e colocamos ele na garagem.

Ent�o, se n�o se importa,

eu vou lev�-lo.

Rebocado. Vamos lev�-lo para o laborat�rio criminal.

- Lev�-lo para o laborat�rio criminal? - � meramente uma rotina.

Certo.

Ent�o...

Voc� j�... encontrou alguma carta?

Voc� quer dizer, uma carta de suic�dio.

Sim. Normalmente os mortos costumam deixar uma.

N�o!... N�o encontr�mos,

mas tamb�m n�o procuramos.

Est� bem.

Tude bem.

Importa-se que eu de uma olhada?

N�o, n�o... N�o.

Que importa se n�o sabemos?

Tenha calma!

- Ele disse... - E depois?

Ele faz o trabalho dele e eu fa�o o meu papel de atriz

que foi surpreendida com a morte da m�e!

Est� bem.

Merda!

Eu pus a camisa dela na mala do carro!

Eu as tirei de l� e atirei pelo vidro do carro do Mike Rudell.

Bom... Muito bom...

Acalme-se.

Conseguimos.

Antes eu trabalhava em "catering".

Mas depois descobri que tinha este toque incr�vel que faz maravilhas...

Voc� sentiu!

� uma trag�dia... Uma perda tr�gica.

- Muito obrigado. - Isto � de soja?

N�o! Deve ser outra coisa qualquer... N�o �?

Deve gostar.

- � bom. - Deliciado com... pequenas coisas.

Algu�m sabe como a Mini est� reagindo a isto tudo?

Acho que ela est� completamente devastada.

Olha para ela.

O Martin... Quero dizer Pensem nele.

Agora � pai sozinho... Vai precisar de

todo o apoio que puder da fam�lia e dos amigos.

De toda a cidade.

O vel�rio foi um esc�ndalo.

Com a minha m�e fora do caminho,

O Martin tornou-se o alvo n�mero um.

Me d�o licen�a?

Ela ainda nem tinha dito nada, nem os amigos dela tinham percebido

que era preciso colocar em pr�tica o seu hobby e depressa.

Apenas queria conhecer algu�m com quem dormir.

Martin?

Como voc� tem aguentado?

Bem, as noites s�o as partes mais duras.

Espero que saiba que, apesar da nossa pequena desentendimento,

a Diane era como uma irm� para mim.

Eu sei.

E... se alguma vez precisar de algu�m para conversar

ou at� mesmo para abra�ar,

posso chegar ao local em 10 minutos.

Depois do funeral, achei boa ideia tirarmos umas f�rias.

Ir para um lugar onde pud�ssemos ser um verdadeiro casal pela primeira vez.

Senti que o Martin deixou de se preocupar com aquela coisa do pol�cial.

Passaram duas semanas desde a morte da minha m�e.

E j� parecia que tinha sido h� 1 ano.

Martin? Mini?

Ol�. Eu vi logo que eram voc�s.

Mike?

O que est� fazendo aqui?

Na semana passada,

a Mini me disse que voc�s vinham para c�, passar umas f�rias,

e eu, de repente, percebi que n�o tinha tido f�rias e

s� Deus sabe quando... Jennifer, este � o Martin Tannen.

O meu vizinho mais pr�ximo e a filha dele, Mini.

E ali estava a piada!

A Jeniffer trabalhava para o mesmo servi�o de acompanhantes que eu trabalhei.

Desculpe, Jeniffer, mas n�s n�o nos conhecemos?

Voc� me parece realmente familiar.

- Acho que n�o. - N�o, tem certeza?

N�o trabalh�mos juntas?

Isso � imposs�vel, porque acabei de me mudar do Canad�.

Do territ�rio de Yukon.

S� queria que ambos soubessem,

a pena que tenho pela sua perda.

A nossa perda?

Ele perdeu umas 6 ou 7 bolas por ano dadas pela minha m�e.

Olhem para ele. Tem um perfil encorajador.

Se houver alguma coisa que eu possa fazer...

Aos dois,

n�o hesitem em pedir.

Lembrem-se, eu estou apenas

logo do outro lado da veda��o.

Obrigado, Mike.

Agradecemos muito.

Pequeno-almo�o amanh�? No "Tatah" N�s vamos ao "Tatah".

Muito bem, adeus.

Porque lhe contou?

Estava apenas sendo amig�vel.

O sujeito n�o "pescou" nada.

Ele sabe.

Ele encontrou as tralhas e as roupas, ele sabe.

Eu acredito que ele nem sabe onde s�o os caixotes do lixo dele.

- Relaxa, foi s� uma coincid�ncia. - Coincid�ncia ou n�o,

ele nos viu juntos. Vamos. Entre no carro...

Ele n�o viu nada. Estava escuro.

- Estava escuro aqui fora. - N�o, n�o, n�o...

Ele estava brincando com n�s. N�o reparou nisso?

- O modo como brincoucom n�s? - N�o, n�o vi.

- N�o? - N�o.

O que ele vai fazer, huh?

Vai contar a todo mundo que somos um casal?

Que mal tem termos f�rias com os nossos familiares?

Ok, obrigado. Vamos entrar no carro e � assunto encerrado.

- Anda. - Martin. Vamos. Se Acalma, est� bem?

N�o vai acontecer nada.

Vamos para dentro e vamos saborear outra bebida.

Est� bem?

- Aur�lio? - Sim, senhorita?

N�s vamos mesmo ficar. Pode levar as nossas malas para dentro?

N�o, obrigado.

Os dias seguintes foram um verdadeiro fiasco.

Subitamente, o Martin estava agindo como se fosse realmente o meu pai.

Volt�mos para casa e as coisas melhoraram muito.

O sexo que faz�amos estava ficando rotineiro.

Tentei ado�ar um pouco as coisas fazendo alguns pap�is.

Mas estava ficando preocupada porque no meu mundo das "Primeiras"

atingi a minha "Primeira" mais arrojada numa idade muito jovem.

Ol�.

Sim?

Menina Tannen. Detetive Garson.

N�o sei se se lembra de mim naquela noite.

Drogas. Estava cheia de drogas.

Sim, eu me lembro de voc�.

Foi o est�pido que veio fazer perguntas quando a minha m�e ainda estava quente.

Mais uma vez, pe�o desculpa por aquela noite, mas

mas � comum que apanhemos os fatos preliminares o mais r�pido poss�vel.

O que quer?

Preciso fazer mais algumas perguntas sobre a morte da sua m�e.

- Est� bem. Entre. - Obrigado.

Eu sei que � est�pido falar com um pol�cial sem um advogado.

Mas eu n�o queria parecer incomodada.

E era o meu primeiro interrogat�rio!

Conseguia sentir qualquer coisa bem l� no fundo.

� um pouco cedo para o baile de finalistas, n�o �?

Uma garota pode sonhar, n�o pode?

� perfeitamente legal. Claro.

Ent�o, de qualquer modo n�s...

temos o relat�rio preliminar.

Apesar dos comprimidos terem deixado a sua m�e inconsciente,

ela morreu por causa do...

di�xido de carbono que saiu do escapamento.

Isso � importante?

Bem...

� pouco usual uma v�tima de suic�dio utilizar dois m�todos.

Bem, talvez ela quisesse perder os sentidos antes do fumo a matar.

Sim.

Deve ter raz�o.

Tamb�m conseguimos os registros de chamadas e houve uma chamada

de emerg�ncia �s 8 e 12.

Que ficou sem resposta.

� s�rio?

Sim.

Faz alguma ideia

porque raz�o a sua m�e teria telefonado para as emerg�ncias?

Ok. Isto deve ter sido a coisa mais excitante que j� fiz nos �ltimos tempos.

Mas sabem que eu sei quando o desafio n�o compensa o risco.

Escute, detetive. Acho que voc� devia voltar quando o meu pai estiver em casa.

Ele deve ficar chateado por eu deixar entrar estranhos em casa.

Eu acho que voc� est� segura comigo.

Mesmo assim, ele n�o vai ficar muito contente.

N�o h� problema.

Ent�o... Ele vai estar em casa logo � noite?

Eu te ligo.

Est� bem. Obrigado.

E voc� o deixou entrar?

Foi melhor ficar na defensiva.

E quando ele vai voltar?

- Hoje � noite! - Hoje � noite!?

Tenho um jantar com o Chapman. J� o cancelei duas vezes.

Raios, porque n�o ligou?

Desculpa, n�o sabia que tinha planos.

Escuta, eu vou mais cedo para combinarmos a hist�ria, ok?

Est� bem.

Agrade�o muito ter disponibilizado este seu tempo para nos ajudar.

H� apenas alguns detalhes que precisamos esclarecer.

Absolutamente. O que deseja saber?

Bem... parece que...

Parece haver interroga��es sobre a hora da morte da sua mulher.

Disse que foram jantar e ao cinema?

Detetive, eu n�o quero parecer desagrad�vel, mas

ser� que preciso do meu advogado aqui, porque parecem ser perguntas

que faria a um suspeito numa investiga��o de homic�dio.

Sr. Tannen, eu...

Eu s� quero dar por terminada esta opera��o,

porque tenho verdadeiros homic�dios que precisam da minha aten��o.

Ent�o

e que tal isto: Eu fa�o algumas perguntas,

e aquelas que n�o quiser responder passamos � frente?

Isso parece bem, n�o � pai?

Vamos acabar com isto.

Por favor, continue.

Disse que depois do jantar foram ao cinema?

� verdade.

Hora de in�cio: 8 horas.

O que foram ver?

Fomos ver aquele filme do Jakie Chan

onde ele faz parar os terroristas de fazerem explodir uma coisa.

Tempo de dura��o: 115 minutos.

Eu por acaso ainda n�o vi mas me falaram que o final � �timo!

Meu deus! Ele acha que n�s n�o o vimos?

Ele cai sobre os Russos e h� um cara que tem bombas na cintura...

N�o lhe conte. Ele ainda n�o viu.

- Fui um descuido meu. - N�o h� problema.

Ent�o, onde o viram?

No "Galleria".

Desloca��o: 17 minutos.

E chegaram em casa que horas?

11:30.

Precisamente. Com 12 minutos de "previews".

Ele n�o pensou que nos �amos esquecer dos "previews"?

Detetive, se n�o tem mais nenhuma pergunta,

� uma noite de escola.

Oh, sim, pois... Desculpem.

Acho que j� chega por agora. Obrigado.

Por agora?

Detetive. N�s estamos tentando p�r em ordem as nossas vidas e

cada vez que voc� volta aqui, as coisas v�em novamente � tona.

Eu j� lhe contei tudo o que sei.

Desculpem. Eu gostaria de ser mais r�pido, mas n�o posso.

Bem, espero que se voc� vier com mais perguntas

espero que seja porque n�s estejamos sendo acusados de alguma coisa!

"N�s"?

N�o consigo acreditar que me meteu nisto tudo.

- Tenho certeza que foi apenas uma rotina. - Querida, n�o foi nada uma rotina,

me deixe te dizer.

Foi uma falha ter dito "n�s".

Foi um deslize, est� bem? Desculpa.

Se eu ganhasse um c�ntavo por cada vez que escuto isso...

Est� bem.

Tenha calma, est� bem?

Tenho certeza que isto vai terminar daqui a uns dias.

Acalmar?

Disse para me acalmar?

Voc� entende que isto pode dar pena de morte, n�o entende?

Ele estava provavelmente tentando nos assustar.

S� lhe tentam assustar se realmente acreditam que seja o culpado!

Escuta. Foi um grande plano, est� bem?

Ningu�m pode provar que lhe pusemos os comprimidos na boca, porque n�o pusemos.

Que grande plano que me faz cancelar jantares com os meus clientes importantes

para atender um detetive que n�o acredita que foi suic�dio,

hah?

Se � t�o esperta!

Te vejo depois.

Onde vai?

Sair.

Um telefonema teria sido apropriado �quela hora.

Estava preocupado contigo.

Martin?

N�o sei se tem consci�ncia disso, mas a esta altura, n�o pode ser meu pai e amante.

N�o estou lhe dizendo isto como seu pai.

Antes de eu e a sua m�e...

nos separarmos,

eu ficava preocupado por ela chegar tarde.

Bem, eu n�o sou ela, por isso posso te assegurar que n�o vai me ver b�beda,

passada da cabe�a ou

toda arrebentada em posi��o sexual com as calcinhas por cima dos calcanhares.

A menos que eu queira.

Que diabos passou pela sua cabe�a?

Eu expresso alguma preocupa��o por voc� e voc� me amea�a?

Mini, quando estamos dentro de uma rela��o,

est� certo termos preocupa��es com o outro.

J� alguma vez esteve...

dentro de uma rela��o, Mini?

Meu Deus! Nunca esteve, n�o �?

Parab�ns!

� o meu primeiro.

Isto acabou de chegar para ti.

Escrit�rio de Martin Tannen. Posso ajud�-lo?

"Obrigado c�u pelas garotinhas."

- Lois? - Sim, senhor.

Temos que reagendar o encontro com o Chapman.

Eu sei. Diga que � uma emerg�ncia inadi�vel.

Merda, merda, merda, merda, merda, foda-se, foda-se!

"Voc� est� bem?"

O que quer dizer "n�o ficam registros de quem envia"?

� norma apenas deixarmos registro nas embalagens. N�o nos envelopes.

Com licen�a.

Sim.

Sr. Tannen?

Acabei de falar com o Sr. Chapman.

Ele...

Ele disse para te dizer que vai procurar uma nova firma

que lhe possa servir as necessidades

e o senhor Mathers e o senhor Boyd pediram para lhe ver quando voltar.

Obrigado Lois.

Que houve, rapazes?

Sente-se.

Voc�s querem que me sente?

Acabamos de receber uma chamada do Chapman.

Bem, o sujeito tem andado um pouco inst�vel. Todos sabemos disso.

Inst�vel?

Ele nos disse que voc� cancelou 3 encontros no �ltimo minuto.

Jesus! A minha mulher cometeu suic�dio,

por isso desculpem se tenho andado um pouco...

Ningu�m disse que este n�o � um tempo dif�cil para voc�,

mas o que te tem distra�do, Martin, come�ou bem antes disso.

- O Chapman era uma "baleia"! - Uma "baleia" que eu trouxe para c�.

- E agora voc� perdeu. - Uma que n�o pod�amos perder.

Os clientes v�m e v�o.

Todos n�s sabemos. Sempre foi assim.

E qual � o problema? Eu encontro outra "baleia"!

Na verdade, o Cherry Bruce da IBS me ligou esta manh�

e quer que eu arranje 8 pessoas para ele.

Coloco 3 � partida e adiciono um 4� � �ltima hora,

ser� nosso l� para 5� feira!

V� l�, pessoal!

J� tomamos a nossa decis�o.

Voc�s tomaram a sua decis...

Esta companhia � minha!

Voc�s vieram para mim.

Eu seguia "baleias" como o Chapman

quando voc�s, imbecis, faziam rodadas de cerveja na cave

e subindo nos telhados das meninas do colegial!

Estou cagando para as decis�es que voc�s tomam!

Esta firma � minha!

Olha para aquele sacana de merda!

Ele est� tentando me fuder e eu n�o vou ser fodido!

O que vai fazer?

Vou l� dizer que, se n�o parar com isto, vai se machucar.

Est�s doido, Martin?

Por amor de Deus, as fotografias foram enviadas por uma ag�ncia de correio

que funciona no pr�dio dele!

Era a �nica pessoa no resort que sabia quem �ramos.

Est� bem.

Mas depois ele pode ir � pol�cia dizer que o amea��mos.

Depois v�o mesmo nos investigar.

Aquele filho da puta me custou a empresa que demorei 15 anos para construir.

15 anos!

Se vai a casa dele com isto, vai lhe custar muito mais do que isso.

O Martin n�o dormiu nada nessa noite. E eu tamb�m n�o.

- Raios o partam! - Ol�, sr. Rudell.

- Mike, por favor. - Mike, claro.

- Posso entrar? - Entre, entre, por favor.

- Est� bem! - Vem!

Wow! N�o tinha vindo aqui desde que a decorou!

Sim, acabei � pouco tempo.

Sinto muito a sua m�e n�o ter podido ver.

Estou certa que ela aprovaria.

Se n�o se importa que pergunte,

como vai?

Estou bem.

Quero dizer, tem sido dif�cil, mas...

Continuo dizendo para mim que

ela est� provavelmente muito mais feliz onde est� agora.

- Deus, est� absolutamente... - Positiva?

Eu ia dizer...

Correta.

J� viu o programa?

Se vi o programa?

Para! � o meu programa favorito! Adoro aquele programa.

- N�o diga... - N�o estou mentindo. � o meu preferido!

Adoro n�o saber o que os casais v�o dizer um ao outro.

Sabe, se alguma vez quiser visitar os est�dios,

passar o dia ou at� mesmo ser concorrente...

Que quer dizer, ser concorrente?

Voc� sabe, aquilo � completamente inofensivo e montado,

preparamos todos antes do espect�culo,

se achar que ser� divertido.

Isso seria �timo para mim. Adoraria isso.

- s�rio? - s�rio!

Est� bem! Est� bem.

- Ent�o vou tratar disso. - Vai?

Est� feito!

De qualquer forma... Sente-se.

O que ...

O que tem em mente?

Eu sei que pode parecer um pouco estranho, mas

viu algumas pessoas suspeita perto da minha casa ultimamente?

N�o.

Porqu�? Est� tudo bem? Quer partir umas cabe�as?

Hoje n�o.

N�o, est� tudo bem. � que,

depois da minha m�e morrer, algu�m enviou umas fotografias de mim e do Martin juntos.

Juntos?

Tentando passar a ideia que...

Eu sei que isto parece doido, mas...

Tentando passar a ideia que �ramos um casal.

Casal?

Voc� e o Martin?

Bem,

� certo que as rela��es entre homens mais velhos e mulheres novas

s�o aceit�veis por parte da sociedade, mas

deve ter sido arrepiante ter recebido essas fotos!

- Sim, foi. - S� por curiosidade,

que tipo de fotografias s�o essas que indicam que voc� e o Martin s�o um casal?

Eu n�o apare�o nua, nem nada.

Claro que o Martin j� me viu nua. � o meu padrasto.

Mas eu n�o estava nua nas fotos.

Wow! Est� cheia de caos e anarquia!

Agora escute isto.

Escute esta can��o...

Estou impressionada pela ideia de pegar a filha pela m�e

n�o me ter feito parar ali mesmo.

Isso que �, colega!

Mini?

Sim, senhor Bishop?

Tenho uma nota para ir ao gabinete do reitor imediatamente.

Obrigada!

Segure nisto. Eu n�o demoro nada.

- Detetive Garson? - Ol�.

- O que aconteceu? - Mini, sente-se.

Mini?

Esta fita cassete foi gravada antes da morte da sua m�e.

E no dia seguinte, a enfermeira notou que faltava um frasco de medicamentos.

Encontramos duas impress�es digitais,

um da porta e outro do arm�rio dos medicamentos e...

nenhum deles combina com os da enfermeira.

Est� bem?

Mini?

H� alguma coisa que queira dizer ao detetive Garson?

Podemos ver a cassete da enfermeira ficando doida depois de beber a vodka?

Porque voc�s n�o p�e c�maras nos banheiros?

N�o se atreva a fazer isso.

N�o tente desviar as coisas disto.

Roubar, se ningu�m te disse ainda,

� um assunto muito s�rio. Roubar medicamentos para prescri��o

de uma escola, � um assunto muito s�rio.

Voc�s me pegaram, est� bem?

- Mas o que eu podia fazer? - Como assim?

- Ela disse que, se eu n�o fizesse... - Quem, outro estudante?

N�o, a minha m�e! Ela me obrigou a roub�-los para ela.

Eu n�o queria, mas ela me disse que me colocaria numa escola no Canad�

- se n�o o fizesse. - No Canad�?

Nos territ�rios de Yukon.

Est�o felizes agora?

Meu Deus, n�o fazia ideia.

- Ent�o ela era... - O qu�? Uma viciada?

O detective Garson sabe.

A minha m�e est� morta, ok? N�o podemos deixar passar isto?

Detective Garson?

Presumo que n�o ser� necess�rio apresentar queixa pelas drogas desaparecidas.

Ol�, Sr. Tannen. Vinha mesmo para falar contigo. Tem um minuto?

Detetive, eu disse que n�o havia mais perguntas sem o meu advogado.

Sim, pois...

Acho melhor voc� chamar ele.

Ent�o... H� uma...

H� uma pequena discrep�ncia que eu ainda n�o consegui perceber.

Espero que voc� possa me explicar.

- Acho que posso tentar. - Ok. N�s...

Temos o relat�rio final da toxicologia,

e a sua mulher n�o morreu definitivamente por causa dos comprimidos.

Ela estava inconsciente ap�s as 9:30, mas

foram os gazes que a mataram.

Aleluia!

- Obrigado pelas novidades! - Martin, Martin?

V� l�! Isto � brincar com isto.

Escute. O que quero perguntar � o seguinte:

O tanque de gasolina do carro

estava quase cheio. Apenas 1 gal�o de combust�vel foi usado.

E?

Bem, se ela estava inconsciente por volta das 9:30,

isso quer dizer que o carro estava funcionando h� cerca de 2 horas

quando a encontraram.

E... uma pessoa inconsciente n�o consegue ligar o carro, certo?

Detetive, com todo o respeito, pode ir direito ao assunto?

� a parte em que eu fico realmente confuso. Est� vendo...

Naquele modelo de Jaguar, se...

o tiver funcionando durante 2 horas gasta cerca de 4 gal�es de combust�vel.

Est� vendo?

Ent�o...

N�o estou vendo qualquer forma do dep�sito de combust�vel

estar quase cheio se ele esteve funcionando durante 2 horas.

Certo?

Portanto... Acho que...

Aquilo que estou perguntando �... de quem foi a ideia de p�-la no carro?

Martin, Martin... N�o diga nada.

Escute, Sr. Tannen.

Eu sei que voc� era a pessoa que tinha mais a ganhar com a morte da sua mulher.

Mas tamb�m percebi

ao falar com alguns amigos,

que ela e a Mini tinham uma rela��o muito estranha.

Desculpe. Qual � o seu primeiro nome?

� Dwight.

Escute, Dwight.

Acha que sou o tipo que vai deixar o cliente responder nestas circunst�ncias?

N�o insulte a minha intelig�ncia, Dwight.

V� direto ao assunto.

S� quero que o Sr. Tannen saiba que se est� sendo um pai protetor

cobrindo alguma coisa que a Mini possa ter feito,

eu iria pensar nisso duas vezes. Realmente ia.

Porque o DAA, neste caso,

est� vendo uma esp�cie de oportunidade

para mostrar que os ricos n�o se safam nos homic�dios nesta cidade.

Est� dizendo que oferece ao Sr. Tannen imunidade se ele disser

que estava protegendo a sua filha.

Sim. � uma forte possibilidade.

Mas tamb�m quero que o Sr. Tannen saiba que, se n�o o fizer,

vai estar sujeito � senten�a m�xima.

N�o h� influ�ncias, n�o h� jogos nenhuns...

Nada.

Foi o Connel Musturd na biblioteca, com um uma vela.

Senhora, como seu advogado, penso que...

N�o mije nas cal�as.

Eu sei quando me calar.

E engolir.

Escute...

O fato do casamento ser infeliz,

e n�o haver pr�-acordo nupcial, d� todos os motivos ao Martin,

est� bem?

Ent�o quer que eu diga que foi ideia dele?

Bem, se foi ideia dele,

pode dar-me uma boa raz�o porque � que voc� deve ser culpada?

Ent�o est� dizendo que se eu disser ao j�ri que foi ideia dele,

e que eu estava cheia de medo, porque disse que me mataria se eu contasse a algu�m,

que me safo?

Desculpa, rapaz. Mas eu vou arriscar.

Nunca duvidei por um momento que iria manter a posi��o.

Nem por um segundo. Espero que saiba disso.

- Sabe disso? - Sei.

Ainda bem.

J� percebemos que vamos ter que nos ajudar um ao outro.

S� tenho uma preocupa��o agora.

Qual?

Rudell.

Se o j�ri descobrir que somos um casal, ent�o n�s dois temos um motivo.

Isso altera tudo.

N�o se preocupe com ele, querido. Ele apenas tem ci�mes.

Mesmo que ele dissesse isso, o que � que isso prova?

Nada.

Venha ver!

Anda, tem que ver isto na TV.

O qu�?

- Porqu�? - Os comerciais est�o terminando.

Bem-vindos de novo ao "Absolutly Positive"

� hora de saber como terminou o encontro do Jason e da Mini.

Jason?

- Esteve neste programa? - Sim, pensei que fosse engra�ado.

Qual � a sua capacidade de resistir � tenta��o?

Bem...

Como eu e a Becky namoramos desde o col�gio,

e...

n�s decidimos ficar virgens at� ao casamento,

decidi ter um encontro com outra garota s� para...

Para ver como eu reagiria.

Para ver se havia algumas...

d�vidas sobre a minha decis�o.

Ent�o, depois do jantar, o que aconteceu?

Bem, ela sugeriu um clube de dan�a que ela conhecia...

N�o sou um bom dan�arino, mas eu disse que sim.

- Voc� nunca vai dan�ar! - Mini?

O Jason � um bom dan�arino?

Com jeito aprende depressa.

E n�o s� a dan�ar!

Oh! Isso quer dizer que aconteceu mais alguma coisa?

N�o. N�o aconteceu nada...

- Mas, e quando fomos para sua casa? - Voc� o qu�?

Isso n�o � verdade. Porque est� fazendo isto?

Porque est� t�o t�mido?

Ouvimos m�sica, come��mos a beijar-nos...

Cale-se! N�o!...

Mas voc� disse que eu era especial!

Voc�?...

- Dormiu com ela? - N�o!

Dormiu com ele?

Qual �, Martin. Foi s� uma vez.

Escuta...

Ele ficou doido com tudo!

Ele era virgem! Como eu podia dizer n�o?

N�o vai acontecer de novo, est� bem? Prometo.

Foi s� uma escapadinha.

O Rudell. Foi ele que te deixou ir ali?

Sim! Pensei que ia ser divertido.

Quer dizer, n�o era suposto eu...

sair mesmo com o sujeito.

N�o posso acreditar em voc�!

Aquele casal... Voce arruinou a rela��o deles!

O programa chama-se "Absolutly Positive" por alguma raz�o.

� certeza que o Jason n�o estava convencido sobre isso...

Pois...

Voc� � mesmo uma doida varrida, sabia disso?

E o que isso faz de ti?

Preciso apanhar ar.

A prop�sito, algu�m do seu escrit�rio veio aqui trazer qualquer coisa.

Est� no bar.

"Lembra-se. Estou logo do outro lado da varanda."

O que �?

Acho que est� na hora de ter uma conversa com o vizinho.

N�o! � isso mesmo que ele quer.

E se ele estiver trabalhando para o Garson?

N�o pode fazer chantagem comigo.

Espere aqui. Volto num minuto.

Deixa eu ir junto.

- Eu disse para esperar aqui. - Deixa eu falar com ele, est� bem?

Ele me prometeu que n�o nos magoaria.

Prometeu?

- Quando? - H� uns dias atr�s.

Esteve com ele?!

Sim. Fui tentar descobrir o que ele sabia!

- Passei a tarde com ele. - Passou a tarde com ele?

Estava fazendo por n�s!

Pensei que ele n�o �a nos entregar se...

Se voc� o qu�?

Se eu fizesse ele pensar que estava interessada.

Por favor, me diga que n�o fez.

N�o.

N�o.

S� fiz pensar que estava interessada se ele n�o nos entregasse.

Obrigado.

Agrade�o a sua atitude!

Seu filho da puta mal agradecido!

Acho que devia estar agradecido. Estava fazendo por n�s.

Por n�s?

E por quem estava fazendo, quando f�z com aquele guri do programa?

Que ato de defesa foi aquele?

Oh, como se voc� fosse um exemplo de fidelidade.

� incr�vel como s� tem uma filha enteada.

N�o me d� li��es sobre infidelidade.

A sua m�e me enganava h� 6 meses.

- Se me d� licen�a... - Est� bem, desculpa.

- Me largue. - Est� cometendo um erro...

Eu disse para me largar.

Est� me machucando.

Espere aqui at� eu voltar. Entendeu?

Diz "sim, Martin".

Sim, Martin.

Martin?

Que surpresa. Como est�?

Acabei de ver a Mini no seu programa.

�... Foi esta noite.

Eu fa�o audi��o de muitas garotas e ela foi...

incr�vel para caralho!

- Muito natural... - Sim. Como a gente gosta.

Totalmente

disposta a tomar dire��o.

Eu gostava que todas as garotas tivessem a...

Como posso dizer...

... necessidade de agradar.

Ol�! Preciso da pol�cia imediatamente.

� no 2505, 1� lote, Lonaway.

Seu filho da puta!

Onde elas est�o, huh?

Do que est� falando?

N�o me foda! Os negativos. Onde est�o eles?

Seu filho da puta!

Acha que podia foder a minha mulher e a minha filha?

Desculpe, companheiro!

Ela � minha!

Muito bem... Me escuta seu filho da puta.

Ou me d� os negativos, ou ent�o que Deus me ajude.

Vou arrancar sua cabe�a!

- Martin? Para! - Vai buscar os negativos.

- Eu disse para parar! - Quero os negativos!

Voc� vai mat�-lo! P�ra!

Que est� acontecendo contigo? Ele vai contar a todo mundo.

Pare! Pol�cia! Joga fora o ferro.

Ele � louco. Eu disse para ele parar.

Eu disse.

Com o Rudell ainda em coma depois da luta,

e o Garson encobrindo seu caso com a minha m�e,

De repente a teoria dos gases passou de circunstancial para uma ratoeira.

O Martin percebeu que tentar atirar qualquer coisa contra mim

provavelmente o levaria � cadeira el�ctrica.

E para a senten�a, eu iria pedir clem�ncia.

- Ol�! - Ol�.

- Desculpe o atraso. - Tudo bem.

Me esqueci de trazer o livro que voc� queria.

N�o importa. Pode me enviar pelo correio.

Est� bem?

J� tomou banho desde que est� aqui?

N�o... Quando estamos aqui temos que ter cuidado quando...

Ent�o, como est� a escola?

Oh, meu Deus. N�o vai acreditar no que aconteceu!

O que aconteceu?

Como muitos de voc�s sabem,

os �ltimos meses da minha vida t�m sido muito dif�ceis.

N�o sei como seria sem a ajuda de todos aqui.

Achp que � um testemunho na Institui��o Loebmann,

que me apresento aqui hoje como a primeira na aluna m�dia

na hist�ria da escola a ser considerada com o titulo Valedictorian (melhor aluna).

- Voc� n�o tinha que ser... - A melhor aluna? Eu sei.

Mas os estudantes votaram e acharam que devia ser eu, por

demonstrar uma coragem incompar�vel num momento de enorme perda.

Wow! Fico pensando no que o verdadeiro Valedictorian pensar� disso.

Mais uma vez, para o Marvin Templeman,

o verdadeiro Valedictorian,

ele merece este t�tulo e espero que recupere rapidamente.

Falei com os m�dicos dele hoje e disseram que com medica��o e terapia,

o Marvin poder� ir para Harvard em breve.

O Rudell j� saiu do estado de coma?

N�o sei. Porqu�?

Porqu�?

Porque se ele recuperar, pode me chantagear com as fotos.

Eu n�o me preocuparia com isso.

Sim, mas se o DA botar as m�os nessas fotos...

Tenho a certeza que ele n�o vai fazer nada com elas.

Conheci um pessoal aqui dentro

que pode nos ajudar em rela��o a ele, se as coisas evolu�rem assim.

Nos ajudar?

Eles conhecem pessoas l� fora a quem podemos pagar.

E par�-lo no sentido de conseguir isso.

Mas que rom�ntico!

Voc� parece um verdadeiro criminoso com conhecimentos e tudo.

Mas fico surpreendida como ainda n�o percebeu.

Perceber o qu�?

O Rudell n�o enviou aquelas fotos.

Se lembra do Aur�lio?

Aur�lio?

- O empregado da cabana no Novo M�xico. - Sim.

Sim, que querido.

Eu pensei que tinha que foder com ele, mas dar a c�mara foi suficiente.

Est� dizendo que voc�...

Apesar de poder n�o ter mostrado na sala de aula,

acho que a minha recente experi�ncia nessa grande escola que chamamos "vida"

me ensinou algumas li��es que gostaria de partilhar com os meus colegas.

Martin, ficou bem claro que o Garson n�o ia desistir

e, mais cedo ou mais tarde, iria encontrar motivos para nos acusar.

Parece rid�culo como n�s dois acab�mos sofrendo.

Como pode fazer isto comigo?

Sigam seu cora��o e n�o o questionem.

N�o interessa para onde ele disser que devem ir.

Qual �. Voc� teria feito o mesmo se pensasse nisso primeiro.

Porque fez esta merda comigo?

Acredite. Ele vai abrir um mundo de novas experi�ncias que n�o imaginam.

Hei, como as visitas conjugais est�o um pouco fora de quest�o,

pensei em trazer qualquer coisa que te lembre a sua ex-mulher.

Est� vendo? At� coloquei uns aumentos aqui sem que ningu�m os veja.

- Est� preparado? - Guarda?

Tem certeza? � que eu n�o vou voltar nas pr�ximas semanas.

N�o se esque�am da sua fam�lia. Dos seus pais.

Voc� conheceu algu�m aqui?

Guarda?

N�o esque�am que s�o pessoas tamb�m e podem n�o concordar sempre com eles.

Seu cachorro! Eu sabia que n�o ia ficar solteiro aqui por muito tempo.

Lembrem-se de os amar quando eles precisarem de amor.

Guarda? Foi ela que o fez. Acabou de admitir.

E eu digo realmente am�-los.

N�o fa�am isso apenas como um servi�o.

Foi ideia dela. A ideia foi sua!

Fa�am o mais que puderem.

N�o a deixem sair. Ela � culpada!

Arranjem um mandado! Que merda est�o fazendo...

Eu sei que fiz.

Sua puta do caralho!

Eu vou te matar sua puta de merda!

Eu s� desejava que o meu pai pudesse estar aqui hoje,

para que, depois do discurso, eu pudesse correr pela audi�ncia

e lhe dar um abra�o aqui mesmo em frente de todos voc�s.

Obrigada e boa sorte.

Persistente, n�o �?

A verdade � que

n�o me importaria de ser algemada por ele.

Ele seria o meu primeiro detetive.

Como prometi,

com desejo, concentra��o,

e considerando cada obst�culo como uma oportunidade,

� incr�vel o que conseguimos alcan�ar.

No caso de se sentirem culpados por n�o se terem identificado comigo,

relaxem... H� uma primeira vez para tudo.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.