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Em epis�dios anteriores...
S� vou administrar microdoses.
Partes do teu c�rebro que se apagaram v�o voltar a acender-se.
Se algu�m te raptou, temos de o apanhar.
Vamos fazer o transplante hoje � noite.
Prometi que, se voltasses
e fizesses mal a algu�m, te mataria.
- N�o deviam ter-me ressuscitado. - Estava disposta a deixar-te morrer,
at� perceber que estavas a sacrificar-te de novo.
- N�o te aproximes, aviso-te. - Luta comigo.
V�.
Achas-te um assassino?
Ent�o, v�.
Era isto que querias?
Absorveste a toxicidade da morte da Rosa
e agora tens de a expelir, Max.
Causa um terramoto! Um apag�o! V�! Ataca-me!
Isobel!
Eu disse-te que preferia morrer a matar-te.
- Mas n�o me deste ouvidos. - N�o.
N�o fa�as isso, Max.
Max, o teu cora��o.
Max.
Max, n�o.
Tem o cora��o a mil. Vai causar uma sobrecarga nopacemaker.
Est�s a normalizar o cora��o por telecinesia?
Isobel, desculpa.
- Irm�o... - Meu Deus...
Vamos.
Isobel!
Max.
Desculpa.
Eu conhe�o-te?
Quando o encontrei, ele estava no carro.
Estava a tocar "Bright Eyes" e parecia que o fim do mundo.
Agarrou-se a uma mem�ria tua para o reconfortar nos momentos finais.
Sempre que acedemos a uma mem�ria, alteramo-la.
Uma vez que as suas mem�rias est�o em farrapos,
a �nica esperan�a � cos�-las com isto.
Mas andas a injetar o ant�doto nos ratos de laborat�rio h� tr�s dias.
A Iz s� demorou umas horas a recuperar dos apag�es.
Ser� que podem n�o falar de mim como eu n�o estivesse aqui?
N�o sei para que serve, mas isto n�o est� a funcionar.
E estressa-me o facto de uma estranha saber dos nossos segredos.
Sem ofensa.
A minha irm� explode l�mpadas em casa sempre que sente alguma coisa.
Vou focar-me nisto.
Liz, lamento.
- Vou falar com ele. Eu... - Ainda bem que est� vivo
e feliz.
Ol�.
- O que � isto? - Um mercado mexicano no Pony.
Isto sou eu a rentabilizar o neg�cio. Como sempre.
Prova este sumo. � org�smico.
Que del�cia.
Esta � a miss�o secreta para a qual precisavas da minha ajuda?
N�o, tu e eu vamos dar um passeio.
Ol�.
- Como te chamas? - � a Buffy.
Obrigado t�-la segurado.
- �s uma ca�adora de vampiros? - Passou o dia muito estranha.
� a chuva de meteoritos. Dizem que afeta os animais.
- E os humanos tamb�m. - Ainda bem que n�o saio hoje.
- Roswell j� � uma cidade estranha. - Voc�s conhecem-se?
Sim, ele ajudou-me a organizar uma sess�o aberta amanh� no Pony.
Devias passar l�. Os artistas t�m direito a bebidas.
N�o sou artista...
Eu ofere�o-te uma das minhas bebidas gratuitas.
Desculpa, talvez tenha interpretado mal.
- D�s-me a ca�adora de vampiros? - Sim, desculpa.
- Desculpa. - Vemo-nos por a�.
Eu tinha um lagarto chamado Willow no secund�rio.
N�o interpretaste mal.
Vieste ver a separa��o dos g�meos unidos pelo cr�nio?
Sabias que desde 1947 que Roswell � onde nascem mais g�meos do pa�s?
Talvez sejam alien�genas.
Andei a pensar naquilo que me perguntaste da �ltima vez.
Vais dizer-me que tens un fraquinho por mim?
N�o.
�s...
...a minha pessoa toler�vel preferida.
Espera, onde � que vais?
Onde vamos?
A minha m�e trazia estas botas quando a Jenna Cameron a encontrou.
Nunca as tinha visto. Visto que a xerife n�o as investigou,
armei-me em detetive. Parece que s�o rar�ssimas.
O �nico que as fabrica � um sapateiro estranho que vive a uma hora daqui.
Espero que tenha registo de quem as comprou.
�timo.
Sempre quis ir para o deserto conhecer um tipo estranho da Internet.
Oferecemos-te um prato gr�tis quando fores ao Crashtown.
Quero comer algo saud�vel.
- Preservativo � um contracetivo. - Era o que eu queria dizer.
N�o quero preservativos na carne.
Embarazado significa que est�s gr�vido.
Talvez esteja. N�o �s a minha ginecologista.
Meti as m�os no teu peito.
� mais do que tua ginecologista pode dizer.
Liz.
Hoje, h� uma chuva de meteoritos.
- Talvez pud�ssemos... - Acho que n�o �...
...boa ideia. Tu n�o me conheces.
Certo.
As pessoas que n�o se conhecem costumam encontrar-se.
Salvaste a minha vida, certo?
E agora que tentava comprar comida, voltaste a salvar-me.
Saio �s 7 horas.
N�o.
A quem est�s a mandar mensagens? Estamos todos aqui.
Visto que acordei dos mortos, todos me enviaram mensagens.
A Cameron � a �nica que n�o respondeu, o que n�o � normal.
Tu desapareceste do mapa. E depois desapareceste mesmo.
- Desculpa? - Deixa-a em paz.
- Acredita. - Para o vesti�rio, Romeu.
Quero ver. Vai.
N�o o achas diferente?
Nunca tra� um namorado.
Eu nunca tive um namorado a s�rio.
- E a Kelly Summer n�o sei qu�? - N�o. Isso foi uma fric��o.
Sempre que estava com uma mulher, tentava desaparecer.
Tirando uma vez. No segundo ano, depois do duelo das bandas.
Sete minutos no para�so, se o para�so fosse o arm�rio da Hailey Moore.
- Nem acredito que te lembras. - Que tu foste o meu primeiro beijo?
- O qu�? - E o primeiro que me tocou no peito.
Eu fui o teu primeiro?
Quando �ramos mi�dos, pensei que nos casar�amos um dia.
Quando te assumiste, tive de fazer novos planos.
Tamb�m eu.
Ora, tu n�o desejarias ser heterossexual.
Quer dizer...
Eu sei o que devia dizer, mas...
...quem me dera que fosse sentido.
Ningu�m me ensinou a amar-me, s� o contr�rio.
Quando te beijei naquele arm�rio,
foi a primeira vez na minha vida que gostei de tocar em algu�m.
Pensei que podia ser feliz
sem temer que, se amasse algu�m, o meu pai iria destruir isso.
Por isso, n�o. N�o desejaria ser heterossexual.
Mas, se o fosse, talvez n�o tivesse mem�rias t�o m�s.
Tamb�m n�o terias mem�rias boas.
- Preparada? - Primeiro, uma experi�ncia r�pida.
A amn�sia dissociativa deixa-nos sem mem�rias,
mas se estimularmos o sistema l�mbico com elementos familiares...
O teu batido pode recuperar as minhas mem�rias?
- Vale a pena tentar. - Est� bem.
N�o adoro menta.
Desde os 14 anos que pedes o "Pequeno Marciano"
Por vezes,
quando as pessoas acordam do coma, ficam com personalidade diferente,
gostos diferentes. Talvez seja o teu caso.
Podemos ir embora antes que eu me torne o teu protejo cient�fico?
N�o sei. O que tens em mente?
- Podes atender. - N�o.
Por que n�o o trouxeste?
Ele tem superpoderes. E eu s� tenho uma perna boa.
O Michael � destrutivo. Anda sempre a comprar brigas, mente...
Ele mentiu para proteger a sua fam�lia da minha.
N�o, eu sa� com um tipo assim. Chamava-se Chad.
Assumiu a culpa de um homic�dio que n�o cometeu
durante dez anos para a Isobel n�o ter de o fazer.
E afastou-te para te proteger.
E talvez tenha sido pelo melhor. Ele tem um passado complicado.
Mas n�o � o Chad.
O que acontece quando eu deixar de estar chateada com o Michael?
Entre n�s.
Nada.
Nunca hei de deixar de te adorar.
Olha o c�u.
Parece infinito.
N�o acredito que nunca andaste de cavalo.
Pois n�o.
Os meus pais ficaram destro�ados
por ter seguido a arte equestre em vez do esqui em Aspen.
Passei um ver�o numa quinta.
Desloquei um ombro ao tentar ler "O Senhor dos An�is" enquanto...
J� te contei esta hist�ria, n�o foi?
Desculpa, s� queria superar o primeiro encontro que j� tivemos.
N�o cheg�mos a t�-lo.
Quer dizer, houve um gala, mas o meu pai estava l�.
Apanh�mos um assassino. Acho que n�o conta.
Este � o nosso primeiro encontro.
Acho que estou mal vestida.
- Isso nunca me acontece. - � o "Meteoro-chella".
Muita flanela e ganga.
Aqui, aproveitamos qualquer desculpa para p�r brilhantes.
- �s nova aqui? - Sim.
Acabei de sair da pris�o. Ando � procura de sarilhos.
Est� bem. Qual vai ser o veneno?
Quero explorar novas op��es. Por que n�o me surpreendes?
Est� bem.
Tens a certeza que � por aqui?
Eu perguntaria � Siri, mas acho que nos deixou. Teve medo.
N�o � tarde demais para voltarmos para tr�s.
E j� est� a entardecer.
Ora!
- N�o tens um sobresselente? - Este era o sobresselente.
Se n�o tivesse um soldado armado comigo, teria um ataque de p�nico.
N�o ando armado quando n�o estou em servi�o.
O que fazem na minha propriedade?
Est�vamos a...
...� procura do sapateiro.
Encontraram-me. Chamo-me Travis.
Por que n�o entram?
Pronto, vamos a isso.
Faz as perguntas dif�ceis. Nada sobre m�sica ou o tempo.
Tenho de recuperar muita coisa.
Mas, antes disso, o soro da verdade.
U�sque, Liz.
Vamos a isso.
Vamos ver.
Qual foi a pior coisa que alguma vez fizeste?
- Temos de come�ar por a�? - Eu gosto de ir direto ao assunto.
Demoraste 20 anos a dizer que me amavas.
Estou a evoluir?
Eu j� estive noiva.
Parece que foi noutra vida, mas foi no ano passado.
Deixei-o sem me despedir.
Presumo que j� me tenhas contado esta hist�ria.
Na verdade, nunca fal�mos sobre isto.
O Diego...
...tamb�m � bioengenheiro.
Eu estava a trabalhar num estudo fascinante em Denver.
Voltava a casa e fal�vamos de trabalho.
Ele compreendia.
Ele entendia a minha linguagem cient�fica esquisita.
Puxava por mim.
Foi ent�o...
...que nos cortaram os fundos e o nosso estudo acabou.
E apercebi-me que...
...gostava mais do trabalho.
N�o consegui dizer-lhe isso.
Por isso, fiz as malas a meio da noite e fiz-me � estrada.
Mudei de n�mero e bloqueei-o no Facebook.
Onde est� o u�sque?
Ainda n�o fugiste?
N�o quero perder a chuva de meteoritos.
Vens comigo?
Este leite � desta manh�.
Ainda est� quente.
Que anel bonito.
Evita que te queimes ao sol?
O leite ainda est� quente.
H� pouca rede aqui.
Queria deixar uma mensagem de voz ao Guerin.
O m�nimo que podia fazer era vir c� com um reboque.
Desculpem n�o vos poder ajudar com o carro.
N�o tenho muito jeito para mec�nica.
Tenho m�os delicadas.
Por falar nisso,
este leite � da minha melhor vaca.
A Jennifer. Ordenhei-a pela �ltima vez hoje.
Sou intolerante � lactose.
- Desculpe o inc�modo, mas... - N�o, n�o incomodam nada.
H� muito tempo que n�o via uma coisa t�o boa.
Bom, acho que est� na hora de nos irmos embora.
Ser� que se lembra de quem comprou as botas azul-turquesa?
Lamento.
Tenho tantos clientes e confundo aquelas caras feias todas.
Viu esta mulher?
Sim, � a mulher que comprou as botas.
- Quando? Veio com algu�m? - Foi h� algum tempo.
Muito simp�tica. Pagou em dinheiro.
- A minha m�e n�o tem muito dinheiro. - Est�s a dizer que minto?
A chuva de meteoritos deixou a minha mi�da desafinada.
A Jennifer gosta de m�sicas de embalar.
Com licen�a.
Este tipo vai fazer-nos em picadinho.
O Michael est� a caminho?
V� se encontras alguma fatura.
- Vou ver se apanho rede. - Queres que nos separemos?
� por isso que n�o gosto de filmes de terror.
O gay � sempre o primeiro a morrer.
Ou o segundo.
� justo.
� justo, eu vou procurar.
Est�s perdido ou j� te encontraste?
N�o tenho tido vontade de ir ao Wild Pony.
E andas a evitar a Liz.
Faz sentido, agora que o Max est� de volta.
Por vezes, � bom estar com pessoas
com quem n�o andei na faculdade. - � verdade.
- E tu, o que fazes aqui? - Depois do Noah,
a ideia de ir a um bar cheio de homens � ca�a de mulheres
angustia-me.
Achei que aqui n�o me sentiria uma presa.
Ora, aqui est�.
Uns copos mete�ricos, por conta da casa.
Est� bem.
- A um sentimento de aliena��o. - Sim.
Qual foi a pior coisa que j� fizeste?
Quem me dera que a minha hist�ria fosse bloquear algu�m no Facebook.
J� matei um homem.
Num acampamento.
Um tipo apareceu do nada e atacou a Isobel.
Nem pensei. Matei-o.
Com isto...
E agora prendo pessoas que matam pessoas.
A maioria arrepende-se do que fez.
Ficam marcados para sempre.
Como se uma parte deles morresse com as v�timas.
Quando...
...sinto esse negrume...
Essa vontade de matar...
...tamb�m quero morrer.
N�o posso arriscar
fazer mal a um inocente.
N�o valeria a pena estar vivo.
- Desculpa, foi demais. - N�o, n�o.
Agora percebo por que �s t�o feliz e idealista. Sinto-me uma idiota.
Tu �s assim porque n�o te lembras de mim.
Uma t�bua rasa.
Talvez teres sa�do do m�dulo sem mem�ria de muitas coisas
tenha sido para teu bem.
Ao que sei, tu �s o amor da minha vida.
Os teus coortes n�o te deram alguns detalhes.
Se tivesses as tuas mem�rias intactas, eu...
Sei que o pior que j� te aconteceu est� relacionado comigo.
E n�o aguento o peso de te fazer recordar isso.
�s um veterano de guerra.
Por isso mesmo, n�o gosto que me preguem sustos.
A m�e da minha amiga foi raptada
e apareceu tr�s semanas depois com as tuas botas rar�ssimas.
S� queremos respostas.
Compreendes, certo?
Parece que fic�mos sozinhos Sem ningu�m por perto
Travis.
Acho que te lembras a quem vendeste as botas.
Isso n�o se esquece.
Acho que estamos sozinhos S� se ouve o bater do cora��o
O que foi? N�o gostas da minha can��o?
- Estranhamente bonita. - S� queria dar algum ambiente
para que a vossa paragem fosse um pouco mais rom�ntica.
Onde est� a tua namorada?
Ao telefone com um amigo.
- Vou ter com ela. - Para.
Nem tocaste no leite.
Alex?
Ele atacou-me.
- Afasta-te de mim. - Tive de me defender.
N�o te aproximes.
A guerra faz mal � cabe�a dos homens.
Ficam confundidos das ideias.
Os meus p�sames.
�s m�dico e bailarino.
E o maior especialista em anatomia alien�gena.
- N�o te esque�as. - Eu n�o me esqueci.
Vem a� uma chuva de meteoritos.
Dizem que ser� �pica.
N�o gosto de meteoritos.
Recordam-me a noite em que a minha fam�lia morreu em chamas
quando entraram na atmosfera da Terra.
Meu Deus, lamento.
Est�s a gozar comigo.
- Claro que sim. - V� l�.
Desculpa.
- Queres que fale a s�rio? - Sim.
Acho que...
...devias levar-me...
...para aquela casa de banho.
E...
A correr o mais depressa poss�vel De m�os dadas
Est� na hora de fugir
Na noite
Maria, sou eu.
- Est�s bem? - Estou num milheiral!
- Vi a tua carrinha e ouvi barulho. - Est� um tipo com um machado.
- O qu�? Onde � que ele est�? - N�o sei.
Est� na hora de fugir
Odeio tri�ngulos amorosos.
Relaxa, Valenti, sou uma alien�gena benevolente.
S� como humanos que expressam consentimento entusi�stico.
� que...
Se me vais dizer que um caso de uma noite
n�o � um mecanismo de defesa saud�vel, ent�o...
J� bebi seis copos e tu �s muito atraente.
Quero l� saber do que � saud�vel.
� que...
...h� outra pessoa.
Posso intrometer-me?
- N�o estou muito nessa. - Tu n�o, garanh�o.
Acho que estamos sozinhos O bater do cora��o
Aqui.
Baixa-te.
N�o, n�o.
Liz!
Michael.
Michael, est�s bem? O Travis desmaiou.
- Vamos ver do Alex. - Vamos na minha carrinha.
- Alex. - Alex, est�s bem?
O filho da m�e esfaqueou-me. Onde � que ele est�?
- Atr�s de ti. - Espera, Michael. N�o �...
Est�o todos bem?
Pe�o desculpa pelo meu irm�o g�meo. N�o anda bem.
A guerra n�o faz de ti um assassino.
Eu n�o estive na guerra.
Apenas no I+D.
Se um grupo paramilitar pedir que fa�am parte de um estudo, fujam.
Ele apareceu h� umas semanas.
Prendeu-me l� atr�s.
Foi uma sorte terem aparecido.
- Pude fugir. - N�o est� com bom ar.
V�o-se embora daqui.
Vamos.
Desculpe fazer isto agora,
mas lembras-te desta mulher?
- Vendeste-lhe umas botas turquesa? - Priscilla.
- N�o, chama-se Mimi. - N�o, a vaca.
A Priscilla.
N�o fui eu que as vendi. Deve ter sido o meu irm�o.
Quando sa�rem daqui, podem chamar uma ambul�ncia?
Estamos a chegar � aorta.
- Os sinais vitais est�o est�veis. - A introduzir o cateter...
Bom, quanto ao batido...
Na primeira vez que me serviste,
pedi um "Descolagem de Amendoim"
e tu trouxeste-me um "Pequeno Marciano".
Mas estava t�o apaixonado por ti, que nem quis saber.
Na segunda vez,
foste � minha mesa e disseste: "Pequeno Marciano".
Fiquei t�o contente por te teres lembrado de mim,
que nunca te corrigi.
Lembras-te de mim.
Sim.
N�o estou melhor sem ti.
N�o fico completo sem ti.
N�o sabia o que ia acontecer quando ressuscitei a Rosa.
S� sabia que a morte dela tinha sido a pior coisa que nos aconteceu.
A ti, ao teu pai,
ao Michael e � Isobel...
- S� queria p�r tudo no lugar. - Eu sei.
Nada disso importa.
- Vamos para minha casa. - N�o, n�o.
N�o.
N�o acredito que fui atacado por um g�meo diab�lico.
Ningu�m acreditaria em n�s se lhes cont�ssemos.
- Vai doer. - Eu sei.
Ia-te perdendo.
Quase vos perdi.
Estou aqui.
Est� a fazer-se tarde. � melhor ir andando.
- N�o quero que te v�s embora. - Mas eu quero ir.
N�o, eu deveria ir.
Eu s�...
S� quero que fiquemos todos bem.
- O que estamos a fazer? - Est� tudo bem.
Est� bem.
Obrigado, xerife.
Diz-me que a Valenti apanhou o filho da m�e.
Quando a pol�cia chegou � quinta, as caravanas tinham pegado fogo.
O Travis e o Trevor tinham-se ido embora.
Pelo menos, a Valenti tem suspeitos.
A Maria ainda est� a dormir?
Nunca pensei realizar este desejo.
Achas que pis�mos a linha vermelha?
Se me dissessem que estaria
num m�nage � trois com o meu melhor amigo
e o meu primeiro amor, diria que era uma loucura.
� verdade.
N�o sei, senti...
- Senti-me... - Amado.
Sim.
Nada como ser apunhalado para juntar as pessoas.
Eu acreditava que ir�amos acabar juntos.
Tamb�m eu.
N�o vais atr�s dele?
Eu n�o vou a lado nenhum.
Nem eu.
O meu pai vai abrir o caf�.
Amo-te.
Ligo-te mais logo.
Max, espera!
Amo-te.
Nem acredito que n�o o tenho dito j�. H� meses que queria diz�-lo.
S� pensava como seria perfeito.
Devia t�-lo dito depois do discurso do batido.
Tirei-te as cal�as antes de dizer que te amava.
N�o te preocupes. Eu sei, Liz.
Durante a minha aus�ncia, eu sabia.
Chamo-lhe "Lobisomem Visceral, parte dois".
Dedico ao meu amigo Chi-chi. Descanse em paz.
Fechado durante dias, o tempo esvai-se.
De joelhos, rezo para me libertar desta jaula.
Mas, ao pedires as chaves, esqueces o pre�o a pagar.
Desejas que aquilo que te falta n�o seja o mesmo que viver o sonho.
Agora, luto para estar neste lado da jaula.
Mesmo que parte de mim deseje continuar preso.
N�o h� profeta, rebelde, salvador ou dem�nio
que pudesse prever, lutar, destruir
uma vida com potencial desperdi�ada.
Uma cela c�moda � a quest�o que coloco.
Serei um homem livre ou um prisioneiro que divaga?
Ora, ora. Olhem s� quem apareceu.
- Vais ter de me dar as chaves. - Nem penses.
Passei meses sem te ver,
nem falar contigo ou recorrer � tua sabedoria.
Al�m disso, trouxe caf�s.
Claro que est�o frios porque s�o 14 horas.
O que quer dizer que tiveste uma grande noite. Conta-me.
N�o h� nada a contar.
Eu conto primeiro. Uma pista.
Eu sou o primeiro.
Conheci uma rapariga. And�mos juntos no secund�rio.
Que querido, mas menos interessante. Eu fui a um bar gay.
- N�o. - Adivinha quem eu vi l�.
- O Kyle Valenti. - N�o duplo.
Ao princ�pio, pensei em ir dar um giro com aquele Mustang.
Max!
Eu n�o me vou embora. Ainda nem te contei a parte l�sbica.
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