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Original subtitles

A ESTIRPE DOS MALDITOS de Anton Leader

Cinco, quatro, tr�s, dois, um.

J�!

Quando eu fiz isto anteriormente, teve um efeito mau nas criancas.

Espero que n�o haja necessidade de outra li��o.

Derrick!

Penso que � tudo. Muit�ssimo obrigado.

Muito bem, rapazes. Est�o dispensados.

Ent�o?

Estou impressionado.

O tempo total dele, nos oito testes, foi de seis minutos e tr�s segundos.

Voc� demorou duas horas e oito minutos. E foi melhor que eu.

Eu disse que estava impressionado.

Ent�o e os pais dele? S�o algo de excepcional?

N�o sei. Ele vive com a m�e.

Mas ela nunca se incomodou em vir � reuni�o dos pais.

Penso que devemos ir v�-la.

A respira��o denuncia, sabia?

DIANA LOORAN Modelo Fotogr�fico

Ora.

Boa tarde. Chamo-me Lewellin.

Sou psic�logo na Universidade de Londres.

Ser� que podemos falar consigo sobre o seu filho, Paul?

- Quem � ele? - Este � o Dr. David Neville.

Apesar da apar�ncia, � professor efetivo de gen�tica na universidade.

- Est� bem. - Obrigado.

Ainda n�o tive tempo de me arrumar.

Estou fazendo um teste de intelig�ncia, Sra. Looran.

Ando testando criancas de toda a Inglaterra para um projeto...

...das Na��es Unidas.

� a primeira vez que um teste de QI id�ntico � feito...

...em crian�as escolares de todo o mundo.

Naturalmente, surgiram algumas coisas inesperadas.

Foi por essa raz�o que viemos falar consigo sobre o Paul.

O intelecto dele � quase inacredit�vel.

Ah �?

Fez-nos pensar nas suas origens.

Sobre a senhora, Sra. Looran.

- E sobre o pai dele, claro. - Sim?

Pensamos que seria interessante se tamb�m fizesse o teste.

N�o vou fazer nenhum teste. Se � isso que querem, esque�am.

N�o tem nada de especial, Sra. Looran.

- la nos ajudar imensamente. - Mas eu n�o quero fazer!

Podem esquecer isso!

� melhor irem embora. Tenho coisas para fazer.

- Sobre o pai do Paul, ele ainda...? - N�o � da sua conta!

Tem raz�o. S� gostaria de saber qual � a ocupa��o dele.

- Saiam. - Ele ficaria muito orgulhoso do rapaz.

- Se nos desse o endere�o dele... - N�o tenho que responder.

- Deixem-me em paz e saiam! - N�o deixe que ele a perturbe.

- Os cientistas s�o todos iguais. - Saiam daqui.

Estou indo, Sra. Looran. S� mais uma coisa.

- O nome dele � Looran? - Fora!

Mulher fascinante.

Ent�o, geneticista, ela explica alguma coisa?

Pode dizer-se com seguran�a que ele n�o tem o c�rebro da m�e.

Eles andam atr�s de voc�.

E n�o vai conseguir fugir.

Eles s�o mais fortes que eu.

Eu te odeio!

Quero que sofra tal como me fez sofrer.

Devia ter esganado voc� at� a morte...

...no primeiro momento em que o segurei no meu peito!

Eles v�o apanh�-lo, e eu vou ajudar! Farei tudo para ajud�-los!

Ele n�o � meu.

Fui eu que dei a luz...

...mas ele n�o � meu.

Eu n�o podia ter um beb�.

N�o tinha sido tocada...

...nunca fui.

N�o compreendem?

Ele n�o tem pai.

Ele n�o � humano.

- Eu nunca fui tocada! - Calma, calma.

- O m�dico disse que tem de descansar. - Eu nunca fui tocada!

Mrs. Looran, ouvimos tudo o que tem para dizer...

N�o acreditam em mim, seus idiotas!

Aviso-os, ele pode chacin�-los sem fazer for�a!

Seus idiotas!

Paul?

- Posso ajud�-los? - Bastante.

Viemos buscar o Paul para passar a noite...

...mas creio que agora j� n�o � necess�rio.

N�o, ele est� bem na cama.

Sou a tia do Paul. S�o amigos da Diana?

Muito amigos.

Estranho ela nunca ter mencionado uma irm�.

Eu vivo com a minha m�e em Nottingham.

Mas esta tarde tive um pressentimento estranho...

...de que devia vir c� hoje. - Foi uma sorte ter vindo.

Sim, n�o tinha chegado h� 20 minutos quando ligaram do hospital,

teria sido horr�vel se o Paul estivesse aqui sozinho.

Sim. Bom...

...vamos deix�-la com ele, senhorita...? - Eliot. Susan Eliot.

- Thomas. - Sim?

- Ent�o e amanh�? - Sim, ah...

Um Sr. Harib das Na��es Unidas veio de Paris para ver Paul.

- Paul? - Sim.

A intelig�ncia do seu sobrinho deixou-nos a todos atordoados.

Gostaria de lev�-lo para o meu gabinete na universidade...

...se n�o se importar.

Est� bem. Mas eu vou querer ir com voc�s, � claro.

Absolutamente.

Tem de me deixar mostrar-lhe o laborat�rio.

Por curiosidade, o Paul nasceu antes da Diana se casar, n�o foi?

Sim.

Eu ligo por volta das 10h.

Est� bem, �s 10h.

- Obrigado. Boa noite. - Boa noite.

Boa noite.

S�o dos mesmos pais. At� da mesma ninhada.

- N�o � glandular? - N�o, � normal em todos os aspectos.

N�o � que seja apenas maior, mas � muito mais esperto.

- Ele comeria tudo, se o deix�ssemos. - A sua descend�ncia ser� igual?

Exatamente igual. Ele � perfeitamente normal.

Em condi��es de liberdade, a sua estirpe prevaleceria.

Lembram-se de Darwin e da sobreviv�ncia do mais apto?

Mas isto n�o � um exemplo da evolu��o?

N�o. isto � uma s�bita e inexplic�vel muta��o dos genes.

Muito honestamente, ningu�m sabe exatamente como ou porqu� acontece.

Por isso t�m o nome de "divers�o biol�gica".

Ocorre em toda a natureza. Venham ver.

Dr. Harib.

Durante 50 gera��es, isto.

Subitamente, essa extravag�ncia cresce dessa forma.

Bom, aqui t�m.

Plantas, animais. N�o h� nenhuma lei pela qual n�o aconte�a no homem.

Pensa que isso pode explicar o rapaz?

Se tivesse que dar uma explica��o, seria esta que daria.

- Qual � frequ�ncia desta ocorr�ncia? - � inteiramente imprevis�vel.

Mas certamente apenas uma em v�rios bilh�es de hip�teses.

E se eu lhe disser, Dr. Neville, que h� seis Pauls no mundo todo?

A mesma idade, o mesmo intelecto.

Diria que � geneticamente imposs�vel.

J� temos os resultados de todos os pa�ses do mundo.

Cinco criancas t�m resultados id�nticos ao de Paul Looran.

- Id�nticos? - Sim, id�nticos.

- Como � isso poss�vel? N�o h� dois... - N�o fa�o id�ia...

...mas gostaria de descobrir. -Eu tamb�m.

Uma crian�a de Calcut� reside agora aqui, na embaixada da �ndia.

J� que ele e o rapaz Looran est�o ambos em Londres...

...tratei para que os outros quatro fossem trazidos pelas suas embaixadas.

Gostaria que testassem todos.

Entretanto, cavalheiros, gostaria que isto fosse tratado simplesmente...

...como um projecto de pesquisa da UNESCO, nada mais.

Dr. Neville, Dr. Lewellin...

...lamento que tenham esperado tanto tempo.

O embaixador pede desculpas a Mr. Harib...

...mas Nina Sirinova acabou de voltar para Moscou.

- Mas ela acabou de chegar. - E j� foi embora.

Moscou decidiu que n�o devemos criar um precedente...

...de providenciar servi�os de viagem para projetos da UNESCO.

Sabe dizer-nos alguma coisa sobre as origens dela?

- A m�e e o pai? - N�o, lamento.

Viu a m�e dela enquanto esteve aqui?

- Eu a vi. Agora, por favor... - E o pai dela?

O pai da crian�a n�o a acompanhou a Londres.

N�o me deram detalhes nenhuns sobre as suas origens.

Agora, cavalheiros, se me...

Sonya.

Esta � Sonya, a minha pequena filha.

Mas o que est� se passando aqui?

Como psic�logo, Thomas...

...tende a perder-se no indiv�duo, a mente singular.

Sabe, vivemos num complexo mundo social.

Einstein juntou a massa e a energia, fizemos a bomba atomica.

Se fosse um pol�tico Russo e tivesse uma crian�a com o c�rebro, digamos...

...dez vezes mais eficiente que o de Einstein, ia deix�-la ir...

...para dois cientistas brit�nicos que apareceram do nada?

Claro que n�o deixaria.

- Adeus. - Adeus.

Mark, pare! Pare j� com isso, ouviu?

O rapaz � absolutamente incorrig�vel.

Quanto ao c�o, ele consegue que fa�a tudo o que quer...

...sem sequer lhe dizer uma palavra.

� a av� materna do Mark, Mrs. Robbins?

- A m�e da m�e dele? - Sim, o Mark sempre viveu comigo.

- Mas tem o nome da sua fam�lia. - Sim.

A sua filha n�o era casada quando o Mark nasceu?

Temos de falar desse assunto?

Ela era uma filha maravilhosa, era mesmo.

Nenhuma m�e poderia pedir mais.

Mas depois, subitamente, tornou-se incontrol�vel.

Nunca sabia onde estava ou o que estava fazendo.

Para ela se afastar de mim e se tornar uma vagabunda...

...praticamente uma mulher vulgar das ruas.

Querem ver o nosso pequeno g�nio.

Venham por aqui.

A m�e do Rashid.

Que encantadora.

Estava com esperan�as de conhec�-la.

Estes senhores vieram conhecer o Rashid.

O seu marido, o pai do Rashid, tamb�m est� aqui?

N�o. Ele n�o trabalha na embaixada.

Bom, seja como for, n�o � muito importante.

Esse sari que est� vestindo � muito bonito.

O Rashid j� a fez fazer coisas que n�o quer fazer?

Ol�, Dr. Lewellin. N�o me conhece. Sou Colin Webster.

O David est�?

- David. - Sim, que se passa?

- Est� aqui algu�m que nos conhece. - Colin!

Que est� fazendo em Londres? N�o � a semana da regata.

- S� vagueando por a�. - Bom, tira o casaco.

- Tom, este e o Colin Webster. - Sim, j� nos apresentamos.

Ent�o, que se passa?

Com licen�a.

Pensei que gastava o seu tempo perseguindo mulheres sensuais...

...em Bucareste e Istambul.

Ou agora ser� em Hong Kong e Berlim?

As vezes n�o h� nada mais excitante do que perseguir crian�as em Londres.

Viu, Tom? O mundo social.

Ent�o o le�o brit�nico est� abanando a sua cabe�a cansada?

N�o necessariamente.

� que temos menos raz�es que nunca para ignorar os nossos bens.

Posso?

- Andou seguindo-nos o dia todo? - Nada � mais cansativo.

Mexeram-se bastante, n�o � verdade?

Dr. Lewellin, o que pensa do assunto? Como psic�logo?

Penso que � tudo perturbador.

- E como geneticista, David? - Um geneticista est� sempre perturbado.

Olha para o teu desenvolvimento. � extraordin�rio.

E o governo, qual � a opini�o dele?

Conhece o governo, sempre um pouco cauteloso.

Presumo que est�s familiarizado com a divers�o biol�gica?

S� da forma mais acad�mica.

- Poder�o ser seis divers�es? - Com muta��es id�nticas?

Sou sempre a favor de uma hip�tese remota...

...mas isso seria como ganhar a loteria...

...seis vezes seguidas, sempre com o mesmo n�mero.

David.

Sei que parece rid�culo...

...mas nunca te ocorreu que podem ter o mesmo pai?

Me ocorreu.

Que vida interessante voc�s arranjaram para este pai.

Mesmo sendo do mesmo pai e da mesma m�e, que seis irm�os e irm�s...

...de que tenham conhecimento, t�m a mesma mente?

E partenog�nese?

Sim.

"Reprodu��o sem interven��o do sexo oposto"...

...diz o Dicion�rio de Oxford.

"Nunca fui tocada", disse a Mrs. Looran.

Tom, voc� � psic�logo...

...ent�o e a afirmac�o de Mrs. Looran de ter dado a luz a Paul..

...sem interven��o do sexo oposto?

Ela � obviamente hist�rica. Alucina��es, megalomania.

O que � interessante � que em todos os casos...

...temos uma m�e inst�vel e n�o h� sinais de um pai.

Os nossos rapazes cientistas dizem que a partenog�nese...

...pode ser induzida artificialmente, por radioatividade ou certos qu�micos.

Certamente. Mas s� em formas de vida muito simples.

Algas e uma ou outra planta elementar.

Mas certamente que n�o num homem.

- Ent�o, qual � a sua explica��o? - Penso que n�o existe nenhuma.

Pelo menos uma que possamos compreender de momento.

Mas estamos rodeados de mist�rios para al�m da nossa compreens�o.

Xerez?

A Mrs. Bonn andou a� outra vez.

Desde que se mantenha afastada do meu gin.

- Todos, fizeram em 37 segundos. - Trinta e sete e meio.

Fonte de informa��o segura, velho amigo.

- Ainda n�o chegou? - N�o, senhor.

- Al�? - Dr. Lewellin? Dr. Neville?

T�m que vir imediatamente.

- Aqui fala o Dr. Lewellin. - Dr. Lewellin.

- Al�, quem fala, por favor? - Preciso de sua ajuda.

Fala Susan Eliot.

- Que se passa, senhorita Eliot? - Preciso de sua ajuda.

- T�m de vir imediatamente. - Olhe, senhorita...

Fala Susan Eliot. Dr. Lewellin?

Olhe, tente acalmar-se. Que se passa?

- Pode dizer-nos o que se passa? - Preciso de sua ajuda.

Paul.

Senhorita Eliot, lamento incomod�-la. Sei que � tarde.

- Mas posso entrar? - Porqu�? Quem � voc�?

Tenho que lhe falar sobre o seu sobrinho, Paul.

- V�-se embora ou chamo a pol�cia. - N�o h� necessidade, Miss Eliot.

Vim da parte do Dr. Lewellin e do Dr. Neville.

� para o bem do Paul.

Est� bem.

Obrigado.

- Assustou-me um pouco. - Eu sei. Lamento.

Mas, sabe, pensamos que poderia ser melhor...

...se voc� e o Paul fossem recolocados mais convenientemente.

Pode colocar alguns pertences numa mala?

Que quer dizer, agora? Mas s�o 4 e meia da manh�.

- S� um minuto. O que deseja? - Isso � um assunto meu!

- N�o, n�o �. - Tom!

Colin Webster est� � nossa espera.

Pe�o desculpa, senhor.

Ele pode ficar instalado e na cama dentro de uma hora.

- Gostaria de falar com o Dr. Lewellin. - Logo pela manh�.

- Bem, bem. - O que se passa?

Entrem, senhores, fa�am favor.

Que se passa, senhorita Eliot? Porque nos telefonou?

Ele quer...

- Telefonar? Que quer dizer com isso? - Ligou para o apartamento...

...e pediu que viessemos para c�.

Mas eu n�o telefonei.

Que se passa?

O que � tudo isto?

Senhorita Eliot, porque n�o vai se aprontar?

Amanh� esclarecemos tudo.

Ele quer levar-nos para um lugar seguro.

Ent�o, Colin. Deixe essas coisas para Istambul.

N�o somos os �nicos que achamos que voc�s, acad�micos...

...trope�aram em algo que requer o nosso tipo de aten��o.

Tr�s das embaixadas para onde ligaram ontem t�m v�os especiais...

...para levar os novos bens rec�m-descobertos para casa.

Se de repente v�em o potencial dos seus pr�prios bens...

...podem ver, em breve, vantagem em levar o nosso.

Mas ele disse que vinha da sua parte, que voc� sabia.

- Colin, onde est� o teu jogo limpo? - Olhe, n�o tem de ir a lugar nenhum.

- Espere um minuto. - Que foi?

Gostar�amos que a Sta. Eliot acompanhasse o Paul, claro.

Mas a sua concord�ncia nisso � uma mera formalidade.

Isto � uma autoriza��o, assinada pela m�e do Paul.

Permite-me levar o rapaz sob minha cust�dia.

- Tragam o meu carro. - Certo, senhor.

N�o se preocupe. A partir de agora v�o trat�-lo como realeza.

Melhor que realeza.

Mas que raio faria se todas as grandes pot�ncias...

...de repente sorrissem umas para as outras, um encontro amoroso?

N�o me preocuparia muito.

Sabe como s�o os encontros amorosos.

Mas que dem�nio se passou com voc�?

N�o sei.

Devo ter adormecido.

- Muitos danos? - N�o, penso que � uma melhoria.

Muito bem, tragam o rapaz. Eu guio.

- Onde est� ele, senhor? - Est� ali � espera.

Muito bem, atr�s dele. Temos que encontr�-lo.

GABINETE RESPONS�VEL DA REP�BLICA POPULAR DA CHINA

GABINETE DO ALTO-COMISS�RIO DA NIG�RIA

Muit�ssimo obrigado.

Obrigado.

- Obrigado, Thomas. - Desculpe.

Ningu�m o levou. Foi embora sozinho.

- Ent�o, por qu� a preocupa��o? - Algu�m pode lev�-lo.

Pelo que vimos esta noite, n�o ser� assim t�o f�cil.

Sim, entre.

Cobrimos toda a �rea, senhor. N�o h� sinal dele em lado nenhum.

Porque n�o chama a pol�cia, amigo?

Leite e a��car?

- Eu espero aqui. Volte para a sede. - Certo, senhor.

Susan, como gosta do seu ch�?

Susan?

Eu vou perguntar.

Susan?

Ela n�o est� aqui.

O casaco dela desapareceu.

- N�o h� sinal? - N�o.

- Bom, vamos levar o carro. - Leve o carro. Eu vou a p�.

Susan!

Susan!

Paul.

Paul, querido.

O que fez?

Mas, Paul, n�o pode ficar aqui.

Deixa-me ir buscar o Dr. Lewellin e falamos sobre isto.

PERIGO AFASTEM-SE

Senhorita Eliot?

Mas Paul...

Susan!

Susan!

Est� bem.

Mas temos de falar com o Dr. Lewellin pela manh�.

N�o � nada.

N�o � nada.

Como sabia que eu tinha cortado a m�o, Paul?

Como � que sabia?

Quando o Paul tinha 2 anos, o bolo de anivers�rio dele caiu e...

O Paul queimou-se.

Fa�am uma busca completa. Ela pode estar em qualquer parte.

Tem um c�o solto l� dentro. � melhor terem cuidado.

Ele se comporta como se fosse o dono do lugar.

Algu�m devia fazer algo quanto � religi�o nesse pa�s.

Fique com a galeria.

Cuidado com o degrau.

Quem est� a�?

Harris, n�o!

Paul!

Paul, pare!

N�o seja idiota, Tom.

Paul.

Quer ficar aqui, Paul?

Todos voc�s?

E quer que a Susan fique aqui com voc�?

Precisa de alguma coisa, Susan?

Vamos precisar de comida.

Est� bem.

Podem deix�-la fora da igreja no degrau de cima.

Movam-se agora.

Certo. Mandem-nos entrar.

As embaixadas agora v�o saber que est�o tentando proteg�-los.

Ningu�m vai confiar num guarda ou numa barricada.

Nenhuma na��o pode permitir que c�rebros assim...

...caiam nas m�os de algu�m. - Mas, Colin...

...suponha que s� queiram ser poetas, amantes ou vagabundos.

Lembra-te de Shakespeare e de Casanova.

Sim. Agora ter�amos melhor uso para Shakespeare. At� para Casanova.

Eles devem estudar e ser estudados. Tragam educadores internacionais...

...para os estudar. - Um conselho internacional?

Qual � o problema, muito civilizado? O que recomenda?

Simples:

Destru�-los.

Parece que � tudo.

Os outros est�o ocupados.

Sempre sabe, o que eu vou dizer?

Sim.

N�o sabe, que eu n�o faria isso?

Est� assustada.

- Voc� � que est� assustada. - Sim.

Mi Ling, ningu�m quer mago�-la.

Os homens que viu hoje de manh� estavam s� a sua procura.

Mi Ling, o que houve? Porque est�o todos juntos? Porqu�?

Que aconteceu?

- Espero que n�o seja um erro. - N�o t�nhamos escolha.

Pergunte ao Mr. Harib. Se pensassem que raptamos os seus pr�mios...

...come�ava o inferno diplom�tico. - H� outros tipos de inferno.

Esta parte � a sua tarefa. S� vou interceder se me pedir.

Obrigado.

O que foi?

Juntos somos mais fortes.

Paul. Com licen�a.

Paul, queremos assegurar-lhe, a todos voc�s...

...que compreendemos o vosso desejo de estar juntos.

Estas pessoas s�o suas amigas.

Vieram busc�-los para levar �s suas casas...

...porque cada pa�s est� muito orgulhoso do seu...

Do seu pr�prio prod�gio.

Eles querem que aprendam, e que ajudem, o vosso pr�prio povo.

Dadas as circunst�ncias, estamos dispostos a esquecer...

...o que se passou aqui esta manh�, se vierem agora.

Eles n�o ser�o separados.

- A Nina vai ficar. - Por favor, fique fora disto.

Se tem esperan�as de usar a sua mente...

...aviso-o, tudo o que lhe disser...

...� instantaneamente sabido por todos os outros.

Besteira!

- Isso vai ficar fora de controle. - Sim.

Paul.

Com licen�a, por favor, cavalheiros.

Paul, pode vir at� aqui por favor?

Paul, n�o quero que me responda, est� bem?

Calcut� fica na foz...

Rashid?

Calcut� fica na foz do Rio Ganges.

PR�MIO ESPECIAL AO DR. DAVID A ROYAL SOCIETY 1961

- Mi Ling? - "Pr�mio Especial...

...ao Dr. David, A Royal Society, 1961."

Tudo o que um v�, ouve ou l�, todos sabem.

Qualquer coisa, em qualquer altura.

Ainda os querem levar para as vossas embaixadas?

Uma pequena diferen�a entre a habilidade de alguns homens...

...permitiu-nos ultrapassar Hitler na bomba at�mica.

Mas a diferen�a de que falamos n�o � pequena.

� uma diferen�a gigantesca.

Os Russos vieram em grupos de estudo...

Sou t�o contra a viol�ncia como voc�.

Quer guerra? Se uma das pot�ncias os aprisiona...

...como pode o outro lado n�o fazer nada? Ficaria cada vez mais para tr�s.

Teriam de atacar enquanto tinham oportunidade.

- Talvez. - N�o � talvez.

A qualquer momento.

Ei, George!

Como � que eles passaram?

Muito bem, para baixo.

Que foi?

Tom.

� melhor irmos at� l�.

Olha. Olha, George. Soldados.

Sentido!

- De onde � que veio? - Ou�a o que lhe digo.

- O que houve? - Deve ficar no seu quarto.

Endireite-se, Frank. Est� falando com um oficial.

- Isso mesmo. - Muito bem, levem-no para o jardim.

Detenham-no!

- Que se passa? - Dois b�bedos, mais nada.

O que aconteceu na igreja?

Diga-me voc�.

Lembrem-se, vivos, se poss�vel.

David.

Tom.

Paul, o que est�...?

Meu Deus.

- Que est�o eles est�o fazendo? - Largue isso, Colin.

Largue a arma.

Saia. Eles est�o armados. Fique l� fora.

Est� morto?

N�o. Estaria melhor se estivesse.

- Isto foi id�ia sua? - Eu teria planejado melhor.

Tom.

Rashid.

- Isto � mesmo necess�rio, n�o �? - Penso que � melhor que n�o haja...

...nenhuma d�vida em ningu�m sobre os pormenores.

O seu sangue.

Tom.

- Recebi a sua mensagem. - Aconteceu alguma coisa?

N�o. Estive l� toda a manh�.

- A Susan? - Nem sinal.

Sim. Tom, creio que n�o conhece o Professor Gruber.

N�o. Como � que est�?

O David falou-me do seu trabalho. Estou muito feliz por v�-lo.

Do Colin.

A gl�bulo vermelho humano, a mat�ria b�sica da vida.

Tudo o que somos come�a aqui.

Um c�lula do sangue de Rashid.

Agora vou unir as duas.

Pensa que eles tomaram conta de uma c�lula viva no �tero.

Podemos nunca saber a resposta...

...mas o importante � que n�o s�o humanos.

S�o de outra esp�cie.

- Professor? - N�o sei.

N�o sei. Tenho de pensar nisto.

- Posso? - Certamente.

Em vez das na��es lutarem por causa deles...

...devia haver um esforco unido para os eliminar.

Do que est� falando?

Pod�amos esteriliz�-los, mas n�o temos certeza se funcionar�.

- E pensa que iam deixar? - Porque temos de fazer alguma coisa?

A vida � uma luta pela sobreviv�ncia, Thomas.

Eles n�o s�o humanos. S�o uma esp�cie superior.

- Ir�o sempre ganhar. - Mr. Harib...

...temos concord�ncia sobre isto? - Baseado nesta prova?

Est�o todos loucos?

Eles nunca atacaram ningu�m, a n�o ser quando foram atacados!

N�o fique nervoso. Um discurso n�o vai ajudar em nada.

Sabe quantas crian�as morreram na estrada no ano passado?

Que tem isso a ver com matar cinco crian�as a sangue frio?

- Crian�as? - Est� bem. Est� bem.

Eles s�o de uma esp�cie diferente. E da�?

Sup�e-se que somos a esp�cie superior...

...no entanto milh�es de formas de vida inferiores vivem conosco.

N�o as matamos s� porque s�o diferentes.

E como � que conseguir�amos viver com eles?

Se entrarmos em desacordo, eles nos controlam.

Como o c�o, como a Susan. E se casarem e se propagarem...

...que netos herdar�o a Terra? Os nossos ou os deles?

D�-me algumas horas. Verei o que posso fazer.

O senhor, entre todos, os cinco... Chamem-lhes do que quiserem.

...podem ser a maior d�diva que alguma vez tivemos.

Que poder�amos fazer com eles?

Um pa�s j� tentou ficar com eles. Algu�m tentar� a seguir.

Estou pensando em mais do que cinco crian�as.

Penso em milh�es.

- Quem vem l�? - Dr. Lewellin.

N�o creio que o Mr. Webster esteja aqui hoje, senhor.

N�o, eu sei. Eu estive com ele a pouco tempo.

Sim, senhor.

Eu vou entrar na igreja.

Tenha cuidado com isso quando eu sair, est� bem?

Paul, compreendo como se sente...

...mas tem que enterr�-lo, Paul. Voc� deve.

Os mortos devem ser enterrados, Paul.

Paul, quero falar contigo.

Com todos voc�s!

Certo?

Paul...

...porque est�o aqui?

Porque mataram o Rashid?

Est� falando ou s�o eles?

- Paul, aterrorizou as pessoas. - Eles foram aterrorizados.

Foram perseguidos como uma esp�cie de vermes monstruosos.

As pessoas acreditam que voc�s n�o s�o humanos.

N�o sei o que isso significa...

...mas t�m de aprender a n�o matar. - Mas eles matam.

Eu sei. Eu sei que matamos...

...mas � errado. Voc�s s�o diferentes.

Para o bem de voc�s, n�o devem matar.

- Eles tentaram n�o matar. - Acredito nisso. Acredito nisso.

Mas aquela m�quina, Paul, � movida a hidrog�nio?

Do sol?

O pensamento do que aquela m�quina pode fazer como arma...

...aterrorizou metade dos governantes do mundo.

Sei que fazemos m�quinas, m�quinas horr�veis, mas...

- Eles v�o matar voc�s. - N�o.

A morte dele ensinou-os que podem ser mortos.

T�m de fazer algo para os convencer que n�o desejam mal.

Se eu puder, ajudo voc�s.

N�o devem desconfiar de todos.

Podem ir para as vossas embaixadas?

Pelo menos, deixem-me lev�-la comigo, por favor?

Porque est�o aqui, Paul? O que querem?

N�o sabemos.

- Susan. - Eles se foram.

- O qu�? - Eles desapareceram.

- N�o sei o que fazer. - Venha e sente-se.

- N�o sabia para onde ir. - Acalme-se.

Calma, Susan. Muito bem, que se passa?

Foram-se! Subitamente, desapareceram.

Que quer dizer, desapareceram?

Depois de ter sa�do, olhei para o corpo do Rashid.

N�o pensei que lhe tivessem prestado muita aten��o...

...subitamente percebi que estava sozinha. N�o sabia o que fazer.

Foi falar com eles? Porqu�? O que foi que fez, homem?

Eles n�o disseram para onde iam?

- Como podem ter desaparecido? - N�o sei.

- E os guardas? - N�o sei.

- Como � que passou por eles? - N�o sei! S� corri!

Eles n�o prestaram aten��o.

- Eles iam para as embaixadas? - N�o.

N�o sei.

N�o seja idiota, Tom.

- Afaste-se dessa porta. - Vai dar-lhes uma oportunidade.

Oportunidade do qu�?

Est� bem.

Seja como voc� quiser.

Viu o que fizeram aos homens na igreja?

Vamos dar-lhes uma chance. S� uma chance.

EMBAIXADA U.R.S.S.

Paul.

N�o queremos fazer-lhe mal e nem as outras crian�as.

Mas a m�quina, Paul.

Temos de saber como fazer aquela m�quina.

N�o que a vamos usar. Ningu�m a vai usar.

Mas a melhor garantia que n�o ser� usada...

...� n�o haver apenas uma pot�ncia que tenha posse dela.

Precisamos das tuas habilidades, Paul. N�o � s� aquela m�quina.

Temos de aceitar que cada arma tem a sua �poca.

Eles far�o avan�os o mais depressa que puderem.

Sem o teu c�rebro, ficaremos perigosamente para tr�s.

Paul...

� certo que a leitura da mente de cada um pode ser controlada, n�o?

Sabe, se algum inimigo souber as nossas capacidades exatas...

...isso deixa-nos desprotegidos para um ataque surpresa.

Isso � uma fraqueza na seguran�a que pode tentar um inimigo a agir.

Nunca pensamos em tentar for��-lo � claro.

Tamb�m pensamos nos seus interesses, Paul.

Sim, queremos que se sinta um agente completamente livre...

...com perfeita liberdade de seguir as suas convic�es.

Seja o que fizer cuidaremos bem de voc�.

Queremos que seja feliz e produtivo.

N�o s�o humanos.

S�o uma esp�cie superior. Ir�o sempre ganhar.

N�o s�o humanos. S�o uma esp�cie superior. Ir�o sempre ganhar.

N�o s�o humanos.

S�o uma esp�cie superior. Ir�o sempre ganhar.

N�o s�o humanos.

Neste exato momento, podem estar controlando um bombardeiro...

...e for��-los a apertar o bot�o. Seria o fim.

- N�o acredito nisso. - N�o acredita.

E o que te deu o direito de tomar uma decis�o...

...que pode destruir o mundo inteiro?

N�o seja t�o emocional e sentimental...

...porque tens sentimentos por essas crian�as. N�o s�o crian�as!

Alguma vez os viu rir correr, brincar?

N�o, por Deus, mas j� os viu matar...

...violentamente e horrificamente.

J� pensou nisso, psic�logo?

N�o sei o que fazer.

Por Deus, gostaria de saber.

Temos de fazer alguma coisa. Vamos.

- Lamento. Procuro o Dr. Neville. - Receio que n�o esteja aqui, professor.

- Esperava... - Posso ajudar em alguma coisa?

- As c�lulas que ele viu no outro dia. - Sim, que se passa?

N�o posso ter a certeza, � s� uma hip�tese.

Mas devido a natureza das c�lulas, tamanho, conforma��o...

...e outros fatores, penso que s�o as c�lulas de um homem...

...avan�ado em cerca de um milh�o de anos.

Tudo bem. Mas assim, � preciso mais cabo.

Quero v�rias distrac�es. Mantenham os ve�culos em movimento...

...at� estarmos preparados. - Sim, senhor.

Comando a todos os postos.

Todos os ve�culos devem permanecer em movimento...

Descarreguem o caminh�o e tirem-no daqui.

Vamos, mexam-se.

Montez. Sim.

Para o Dr. Neville. Dr. Lewellin e Prof. Gruber para o ver.

Gruber?

O Dr. Lewellin descobriu Paul Looran.

Mas o Professor Gruber � o chefe do meu departamento na universidade.

Certo. Eles que entrem.

- Ande com essa coisa. - Senhor.

Terminado, senhor.

Certo. Teste o circuito.

Posto sinalizador. Isto � um teste.

Preparar para disparar o sinal.

Sinal de teste recebido. Circuito em perfeito funcionamento.

�timo. Unidades blindadas para posi��es de fogo.

Todos os postos. Relat�rio.

- Posto G pronto e aguarda. - Posto C pronto e aguarda.

Posto J pronto e aguarda.

Posto M. Ele ainda n�o saiu.

- Equipe detonadora. Ainda n�o saiu. - O Dr. Lewellin est� aqui, senhor.

- Posto M ainda n�o est� operacional. - N�o est�o operacionais?

- Deixe-me falar com eles. - Senhor.

Aqui � o comandante.

O ministro da defesa, o chefe de pessoal e Colin, todos mortos.

Houve mortes e caos nas quatro embaixadas.

- Foi a oportunidade que lhes deu. - Eles fizeram isso e voltaram?

Sim. Foi o �nico erro que cometeram.

Que sentido � que isso faz?

N�o posso adivinhar o que faz sentido para eles.

Ponham essa linha funcionando ou continuamos sem voc�s.

Termine as verificac�es. Deixe-me ver o plano da �rea.

Colin e os outros podem ter cometido o mesmo erro...

...que est�o fazendo agora ao apontar-lhes armas.

- Colin n�o est� vivo para contar. - Isso � a resposta, n�o �?

Coloc�-los numa posi��o em que n�o t�m escolha se n�o lutar.

Lembra-se o que aconteceu l� dentro.

At� agora, podem fazer aqueles homens...

...virarem-se uns contra os outros! - � um risco que vou ter de correr.

- Voc�... - � um risco que todos vamos correr.

Os transportadores de muni��es est�o se retirando.

Olhe, David. Pode me ouvir, por favor? Isso � importante.

O Professor Gruber pensa que as c�lulas s�o c�lulas do homem.

- Avan�ado talvez um milh�o de anos. - Possivelmente.

Sim.

� poss�vel. Mas somos macacos avan�ados um milh�o de anos.

Pelo que vi, temos de nos proteger dos avan�ados um milh�o de anos.

Ou os controlamos ou somos controlados. � a lei da natureza, Tom.

Pergunte a qualquer macaco.

- O posto M ainda n�o est� pronto. - O Mr. Harib tem conhecimento disto?

O Mr. Harib j� est� l� em baixo no carro.

Com ele est� um volunt�rio de cada embaixada.

N�o s� est�o de acordo com esta a��o...

...mas tamb�m que se der certo, vale a pena o risco da vida deles.

E das nossas.

Creio que � melhor vigiar o Dr. Lewellin.

Posto M. Cargas em posi��o, mas ainda sem linha.

� o �nico posto que n�o est� pronto. N�o podemos esperar.

Vamos, mexam-se. O velho est� ficando irritado.

Se ele trabalha mais depressa nessa sujeira, ele que venha c�.

N�o sei o que aconteceu, mas, pelo menos, ou�a a vers�o deles.

Fui eu que os mandei para as suas embaixadas.

J� est�, droga de coisa.

Pronto. Agarra nisso.

J� sa�ram. D�-nos um minuto para terminar.

N�o pode fazer tudo isto sem saber o que eles procuram.

Como sabemos porque est�o aqui, o que querem?

Posto M pronto e aguarda.

- Todos os postos prontos, senhor. - Certo.

Informe o Mr. Harib que vamos prosseguir em 30 segundos.

Senhor.

Comandante para Harib. Prosseguimos em 30 segundos.

- Certo. Eu trato disto. - Armas carregadas e prontas.

Mr. Harib, prosseguimos em menos de um minuto, senhor.

- Homens, detenham essas pessoas! - Tom!

Quem � ele?

Tom! Afaste- se dessa igreja!

- V�o busc�-lo. - S� um minuto, capit�o.

- Preciso disso. Por favor. - Afaste-se!

S� a forca de interven��o � permitida nessa �rea, senhor.

Isto � da minha responsabilidade, capit�o.

- Paul! Paul! - Afaste-se!

Tem 10 segundos para o tirar dali.

Contagem decrescente de 10 e depois aperte esse bot�o.

Tom!

Contagem final. Dez...

...nove...

Paul, me d� um sinal se consegue me ouvir!

- Espere um minuto! � Harib! - Seis, cinco...

...quatro, tr�s, dois...

- Pare a contagem. - Parar a contagem. Verificar.

Conseguem ouvir-me, a� dentro?

Quero um sinal de que me ouvem.

Paul.

Ei, esperem pelo sinal.

Digam-nos o que querem.

O que esperam de n�s?

- Preparados para seguir sem contagem. - Deixem-me passar.

Muito bem, Dr. Lewellin. Vamos ouvir o que querem.

Meu Deus. V�o todos l� para cima.

Compreendem porque fizemos isto?

Sim. Est�o aqui para nos destruir.

Paul, qual � o seu prop�sito? Porque est� aqui?

Para ser destru�do.

Rashid.

O que foi?

O rapaz indiano estava morto.

Porque estamos aqui?

Pela mesma raz�o que est�o aqui.

Podem escolher o vosso caminho.

N�s escolhemos o nosso.

Fogo!

Seu grande idiota!

Parem de disparar, seus idiotas! Parem!

- Parem de disparar! - Parem, ouviram?

Parem! Por amor de Deus, parem!

Parem!

Cessar fogo!

- Parem! - Todas as unidades, cessar fogo.

- Ordeno-lhe que dispare. - O general ordena-me que n�o dispare.

Parem, seus grandes idiotas!

Parem de disparar!

Fogo.

Parem! Parem de disparar! Parem!

Dispara o raio da coisa.

Parem de disparar!

Seu grande idiota!

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