All language subtitles for Operazione paura 1966 720p BluRay FLAC 2.0x264-SbR.pt

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German Download
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean Download
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak Download
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

N�o! N�o!

Socorro!

Socorro!

O CICLO DO PAVOR

Est� decidido a ficar aqui, doutor?

Veja, esta � a receptividade da regi�o.

A morte!

Minhas cinquenta coroas, doutor. Perdoe-me, mas n�o posso seguir adiante.

Perd�o, mas tenho medo.

Acompanhei-o at� aqui porque preciso do dinheiro.

A estalagem est� mais a frente, depois daquele arco.

N�o ser� dif�cil encontr�-la, � s� perguntar.

� a �nica do lugar!

Ou�a, este � um lugar maldito, esquecido por Deus.

Ningu�m nunca vem a estas redondezas.

Volte para dentro, doutor, antes de que seja tarde.

Vamos!

Estou procurando a estalagem, sabe me dizer onde fica?

Ali est�.

Procuro o comiss�rio.

O comiss�rio Kruger.

Voc�...

� o m�dico legista, certo?

M�dicos nunca foram bem-vindos aqui.

Sil�ncio!

Doutor Eswai?

Sim.

Venha.

Venha, o comiss�rio est� esperando.

Basta!

J� disse que n�o sei nada sobre Irina Hollander,

eu n�o a conhecia, comiss�rio.

Voc� n�o sabe de nada! N�o viu e nem ouviu nada!

Todos d�o a mesma resposta! Mas n�o me deixarei enganar!

Por que este voto de sil�ncio? O que � que os faz calar?

Medo, talvez? Medo de qu�?

Diga-me! Medo do qu�?

Um amuleto.

Um amuleto!

Isto � o que os impede de falar.

A supersti��o, a ignor�ncia!

Mas eu os obrigarei a falar!

At� que digam tudo o que sabem sobre Irina Hollander.

Voc�s ver�o!

Esperava-o chegar. Estava preocupado com voc�.

Parti logo, mas n�o foi f�cil chegar, comiss�rio Kruger.

Estamos isolados do mundo. Ningu�m vem para c�.

O senhor Keirr, o burgomestre.

V�o, mas esperem embaixo com os outros.

Chegou h� muito tempo, comiss�rio?

Cheguei antes de ontem.

Mandei chamar-lhe devido a um assunto muito grave.

Leia esta carta.

� de uma tal Irina Hollander.

Uma jovem que era camareira em uma propriedade daqui.

A propriedade da Baronesa Graps

"N�o posso mais aguentar. Decidi falar,

romper o cerco de morte que me oprime.

Venha r�pido. Sinto que est� se aproximando.

Irina Hollander."

Esta carta foi enviada � pol�cia.

Vim aqui apurar o que poderia haver de verdade.

Mas a mo�a j� estava morta. Atravessada pelas pontas de uma cerca.

Homic�dio?

Ainda n�o sei.

Querem me fazer crer que foi um acidente,

mas esta carta me faz pensar outra coisa.

De qualquer maneira, isso ser� esclarecido, doutor.

Deve fazer a aut�psia.

Burgomestre, continuaremos depois o interrogat�rio.

Ningu�m dever� sair.

Descobriu algo, comiss�rio?

Estou lutando contra um muro de sil�ncio.

Eles t�m medo. De tudo.

T�m medo de minhas indaga��es,

como se estivessem aterrorizados por alguma coisa.

Por outro lado, � compreens�vel sua desconfian�a com estrangeiros.

Sem d�vida, � o primeiro representante da justi�a que chegou aqui.

A �nica lei deles � a supersti��o.

H� pouco, estavam levando um caix�o...

Um caix�o? Quando?

Antes, quando cheguei.

Entendo...

Querem impedir a aut�psia do cad�ver de Irina Hollander.

Venha, doutor. R�pido!

Rufus! Oscar! Parem!

O que est�o fazendo? Quem os mandou enterr�-la?

N�o fui claro?

Eu disse que o doutor viria aqui para fazer a aut�psia.

� contra a vontade da natureza mexer nos mortos.

Levem-na para a c�mara mortu�ria.

Quando pode come�ar?

Agora mesmo, mas � preciso uma testemunha, faz parte do procedimento.

Mandei levar o corpo para dentro. R�pido!

Fique tranquilo quanto a testemunha, eu mandarei...

Comiss�rio!

Comiss�rio, o burgomestre me mandou.

Ele pediu que volte � estalagem.

N�o p�de segurar os homens que queria interrogar.

Ele disse que quer falar com voc� agora.

Certo, estou indo.

Pode proceder, doutor. Encontre-se comigo quando terminar.

Certo.

Senhor Keirr!

Senhor Keirr.

Por que todos foram embora?

Desculpe-me.

Eu n�o pude fazer nada.

Tentei det�-los para o interrogat�rio,

mas quando souberam que ia ao cemit�rio,

fugiram todos.

Evidentemente, voc� n�o tem muita autoridade sobre esta gente.

N�o, n�o se trata de autoridade.

Comiss�rio, por favor!

Suspensa essa aut�psia!

Voc� tamb�m, Keirr?

Me escute. O corpo de Irina Hollander n�o deve ser tocado.

Esperava sua colabora��o, mas agora percebo que...

voc� � aliado deles nesta oculta��o da verdade.

N�o!

N�o, comiss�rio.

Mandei cham�-lo para explicar que se o povo n�o fala...

n�o � para esconder algo,

mas sim por medo.

E n�o me envergonho de confessar

que eu tamb�m tenho medo.

Medo do que possa me acontecer...

Se eu revelar...

o segredo da Villa Graps.

Vila Graps?

Parece uma hist�ria imposs�vel,

alheia �s leis da natureza.

Ser� dif�cil acreditar em mim,

mas a morte de Irina Hollander

n�o foi devido a um acidente,

nem a um assassinato!

Dr. Eswai?

Sou Monica Schauftan.

O comiss�rio pediu-me para que o auxilie.

Na verdade, � preciso um m�dico.

Estudei ci�ncias em Grattensburg.

Sou a �nica aqui que pode ser-lhe �til.

Voc� � daqui?

Sim, nasci aqui. Mas vivo fora desde que tinha um ano.

Cheguei justamente no dia em que esta mo�a morreu.

J� assistiu a uma aut�psia?

N�o, nunca.

� inacredit�vel.

Introduziram uma moeda no cora��o.

Tal como diz a lenda.

� uma antiga lenda...

contada h� s�culos neste lugar.

Somente uma moeda no cora��o

pode trazer paz �queles tiveram a vida arrancada com viol�ncia.

Apesar da aut�psia,

n�o pudemos averiguar se trata-se de um acidente ou um assassinato.

Aquela moeda.

Quem a p�s no cora��o da mo�a?

- E por qu�? - N�o pensemos nisso agora.

O comiss�rio Kruger esclarecer� tudo.

Assim espero.

Bem, chegamos. Vivo aqui.

Sou h�spede da senhora Morano.

Ou�a, se me permite a pergunta...

Por que voc� voltou para este lugar?

Vim apenas para visitar a tumba de meus pais.

Nunca os conheci.

Me deixaram uma pequena renda com a qual tenho vivido...

Obrigado, Monica. Foi realmente muito valente.

Agrade�o.

Tenha uma boa noite, doutor.

Boa noite, Monica.

Foi avisado para n�o profanar os mortos, doutor.

Quem o faz tem que pagar com a vida.

Deve enterrar..

Voc� deve enterrar aquela mo�a!

Por qu� n�o fez isso?

Fermati!

Doutor!

Doutor.

O comiss�rio foi � Villa Graps devido a uma emerg�ncia.

Saiu h� uma hora e deixou um bilhete para voc� no quarto.

N�o disse quando voltaria?

Nunca se volta da Villa Graps.

Como? Por que diz isso?

N�o disse. N�o lhe disse!

N�o � verdade! N�o se aproxime. V� embora!

V� para seu quarto, o jantar est� pronto.

N�o! N�o eu!

O que h�, Nadienne?

Na janela!

Voc� a viu, Nadienne? Voc� a viu?

� terr�vel!

Nossa filha foi marcada, j� n�o h� esperan�a.

- N�o h� nada que possamos fazer? - V� cham�-la. V� logo, r�pido!

Estava me procurando, n�o �?

Pressenti que precisava de mim.

"Caro Eswai,

o burgomestre revelou-me coisas que me parecem inacredit�veis.

Entretanto, me encontro na Villa Graps da baronesa para uma verifica��o.

Estarei com voc� assim que puder, Comiss�rio Kruger."

Fique tranquila, Nadienne.

N�o acontecer�.

A maldi��o n�o a tocar�.

Dispa-a.

Sangue!

Seja forte! Aqui n�o h� lugar para a morte.

Afaste-se! N�o venha! N�o se aproxime de Nadienne!

Afaste-se!

Afaste-se!

Escutaram?

Escutaram? Ela est� aqui. Quer se vingar por que eu falei.

N�o diga isso, minha filha!

N�o a escutaram?

Isto te proteger�.

N�o deve tir�-lo nunca.

Est� acabado.

N�o, n�o. Saia por aqui. N�o devem v�-la.

Assisti ao seu ritual.

Por que exorcizou a mo�a?

Voc� pode me ajudar, certamente sabe muitas coisas sobre este lugar.

Por que as pessoas recorrem a sua magia?

Do que t�m medo?

Sobre esta gente pesa uma terr�vel maldi��o.

Fique atento, voc� tamb�m est� em perigo.

Irina Hollander foi levada para a morte.

Por quem?

V� embora, doutor.

Sei de coisas que a ci�ncia n�o pode explicar.

Avise logo ao comiss�rio.

Fa�a com que parta tamb�m, que n�o continue a investiga��o.

O comiss�rio Kruger est� na Villa Graps para concluir os interrogat�rios

� um homem ativo e decidido, que n�o se deixa levar por fantasias.

Chegar� ao fundo deste assunto.

Onde fica esta Villa?

Quero encontrar-me com ele.

N�o v�, doutor.

N�o v� para l�. Eu o aconselho.

Todos falam com terror desta Villa.

Como se n�o quisessem nem pronunciar seu nome.

� algo que quero esclarecer.

Villa Graps fica ali.

Um momento.

N�o saberia nada sobre esta moeda?

Encontrei-a hoje no cora��o de Irina Hollander.

Esperava que me ajudasse a entender.

J� disse que n�o sei de nada!

Continue, se quiser,

mas ainda est� em tempo de desistir.

Obrigado.

Espero voltar a v�-la.

Nunca voltar� dessa Villa.

Keirr! Amor...

O que houve?

Mais outro.

� uma corrente mortal

que n�o se romper� nunca.

Na Villa Graps...

vive a morte!

Sim, vive a morte.

E s� se poder� p�r um fim com a pr�pria morte...

Mas agora v�, Keirr. Preciso chamar o coche imediatamente.

Como sabe, a terra deve cobri-lo antes do nascer do sol,

e com seu peso envolv�-lo para que permane�a nela para sempre

N�o v�o lhe possuir.

Ter� paz.

Kruger!

Comiss�rio Kruger!

O que quer?

Perdoe-me, mas procuro o Sr. Kruger, o comiss�rio.

N�o h� nenhum comiss�rio.

Disseram-me que estaria na casa da Baronesa Graps.

A Baronesa Graps sou eu.

E ningu�m vem nunca a esta casa. Estou sozinha. V� embora!

N�o, espere.

V� embora, para o seu bem!

Deixe-me em paz.

Ol�.

Como se chama?

Melissa.

Me chamo Melissa.

Melissa!

Melissa!

Senhora Morano! Por favor! Senhora Morano!

O que quer?

Abra! Senhora Morano, estou com medo! Abra, eu imploro!

V� embora! N�o quis me escutar!

N�o deveria ter tocado naquela mo�a.

Monica!

- O que faz aqui? - Vim da sua casa, Paul.

- O que foi? - Tive um pesadelo.

Fiquei assustada e n�o conseguia mais aguentar.

Acalme-se, deve estar abalada com a aut�psia.

A corda est� parada.

Tire-me daqui, Paul.

Tire-me deste lugar.

Voc� viu?

Era o vento.

N�o, n�o era o vento.

� o �dio. � o �dio que o toca.

Sempre soa dessa maneira quando � v�spera de morte.

Desde que ela sangrou at� a morrer.

Quem?

Era uma menina de sete anos.

Segurou-se na corda daquele sino para pedir ajuda.

Seu nome era Melissa.

Melissa..

A senhorita ficar� aqui esta noite. Prepare-lhe um quarto.

O comiss�rio Kruger j� retornou?

N�o, n�o o vi.

Marta!

Marta, v� para cima. Prepare um quarto para a senhorita.

Agora mesmo.

Paul, ouviu o que dono da estalagem disse?

N�o foi o vento que fez soar o sino.

Monica!

N�o se deixe levar desta maneira.

Esta regi�o n�o � como as outras.

At� a igreja est� profanada,

e em ru�nas. O povo parece n�o ter f�.

N�o, s�o apenas pessoas humildes. V�timas da supersti��o

Senhorita, pode vir.

Boa noite, Monica.

Boa noite, Paul. Obrigada.

Nadienne!

Nadienne, o que foi?

Est� com muita febre!

O que est� sentindo?

O que faz aqui? O que quer?

Saia! Isto n�o � assunto seu.

J� est� sofrendo o suficiente.

N�o deve toc�-la! Saia daqui.

Um cil�cio!

Por que fizeram isso? Est�o loucos?

Querem mat�-la?

Ignorantes!

Seus sortil�gios s�o absurdos!

Estas feridas poderiam mat�-la.

Minha filha morrer� de qualquer maneira.

Nada pode a salvar.

Cale-se!

Tranquilize-se, Nadienne.

Isso vai passar, voc� ver�.

N�o � nada.

Fui escolhida.

Fui escolhida!

Fui escolhida!

Eu n�o serei salva.

Eu sei!

Est� muito agitada. O pulso est� irregular.

O que faremos?

Precisa de repouso. Lhe darei um calmante.

Deixei minha maleta no quarto do comiss�rio. Venha, Marta.

D� isto a Nadienne quando acordar. N�o mais que vinte gotas.

- Se precisar de algo, me chame. - Obrigada, doutor.

"Al�m disso, acho necess�rio registrar tudo que o burgomestre Keirr me disse,

comiss�rio Kruger, depois de muita resist�ncia.

Segundo o burgomestre, a regi�o � v�tima de uma maldi��o,

iniciada com a morte da pequena Melissa Graps.

Desde ent�o, segundo as cren�as desta gente,

Melissa tem surgido entre o mundo dos vivos.

E o que � ainda mais inacredit�vel

� que as pessoas que a veem morrem em circunst�ncias misteriosas,

consideradas sobrenaturais pelo povoado.

Vamos depressa, n�o percamos tempo.

R�pido!

Paul!

H� luzes no cemit�rio. O que significa isso?

Sim, tamb�m vi.

Poderia ser o Comiss�rio Kruger.

- Pode ser que tenha descoberto algo. - N�o! N�o v� l�, Paul.

� improv�vel que seja o comiss�rio Kruger.

O que poderia fazer ali � noite?

N�o sei...

Mas quero esclarecer.

Kruger!

O burgomestre mora aqui.

Keirr!

Senhor Keirr!

Sim, estou aqui. Entrem.

Venha, doutor.

Sabia que viria.

Encontrei o corpo do comiss�rio Kruger no cemit�rio.

Eu sei. Pode lev�-lo.

Foi morto com um tiro de pistola na cabe�a.

N�o fale comigo neste tom.

N�o disse que o matei.

Outra v�tima das for�as demon�acas, n�o?

E talvez tamb�m tenha uma moeda no cora��o.

Sim.

Para impedir que seu esp�rito responda ao chamado

de Melissa.

Entendo que pare�a imposs�vel a um homem de ci�ncia como voc�.

Li tudo que disse ao comiss�rio Kruger.

N�o ache que eu v� acreditar nessas lendas.

Tampouco eu acreditava.

N�o se tratam de lendas,

mas de uma realidade horr�vel.

Nestes �ltimos anos,

mais de dez pessoas foram levadas � morte.

Pessoas saud�veis, sem preocupa��es,

sem inimigos.

Todos estamos em perigo aqui. Escute-me, Eswai.

V� embora o mais r�pido poss�vel.

Voc� tamb�m, senhorita. V�! Nunca deveria ter voltado!

Nasci aqui e aqui repousam os corpos de meus pais.

As tumbas para as quais levou flores...

n�o s�o de seus pais.

Os Schuftan nunca tiveram filhos.

N�o...

N�o � poss�vel. N�o � verdade.

� outra inven��o absurda!

Tenho a prova do que digo.

Os Schuftan me deixaram um envelope selado,

para entregar-lhe no caso de voc� voltar.

Eu o guardei zelosamente.

Os Schuftan eram criados na Villa Graps.

E seu destino, Monica,

como o nosso, est� ligado �quela Villa.

Agora lhe darei o envelope.

Lembre-se, doutor...

A verdade que procura encontra-se na Villa Graps.

Acha que pode haver alguma verdade nisso tudo?

Keirr!

Abra!

N�o aguento mais!

Contenha-se, pelo amor de Deus!

Matar� todos n�s, Paul.

Chega!

Devemos chamar algu�m!

Venha!

Apare�a!

O burgomestre est� morto, covardes!

S�o uns covardes, eu os matarei a todos!

Ningu�m vir� nos ajudar! T�m medo!

Vamos.

V� embora, assassino!

Matou minha filha Nadienne, n�o foi suficiente?

V� embora!

V� embora!

Maldito!

Minha filha morreu por sua culpa! V� embora!

V� embora ou eu te mato!

Venha!

Monica!

Monica!

Onde voc� est�?

Monica!

Monica, o que houve?

� estranho, Paul.

Vim aqui como se j� soubesse encontrar este lugar.

Tenho a sensa��o de j� ter estado aqui.

Paul, eu nunca vim aqui, mas...

parece que eu j� vi este lugar antes.

Estamos trancados! A fechadura emperrou.

N�o h� o que fazer! � imposs�vel abrir.

Vamos procurar outra sa�da.

Deve ser a cripta da fam�lia Graps.

"Melissa Graps"

Talvez se possa sair daqui.

N�o, n�o � poss�vel.

H� um abismo aqui embaixo.

Paul!

� Melissa.

Melissa...

Minha pequena.

Minha filha.

Por que vieram aqui?

N�o deveriam transtornar a paz...

- da minha pequena. - Por qu�?

Baronesa, aconteceram coisas horr�veis na aldeia!

Eles tiveram o que mereceram!

Sempre odiaram a n�s, os Graps.

Deixaram minha filha morrer.

H� vinte anos... A aldeia estava festejando.

Todos b�bados!

Um deles a atropelou com seu cavalo.

Ela chamou a todos...

desesperadamente!

Mas ningu�m a ajudou.

Tinham medo de serem acusados.

Ela sangrou at� morrer.

Malditos!

Venham, venham.

Por favor, venham.

Venham.

Venho aos seu quarto todas as tardes.

Aqui. � onde ela brincava.

Era cheia de vida.

Feliz, sempre despreocupada.

Adorava olhar-se no espelho.

Mas n�o alcan�ava...

Tinha que ficar na ponta dos p�s.

Era a sua preferida.

Tudo est�...

como ela deixou.

Com suas bonecas...

Tinha muitas.

Melissa!

Paul!

Paul!

Voltou a si, doutor Eswai.

Teve sorte.

Eu o encontrei no parque em tempo.

Delirante...

Estava pr�ximo da morte tamb�m.

A moeda de prata.

N�o posso fazer nada al�m disso pelo meu Keirr.

A prata no cora��o dar� a ele descanso eterno.

Lutei com todas as minhas for�as para impedir que morresse.

Tenho temido este momento dia ap�s dia.

Eu o amava tanto...

Sem voc�, minha vida n�o tem sentido.

Te vingarei, Keirr!

Irei � Villa Graps ainda que me custe a vida.

E Monica?

Onde est� Monica?

J� n�o h� mais esperan�a para Monica.

� irm� de Melissa. A segunda filha da baronesa Graps.

Sim, Monica. Voc� � minha menina.

Sabia que voltaria para mim. Espere!

Os Schuftan eram meus criados.

Fui eu que mantive seus estudos.

Se � realmente minha m�e... Por que faria isso?

Bem... Para afast�-la da Villa.

Temia por sua vida.

� voc�, Monica.

Tinha dois anos.

E a outra � Melissa, sua irm�.

Com a desgra�a de Melissa...

Morreremos todos aqui. V�timas de seu �dio.

Melissa n�o pode odiar. Ela � cinzas, nada mais.

N�o!

N�o viu? Ela ainda est� aqui.

Ela me usa para retornar at� os vivos.

Eu...

Eu sou uma m�dium inconsciente,

em posse de poderes sobrenaturais

que eu mesma n�o posso controlar.

E destas for�as irresist�veis... eu sou v�tima.

E � de mim que tiram a for�a... para sobreviver.

Eu sei... Eu sei que carregam o mal.

Mas n�o posso fazer nada para det�-las.

Sou sua escrava.

Obrigam-me sempre a cham�-los.

N�o! Isto � absurdo, uma fantasia!

Devo chamar Paul. Me ajude, por favor.

Aten��o! Est�o vindo!

Agora, est�o chegando.

Eu sinto.

Vamos!

Eu n�o posso, Monica.

V�. V�, por favor!

Querem voc� tamb�m.

Melissa est� lhe esperando h� vinte anos.

V� embora!

Melissa...

Melissa...

Chega!

Baronesa Graps... N�o matar� mais.

Finalmente me decidi...

Vim para p�r um fim na maldi��o.

Ruth!

Est� desafiando o seu destino.

Est� escrito que morrer� nesta casa.

Nada disso me importa agora.

Darei fim � maldi��o.

Voc� n�o tem poder sobre eles.

Voc� tamb�m morrer�!

Devo vingar Keirr.

N�o deveria t�-lo matado.

Sua momento chegou!

Vai pagar!

Por seus atos e por todas as v�timas inocentes.

Voc� � a causa de tudo!

Voc�, que chama os mortos...

para aplacar o �dio feroz

que a alimenta desde que sua filha morreu.

N�o! N�o � minha culpa.

S�o eles que me obrigam. N�o � minha culpa.

S�o eles que me obrigam!

Voc� invocou Melissa com seus poderes de m�dium,

para dominar e levar � morte as pessoas da aldeia

cuja vontade era anulada e n�o foram capazes de resistir, os condenados!

Mas agora seu poder mal�fico ter� fim!

Acredita nisso?

� uma assassina!

Quer matar tamb�m sua filha Monica!

Sim... Tamb�m a odeio!

Os Schuftan a raptaram, fugindo pela passagem subterr�nea.

N�o queriam que Melissa os apanhasse.

Odeio a todos!

Voc� vai morrer! Todos obedecer�o a minha vontade!

Todos!

Monica!

Monica!

Monica! Abra, pelo amor de Deus!

Morra, maldita!

E contigo tuas criaturas diab�licas!

O pesadelo...

est� acabado.

A corrente de mortes...

finalmente terminou.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.